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Livro Eletrônico
Aula 07
Auditoria Independente - Curso Regular 2019 (Com Videoaulas)
Claudenir Brito, Tatiane Sá
10420579664 - Rafael Otaviano
 
 
 
 
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AULA 07: Relatórios de Auditoria Independente ...................................................................................... 2 
1 – opinião do auditor / parecer da auditoria .......................................................................................... 4 
2. tipos de relatório / opinião do auditor independente ........................................................................... 7 
Definições importantes para o tema ....................................................................................................... 8 
2.1 Opinião sem ressalva (não modificadA) ............................................................................................. 8 
2.2 Opinião com ressalva ........................................................................................................................ 9 
2.3 Opinião adversa ................................................................................................................................ 9 
2.4 Abstenção de opinião ...................................................................................................................... 10 
3. estrutura do relatório do auditor independente ..................................................................................13 
Responsabilidades do auditor independente pela auditoria das demonstrações contábeis ..................... 15 
Questões Comentadas.............................................................................................................................21 
Questôes comentadas durante a 
aula......................................................................................................62 
RESUMO DO PROF. CLAUDENIR ............................................................................................................ 89 
Gabarito..................................................................................................................................................87 
Referências utilizadas na elaboração das aulas.......................................................................................88 
 
 
 
Claudenir Brito, Tatiane Sá
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1 – OPINIÃO DO AUDITOR / PARECER DA AUDITORIA 
Definições importantes para o tema 
Demonstrações contábeis para fins gerais são demonstrações contábeis elaboradas de 
acordo com a estrutura de relatório financeiro para fins gerais. 
 
Estrutura de relatório financeiro para fins gerais é a estrutura de relatório financeiro 
elaborada para satisfazer às necessidades de informações financeiras comuns de ampla 
gama de usuários. A estrutura de relatório financeiro pode ser uma estrutura de 
apresentação adequada ou uma estrutura de conformidade. 
 
Opinião não modificada é a opinião expressa pelo auditor quando ele conclui que as 
demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo 
com a estrutura de relatório financeiro aplicável. 
 
Segundo Ribeiro e Ribeiro (2012), Relatório de Auditoria é “um documento por meio do qual o 
auditor independente expressa, claramente, por escrito, sua opinião sobre as demonstrações 
contábeis com base na avaliação das conclusões atingidas pela evidência de auditoria.” Nele, é 
descrita, também, a base que o auditor utilizou para emitir sua opinião. 
A NBC TA 200 estabelece que são objetivos gerais do auditor, ao conduzir a auditoria de 
demonstrações contábeis: 
(a) obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis como um todo estão 
livres de distorção relevante, independentemente se causadas por fraude ou erro, 
possibilitando assim que o auditor expresse sua opinião sobre se as demonstrações 
contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável; e 
B) apresentar relatório sobre as demonstrações contábeis e comunicar-se como exigido 
pelas NBC TAs, em conformidade com as constatações do auditor. 
Ou seja, a NBC TA 200 exige que o auditor obtenha segurança razoável de que as demonstrações 
contábeis como um todo estão livres de distorção relevante, independentemente se causadas por 
fraude ou erro, e que apresente relatório sobre essas demonstrações. 
Asseguração razoável é um nível elevado de segurança. Esse nível é conseguido quando o auditor 
obtém evidência de auditoria apropriada e suficiente para reduzir a um nível aceitavelmente baixo 
o risco de auditoria (isto é, o risco de que o auditor expresse uma opinião inadequada quando as 
demonstrações contábeis contiverem distorção relevante). 
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Contudo, asseguração razoável não é um nível absoluto de segurança porque há limitações 
inerentes em uma auditoria, as quais resultam do fato de que a maioria das evidências de auditoria 
em que o auditor baseia suas conclusões e sua opinião é persuasiva e não conclusiva. 
Distorção é a diferença entre o que é relatado e o que é exigido para que o item esteja de acordo 
com a estrutura de relatório financeiro aplicável, e pode se originar de erro ou fraude. 
Já a distorção relevante é aquela que, individualmente ou em conjunto, influenciam as decisões 
econômicas dos usuários, tomadas com base nas demonstrações contábeis. 
Os objetivos do auditor independente são, basicamente, formar uma opinião sobre as 
demonstrações contábeis objeto de análise, com base na avaliação das conclusões atingidas pelas 
evidências de auditoria obtidas e expressar claramente essa opinião por meio de um relatório 
escrito, que também descreve a base para a referida opinião, denominado relatório de auditoria. 
Assim, o relatório (parecer) constitui-se na forma pela qual os resultados dos trabalhos são 
levados ao conhecimento dos usuários com a finalidade de apontar possibilidades de correção de 
falhas, fornecer dados para a tomada de decisão e atender interesses específicos. 
As seguintes normas alteradas em 04/07/16, são relevantes no estudo dos relatórios do auditor 
independente, porque tratam de como a forma e o conteúdo do relatório de auditoria 
independente são afetados quando o auditor expressa uma opinião modificada ou inclui um 
parágrafo de ênfase ou de outros assuntos no seu relatório de auditoria: 
- NBC TA 700 – formação da opinião e emissão do relatório do auditor independente sobre as 
demonstrações contábeis; 
- NBC TA 701 – comunicação dos principais assuntos de auditoria no relatório do auditor 
independente; 
- NBC TA 705 – Modificações na opinião do auditor independente, e 
- NBC TA 706 – Parágrafos de ênfase e parágrafos de outros assuntos no relatório do auditor 
independente. 
A observância da principal delas, a NBC TA 700, propicia a consistência no relatório do auditor 
independente e credibilidade no mercado global. 
Os objetivos do auditor na elaboração de seu relatório (parecer) são: 
 
A) formar uma opinião sobre as demonstrações contábeis com base na avaliação das 
conclusões alcançadas pela evidência de auditoria obtida; e 
 
B) expressar claramente essa opinião por meio de relatório por escrito. 
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A opinião do auditor deve informar se as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os 
aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro aplicável. Os requisitos 
dessa estrutura determinam a forma e o conteúdo das demonstrações contábeis e o que constitui 
o conjunto completo dedemonstrações contábeis 
Essa avaliação deve incluir a consideração dos aspectos qualitativos das práticas contábeis da 
entidade, incluindo indicadores de possível tendenciosidade nos julgamentos da administração. 
Para formar essa opinião, o auditor deve concluir se obteve segurança razoável sobre se as 
demonstrações contábeis tomadas em conjunto nãoapresentam distorções relevantes, 
independentemente se causadas por fraude ou erro. 
Essa conclusão deve levar em consideração: 
1 –A conclusão do auditor sobre se foi obtida evidência de auditoria apropriada e 
suficiente; 
2 – A conclusão do auditor sobre se as distorçõesnão corrigidas são relevantes, 
individualmente ou em conjunto; 
O auditor deve avaliar se as demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos 
relevantes, de acordo com os requisitos da estrutura de relatório financeiro aplicável. 
O auditor especificamente deve avaliar se: 
A) as demonstrações contábeis divulgam adequadamente as práticas contábeis 
selecionadas e aplicadas; 
B) as práticas contábeis selecionadas e aplicadas são consistentes com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável e são apropriadas; 
C) as estimativas contábeis feitas pela administração são razoáveis; 
D) as informações apresentadas nas demonstrações contábeis são relevantes, confiáveis, 
comparáveis e compreensíveis; 
E) as demonstrações contábeis fornecem divulgações adequadas para permitir que os 
usuários previstos entendam o efeito de transações e eventos relevantes sobre as 
informações incluídas nas demonstrações contábeis; e 
(f) a terminologia usada nas demonstrações contábeis, incluindo o título de cada 
demonstração contábil, é apropriada. 
A avaliação do auditor sobre se as demonstrações contábeis propiciam uma apresentação 
adequada deve incluir considerações sobre: 
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A) a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis; e 
B) se as demonstrações contábeis, incluindo as notas explicativas, representam as 
transações e eventos subjacentes de modo a alcançar uma apresentação adequada. 
Além disso, o auditor deve avaliar se as demonstrações contábeis fazem referência ou descrevem 
adequadamente a estrutura de relatório financeiro aplicável. 
Vamos ver a partir de agora, os tipos de parecer – ou relatório do auditor independente. Melhor 
dizendo, são os tipos de “opinião” que o auditor pode fazer constar do seu relatório/parecer. 
 
2. TIPOS DE RELATÓRIO / OPINIÃO DO AUDITOR INDEPENDENTE 
Como consequência das situações encontradas nos trabalhos de auditoria, o auditor independente 
poderá expressar os seguintes tipos de opinião: 
• opinião sem ressalva; 
• opinião com ressalva; 
• opinião adversa; e 
• opinião com abstenção de opinião. 
A decisão sobre que tipo de opinião modificada é apropriada depende: 
A) da natureza do assunto que deu origem à modificação, ou seja, se as 
demonstrações contábeis apresentam distorção relevante ou, no caso de 
impossibilidade de se obter evidência de auditoria apropriada e suficiente, podem 
apresentar distorção relevante; e 
B) do julgamento do auditor sobre a disseminação de forma generalizada dos 
efeitos ou possíveis efeitos do assunto nas demonstrações contábeis. 
 
 
 
 
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DEFINIÇÕES IMPORTANTES PARA O TEMA 
 
Generalizado é o termo usado, no contexto de distorções, para descrever 
os efeitos (ou possíveis efeitos) de distorções sobre as demonstrações 
contábeis, que não são detectados devido à impossibilidade de se obter 
evidência de auditoria apropriada e suficiente. 
Efeitos generalizados sobre as demonstrações contábeis são aqueles que, 
no julgamento do auditor: 
(i) não estão restritos aos elementos, contas ou itens específicos das 
demonstrações contábeis; 
(ii) se estiverem restritos, representam ou poderiam representar parcela 
substancial das demonstrações contábeis; ou 
(iii) em relação às divulgações, são fundamentais para o entendimento das 
demonstrações contábeis pelos usuários; 
Opinião modificada compreende "Opinião com ressalva", "Opinião 
adversa" ou "Abstenção de opinião" sobre as demonstrações contábeis. 
 
2.1 OPINIÃO SEM RESSALVA (NÃO MODIFICADA) 
Opinião não modificada é a opinião expressa pelo auditor quando ele conclui que as 
demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
O auditor deve modificar a opinião no seu relatório de auditoria se: 
A) concluir, com base em evidência de auditoria obtida, que as demonstrações contábeis 
como um todo apresentam distorções relevantes; ou 
B) não conseguir obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluir se as 
demonstrações contábeis como um todo nãoapresentamdistorções relevantes. 
Se as demonstrações contábeis elaboradas de acordo com os requisitos de uma estrutura de 
apresentação adequada não atingem uma apresentação adequada, o auditor deve discutir o 
assunto com a administração e, dependendo dos requisitos da estrutura de relatório financeiro 
aplicável e como o assunto é resolvido, deve determinar se é necessário modificar a opinião no seu 
relatório de auditoria. 
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Emitir uma opinião modificada significa emitir uma opinião diferente daquela que normalmente é 
apresentada em um relatório considerado “limpo”, ou seja, emitir uma opinião com ressalva, uma 
opinião adversa ou uma opinião com abstenção de opinião. 
2.2 OPINIÃO COM RESSALVA 
A opinião com ressalva é, segundo a NBC TA 705, expressa quando: 
A) ele, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as 
distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas 
nas demonstrações contábeis; ou 
B) ele não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para fundamentar 
sua opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas 
sobre as demonstrações contábeis, se houver, poderiam ser relevantes, mas não 
generalizados. 
Ou seja, é o tipo de opinião apropriada nos casos em que o auditor obteve evidência e constata a 
existência de distorção relevante nas demonstrações contábeis (embora não generalizadas), ou 
quando há impossibilidade do auditor em obter evidência de auditoria suficiente e adequada. 
Exemplo de Opinião com ressalva, na NBC TA 705 
 
Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito na seção a seguir intitulada 
“Base para opinião com ressalva”, as demonstrações contábeis acima referidas 
apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e 
financeira da Companhia ABC em 31 de dezembro de 20X1, o desempenho de suas 
operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as 
práticas contábeis adotadas no Brasil. 
2.3 OPINIÃO ADVERSA 
Opinião apropriada quando o auditor encontra distorções relevantes nas demonstrações 
contábeis, e essas distorções são consideradas generalizadas. Segundo a NBC TA 705: 
“O auditor deve expressar uma opinião adversa quando, tendo obtido evidência de auditoria 
apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são 
relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis.” (grifei) 
 
 
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Exemplo de Opinião adversa, na NBC TA 705 
 
Em nossa opinião,devido à importância do assunto discutido no parágrafo a seguir 
intitulado “Base para opinião adversa”, as demonstrações contábeis consolidadas acima 
referidas não apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição 
patrimonial e financeira consolidada da Companhia ABC e suas controladas em 31 de 
dezembro de 20X1, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de 
caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas 
contábeis adotadas no Brasil. 
2.4 ABSTENÇÃO DE OPINIÃO 
Segundo a NBC TA 705, o auditor deve abster-se de expressar uma opinião quando não consegue 
obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar sua opinião e ele conclui 
que os possíveis efeitos de distorções não detectadas sobre as demonstrações contábeis, se 
houver, poderiam ser relevantes e generalizados. 
Outro motivo para a abstenção de opinião ocorre quando, em circunstâncias extremamente raras 
envolvendo diversas incertezas, o auditor conclui que, independentemente de ter obtido evidência 
de auditoria apropriada e suficiente sobre cada uma das incertezas, não é possível expressar uma 
opinião sobre as demonstrações contábeis devido à possível interação das incertezas e seu 
possível efeito cumulativo sobre essas demonstrações contábeis. 
Em relação a limitações ao trabalho do auditor, a NBC TA 705 prescreve que se depois de aceitar o 
trabalho, o auditor tomar conhecimento que a administração impôs uma limitação ao alcance da 
auditoria que tem, segundo ele, probabilidade de resultar na necessidade de expressar uma 
opinião com ressalva ou abster-se de expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis, o 
auditor deve solicitar que a administração retire a limitação. 
No caso de a administração se recusar a retirar a limitação, o auditor deve comunicar o assunto 
aos responsáveis pela governança, a menos que todos aqueles responsáveis pela governança 
estejam envolvidos na administração da entidade, assim como determinar se é possível executar 
procedimentos alternativos para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente. 
Se o auditor não conseguir obter evidência apropriada e suficiente de auditoria, o auditor deve 
determinar as implicações como segue: 
A) se ele concluir que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre 
as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não generalizados, o auditor 
deve emitir uma opinião com ressalva; ou 
B) se ele concluir que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre 
as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e generalizados de modo que 
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uma ressalva na opinião seria não adequada para comunicar a gravidade da situação, o 
auditor deve: 
• renunciar ao trabalho de auditoria, quando possível, de acordo com as leis ou 
regulamentos aplicáveis; ou 
• se a renúncia ao trabalho de auditoria antes da emissão do seu relatório de 
auditoria independente não for possível, abster-se de expressar uma opinião 
sobre as demonstrações contábeis. 
Exemplo de Abstenção de opinião, na NBC TA 705 
 
Não expressamos uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas da 
Companhia ABC e suas controladas. Devido à relevância do assunto descrito na seção a 
seguir intitulada “Base para abstenção de opinião”, não nos foi possível obter evidência 
de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre 
essas demonstrações contábeis consolidadas. 
Quando o auditor modifica sua opinião, ele deve usar, na seção "Opinião", o título "Opinião com 
ressalva", "Opinião adversa" ou "Abstenção de opinião". 
Além disso, quando o auditor prevê modificar a opinião no seu relatório, ele deve comunicar aos 
responsáveis pela governança as circunstâncias que levaram à modificação prevista e o texto 
proposto da modificação. 
Para finalizar a parte teórica da nossa aula, a tabela a seguir, constante da NBC TA 705, 
mostracomo a opinião do auditor sobre a natureza do assunto que gerou a modificação e a 
disseminação de forma generalizada dos seus efeitos ou possíveis efeitos sobre as demonstrações 
contábeis afeta o tipo de opinião a ser expressa. 
 
 
 
 
 
 
 
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Natureza do assunto 
que gerou a 
modificação 
 
Julgamento do auditor sobre a 
disseminação de forma generalizada dos 
efeitos ou possíveis efeitos sobre as 
demonstrações contábeis 
 
 
Relevante, mas não 
generalizado 
 
Relevante e 
generalizado 
 
As demonstrações 
contábeis apresentam 
distorções relevantes 
 
Opinião com 
ressalva 
Opinião adversa 
 
Impossibilidade de obter 
evidência de auditoria 
apropriada e suficiente 
 
Opinião com 
ressalva 
Abstenção de 
opinião 
 
 
 
Tipos de opinião modificada 
 -Opinião com ressalva; 
-Opinião adversa; 
 -Abstenção de opinião. 
 
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3. ESTRUTURA DO RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE 
Pessoal, antes de discorrer sobre a estrutura do Relatório, cabe lembrar que o relatório do auditor 
deve ser por escrito, conduzido de acordo com as normas de auditoria. 
Título 
O relatório do auditor deve ter título que indique claramente que é o relatório do auditor 
independente. 
Destinatário 
Endereçamento do relatório, conforme exigido pelas circunstâncias do trabalho. 
Opinião do auditor 
A primeira seção do relatório do auditor deve incluir a opinião do auditor independente e deve ter 
"Opinião" como título, e deve: 
o identificar a entidade cujas demonstrações contábeis foram auditadas; 
o afirmar que as demonstrações contábeis foram auditadas; 
o identificar o título de cada demonstração que compõe as demonstrações contábeis; 
o fazer referência às notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas 
contábeis; e 
o especificar a data ou o período de cada demonstração que compõe as 
demonstrações contábeis. 
Ao expressar uma opinião não modificada sobre demonstrações contábeis elaboradas de acordo 
com a estrutura de apresentação adequada, a opinião do auditor deve utilizar uma das seguintes 
frases, que são consideradas equivalentes: 
"Em nossa opinião, as demonstrações contábeis apresentam adequadamente, em todos 
os aspectos relevantes, de acordo com [a estrutura de relatório financeiro aplicável]" 
OU 
"Em nossa opinião, as demonstrações contábeis apresentam uma visão verdadeira e 
justa... de acordo com [a estrutura de relatório financeiro aplicável]" 
Se a estrutura de relatório financeiro aplicável na opinião do auditor não se refere às Normas 
Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) ou às normas internacionais de contabilidade do setor 
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público, a opinião do auditor deve identificar a jurisdição de origem da estrutura, por exemplo, 
práticas contábeis adotadas no Brasil. 
Base para opinião 
Incluir uma seção, logo após a seção "Opinião", com o título "Base para opinião": 
• declare que a auditoria foi conduzida em conformidade com as normas de auditoria; 
• referencie a seção que descreve as responsabilidades do auditor; 
• inclua a declaração de que o auditor é independente da entidade de acordo com as 
exigências éticas relevantes relacionadas com a auditoria e que ele atendeu às outras 
responsabilidades éticas; e 
• declare se o auditor acredita que a evidência de auditoriaobtida por ele é suficiente e 
apropriada para fundamentar sua opinião. 
 
Continuidade Operacional 
Quando aplicável, o auditor deve elaborar o relatório de acordo com a NBC TA 570 - Continuidade 
Operacional. 
Principais assuntos de auditoria 
Para as auditorias de conjuntos completos de demonstrações contábeis para fins gerais de 
entidades listadas, o auditor independente deve comunicar os principais assuntos de auditoria no 
seu relatório. 
Outras informações 
Quando aplicável, o auditor deve reportar de acordo com a NBC TA 720 - Responsabilidade do 
Auditor em Relação a Outras Informações. 
Responsabilidades pelas demonstrações contábeis 
O relatório do auditor deve incluir uma seção com o título "Responsabilidades da administração 
pelas demonstrações contábeis". 
Não precisa referir-se especificamente à "administração", mas deve usar o termo que seja 
apropriado no contexto da estrutura legal (por exemplo, responsáveis pela governança). 
Essa seção do relatório do auditor deve explicar a responsabilidade da administração pela: 
• elaboração das demonstrações contábeis, de acordo com a estrutura de relatório 
financeiro aplicável e pelos controles internos; e 
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• avaliação da capacidade da entidade de manter a continuidade operacional (de acordo 
com a NBC TA 570), e se o uso da base contábil de continuidade operacional é 
apropriado 
Quando as demonstrações contábeis forem elaboradas de acordo com uma estrutura de 
apresentação adequada, a descrição das responsabilidades da administração pelas demonstrações 
contábeis no relatório do auditor deve se referir à "elaboração e adequada apresentação das 
demonstrações contábeis", ou "elaboração de demonstrações contábeis que apresentam uma 
visão verdadeira e justa", conforme apropriado nas circunstâncias. 
RESPONSABILIDADES DO AUDITOR INDEPENDENTE PELA AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES 
CONTÁBEIS 
O relatório do auditor deve incluir uma seção com o título "Responsabilidades do auditor pela 
auditoria das demonstrações contábeis", declarando que: 
Os objetivos do auditor são: 
(i) obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis tomadas em conjunto 
estão livres de distorção relevante, independentemente de se causada por fraude ou erro; 
e 
(ii) emitir um relatório que inclua a opinião do auditor; 
Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não é uma garantia de que uma auditoria 
conduzida, de acordo com as normas de auditoria sempre detectará uma distorção relevante, 
quando ela existir; e 
Asdistorçõespodem decorrer de fraude ou erro, e: 
(i) descrever que elas são consideradas relevantes se, individualmente ou em conjunto, 
pudesse ser razoavelmente esperado que elas influenciassem as decisões econômicas de 
usuários tomadas com base nas demonstrações contábeis; ou 
(ii) fornecer uma definição ou descrição da materialidade de acordo com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
Além disso, essa seção deve: 
• declarar que o auditor exerce o julgamento profissional e mantém o ceticismo 
profissional durante toda a auditoria; 
• quando aplicável, explicar ainda a responsabilidade do auditor em trabalhos de auditoria 
de grupo; e 
• descrever a auditoria especificando que as responsabilidades do auditor. 
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Essas responsabilidades do auditor podem ser resumidas da seguinte forma: 
A) identificar e avaliar os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, 
independentemente se causada por fraude ou erro; 
B) obter entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejar 
procedimentos de auditoria apropriados; 
C) avaliar a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas 
contábeis e das divulgações feitas pela administração; 
D) avaliar a apresentação geral, estrutura e conteúdo das demonstrações contábeis, 
incluindo as divulgações; 
E) concluir quanto à adequação do uso, pela entidade, da base contábil de continuidade 
operacional e se existe incerteza relevante relacionada à capacidade de continuidade da 
entidade. 
 
