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PEÇAS E QUESTÔES PRATICA TRABALHISTA

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UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES 
IZABELLA OLIVEIRA DE FARIA- RGM 11161100528
ATIVIDADES REMOTAS – PRATÍCA SIMULADA III
 
 
Mogi Das Cruzes-SP
ABRIL/MAIO 2020
1- REINTEGRAÇÃO DE POSSE
PROBLEMA 1: 
Geraldo, trabalha para a empresa Refeições LTDA. Localizada em Mogi das Cruzes- são Paulo onde faz entregas de alimentos congelados. Quando foi contratado em 30/01/2017 foi lhe concedido um veículo da Marca Fiat Dobló, na cor cinza, com placa: EAZ- 7809, para que se realize as entregas das refeições com maior facilidade. 
Porém no dia, 04/02/2019, Geraldo teve um desentendimento com seu chefe e em virtude disso pediu a rescisão do contrato de trabalho, nesta ocasião, o veículo estava em sua posse, porém estava na garagem de sua casa pois ele o levará com ordem da empresa para realizar algumas manutenções.
Desta forma, no dia de sua demissão não estava com o veículo e combinou com a empresa de devolve-lo no dia seguinte, porém chegada a data não efetuou a devolução e após reiteradas tentativas da empresa de obter o veículo de volta, não conseguindo resolver o problema de forma amigável, resolveu procurara advogado para tomar as medidas cabíveis. 
PEÇA:
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DO TRABALHO DA _____VARA DO TRABALHO DA COMARCA DE MOGI DAS CRUZES- SP 
 REFEIÇÕES LTDA., de direito privado, inscrita no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica do Ministério da Fazenda sob o nº:.., com sede na Rua..., n°:..,Bairro: ...Cidade:... Estado:.., CEP:.., Endereço eletrônico:.., por seu advogado que a esta subscreve, (instrumento de mandato anexo), com escritório profissional estabelecido na Rua: ...,nº..., Cidade..., Estado..., CEP:.., Endereço eletrônico: ...onde recebe notificações e intimações VEM À PRESENÇA DE VOSSA EXCELÊNCIA PROPÔR AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE FUNDAMENTO DOS ARTIGOS 840 COMBINADO COM O 319 DO CPC de aplicação supletiva e subsidiária, com fulcro no 15 do CPC e 769 da CLT, em face de: GERALDO, nacionalidade...,estado civil..., data de nascimento:.., Filiação:...,Entregador, portador da Carteira de Trabalho e Previdência Social n°:..., Série:..., (CTPS), inscrito no Cadastro de Pessoa Física do Ministério da Fazenda n°: ... (CPF/MF), e da Carteira (Cédula) de Identidade Registro Geral n°: ... (CIRG), da Secretaria de Segurança Pública de.. (SSP/....), inscrito no Programa de Integração Social n°: (PIS), Endereço eletrônico: não possui, residente e domiciliado na Rua ... n°: ... Bairro: ... Cidade..., Estado..., CEP..., pelas razões de fato e direito a seguir expostas:
I- DOS FATOS:
O requerido trabalhou com vínculo empregatício na requerente na função de entregador, onde recebeu para meios de trabalho Marca Fiat Dobló, na cor cinza, com placa: EAZ- 7809, para que se realize as entregas das refeições.
Porém teve desavenças com seu chefe e pediu demissão na data de 04/02/2019 e não devolveu o veículo, mesmo após várias tentativas da empresa de recebe-lo, não obteve sucesso, por esse motivo apresenta-se a presente demanda. 
II- DA TUTELA DE EVIDÊNCIA 
É necessário o deferimento da presente liminar, para reintegração de posse do veículo através de busca e apreensão, visto que ele é um bem que se deteriora e não há como saber para que o requerente está utilizando o mesmo ou se está o mantendo corretamente para que evite o desfazimento da coisa. 
Além, disso o veículo é fundamental para a atividade da empresa, visto que sua atividade fim é a entrega de alimentos, e para fazer o transporte o veículo é necessário. 
Desta forma, preenchidos os requisitos do art. 311, II do CPC, aplicado subsidiariamente, visto que a requerente junta aos autos comprovação da propriedade do veículo e a necessidade de sua utilização através de prova documental, requer-se a concessão da tutela de evidência liminarmente. 
III- DA COMISSÃO DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA:
O requerente deixa de propor a Reclamação Trabalhista perante a Comissão de Conciliação Prévia, prevista no artigo 625-D, por entender ser facultativo, e, entendimento contrário afronta diretamente o inciso XXXV, do artigo 5º, da Constituição Federal (Princípio do Livre acesso à Justiça), requer portanto, seja dispensado de propor previamente perante referida Comissão, e, seja recebida e regularmente processada a Reclamação por este DD. Juízo, por medida de direito.
IV- DO CONTRATO DE TRABALHO:
O requerente trabalhou para a requerida no período de 30/01/2017 até 04/02/2019 prestando seus serviços na função de Entregador, conforme anotações da Carteira de Trabalho e Previdência Social em anexo, foi dispensado por requerimento seu. 
V- DO ESBULHO:
Entretanto, o requerido não devolveu o Veículo Marca Fiat Dobló, na cor cinza, com placa: EAZ- 7809, na data marcada o que comprova o esbulho possessório, visto que o veículo é de propriedade da requerente e apenas foi fornecido ao requerido para que realize as funções do seu cargo. 
VI- DOS PEDIDOS: 
1. Seja expedido, sem oitiva do réu, mandado de liminar de reintegração de posse em favor do requerente;
2. Seja notificada o requerido para que, querendo, apresente defesa, sob pena de revelia.
3. A procedência da Ação, e, seja condenado a requerida, em sentença, à reintegração de posse definitiva do requerente ao Veículo
4. Seja condenada o requerido, ainda, a arcar condenando-se a consignatária ao pagamento das custas, despesas processuais e as demais cominações de direito.
5. Honorários advocatícios no importe de 15% do valor da condenação atualizada, conforme o artigo 791-A.).
VII- DAS PROVAS:
Requer provar o alegado por todos os meios e provas em direito admitidos, especialmente pela apresentação de prova documental, para comprovação da propriedade do veículo, o encerramento do contrato de trabalho do requerido, oitiva de testemunhas e as demais que se fizerem necessárias no curso da lide.
VIII- DO VALOR DA CAUSA:
Dá-se a causa o valor de R$ 20.000 (vinte mil reais). Valor estimado do veículo para Reintegração.
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
PROBLEMA 2
Gustavo Silva, brasileiro, solteiro, desempregado, filho de Regina Silva, portador da identidade X, CPF X, residente e domiciliado na Rua Amparo, casa 2 – Mogi das Cruzes – São Paulo – CEP x, trabalhou na fábrica Whatever S.A. situada na Rua Roberto de sá, 70 – Mogi das Cruzes – São Paulo – CEP X, de 10-10-2012 a 2-7-2014, oportunidade na qual foi dispensado sem justa causa e recebeu, corretamente, sua indenização;
O empregado cumpria jornada das 08h às 17h de segunda à sexta feira, com intervalo de 1hr.
Gustavo registrou sua candidatura em órgão sindical antes de receber seu aviso prévio. Fato que ocorreu uma semana após o registro da candidatura.
Você, contratado como advogado, deve apresentar a medida processual adequada à defesa dos interesses de Nicholas, sem criar dados ou fatos não informados.
PEÇA:
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA Xª VARA DO TRABALHO DE MOGI DAS CRUZES.
GUSTAVO SILVA, brasileiro, solteiro, filho de Regina Silva, portador da cédula de identidade do registro geral Nº X, CPF/MF Nº X, CTPS Nº... , série ...- SP e PIS Nº..., residente e domiciliado em Mogi das Cruzes – SP, onde reside na Rua Amparo, casa 02, Nº ..., Bairro ... , CEP X, por seu advogado que a esta subscreve, (instrumento de mandato anexo), com escritório profissional estabelecido na Rua: ...,nº..., Cidade..., Estado..., CEP:.., Endereço eletrônico: ...onde recebe notificações e intimações VEM À PRESENÇA DE VOSSA EXCELÊNCIA PROPÔR AÇÃO DE REINTEGRAÇÃO DE POSSE FUNDAMENTO DOS ARTIGOS 840 COMBINADO COM O 319 DO CPC de aplicação supletiva e subsidiária, com fulcro no 15 do CPC e 769 da CLT, em face Em face de Whatever S.A, empresa inscrita no CNPJ/MF Nº..., situada na Rua Roberto de Sá,Nº ..., Mogi das Cruzes – SP, CEP X, pelas razões de fato e de direito a seguir aduzidas.
 
I. DA COMISSÃO DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA
O reclamante deixa de propor a reclamação trabalhista previamenteperante a CCP conforme determinação do artigo 652, D da CLT.
II. DOS FATOS E DO CONTRATO DE TRABALHO
O reclamante foi contratado dia 10 de outubro de 2012 e teve o contrato rescindido em 02 de julho de 2014. Cumpria jornada de segunda à sexta das 8h às 17h com intervalo de 1hr.
III- DA REINTEGRAÇÃO 
O reclamante teve seu contrato reincidido logo após seu registro de candidatura ao órgão sindical de sua categoria. Importante salientar que tal candidatura ocorreu uma semana antes do recebimento do aviso prévio.
 Nos termos do artigo 543 § 3º da CLT o dirigente sindical tem estabilidade no emprego desde a candidatura até um ano após o mandato.
Diante do exposto, requer a Vossa Excelência seja a reclamada condenada a reintegrar o reclamante.
