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dsc e dta

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DSC E DTA
Angelina Padilha
Bruna Capellani Custódio
Carolina Konzen
Giane Oliveira
Tayná da Rosa
Prof.: Marco Antônio Siqueira Rodrigues
DTA
Análise Térmica Diferencial (DTA) é adequada para a determinação de temperaturas características
DSC
Calorímetro Diferencial de Varredura (DSC), adicionalmente, permite a determinação de valores calóricos como calor de fusão ou calor de cristalização.
Devido à versatilidade e alta significância das saídas analíticas, o calorímetro diferencial por varredura (DSC) é o método mais frequentemente empregado para análises térmicas.
Pode ser usado para investigar uma grande variedade de materiais:
Sólidos Compactos (granulados, componentes, moldes, etc.) assim como plásticos, borrachas, resinas ou outros materiais orgânicos, cerâmicas, vidros, compósitos, metais e materiais de construção
Pós como fármacos ou minerais
Fibras, tecidos
Amostras viscosas como pastas, cremes ou gel
Líquidos
Informações Típicas que Podem Ser Derivadas de Medições do DSC:
Temperaturas características (fusão, cristalização, transições polimórficas, reações, transição vítrea)
Fusão, cristalização, transformação e aquecimento de reação (entalpia)
Cristalinização de substâncias semi-cristalinas
Decomposição, estabilidade térmica
Estabilidade Oxidativa (OIT – Tempo de Indução Oxidativa, OOT – Temperatura de Começo de Oxidação)
Grau de cura em resinas, adesivos, etc.
Puridade Eutética
Calor Específico (cp)
Compatibilidade entre componentes
Influencia do envelhecimento
Distribuição do peso molecular (forma de pico para polímeros)
Impacto de aditivos, amaciantes ou misturadores de granulados (para materiais poliméricos)
Isto pode ser feito com duas diferentes técnicas de medição: calorimetria diferencial de varredura por fluxo de calor ou calorimetria diferencial de varredura por compensação de potência. 
Para ambos, DTA e fluxo de calor DSC, o primeiro sinal medido durante uma medição é a diferença de temperatura entre uma amostra e a referência, em µV (Tensão Térmica). Para DSC, esta diferença de temperatura pode ser convertida em um fluxo de calor, em mW, por meio de uma calibração apropriada. Esta possibilidade não existe para um instrumento DTA puro.
REFERÊNCIAS
https://www.netzsch-thermal-analysis.com/pt/landing-pages/qual-e-a-diferenca-entre-dsc-e-dta/
https://www.netzsch-thermal-analysis.com/pt/landing-pages/calorimetro-diferencial-de-varredura-dsc-analise-termica-diferencial-dta/
http://www.analisestermicas.com.br/como-analisar-usando-analise-termica-diferencial-dta/