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Auditoria e Parecer Contábil

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Bruno Igor

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Questões resolvidas

A ação a ser praticada pelo auditor, quando da recusa por parte da administração da empresa auditada na apresentação de cartas de declarações de responsabilidade é:

a) emitir parecer com ressalva ou com abstenção de opinião.
b) emitir parecer sem ressalva, desde que conste das notas explicativas.
c) emitir um parecer com abstenção de opinião ou adverso.
d) recusar os trabalhos, e não emitir nenhum parecer.
e) emitir um parecer sem ressalva ou adverso.

Não é uma condição de exigência para que o auditor independente inclua um parágrafo de ênfase em seu relatório.

a) A incerteza com relação à continuidade operacional da empresa auditada.
b) A auditoria realizada para propósitos especiais.
c) As contingências relevantes e de grande monta, decorrentes de processos trabalhistas provisionadas e em discussão.
d) As diferenças entre práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS.
e) A elaboração da Demonstração do Valor Adicionado.

O auditor externo da empresa Mutação S.A., para o exercício de 2011, identificou, nas demonstrações contábeis de 2010, divergências que o levam a formar opinião diferente da expressa pelo auditor anterior. Nesse caso, deve o auditor externo a) eximir-se de emitir opinião sobre as demonstrações contábeis do ano de 2010, expressando opinião somente sobre a demonstração contábil de 2011. b) divulgar, em um parágrafo de outros assuntos no relatório de auditoria, as razões substanciais para a opinião diferente. c) exigir da empresa a republicação das demonstrações contábeis de 2010, com o relatório de auditoria retificado. d) emitir obrigatoriamente um relatório de auditoria, com opinião modificada, abstendo-se de opinar sobre as demonstrações contábeis de 2010. e) comunicar aos órgãos de supervisão o fato, ressalvando o relatório de auditoria dos anos de 2011 e 2010.

a) eximir-se de emitir opinião sobre as demonstrações contábeis do ano de 2010, expressando opinião somente sobre a demonstração contábil de 2011.
b) divulgar, em um parágrafo de outros assuntos no relatório de auditoria, as razões substanciais para a opinião diferente.
c) exigir da empresa a republicação das demonstrações contábeis de 2010, com o relatório de auditoria retificado.
d) emitir obrigatoriamente um relatório de auditoria, com opinião modificada, abstendo-se de opinar sobre as demonstrações contábeis de 2010.
e) comunicar aos órgãos de supervisão o fato, ressalvando o relatório de auditoria dos anos de 2011 e 2010.

No relatório de auditoria, deve ser divulgado que os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a:

a) avaliação dos riscos de não conformidades nas demonstrações contábeis, sempre causadas por fraudes.
b) estimativa dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, exclusivamente causadas por erro, sendo de responsabilidade da administração a ocorrência de fraudes.
c) identificação de todos os riscos de distorção nas demonstrações contábeis e no relatório da administração, independentemente se causada por fraude ou erro, determinando sua materialidade.
d) gestão dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, identificadas na matriz de riscos, causada exclusivamente por erro.
e) avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro.

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Questões resolvidas

A ação a ser praticada pelo auditor, quando da recusa por parte da administração da empresa auditada na apresentação de cartas de declarações de responsabilidade é:

a) emitir parecer com ressalva ou com abstenção de opinião.
b) emitir parecer sem ressalva, desde que conste das notas explicativas.
c) emitir um parecer com abstenção de opinião ou adverso.
d) recusar os trabalhos, e não emitir nenhum parecer.
e) emitir um parecer sem ressalva ou adverso.

Não é uma condição de exigência para que o auditor independente inclua um parágrafo de ênfase em seu relatório.

a) A incerteza com relação à continuidade operacional da empresa auditada.
b) A auditoria realizada para propósitos especiais.
c) As contingências relevantes e de grande monta, decorrentes de processos trabalhistas provisionadas e em discussão.
d) As diferenças entre práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS.
e) A elaboração da Demonstração do Valor Adicionado.