IV- DOS PEDIDOS
Ante o exposto requer:
a) A reintegração do reclamante no emprego, garantidas as condições idênticas, de função, remuneração, horário e local de trabalho, àquelas praticadas quando da extinção do contrato de trabalho.
b) a notificação da reclamada para querendo apresentar contestação.
c) a condenação da reclamada ao pagamento dos honorários sucumbências em 15%, nos termos do art. 791-A da CLT.
V- DO VALOR DA CAUSA 
Dá-se a causa o valor de R$ ... (valor por extenso).
 
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
2- CONTESTAÇÃO
PROBLEMA 1 
XP Investimentos, empresa de pequeno porte, contrata os serviços de um advogado em virtude de uma reclamação trabalhista movida pelo ex-empregado Daniel Souza, ajuizada em 12.04.2013 e que tramita perante a 9ª Vara do Trabalho de Campinas (número 000000000000.00000), na qual o trabalhador alega e requer, em síntese: 
Que desde a admissão, ocorrida em 20.03.2007, sofria revista íntima na sua bolsa, feita separadamente e em sala reservada, que entende ser ilegal porque violada a sua intimidade. Requer o pagamento de indenização por dano moral de R$ 50.000,00.
 E em uma certa ocasião o Sr. Charles, seu antigo chefe, pessoa meticulosa e sistemática, advertiu verbalmente o trabalhador, na frente dos demais colegas, porque ele havia deixado a blusa para fora da calça, em desacordo com a norma interna empresarial, conhecida por todos. Efetivamente houve esquecimento por parte de Daniel Humphrey, como reconheceu na petição inicial, mas entende que o chefe não poderia agir publicamente dessa forma, o que caracteriza assédio moral e exige reparação. Requer o pagamento de indenização pelo dano moral sofrido na razão de outros R$ 50.000,00.
 	No entanto apesar de haver trabalhado em turno ininterrupto de revezamento da admissão à dispensa, ocorrida em 15.05.2012, se ativava na verdade durante 8 horas em cada plantão, violando a norma constitucional de regência, fazendo, assim, jus a duas horas extras com adicional de 50% por dia de trabalho, o que requer. Reconhece existir norma coletiva que estendeu a jornada para 8 horas, mas advoga que ela padece de nulidade insanável, pois aniquila seu direito constitucional a uma jornada menor. No período aquisitivo 2009/2010 teve 18 faltas, sendo 12 delas justificadas. Pretendia transformar 10 dias das férias em dinheiro, como entende ser seu direito, mas o empregador só permitiu a conversão de oito dias, o que se revela abusivo por ferir a norma cogente. Por conta disso, deseja o pagamento de dois dias não convertidos em pecúnia, com acréscimo de 1/3. Nas mesmas férias citadas no tópico anterior, fruídas no mês de julho de 2011, tinha avisado ao empregador desde o mês de março de 2011 que gostaria de receber a 1ª parcela do 13º salário daquele ano juntamente com as férias, para poder custear uma viagem ao exterior, mas isso lhe foi negado. Entende que esse é um direito potestativo seu, que restou violado, pelo que persegue o pagamento dos juros e correção monetária da 1ª parcela do 13º salário no período compreendido entre julho de 2011 (quando aproveitou as férias) e 30.11.2011 (quando efetivamente recebeu a 1ª parcela da gratificação natalina).
 No mês de novembro de 2008 afastou-se da empresa por 30 dias em razão de doença, oportunidade na qual recebeu benefício do INSS (auxílio-doença previdenciário, espécie B-31). Contudo, nesse período não recebeu ticket refeição nem vale transporte, o que considera irregular. 
A empresa sempre pagou os salários no dia 2 do mês seguinte ao vencido, mas a partir de abril de 2010, unilateralmente, passou a quitá-los no dia 5 do mês seguinte, em alteração reputada maléfica ao empregado. Requer, em virtude disso, a nulidade da novação objetiva e o pagamento de juros e correção monetária entre os dias 2 e 5 de cada mês, no interregno de abril de 2010 em diante. Considerando que todos os fatos apontados pelo trabalhador são verdadeiros, apresente a peça pertinente à defesa dos interesses da empresa, sem criar dados ou fatos não informados. 
PEÇA:
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DA 9ª VARA DO TRABALHO DE CAMPINAS
Autos nº 000000000000.00000
XP Investimentos, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ, com endereço na rua..., número..., cidade..., estado...., CEP ..., vem com o devido respeito e acatamento perante Vossa Excelência, por seu procurador signatário, procuração em anexo, com escritório profissional estabelecido à Rua ..., nº..., cidade ..., estado ..., CEP: ..., onde recebe notificações e intimações, com fundamento no artigo 847 da CLT e artigo 300, CPC, oferecer :CONTESTAÇÃO aos termos da Reclamatória Trabalhista movida por Daniel Souza, qualificado nos autos, pelos fatos e fundamentos a seguir:
I- PRELIMINARMENTE: 
PREJUDICIAL: PRESCRIÇÃO QUINQUENAL
 	O Reclamante ajuizou a demanda no dia 12/04/2013. Assim, estão prescritos os pedidos anteriores a cinco anos do ajuizamento da ação, nos termos do artigo 7º, XXIX da CF e súmula 308, I do TST. Requer sejam extintos com resolução do mérito, nos termos do artigo 269, IV do CPC os pedidos anteriores a 12/04/2008.
II- MÉRITO
a) DO CONTRATO DE TRABALHO
 O Reclamante foi admitido no dia 20 de março de 2007 e dispensado sem justa causa no dia 15 de maio de 2012. Exercia a função de ... e seu salário era de R$ ...
b) DO DANO MORAL – REVISTAS 
 Não procede o pedido do autor porque a revista em bolsa não é considerada íntima, mas pessoal, estando ausentes os requisitos dos arts. 186 e 927 do CCB ou art. 5°, X da CF/88, uma vez que não há contato físico nem exposição visual de parte do corpo, além de ter sido realizada em lugar e forma adequados. Logo, não houve excesso no poder diretivo/fiscalizatório, pois a revista observou a ponderação de interesses.
 Apesar de ser indevido o pleito do Reclamante, por cautela, argumenta-se que o valor postulado é exagerado, pois não considera a capacidade econômica da Reclamada (empresa de pequeno porte), devendo ser reduzido para atender aos princípios da razoabilidade e proporcionalidade.
Requer a improcedência do pedido.
c) DO ASSÉDIO MORAL – ADVERTÊNCIA
 Não procede o pedido do autor porque a mera advertência na presença de colegas não enseja ofensa à honra do autor, por não constituir situação vexatória, estando dentro dos limites do poder de direção do empregador, conforme art. 2º, CLT. A desavença esporádica não pode ser considerada assédio moral, estando ausentes os requisitos dos artigos 186 e 927 do CCB, bem como o requisito de reiteração de atos, posto que a conduta descrita na peça vestibular foi única. Apesar de ser indevido o pleito do Reclamante, por cautela, argumenta-se que o valor postulado é exagerado, pois não considera a capacidade econômica da Reclamada (empresa de pequeno porte), devendo ser reduzido para atender aos princípios da razoabilidade e proporcionalidade.
Requer a improcedência do pedido.
d) DO TURNO ININTERRUPTO
Não procede o pedido de pagamento de horas extraordinárias porque o art. 7º, XIV da CF prevê que a jornada de turno ininterrupto é 6 horas diárias e 36 semanais, mas permite negociação coletiva. A súmula 423 do TST afirma que mediante regular negociação coletiva, os empregados submetidos a turnos ininterruptos de revezamento nãotêm direito ao pagamento da 7ª e 8ª horas como extras.
Requer a improcedência do pedido e reflexos.
e) ABONO PECUNIÁRIO
Não procede o pedido do autor porque o reclamante confirmou ter 6 faltas injustificadas no período aquisitivo 2009/2010. Portanto, nos termos do art. 130, II, CLT, teria direito a 24 dias de férias. Ainda, o artigo 143, caput, CLT, permite converter apenas 1/3 do período das férias em abono pecuniário. Logo, poderiam ser convertidos, no máximo, 8 dias em pecúnia.
Requer a improcedência do pedido.
f) 13º SALÁRIO
O Reclamante não faz jus aos juros e correção monetária que requer, tendo em vista que o adiantamento da 1ª parcela é pago quando das férias sempre que o empregado o requerer no mês de janeiro do correspondente ano, conforme art. 2º §2º da Lei 4.749/65 e art. 4º do Decreto 57.155/65. O requerimento foi realizado apenas no mês de março, não respeitando, portanto, o prazo legal.