Atenção: 
1 - Se o auditor concluir que existe incerteza relevante, ele deve chamar atenção no seu relatório 
para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou, se essas divulgações forem 
inadequadas, modificar a opinião. 
2 - As conclusões do auditor se baseiam na evidência de auditoria obtida até a data do seu 
relatório. Contudo, eventos ou condições futuras podem fazer com que a entidade interrompa a 
sua continuidade operacional. 
Pessoal, já deve ter dado para perceber que esta seção do Relatório é muito importante, não 
deu? 
De forma complementar, deve constar ainda outras informações relevantes para a 
responsabilidade do auditor, como, por exemplo, sua comunicação com os responsáveis pela 
governança. 
Localização da descrição das responsabilidades do auditor independente pela auditoria das 
demonstrações contábeis 
A descrição das responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis deve ser 
incluída: 
A) no corpo do relatório do auditor; 
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 17 
B) no apêndice do relatório do auditor e, nesse caso, o relatório deve incluir uma 
referência à localização do apêndice; ou 
As normas trazem ainda a possibilidade de que se inclua uma referência específica no relatório do 
auditor à localização dessa descrição em sítio da autoridade competente, quando expressamente 
permitido ao auditor por lei, regulamento ou normas de auditoria nacionais, mas cuidado: essa 
opção não é permitida no Brasil. 
Outras responsabilidades relativas à emissão do relatório 
Se for requerido ao auditor tratar de outras responsabilidades no seu relatório sobre as 
demonstrações contábeis, complementares à sua responsabilidade de acordo com as normas de 
auditoria, essas outras responsabilidades devem ser tratadas em seção separada no relatório do 
auditor com o título "Relatório sobre outros requisitos legais e regulatórios" ou, de outra forma, 
conforme apropriado ao conteúdo da seção, ou ainda na mesma seção que os respectivos 
elementos de relatório exigidos pelas normas de auditoria, quando essas outras responsabilidades 
tratarem dos mesmos tópicos apresentados anteriormente (nesse último caso, deve haver uma 
clara distinção). 
Nome do sócio ou responsável técnico 
O nome do sócio do trabalho ou do responsável técnico deve ser incluído no relatório do auditor 
independente sobre as demonstrações contábeis. 
Assinatura do auditor 
O relatório do auditor deve ser assinado. 
Endereço do auditor independente 
O relatório do auditor deve mencionar a localidade em que o relatório foi emitido. 
Data do relatório do auditor 
O relatório do auditor não pode ter data anterior à data em que ele obteve as evidências que 
fundamentaram sua opinião, incluindo evidência de que: 
A) todas as demonstrações e divulgações que compõem as demonstrações contábeis foram 
elaboradas e divulgadas; e 
B) as pessoas com autoridade reconhecida afirmam que assumem a responsabilidade sobre 
essas demonstrações contábeis. 
Essa é a estrutura básica do Relatório do Auditor Independente, de acordo com as normas 
publicadas em 04/07/16. 
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Entretanto, se o auditor, por exigência de lei ou regulamento, for requerido a utilizar uma forma 
ou um texto específicopara elaborar o seu relatório, ele só pode se referir às normas de auditoria 
brasileiras ou internacionais se incluir, no mínimo, cada um dos seguintes elementos: 
A) título; 
B) destinatário; 
C) parágrafo da opinião; 
D) identificação de que as demonstrações contábeis da entidade foram auditadas; 
E) declaração de que o auditor é independente da entidade, e que atendeu às 
responsabilidades éticas; 
(f) quando aplicável, uma seção que trate da continuidade operacional; 
(g) quando aplicável, uma seção "Base para opinião com ressalva (ou adversa)"; 
(h) quando aplicável, uma seção que inclua as informações adicionais sobre a auditoria que 
estejam previstas por lei ou regulamento; 
(i) quando aplicável, uma seção que trate das exigências de apresentação; 
(j) descrição das responsabilidades da administração pela elaboração das demonstrações 
contábeis e identificação dos responsáveis pela supervisão do processo de apresentação de 
relatórios financeiros; 
(k) referência às normas brasileiras e internacionais de auditoria e à lei ou regulamento e 
descrição da responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis; 
(l) nome do sócio ou técnico responsável e seu número de registro no CRC; 
(m) assinatura do auditor; 
(n) localidade em que o relatório foi emitido; e 
(o) data do relatório do auditor. 
De acordo com a NBC TA 701, a comunicação dos principais assuntos de auditoria visa tornar o 
relatório de auditoria mais informativo, ao dar maior transparência sobre a auditoria realizada; 
fornece informações adicionais aos usuários; e pode ajudar os usuários a entender a entidade e 
as áreas que envolveram julgamento significativo da administração nas demonstrações contábeis 
auditadas. 
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A descrição de cada um dos principais assuntos de auditoria deve ocorrer utilizando-se um 
subtítulo adequado para cada um deles, em seção separada do relatório, sob o título "Principais 
assuntos de auditoria". 
Mas atenção: a NBC TA 705, proíbe o auditor de comunicar os principais assuntos de auditoria 
quando ele se abstém de expressar opinião sobre as demonstrações contábeis, a menos que a 
apresentação dessas informações seja exigida por lei ou regulamento. 
Ainda sobre essa comunicação, o auditor deve comunicar aos responsáveis pela governança: 
A) os assuntos que ele tiver considerado como sendo principais assuntos de auditoria; ou 
B) se aplicável, dependendo dos fatos e circunstâncias pertinentes à entidade e à auditoria, 
a determinação do auditor de que não existem principais assuntos de auditoria a serem 
comunicados no seu relatório sobre as demonstrações contábeis. 
 
 
Parágrafo de ênfase 
Parágrafo de ênfase é o parágrafo incluído no relatório do auditor referente a um assunto 
apropriadamente apresentado ou divulgado nas demonstrações contábeis que, de acordo com o 
julgamento do auditor, é de tal importância que é fundamental para o entendimento pelos 
usuários das demonstrações contábeis. 
 
 
 
 
 
QUESTÕES COMENTADAS 
 
1. (FGV/SEFIN-RO/2018) Ao auditar uma sociedade empresária, o auditor independente 
concluiu que os estoques estão superavaliados. A distorção é considerada relevante, no 
entanto não é generalizada para as demonstrações contábeis. Nesse caso, o auditor 
independente deve emitir um relatório com 
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A) opinião sem ressalva. 
B) opinião com ressalva. 
C) opinião adversa. 
D) abstenção de opinião. 
E) parágrafo de ênfase. 
Comentários: 
Na situação apresentada pela questão, há uma distorção relevante (estoques superavaliados), mas 
não generalizada. Nesses casos, o tipo de opinião apropriada é a opinião com ressalva. 
Gabarito: B 
2. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) Caso não consiga obter evidência apropriada e suficiente para 
assegurar a existência física de saldo inicial de estoques, o auditor deve, no que se refere ao 
desempenho e aos fluxos de caixa, fazer constar no relatório as expressões 
A) opinião com ressalva ou opinião adversa. 
B) opinião sem ressalva ou opinião adversa. 
C) opinião com ressalva ou abstenção de opinião. 
D) opinião sem ressalva ou abstenção de opinião. 
E) opinião adversa ou abstenção de opinião. 
Comentários: 
Caso o auditor não consiga obter evidência de auditoria apropriada e suficiente, as únicas opções 
possíveis seriam emitir uma opinião com ressalva (se ele concluir que os possíveis efeitos de 
distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes 
mas não generalizados) ou uma abstenção de opinião (se ele concluir que os possíveis efeitos de 
distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes 
e generalizados). 
Gabarito: C 
3. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) Opinião adversa aplica-se 
A) quando a obtenção de auditoria apropriada e suficiente for possível. 
B) às demonstrações contábeis que apresentam distorções relevantes, mas não generalizadas. 
C) às demonstrações contábeis que apresentam distorções relevantes e generalizadas. 
D) às demonstrações contábeis que apresentam distorções generalizadas, mas não relevantes. 
E) quando a obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente for impossível. 
Comentários: 
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A opinião adversa será emitida quando forem encontradas, nas demonstrações contábeis, 
distorções consideradas relevantes e generalizadas. 
Gabarito: C 
4. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) Denominam-se efeitos generalizados de distorções nas 
demonstrações financeiras os efeitos que 
A) são secundários para o entendimento dos usuários quanto às divulgações. 
B) apresentam divergência em um grupo específico de contas do ativo. 
C) decorrem de ausência de evidências apropriadas para transações específicas da receita. 
D) são restritos a uma parte das demonstrações e as afetam de maneira superficial. 
E) se encontram disseminados em vários elementos, contas ou itens da demonstração financeira. 
Comentários: 
Denominam-se distorções relevantes generalizadas aquelas que comprometem o conjunto das 
demonstrações contábeis, com seus efeitos disseminados em vários elementos, contas ou itens 
das demonstrações financeiras. 
Gabarito: E 
5. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) No relatório de auditoria, o parágrafo de ênfase deve ser 
incluído quando o auditor 
A) identificar limitação do escopo na fase de execução ou planejamento da auditoria. 
B) emitir opinião adversa ou abstiver-se de emitir opinião em função das evidências. 
C) considerar necessário complementar as informações da nota explicativa. 
D) identificar distorção relevante e generalizada nas demonstrações financeiras. 
E) estiver satisfeito com seu trabalho e não identificar qualquer limitação a ele. 
Comentários: 
Parágrafo de ênfase é o parágrafo incluído no relatório do auditor referente a um assunto 
apropriadamente apresentado ou divulgado nas demonstrações contábeis que, de acordo com o 
julgamento do auditor, é de tal importância que é fundamental para o entendimento pelos 
usuários das demonstrações contábeis. 
Ou seja, não tem relação com o tipo de opinião ou distorções encontradas nas demonstrações 
contábeis, o que nos permite concluir que a única alternativa que poderia ser aceita seria a de letra 
E. 
A alternativa C está incorreta, pois o parágrafo de ênfase só deve incluir temas já apresentados nas 
demonstrações contábeis, não sendo adequado para complementá-las. 
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Gabarito: E 
6. (CESPE/STM/2018) À luz das Normas Brasileiras de Contabilidade do Conselho Federal 
de Contabilidade que tratam do auditor independente e da auditoria independente de 
informação contábil histórica, julgue o item subsequente. O relatório do auditor deve conter 
seção em que fiquem registradas as suas responsabilidades, indicando, entre outros, que o 
termo segurança razoável não significa que auditoria executada segundo as normas irá 
sempre detectar distorção relevante. 
Comentários: 
Segurança razoável não significa que auditoria executada segundo as normas irá sempre detectar 
distorção relevante, tendo em vista que não é possível ao auditor aplicar procedimentos na 
totalidade dos itens, sendo a auditoria conduzida por meio de testes e amostragem. 
Gabarito: C 
7. (CESPE/TCE-MG/2018) O auditor independente que, ao realizar trabalho de 
asseguração em determinada entidade, verificar que os efeitos ou possíveis efeitos de 
distorções são relevantes, mas não generalizados, deverá emitir conclusão 
A) com ressalvas. 
B) pela abstenção. 
C) adversa. 
D) favorável. 
E) pela retirada do trabalho. 
Comentários: 
A opinião com ressalva é, segundo a NBC TA 705, expressa quando: 
A) ele, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, 
individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações 
contábeis; ou 
B) ele não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para fundamentar sua 
opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas sobre as 
demonstrações contábeis, se houver, poderiam ser relevantes, mas não generalizados. 
Gabarito: A 
8. (CESPE/TCE-MG/2018) Se determinado auditor examinar demonstrações contábeis 
que, em sua opinião, não atinjam uma apresentação adequada, embora estejam de acordo 
com os requisitos de apresentação das normas técnicas, ele deverá 
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A) ignorar a forma de apresentação. 
B) abster-se de emitir sua opinião. 
C) expressar opinião não modificada. 
D) concluir pela existência de distorções relevantes. 
E) consultar a administração da entidade e, se necessário, modificar sua opinião. 
Comentários: 
De acordo com o item 18 da NBC TA 700, se as demonstrações contábeis elaboradas de acordo 
com os requisitos de estrutura de apresentação adequada não atingem uma apresentação 
adequada, o auditor deve discutir o assunto com a administração e, dependendo dos requisitos da 
estrutura de relatório financeiro aplicável e de como o assunto for resolvido, ele deve determinar 
se é necessário modificar a opinião no seu relatório, de acordo com a NBC TA 705. 
Gabarito: E 
9. (CESPE/TCU/2015) Julgue o item, acerca das normas técnicas de auditoria. Situação 
hipotética: Um auditor independente verificou que as taxas de depreciação utilizadas por uma 
empresa foram calculadas pelo método das somas dos dígitos. Além disso, o auditor verificou 
que tal procedimento diferia daquele realizado no último exercício, quando foi adotado o 
método das quotas constantes, sem evidenciar em notas explicativas. Assertiva: Diante desses 
fatos, por se tratar apenas de uma mudança de política contábil, a conduta adequada do 
auditor independente seria considerar como não relevante a alteração descrita. 
Comentários: 
As alterações nas políticas contábeis de um exercício para outro deveriam ter sido divulgadas em 
notas explicativas, o que não ocorreu no caso em tela. 
Observem o que consta do item A6 das NBC TA 705 – Modificações na opinião do auditor 
independente: 
“A6. Em relação à aplicação das políticas contábeis selecionadas, podem surgir distorções 
relevantes nas demonstrações contábeis: 
A) quando a administração não tiver aplicado as políticas contábeis selecionadas de maneira 
consistente com a estrutura de relatório financeiro, incluindo quando a administração não tiver 
aplicado as políticas contábeis selecionadas de maneira consistente entre períodosou para 
transações e eventos similares (consistência na aplicação); ou 
B) devido ao método de aplicação das políticas contábeis selecionadas (por exemplo, erro não 
intencional na aplicação) “(grifei) 
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Nesse caso, o auditor deveria ter considerado essa distorção como relevante, e provavelmente 
modificado sua opinião, emitindo uma opinião “com ressalva”, já que, em princípio, essa distorção 
não foi generalizada. 
Gabarito: E 
10. (CESPE/TCU/2015) Julgue o item, acerca das normas técnicas de auditoria. Ao emitir 
parecer com abstenção de opinião para as demonstrações contábeis de uma entidade, o 
auditor não estará isento da responsabilidade de mencionar, no parecer, qualquer desvio que 
possa influenciar a decisão do usuário das demonstrações, independentemente da relevância 
ou da materialidade desse desvio. 
Comentários: 
O auditor só deve mencionar os desvios que possam influenciar a decisão do usuário das 
demonstrações, ou seja, as distorções consideradas relevantes para a opinião do usuário. 
Além disso, a materialidade também deve ser considerada. 
Gabarito: E 
11. (CESPE/FUB/2015) Relativamente às normas internacionais para o exercício profissional 
da auditoria, julgue o item que se segue. O auditor, ao conferir a regularidade da execução do 
objeto examinado, deve manter atitude profissional alerta e questionadora quando deparar 
com não conformidades formais dos processos e emitir opinião adversa sobre a exatidão da 
documentação obtida. 
Comentários: 
A opinião adversa será emitida quando forem encontradas, nas demonstrações contábeis, 
distorções consideradas relevantes e generalizadas. 
A questão está incorreta ao afirmar que as não conformidades formais dos processos levariam 
necessariamente a uma opinião adversa. 
Gabarito: E 
12. (CESPE/TCE-RN/2015) No que se refere às normas e procedimento de auditorias, julgue 
o seguinte item. Na impossibilidade de emissão de parecer com ressalva, é facultado ao 
auditor emitir parecer adverso caso verifique que as demonstrações contábeis estejam 
incompletas. 
Comentários: 
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A opinião adversa será emitida quando forem encontradas, nas demonstrações contábeis, 
distorções consideradas relevantes e generalizadas, e não quando as demonstrações se 
encontrarem incompletas. 
Gabarito: E 
13. (CESPE/TCE-RN/2015) De acordo com as normas técnicas de auditoria estabelecidas nas 
normas brasileiras de contabilidade (NBC–TA), julgue o item seguinte. Se o auditor não obtiver 
evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluir que inexistem distorções 
relevantes nas demonstrações contábeis tomadas em conjunto, ele não deverá modificar sua 
opinião no relatório de auditoria. 
Comentários: 
O auditor deverá modificar sua opinião caso não obtenha evidência de auditoria apropriada e 
suficiente para concluir que inexistem distorções relevantes nas demonstrações contábeis 
tomadas em conjunto. 
Nesse caso, a opinião será “com ressalva” (se os possíveis efeitos sobre as demonstrações forem 
relevantes, mas não generalizados) ou “adversa” (caso os possíveis efeitos sobre as demonstrações 
sejam relevantes e generalizados). 
Gabarito: E 
14. (CESPE/CGE-PI/2015) Com relação a elaboração, divulgação, auditoria de relatórios 
contábil-financeiros e trabalhos de auditoria independente em geral, julgue os itens que se 
segue. Se um auditor independente constatar que,após o trabalho ter sido aceito, o objeto 
não é apropriado para o trabalho de asseguração, ele deverá emitir uma conclusão com 
ressalvas, independentemente de quão relevante lhe parecer o fato. 
Comentários: 
Caso um auditor independente constate a situação apresentada no enunciado, ou seja, que, após o 
trabalho ter sido aceito, o objeto não é apropriado para o trabalho de asseguração, ele poderá 
emitir uma conclusão com ressalva, dependendo de quão relevante lhe parecer esse fato. 
Gabarito: E 
15. (CESPE/ANAC/2012) Tendo em vista que os objetivos de uma auditoria somente podem 
ser alcançados mediante o planejamento cuidadoso dos trabalhos, julgue o item subsequente. 
Se os procedimentos contábeis de determinada entidade não atenderem aos princípios 
fundamentais de contabilidade, o auditor que atuar sobre essa entidade estará obrigado a 
emitir parecer de auditoria adverso. 
Comentários: 
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A opinião adversa será emitida quando forem encontradas, nas demonstrações contábeis, 
distorções consideradas relevantes e generalizadas. 
Ou seja, se os procedimentos contábeis de determinada entidade não atenderem aos princípios 
fundamentais de contabilidade, o auditor que atuar sobre essa entidade poderá emitir parecer de 
auditoria adverso, desde que considere essas distorções relevantes e generalizadas. 
Observe ainda que com a revogação das Resoluções 750 e 1282, as questões de concurso serão 
reestruturadas. No entanto, a essência dos princípios contábeis continua a existir dentro da 
estrutura conceitual e no meio doutrinário. Portanto, eles continuam a ser observados, mas de 
forma indireta. Algumas Bancas podem continuar cobrando esses princípios, enquanto ainda 
estiverem válidos no meio doutrinário. 
Gabarito: E 
16. (CESPE/ANAC/2012) Julgue o próximo item, referente à execução dos trabalhos de 
auditoria e à formação da opinião do auditor. O parecer de auditoria deve mencionar 
expressamente as responsabilidades do próprio auditor quanto à auditoria realizada, bem 
como as responsabilidades da administração da entidade auditada. 
Comentários: 
De acordo com a NBC TA 700 – Formação da Opinião e Emissão do Relatório do Auditor 
Independente sobre as Demonstrações Contábeis - o relatório do auditor independente deve 
incluir uma seção com o título “Responsabilidade da administração pelas demonstrações 
contábeis” (item 33). 
Já no item 37, a norma cita que “O relatório do auditor independente deve incluir uma seção com 
o título “Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. 
Gabarito: C 
17. (FGV/ISS-Cuiabá/2016) A Cia. W é auditada pelo auditor independente João. A Cia. W 
publicou suas demonstrações contábeis, em 05/03/2016, com relatório sem ressalva assinado 
por João. Em 10/03/2016, João tomou conhecimento de que o principal cliente da Cia. W 
havia pedido concordata em dezembro e não pagaria sua dívida. João discutiu o assunto com 
a administração da Cia. W e determinou que as demonstrações fossem alteradas, o que foi 
feito. Assinale a opção que indica o procedimento de João em seu relatório reemitido. 
A) Manter o relatório sem ressalva. 
B) Adicionar um parágrafo de ênfase. 
C) Adicionar uma ressalva em relação à concordata do cliente. 
D) Adicionar uma ressalva em relação à omissão da informação pela Cia W. 
E) Abster-se de dar uma opinião. 
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Comentários: 
Após a divulgação das demonstrações, o auditor independente não tem obrigação de executar 
nenhum procedimento de auditoria em relação às demonstrações. 
Entretanto, se, após a divulgação das demonstrações contábeis, o auditor independente tomar 
conhecimento de fato que, se fosse do seu conhecimento na data do relatório, poderia tê-lo 
levado a alterar seu relatório, o auditor independente deve discutir o assunto com a administração 
e determinar as alterações, o que foi realizado no caso em questão. 
Como a administração efetivamente alterou as demonstrações contábeis, o auditor independente 
também alterou seu relatório, incluindo no seu relatório, novo ou reemitido, Parágrafo de Ênfase 
com referência à nota explicativa que esclarece mais detalhadamente a razão da alteração das 
demonstrações contábeis emitidas anteriormente e do relatório anterior fornecido pelo auditor 
independente. 
Gabarito: B 
18. (FGV/ISS-Cuiabá/2014) Em 31/12/2013, uma empresa de patrimônio líquido de R$ 
400.000,00 possuía financiamentos no valor de R$ 500.000,00. Estes tinham como data de 
vencimento 31/12/2012, mas a empresa não tinha saldo para pagar os financiamentos e não 
conseguiu renegociá-los. Por isso, estava considerando declarar falência. As notas explicativas 
e as demonstrações contábeis não refletiam a incerteza em relação à capacidade de 
funcionamento da empresa. Na data, o auditor deve: 
A) apresentar um relatório com opinião com ressalva; 
B) apresentar um relatório com opinião adversa; 
C) expressar uma opinião sem ressalvas e incluir um parágrafo de ênfase em seu relatório; 
D) abster-se de emitir sua opinião; 
E) denunciar a empresa ao órgão regulador. 
Comentários: 
Se a empresa está com alto risco de continuidade operacional e não divulgou isso, é o caso de o 
auditor emitir uma opinião adversa, pois se trata de distorção relevante que pode ser generalizada 
no conjunto das demonstrações contábeis. 
Gabarito: B 
19. (FGV/CGE-MA-Auditor/2014) A respeito da Auditoria Independente, analise as 
afirmativas a seguir. 
I. A opinião do auditor expressa se as demonstrações contábeis estão apresentadas 
adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro. 
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II. A auditoria conduzida em conformidade com as normas de auditoria e as exigências éticas 
relevantes capacita o auditor a formar opinião sobre as demonstrações contábeis. 
III. A auditoria em conformidade com as normas de auditoria é conduzida com base na 
premissa de que a administração e, quando apropriado, os responsáveis pela governança têm 
conhecimento de certas responsabilidades que são fundamentais para a condução da 
auditoria. 
Assinale: 
A) se somente a afirmativa I estiver correta. 
B) se somente a afirmativa II estiver correta. 
C) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. 
D) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
E) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
Comentários: 
I – CORRETA. Esse é exatamente o objetivo principal do auditor independente: expressar uma 
opinião sobre se as demonstrações contábeis estão apresentadas adequadamente, em todos os 
aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de relatório financeiro aplicável. 
II – CORRETA. Para que o auditor seja capaz de emitir uma opinião com credibilidade, é essencial 
que conduza seus trabalhos de auditoria observando os requisitos éticos e as normas de auditoria 
em vigor. 
III – CORRETA. De acordo com o item 4 da NBC TA 200, as NBC TAs não impõem responsabilidades 
à administração ou aos responsáveis pela governança e não se sobrepõe às leis e regulamentos 
que governam as suas responsabilidades. Contudo, a auditoria em conformidade com as normas 
de auditoria é conduzida com base na premissa de que a administração e, quando apropriado, os 
responsáveis pela governança têm conhecimento de certas responsabilidades que são 
fundamentais para a condução da auditoria. 
Gabarito: E 
20. (FGV/MPE-MS/2013) Leia o fragmento a seguir. “Salvo declaração em contrário, 
entende-se que o auditor considerasatisfatórios os elementos contidos nas demonstrações 
contábeis examinadas e nas exposições informativas constantes das notas que as 
acompanham.” O fragmento é relativo 
A) a um parecer. 
B) à execução do trabalho. 
C) ao papel de trabalho. 
D) à pessoa do auditor. 
E) a um programa de auditoria. 
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Comentários: 
O relatório de auditoria independente (parecer) é o documento por meio do qual o auditor opina 
sobre as demonstrações contábeis da empresa auditada. 
Gabarito: A 
21. (FGV/ALEMA-Orçamento/2013) O tipo de parecer de auditoria que se refere à opinião 
do auditor sobre os valores apresentados pelas demonstrações contábeis auditadas e que 
expressa um procedimento de classificação de recebíveis, não refletiu com precisão, de 
acordo com os princípios de contabilidade, a posição patrimonial, mas não representa um erro 
significativo a ponto de distorcer os valores dos resultados apresentados. Esse tipo de parecer 
é denominado 
A) adverso. 
B) negativa de opinião. 
C) abstenção de opinião. 
D) com ressalva. 
E) sem ressalva. 
Comentários: 
Na situação apresentada pela questão, há uma distorção relevante (não refletiu com precisão, de 
acordo com os princípiosde contabilidade, a posição patrimonial), mas não generalizada (a 
distorção não representa umerro significativo a ponto de distorcer os valores dos 
resultadosapresentados). Nesses casos, o tipo de opinião apropriada é a opinião com ressalva. 
Gabarito: D 
22. (FGV/Hemocentro-SP/2013) O trabalho de auditoria concluiu que as demonstrações 
contábeis consolidadas não representaram adequadamente a situação patrimonial, 
econômica e financeira da entidade controladora auditada, por deixar de contemplar os 
demonstrativos de uma de suas controladas com a qual mantém operações e apresenta 
saldos não realizados de lucros e de estoques. Essa conclusão resultou na emissão de um 
parecer: 
A) com ressalva relevante; 
B) com ressalva simples; 
C) não modificado; 
D) adverso; 
E) abstenção de opinião. 
Comentários: 
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Esta questão da FGV cobra basicamente o conhecimento das situações em que o auditor tem que 
definir se o cenário encontrado por ele caracteriza uma distorção relevante (nesse caso emitiria 
uma opinião com ressalva) ou relevante e generalizada (opinião adversa). 
O caput da questão já direciona para o segundo cenário, uma vez que estabelece que as 
demonstrações contábeis consolidadas não representam adequadamente a posição patrimonial, 
econômica e financeira da controladora por diversos motivos: A) não apresentou demonstrativo de 
controlada; B) apresenta lucro não realizado; e 
C) apresenta estoque não existente. 
Dessa forma, a situação encontrada pelo auditor reflete uma distorção relevante e generalizada, 
gerando um relatório com opinião adversa. 
Gabarito: D 
23. (FGV/SEFAZ-RJ-ACI/2011) Qual das situações abaixo impede que o auditor emita um 
parecer sem ressalva? 
A) O auditado efetuar os ajustes recomendados pelo auditor. 
B) Chance remota de determinado ativo não ser realizado. 
C) Incapacidade de a entidade auditada continuar suas operações. 
D) Discordância junto à administração quanto a procedimentos contábeis de efeitos relevantes nas 
demonstrações. 
E) Ausência de limitação da extensão do seu trabalho. 
Comentários: 
O auditor deve expressar uma opinião não modificada quando concluir que as demonstrações 
contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável. 
A única alternativa que apresenta uma situação contrária ao parecer (opinião) sem ressalva, ou 
seja, não modificada, é a de letra D, pois nesse caso, o auditor não concorda que os procedimentos 
contábeis estejam corretos, e seus efeitos são relevantes. 
Comentário sobre a letra C: Se a entidade não tiver capacidade de continuar suas operações, só 
será o caso de opinião com ressalva ou adversa se o fato não estiver divulgado nas demonstrações 
contábeis (incluindo as notas explicativas). Caso o fato já esteja divulgado nas demonstrações, o 
auditor emitiria um relatório sem modificação de opinião. 
Gabarito: D 
24. (FGV/SEFAZ-RJ-ACI/2011) Quando houver uma limitação no escopo do trabalho do 
auditor provocado pela entidade auditada, o parecer deverá ser emitido na(s) modalidade(s) 
A) adverso ou com abstenção de opinião. 
B) sem ressalvas. 
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C) com parágrafo de ênfase. 
D) adverso ou com ressalva. 
E) com ressalva ou com abstenção de opinião. 
Comentários: 
Como estudamos na aula, a impossibilidade de obter evidência de auditoria apropriada e 
suficiente sobre o objeto da auditoria conduz o auditor à emissão de uma opinião com ressalva ou 
uma abstenção de opinião. 
Gabarito: E 
25. (FGV/SEFAZ-RJ-ACI/2011) O auditor, durante a aplicação dos testes, identificou a 
existência de fraudes envolvendo montante significativo, situação que, se não fosse ajustada, 
demandaria a emissão de parecer adverso. Após reunião com os gestores, recebeu as 
demonstrações contábeis devidamente ajustadas, tendo sido acatadas todas as 
recomendações que havia feito. Nesse caso, o parecer a ser emitido é 
A) sem ressalva. 
B) com ressalva ou com parágrafo de ênfase. 
C) adverso ou com ressalva. 
D) com abstenção de opinião ou com ressalva. 
E) com limitação de opinião ou adverso. 
 