O auditor externo da empresa Mutação S.A., para o exercício de 2011, identificou, nas demonstrações contábeis de 2010, divergências que o levam a formar opinião diferente da expressa pelo auditor anterior. Nesse caso, deve o auditor externo a) eximir-se de emitir opinião sobre as demonstrações contábeis do ano de 2010, expressando opinião somente sobre a demonstração contábil de 2011. b) divulgar, em um parágrafo de outros assuntos no relatório de auditoria, as razões substanciais para a opinião diferente. c) exigir da empresa a republicação das demonstrações contábeis de 2010, com o relatório de auditoria retificado. d) emitir obrigatoriamente um relatório de auditoria, com opinião modificada, abstendo-se de opinar sobre as demonstrações contábeis de 2010. e) comunicar aos órgãos de supervisão o fato, ressalvando o relatório de auditoria dos anos de 2011 e 2010.

a) eximir-se de emitir opinião sobre as demonstrações contábeis do ano de 2010, expressando opinião somente sobre a demonstração contábil de 2011.
b) divulgar, em um parágrafo de outros assuntos no relatório de auditoria, as razões substanciais para a opinião diferente.
c) exigir da empresa a republicação das demonstrações contábeis de 2010, com o relatório de auditoria retificado.
d) emitir obrigatoriamente um relatório de auditoria, com opinião modificada, abstendo-se de opinar sobre as demonstrações contábeis de 2010.
e) comunicar aos órgãos de supervisão o fato, ressalvando o relatório de auditoria dos anos de 2011 e 2010.

No relatório de auditoria, deve ser divulgado que os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a:

a) avaliação dos riscos de não conformidades nas demonstrações contábeis, sempre causadas por fraudes.
b) estimativa dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, exclusivamente causadas por erro, sendo de responsabilidade da administração a ocorrência de fraudes.
c) identificação de todos os riscos de distorção nas demonstrações contábeis e no relatório da administração, independentemente se causada por fraude ou erro, determinando sua materialidade.
d) gestão dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, identificadas na matriz de riscos, causada exclusivamente por erro.
e) avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro.

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a) A responsabilidade sobre a preparação e o conteúdo das demonstrações 
contábeis é do auditor independente. 
b) A opinião expressada pelo auditor independente deve ser 
obrigatoriamente clara e objetiva. 
c) De maneira geral, o Parecer é destinado à diretoria da entidade, seu 
conselho de administração e/ou a seus acionistas. 
d) A data do Parecer deve corresponder à data da conclusão dos trabalhos 
na entidade auditada. 
e) O Parecer deve ser assinado por profissional com registro cadastral no 
Conselho Regional de Contabilidade. 
108. (ESAF / SUSEP - 2006) A ação a ser praticada pelo auditor, 
quando da recusa por parte da administração da empresa auditada na 
apresentação de cartas de declarações de responsabilidade é 
a) emitir parecer com ressalva ou com abstenção de opinião. 
b) emitir parecer sem ressalva, desde que conste das notas explicativas. 
c) emitir um parecer com abstenção de opinião ou adverso. 
d) recusar os trabalhos, e não emitir nenhum parecer. 
e) emitir um parecer sem ressalva ou adverso. 
109. (ESAF / SUSEP - 2006) O relatório de auditoria 
a) é de propriedade do cliente da auditoria. 
b) é o documento que delimita a conclusão da auditoria. 
c) estabelece as ações a serem tomadas para eliminar as não- 
conformidades identificadas. 
d) deverá conter ações corretivas, preventivas e de melhoria a serem 
tomadas pela área auditada. 
e) é uma forma especificada de gerenciar um programa de auditoria 
interna. 
110. (ESAF / CVM - 2010) No parecer sobre as demonstrações 
contábeis, o auditor deve emitir sua opinião afirmando se estas 
representam adequadamente ou não a situação patrimonial da 
entidade. Nesse parecer, devem ser observados os seguintes aspectos 
relevantes, exceto: 
a) as obrigações para o período seguinte. 
 
 
b) a origem e a aplicação dos recursos para o período a que correspondem. 
c) as mutações do patrimônio líquido. 
d) a posição patrimonial e financeira. 
e) o resultado das operações no período. 
111. (ESAF / CGU - 2012) Se compararmos as normas aplicáveis à 
auditoria independente com as normas aplicáveis à auditoria no setor 
público, no que tange à emissão de opinião, é correto afirmar que: 
a) na auditoria independente, uma opinião deve ser sempre emitida. 
b) grosso modo, uma opinião adversa equivale a um Certificado de 
Regularidade. 
c) o auditor independente pode emitir sua opinião ou abster-se de fazê-lo. 
d) ao lidar com fraudes contábeis, o auditor independente deve opinar pela 
irregularidade. 
e) apenas no setor público é possível a abstenção de opinião. 
112. (ESAF / AFRFB - 2012) Não é uma condição de exigência para 
que o auditor independente inclua um parágrafo de ênfase em seu 
relatório. 
a) A incerteza com relação à continuidade operacional da empresa 
auditada. 
b) A auditoria realizada para propósitos especiais. 
c) As contingências relevantes e de grande monta, decorrentes de 
processos trabalhistas provisionadas e em discussão. 
d) As diferenças entre práticas contábeis adotadas no Brasil e as IFRS. 
e) A elaboração da Demonstração do Valor Adicionado. 
113. (ESAF / AFRFB - 2012) O auditor externo da empresa Mutação 
S.A., para o exercício de 2011, identificou, nas demonstrações contábeis 
de 2010, divergências que o levam a formar opinião diferente da 
expressa pelo auditor anterior. Nesse caso, deve o auditor externo 
a) eximir-se de emitir opinião sobre as demonstrações contábeis do ano de 
2010, expressando opinião somente sobre a demonstração contábil de 2011. 
b) divulgar, em um parágrafo de outros assuntos no relatório de auditoria, 
as razões substanciais para a opinião diferente. 
 