Requer a improcedência do pedido.
g) DO TICKET REFEIÇÃO E VALE TRANSPORTE
Não procede o pedido do autor porque em caso de auxílio-doença previdenciário, o empregado é considerado em licença não remunerada, durante o prazo desse benefício, tendo em vista o disposto art. 476, CLT. Isto significa que o contrato de trabalho está suspenso, ou seja, o empregado não faz jus aos benefícios que se relacionam com a prestação dos serviços, a exemplo do ticket refeição e vale transporte. Corroboram a exposição os artigos 59, 60 e 63 da Lei 8.213/91. Requer a improcedência do pedido. 
h) DA DATA DO PAGAMENTO
Não procede o pedido do autor porque a mudança da data de pagamento, dentro do limite de tolerância legal, é alteração possível, não sendo considerada ilegal e, portanto, não viola o art. 468 da CLT. O limite legal estabelecido pelo art. 459, § 1° da CLT é até o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido, prazo este que foi atendido pela Reclamada. No mesmo sentido, dispõe a OJ 159, SDI-1 do TST. Requer a improcedência do pedido.
i) COMPENSAÇÃO E ABATIMENTOS
Nos termos do artigo 767, CLT e das súmulas 18 e 48, TST, requer a compensação dos valores pagos ao autor. Nos termos do artigo 884 do CC, requer seja determinado o abatimento de todos os valores pagos ao autor.
j) JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA
 Requer seja determinada a correção monetária pelo índice do mês subsequente ao vencido, conforme súmula 381 do TST. Ainda, requer sejam deferidos juros de mora a partir do ajuizamento da ação, conforme artigo 883 da CLT.
k) DESCONTOS FISCAIS E PREVIDENCIÁRIOS
Requer sejam determinadas as retenções fiscais e previdenciárias, de acordo com a súmula 368, TST. Ainda, cada parte deve arcar com sua cota, conforme OJ 363 da SDI 1 do TST.
III- REQUERIMENTOS FINAIS
Assim sendo, requer acolhimento da prejudicial de prescrição qüinqüenal, e, no mérito, requer seja julgada totalmente improcedente a presente demanda. 
Requer a produção de todos os meios de prova em direito admitidos, tais como depoimento pessoal do reclamante, oitiva de testemunhas, juntada de documentos e perícia.
 
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
PROBLEMA 2: 
FRANCISCO, ajuizou uma reclamação trabalhista em face de GURGES LTDA por alegar ter iniciado trabalho na empresa como Ajudante Geral em 15/05/2014 e a extinção do contrato se deu em 10/07/2019, tendo recebido como último salário base do valor de R$ 1.500,00 (Mil e quinhentos reais).
Sua jornada de trabalho se desenvolvia das 13h30 às 20h00, de segunda a sexta feira, contando com 30 minutos de intervalo, e sábado das 9h00 ás 13h00, e que posteriormente foi alterada para as 05h00 ás 14h00 de segunda a sexta feira, igualmente com 30 minutos de intervalo. Pleiteia, portanto, suas Horas Intervalares e seus Reflexos; o reconhecimento de insalubridade e a equiparação salarial. 
 A ação foi distribuída para 2º Vara de Mogi das Cruzes, e foi expedida a notificação ao reclamado para contestar em 15 dias. Como advogado da empresa reclamada, apresentar a medida legal cabível e seus fundamentos.
PEÇA:
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUÍZ DO TRABALHO 2º VARA DO TRABALHO DE MOGI DAS CRUZES-SP.
GURGES LTDA, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ (Cadastro Nacional Pessoa Jurídica Ministério da Fazenda nº xxxx, com sede na RUA xxxxx, bairro xxxxx, CEP xxxxx, Cidade Mogi das Cruzes-SP, vem por seu advogado, com fundamento no artigo 847 da CLT, apresentar CONTESTAÇÃO nos autos de Reclamação Trabalhista, que lhe move FRANCISCO, brasileiro, solteiro, ajudante geral, inscrito no Cadastro Pessoa Física CPF sob nº xxxx , CTPS (Carteira de Trabalho e Previdência Social), PIS nº xxxx , residente e domiciliado na Rua xxxxx, nº xxx, Bairro xxxx, Cidade Mogi das Cruzes-SP, CEP xxx, pelas razões de fato e direito a seguir expostas: 
I- SÍNTESE DA RECLAMAÇÃO TRABALHISTA 
O Reclamante alega ter iniciado o trabalho na função de ajudante geral no dia 15/05/2014 e que a extinção do contrato se deu no dia 10/07/2019, tendo recebido como último salário base do valor de R$ 1500,00 (Mil e Quinhentos Reais).
Informou que a sua jornada de trabalho se desenvolvia das 13h30 ás 20h00, de segunda a sexta feira, contando com 30 minutos de intervalo, e sábado das 9h00 ás 13h00, e que posteriormente foi alterada para as 05h00 ás 14h00 de segunda a sexta feira, igualmente com 30 minutos de intervalo.
Com base nisso, ajuizou a reclamação trabalhista pleiteando: a-) horas intervalares e seus reflexos; b-) o reconhecimento de insalubridade; c-) a equiparação salarial.
No entanto, não assiste razão ao reclamante, pelo que será exposto adiante.
II- PRELIMINARMENTE
a) PREJUDICIAL DE MÉRITO: DA PRESCRIÇÃO QUINQUENAL
Conforme consta dos autos, a Reclamante foi admitido para laborar junto à ré em 15/05/2014, exercendo a função de ajudante geral até o dia da demissão, que se deu no dia 10/07/2019.
A Constituição Federal em seu art. 7º, XXIX, prevê a prescrição nas relações trabalhistas, tanto no que se relaciona ao prazo para a ação, bem como, para a cobrança dos créditos trabalhistas, nestes termos:
 “ São direito dos trabalhadores urbanos e rurais de outros que visem a melhoria e condição social:{...}
Ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho.”
Deste modo, não há de se incorporar o pleito a análise das verbas trabalhistas que excedam o período de 05 anos contados da data do ajuizamento da ação, em conformidade com a Súmula 308 do Tribunal Superior do Trabalho.
Requer, assim, o reconhecimento da prescrição quinquenal dos pedidos anteriores a 02/06/2012, extinguindo o processo de resolução do mérito no concernente a esses pedidos.
III- DO MÉRITO
a) DAS HORAS INTERVALARES E SEUS REFLEXOS
Alega o Reclamante desde o início do contrato dispunha de apenas 30 minutos de refeição e descanso, pleiteando o recebimento de uma hora extra diária com acréscimo de 50% sobre o valor da hora normal trabalhada, com fundamento no art. 71, da CLT.
Não assiste razão ao Reclamante, porquanto o artigo 71 §3º da CLT, assegura a possibilidade da redução do período destinado ao repouso e refeição, nestes termos:
O limite mínimo é de uma hora para repouso ou refeição poderá ser reduzido por ato do Ministério do Trabalho, Industria do Comércio, quando ouvido o Serviço de alimentação de previdência social, se verificar que o estabelecimento atende integralmente ás exigências concernentes a organização dos refeitórios, e quando respectivos empregados não estiverem sob regime de trabalho prorrogado a horas suplementares.
b) DA ISALUBRIDADE
O reclamante alega que no desempenho de suas funções, estava exposto a diversos agentes insalubres e que a forma como realizava suas atividades não permitia a utilização dos EPIs de forma habitual, muito embora o Reclamado tenha devidamente fornecido os referidos equipamentos.
Alegava que o não uso desses equipamentos se dava em razão de exercer atividade em local fechado e que era submetido a elevadas temperaturas. Além disso,ele supostamente estaria exposto a poeira derivada de utilização de malha pelo setor e que ela impregnava todo o ambiente. O Reclamante alegou ainda que possuía contato com diversos agentes químicos prejudiciais á saúde no processo de tingimento de malha.
O reclamado forneceu equipamentos para seu labor cotidiano, sendo este recusado pelo Reclamante, embora o reclamado por inúmeras vezes advertido pelo risco a saúde, embora o risco que corria quando desrespeitava as ordens emanadas.
Além disso, não há de se falar de atividade insalubre sem ao menos a realização de perícia para esse fim conforme art.195 CLT.
Assim requer a improcedência do pedido relacionado á atividade insalubre, pois não há comprovação de insalubridade mediante perícia, e ainda que o fosse, o Reclamado cumpriu com a legislação vigente, fornecendo devidamente os Equipamentos de proteção individual e adotando medidas aptas à exclusão de seu prejuízo.
c) DA EQUIPARAÇÃO SALARIAL
Alega o Reclamante que após aproximadamente 01 ano de sua admissão, passou a laborar no 1º turno, e que, a partir de então passou a realizar funções similares á do líder.
Primeiramente e sabido que o esclarecimento acerca de fatos formulados por outros colaboradores, bem como, a resolução de problemas e demais atividades exercidas no local não se furtam à função para a qual foi contratado, ou seja ajudante geral, sendo inerente à realização de trabalho o dever de colaborar o que não lhe prejudicar de alguma forma.
A CLT em seu art.461, assegura a equiparação salarial, mas traça alguns requisitos, que atuam de forma cumulativa, cuja ausência de algum dele impede o precitado direito, em consonância com a Súmula 6, do TST.
Portanto, requer a improcedência do pedido de equiparação salarial, porquanto inexistentes na situação em apreço os diversos requisitos exigidos pela lei e pela jurisprudência pátria:
d) DOS PEDIDOS IMPUGNADOS 
 O Reclamado, consoante o que se afirmar e efetivamente o prova, vem a impugnar:
a-) horas intervalares e seus reflexos;
b-) a concessão do adicional de insalubridade;
c-) a equiparação salarial;
d-) verbas já prescritas, consoante o tópico de nº 02;
IV- DOS PEDIDOS
Ante exposto, requer a vossa excelência:
1- O recebimento da presente contestação acolhendo as preliminares suscitadas, com a extinção do processo sem resolução de mérito;
2- A improcedência dos pedidos contidos na inicial, condenando o Reclamante ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios;
V- DAS PROVAS
Protesta provar ora alegado, por todos os meios de provas em direito admitidos, em especial o documental, testemunhal, pericial, depoimento pessoal e todas as demais que mostrarem necessárias a comprovar o alegado.