Comentários: 
Como as demonstrações contábeis foram ajustadas, tendo sido acatadas todas as recomendações 
que o auditor havia feito, não há motivos para a modificação da opinião, sendo o parecer mais 
adequado a opinião sem ressalva (não modificada). 
Gabarito: A 
26. (FGV/SAD-PE/2009) O auditor identificou um fato devidamente comprovado, que 
envolveria incerteza não adequadamente demonstrada nos balanços ou em notas explicativas. 
Nesse caso, o parecer emitido pelo auditor será: 
A) com abstenção de opinião ou adverso. 
B) regular com ressalvas ou regular pleno. 
C) com ressalvas ou adverso. 
D) irregular ou com ressalvas. 
E) com opinião negativa ou absoluto. 
Comentários: 
Na questão o auditor identificou um fato comprovado (uma evidência), que envolve incerteza não 
adequadamente demonstrada nos balanços/notas explicativas. O tipo de relatório vai depender se 
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essas distorções são relevantes ou não. A questão não trouxe informações suficientes para dizer 
qual seria o relatório, mas vejamos de maneira resumida: 
Opinião com ressalva: o auditor detectou distorções relevantes, mas não generalizadas. 
Opinião adversa: o auditor detectou distorções relevantes e generalizadas. 
A abstenção de opinião é quando o auditor não consegue obter evidência de auditoria apropriada 
e suficiente para fundamentar sua opinião e ele concluir que os possíveis efeitos de distorções não 
detectadas sobre as demonstrações contábeis, se houver, poderiam ser relevantes e 
generalizados. 
Gabarito: C 
27. (FGV/TCM-RJ/2008) Durante a aplicação dos testes substantivos, o auditor detectou 
que o (sub) grupo intangível apresentava valor significativo (relevante). Assim, com o intuito 
de validar esse item, solicitou o laudo de avaliação, que sustentou o valor apresentado no 
balanço patrimonial. Após aplicação dos procedimentos de inspeção e cálculo, concluiu que o 
valor lançado estava superavaliado. Tendo informado o fato à administração da auditada, 
recebeu a respostade que ela não estaria disposta a corrigir. Em relação aos pareceres que 
poderiam ser emitidos nesse caso, tendo em vista a discordância entre auditor e auditada e 
considerando que não houve limitação no escopo dos trabalhos, consoante o CFC (Resolução 
830 de 1998 e Resolução 953 de 2003), assinale a alternativa correta. 
A) sem ressalvas, uma vez que o lançamento do intangível no balanço não é obrigatório 
B) com abstenção de opinião ou com ressalvas 
C) com ressalvas, adverso ou com abstenção de opinião 
D) sem ressalvas, adverso, com abstenção de opinião e com ressalvas 
E) adverso ou com ressalvas 
Comentários: 
Observem que o fato de o auditor não concordar com os procedimentos da administração num 
fato relevante como o citado na questão (lançamento superavaliado) já impediria a emissão de 
uma opinião sem ressalva (não modificada). 
Nesse caso, caso o auditor entendesse que essa distorção pudesse ser generalizada no conjunto 
das demonstrações, emitiria uma opinião adversa; caso entendesse como não generalizada, 
emitiria uma opinião com ressalvas. 
Gabarito: E 
28. (FGV/SEFAZ-RJ-AFRE/2008) A auditoria independente de demonstrações contábeis 
objetiva validar e certificar a adequação dessas demonstrações em face das normas brasileiras 
de contabilidade e das práticas contábeis em vigor no Brasil. Para que tenha condições de 
certificar as informações apresentadas, o auditor aplica dois grandes conjuntos de testes: os 
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testes de observância (ou aderência) e os testes substantivos. Os primeiros objetivam verificar 
a existência, efetividade, adequação e confiabilidade do controle interno da empresa, com 
vistas a determinar, em um segundo momento, o volume de testes substantivos a serem 
aplicados nas diversas áreas a serem testadas. Os testes substantivos compreendem duas 
categorias: os de transações e saldos e os procedimentos de revisão analítica. Os testes de 
observância, como o próprio nome evidencia, buscarão validar se as transações contabilizadas 
de fato ocorreram (em determinadas situações, as empresas registram operações fictícias, 
sem suporte documental, com o objetivo de mascarar determinada evidência ou apresentar 
uma situação diferente da real) e se os saldos correspondem à realidade. Já a revisão analítica 
compreende um conjunto de índices e indicadores que funcionam como sinal de alerta para o 
auditor. Ao final dos trabalhos, o auditor evidenciará sua opinião em um documento 
denominado "parecer de auditoria". Nele, caso opte pela modalidade "sem ressalvas", é 
correto afirmar que: 
A) serve como garantia de viabilidade futura. Ou seja, constando ou não um parágrafo de ênfase, a 
empresa deverá continuar a operar normalmente por, pelo menos, mais um exercício. 
B) o trabalho de auditoria foi bem realizado, tendo sido todos os procedimentos listados no 
planejamento efetivamente executados. 
C) não se detectaram impropriedades relevantes ou, em caso afirmativo, elas foram 
adequadamente ajustadas nas demonstrações. 
D) houve limitações significativas no escopo do trabalho. 
E) a administração da entidade auditada atuou de forma eficiente e eficaz, tendo optado, na maior 
parte do tempo, por decisões mais acertadas. 
Comentários: 
Questão bastante extensa, mas apenas a título de introdução, ou para deixar nervoso o candidato 
que não tenha estudado muito a disciplina e desista de resolvê-la. De qualquer forma, o pedido é 
bastante simples: características da opinião (parecer) sem ressalvas. 
O auditor deve expressar uma opinião não modificada quando concluir que as demonstrações 
contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de 
relatório financeiro aplicável, e que essas demonstrações, tomadas em conjunto, estão livres de 
distorção relevante, não importando se causadas por fraude ou erro. 
Ou seja, podemos dizer que não se detectaram impropriedades relevantes ou, em caso afirmativo, 
elas foram adequadamente ajustadas nas demonstrações. 
Gabarito: C 
29. (FCC/TCE-CE/2015) Na auditoria das demonstrações contábeis do exercício de 2014 da 
Companhia de Distribuição de Águas e Limpeza de Mananciais do Estado, o auditor constatou 
diversas distorções. Tendo o auditor obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, 
concluiu que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não 
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generalizadas nas demonstrações contábeis. Nestas condições, de acordo com as Normas de 
Auditoria NBC TAs, deve o auditor: 
A) expressar uma opinião com ressalva. 
B) considerar as demonstrações contábeis irregulares. 
C) expressar uma opinião adversa. 
D) considerar as demonstrações contábeis regulares, com ressalvas. 
E) expressar uma opinião sem ressalva, mas com recomendação. 
 
Comentários: 
Conforme o disposto na NBC TA 705, Opinião com ressalva é o tipo de opinião apropriada nos 
casos em que o auditor obteve evidência e constata a existência de distorção relevante nas 
demonstrações contábeis (embora não generalizadas), ou quando há impossibilidade do auditor 
em obter evidência de auditoria suficiente e adequada. 
Gabarito: A 
30. (FCC/CNMP/2015) Na realização dos trabalhos de auditoria das demonstrações 
contábeis do exercício de 2014 da Indústria de Calças e Camisas do Sul S/A, o auditor não 
conseguiu obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas 
concluiu que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as 
demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não generalizados. Nestas condições, 
o auditor deve: 
A) considerar as demonstrações contábeis irregulares. 
B) expressar uma opinião, com ressalvas. 
C) expressar uma opinião sem ressalvas, apenas para os itens examinados. 
D) comunicar ao conselho fiscal da empresa e adotar novos procedimentos de auditoria. 
E) abster-se de expressar uma opinião. 
 
Comentários: 
A opinião com ressalva é, segundo a NBC TA 705, expressa quando: 
“A) ele, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, 
individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações 
contábeis; ou 
B) ele não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua 
opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as 
demonstrações contábeis poderiam ser relevantes, mas não generalizados.” (grifei) 
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Ou seja, é o tipo de opinião apropriada nos casos em que o auditor obteve evidência e constata a 
existência de distorção relevante nas demonstrações contábeis (embora não generalizadas), ou 
quando há impossibilidade do auditor em obter evidência de auditoria suficiente e adequada. 
Gabarito: B 
31. (FCC/ICMS-PI/2015) O auditor, quando, não consegue obter evidência de auditoria 
apropriada e suficiente para suportar sua opinião, concluindo que os possíveis efeitos de 
distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser 
relevantes e generalizadas, deverá expressar sua opinião por meio de 
A) Relatório com Abstenção de opinião. 
B) Certificado de Regularidade com Ressalva. 
C) Parecer Adverso. 
D) Parecer Limpo com parágrafo de ênfase. 
E) Certificado de Regularidade. 
Comentários: 
Segundo o que vimos na aula e de acordo com a NBC TA 705, o auditor deve abster-se de expressar 
uma opinião quando não consegue obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para 
suportar sua opiniãoe ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se 
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e generalizados. 
Gabarito: A 
32. (FCC/TCM-GO/2015) O auditor, quando obtida evidência de auditoria apropriada e 
suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e 
generalizadas para as demonstrações contábeis, deve expressar-se por meio de: 
A) opinião adversa. 
B) opinião sem ressalva. 
C) renúncia do trabalho. 
D) opinião com parágrafo de ênfase. 
E) abstenção de opinião. 
Comentários: 
A opinião adversa é a opinião apropriada quando o auditor encontra distorções relevantes nas 
demonstrações contábeis, e essas distorções são consideradas generalizadas. Segundo a NBC TA 
705: “O auditor deve expressar uma opinião adversa quando, tendo obtido evidência de auditoria 
apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são 
relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis.” (grifei) 
Gabarito: A 
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33. (FCC/Sefaz-PE/2014) O relatório do auditor independente sobre as demonstrações 
contábeis deve especificar que a auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras 
e internacionais de auditoria. O relatório deve explicar, também, que essas normas requerem 
o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que: 
A) os procedimentos de auditoria sejam elaborados com o objetivo de solucionar e prevenir 
fraudes e erros; 
B) o programa de auditoria seja aprovado pela administração da entidade; 
C) a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as 
demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante; 
D) a aprovação e a divulgação das demonstrações contábeis sejam de responsabilidade do 
sistema de controle interno da entidade; 
E) a avaliação do controle interno seja executada pela auditoria interna. 
Comentários: 
Segundo a NBC TA 700, o auditor deve indicar que sua responsabilidade “é a de expressar uma 
opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo 
com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de 
exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de 
obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante”. 
(Grifei). 
Gabarito: C 
34. (FCC/Sefaz-PE/2014) Bartolomeu Guimarães, auditor independente, na realização de 
auditoria das demonstrações contábeis da empresa Baratão do Norte S/A, tendo obtido 
evidências de auditoria apropriadas e suficientes, concluiu que as distorções detectadas, 
individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações 
contábeis. Nestas condições, o auditor deve: 
A) emitir uma opinião adversa; 
B) emitir uma opinião sem ressalva; 
C) emitir uma opinião com ressalvas; 
D) abster-se de opinar; 
E) emitir uma opinião pela irregularidade. 
Comentários: 
A NBC TA 705 é bem clara, e não podemos errar questões como esta. Se o auditor encontrou 
distorções e entende que elas, além de relevantes, também estão disseminadas (generalizadas) 
nas demonstrações contábeis, pode emitir uma opinião adversa. 
Gabarito: A 
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35. (FCC/TCE-RS/2014) Nas circunstâncias em que o auditor, tendo obtido evidência de 
auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, 
são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis; ou, não consegue obter 
evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas conclui que os 
possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis 
poderiam ser relevantes, mas não generalizados, sua opinião a ser expressada, no parecer ou 
relatório de auditoria, deve ser: 
A) com ênfase; 
B) com abstenção; 
C) com ressalva; 
D) adversa; 
E) limpa. 
Comentários: 
Segundo o item 7 da NBC TA 705, o auditor deve expressar uma opinião com ressalva quando: 
A) ele, tendo obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, 
individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações 
contábeis; ou 
B) ele não consegue obter evidência apropriada e suficiente de auditoria para fundamentar sua 
opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de distorções não detectadas sobre as 
demonstrações contábeis, se houver, poderiam ser relevantes, mas não generalizados. 
Gabarito: C 
36. (FCC/TCE-RS/2014) Durante a realização do seu trabalho, o auditor não conseguiu obter 
segurança razoável relativa às informações nem emitir opinião com ressalva. Nesse caso, o 
auditor deve: 
A) abster de emitir opinião ou renunciar ao trabalho, se possível; 
B) aumentar o tamanho da amostragem; 
C) convocar reunião com os administradores da instituição auditada; 
D) solicitar reforço para sua equipe de auditoria; 
E) trancar a auditoria 
Comentários: 
Segundo a NBC TA 705, se concluir que os possíveis efeitos de distorções não detectadas, se 
houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser relevantes e generalizados de modo que 
uma ressalva na opinião seria não adequada para comunicar a gravidade da situação, o auditor 
deve: 
(i) renunciar ao trabalho de auditoria, quando praticável e possível de acordo com as leis ou 
regulamentos aplicáveis; ou 
(ii) se a renúncia ao trabalho de auditoria antes da emissão do seu relatório de auditoria 
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independente não for viável ou possível, abster-se de expressar uma opinião sobre as 
demonstrações contábeis. 
Gabarito: A 
37. (Cetro/ISS-SP/2014) Um Auditor Independente foi contratado para realizar os 
procedimentos de Auditoria depois do dia 31/12/2013, não acompanhando, portanto, a 
contagem física do estoque no início e no final do período e, por isso, não foi possível se 
satisfazer, por meios alternativos, quanto às quantidades em estoque registradas no balanço 
ao início e ao final do período. Ao final desse período, também não conseguiu confirmar ou 
verificar os saldos existentes em Duplicatas a Receber devido a problemas no sistema de 
controle interno da empresa, que não foram sanados pela administração até a data do 
relatório da Auditoria, fazendo com que não fosse possível verificar a necessidade de ajustes 
em relação aos Estoques e às Duplicatas a Receber, bem como nos elementos componentes 
da demonstração do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, 
sendo que esses dois elementos representavam 70% do total do ativo da empresa. Com base 
nos dados apresentados, é correto afirmar que o Relatório dos Auditores Independentes 
deverá ser emitido: 
A) com abstenção de opinião; 
B) com ressalva; 
C) sem ressalva; 
D) com parágrafo de ênfase; 
E) com opinião adversa. 
 
