Relatório Fatores que alteram a velocidade da reação
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Relatório Fatores que alteram a velocidade da reação


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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO 
CENTRO DE CIÊNCIA EXATAS 
Departamento de Química 
 
 
RELATÓRIO 
 
 
 
FATORES QUE AFETAM A VELOCIDADE DE UMA REAÇÃO QUÍMICA 
 
 
 
 
 
 
Mahyne Bonifácio Santos 
Rhanna Baldan da Silva 
 
 
 
 
 
 
 Relatório acadêmico do Curso de Graduação de Química 
apresentado como parte das exigências da disciplina de 
Química Geral Experimental II, sob orientação da 
 professora Marta Albuquerque Machado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Vitória 
Outubro/2018 
 SUMÁRIO 
INTRODUÇÃO 3 
OBJETIVOS 3 
MATERIAIS E MÉTODOS 3 
Materiais 3 
Procedimento experimental 5 
RESULTADOS E DISCUSSÃO 7 
CONCLUSÃO 9 
BIBLIOGRAFIA 10 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
Uma reação química é um processo de quebra de ligações de compostos 
químicos para a geração de novas ligações, gerando assim novos compostos. Cada 
reação demanda de um certo tempo para ocorrer, umas ocorrem de forma mais rápida e 
outras de forma mais lenta o que nos leva a cinética química. 
A cinética química é o estudo da velocidade das reações e dos fatores que as 
afetam. A velocidade de uma reação química dependem de uma série de fatores como a 
natureza dos reagentes, superfície de contato, concentração dos reagentes, luz, 
catalisador, temperatura e pressão.\u200b[1] \u200bDentre esses fatores os principais são: 
\u25cf Superfície de contato: Como a reação necessita de contato para que 
ocorra, quanto maior a superfície de contato maior a velocidade da 
reação.\u200b[1] 
\u25cf Concentração dos reagentes: A medida que a concentração aumenta, a 
frequência com que as moléculas colidem também aumenta, tenda reação 
uma maior velocidade.\u200b[2] 
\u25cf Catalisador: Os catalisadores são agentes que aumentam a velocidade da 
reação, dando ao sistema um novo caminho de reação com uma menor 
energia de ativação. Eles afetam os tipos de colisões que levam à 
reação.\u200b[2] 
\u25cf Temperatura: A temperatura influencia diretamente na velocidade da 
reação, pois com o aumento da temperatura a velocidade também 
aumenta.\u200b[2] 
 
OBJETIVOS 
Observar a influência da superfície de contato, dos catalisadores, da 
concentração e da temperatura sobre a velocidade de uma reação química. 
 
 
MATERIAIS E MÉTODOS 
 
Materiais 
\u25cf Tubo de ensaio; 
\u25cf Bico de Bünsen; 
\u25cf Tela de amianto; 
\u25cf Tripé; 
\u25cf Béquer; 
\u25cf Espátula; 
\u25cf Conta gotas; 
\u25cf Vidro de relógio; 
\u25cf Palha de aço; 
\u25cf Termômetro; 
\u25cf Placa de zinco; 
\u25cf Zinco em pó (Zn) 
Massa molar relativa: 65,39 g.mol\u200b-1\u200b;\u200b[4] 
Densidade: 7,14 g.cm\u200b-3\u200b;\u200b[4] 
Ponto de fusão: 419,53 ºC;\u200b[4] 
Solubilidade: solúvel em ácido e em soluções alcalinas.\u200b[4] 
\u25cf Iodo (I\u200b2\u200b) 
Massa molar relativa: 253,809 g.mol\u200b-1\u200b;\u200b[4] 
Densidade: 4,933 g.cm\u200b-3\u200b;\u200b[4] 
Ponto de fusão: 113,7 ºC;\u200b[4] 
Solubilidade: solúvel em benzeno,etanol,clorofórmio e éter etil.\u200b[4] 
\u25cf Oxalato de sódio (Na\u200b2\u200bC\u200b2\u200bO\u200b4\u200b) 
Massa molar relativa: 133,999 g.mol\u200b-1\u200b;\u200b[4] 
Densidade: 2,34 g.cm\u200b-3\u200b;\u200b[4] 
Ponto de fusão: \u2248 250 ºC - decompõe;\u200b[4] 
Solubilidade: insolúvel em etanol.\u200b[4] 
\u25cf Ácido sulfúrico (H\u200b2\u200bSO\u200b4\u200b) 
Massa molar relativa: 98,080 g.mol\u200b-1\u200b;\u200b[4] 
Densidade: 1,8302\u200b20\u200b g.cm\u200b-3\u200b;\u200b[4] 
Ponto de fusão: 10,31 ºC;\u200b[4] 
Solubilidade: muito solúvel em água.\u200b[4] 
\u25cf Sulfato de manganês (MnSO\u200b4\u200b) 
Massa molar relativa: 151,002 g.mol\u200b-1\u200b;\u200b[4] 
Densidade: 3,25 g.cm\u200b-3\u200b;\u200b[4] 
Ponto de fusão: 700 ºC;\u200b[4] 
Solubilidade: não informado.\u200b[4] 
\u25cf Permanganato de potássio (KMnO\u200b4\u200b) 
Massa molar relativa: 158,034 g.mol\u200b-1\u200b;\u200b[4] 
Densidade: 2,7 g.cm\u200b-3\u200b;\u200b[4] 
Ponto de fusão: decompõe;\u200b[4] 
Solubilidade: reage com etanol.\u200b[4] 
\u25cf Tiossulfato de sódio (Na\u200b2\u200bS\u200b2\u200bO\u200b3\u200b) 
Massa molar relativa: 158,110 g.mol\u200b-1\u200b;\u200b[4] 
Densidade: 1,69 g.cm\u200b-3\u200b;\u200b[4] 
Ponto de fusão: 100 ºC decompõe;\u200b[4] 
Solubilidade: insolúvel em etanol.\u200b[4] 
 