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
3- RÉPLICA
PROBLEMA 1 
Fernanda Silva, brasileira, solteira, costureira, portadora da cédula de identidade RG nº 123, inscrita no CPF/MF sob o nº 456, filha de Diana Silva, residente e domiciliada à Rua das Flores, nº 108, Bairro Famosos, São Paulo/SP, ajuizou Reclamação Trabalhista perante o 6º Juízo do Trabalho de São Paulo-SP, em face da empresa Fashion Costuraria LTDA., pessoa jurídica de direito privado, CNPJ/MF nº 789, com sede na Rua 2 de abril, nº 1970, Bairro do Rock, São Paulo/SP, onde pleiteou, em suma:
a) o reconhecimento de vínculo empregatício do período de 13-06-2016 até 13-06-2018; 
b) o pagamento de horas extras, dado que, desde a sua admissão em até a sua demissão, laborou de segunda à sexta, das 08h às18h, com intervalo de 1h para refeição e descanso, e aos sábados e feriados, das 08h às 12h, sem intervalo e; 
c) as guias de levantamento do FGTS e Seguro Desemprego, sob pena de expedição de alvará, dado que estas não lhe foram entregues.
Em contestação, a Reclamada, sem apresentar nenhum documento que comprovasse suas alegações, negou o vínculo empregatício com a Reclamante, afirmando que esta foi admitida apenas em contrato de experiência e, portanto, laborou na empresa apenas no período correspondente a 13-06-2016 à 13-07-2016; afirmou que a Reclamante, neste período, laborou apenas de segunda à sexta, das 08h às 16h, com 1h de intervalo; e, ainda, não apresentou em primeira audiência as guias de levantamento do FGTS e do Seguro Desemprego.
Intimada da decisão, Fernanda Silva, procura você, advogado experiente na esfera trabalhista para apresentar a medida processual adequada. 
PEÇA:
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DO TRABALHO DA 6º VARA DO TRABALHO DA COMARCA DE SÃO PAULO – SP 
Autos nº...
Fernanda Silva,, brasileira, solteira, costureira, portadora da cédula de identidade RG nº123, inscrita no CPF/MF sob o nº 456, filha de Diana Silva, CTPS nº..., série..., PIS..., endereço eletrônico..., residente e domiciliada à Rua das Flores, nº 108, Bairro Famosos, São Paulo/SP, por intermédio de seu advogado que esta subscreve (procuração anexa), com endereço profissional situado à..., endereço eletrônico..., vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, com fulcro no artigo 769 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e artigo 437 do Código de Processo Civil (CPC), apresentar RÉPLICA À CONTESTAÇÃO apresentada por Fashion Costuraria LTDA ,pessoa jurídica de direito privado, CNPJ/MF nº 789, endereço eletrônico..., com sede na Rua 2 de abril, nº 1970, Bairro do Rock, São Paulo/SP, pelos motivos de fato e de direito a seguir expostos. 
I- DOS FATOS
A Reclamante foi admitida pela Reclamada em 13-06-2016 para exercer a função de costureira, tendo laborado até a data de 13-06-2018, quando foi imotivadamente dispensada, sem que tenha recebido até o presente momento, as verbas rescisórias que lhe são devidas.
II- DO CONTRATO E DA JORNADA DE TRABALHO
A Reclamante, durante todo o pacto laboral, prestou serviços à Reclamada de segunda à sexta, das 08h às18h, com intervalo de 1h para refeição e descanso, e aos sábados e feriados, das 08h às 12h, sem intervalo.
Em contestação, a Reclamada negou o vínculo empregatício. Afirmou que a Reclamada laborou durante apenas um mês na empresa, sob a égide do contrato de experiência.
Em que pese o alegado pela Reclamada, é válido ressaltar que esta não apresentou um documento sequer que pudesse comprovar referida alegação.
Diante disso, reitera-se o pedido de reconhecimento do vínculo empregatício da Reclamante com a Reclamada no período compreendido entre 13-06-2016 à 13-06-2018, com as devidas anotações em sua CTPS.
III- DAS HORAS EXTRAORDINÁRIAS
É certo que a Reclamante, durante o pacto laboral, exerceu suas funções de segunda à sexta, das 08h às 18h, com intervalo de 1h para refeição e descanso, e aos sábados e feriados, das 08h às 12h, sem intervalo.
A Reclamada alegou em contestação que Marilyn cumpriu jornada apenas de segunda à sexta, das 08h às 16h, com 1h de intervalo, entretanto, também não apresentou documento hábil a comprovar tal afirmação.
Nestes termos, portanto, conforme preceitua o art. 58 da CLT e o art. 7º, incisos XIII e XVI, a Reclamante faz jus ao pagamento do valor correspondente às horas extraordinárias cumpridas.
IV- DAS GUIAS REFERENTES AO FGTS E SEGURO DESEMPREGO
Na exordial reclamatória, a Reclamante pleiteou, ainda, que a Reclamada apresentasse em primeira audiência as guias de levantamento do FGTS e do Seguro Desemprego.
Não bastasse a ausência de comprovação de tudo o que alegou, a Reclamada também não apresentou as guias requeridas pela Reclamante.
Por este motivo, deverá ser expedido alvará para que Elvis Presley Costuraria LTDA. seja compelida ao pagamento de indenização substitutiva, conforme previsto na Lei nº 8.036/90 e Lei nº10.134/15.
V- DOS PEDIDOS
Ante o exposto, requer o recebimento da presente impugnação à contestação, a fim de que seja dada total procedência à reclamatória, para que a Reclamada seja compelida aos pedidos contidos na exordial, observando o impugnado na presente réplica.
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
PROBLEMA 2
Felipe Souza, ajuizou reclamação trabalhista em face da empresa China Express por ter sido demitido sem justacausa e não ter recebido as respectivas verbas rescisórias. No mais, ao aplicar o aviso prévio ao reclamante, a empresa percebendo que não poderia demiti-lo por justa causa, resolveu cancelar a medida, o que não foi aceito pelo reclamante, que cumpriu o aviso prévio e saiu do emprego.
Após a saída de Felipe Souza, e inconformada com a recusa do cancelamento do aviso prévio, a reclamada não pagou as verbas rescisórias da demissão sem justa causa e ainda, mesmo tendo contato com empregado, começou a divulgar convocações para o retorno ao trabalho, na tentativa de caracterizar o abandono de emprego. 
Ajuizada a reclamação perante a 2ª Vara do Trabalho de Mogi das Cruzes – SP, foi juntado com a inicial o contracheque que comprova o aviso prévio. Posteriormente, a empresa reclamada apresentou contestação no prazo legal, alegando inépcia da petição inicial e, ainda a necessidade de ajuizamento de reclamação perante a Comissão de Conciliação Prévia e demissão por justa causa por abandono de emprego.
Como advogado de Felipe Souza, apresente a medida judicial cabível à defesa dos interesses do reclamante, sem inventar dados ou fatos não informados.
PEÇA:
EXCELENTÍSSIMO SR. DR. JUIZ DO TRABALHO DA 2ª VARA DO TRABALHO DE MOGI DAS CRUZES – SP.
Autos nº:
FELIPE SOUZA, já qualificado nos autos, por intermédio de seu advogado que esta subscreve (procuração anexa), vem à presença de Vossa Excelência, com fulcro no artigo 769 da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) e artigo 437 do Código de Processo Civil (CPC), apresentar RÉPLICA À CONTESTAÇÃO apresentada pela reclamada China Express, pelas razões de fato e direito a seguir expostas: 
I- SINTESE DOS FATOS:
O reclamante laborou para a reclamada, foi demitido sem justa causa e até o presente momento não recebeu suas verbas rescisórias.
Ocorre que ao aplicar o aviso prévio ao reclamante, a reclamada percebendo que não poderia demiti-lo por justa causa, resolveu cancelar a medida, o que não foi aceito pelo reclamante, que cumpriu o aviso e depois saiu do emprego.
Neste diapasão, após a saída do reclamante, e inconformada com o não aceite do cancelamento, a reclamada não pagou as verbas rescisórias da demissão sem justa causa e ainda, mesmo tendo contato com empregado, começou a divulgar convocações para o retorno ao trabalho, na tentativa de caracterizar o abandono de emprego.
Atitude esta que fez o reclamante perceber que apenas seriam respeitados seus direitos perante a Justiça, haja vista em nenhum momento a impugnada demonstrou que seguiria os ditames legais.
II- DA INÉPCIA DA PETIÇÃO INICIAL
Diferentemente do alegado pelo reclamado, considera-se inepta a petição inicial somente quando houver a falta de algum dos requisitos previstos no art. 840 da CLT, o que não ocorre no presente caso.
III- DA COMISSÃO DE CONCILIAÇÃO PRÉVIA
Não merece prosperar o argumento trazido pelo reclamado, tendo em vista que a submissão dos conflitos trabalhistas à comissão de conciliação prévia, prevista na CLT em seus artigos 625-A e seguintes, é uma faculdade do trabalhador, sendo assim, vem o reclamante a este juízo para buscar a melhor solução de seu conflito.
IV- DO ABANDONO DO EMPREGO
A alegação de abandono de emprego não merece prosperar, posto que os documentos trazidos pelo reclamante, como o contracheque constando seu aviso prévio, são provas irrefutáveis de que a impugnada pretendia demiti-lo.
Não fazendo nenhum sentido as convocações feitas pela reclamada para o retorno ao trabalho do reclamante, posto que ambos mantiveram contato após sua saída, realizando as supracitadas diligências apenas na tentativa em vão de produzir provas de que o impugnante supostamente abandonou seu emprego, o que nunca aconteceu. Bem como, deixar de pagar as devidas verbas rescisórias.