Comentários: 
O auditor não conseguiu obter evidências de auditoria em relação a diversos pontos das 
demonstrações contábeis e que são relevantes para aquela Auditoria. Dessa forma, ele deverá se 
abster de opinar sobre essas demonstrações contábeis, já que podem existir distorções relevantes 
e generalizadas nos pontos não auditados. 
Gabarito: A 
38. (FCC/Aslepe/2014) Quando o auditor conclui que as demonstrações contábeis são 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório 
financeiro aplicável, deverá expressar uma opinião: 
A) idônea; 
B) conclusiva; 
C) favorável; 
D) não modificada;E) modificada. 
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 39 
Comentários: 
Se tudo foi elaborado, em relação aos aspectos relevantes, de acordo com a “regra do jogo” 
(estrutura de relatório financeiro aplicável), não há por que modificar sua opinião e, dessa forma, o 
relatório emitido será sem ressalva (opinião não modificadA). 
Gabarito: D 
39. (FCC/TRT-12/2013) Quando o auditor encontra evidência relevante, mas não 
generalizada, deve emitir uma opinião: 
A) adversa; 
B) com abstenção; 
C) inconclusiva; 
D) com ressalva; 
E) relativizada. 
Comentários: 
A questão foi mal formulada, pois fala apenas de evidência, quando deveria falar de evidência que 
comprove uma distorção relevante. 
Entretanto, segundo a NBC TA 705, se há uma distorção relevante, mas que não está generalizada 
por toda a demonstração contábil, o auditor deve emitir uma opinião com ressalva. Caso essa 
distorção fosse relevante e generalizada, seria o caso de uma opinião adversa. 
Gabarito: D 
40. (ESAF/AFRFB/2012) O auditor externo da empresa Mutação S.A., para o exercício de 
2011, identificou, nas demonstrações contábeis de 2010, divergências que o levam a formar 
opinião diferente da expressa pelo auditor anterior. Nesse caso, deve o auditor externo: 
A) eximir-se de emitir opinião sobre as demonstrações contábeis do ano de 2010, expressando 
opinião somente sobre a demonstração contábil de 2011; 
B) divulgar, em um parágrafo de outros assuntos no relatório de auditoria, as razões 
substanciais para a opinião diferente; 
C) exigir da empresa a republicação das demonstrações contábeis de 2010, com o relatório de 
auditoria retificado; 
D) emitir obrigatoriamente um relatório de auditoria, com opinião modificada, abstendo-se de 
opinar sobre as demonstrações contábeis de 2010; 
E) comunicar aos órgãos de supervisão o fato, ressalvando o relatório de auditoria dos anos de 
2011 e 2010. 
Comentários: 
De acordo com o item 16 da NBC TA 710, que trata das informações comparativas, “ao emitir 
relatório sobre demonstrações contábeis cobrindo, também o período anterior, em conexão com a 
auditoria do período corrente, se a opinião atual (do mesmo auditor) sobre as demonstrações do 
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 40 
período anterior for diferente da opinião expressa anteriormente, o auditor deve divulgar as 
razões substanciais para a opinião diferente no parágrafo de Outros Assuntos.” 
Gabarito: B 
41. (ESAF/AFRFB/2012) Não é uma condição de exigência para que o auditor independente 
inclua um parágrafo de ênfase em seu relatório. 
A) A incerteza com relação à continuidade operacional da empresa auditada. 
B) A auditoria realizada para propósitos especiais. 
C) As contingências relevantes e de grande monta, decorrentes de processos trabalhistas 
provisionadas e em discussão. 
D) As diferenças entre práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS. 
E) A elaboração da Demonstração do Valor Adicionado. 
Comentários: 
Letra A: conforme item 19, exigido pela NBC TA 570 
Letra B: conforme item 14, exigido pela NBC TA 800 
Letra C: conforme item 19, exigido pela NBC TA 570 
Letra D: exigido pela NBC TA 706, Apêndice 3 
Letra E: tal elaboração, para companhias abertas, é exigida pela legislação brasileira, mas não pela 
IFRS, portanto, não é exigida a emissão de parágrafo de ênfase se a empresa elaborou a DVA. 
Gabarito: E 
42. (FCC/ISS-SP/2012) A empresa exportatudo S.A. tem em suas operações instrumentos 
financeiros derivativos de hedge de moeda para cobertura de sua exposição cambial. Apesar 
de enquadrar-se na condição para contabilização pelo método de hedge accounting não o 
aplica. Dessa forma, deve o auditor externo: 
A) ressalvar e enfatizar, no relatório de auditoria, os efeitos que o referido procedimento causa 
às demonstrações financeiras auditadas; 
B) verificar se o procedimento está divulgado em nota explicativa e emitir relatório de auditoria 
sem ressalva, uma vez que esse procedimento é opcional; 
C) avaliar o impacto e verificar se o procedimento afeta representativamente o resultado, 
ressalvando o relatório de auditoria; 
D) emitir relatório de auditoria, condicionando sua avaliação aos reflexos que o referido 
procedimento causaria às demonstrações contábeis; 
E) abster-se de emitir opinião em virtude da relevância que o procedimento causa nas 
demonstrações contábeis das empresas de forma geral. 
Comentários: 
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 41 
Da mesma forma que a questão anterior, esta mescla conhecimentos de auditoria e contabilidade. 
Para respondê-la, devemos saber se a empresa adotou um posicionamento equivocado e, caso 
tenha adotado, qual seu impacto na opinião do auditor. 
Segundo o CPC-14, “Para entidades que realizam operações com derivativos (e alguns instrumentos 
financeiros não derivativos – instrumento de hedge para proteger o risco de variação cambial) com 
o objetivo de hedge em relação a um risco específico determinado e documentado, há a 
possibilidade de aplicação da metodologia denominada contabilidade de operações de hedge 
(hedge accounting).” 
Portanto, se não há nenhuma incorreção, a opinião do auditor será sem ressalva (opinião não 
modificada). 
Gabarito: B 
43. (FCC/ISS-SP/2012) A empresa Terceserv S.A. possui prejuízos fiscais decorrentes de 
resultados negativos apurados nos últimos dois anos no valor de R$1.000.000,00. Opera em 
Mercado extremamente competitivo e não há por parte da administração expectativa de 
obtenção de lucros nos próximos cinco anos. A empresa aposta na qualidade dos serviços 
prestados para superar a concorrência e começar a gerar lucro. Como não há prescrição do 
crédito tributário, a empresa constituiu provisão ativa para reconhecimento do crédito. Nesse 
caso, o auditor externo deve: 
A) ressalvar o relatório de auditoria, mesmo que o valor seja irrelevante, uma vez que a 
empresa infringe regra contábil e fiscal; 
B) abster-se de emitir o relatório de auditoria, em virtude de não atender aos pronunciamentos 
contábeisVigentes; 
C) solicitar que a empresa reverta o lançamento, caso a empresa não atenda ressalvar o 
relatório de auditoria; 
D) manter o lançamento, uma vez que o crédito é devido, e emitir relatório de auditoria sem 
ressalva ou ênfase; 
E) recomendar que seja apropriado parte para o resultado do período, uma vez que o benefício 
já é devido, e emitir relatório de auditoria sem ressalva. 
Comentários: 
As Contingências Ativas não podem ser reconhecidas (provisionadas) nas demonstrações 
contábeis, em obediência ao princípio da prudência. 
Portanto, no caso em tela, o auditor deverá discutir com a administração a correção das 
demonstrações e, caso não seja atendido, modificar sua opinião (neste caso, será uma ressalva, 
pois se trata de uma distorção relevante não generalizada e não de uma limitação de escopo). 
Gabarito: C 
44. (FCC/TCE-SP/2012) – Segundo a NBC TA 705, que trata da opinião do auditor 
independente, caso as demonstrações contábeis apresentem distorções relevantes que, no 
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 42 
julgamento do auditor, estão disseminadas em vários elementos, contas ou itens das 
demonstrações financeiras, esse profissional deve emitir um relatório: 
A) padrão; 
B) com ressalva; 
C) com opinião adversa; 
D) com abstenção de opinião; 
E) sem ressalva. 
Comentários: 
Segundo a NBC TA 705, o auditor deve expressar uma opinião adversa quando, tendo obtido 
evidência de auditoriaapropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em 
conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações contábeis. Portanto, questão de 
transcrição quase literal. 
Caso haja alguma dúvida neste tipo de questão, verifiquem o quadro resumo apresentado ao final 
da parte teórica da aula. 
Gabarito: C 
45. (CESPE/TCE/TO/2009) O parecer dos auditores independentes é o documento mediante 
o qual os mesmos expressam sua opinião acerca das demonstrações contábeis nele indicadas. 
Acerca desse assunto, assinale a opção correta. 
A) Por meio do parecer, o auditor assume responsabilidade de ordem privada, de natureza 
estritamente contratual. 
B) O parecer deve ser assinado por contador ou técnico de contabilidade regularmente 
registrado em CRC. 
C) A data do parecer deve corresponder a das demonstrações que tenham sido auditadas. 
D) O auditor, mesmo abstendo-se de emitir opinião a respeito das demonstrações, é 
responsável por mencionar qualquer desvio relevante que possa influenciar a decisão do 
usuário das informações. 
E) Em caso de incerteza acerca de fato relevante, o auditor deve abster-se de opinar, desde que 
haja nota explicativa da administração relacionada ao fato. 
Comentários: 
A letra A está incorreta, pois o auditor independente assume responsabilidade técnica profissional, 
inclusive de ordem pública, por sua opinião acerca das demonstrações contábeis auditadas, não 
sendo esta apenas de natureza contratual. 
A alternativa B também está errada, pois, conforme estabelece a Resolução CFC no 560/1983, 
apenas bacharel em contabilidade devidamente registrado em CRC pode exercer a atividade de 
auditor independente. 
A opção C também é falsa, pois a data do parecer (relatório) do auditor deve ser a do término dos 
trabalhos realizados por ele na entidade auditada, e não a data das demonstrações contábeis. 
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 43 
A letra E está errada, uma vez que a existência de incerteza relativa ao desfecho futuro de litígio 
excepcional ou ação regulatória é um exemplo de circunstância em que o auditor pode considerar 
necessário incluir um parágrafo de ênfase. 
Por fim, a alternativa D está correta, conforme determina a NBC TA 705, que estabelece: 
“A opinião adversa ou a abstenção de opinião relativa a assunto específico descrito na seção “Base 
para opinião” não justifica a omissão da descrição de outros assuntos identificados que teriam, de 
outra forma, requerido uma modificação da opinião do auditor. Nesses casos, a divulgação desses 
outros assuntos que o auditor tem conhecimento pode ser relevante para os usuários das 
demonstrações contábeis” 
Gabarito: D 
46. (Cesgranrio/Petrobras/2011) Todos os procedimentos de auditoria executados, as 
evidências colhidas e os pontos observados irão convergir para a emissão do relatório final de 
auditoria. Antes do fechamento desse relatório, o auditor deve: 
A) divulgar os pontos observados para toda a companhia com suas devidas recomendações, 
ouvindo a opinião de cada funcionário e assim finalizar o relatório após todas as ponderações; 
B) apresentar os pontos observados para os gestores responsáveis pelos processos auditados e 
realizar as ponderações finais junto aos gestores e à alta administração da empresa; 
C) verificar os relatórios de auditoria dos últimos cinco exercícios e ter a certeza de que nenhum 
ponto ou recomendação serão repetidos; 
D) examinar a legislação aplicável aos processos auditados, verificando a adequação de cada 
procedimento de auditoria; 
E) eliminar do relatório os pontos que possam comprometer a empresa, ocasionando sanções e 
multas junto aos órgãos fiscalizadores. 
Comentários: 
Primeiramente, observa-se que a questão trata de relatório de auditoria interna, pois faz menção a 
recomendações que, como já vimos em outra aula, é uma característica deste tipo de relatório. 
Antes do fechamento do Relatório de Auditoria, o auditor deve apresentar os pontos observados 
para os gestores responsáveis pelos processos auditados e realizar as ponderações finais junto aos 
gestores e à alta administração da empresa. Desse modo, a letra B é a alternativa correta. 
A opção A está errada, pois obviamente as recomendações do auditor surgem a partir da aplicação 
dos testes e procedimentos de auditoria, e não da opinião dos funcionários da empresa. Além 
disso, a apresentação dos pontos/achados de auditoria, conforme parágrafo anterior, é feita aos 
gestores responsáveis pelo processo, e não para toda a empresa. 
A alternativa C também é incorreta, pois, apesar de ser recomendável ao auditor verificar os 
relatórios de auditoria anteriores, a norma não estabelece nenhum prazo para essa verificação, e 
as recomendações de auditoria podem se repetir, caso os erros encontrados pelos auditores 
permaneçam. 
A letra D é falsa porque esse exame da legislação deve ser feito antes da execução dos 
procedimentos de auditoria. 
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 44 
Por fim, a alternativa E também está errada, uma vez que o relatório de auditoria deve conter 
todos os pontos relevantes encontrados pelo auditor e que estejam evidenciados em sua 
documentação de auditoria, independente de qualquer sanção que por ventura a empresa possa 
receber a partir dessas constatações relatadas pelo auditor. 
Gabarito: B 
47. (FCC/TRF-1/2011) No processo de auditoria, para emissão de relatório, deve-se obter: 
A) documentação mínima que suporte o processo de auditoria independente, sem a necessidade 
de confirmação da fidedignidade dos documentos, ainda que haja indícios de fraude. 
B) confirmação dos eventos, dentro do processo de revisão analítica, limitando-se a revisão dos 
documentos selecionados por amostra estatística, independentemente do nível de risco oferecido. 
C) evidência de auditoria apropriada e suficiente para a redução do risco de auditoria a um nível 
aceitável baixo. 
D) confirmação de que as demonstrações contábeis não apresentam quaisquer níveis de fraude ou 
erro. 
E) confirmação do risco inerente da entidade, que é igual para todas as classes relacionadas de 
transações apresentadas nas demonstrações contábeis. 
Comentários: 
A maior parte do trabalho do auditor se refere à busca por evidências de auditoria que possam 
auxiliá-lo na tomada de decisão, fortalecendo suas conclusões e a emissão de sua opinião. Assim, 
deve obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para a redução do risco de auditoria a 
um nível aceitável baixo. 
Gabarito: C 
48. (FCC/TRT-4/2011) O processo de auditoria e a emissão de relatório de auditoria sem 
ressalva 
A) não isenta o administrador e os agentes de governança das responsabilidades legais e 
normativas. 
B) divide a responsabilidade pelas demonstrações contábeis com os administradores e transfere a 
responsabilidade de eventuais fraudes não constatadas, para a firma de auditoria. 
C) exime da responsabilidade os administradores e a diretoria executiva da empresa, dividindo as 
responsabilidades com os agentes de governança. 
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D) não elimina a possibilidade de erros materiais e de distorções relevantes nas demonstrações 
contábeis. 
E) elimina a responsabilidade dos agentes de governança das responsabilidades legais e 
normativas. 
Comentários: 
A opinião constante do relatório de auditoria não é atestado de que a administração está livre de 
ter cometido erros ou fraudes na elaboração ou divulgação as demonstrações contábeis, tendo em 
vista que os trabalhos são realizados em forma de testes (é impossível cobrirtodas as operações). 
Ou seja, ainda que o relatório traga uma opinião sem ressalva (não modificada), não isenta o 
administrador e os agentes de governança das responsabilidades legais e normativas. 
Sobre a letra D: Se a opinião do auditor é não modificada (sem ressalvas), isso implica 
necessariamente que o auditor não achou distorções relevantes nas demonstrações contábeis. 
Observe que a primeira parte da frase é verdadeira, pois o auditor pode realizar uma auditoria em 
conformidade com as normas e não notar erro material ocasionado por parte da administração, 
dependendo do nível de detalhamento da informação, como por exemplo uma diferença, mesmo 
que pequena, no saldo de uma conta. Já a segunda parte da frase é falsa, pois as distorções 
relevantes devem ser observadas pelo auditor na emissão de sua opinião. 
Gabarito: A 
 