Procedimento experimental 
Experimento 1: 
\u25cf Esfregou-se a placa de zinco com a palha de aço até que ficasse bem polida. 
\u25cf No vidro de relógio, afastado da placa de zinco, foi colocada uma pequena porção 
de zinco em pó. 
\u25cf Com uma espátula limpa, adicionou-se uma pequena quantidade de iodo sobre a 
superfície da placa de zinco, e a mesma quantidade no zinco em pó. 
\u25cf Misturou-se bem o iodo ao zinco em pó. 
\u25cf Com o rosto afastado, foi colocada uma gota de água sobre o iodo na placa de 
zinco e uma gota sobre a mistura de iodo com zinco em pó. 
\u25cf Ocorreu um desprendimento de gás violeta. Observou-se onde ocorreu o maior 
desprendimento do gás. 
Experimento 2: 
\u25cf Foram separados dois tubos de ensaio grandes, um deles marcado para 
identificação posterior, e foi adicionado em cada tubo 2,5 ml de oxalato de sódio. 
\u25cf Adicionou-se 2,0 ml de ácido sulfúrico em cada tubo de ensaio. 
\u25cf Colocou-se uma gota de sulfato de manganês no tubo marcado. 
\u25cf Agitou-se o tubo para misturar as substâncias. 
\u25cf Com os tubos encostados um no outro, pingou-se uma gota de solução de 
permanganato em cada tubo e agitou-se. 
\u25cf As soluções descoraram-se. Observou-se o conteúdo de cada tubo por 3 
minutos, para determinar onde a solução descorou mais rapidamente. 
Experimento 3: 
\u25cf Foi adicionado 4,0 ml de solução de tiossulfato de sódio 0,1 mol/L em um tubo de 
ensaio. 
\u25cf Adicionou-se 3 gotas de ácido sulfúrico 1 mol/L e imediatamente começou-se a 
contar o tempo, tampou-se o tubo com uma rolha e agitou-se. 
\u25cf Segurou-se o tubo de ensaio inclinado e encostado no local indicado logo a 
seguir, de modo como se pode observar o risco preto. 
 
\u25cf O líquido foi se tornando turvo, e quando se parou de conseguir ver o risco preto, 
anotou-se o tempo na tabela 3.1. 
\u25cf Repetiu-se o experimento seguindo os itens de B a D da tabela 3.1. 
 
Experimento 4: 
Parte 1: Aumento da temperatura 
 
\u25cf Foi aquecido cerca de 100 ml de água num béquer de 250 ml até chegar a uma 
temperatura de aproximadamente 61°C. 
\u25cf Foi adicionado 2,0 ml de tiossulfato de sódio num tubo de ensaio e logo em 
seguida adicionou-se 2,0 ml de água fria. 
\u25cf O tubo de ensaio foi colocado no béquer com água quente por 3 minutos. 
\u25cf Após os 3 minutos, o tubo foi retirado do béquer e adicionou-se 3 gotas de ácido 
sulfúrico ao tubo e imediatamente tampou-se o tubo com uma rolha e começou a 
se contar o tempo. 
\u25cf Segurou-se o tubo inclinado e encostado no mesmo risco preto do experimento 3, 
de modo com que o risco pode ser observado. 
\u25cf A partir do momento em que a solução ficou turva e se parou de ver o risco preto, 
anotou-se o tempo obtido. 
 
Parte 2: Diminuição da temperatura 
 
\u25cf Em um béquer de 250 ml foi colocado uma mistura de água e gelo. 
\u25cf Em um tubo de ensaio, foi adicionado 2,0 ml de tiossulfato de sódio e 2,0 ml de 
água. 
\u25cf Deixou-se o tubo no béquer com água gelado por 3 minutos. 
\u25cf Após os 3 minutos, o tubo foi retirado do béquer e adicionou-se 3 gotas de ácido 
sulfúrico ao tubo e imediatamente tampou-se o tubo com uma rolha e começou a 
se contar o tempo. 
\u25cf Segurou-se o tubo inclinado e encostado no mesmo risco preto do experimento 3, 
de modo com que o risco pode ser observado. 
\u25cf A partir do momento em que a solução ficou turva e se parou de ver o risco preto, 
anotou-se o tempo obtido. 
 
 
 RESULTADOS E DISCUSSÃO 
 
Experimento 1: 
 
Houve maior desprendimento de gás violeta na porção de zinco em pó em 
comparação com a placa de zinco. Isso pode ser explicado pois estando o zinco em pó, 
facilita a reação do iodo com o mesmo. Além disso, \u200ba mistura de zinco e água fornece 
grande energia a reação,