Portanto, não merece prosperar o pedido de declaração de demissão por justa causa requerido, posto que nunca ocorreu o abandono do emprego, tendo o reclamante cumprido o aviso prévio e posteriormente deixado de ir ao trabalho por ter sido demitido sem justa causa, devendo receber as verbas oriundas desta demissão.
V- DOS DOCUMENTOS JUNTADOS PELA RECLAMADA
Pugna pelo indeferimento de todos os documentos juntados pela reclamada, posto não se fazer presente os requisitos para ser utilizado na apreciação da demanda, bem como alguns nem utilidade tem para o tema, servindo apenas para confundir o nobre julgador.
VI- DOS PEDIDOS
Ante o exposto, requer pelo acolhimento da impugnação à contestação, rejeitando o requerido pelo reclamado em sua defesa, para o prosseguimento da ação até a integral satisfação, reiterando todos os pedidos constantes em Exordial.
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
4- RECURSO ORDINÁRIO
PROBLEMA 1 
Mauricio, brasileiro, Solteiro, desempregado, residente em São Paulo, pleiteou em 2017 reclamação trabalhista em face de Indústria de Molas LTDA cujo a decisão da primeira instancia reconheceu apenas parcialmente os direitos do recorrente e nada falou sobre as horas extras e o adicional de periculosidade. Inconformado, Mauricio então decidiu recorrer ao Tribunal cabível para rever a decisão nas partes que lhe foram desfavoráveis. Na qualidade de advogado do reclamante elabore a medida judicial cabível para a defesa dos interesses.
PEÇA:
EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DA 1ª VARA DO TRABALHO DE SÃO PAULO- SP
Processo de origem nº:
Mauricio, já qualificado nos autos do processo em epígrafe, por intermédio de seu advogado regularmente constituído com procuração anexa, endereço profissional com CEP, vem a presença de Vossa Excelência, tempestivamente inconformado com a vossa respeitável sentença, interpor o presente RECURSO ORDINÁRIO amparado no art. 895, I da CLT, visando à revisão da decisão, a partir dos fatos e dos direitos a seguir expostos.
Requer-se a juntada do comprovante do recolhimento de custas e depósito recursal.
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
Razões de Recurso Ordinário
Origem: 1ª VARA DO TRABALHO DE SÃO PAULO- SP
Processo nº:
Recorrente: Mauricio 
Recorrido: Industria de Molas LTDA
Egrégio Tribunal Regional do Trabalho
Colenda Turma
Nobres Desembargadores
I- SINTESE DA DEMANDA 
Trata-se de Reclamação Trabalhista ajuizada por Jonas Carvalho dos Santos, doravante recorrente, em desfavor de Industria de Molas LTDA, doravante recorrida, na qual o Juízo singular reconheceu apenas parcialmente os direitos do recorrente que, inconformado, recorre ao Tribunal para rever a decisão nas partes que lhe foram desfavoráveis, no tocante aos adicionais de horas extras e de periculosidade.
II- DA TEMPESTIVIDADE DO RECURSO
Considerando que a decisão recorrida foi publicada em 03/04/2017 e este recurso está sendo apresentado em 11/04/2017, é de se reconhecer sua tempestividade de 8 (oito) dias, nos termos do art. 219 do CPC, mas contados de forma corrida, em respeito ao princípio da celeridade processual que flui do art. 2º, inciso III, da Instrução Normativa nº 39 do TST.
III- DO MERITO 
O Juízo considerou improcedente o pedido de pagamento de horas extras em razão de o recorrente estar inserido na exceção prevista no art. 62, inciso I, da CLT, ou seja, pelo fato de realizar atividade externa incompatível com o controle de jornada.
Entretanto, para que o trabalhador se enquadre na referida exceção é necessário que o controle da sua jornada seja impossível, o que não é o caso do recorrente, porque seus horários facilmente poderiam ser controlados de acordo com os atendimentos que prestava nos clientes e de contatos por telefone celular. Tanto é assim, que foi nesse sentido a decisão do TST no RR nº 0002471-66.2010.5.09.0000, julgado pela sua Segunda Turma no dia 05/03/2015, relatado pelo ministro Renato de Lacerda Paiva.
A sentença também indeferiu o adicional de periculosidade, ao fundamento de que a previsão do texto celetista somente se aplica aos casos que envolvem trabalhadores que ficam toda a jornada conduzindo motocicleta, o que não era o caso do recorrente. Todavia, o art. 193, §4º, da CLT, não dispõe que o trabalhadornecessite conduzir o veículo durante toda a jornada para fazer jus ao aludido adicional.
Além disso, o Anexo 5 da Norma Regulamentadora nº 16, do Ministério do Trabalho, que regulamenta o referido dispositivo legal, prevê que não é considerada perigosa a utilização de motocicleta ou motoneta exclusivamente no percurso da residência para o local de trabalho ou deste para aquela
No entanto, esse não é o caso do recorrente, porque ele se deslocava de moto também de um cliente para o outro, o que ao longo da sua jornada significava um longo período exposto aos riscos do trânsito em motocicleta, haja vista a grande quantidade de clientes que atendia.
IV- DO PEDIDO 
Ante o exposto, pede-se que a decisão do Juízo singular seja revista no tocante aos adicionais de hora extra e periculosidade, e que o direito de Justiça gratuita seja mantido, conforme já decidido pelo Juízo de 1ª instância.
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
PROBLEMA 2 
A sociedade empresária Petro & Gás Ltda. foi condenada em 1º grau na reclamação trabalhista movida pelo ex-empregado Matheus Gomes, oriundo da 02ª Vara do Trabalho de Mogi das Cruzes. Na sentença, depois de reconhecido que o reclamante trabalhou na empresa por 6 meses, o juiz deferiu adicional de periculosidade na razão de 50% sobre o salário básico, pois a perícia realizada nos autos detectou a existência de risco à vida (contato permanente com materiais inflamáveis); deferiu a multa do art. 477, § 8 º, da CLT, porque o pagamento das verbas devidas pela extinção do contrato foi feito na sede da empresa, não tendo sido homologado no sindicato de classe ou autoridade do Ministério do Trabalho e Emprego; deferiu dano moral, determinando que juros e correção monetária fossem computados desde a data do ajuizamento da ação, e deferiu, com base no art. 1.216 do Código Civil, indenização pelo frutos de má-fé percebidos pela sociedade empresária porque ela permaneceu com dinheiro que pertencia ao trabalhador.
Diante do que foi exposto, elabore a medida judicial adequada para a defesa dos interesses da sociedade empresária.
As custas foram fixadas em R$ 200,00 sobre o valor arbitrado à condenação de R$ 10.000,00.
PEÇA:
EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DA 02ª VARA DO TRABALHO DE MOGI DAS CRUZES 
PROCESSO Nº:
PETRO& GAS LTDA., já devidamente qualificado nos autos do processo em epígrafe, por meio de seu Advogado infra firmado, vem perante Vossa Excelência, tempestivamente, interpor o presente RECURSO ORDINÁRIO, nos termos do art. 895, I, da CLT, tendo em vista o inconformismo com a r. sentença que julgou procedentes os pedidos formulados na reclamação trabalhista ajuizada por Matheus Gomes, também já qualificado.
Requer o conhecimento do presente, vez que estão presentes todos os pressupostos de admissibilidade intrínsecos e extrínsecos, inclusive o preparo, juntando o comprovante do pagamento do depósito recursal e das custas, estas no valor de R$ 200,00, conforme fixado em sentença.
Após a intimação do recorrido para, querendo, apresentar contrarrazões, seja o recurso admitido e remetido para julgamento perante o Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
RAZÕES DO RECURSO ORDINÁRIO
RECORRENTE: PETRO & GAS LTDA. 
RECORRIDO: MATHEUS GOMES
PROCESSO N.
VARA DE ORIGEM: 02ª VARA DO TRABALHO DE MOGI DAS CRUZES/SP
Egrégio Tribunal,
Eminentes Desembargadores,
I- SINTESE DA DEAMANDA 
Merece reparo a r. sentença proferida nos autos do processo em epígrafe, haja vista a ocorrência de error in judicando, senão vejamos:
II- DO MÉRITO RECURSAL
a) DO ADICIONAL DE PERICULOSIDADE
Deve ser reformada a sentença neste particular, para fixar o adicional de periculosidade nos termos do § 1º do art. 1.963, ou seja, em 30% sobre o salário base, e não 50% como fora fixado. Assim, requer a reforma para reduzir o percentual do adicional de periculosidade.
b) DA MULTA DO ART. 477 DA CLT
Deve ser reformada a r. sentença, haja vista que a multa é indevida, pois o contrato vigorou por menos de 12 meses, sendo, então, desnecessária a homologação, conforme o art. 477, § 1º, da CLT e o art. 4º, I, IN n. 15 da Secretaria de Relações do MTE. Assim, requer a reforma para julgar improcedente o referido pedido.
Merece reforma a r. sentença no que tange à fixação da correção monetária, uma vez que a correção monetária deverá ser computada a partir da condenação, não do ajuizamento da ação, conforme as Súmulas 439 do TST e 362 do STJ. Assim, pela reforma para fixar a correção da condenação.
c) DOS FRUTOS DE MÁ-FÉ
Não merece prosperar a r. sentença no particular, haja vista que a o art. 1.216 do CC, é inaplicável ao Direito do Trabalho, conforme Súmula 445 do TST. Assim, requer a reforma para julgar improcedente o referido pedido.