49. (FCC/Nossa Caixa/2011) Quando ocorrer incerteza quanto a fato relevante, cujo 
desfecho poderá afetar significativamente a posição patrimonial e financeira da entidade, mas 
que foi mencionado nas notas explicativas às demonstrações contábeis, o auditor deve 
A) emitir parecer adverso. 
B) adicionar parágrafo de ênfase em seu parecer sem ressalva. 
C) emitir parecer com abstenção de opinião. 
D) não emitir o parecer até ter maiores informações sobre o assunto. 
E) emitir parecer com ressalva. 
Comentários: 
O parágrafo de ênfase tem por finalidade ressaltar a importância de determinada informação no 
contexto das demonstrações contábeis. Essas informações já devem ter sido apresentadas nas 
demonstrações contábeis, como se observa no item B. 
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Gabarito: B 
50. (FCC/TCM-CE/2010) Uma opinião modificada dos auditores independentes, segundo a 
natureza da opinião que contém, pode ser do tipo 
A) negativa, positiva, limpa ou contrária. 
B) com ressalva, com abstenção de opinião ou adversa. 
C) com abstenção de avaliação de provas, limpa, com ressalva ou sem ressalva. 
D) generalizada ou contrária. 
E) sem ressalva, pericial contábil ou adversa. 
Comentários: 
A opinião do auditor independente pode ser “não modificada” ou “modificada”. 
No segundo caso, podemos classificá-la em “com ressalva”, “com abstenção de opinião” ou 
“adversa”. 
Gabarito: B 
51. (ESAF/SUSEP/2010) O auditor externo, ao avaliar as demonstrações contábeis da 
empresa Evolution S.A., identificou que a empresa está discutindo a similaridade de seus 
produtos com produtos de concorrentes que possuem isenção de tributação. A empresa não 
vem recolhendo o referido tributo há mais de 5 anos e o valor relativo a essa contingência é 
significativo. Caso a decisão vier a ser contrária à empresa, a mesma entrará em processo de 
descontinuidade. A decisão deve ter seu mérito julgado em quatro anos. Dessa forma deve o 
auditor emitir parecer (opinião): 
A) negativa de opinião, por não poder firmar opinião sobre as demonstrações contábeis. 
B) com ressalva, evidenciando o fato como restritivo às demonstrações contábeis. 
C) adverso, por não permitir avaliar as demonstrações contábeis. 
D) sem ressalva, visto que há incerteza no desdobramento da causa. 
E) sem ressalva, com introdução de parágrafo de ênfase fazendo referência à nota explicativa que 
deve descrever detalhadamente o evento. 
Comentários: 
Primeira dúvida: modificar ou não a opinião. Pelo exposto na questão, não é possível opinar sobre 
a possibilidade de ganho de causa. Somado ao fato de que o resultado de um eventual julgamento 
desfavorável só virá a ser sentido dentro de quatro anos, o auditor pode emitir uma opinião sem 
ressalva. 
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Essa informação deve ser inserida, pela empresa, em nota explicativa, e citada pelo auditor em 
parágrafo de ênfase, que serve para reforçar um fato já identificado nas demonstrações contábeis. 
Gabarito: E 
52. (ESAF/AFRF/2009) Na emissão de parecer (opinião) com abstenção de opinião para as 
demonstrações contábeis de uma entidade, pode-se afirmar que: 
A) elimina a responsabilidade do auditor de emitir qualquer parecer devendo este comunicar à 
administração da empresa da suspensão dos trabalhos. 
B) não suprime a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer desvio, 
independente da relevância ou materialidade, que possa influenciar a decisão do usuário dessas 
demonstrações. 
C) exclui a responsabilidade do auditor de se manifestar sob qualquer aspecto das demonstrações. 
D) não elimina a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer desvio relevante 
que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações. 
E) extingue a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer desvio relevante 
que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações. 
Comentários: 
Atenção para não confundir “abstenção de opinião” com “deixar de emitir relatório”. Uma opinião 
com abstenção de opinião é um relatório de auditoria no qual o auditor se sente impossibilitado de 
emitir sua opinião, mas o relatório deve conter todas as informações relevantes disponíveis, que 
possam influenciar a decisão do usuário. 
Na questão, quando a banca trata de parecer, podemos entender como opinião. 
Gabarito: D 
53. (ESAF/AFRF/2009) A empresa de Transportes S.A. é uma empresa que tem seus 
registros contábeis e procedimentos estabelecidos por agência de fiscalização. A agência 
estabeleceu procedimento para registro das concessões que diverge significativamente, do 
procedimento estabelecido pelo Conselho Federal de Contabilidade. Nessa situação, deve o 
auditor emitir parecer (opinião): 
A) sem abstenção de opinião. 
B) adverso. 
C) com ressalva. 
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D) sem ressalva, mas evidenciando em nota explicativa a divergência. 
E) com abstenção de opinião. 
Comentários: 
Essa questão foi muito polêmica na época. Naquele ano (2009), estava em vigor a Resolução CFC 
820, que trazia o seguinte dispositivo: 
11.3.3.4 – Na auditoria independente das demonstrações contábeis das entidades, públicas ou 
privadas, sujeitas à regulamentação específica quanto à adoção de normas contábeis próprias ao 
segmento econômico, quando elas forem significativamente conflitantes com as disposições 
contidas no item 11.1.1.1, o auditor deve emitir parecer com ressalva. 
Item 11.1.1.1 – A auditoria das demonstrações contábeis constitui o conjunto de procedimentos 
técnicos que tem por objetivo a emissão de parecer sobre a sua adequação, consoante os 
Princípios Fundamentais de Contabilidade e as Normas Brasileiras de Contabilidade e, no que for 
pertinente, a legislação específica. 
Agora vamos tecer comentários à situação atual: O fato de o procedimento para registro das 
concessões divergir significativamente do procedimento estabelecido pelo CFC pode ser 
considerado uma distorção relevante. Entretanto, o fato apresentado na questão não deve se 
estender ao conjunto das demonstrações contábeis, o que considera a distorção como não 
generalizada. Assim, o tipo de opinião a ser emitida pelo auditor é a opinião com ressalva. 
Atenção para a afirmação incorreta constante da alternativa D: quem evidencia qualquer 
informação em nota explicativa é a administração da empresa, que é responsável pela elaboração 
das demonstrações, e não o auditor. 
Gabarito: C 
54. (ESAF/SEFAZ-SP/2009) Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas da 
seguinte frase: "O auditor deve emitir parecer (opinião) ______(1)______ quando verificar 
que as demonstrações contábeis estão incorretas ou incompletas, em tal magnitudeque 
impossibilite a emissão do parecer (opinião) ______ (2)______." 
A) (1) com ressalva // (2) adverso 
B) (1) adverso // (2) com ressalva 
C) (1) com abstenção de opinião // (2) com ressalva 
D) (1) com abstenção de opinião // (2) adverso 
E) (1) adverso // (2) com abstenção de opinião 
Comentários: 
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Podemos estipular uma gradação entre a opinião “com ressalva” e a “adversa”, sendo a primeira 
mais branda que a segunda. Assim, se existem incorreções de tal magnitude que impedem o 
auditor de emitir uma opinião com ressalva, deve ser emitida uma opinião adversa. 
Gabarito: B 
55. (ESAF/Pref. Natal/2008) Não é um procedimento a ser aplicado pelo auditor na 
elaboração do parecer (relatório) de auditoria 
A) mencionar em parecer com abstenção de opinião qualquer desvio relevante que possam 
influenciar os usuários das demonstrações. 
B) emitir parecer adverso, quando verificar que as demonstrações contábeis estão incorretas ou 
incompletas. 
C) emitir parecer com ressalva ou com abstenção de opinião, quando houver limitação na extensão 
do trabalho. 
D) utilizar expressões como: exceto quanto, sujeito a, ou com exceção de. 
E) incluir todas as razões que fundamentaram a emissão de seu parecer com ressalva, adverso ou 
com negativa de opinião. 
Comentários: 
O gabarito inicial foi dado como sendo a alternativa C, mas a questão foi posteriormente anulada, 
pois a limitação na extensão do trabalho (e consequente impossibilidade de obtenção de 
evidências) pode conduzir tanto a uma opinião com ressalva quanto a uma abstenção de opinião. 
Gabarito: ANULADA (X) 
56. (ESAF/Pref. Natal/2008) A empresa Energetill Ltda. é uma empresa de geração e 
transmissão de energia. O órgão regulador e fiscalizador, por meio de norma, determinou que 
parte de suas receitas sejam apropriadas pelo regime de caixa. Considerando somente os 
dados apresentados, deve o auditor emitir parecer (opinião): 
A) sem ressalva. 
B) adverso. 
C) com ressalva. 
D) com limitação de extensão. 
E) com abstenção de opinião. 
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 50 
Comentários: 
O fato de o órgão regulador determinar, por meio de norma, procedimento contrário ao 
estabelecido pelo CFC pode ser considerado uma distorção relevante (não é possível emitir opinião 
sem ressalva, por contrariar um dos princípios de contabilidade). Entretanto, tal fato não deve se 
estender ao conjunto das demonstrações contábeis, o que considera a distorção como não 
generalizada. Assim, o tipo de opinião a ser emitida pelo auditor é a opinião com ressalva. 
Gabarito: C 
57. (ESAF/Pref. Natal/2008) Com relação ao parecer (relatório) de auditoria, é verdadeiro 
afirmar que: 
A) quando aplicado o "parágrafo de ênfase", o parecer (relatório) qualifica-se como parecer 
(opinião) com ressalva. 
B) a expressão "exceto quanto" é utilizada para limitar a extensão do parecer (relatório) e qualificá-
lo como parecer (opinião) adverso. 
C) a não aplicação de princípios contábeis, sem avaliar a relevância na demonstração contábil, não 
é fator suficiente para emitir parecer com ressalva. 
D) a expressão "sujeito a" é utilizada para ressaltar a indefinição sobre algum aspecto da 
demonstração contábil em parecer com ressalva. 
E) o parecer com negativa de opinião deve ser emitido somente quando a empresa não tiver 
elaborado as demonstrações contábeis. 
Comentários: 
Segundo a NBC T-11, em vigor à época da prova, o parecer com ressalva deve obedecer ao modelo 
do parecer sem ressalva, com a utilização das expressões “exceto por”, “exceto quanto” ou “com 
exceção de”, referindo-se aos efeitos do assunto objeto da ressalva. Ainda que tenha sido 
revogada, podemos considerar a informação como atual. 
Vamos identificar os erros das alternativas: 
A – a aplicação de parágrafo de ênfase não é exclusiva de opinião com ressalva. 
B – a expressão “exceto quanto” é utilizada para ressalvar a opinião do auditor, e não na opinião 
adversa. 
C – Caso a empresa auditada não atenda aos princípios de contabilidade, o auditor poderá emitir 
opinião modificada, desde que considere as distorções relevantes e generalizadas (caso de opinião 
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adversa) ou relevantes e não generalizadas (com ressalva). O que vai determinar a emissão de uma 
opinião modificada é a relevância e generalidade da distorção. 
Observe ainda que para a época da questão (2008), o não cumprimento dos princípios contábeis já 
seria suficiente para emissão de opinião com ressalva. 
D – A alternativa está correta. 
E – A abstenção de opinião, como vimos, deve ser utilizada em determinados casos. Na prática, é 
difícil imaginar que a empresa não tenha elaborado suas demonstrações contábeis. 
Gabarito: D 
58. (ESAF-adaptada/CGU/2008) De acordo com o CFC, o Relatório do Auditor 
Independente, segundo a natureza da opinião que contém, pode ser classificado das seguintes 
formas, exceto: 
A) opinião sem ressalva. 
B) opinião com ressalva. 
C) opinião irregular. 
D) opinião adverso. 
E) opinião com abstenção de opinião. 
Comentários: 
Questão bastante simples. Não existe o tipo de opinião irregular. 
Gabarito: C 
59. (ESAF-adaptada/CGU/2006) O Relatório de Auditoria é o instrumento por meio do qual 
o auditor independente comunica sua conclusão acerca das demonstrações contábeis de uma 
entidade, tendo caráter comparativo às demonstrações contábeis referentes ao exercício 
anterior. Sobre o Relatório em comento, assinale a opção incorreta. 
A) A responsabilidade sobre a preparação e o conteúdo das demonstrações contábeis é do auditor 
independente. 
B) A opinião expressada pelo auditor independente deve ser obrigatoriamente clara e objetiva. 
C) De maneira geral, o Relatório é destinado à diretoria da entidade, seu conselho de 
administração e/ou a seus acionistas. 
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D) A data do Relatório deve corresponder à data da conclusão dos trabalhos na entidade auditada. 
E) O Relatório deve ser assinado por profissional com registro cadastral no Conselho Regional de 
Contabilidade. 
Comentários: 
A alternativa A está incorreta, pois a responsabilidade sobre a preparação e o conteúdo das 
demonstrações contábeis é da administração da empresa, e não do auditor independente. As 
demais alternativas estão corretas. 
Gabarito: A 
60. (ESAF-adaptada/CGU/2008) Segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade, o 
Relatório emitido pelos Auditores Independentes pode receber as seguintes classificações, 
exceto, o 
A) opinião sem ressalva. 
B) opinião com ressalva. 
C) opinião com abstenção de opinião por limitação na extensão. 
D) opinião contrária. 
E) opinião adversa. 
Comentários: 
Questão simples, que não necessita de maiores explicações. Opinião contrária não é um tipo de 
opinião considerada pelo CFC. 
Gabarito: D 
61. (ESAF/CGU/2008) Quando o Auditor Independente verificar a existência de efeitos que, 
isolada ou conjugadamente, forem de tal relevância que comprometam o conjunto das 
demonstrações contábeis, deve emitir parecer (opinião) 
A) com abstenção de opinião por limitação na extensão. 
B) adversa. 
C) sem ressalva. 
D) com ressalva. 
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 53 
E) com abstenção deopinião por incertezas. 
Comentários: 
No caso da questão, as distorções consideradas são relevantes e generalizadas (pois 
comprometem o conjunto das demonstrações). Assim, cabe a emissão de opinião adversa. 
Gabarito: B 
62. (ESAF/SEFAZ-MG/2005) Quanto ao tipo de parecer (opinião) a ser emitido sobre 
demonstrações contábeis, podemos afirmar que: 
A) demonstrações contábeis com quebra de uniformidade relevante na aplicação dos princípios 
contábeis geram parecer sem ressalva. 
B) trabalhos de auditoria, com limitação significativa imposta na extensão dos trabalhos geram 
parecer com ressalva. 
C) demonstrações contábeis com não obediência a princípios contábeis irrelevantes, geram 
parecer com ressalva. 
D) demonstrações contábeis com não obediência a princípios contábeis relevantes geram parecer 
com ressalva. 
E) incertezas relevantes nas demonstrações contábeis geram parecer com abstenção de opinião. 
Comentários: 
Podemos considerar as alternativas como referentes a “opinião”, ao invés de “parecer”. A opinião 
correta a ser emitida em cada caso seria: 
Letra A: 
Caso a empresa auditada não atenda aos princípios de contabilidade, o auditor poderá emitir 
opinião modificada, desde que considere as distorções relevantes e generalizadas (caso de opinião 
adversa) ou relevantes e não generalizadas (com ressalva). O que vai determinar a emissão de uma 
opinião modificada é a relevância/generalidade da distorção. 
Observe ainda que com a revogação das Resoluções CFC nº 750 e 1282, as questões de concurso 
serão reestruturadas. No entanto, a essência dos princípios contábeis continua a existir dentro da 
estrutura conceitual e no meio doutrinário. Portanto, eles continuam a ser observados, mas de 
forma indireta. Algumas Bancas podem continuar cobrando esses princípios, enquanto ainda 
estiverem válidos no meio doutrinário. 
Letra B: opinião com abstenção de opinião. 
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Letra C: opinião sem ressalva (não modificada), tendo em vista a expressão princípios contábeis 
irrelevantes. 
Letra D: alternativa correta. 
Letra E: não necessariamente abstenção de opinião (relevantes, mas não generalizadas), mas 
também adversa (relevantes e generalizadas). Como a alternativa não deixa claro o fator 
generalização, não podemos afirmar que seria abstenção de opinião. 
Gabarito: D 
63. (ESAF/AFRF/2003) A empresa Restrição S.A. contratou empresa de auditoria 
independente somente para emitir opinião sobre seu Balanço Patrimonial. A empresa 
disponibilizou acesso ilimitado a todas as áreas da empresa, a todos os relatórios, registros, 
dados, informações e demais demonstrações contábeis, de forma a serem possíveis todos os 
procedimentos de auditoria. Assim, podemos classificar esta auditoria como sendo: 
A) uma limitação na extensão do trabalho. 
B) um trabalho de objetivo ilimitado. 
C) uma indeterminação na extensão do trabalho. 
D) um trabalho de objetivo limitado. 
E) uma restrição na extensão do trabalho. 
Comentários: 
Não houve limitação ou restrição na extensão do trabalho, visto que já foi contratado com a 
limitação, o que torna as alternativas A e E incorretas. 
O que houve foi uma limitação do escopo (somente Balanço Patrimonial), o que torna a alternativa 
D correta. 
Gabarito: D 
64. (ESAF/AFRF/2003) Dadas as situações a seguir, identifique, na respectiva ordem, quais 
os tipos de parecer (relatório) de auditoria mais adequados a cada situação: 
I. O auditor constatou que a empresa Alpha S.A. somente faturava parte de suas mercadorias 
vendidas e que boa parte das mercadorias compradas entravam sem documentação hábil. 
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II. O auditor constatou que a empresa Beta S.A. não estava reconhecendo os juros e variações 
monetárias de seus contratos de financiamentos junto ao Banco Empresta Tudo S.A., 
efetuando a contabilização somente no pagamento do empréstimo. 
III. O auditor, ao executar os trabalhos na empresa Gama S.A., encontrou divergências no 
cálculo da provisão para contingências trabalhistas. Ao analisar a relevância dos números, 
percebeu que os mesmos não afetavam as demonstrações contábeis. 
IV. O auditor, ao avaliar as demonstrações financeiras da empresa Omega S.A., não conseguiu 
compor o saldo das contas de financiamentos concedidos, nem das contas de investimentos. 
A) com ressalva, adverso, abstenção de opinião e sem ressalva 
B) adverso, abstenção de opinião, sem ressalva e com ressalva 
C) adverso, com ressalva, sem ressalva e abstenção de opinião 
D) abstenção de opinião, sem ressalva, com ressalva e adverso 
E) abstenção de opinião, com ressalva, sem ressalva e adverso 
Comentários: 
I – Distorção relevante (fato grave) e generalizada (envolve o conjunto das demonstrações – 
Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício, no mínimo) – opinião adversa. 
II – Contrariedade aos princípios de contabilidade – opinião com ressalva (se as distorções forem 
relevantes e não generalizadas) ou adversa (se as distorções forem relevantes e generalizadas). 
III – o fato não é relevante para as demonstrações contábeis – opinião não modificada, sem 
ressalva. 
IV – Impossibilidade de obtenção de evidência suficiente e adequada – abstenção de opinião. 
Gabarito: C 
65. (ESAF/AFRF/2003) O auditor, ao avaliar um empreendimento em fase pré-operacional, 
pode se confrontar com incertezas significativas, em razão dos gastos de instalação e das 
aquisições de ativos ainda não terem demonstrado sua capacidade de geração de lucros. 
Assim, o auditor, não deve considerar para decidir sobre a necessidade de modificar seu 
parecer (sua opinião): 
A) a adequação do capital de giro e disponibilidade de obtenção de capitais adicionais. 
B) o fluxo de caixa apresentado para o projeto. 
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C) os eventos subsequentes à data do balanço. 
D) a competência e experiência da administração. 
E) a capacidade de realização de ativos, principalmente os de vida longa. 
Comentários: 
O fluxo de caixa de um empreendimento é o documento utilizado para a confirmação da 
viabilidade de um projeto, não sendo considerado na decisão sobre a opinião acerca das 
demonstrações contábeis, visto que se encontra a parte das demonstrações. 
Gabarito: B 
66. (ESAF/Pref. Recife/2003) Em uma situação na qual a empresa está contestando 
judicialmente, certas incorreções no cálculo do imposto de renda, apontadas por auditoria 
realizada pela Secretaria da Receita Federal, que arbitrou para o ano das demonstrações 
financeiras objeto da auditoria, um valor expressivo e relevante. Por ser matéria passível de 
questionamento jurídico, e tratar-se de matéria conflitante, questionável e difícil de 
quantificar, sendo assim, a empresa não constituiu provisão para esse passivo contingente. De 
acordo com estas informações, indique qual tipo de parecer (opinião) que o auditor deve 
emitir. 
A) com ressalva 
B) sem ressalva 
C) parcial 
D) com abstenção de opinião 
E) adverso 
Comentários: 
Para a época da questão (2003), o gabarito seria a letra A, pois estava vigente a NBCT 11. A falta de 
constituição de provisão pode ser considerada uma distorção relevante (opinião modificada) e não 
generalizada, o que nos leva à emissão de opinião com ressalva. 
No entanto, achei interessante manter a questão para adentrarmos no assunto. Eis os comentários 
para o cenário atual: De acordo com o CPC 25, um passivo contingente não deve ser reconhecido, 
apenas divulgado. No caso de ser remota a possibilidade de saída, nem precisaser divulgado. 
O reconhecimento é quando a entidade pode fazer uma estimativa confiável do valor da obrigação 
e registra essa obrigação na demonstração contábil (Balanço Patrimonial), reconhecendo que 
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existe uma obrigação futura a ser desembolsada. A divulgação, nesse caso, seria mencionar nas 
demonstrações contábeis (nota explicativa) a existência de um passivo contingente. 
A menos que seja remota a possibilidade de ocorrer qualquer desembolso na liquidação, a 
entidade deve divulgar, para cada classe de passivo contingente na data do balanço, uma breve 
descrição da natureza do passivo contingente e, quando praticável: 
A) a estimativa do seu efeito financeiro, mensurada conforme os itens 36 a 52 do referido CPC; 
B) a indicação das incertezas relacionadas ao valor ou momento de ocorrência de qualquer saída; e 
C) a possibilidade de qualquer reembolso. 
Existem dois tipos de passivo: a provisão e o passivo contingente. A Provisão é um passivo de 
prazo ou de valor incertos. Uma provisão será reconhecida quando for provável a saída de recurso 
e seja possível fazer uma estimativa confiável do valor da obrigação. O passivo contingente é uma 
obrigação possível resultante de evento passado e cuja existência será confirmada pela ocorrência 
ou não de um ou mais eventos futuros incertos não totalmente sob o controle da entidade. Este 
será apenas divulgado. Caso a possibilidade de saída seja remota, o passivo contingente não será 
nem divulgado. 
Gabarito: A 
67. (ESAF/INSS/2002) O auditor, ao terminar seus trabalhos, conclui que as demonstrações 
contábeis estão comprometidas substancialmente. O tipo de opinião que o auditor deve 
emitir é: 
A) sem ressalva ou com abstenção de opinião. 
B) com ressalva ou com nota explicativa. 
C) adverso ou com ressalva. 
D) com abstenção de opinião ou limpo. 
E) com limitação de opinião ou adverso. 
Comentários: 
Como as demonstrações contábeis estão comprometidas substancialmente, podemos considerar a 
existência de distorção relevante, que pode ser generalizada (opinião adversa) ou não generalizada 
(opinião com ressalva). 
Gabarito: C 
68. (ESAF/AFRF/2002) Após uma série de respostas de advogados da empresa auditada, o 
auditor segregou os processos judiciais movidos contra a empresa em três categorias de 
chance de insucesso, a saber: provável, possível e remota. Quando os processos forem 
classificados como prováveis, cujo efeito não possa ser razoavelmente estimado, o auditor 
deve emitir um parecer (uma opinião): 
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A) sem ressalva 
B) com parágrafo de ênfase 
C) com ressalva 
D) adverso 
E) com abstenção 
Comentários: 
O parágrafo de ênfase se refere a um assunto apropriadamente apresentado nas demonstrações 
contábeis que, de acordo com o julgamento do auditor, é de tal importância para o entendimento 
do usuário, que justifica que se chame a atenção para o assunto. 
Esse é o caso do caso apresentado na questão: provável insucesso, mas sem possibilidade de se 
estimar os efeitos. Como os valores devem ter sido provisionados, não há distorção relevante a ser 
considerada, embora a informação seja essencial para o entendimento do usuário, motivo pelo 
qual se opta pela inclusão de parágrafo de ênfase. 
Gabarito: B 
69. (ESAF/AFRF/2002) Se o auditor independente concluir que uma determinada matéria, 
envolvendo incerteza relevante, não está adequadamente divulgada nas demonstrações 
contábeis, seu parecer deve conter: 
A) parágrafo de ênfase ou ressalva. 
B) ressalva ou negativa de opinião. 
C) parágrafo de ênfase ou opinião adversa. 
D) ressalva ou opinião adversa. 
E) abstenção de opinião ou opinião adversa. 
Comentários: 
A opinião com ressalva é quando as distorções são relevantes, mas não generalizadas. 
A opinião adversa é quando as distorções são relevantes, mas generalizadas. 
A abstenção de opinião é quando o auditor não consegue obter evidência de auditoria apropriada 
e suficiente para fundamentar sua opinião e ele concluir que os possíveis efeitos de distorções não 
detectadas sobre as demonstrações contábeis, se houver, poderiam ser relevantes e 
generalizados. 
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Observe que a questão não menciona a dificuldade de obtenção de evidência, que geraria uma 
abstenção de opinião. Portanto, incerteza relevante, não adequadamente divulgada nas 
demonstrações: com ressalva, se não generalizada; adversa, se generalizada. 
Gabarito: D 
70. (ESAF/AFRF/2002) O responsável pela auditoria independente do Grupo Niscau S/A 
deparou-se com a seguinte situação: ao requisitar os trabalhos de outros auditores de 
coligadas e controladas do Grupo Niscau, foi comunicado que os trabalhos desses outros 
auditores não seriam disponibilizados. Nesse caso, o procedimento a ser efetuado pelo 
auditor é 
A) emitir um parecer com ressalva. 
B) aplicar procedimentos adicionais suficientes. 
C) emitir um parecer com abstenção de opinião. 
D) incluir um parágrafo de ênfase na opinião. 
E) justificar a limitação de escopo. 
Comentários: 
Antes de partir para a modificação de sua opinião, o auditor deve procurar realizar procedimentos 
adicionais, a fim de se obter as evidências de auditoria suficientes e adequadas. 
Gabarito: B 
71.(CESPE/ICMS-RS/2019)A empresa Ferragens S.A. mantém parte dos seus estoques 
guardada na empresa Armazéns S.A. Ao auditar os estoques da Ferragens S.A., o auditor 
independente constatou a necessidade de confirmação externa, porém a administração não 
permitiu o envio da solicitação de confirmação. 
Considerando-se essa situação hipotética e as normas vigentes de auditoria, é correto afirmar 
que o auditor deverá 
A) finalizar a realização do trabalho no momento da recusa da administração e emitir um 
relatório de auditoria com ressalvas. 
B) realizar procedimento de inspeção física na empresa Armazéns S.A., independentemente de 
autorização da empresa auditada. 
C) registrar os fatos nos papéis de trabalhos e emitir relatório de auditoria com abstenção de 
opinião em relação aos estoques. 
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 60 
D) executar procedimentos alternativos de auditoria definidos para obter evidência de auditoria 
relevante e confiável. 
E) comunicar ao controle interno da empresa auditada que a ausência de informações será 
utilizada como evidência para encerrar o trabalho. 
Comentários: 
Vejamos a NBC TA 505: 
“Recusa da administração em permitir que o auditor envie solicitações de confirmação: 
8. No caso da administração se recusar a permitir que o auditor envie solicitações de 
confirmação, o auditor deve: 
A) indagar sobre as razões da recusa da administração e procurar evidência de auditoria 
sobre sua validade e razoabilidade (ver item A8); 
B) avaliar as implicações da recusa da administração na avaliação do auditor dos riscos 
significativos de distorção relevante, incluindo o risco de fraude, e sobre a natureza, época e 
extensão de outros procedimentos de auditoria (ver item A9); e 
C) executar procedimentos alternativos de auditoria definidos para obter evidência de 
auditoria relevante e confiável (ver item A10). 
9. Se o auditor concluir que a recusa em permitir o envio de solicitações de confirmação não é 
razoável, ou não conseguir obter evidência de auditoria relevante e confiável por meio de 
procedimentos alternativos de auditoria,o auditor deve comunicar aos responsáveis pela 
governança de acordo com a NBC TA 260 – Comunicação com os Responsáveis pela Governança, 
item 16. O auditor deve, também, determinar as implicações para a auditoria e para a opinião do 
auditor de acordo com a NBC TA 705 – Modificações na Opinião do Auditor Independente”. 
Gabarito: D 
 