 
c) exigir da empresa a republicação das demonstrações contábeis de 2010, 
com o relatório de auditoria retificado. 
d) emitir obrigatoriamente um relatório de auditoria, com opinião 
modificada, abstendo-se de opinar sobre as demonstrações contábeis de 2010. 
e) comunicar aos órgãos de supervisão o fato, ressalvando o relatório de 
auditoria dos anos de 2011 e 2010. 
114. (ESAF / SEFAZ-SP - 2009) Assinale a opção que preenche 
corretamente as lacunas da seguinte frase: "O auditor deve emitir 
parecer (1) quando verificar que as demonstrações 
contábeis estão incorretas ou incompletas, em tal magnitude que 
impossibilite a emissão do parecer (2)." 
a) (1) com ressalva // (2) adverso 
b) (1) adverso // (2) com ressalva 
c) (1) com abstenção de opinião // (2) com ressalva 
d) (1) com abstenção de opinião // (2) adverso 
e) (1) adverso // (2) com abstenção de opinião 
115. (ESAF / AFRFB - 2014) No relatório de auditoria, deve ser 
divulgado que os procedimentos selecionados dependem do julgamento 
do auditor, incluindo a: 
a) avaliação dos riscos de não conformidades nas demonstrações 
contábeis, sempre causadas por fraudes. 
b) estimativa dos riscos de distorção relevante nas demonstrações 
contábeis, exclusivamente causadas por erro, sendo de responsabilidade da 
administração a ocorrência de fraudes. 
c) identificação de todos os riscos de distorção nas demonstrações contábeis e 
no relatório da administração, independentemente se causada por fraude ou 
erro, determinando sua materialidade. 
d) gestão dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, 
identificadas na matriz de riscos, causada exclusivamente por erro. 
e) avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações 
contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. 
116. (ESAF / SUSEP - 2010) Assinale a opção que completa de 
forma correta a frase. Os 5 (cinco) elementos que formam o controle 
interno são: 
	Gabarito Administração Pública
	108. (ESAF / SUSEP - 2006) A ação a ser praticada pelo auditor, quando da recusa por parte da administração da empresa auditada na apresentação de cartas de declarações de responsabilidade é
	109. (ESAF / SUSEP - 2006) O relatório de auditoria
	110. (ESAF / CVM - 2010) No parecer sobre as demonstrações contábeis, o auditor deve emitir sua opinião afirmando se estas representam adequadamente ou não a situação patrimonial da entidade. Nesse parecer, devem ser observados os seguintes aspectos r...
	111. (ESAF / CGU - 2012) Se compararmos as normas aplicáveis à auditoria independente com as normas aplicáveis à auditoria no setor público, no que tange à emissão de opinião, é correto afirmar que:
	112. (ESAF / AFRFB - 2012) Não é uma condição de exigência para que o auditor independente inclua um parágrafo de ênfase em seu relatório.
	113. (ESAF / AFRFB - 2012) O auditor externo da empresa Mutação S.A., para o exercício de 2011, identificou, nas demonstrações contábeis de 2010, divergências que o levam a formar opinião diferente da expressa pelo auditor anterior. Nesse caso, deve o...
	114. (ESAF / SEFAZ-SP - 2009) Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas da seguinte frase: "O auditor deve emitir parecer (1) quando verificar que as demonstrações contábeis estão incorretas ou incompletas, em tal magnitude que impossibil...
	115. (ESAF / AFRFB - 2014) No relatório de auditoria, deve ser divulgado que os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a:
	116. (ESAF / SUSEP - 2010) Assinale a opção que completa de forma correta a frase. Os 5 (cinco) elementos que formam o controle interno são:

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