III- PEDIDOS 
Por todo o exposto, REQUER:
a) Seja o presente recurso admitido para, no mérito, dar provimento ao mesmo, reformando a r. sentença a quo, na forma da fundamentação supra, tendo em vista a ocorrência de error error in judicando.
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
5- AGRAVO DE INSTRUMENTO
PROBLEMA 1
Pedro, brasileiro, solteiro, jogador de futebol profissional, residente no Rio de Janeiro/RJ, legítimo proprietário de um imóvel situado em Juiz de Fora/MG, celebrou, em 1º de outubro de 2012, contrato por escrito de locação com Jorge Junior, brasileiro, solteiro, professor, pelo prazo de 48 (quarenta e oito) meses, ficando acordado que o valor do aluguel seria de R$ 3.000,00 (três mil reais) e que, dentre outras obrigações, Jorge não poderia lhe dar destinação diversa da residencial. Ofertou fiador idôneo. Após um ano de regular cumprimento da avença, o locatário passou a enfrentar dificuldades financeiras. Jorge, depois de quatro meses sem receber o que lhe era devido, ajuizou ação de despejo cumulada com cobrança de aluguéis perante a 2ª Vara Cível da Comarca de Juiz de Fora/MG, requerendo, ainda, antecipação de tutela para que o réu/locatário fosse despejado liminarmente, uma vez que desejava alugar o mesmo imóvel para Francisco. O magistrado recebe a petição inicial, regularmente instruída e distribuída, e defere a medida liminar pleiteada, concedendo o prazo de 72 (setenta e duas) horas para Jorge desocupar o imóvel, sob pena de multa diária de R$ 2.000,00 (dois mil reais). Desesperado, Jorge o procura para que, na qualidade de seu advogado, interponha o recurso adequado (excluídos os embargos declaratórios) para se manter no imóvel, abordando todos os aspectos de direito material e processual pertinentes.
PEÇA:
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS
JORGE JUNIOR, brasileiro, solteiro, professor, por seu advogado que esta subscreve nos autos da ação de despejo em trâmite na 2ª Vara Cível da Comarca de Juiz de Fora, processo... Que lhe move Pedro, qualificação completa, vem respeitosamente á presença de Vossa Excelência, não se conformando com a respeitável decisão de folhas... E com fundamento nos artigos 522 e seguintes do Código de Processo Civil interpor AGRAVO DE INSTRUMENTO C/C PEDIDO LIMINAR, pelas razões anexas;
Requer seja recebido o presente recurso no seu regular efeito devolutivo com a concessão do efeito suspensivo conforme art. 558 CPC. SUSPENSIVO, por se tratar de dano de difícil reparação (artigo 558, CPC) e ATIVO: para o fim de antecipar os efeitos da tutela recursal (artigo 527, III, CPC).
Informa nessa oportunidade nome e endereço dos advogados (artigo 524, III, CPC) Advogado do Agravante: (....) e Advogado do Agravado: (....)
Requer a juntada da inclusa guia de preparo devidamente recolhida.
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
RAZÕES DE AGRAVO DE INSTRUMENTO
I - DA TEMPESTIVIDADE E DO CABIMENTO
Consoante se depreende dos autos, o recorrente foi intimado da decisão em... E protocolizou o presente recurso aos..., portanto, dentro do prazo de 10 dias previsto em lei.
Trata-se de decisão interlocutória que se reveste de urgência.Isso porque a questão sobre despejo pode causar dano de difícil reparação, portanto cabível, no caso, agravo de instrumento conforme artigo 522, Código de Processo Civil.
II - DAS RAZÕES RECURSAIS
Trata-se de ação movida por Pedro na qual por pedido de tutela antecipada requereu o despejo de João pelo atraso no pagamento das parcelas não pagas do aluguel por ele alugado, a ação de despejo foi desproporcional tendo em vista o Art. 461, §§ 4º e 5º, do CPC, tendo em vista que o credor tem o prazo de 15 dias para purgar a mora.
III - DO EFEITO SUSPENSIVO/ATIVO
Tendo em vista o indeferimento deste recurso o agravado não terá aonde morar, tendo em vista o seu direito de purgar a mora no prazo de 15 dias.
Portanto, tendo em vista o receio de dano de difícil ou incerta reparação, requer seja concedido o efeito ativo para o caso concreto (558, CPC).
IV - DO PEDIDO
Isso posto requer:
A) tendo em vista o preenchimento dos requisitos de admissibilidade, seja conhecido o recurso;
B) seja recebido o presente agravo no seu regular efeito devolutivo com a concessão do efeito suspensivo;
C) o CONHECIMENTO e DEFERIMENTO, da TUTELA ANTECIPADA RECUSAL (art. 527, III do CPC), para autorizar a suspensão da decisão e no final reformada decisão do juízo a quo.
D) a intimação do agravado para, em querendo, apresentar contrarrazões no prazo de 10 dias;
E) informa que no prazo de três dias comunicará ao juiz da causa acerca da interposição do recurso conforme artigo 526 do Código de Processo Civil;
F) a juntada das peças que instruem o agravo (artigo 525, CPC). Informa que as peças são declaradas autênticas pelo advogado sob sua responsabilidade pessoal
i) decisão agravada
ii) certidão de intimação
iii) petição inicial
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
PROBLEMA 2 
A Empresa X foi condenada em ação trabalhista promovida por Maria Joaquina, tendo entrado com recurso ordinário e realizado o depósito recursal no valor de R$ 7.058,11 na data de 24/02/2014. No recurso ordinário a Empresa X alegou cerceamento de defesa obtendo acolhimento do pedido pelo Tribunal, tendo o processo retornado a vara de origem para as devidas providencias. Veio nova sentença mantendo a condenação da Empresa X que apresentou novo recurso ordinário, complementando o valor do recurso ordinário anteriormente apresentado no importe de R$ 1.124,95 na data 09/03/2016, perfazendo um total de R$ 8.183,06. Tendo o Recurso Ordinário mantido a sentença de primeiro grau, a Empresa X Recorreu de Revista, requerendo fosse concedido justiça gratuita, alegando tratar-se de microempresa amparada pelos benefícios do art. 899, §9º da CLT, que autoriza a redução do valor do depósito recursal pela metade. A decisão do Tribunal denegou seguimento ao recurso. Como advogado do caso, elabore a medida processual adequada para a defesa dos interesses da Empresa X. 
PEÇA:
EXECLENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 02ª REGIÃO.
PROCESSO nº 
Empresa X, já qualificado nos autos do processo em epígrafe, na Reclamação Trabalhista que lhe move MARIA JOAQUINA, inconformado com a respeitável decisão que denegou seguimento ao Recurso de Revista para o Egrégio TST, vem tempestiva e respeitosamente à presença de Vossa Excelência, interpor: AGRAVO DE INSTRUMENTO com base no artigo 893, IV e 897, alínea “b”, § 5º, I e II, da CLT, de acordo com as razões em anexo, as quais requer que sejam recebidas e remetidas ao Egrégio TST.
	De final, considerando a GP 11/2010 que desde então dispensa a apresentação de traslados, não mais sendo necessárias a juntada de cópias para interposição de agravo de instrumento de decisão que denegou seguimento a Recurso de Revista
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
 
EGRÉGIO TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO
AGRAVANTE: Empresa X
AGRAVADO: Maria Joaquina
ORIGEM: 02ª Vara do Trabalho de Mogi das Cruzes/SP
AUTOS Nº :
RAZÕES DO AGRAVO DE INSTRUMENTO
I- TEMPESTIVIDADE 
    	O presente Agravo está sendo interposto tempestivamente, uma vez que a r. Decisão que negou seguimento ao Recurso de Revista foi publicada no Diário Oficial da Justiça do Trabalho da 02ª Região em 31 de julho de 2018, portanto, seu prazo segue até a data de hoje, dia 10 de  agosto de 2018.
II- DADECISÃGRAVADA
  Cuida, o presente feito, de Recurso de Revista requerido contra a decisão que denegou seguimento aos pedidos formulados pelo agravante, em razão da suposta ausência de preparo. Abaixo sua decisão:
PRESSUPOSTOS EXTRÍNSECOS
Recurso de revista. Pedido de gratuidade da justiça indeferido (artigo 99, § 2º, do CPC). Depósito recursal não comprovado. Deserção.
Intimada para comprovar o recolhimento do depósito recursal, a reclamada, cujo pedido de gratuidade da justiça foi expressamente indeferido (fl. 227) quedou-se inerte, motivo pelo qual se impõe denegar seguimento ao apelo interposto, por deserto.
CONCLUSÃO
DENEGO seguimento ao Recurso de Revista.
Todavia, em que pese o saber jurídico do d. vice presidente do E. TRT da 2ª Região, a decisão merece ser revista, conforme passaremos a demonstrar.
III- DAS RAZÕES PARA SEGUIMENTO DO PRESENTE RECURSO DE REVISTA
1) DA INCOMPETÊNCIA DO JUIZO A QUO PARA ANÁLISE DOS PRESSUPOSTOS RECURSAIS
Inicialmente impende observar que a análise dos pressupostos recursais não cabe ao juízo a quo, afinal, conforme estabelece o art. 99, §7º do CPC:
§ 7o Requerida a concessão de gratuidade da justiça em recurso, o recorrente estará dispensado de comprovar o recolhimento do preparo, incumbindo ao relator, neste caso, apreciar o requerimento e, se indeferi-lo, fixar prazo para realização do recolhimento.
O dispositivo legal deixa bem claro que a análise do pedido de justiça gratuita deve caber ao relator do recurso. Portanto, evidente que sua análise deve ser feita pelo juízo ad quem e não a quo.