72. (2019) Assinale a opção que apresenta circunstância que justifique a inclusão de um 
parágrafo de ênfase no relatório de determinado auditor. 
A) sinistro em uma das unidades de armazenamento da empresa auditada que já tenha sido 
relatado em notas explicativas e que tenha ocasionado perda de estoques. 
B) apreensão, por autoridade governamental, de todos os registros contábeis objeto dos exames 
da auditoria, por tempo indeterminado. 
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 61 
C) negativa, pela administração, de acesso aos relatórios de auditoria referentes a investimentos 
realizados em controlada e não consolidados nas demonstrações contábeis. 
D) ausência de registro a valor presente de parcela relevante da conta fornecedores, com 
consequente efeito generalizado nas demonstrações contábeis. 
E) aplicação antecipada e sem autorização legal — já relatada em notas explicativas — de nova 
norma contábil, com efeito disseminado de forma generalizada nas demonstrações contábeis. 
Comentários: 
O parágrafo de ênfase é utilizado apenas quando a Opinião é Não Modificada. 
A opinião não modificada é a opinião expressa pelo auditor quando eleconclui que as 
demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável”, ou seja, o auditor está satisfeito e não idêntica 
limitação alguma. 
Vejamos a NBC TA 706: 
“A7. A inclusão de parágrafo de ênfase no relatório do auditor não afeta a sua opinião. Um 
parágrafo de ênfase não substitui: 
A) uma opinião modificada, de acordo com a NBC TA 705, quando exigido pelas circunstâncias 
de trabalho de auditoria específico.” 
“O parágrafo de ênfase é incluído no relatório do auditor referente a um assunto 
apropriadamente apresentado ou divulgado nas demonstrações contábeis que, de acordo com 
o julgamento do auditor, é de tal importância que é fundamental para o entendimento pelos 
usuários das demonstrações contábeis. 
Por se tratar de julgamento do auditor, vai de acordo com a experiência profissional e com o 
entendimento de que seja necessária a sua utilização. A NBC TA 706 não menciona situações 
obrigatórias para a sua utilização. Apenas estabelece exemplos de circunstâncias em que poderá 
utilizá-lo. Vejamos: 
“A5. Exemplos de circunstâncias em que o auditor pode considerar necessário incluir um 
parágrafo de ênfase são: 
• existência de incerteza relativa ao desfecho futuro de litígio excepcional ou ação 
regulatória; 
• evento subsequente significativo ocorrido entre a data das demonstrações contábeis e a 
data do relatório do auditor (NBC TA 560, item 6); 
• aplicação antecipada (quando permitida) de nova norma contábil com efeito relevante 
sobre as demonstrações contábeis; 
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 62 
• grande catástrofe que tenha tido, ou continue a ter, efeito significativo sobre a posição 
patrimonial e financeira da entidade”. 
Observem ainda que quando o auditor incluir um parágrafo de ênfase no seu relatório, ele deve: 
A) incluir o parágrafo em seção separada do relatório do auditor, com título apropriado que 
inclua o termo “Ênfase”; 
B) incluir no parágrafo uma referência clara ao assunto enfatizado e à nota explicativa que 
descreva de forma completa o assunto nas demonstrações contábeis. Tal parágrafo deve referir-
se apenas a informações apresentadas ou divulgadas nas demonstrações contábeis; e 
C) indicar que a opinião do auditor não se modifica no que diz respeito ao assunto enfatizado 
(ver itens A7, A8, A16 e A17). 
Gabarito: A 
 
73. (CESPE/ICMS-RS/2019)Considerando que, no relatório de auditoria, o auditor 
independente deve emitir opinião acerca da análise realizada das demonstrações contábeis, 
assinale a opção que apresenta situação que, encontrada durante auditoria independente em 
sociedade anônima, permita ao auditor manter o relatório de auditoria sem mudança de 
opinião. 
A) existência de nota explicativa às demonstrações financeiras que descreva incerteza 
relacionada ao resultado de ação judicial trabalhista movida contra a empresa auditada. 
B) avaliação de investimento relevante em sociedade controlada pelo custo histórico de 
aquisição. 
C) adoção do método de avaliação de estoques último que entra primeiro que sai (UEPS). 
D) impossibilidade de obtenção de evidência de auditoria acerca das contas a pagar e a receber 
da entidade examinada, com efeitos generalizados nas demonstrações financeiras. 
E) existência de registro de item de despesa como ativo, cujo impacto tenha sido considerado 
em parcela substancial das demonstrações financeiras. 
Comentários: 
Em resumo, temos: 
Opinião com ressalva: as distorções são relevantes, mas não generalizadas. 
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 63 
Opinião adversa: quando as distorções são relevantes, mas generalizadas. 
Abstenção de opinião: quando o auditor não consegue obter evidência de auditoria apropriada 
e suficiente para fundamentar sua opinião e ele concluir que os possíveis efeitos de distorções 
não detectadas sobre as demonstrações contábeis, se houver, poderiam ser relevantes e 
generalizados. 
Vamos às alternativas: 
Letra B: Os investimentos relevantes devem ser avaliados pelo Método de Equivalência 
Patrimonial. Como não estão sendo avaliados conforme a norma, o auditor pode emitir uma 
opinião com ressalva (se a distorção for relevante, mas não generalizada) ou adverso (se 
relevante e generalizada). 
Letra C: No Brasil é proibida a utilização do método UEPS para o custo do estoque, tendo em 
vista que esse método diminui o lucro líquido e consequentemente os impostos a recolher. 
Portanto, a opinião seria modificada. 
Letra D: Seria abstenção de opinião. 
Letra E: O impacto em parcela substancial geraria opinião adversa (relevante e generalizada). 
Gabarito: A 
 
74. (CESPE/ICMS-RS/2019) 
Situação hipotética 3A7-I 
Determinada entidade, no exercício de 20X7, passou por duas gestões: uma no período de 
janeiro a maio, e a outra no restante do exercício financeiro. Na auditoria das demonstrações 
contábeis do exercício de 20X7, o auditor independente aplicou os procedimentos de 
auditoria na extensão julgada necessária e não encontrou fatos que implicassem modificação 
de opinião. Entretanto, a administração responsável pelo período de janeiro a maio negou-se 
a fornecer representação formal, declarando que haviam sido fornecidas todas as informações 
e permitidos os acessos necessários, bem como que todas as transações tinham sido 
registradas e estavam refletidas nas demonstrações contábeis. 
Na situação hipotética 3A7-I, o relatório de auditoria, conforme as normas de auditoria 
vigentes, deverá ser registrado com 
A) opinião adversa. 
B) opinião não modificada. 
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 64 
C) abstenção de opinião. 
D) opinião com ressalva. 
E) opinião limpa e parágrafo de ênfase. 
Comentários: 
Vejamos a NBC TA 580: 
“Representações formais sobre as responsabilidades da administração: 
20.O auditor deve abster-se de emitir opinião no relatório sobre as demonstrações contábeisem 
conformidade com a NBC TA 705 se (ver A26 e A27): 
A) o auditor concluir que há dúvida suficiente a respeito da integridade da administração, de 
tal modo que as representações formais exigidas pelos itens 10 e 11 não sejam confiáveis; ou 
B) a administração não fornecer as representações formais exigidas pelos itens 10 e 11”. 
Gabarito: C 
Pessoal, concluímos nossa Aula. Seguem as questões que comentamos na aula, seguidas do 
gabarito. 
Muito obrigado pela confiança, abraços e bons estudos. 
Claudenir 
 
 
 
QUESTÕES COMENTADAS DURANTE A AULA 
1. (FGV/SEFIN-RO/2018) Ao auditar uma sociedade empresária, o auditor independente 
concluiu que os estoques estão superavaliados. A distorção é considerada relevante, no entanto 
não é generalizada para as demonstrações contábeis. Nesse caso, o auditor independente deve 
emitir um relatório com 
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 65 
A) opinião sem ressalva. 
B) opinião com ressalva. 
C) opinião adversa. 
D) abstenção de opinião. 
E) parágrafo de ênfase. 
2. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) Caso não consiga obter evidência apropriada e suficiente para 
assegurar a existência física de saldo inicial de estoques, o auditor deve, no que se refere ao 
desempenho e aos fluxos de caixa, fazer constar no relatório as expressões 
A) opinião com ressalva ou opinião adversa. 
B) opinião sem ressalva ou opinião adversa. 
C) opinião com ressalva ou abstenção de opinião. 
D) opinião sem ressalva ou abstenção de opinião. 
E) opinião adversa ou abstenção de opinião. 
3. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) Opinião adversa aplica-se 
A) quando a obtenção de auditoria apropriada e suficiente for possível. 
B) às demonstrações contábeis que apresentam distorções relevantes, mas não generalizadas. 
C) às demonstrações contábeis que apresentam distorções relevantes e generalizadas. 
D) às demonstrações contábeis que apresentam distorções generalizadas, mas não relevantes. 
E) quando a obtenção de evidência de auditoria apropriada e suficiente for impossível. 
4. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) Denominam-se efeitos generalizados de distorções nas 
demonstrações financeiras os efeitos que 
A) são secundários para o entendimento dos usuários quanto às divulgações. 
B) apresentam divergência em um grupo específico de contas do ativo. 
C) decorrem de ausência de evidências apropriadas para transações específicas da receita. 
D) são restritos a uma parte das demonstrações e as afetam de maneira superficial. 
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E) se encontram disseminados em vários elementos, contas ou itens da demonstração financeira. 
5. (CESPE/SEFAZ-RS/2018) No relatório de auditoria, o parágrafo de ênfase deve ser incluído 
quando o auditor 
A) identificar limitação do escopo na fase de execução ou planejamento da auditoria. 
B) emitir opinião adversa ou abstiver-se de emitir opinião em função das evidências. 
C) considerar necessário complementar as informações da nota explicativa. 
D) identificar distorção relevante e generalizada nas demonstrações financeiras. 
E) estiver satisfeito com seu trabalho e não identificar qualquer limitação a ele. 
6. (CESPE/STM/2018) À luz das Normas Brasileiras de Contabilidade do Conselho Federal de 
Contabilidade que tratam do auditor independente e da auditoria independente de informação 
contábil histórica, julgue o item subsequente. O relatório do auditor deve conter seção em que 
fiquem registradas as suas responsabilidades, indicando, entre outros, que o termo segurança 
razoável não significa que auditoria executada segundo as normas irá sempre detectar distorção 
relevante. 
 
7. (CESPE/TCE-MG/2018) O auditor independente que, ao realizar trabalho de asseguração 
em determinada entidade, verificar que os efeitos ou possíveis efeitos de distorções são 
relevantes, mas não generalizados, deverá emitir conclusão 
A) com ressalvas. 
B) pela abstenção. 
C) adversa. 
D) favorável. 
E) pela retirada do trabalho. 
8. (CESPE/TCE-MG/2018) Se determinado auditor examinar demonstrações contábeis que, 
em sua opinião, não atinjam uma apresentação adequada, embora estejam de acordo com os 
requisitos de apresentação das normas técnicas, ele deverá 
A) ignorar a forma de apresentação. 
B) abster-se de emitir sua opinião. 
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C) expressar opinião não modificada. 
D) concluir pela existência de distorções relevantes. 
E) consultar a administração da entidade e, se necessário, modificar sua opinião. 
9. (CESPE/TCU/2015) Julgue o item, acerca das normas técnicas de auditoria. Situação 
hipotética: Um auditor independente verificou que as taxas de depreciação utilizadas por uma 
empresa foram calculadas pelo método das somas dos dígitos. Além disso, o auditor verificou 
que tal procedimento diferia daquele realizado no último exercício, quando foi adotado o 
método das quotas constantes, sem evidenciar em notas explicativas. Assertiva: Diante desses 
fatos, por se tratar apenas de uma mudança de política contábil, a conduta adequada do auditor 
independente seria considerar como não relevante a alteração descrita. 
 
10. (CESPE/TCU/2015) Julgue o item, acerca das normas técnicas de auditoria. Ao emitir 
parecer com abstenção de opinião para as demonstrações contábeis de uma entidade, o auditor 
não estará isento da responsabilidade de mencionar, no parecer, qualquer desvio que possa 
influenciar a decisão do usuário das demonstrações, independentemente da relevância ou da 
materialidade desse desvio. 
 
11. (CESPE/FUB/2015) Relativamente às normas internacionais para o exercício profissional 
da auditoria, julgue o item que se segue. O auditor, ao conferir a regularidade da execução do 
objeto examinado, deve manter atitude profissional alerta e questionadora quando deparar com 
não conformidades formais dos processos e emitir opinião adversa sobre a exatidão da 
documentação obtida. 
 
12. (CESPE/TCE-RN/2015) No que se refere às normas e procedimento de auditorias, julgue o 
seguinte item. Na impossibilidade de emissão de parecer com ressalva, é facultado ao auditor 
emitir parecer adverso caso verifique que as demonstrações contábeis estejam incompletas. 
 
13. (CESPE/TCE-RN/2015) De acordo com as normas técnicas de auditoria estabelecidas nas 
normas brasileiras de contabilidade (NBC–TA), julgue o item seguinte. Se o auditor não obtiver 
evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluir que inexistem distorções relevantes 
nas demonstrações contábeis tomadas em conjunto, ele não deverá modificar sua opinião no 
relatório de auditoria. 
 
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14. (CESPE/CGE-PI/2015) Com relação a elaboração, divulgação, auditoria de relatórios 
contábil-financeiros e trabalhos de auditoria independente em geral, julgue o item que se segue. 
Se um auditor independente constatar que, após o trabalho ter sido aceito, o objeto não é 
apropriado para o trabalho de asseguração, ele deverá emitir uma conclusão com ressalvas, 
independentemente de quão relevante lhe parecer o fato. 
 
15. (CESPE/ANAC/2012) Tendo em vista que os objetivos de uma auditoria somente podem 
ser alcançados mediante o planejamento cuidadoso dos trabalhos, julgue o item subsequente. 
Se os procedimentos contábeis de determinada entidade não atenderem aos princípios 
fundamentais de contabilidade, o auditor que atuar sobre essa entidade estará obrigadoa emitir 
parecer de auditoria adverso. 
16. (CESPE/ANAC/2012) Julgue o próximo item, referente à execução dos trabalhos de 
auditoria e à formação da opinião do auditor. O parecer de auditoria deve mencionar 
expressamente as responsabilidades do próprio auditor quanto à auditoria realizada, bem como 
as responsabilidades da administração da entidade auditada. 
 
17. (FGV/ISS-Cuiabá/2016) A Cia. W é auditada pelo auditor independente João. A Cia. W 
publicou suas demonstrações contábeis, em 05/03/2016, com relatório sem ressalva assinado 
por João. Em 10/03/2016, João tomou conhecimento de que o principal cliente da Cia. W havia 
pedido concordata em dezembro e não pagaria sua dívida. João discutiu o assunto com a 
administração da Cia. W e determinou que as demonstrações fossem alteradas, o que foi feito. 
Assinale a opção que indica o procedimento de João em seu relatório reemitido. 
A) Manter o relatório sem ressalva. 
B) Adicionar um parágrafo de ênfase. 
C) Adicionar uma ressalva em relação à concordata do cliente. 
D) Adicionar uma ressalva em relação à omissão da informação pela Cia W. 
E) Abster-se de dar uma opinião. 
18. (FGV/ISS-Cuiabá/2014) Em 31/12/2013, uma empresa de patrimônio líquido de R$ 
400.000,00 possuía financiamentos no valor de R$ 500.000,00. Estes tinham como data de 
vencimento 31/12/2012, mas a empresa não tinha saldo para pagar os financiamentos e não 
conseguiu renegociá-los. Por isso, estava considerando declarar falência. As notas explicativas e 
as demonstrações contábeis não refletiam a incerteza em relação à capacidade de 
funcionamento da empresa. Na data, o auditor deve: 
A) apresentar um relatório com opinião com ressalva; 
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B) apresentar um relatório com opinião adversa; 
C) expressar uma opinião sem ressalvas e incluir um parágrafo de ênfase em seu relatório; 
D) abster-se de emitir sua opinião; 
E) denunciar a empresa ao órgão regulador. 
19. (FGV/CGE-MA-Auditor/2014) A respeito da Auditoria Independente, analise as afirmativas 
a seguir. 
I. A opinião do auditor expressa se as demonstrações contábeis estão apresentadas 
adequadamente, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com a estrutura de 
relatório financeiro. 
II. A auditoria conduzida em conformidade com as normas de auditoria e as exigências éticas 
relevantes capacita o auditor a formar opinião sobre as demonstrações contábeis. 
III. A auditoria em conformidade com as normas de auditoria é conduzida com base na premissa 
de que a administração e, quando apropriado, os responsáveis pela governança têm 
conhecimento de certas responsabilidades que são fundamentais para a condução da auditoria. 
Assinale: 
A) se somente a afirmativa I estiver correta. 
B) se somente a afirmativa II estiver correta. 
C) se somente as afirmativas I e III estiverem corretas. 
D) se somente as afirmativas II e III estiverem corretas. 
E) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
20. (FGV/MPE-MS/2013) Leia o fragmento a seguir. “Salvo declaração em contrário, entende-
se que o auditor considera satisfatórios os elementos contidos nas demonstrações contábeis 
examinadas e nas exposições informativas constantes das notas que as acompanham.” O 
fragmento é relativo 
A) a um parecer. 
B) à execução do trabalho. 
C) ao papel de trabalho. 
D) à pessoa do auditor. 
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E) a um programa de auditoria. 
21. (FGV/ALEMA-Orçamento/2013)O tipo de parecer de auditoria que se refere à opinião do 
auditorsobre os valores apresentados pelas demonstrações contábeisauditadas e que expressa 
um procedimento de classificação derecebíveis, não refletiu com precisão, de acordo com os 
princípiosde contabilidade, a posição patrimonial, mas não representa umerro significativo a 
ponto de distorcer os valores dos resultadosapresentados.Esse tipo de parecer é denominado 
A) adverso. 
B) negativa de opinião. 
C) abstenção de opinião. 
D) com ressalva. 
E) sem ressalva. 
22. (FGV/Hemocentro-SP/2013) O trabalho de auditoria concluiu que as demonstrações 
contábeis consolidadas não representaram adequadamente a situação patrimonial, econômica e 
financeira da entidade controladora auditada, por deixar de contemplar os demonstrativos de 
uma de suas controladas com a qual mantém operações e apresenta saldos não realizados de 
lucros e de estoques. Essa conclusão resultou na emissão de um parecer: 
A) com ressalva relevante; 
B) com ressalva simples; 
C) não modificado; 
D) adverso; 
E) abstenção de opinião. 
23. (FGV/SEFAZ-RJ-ACI/2011) Qual das situações abaixo impede que o auditor emita um 
parecer sem ressalva? 
A) O auditado efetuar os ajustes recomendados pelo auditor. 
B) Chance remota de determinado ativo não ser realizado. 
C) Incapacidade de a entidade auditada continuar suas operações. 
D) Discordância junto à administração quanto a procedimentos contábeis de efeitos relevantes nas 
demonstrações. 
E) Ausência de limitação da extensão do seu trabalho. 
 