Aliás, cabe observar que o desembargador vice-presidente que fez a análise do recurso, sequer era relator do recurso ordinário.
Portanto, como o pedido de justiça gratuita fora realizado no bojo das razões recursais, evidente que a análise dos pressupostos processuais acerca do recolhimento das custas jamais poderia ter sido feito pelo desembargador vice-presidente.
Por isso, nula a decisão guerreada.
2) DO RECOLHIMENTO DO DEPÓSITO RECURSAL
Ainda que se entenda que a decisão guerreada é legítima, vale observar que as custas foram devidamente recolhidas no feito.
Com efeito, a agravante é microempresa, tendo, assim, os benefícios do art. 899, §9º da CLT, que autoriza a redução do valor do depósito recursal pela metade.
Ocorre que até aquela data já havia depósitos de R$ 7.058,11 na da data 24/02/2014 e R$ 1.124,95 na data 09/03/2016, perfazendo um total de R$ 8.183,06.
Portanto, evidente que o valor do depósito recursal foi devidamente pago.
Negar a apreciação de um recurso em que se debate a cristalina nulidade do v. acórdão apenas por eventual falta de recolhimento do depósito recursal, que, aliás, sequer se verifica, é uma inegável afronta ao direito do contraditório e ampla defesa, motivo pelo qual prequestiona desde já o art. 5º, LV da CF. 
IV - DA POSSIBILIDADE DA JUSTIÇÃ GRATUITA A PESSOA JURÍDICA
É notória e grave a situação financeira e econômica da empresa, a qual não pode cumprir com o restante do depósito recursal ensejando o reconhecimento de sua precária situação econômica.
Nesse contexto, a insuficiência de recursos autoriza a aplicação do art. 98. NCPC para isentá-lo de custas processuais e depósito recursal conforme entendimento da doutrina e jurisprudência:
Nesse sentido, o art. 98, § 1º, VIII do CPC, prevê que a pessoa jurídica também estará amparada ao benefício relativo ao pagamento de depósitos recursais, garantindo o contraditório e ampla defesa.
De fato, impedir à concessão do benefício às pessoas jurídicas, vai de encontro a norma constitucional insculpida no art. 5º, inciso LXXIV, a qual estabelece que “Estado prestará assistência jurídica e integral aos que comprovarem insuficiência de Recursos”.
Desta feita, considerando o pedidoaduzido no Recurso de Revista com a apresentação de declaração e pobreza demonstrando o estado de necessidade da empresa, bem como os valores já depositados nos recursos anteriores, deverá o presente Agravo ser recebido e provido, com fim de destrancamento do Recurso de Revista para sua devida apreciação e provimento nos pedidos ali recorridos.
V-DO PEDIDO
Pelas razões expostas, requer-se seja o presente AGRAVO DE INSTRUMENTO provido para o fim de reformar o r. Despacho Agravado do Excelentíssimo Desembargador Vice-Presidente CARLOS ROBERTO HUSEK do TRT da 02ª Região, determinando-se, por conseguinte, o destrancamento do Recurso de Revista interposto pelo agravante bem como o seu regular processamento, por seus próprios e inabaláveis fundamentos.
Termos em que,
Pede deferimento.
Local/data
Advogado
OAB/
RESPOSTAS QUESTÕES DE PRÁTICA SIMULADA III
ENUNCIADO 1 
a) Não. No tocante ao desconto, ela é inválida porque excede o poder do empregador, além de caracterizar bis in idem. O desconto cuja imposição se pretende, por ser unilateral, viola o artigo 462 da CLT. 
b) Do poder diretivo ou de comando ou empregatício ou regulamentar ou jus variandi.
ENUNCIADO 2
a) O exercício da função de confiança, de acordo com a Lei e a doutrina, exige a conjugação do elemento subjetivo (poder de mando, controle, direção, gestão) e do objetivo (padrão salarial diferenciado ou gratificação de função, se houver, de no mínimo 40% do salário do cargo efetivo), conforme Art. 62, II, da CLT. 
b) Jéssica fará jus às horas extras porque, como a gratificação recebida é inferior a 40% do salário, juridicamente não exerce cargo de confiança, tendo assim limite de jornada OU falta o elemento objetivo, conforme Art. 62, § único, da CLT.
ENUNCIADO 3
a) De acordo com a norma prevista no artigo 2º, § 2º, da CLT, sempre que uma ou mais empresas, tendo, embora, cada uma delas, personalidade jurídica própria, estiverem sob a direção, controle ou administração de outra, constituindo grupo industrial, comercial ou de qualquer outra atividade econômica, serão, para os efeitos da relação de emprego, solidariamente responsáveis a empresa principal e cada uma das subordinadas. Desta forma, a solidariedade das empresas que integram grupo econômico é ativa e passiva (solidariedade dual): ambas podem exigir de José a prestação de serviços, porque integram um grupo econômico empregador (empregador único) e são responsáveis solidárias pela satisfação dos créditos trabalhistas de José.
 b) As empresas integrantes de grupo econômico consistem em “empregador único”. Deste modo, a prestação de serviços a mais de uma empresa do mesmo grupo econômico, durante a mesma jornada de trabalho, não caracteriza a coexistência de mais de um contrato de trabalho, salvo ajuste em contrário, nos moldes da interpretação jurisprudencial pacífica contida na Súmula nº 129 do TST.
ENUNCIADO 4
a) A primeira punição é válida ante o descumprimento injustificado de ordem legal; a segunda punição é inválida, pois incabível dupla punição pela mesma falta (non bis in idem).
b) O empregado pode recusar-se ao cumprimento de ordem ilegal, valendo-se do direito de resistência (jus resistentiae)  OU  poderá, diante da situação, postular a resolução culposa do contrato (rescisão indireta), com base no artigo 483, “a” da CLT, pela imposição de cumprimento de ordem contrária à lei OU poderá pleitear a declaração de nulidade das punições. Em qualquer um dos casos, com as reparações patrimoniais e morais cabíveis.
ENUNCIADO 5
a) De acordo com os arts. 10 e 448 da CLT, a mudança na propriedade ou na estrutura jurídica da empresa não afeta os contratos de trabalho dos respectivos empregados. A ocorrência de sucessão na esfera trabalhista exige para a sua configuração a transferência de uma unidade econômico-jurídica e a continuidade do negócio, ou a continuidade na prestação de serviços.
b) Não, pois na hipótese Nelson recebeu a transferência (delegação de serviço, mais propriamente) do próprio Estado, mediante nomeação em concurso público, e não houve a continuidade na prestação de serviço dos empregados para o novo notário, pois ele não aproveitou nenhum dos empregados anteriores.
ENUNCIADO 6
a) Não cabe a preliminar de impossibilidade, em razão do vínculo de emprego com o tomador, que utilizou a Cooperativa de forma fraudulenta (afastamento do artigo 442, parágrafo único, da CLT ou ofensa ao art. 9º, da CLT).
b) Não cabe o pedido de vínculo com a Cooperativa, porque: o manteve com o Posto OU em razão da intermediação ilícita, que gera o vínculo direto com o tomador. Não cabe responsabilidade subsidiária do Posto - a sua responsabilidade é direta como real empregador e o reclamante não fez pedido de vínculo contra ele.
ENUNCIADO 7
a) O desconto para a confraternização é inválido, na medida em que não foi autorizado pelo trabalhador, violando a Súmula 342 do TST e o Art. 462 da CLT, que tratam do tema.
b) O desconto a título de “pé faltante” é inválido, na medida em que, apesar de autorizado por escrito, exigiria a prova de culpa do empregado, como previsto no Art. 462, §1°, da CLT, o que não ocorreu.
 ENUNCIADO 8
a) O vale-compras fornecido pelo empregador, pelo trabalho, de forma habitual, não onerosa, por não possuir caráter nocivo e a lei não lhe retirara natureza salarial, configura salário in natura, nos termos do art. 458, caput, da CLT. Logo, visto que possui natureza salarial, os respectivos valores devem integrar a base de cálculo das verbas contratuais dos empregados
b) Não, Natureza não salarial da parcela fornecida pelo PAT.
ENUNCIADO 9
a) O critério apto a ser adotado para distinguir aquelas prestações que configuram salário in natura das que não configuram deve partir da definição do caráter retributivo (utilidades concedidas pelo trabalho) ou instrumental (utilidades concedidas para o trabalho) de tais prestações. Estas últimas de caráter instrumental não configuram salário in natura. O art. 458, caput, e §2o, da CLT, são decisivos para o enfrentamento da questão.
b) Não, pois a habitação fornecida pelo empregador reveste-se de caráter instrumental, ou seja, foi fornecida para viabilizar o trabalho.
ENUNCIADO 10
a) O empregador deve realizar o pagamento da comissão, pois não pode transferir para o empregado o risco do negócio, já que possui meios jurídicos hábeis para a cobrança da dívida em face do devedor inadimplente.
b) Nesse caso a empresa continuará pagando a comissão a cada mês, pois a ruptura do contrato não exclui o direito do empregado nem obriga o empregador a antecipar o pagamento, na forma da CLT, art. 466 § 2º “A cessação das relações de trabalho não prejudica a percepção das comissões e percentagens devidas na forma estabelecida por este artigo”.