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24. (FGV/SEFAZ-RJ-ACI/2011) Quando houver uma limitação no escopo do trabalho do 
auditor provocado pela entidade auditada, o parecer deverá ser emitido na(s) modalidade(s) 
A) adverso ou com abstenção de opinião. 
B) sem ressalvas. 
C) com parágrafo de ênfase. 
D) adverso ou com ressalva. 
E) com ressalva ou com abstenção de opinião. 
25. (FGV/SEFAZ-RJ-ACI/2011) O auditor, durante a aplicação dos testes, identificou a 
existência de fraudes envolvendo montante significativo, situação que, se não fosse ajustada, 
demandaria a emissão de parecer adverso. Após reunião com os gestores, recebeu as 
demonstrações contábeis devidamente ajustadas, tendo sido acatadas todas as recomendações 
que havia feito. Nesse caso, o parecer a ser emitido é 
A) sem ressalva. 
B) com ressalva ou com parágrafo de ênfase. 
C) adverso ou com ressalva. 
D) com abstenção de opinião ou com ressalva. 
E) com limitação de opinião ou adverso. 
26. (FGV/SAD-PE/2009) O auditor identificou um fato devidamente comprovado, que 
envolveria incerteza não adequadamente demonstrada nos balanços ou em notas explicativas. 
Nesse caso, o parecer emitido pelo auditor será: 
A) com abstenção de opinião ou adverso. 
B) regular com ressalvas ou regular pleno. 
C) com ressalvas ou adverso. 
D) irregular ou com ressalvas. 
E) com opinião negativa ou absoluto. 
27. (FGV/TCM-RJ/2008) Durante a aplicação dos testes substantivos, o auditor detectou que o 
(sub) grupo intangível apresentava valor significativo (relevante). Assim, com o intuito de validar 
esse item, solicitou o laudo de avaliação, que sustentou o valor apresentado no balanço 
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patrimonial. Após aplicação dos procedimentos de inspeção e cálculo, concluiu que o valor 
lançado estava superavaliado. Tendo informado o fato à administração da auditada, recebeu a 
resposta de que ela não estaria disposta a corrigir. Em relação aos pareceres que poderiam ser 
emitidos nesse caso, tendo em vista a discordância entre auditor e auditada e considerando que 
não houve limitação no escopo dos trabalhos, consoante o CFC (Resolução 830 de 1998 e 
Resolução 953 de 2003), assinale a alternativa correta. 
A) sem ressalvas, uma vez que o lançamento do intangível no balanço não é obrigatório 
B) com abstenção de opinião ou com ressalvas 
C) com ressalvas, adverso ou comabstenção de opinião 
D) sem ressalvas, adverso, com abstenção de opinião e com ressalvas 
E) adverso ou com ressalvas 
28. (FGV/SEFAZ-RJ-AFRE/2008) A auditoria independente de demonstrações contábeis 
objetiva validar e certificar a adequação dessas demonstrações em face das normas brasileiras 
de contabilidade e das práticas contábeis em vigor no Brasil. Para que tenha condições de 
certificar as informações apresentadas, o auditor aplica dois grandes conjuntos de testes: os 
testes de observância (ou aderência) e os testes substantivos. Os primeiros objetivam verificar a 
existência, efetividade, adequação e confiabilidade do controle interno da empresa, com vistas a 
determinar, em um segundo momento, o volume de testes substantivos a serem aplicados nas 
diversas áreas a serem testadas. Os testes substantivos compreendem duas categorias: os de 
transações e saldos e os procedimentos de revisão analítica. Os testes de observância, como o 
próprio nome evidencia, buscarão validar se as transações contabilizadas de fato ocorreram (em 
determinadas situações, as empresas registram operações fictícias, sem suporte documental, 
com o objetivo de mascarar determinada evidência ou apresentar uma situação diferente da 
real) e se os saldos correspondem à realidade. Já a revisão analítica compreende um conjunto de 
índices e indicadores que funcionam como sinal de alerta para o auditor. Ao final dos trabalhos, 
o auditor evidenciará sua opinião em um documento denominado "parecer de auditoria". Nele, 
caso opte pela modalidade "sem ressalvas", é correto afirmar que: 
A) serve como garantia de viabilidade futura. Ou seja, constando ou não um parágrafo de ênfase, a 
empresa deverá continuar a operar normalmente por, pelo menos, mais um exercício. 
B) o trabalho de auditoria foi bem realizado, tendo sido todos os procedimentos listados no 
planejamento efetivamente executados. 
C) não se detectaram impropriedades relevantes ou, em caso afirmativo, elas foram 
adequadamente ajustadas nas demonstrações. 
D) houve limitações significativas no escopo do trabalho. 
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E) a administração da entidade auditada atuou de forma eficiente e eficaz, tendo optado, na maior 
parte do tempo, por decisões mais acertadas. 
29. (FCC/TCE-CE/2015) Na auditoria das demonstrações contábeis do exercício de 2014 da 
Companhia de Distribuição de Águas e Limpeza de Mananciais do Estado, o auditor constatou 
diversas distorções. Tendo o auditor obtido evidência de auditoria apropriada e suficiente, 
concluiu que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes, mas não 
generalizadas nas demonstrações contábeis. Nestas condições, de acordo com as Normas de 
Auditoria NBC TAs, deve o auditor: 
A) expressar uma opinião com ressalva. 
B) considerar as demonstrações contábeis irregulares. 
C) expressar uma opinião adversa. 
D) considerar as demonstrações contábeis regulares, com ressalvas. 
E) expressar uma opinião sem ressalva, mas com recomendação. 
 
30. (FCC/CNMP/2015) Na realização dos trabalhos de auditoria das demonstrações contábeis 
do exercício de 2014 da Indústria de Calças e Camisas do Sul S/A, o auditor não conseguiu obter 
evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas concluiu que os 
possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis 
poderiam ser relevantes, mas não generalizados. Nestas condições, o auditor deve: 
A) considerar as demonstrações contábeis irregulares. 
B) expressar uma opinião, com ressalvas. 
C) expressar uma opinião sem ressalvas, apenas para os itens examinados. 
D) comunicar ao conselho fiscal da empresa e adotar novos procedimentos de auditoria. 
E) abster-se de expressar uma opinião. 
 
31. (FCC/ICMS-PI/2015) O auditor, quando, não consegue obter evidência de auditoria 
apropriada e suficiente para suportar sua opinião, concluindo que os possíveis efeitos de 
distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis poderiam ser 
relevantes e generalizadas, deverá expressar sua opinião por meio de 
A) Relatório com Abstenção de opinião. 
B) Certificado de Regularidade com Ressalva. 
C) Parecer Adverso. 
D) Parecer Limpo com parágrafo de ênfase. 
E) Certificado de Regularidade. 
 
32. (FCC/TCM-GO/2015) O auditor, quando obtida evidência de auditoria apropriada e 
suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, são relevantes e 
generalizadas para as demonstrações contábeis, deve expressar-se por meio de: 
A) opinião adversa. 
B) opinião sem ressalva. 
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C) renúncia do trabalho. 
D) opinião com parágrafo de ênfase. 
E) abstenção de opinião. 
 
33. (FCC/Sefaz-PE/2014) O relatório do auditor independente sobre as demonstrações 
contábeis deve especificar que a auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e 
internacionais de auditoria. O relatório deve explicar, também, que essas normas requerem o 
cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que: 
A) os procedimentos de auditoria sejam elaborados com o objetivo de solucionar e prevenir 
fraudes e erros; 
B) o programa de auditoria seja aprovado pela administração da entidade; 
C) a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as 
demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante; 
D) a aprovação e a divulgação das demonstrações contábeis sejam de responsabilidade do 
sistema de controle interno da entidade; 
E) a avaliação do controle interno seja executada pela auditoria interna. 
34. (FCC/Sefaz-PE/2014) Bartolomeu Guimarães, auditor independente, na realização de 
auditoria das demonstrações contábeis da empresa Baratão do Norte S/A, tendo obtido 
evidências de auditoria apropriadas e suficientes, concluiu que as distorções detectadas, 
individualmente ou em conjunto, são relevantes e generalizadas para as demonstrações 
contábeis. Nestas condições, o auditor deve: 
A) emitir uma opinião adversa; 
B) emitir uma opinião sem ressalva; 
C) emitir uma opinião com ressalvas; 
D) abster-se de opinar; 
E) emitir uma opinião pela irregularidade. 
35. (FCC/TCE-RS/2014) Nas circunstâncias em que o auditor, tendo obtido evidência de 
auditoria apropriada e suficiente, conclui que as distorções, individualmente ou em conjunto, 
são relevantes, mas não generalizadas nas demonstrações contábeis; ou, não consegue obter 
evidência apropriada e suficiente de auditoria para suportar sua opinião, mas conclui que os 
possíveis efeitos de distorções não detectadas, se houver, sobre as demonstrações contábeis 
poderiam ser relevantes, mas não generalizados, sua opinião a ser expressada, no parecer ou 
relatório de auditoria, deve ser: 
A) com ênfase; 
B) com abstenção; 
C) com ressalva; 
D) adversa; 
E) limpa. 
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36. (FCC/TCE-RS/2014) Durante a realização do seu trabalho, o auditor não conseguiu obter 
segurança razoável relativa às informações nem emitir opinião com ressalva. Nesse caso, o 
auditor deve: 
A) abster de emitir opinião ou renunciar ao trabalho, se possível; 
B) aumentar o tamanho da amostragem; 
C) convocar reunião com os administradores da instituição auditada; 
D) solicitar reforço para sua equipe de auditoria; 
E) trancar a auditoria 
 
37. (Cetro/ISS-SP/2014) Um Auditor Independente foi contratado para realizar os 
procedimentos de Auditoria depois do dia 31/12/2013, não acompanhando, portanto, a 
contagem física do estoque no início e no final do período e, por isso, nãofoi possível se 
satisfazer, por meios alternativos, quanto às quantidades em estoque registradas no balanço ao 
início e ao final do período. Ao final desse período, também não conseguiu confirmar ou verificar 
os saldos existentes em Duplicatas a Receber devido a problemas no sistema de controle interno 
da empresa, que não foram sanados pela administração até a data do relatório da Auditoria, 
fazendo com que não fosse possível verificar a necessidade de ajustes em relação aos Estoques e 
às Duplicatas a Receber, bem como nos elementos componentes da demonstração do resultado, 
das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, sendo que esses dois elementos 
representavam 70% do total do ativo da empresa. Com base nos dados apresentados, é correto 
afirmar que o Relatório dos Auditores Independentes deverá ser emitido: 
A) com abstenção de opinião; 
B) com ressalva; 
C) sem ressalva; 
D) com parágrafo de ênfase; 
E) com opinião adversa. 
38. (FCC/Aslepe/2014) Quando o auditor conclui que as demonstrações contábeis são 
elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a estrutura de relatório financeiro 
aplicável, deverá expressar uma opinião: 
A) idônea; 
B) conclusiva; 
C) favorável 
D) não modificada; 
E) modificada. 
39. (FCC/TRT-12/2013) Quando o auditor encontra evidência relevante, mas não generalizada, 
deve emitir uma opinião: 
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A) adversa; 
B) com abstenção; 
C) inconclusiva; 
D) com ressalva; 
E) relativizada. 
40. (ESAF/AFRFB/2012) O auditor externo da empresa Mutação S.A., para o exercício de 2011, 
identificou, nas demonstrações contábeis de 2010, divergências que o levam a formar opinião 
diferente da expressa pelo auditor anterior. Nesse caso, deve o auditor externo: 
A) eximir-se de emitir opinião sobre as demonstrações contábeis do ano de 2010, 
expressando opinião somente sobre a demonstração contábil de 2011; 
B) divulgar, em um parágrafo de outros assuntos no relatório de auditoria, as razões 
substanciais para a opinião diferente; 
C) exigir da empresa a republicação das demonstrações contábeis de 2010, com o relatório 
de auditoria retificado; 
D) emitir obrigatoriamente um relatório de auditoria, com opinião modificada, abstendo-se 
de opinar sobre as demonstrações contábeis de 2010; 
E) comunicar aos órgãos de supervisão o fato, ressalvando o relatório de auditoria dos anos 
de 2011 e 2010. 
 
41. (ESAF/AFRFB/2012) Não é uma condição de exigência para que o auditor independente 
inclua um parágrafo de ênfase em seu relatório. 
A) A incerteza com relação à continuidade operacional da empresa auditada. 
B) A auditoria realizada para propósitos especiais. 
C) As contingências relevantes e de grande monta, decorrentes de processos trabalhistas 
provisionadas e em discussão. 
D) As diferenças entre práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS. 
E) A elaboração da Demonstração do Valor Adicionado. 
42. (FCC/ISS-SP/2012) A empresa exportatudo S.A. tem em suas operações instrumentos 
financeiros derivativos de hedge de moeda para cobertura de sua exposição cambial. Apesar de 
enquadrar-se na condição para contabilização pelo método de hedge accountingnão o aplica. 
Dessa forma, deve o auditor externo: 
A) ressalvar e enfatizar, no relatório de auditoria, os efeitos que o referido procedimento 
causa às demonstrações financeiras auditadas; 
B) verificar se o procedimento está divulgado em nota explicativa e emitir relatório de 
auditoria sem ressalva, uma vez que esse procedimento é opcional; 
C) avaliar o impacto e verificar se o procedimento afeta representativamente o resultado, 
ressalvando o relatório de auditoria; 
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D) emitir relatório de auditoria, condicionando sua avaliação aos reflexos que o referido 
procedimento causaria às demonstrações contábeis; 
E) abster-se de emitir opinião em virtude da relevância que o procedimento causa nas 
demonstrações contábeis das empresas de forma geral. 
 
43. (FCC/ISS-SP/2012) A empresa Terceserv S.A. possui prejuízos fiscais decorrentes de 
resultados negativos apurados nos últimos dois anos no valor de R$1.000.000,00. Opera em 
Mercado extremamente competitivo e não há por parte da administração expectativa de 
obtenção de lucros nos próximos cinco anos. A empresa aposta na qualidade dos serviços 
prestados para superar a concorrência e começar a gerar lucro. Como não há prescrição do 
crédito tributário, a empresa constituiu provisão ativa para reconhecimento do crédito. Nesse 
caso, o auditor externo deve: 
A) ressalvar o relatório de auditoria, mesmo que o valor seja irrelevante, uma vez que a 
empresa infringe regra contábil e fiscal; 
B) abster-se de emitir o relatório de auditoria, em virtude de não atender aos 
pronunciamentos contábeisVigentes; 
C) solicitar que a empresa reverta o lançamento, caso a empresa não atenda ressalvar o 
relatório de auditoria; 
D) manter o lançamento, uma vez que o crédito é devido, e emitir relatório de auditoria 
sem ressalva ou ênfase; 
E) recomendar que seja apropriado parte para o resultado do período, uma vez que o 
benefício já é devido, e emitir relatório de auditoria sem ressalva. 
 
44. (FCC/TCE-SP/2012) – Segundo a NBC TA 705, que trata da opinião do auditor 
independente, caso as demonstrações contábeis apresentem distorções relevantes que, no 
julgamento do auditor, estão disseminadas em vários elementos, contas ou itens das 
demonstrações financeiras, esse profissional deve emitir um relatório: 
A) padrão; 
B) com ressalva; 
C) com opinião adversa; 
D) com abstenção de opinião; 
E) sem ressalva. 
45. (CESPE/TCE/TO/2009) O parecer dos auditores independentes é o documento mediante o 
qual os mesmos expressam sua opinião acerca das demonstrações contábeis nele indicadas. 
Acerca desse assunto, assinale a opção correta. 
A) Por meio do parecer, o auditor assume responsabilidade de ordem privada, de natureza 
estritamente contratual. 
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B) O parecer deve ser assinado por contador ou técnico de contabilidade regularmente 
registrado em CRC. 
C) A data do parecer deve corresponder a das demonstrações que tenham sido auditadas. 
D) O auditor, mesmo abstendo-se de emitir opinião a respeito das demonstrações, é 
responsável por mencionar qualquer desvio relevante que possa influenciar a decisão do 
usuário das informações. 
E) Em caso de incerteza acerca de fato relevante, o auditor deve abster-se de opinar, desde 
que haja nota explicativa da administração relacionada ao fato. 
 