ENUNCIADO 11
a) Nos termos do Art. 457, caput, da CLT, a gorjeta é uma paga feita por terceiros, razão pela qual tem natureza remuneratória
b) A pretensão procede. O valor das gorjetas integrará a base de cálculo dos depósitos do FGTS. Conforme dispõe o Art. 15, caput, da Lei n. 8.036/90, os empregadores ficam obrigados a depositar até o dia 7 (sete) de cada mês, em conta bancária vinculada, a importância correspondente a 8 (oito) por cento da remuneração paga ou devida, no mês anterior, a cada trabalhador.Logo, a base de incidência do FGTS é a remuneração do empregado, que inclui as gorjetas recebidas (Art. 457, caput, da CLT, e Súmulas 63 e 354, do TST).
ENUNCIADO 12
a) Ele terá direito, pois a exigência do acordo coletivo não é aceita pela jurisprudência, conforme OJ 390, do TST.
b) Está sujeita à contribuição fiscal OU recolhe Imposto de Renda, conforme Lei 10.101/00, Art. 3º, § 5º OU Regulamento do Imposto de Renda.
ENUNCIADO 13
a) impossível o deferimento de ambos os adicionais cumulativamente, na forma da CLT, artigo 193, § 2º. O empregado poderá optar pelo adicional de insalubridade ou periculosidade que porventura lhe seja devido.
b) seria possível, pois o juiz não fica adstrito ao agente agressor indicado pela parte, na forma da Súmula 293, do TST.
ENUNCIADO 14
a) Aempresa poderá descontar o valor, na forma do Art. 462, § 1º, da CLT, pois o ato foi culposo e estava acertado em contrato.
b) Nesse caso a conduta de Jorge pode ser tipificada como ato de improbidade, nos termos do Art. 482, “a”, da CLT.
ENUNCIADO 16 
a) Vitor tem direito a receber o mesmo salário que Rodolfo porque, na hipótese, a substituição não é eventual, razão pela qual é assegurado o pagamento do mesmo salário que o substituído, na forma da Súmula 159, I, do TST.
b) A tese a ser advogada é a de que se trata de cargo vago que, assim, não dá direito do novo empregado de receber o mesmo salário que o antecessor, na forma da Súmula 159, II, do TST.
ENUNCIADO 17
a) O pedido de horas extras pelo intervalo intrajornada supostamente desrespeitado seria julgado improcedente, já que o período de 11 horas entre duas jornadas de trabalho, previsto no Art. 66 da CLT, foi respeitado.
b) Seria possível postular horas extras em razão da inobservância dos 15 minutos de pausa anteriores à realização de horas extras para a mulher, previsto no Art. 384 da CLT.
ENUNCIADO 18
a) É procedente o pedido de pagamento dos valores correspondentes aos intervalos intrajornada não gozados pelo reclamante, haja vista a nulidade da cláusula coletiva. Isso porque a norma instituidora dos intervalos para repouso e alimentação possui natureza cogente ou de ordem pública, por versar sobre medida de saúde e de segurança do trabalho, não podendo ser objeto de negociação coletiva a sua redução ou supressão. Nesse sentido, o posicionamento contido na OJ nº 342, item I, da SDI-1 do TST.
b) A parcela prevista no artigo 71, §4º, da CLT deve integrar a base de cálculo das verbas contratuais e redibitórias, em razão de sua natureza salarial, nos exatos termos do entendimento uniformizado na OJ nº 354 da SDI-1 do TST.
ENUNCIADO 19
a) O limite diário de duração do trabalho deste empregado deve ser de 06 (seis) horas, nos termos do Art. 7º, inciso XIV, da Constituição da República, por se tratar de empregado que irá trabalhar em turnos ininterruptos de revezamento. De acordo com o posicionamento contido na OJ 360 do TST, faz jus à jornada especial prevista no Art. 7º, XIV, da CF/1988 o trabalhador que exerce suas atividades em sistema de alternância de turnos, ainda que em dois turnos de trabalho, que compreendam, no todo ou em parte, o horário diurno e o noturno, pois submetido à alternância de horário prejudicial à saúde, sendo irrelevante que a atividade da empresa se desenvolva de forma ininterrupta.
b) O empregado terá direito à redução da hora noturna, posto não haver qualquer incompatibilidade entre as disposições contidas no Artigo 73, § 1º, da CLT e no Art. 7º, inciso XIV, do Texto Constitucional. A redução da hora noturna deve ser observada nos turnos ininterruptos de revezamento. Neste sentido, inclusive, a OJ 395 do TST: “O trabalho em regime de turnos ininterruptos de revezamento não retira o direito à hora noturna reduzida, não havendo incompatibilidade entre as disposições contidas nos Art. 73, § 1º, da CLT e no Art. 7º, XIV, da Constituição Federal”.
ENUNCIADO 20
a) Na hipótese, há turno ininterrupto de revezamento, cuja jornada deveria ser de 6 horas diárias. Como a empregada cumpriu 8 horas diárias, terá direito às horas extras, conforme o Art. 7º, XIV, da CF/88.
b) Tratando-se de horário misto, haverá direito ao adicional noturno sobre a jornada compreendida entre 22:00 e 00:00h, conforme o Art. 73, § 4º, da CLT.
ENUNCIADO 21
a) Não. O caixa executivo exerce trabalho burocrático OU não exerce função enquadrada no art. 224, §2º, da CLT. Indicação da Súmula 102, VI, do TST.Sim. 2 horas extras diárias (7ª e 8ª), porque tinha jornada de 6 horas.
b) Sim. Fazia como horas as que ultrapassavam a 8ª diária. Incidência do artigo 224, §2º, da CLT OU indicação da Súmula 102, IV, do TST.
c) Sim, com base no jus variandi OU nos termos do artigo 468, parágrafo único, da CLT. Já a gratificação e função não poderia ter sido suprimida porque exerceu cargo de confiança por mais de 10 anos, com incorporação da gratificação de função. Indicação da Súmula 372, I, do TST.
ENUNCIADO 22
a) O repouso semanal remunerado é causa de interrupção do contrato de trabalho e está previsto na CRFB/88 (artigo 7º, XV), artigo 67 da CLT e Lei 605/49.
b) A política empresarial está equivocada, pois o repouso semanal deve ser aproveitado durante a semana, no período de 7 dias, e não após, na forma da OJ 410 da SDI-1 do TST. 
ENUNCIADO 23
a) Sim, pois mesmo gozadas as férias na época própria, foi descumprido o prazo do art. 145 da CLT e de acordo com a Oj 386 da SBDI-I do TST, em situações como essa, deve-se usar analiticamente o art. 137 da CLT, a fim de se determinar o pagamento em dobro das férias. 
b) Sim, pois a despedida foi abusiva, em retaliação ao requerido, fica caracterizada a despedida retaliativa, pela ofensa à dignidade da pessoa do trabalhador, ensejando dano moral, nos termos do art. 1o, III e 170 da CF, 186 è 927 do CC combinado com o 8º parágrafo único da CLT.
ENUNCIADO 24
a) Não há esse direito, tendo em vista que a obrigatoriedade de coincidência das férias no trabalho com as férias escolares aplica-se apenas ao menor de 18 anos que seja estudante e empregado da empresa, na forma do Art. 136, § 2º, da CLT, ou não há direito potestativo pois o aproveitamento das férias em conjunto traria transtorno ao serviço, segundo do Art. 136, § 1º, da CLT.
b) Não há como impor a conversão das férias em pecúnia porque o requerimento não foi feito no prazo previsto em Lei, 15 dias antes do término do período aquisitivo, conforme o art. 143, § 1º, da CLT.
ENUNCIADO 25
a) A direção agiu corretamente, pois o prazo de licença dos professores é especial, de nove dias, sobrepondo-se a quantidade normal que é de três dias, na forma do Art. 320, § 3º, da CLT.
b) O efeito será a interrupção do contrato de trabalho, de modo que os salários serão pagos pelo empregador.
ENUNCIADO 26
a) Durante os primeiros 15 dias de afastamento por motivo de doença competirá à empregadora o pagamento do salário, na forma do Art.60, parágrafo 3 , da Lei 8.213/91 OU Art. 476 da CLT OU Decreto n. 3.048/99, Art.75
b) O contrato ficará suspenso até que haja a recuperação, na forma do Art. 475, da CLT
ENUNCIADO 27
a) A tese da empresa prevalecerá, uma vez que a suspensão do contrato de trabalho não importa em suspensão do prazo prescricional, na forma da OJ nº 375 do TST
b) A aposentadoria por invalidez tem como consequência a suspensão do contrato de trabalho, na forma do art. 475 da CLT.
ENUNCIADO 28
a) Como advogado da empresa, sustentaria que não houve acidente do trabalho, sendo assim, não há de se falar em garantia de emprego acidentária, prevista no art. 118 da Lei 8213/91, posto que o benefício recebido foi o de auxílio doença comum.
b) Quanto ao levantamento do FGTS, seria possível o saque, vez que há previsão legal expressa, conforme art. 20, XVIII da Lei 8036/90 (Lei do FGTS).
ENUNCIADO 29
a) Sim, uma vez que o caso se equipara a acidente de trabalho o recolhimento do FGTS é obrigatório, na forma do art. 15, §5°, da Lei nº 8.036/90 ou art. 28, III, do Decreto nº 99.684/90
b) Sim, o período de afastamento será considerado na contagem do seu tempo de serviço, na forma do art. 4º, parágrafo único, da CLT
ENUNCIADO 30 
a) Conforme OJ nº375 do TST a suspensão do contrato de trabalho não importa na suspensão do prazo prescricional, sendo assim, prevalece a tese da empresa.
b) A aposentadoria por invalidez resulta na suspensão do contrato de trabalho, conforme art 475 da CLT.

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