46. (Cesgranrio/Petrobras/2011) Todos os procedimentos de auditoria executados, as 
evidências colhidas e os pontos observados irão convergir para a emissão do relatório final de 
auditoria. Antes do fechamento desse relatório, o auditor deve: 
A) divulgar os pontos observados para toda a companhia com suas devidas recomendações, 
ouvindo a opinião de cada funcionário e assim finalizar o relatório após todas as ponderações; 
B) apresentar os pontos observados para os gestores responsáveis pelos processos 
auditados e realizar as ponderações finais junto aos gestores e à alta administração da 
empresa; 
C) verificar os relatórios de auditoria dos últimos cinco exercícios e ter a certeza de que 
nenhum ponto ou recomendação serão repetidos; 
D) examinar a legislação aplicável aos processos auditados, verificando a adequação de 
cada procedimento de auditoria; 
E) eliminar do relatório os pontos que possam comprometer a empresa, ocasionando 
sanções e multas junto aos órgãos fiscalizadores. 
47. (FCC/TRF-1/2011)Noprocesso de auditoria, para emissão de relatório, deve-se obter 
A) documentação mínima que suporte o processo de auditoria independente, sem a necessidade 
de confirmação da fidedignidade dos documentos, ainda que haja indícios de fraude. 
B) confirmação dos eventos, dentro do processo de revisão analítica, limitando-se a revisão dos 
documentos selecionados por amostra estatística, independentemente do nível de risco oferecido. 
C) evidência de auditoria apropriada e suficiente para a redução do risco de auditoria a um nível 
aceitável baixo. 
D) confirmação de que as demonstrações contábeis não apresentam quaisquer níveis de fraude ou 
erro. 
E) confirmação do risco inerente da entidade, que é igual para todas as classes relacionadas de 
transações apresentadas nas demonstrações contábeis. 
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48. (FCC/TRT-4/2011)O processo de auditoria e a emissão de relatório de auditoria sem 
ressalva 
A) não isenta o administrador e os agentes de governança das responsabilidades legais e 
normativas. 
B) divide a responsabilidade pelas demonstrações contábeis com os administradores e transfere a 
responsabilidade de eventuais fraudes não constatadas, para a firma de auditoria. 
C) exime da responsabilidade os administradores e a diretoria executiva da empresa, dividindo as 
responsabilidades com os agentes de governança. 
D) não elimina a possibilidade de erros materiais e de distorções relevantes nas demonstrações 
contábeis. 
E) elimina a responsabilidade dos agentes de governança das responsabilidades legais e 
normativas. 
49. (FCC/Nossa Caixa/2011)Quando ocorrer incerteza quanto a fato relevante, cujo desfecho 
poderá afetar significativamente a posição patrimonial e financeira da entidade, mas que foi 
mencionado nas notas explicativas às demonstrações contábeis, o auditor deve 
A) emitir parecer adverso. 
B) adicionar parágrafo de ênfase em seu parecer sem ressalva. 
C) emitir parecer com abstenção de opinião. 
D) não emitir o parecer até ter maiores informações sobre o assunto. 
E) emitir parecer com ressalva. 
50. (FCC/TCM-CE/2010) Uma opinião modificada dos auditores independentes, segundo a 
natureza da opinião que contém, pode ser do tipo 
A) negativa, positiva, limpa ou contrária. 
B) com ressalva, com abstenção de opinião ou adversa. 
C) com abstenção de avaliação de provas, limpa, com ressalva ou sem ressalva. 
D) generalizada ou contrária. 
E) sem ressalva, pericial contábil ou adversa. 
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51. (ESAF/SUSEP/2010)O auditor externo, ao avaliar as demonstrações contábeis da empresa 
Evolution S.A., identificou que a empresa está discutindo a similaridade de seus produtos com 
produtos de concorrentes que possuem isenção de tributação. A empresa não vem recolhendo o 
referido tributo há mais de 5 anos e o valor relativo a essa contingência é significativo. Caso a 
decisão vier a ser contrária à empresa, a mesma entrará em processo de descontinuidade. A 
decisão deve ter seu mérito julgado em quatro anos. Dessa forma deve o auditor emitir parecer 
(opinião): 
A) negativa de opinião, por não poder firmar opinião sobre as demonstrações contábeis. 
B) com ressalva, evidenciando o fato como restritivo às demonstrações contábeis. 
C) adverso, por não permitir avaliar as demonstrações contábeis. 
D) sem ressalva, visto que há incerteza no desdobramento da causa. 
E) sem ressalva, com introdução de parágrafo de ênfase fazendo referência à nota explicativa que 
deve descrever detalhadamente o evento. 
52. (ESAF/AFRF/2009)Na emissão de parecer (opinião) com abstenção de opinião para as 
demonstrações contábeis de uma entidade, pode-se afirmar que: 
A) elimina a responsabilidade do auditor de emitir qualquer parecer devendo este comunicar à 
administração da empresa da suspensão dos trabalhos. 
B) não suprime a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer desvio, 
independente da relevância ou materialidade, que possa influenciar a decisão do usuário dessas 
demonstrações. 
C) exclui a responsabilidade do auditor de se manifestar sob qualquer aspecto das demonstrações. 
D) não elimina a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer desvio relevante 
que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações. 
E) extingue a responsabilidade do auditor de mencionar, no parecer, qualquer desvio relevante 
que possa influenciar a decisão do usuário dessas demonstrações. 
53. (ESAF/AFRF/2009)A empresa de Transportes S.A. é uma empresa que tem seus registros 
contábeis e procedimentos estabelecidos por agência de fiscalização. A agência estabeleceu 
procedimento para registro das concessões que diverge significativamente, do procedimento 
estabelecido pelo Conselho Federal de Contabilidade. Nessa situação, deve o auditor emitir 
parecer (opinião): 
A) sem abstenção de opinião. 
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B) adverso. 
C) com ressalva. 
D) sem ressalva, mas evidenciando em nota explicativa a divergência. 
E) com abstenção de opinião. 
54. (ESAF/SEFAZ-SP/2009)Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas da 
seguinte frase: "O auditor deve emitir parecer (opinião) ______(1)______ quando verificar que 
as demonstrações contábeis estão incorretas ou incompletas, em tal magnitude que 
impossibilite a emissão do parecer (opinião) ______ (2)______." 
A) (1) com ressalva // (2) adverso 
B) (1) adverso // (2) com ressalva 
C) (1) com abstenção de opinião // (2) com ressalva 
D) (1) com abstenção de opinião // (2) adverso 
E) (1) adverso // (2) com abstenção de opinião 
55. (ESAF/Pref. Natal/2008)Não é um procedimento a ser aplicado pelo auditor na elaboração 
do parecer (relatório) de auditoria 
A) mencionar em parecer com abstenção de opinião qualquer desvio relevante que possam 
influenciar os usuários das demonstrações. 
B) emitir parecer adverso, quando verificar que as demonstrações contábeis estão incorretas ou 
incompletas. 
C) emitir parecer com ressalva ou com abstenção de opinião, quando houver limitação na extensão 
do trabalho. 
D) utilizar expressões como: exceto quanto, sujeito a, ou com exceção de. 
E) incluir todas as razões que fundamentaram a emissão de seu parecer com ressalva, adverso ou 
com negativa de opinião. 
56. (ESAF/Pref. Natal/2008)A empresa Energetill Ltda. é uma empresa de geração e 
transmissão de energia. O órgão regulador e fiscalizador, por meio de norma, determinou que 
parte de suas receitas sejam apropriadas pelo regime de caixa. Considerando somente os dados 
apresentados, deve o auditor emitir parecer (opinião): 
A) sem ressalva. 
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B) adverso. 
C) com ressalva. 
D) com limitação de extensão. 
E) com abstenção de opinião. 
57. (ESAF/Pref. Natal/2008)Com relação ao parecer (relatório) de auditoria, é verdadeiro 
afirmar que: 
A) quando aplicado o "parágrafo de ênfase", o parecer (relatório) qualifica-se como parecer 
(opinião) com ressalva. 
B) a expressão "exceto quanto" é utilizada para limitar a extensão do parecer (relatório) e qualificá-
lo como parecer (opinião) adverso. 
C) a não aplicação de princípios contábeis, sem avaliar a relevância na demonstração contábil, não 
é fator suficiente para emitir parecer com ressalva. 
D) a expressão "sujeito a" é utilizada para ressaltar a indefinição sobre algum aspecto da 
demonstração contábil emparecer com ressalva. 
E) o parecer com negativa de opinião deve ser emitido somente quando a empresa não tiver 
elaborado as demonstrações contábeis. 
58. (ESAF-adaptada/CGU/2008)De acordo com o CFC, o Relatório do Auditor Independente, 
segundo a natureza da opinião que contém, pode ser classificado das seguintes formas, exceto: 
A) opinião sem ressalva. 
B) opinião com ressalva. 
C) opinião irregular. 
D) opinião adverso. 
E) opinião com abstenção de opinião. 
59. (ESAF-adaptada/CGU/2006)O Relatório de Auditoria é o instrumento por meio do qual o 
auditor independente comunica sua conclusão acerca das demonstrações contábeis de uma 
entidade, tendo caráter comparativo às demonstrações contábeis referentes ao exercício 
anterior. Sobre o Relatório em comento, assinale a opção incorreta. 
A) A responsabilidade sobre a preparação e o conteúdo das demonstrações contábeis é do auditor 
independente. 
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B) A opinião expressada pelo auditor independente deve ser obrigatoriamente clara e objetiva. 
C) De maneira geral, o Relatório é destinado à diretoria da entidade, seu conselho de 
administração e/ou a seus acionistas. 
D) A data do Relatório deve corresponder à data da conclusão dos trabalhos na entidade auditada. 
E) O Relatório deve ser assinado por profissional com registro cadastral no Conselho Regional de 
Contabilidade. 
60. (ESAF-adaptada/CGU/2008) Segundo as Normas Brasileiras de Contabilidade, o Relatório 
emitido pelos Auditores Independentes pode receber as seguintes classificações, exceto, o 
A) opinião sem ressalva. 
B) opinião com ressalva. 
C) opinião com abstenção de opinião por limitação na extensão. 
D) opinião contrária. 
E) opinião adversa. 
61. (ESAF/CGU/2008) Quando o Auditor Independente verificar a existência de efeitos que, 
isolada ou conjugadamente, forem de tal relevância que comprometam o conjunto das 
demonstrações contábeis, deve emitir parecer (opinião) 
A) com abstenção de opinião por limitação na extensão. 
B) adversa. 
C) sem ressalva. 
D) com ressalva. 
E) com abstenção de opinião por incertezas. 
62. (ESAF/SEFAZ-MG/2005) Quanto ao tipo de parecer (opinião) a ser emitido sobre 
demonstrações contábeis, podemos afirmar que: 
A) demonstrações contábeis com quebra de uniformidade relevante na aplicação dos princípios 
contábeis geram parecer sem ressalva. 
B) trabalhos de auditoria, com limitação significativa imposta na extensão dos trabalhos geram 
parecer com ressalva. 
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C) demonstrações contábeis com não obediência a princípios contábeis irrelevantes, geram 
parecer com ressalva. 
D) demonstrações contábeis com não obediência a princípios contábeis relevantes geram parecer 
com ressalva. 
E) incertezas relevantes nas demonstrações contábeis geram parecer com abstenção de opinião. 
63. (ESAF/AFRF/2003) A empresa Restrição S.A. contratou empresa de auditoria 
independente somente para emitir opinião sobre seu Balanço Patrimonial. A empresa 
disponibilizou acesso ilimitado a todas as áreas da empresa, a todos os relatórios, registros, 
dados, informações e demais demonstrações contábeis, de forma a serem possíveis todos os 
procedimentos de auditoria. Assim, podemos classificar esta auditoria como sendo: 
A) uma limitação na extensão do trabalho. 
B) um trabalho de objetivo ilimitado. 
C) uma indeterminação na extensão do trabalho. 
D) um trabalho de objetivo limitado. 
E) uma restrição na extensão do trabalho. 
64. (ESAF/AFRF/2003) Dadas as situações a seguir, identifique, na respectiva ordem, quais os 
tipos de parecer (relatório) de auditoria mais adequados a cada situação: 
I. O auditor constatou que a empresa Alpha S.A. somente faturava parte de suas mercadorias 
vendidas e que boa parte das mercadorias compradas entravam sem documentação hábil. 
II. O auditor constatou que a empresa Beta S.A. não estava reconhecendo os juros e variações 
monetárias de seus contratos de financiamentos junto ao Banco Empresta Tudo S.A., efetuando 
a contabilização somente no pagamento do empréstimo. 
III. O auditor, ao executar os trabalhos na empresa Gama S.A., encontrou divergências no cálculo 
da provisão para contingências trabalhistas. Ao analisar a relevância dos números, percebeu que 
os mesmos não afetavam as demonstrações contábeis. 
IV. O auditor, ao avaliar as demonstrações financeiras da empresa Omega S.A., não conseguiu 
compor o saldo das contas de financiamentos concedidos, nem das contas de investimentos. 
A) com ressalva, adverso, abstenção de opinião e sem ressalva 
B) adverso, abstenção de opinião, sem ressalva e com ressalva 
C) adverso, com ressalva, sem ressalva e abstenção de opinião 
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D) abstenção de opinião, sem ressalva, com ressalva e adverso 
E) abstenção de opinião, com ressalva, sem ressalva e adverso 
65. (ESAF/AFRF/2003)O auditor, ao avaliar um empreendimento em fase pré-operacional, 
pode se confrontar com incertezas significativas, em razão dos gastos de instalação e das 
aquisições de ativos ainda não terem demonstrado sua capacidade de geração de lucros. Assim, 
o auditor, não deve considerar para decidir sobre a necessidade de modificar seu parecer (sua 
opinião): 
A) a adequação do capital de giro e disponibilidade de obtenção de capitais adicionais. 
B) o fluxo de caixa apresentado para o projeto. 
C) os eventos subsequentes à data do balanço. 
D) a competência e experiência da administração. 
E) a capacidade de realização de ativos, principalmente os de vida longa. 
66. (ESAF/Pref. Recife/2003)Em uma situação na qual a empresa está contestando 
judicialmente, certas incorreções no cálculo do imposto de renda, apontadas por auditoria 
realizada pela Secretaria da Receita Federal, que arbitrou para o ano das demonstrações 
financeiras objeto da auditoria, um valor expressivo e relevante. Por ser matéria passível de 
questionamento jurídico, e tratar-se de matéria conflitante, questionável e difícil de quantificar, 
sendo assim, a empresa não constituiu provisão para esse passivo contingente. De acordo com 
estas informações, indique qual tipo de parecer (opinião) que o auditor deve emitir. 
A) com ressalva 
B) sem ressalva 
C) parcial 
D) com abstenção de opinião 
E) adverso 
67. (ESAF/INSS/2002)O auditor, ao terminar seus trabalhos, conclui que as demonstrações 
contábeis estão comprometidas substancialmente. O tipo de opinião que o auditor deve emitir 
é: 
A) sem ressalva ou com abstenção de opinião. 
B) com ressalva ou com nota explicativa. 
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==13f046==
 
 
 
 
 86 
C) adverso ou com ressalva. 
D) com abstenção de opinião ou limpo. 
E) com limitação de opinião ou adverso. 
68. (ESAF/AFRF/2002) Após uma série de respostas de advogados da empresa auditada, o 
auditor segregou os processos judiciais movidos contra a empresa em três categorias de chance 
de insucesso, a saber: provável, possível e remota. Quando os processos forem classificados 
como prováveis, cujo efeito não possa ser razoavelmente estimado, o auditor deve emitir um 
parecer (uma opinião): 
A) sem ressalva 
B) com parágrafo de ênfase 
C) com ressalva 
D) adverso 
E) com abstenção 
69. (ESAF/AFRF/2002)Se o auditor independente concluir que uma determinada matéria, 
envolvendo incerteza relevante, não está adequadamente divulgada nas demonstrações 
contábeis, seu parecerdeve conter: 
A) parágrafo de ênfase ou ressalva. 
B) ressalva ou negativa de opinião. 
C) parágrafo de ênfase ou opinião adversa. 
D) ressalva ou opinião adversa. 
E) abstenção de opinião ou opinião adversa. 
 
70. (ESAF/AFRF/2002)O responsável pela auditoria independente do Grupo Niscau S/A 
deparou-se com a seguinte situação: ao requisitar os trabalhos de outros auditores de coligadas 
e controladas do Grupo Niscau, foi comunicado que os trabalhos desses outros auditores não 
seriam disponibilizados. Nesse caso, o procedimento a ser efetuado pelo auditor é 
A) emitir um parecer com ressalva. 
B) aplicar procedimentos adicionais suficientes. 
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 87 
C) emitir um parecer com abstenção de opinião. 
D) incluir um parágrafo de ênfase na opinião. 
E) justificar a limitação de escopo. 
71. (CESPE/ICMS-RS/2019)A empresa Ferragens S.A. mantém parte dos seus estoques 
guardada na empresa Armazéns S.A. Ao auditar os estoques da Ferragens S.A., o auditor 
independente constatou a necessidade de confirmação externa, porém a administração não 
permitiu o envio da solicitação de confirmação. 
Considerando-se essa situação hipotética e as normas vigentes de auditoria, é correto afirmar 
que o auditor deverá 
A) finalizar a realização do trabalho no momento da recusa da administração e emitir um 
relatório de auditoria com ressalvas. 
B) realizar procedimento de inspeção física na empresa Armazéns S.A., independentemente de 
autorização da empresa auditada. 
C) registrar os fatos nos papéis de trabalhos e emitir relatório de auditoria com abstenção de 
opinião em relação aos estoques. 
D) executar procedimentos alternativos de auditoria definidos para obter evidência de auditoria 
relevante e confiável. 
E) comunicar ao controle interno da empresa auditada que a ausência de informações será 
utilizada como evidência para encerrar o trabalho. 
 
72. (CESPE/ICMS-RS/2019) Assinale a opção que apresenta circunstância que justifique a 
inclusão de um parágrafo de ênfase no relatório de determinado auditor. 
A) sinistro em uma das unidades de armazenamento da empresa auditada que já tenha sido 
relatado em notas explicativas e que tenha ocasionado perda de estoques. 
B) apreensão, por autoridade governamental, de todos os registros contábeis objeto dos 
exames da auditoria, por tempo indeterminado. 
C) negativa, pela administração, de acesso aos relatórios de auditoria referentes a investimentos 
realizados em controlada e não consolidados nas demonstrações contábeis. 
D) ausência de registro a valor presente de parcela relevante da conta fornecedores, com 
consequente efeito generalizado nas demonstrações contábeis. 
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 88 
E) aplicação antecipada e sem autorização legal — já relatada em notas explicativas — de nova 
norma contábil, com efeito disseminado de forma generalizada nas demonstrações contábeis. 
 
73. (CESPE/ICMS-RS/2019) Considerando que, no relatório de auditoria, o auditor 
independente deve emitir opinião acerca da análise realizada das demonstrações contábeis, 
assinale a opção que apresenta situação que, encontrada durante auditoria independente em 
sociedade anônima, permita ao auditor manter o relatório de auditoria sem mudança de 
opinião. 
A) existência de nota explicativa às demonstrações financeiras que descreva incerteza 
relacionada ao resultado de ação judicial trabalhista movida contra a empresa auditada. 
B) avaliação de investimento relevante em sociedade controlada pelo custo histórico de 
aquisição. 
C) adoção do método de avaliação de estoques último que entra primeiro que sai (UEPS). 
D) impossibilidade de obtenção de evidência de auditoria acerca das contas a pagar e a receber 
da entidade examinada, com efeitos generalizados nas demonstrações financeiras. 
E) existência de registro de item de despesa como ativo, cujo impacto tenha sido considerado 
em parcela substancial das demonstrações financeiras. 
 
74. (CESPE/ICMS-RS/2019) 
Situação hipotética 3A7-I 
Determinada entidade, no exercício de 20X7, passou por duas gestões: uma no período de 
janeiro a maio, e a outra no restante do exercício financeiro. Na auditoria das demonstrações 
contábeis do exercício de 20X7, o auditor independente aplicou os procedimentos de 
auditoria na extensão julgada necessária e não encontrou fatos que implicassem modificação 
de opinião. Entretanto, a administração responsável pelo período de janeiro a maio negou-se 
a fornecer representação formal, declarando que haviam sido fornecidas todas as informações 
e permitidos os acessos necessários, bem como que todas as transações tinham sido 
registradas e estavam refletidas nas demonstrações contábeis. 
Na situação hipotética 3A7-I, o relatório de auditoria, conforme as normas de auditoria 
vigentes, deverá ser registrado com 
A) opinião adversa. 
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 89 
B) opinião não modificada. 
C) abstenção de opinião. 
D) opinião com ressalva. 
E) opinião limpa e parágrafo de ênfase. 
 
 
RESUMO DO PROF. CLAUDENIR 
1 - Os objetivos do auditorindependente são, basicamente, formaruma opiniãosobre as 
demonstrações contábeis objeto de análise, com base na avaliação das conclusões atingidas pelas 
evidências de auditoria obtidas e expressar claramente essa opiniãopor meio de um 
relatórioescrito, que também descreve a base para a referida opinião, denominado relatório de 
auditoria. 
2 - Como consequência das situações encontradas nos trabalhos de auditoria, o auditor 
independente poderá expressar os seguintes tipos de opinião: 
• opinião sem ressalva; 
• opinião com ressalva; 
• opinião adversa; e 
• opinião com abstenção de opinião. 
3 – Opinião não modificadaé a opinião expressa pelo auditor quando ele conclui que as 
demonstrações contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com a 
estrutura de relatório financeiro aplicável. 
4 - Opinião modificadacompreende "Opinião com ressalva", "Opinião adversa" ou "Abstenção de 
opinião" sobre as demonstrações contábeis. 
5 - Generalizado é o termo usado, no contexto de distorções, para descrever os efeitos (ou 
possíveis efeitos) de distorções sobre as demonstrações contábeis, que não são detectados devido 
à impossibilidade de se obter evidência de auditoria apropriada e suficiente. 
6 - O auditor deve modificar a opinião no seu relatório de auditoria se: 
A) concluir, com base em evidência de auditoria obtida, que as demonstrações contábeis como um 
todo apresentam distorções relevantes; ou 
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 90 
B) não conseguir obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluir se as 
demonstrações contábeis como um todo nãoapresentamdistorções relevantes 
 
 
7 - 
Natureza do assunto que 
gerou a modificação 
 
Julgamento do auditor sobre a disseminação de 
forma generalizada dos efeitos ou possíveis efeitos 
sobre as demonstrações contábeis 
 
Relevante, mas não 
generalizado 
 
Relevante e 
generalizado 
 
As demonstrações contábeis 
apresentam distorções 
relevantes 
 
Opinião com ressalva Opinião adversa 
 
Impossibilidade de obter 
evidência de auditoria 
apropriada e suficiente 
 
Opinião com ressalva Abstenção de opinião 
8 - Se o auditor concluir que existe incerteza relevante, ele deve chamar atenção no seu relatório 
para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeisou, se essas divulgações forem 
inadequadas, modificar a opinião. 
9 - As conclusõesdo auditor se baseiam na evidênciade auditoria obtida até a data do seu 
relatório. Contudo, eventos ou condições futuras podem fazer com que a entidade interrompa a 
sua continuidade operacional. 
10 - De acordo com a NBC TA 701, a comunicação dos principais assuntos de auditoria visa tornar 
o relatório de auditoria mais informativo, ao dar maior transparênciasobre a auditoria realizada; 
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fornece informações adicionaisaos usuários; e pode ajudar os usuários a entender a entidadee as 
áreas que envolveram julgamento significativo da administração nas demonstrações contábeis 
auditadas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Gabarito 
 
1 – B 19 – E 37 – A 55 – X 
2 – C 20 – A 38 – D 56 – C 
3 – C 21 – D 39 – D 57 – D 
4 – E 22 – D 40 – B 58 – C 
5 – E 23 – D 41 – E 59 – A 
6 – C 24 – E 42 – B 60 – D 
7 – A 25 – A 43 – C 61 – B 
8 – E 26 – C 44 – C 62 – D 
9 – E 27 – E 45 – D 63 – D 
10 – E 28 – C 46 – B 64 – C 
11 – E 29 – A 47 – C 65 – B 
12 – E 30 – B 48 – A 66 – A 
13 – E 31 – A 49 – B 67 – C 
14 – E 32 – A 50 – B 68 – B 
15 – E 33 – C 51 – E 69 – D 
16 – C 34 – A 52 – D 70 – B 
17 – B 35 – C 53 – C 71 - D 
18 – B 36 – A 54 – B 72 - A 
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Referências utilizadas na elaboração das aulas 
ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti. Auditoria: um curso moderno e completo. 7. ed. São Paulo: Atlas, 
2010. 
ATTIE, William. Auditoria: conceitos e aplicações. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 
BRITO, Claudenir e FONTENELLE, Rodrigo. Auditoria privada e governamental: teoria de forma 
objetiva e mais de 500 questões comentadas. 3. ed. Niterói: Impetus, 2016. 
CREPALDI, Sílvio Aparecido. Auditoria contábil: teoria e prática. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2010. 
 73 – A 
 74 - C 
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