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Questão 1/10 - História e Memória Leia o fragmento de texto: “O século XVI teria, portanto, favorecido a eclosão de uma corrente histórica baseada na consciência de uma cesura radical entre o passado e o presente que se anuncia nesse período que qualificaríamos de moderno”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: DOSSE, F. A História. Trad. Maria Helena Ortiz Assumpção. Bauru: Edusc, 2003. p.60. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre as relações entre História e Memória na Idade Moderna (séculos XV ao XVIII), é correto afirmar que: Nota: 10.0 A A partir do Renascimento a história e a memória passam a ser pensadas como uma só. B Na Idade Moderna, as noções da história como aprendizado para a vida e para o exercício da política permaneceram inválidas. C Até o Iluminismo, a concepção de história predominante foi o método escolástico de São Tomás de Aquino e a defesa do gênero hagiográfico. D O método analítico estabelecido no Iluminismo introduziu na produção histórica a busca pela razão universal imutável nos acontecimentos humanos. Você acertou! COMENTÁRIO: Esta é a resposta correta porque: No período moderno, especialmente no século XVIII com o Iluminismo, valorizou-se a busca da razão imutável universal como maneira explicativa da vida humana. Conforme livro-base (p.95-96) “O método analítico introduzido pelo Iluminismo adentrou na produção histórica, introduzindo nela a busca pela razão universal imutável presente nos acontecimentos humanos. Filósofos conhecidos, como Voltaire, Diderot, Montesquieu, entre outros, afirmaram a segurança na razão crítica, alegando a necessidade de separar a análise histórica de erros provocados pela superstição e pelo dogma religioso, apontando a necessidade de um método racional para a averiguação dos documentos do passado”. As demais alternativas distorcem o conteúdo do livro-base páginas 95-96. E No período moderno, mito e religião ganharam força nas formas de representar o passado, o que levou à sacralização da História e da memória. Questão 2/10 - História e Memória Leia o seguinte fragmento do texto: “[...] Se a memória carregaria indelevelmente a afetividade dos sujeitos, a história traria consigo a imparcialidade, a objetividade dos fatos; uma se aproximaria do passado para revivê-lo, ao passo que a outra se distanciaria para analisá-lo”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: FREIRE, D. J. F. O (des) encontro entre Memória e História. Revista História e Historiografia, Ouro Preto, n.21, p.132-139, ago. 2016. p. 133. Em uma aula de História um professor solicitou aos seus alunos que escrevessem exemplos de memória (individual, coletiva, histórica) e de história. Considerando esse fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões, relacione corretamente os seguintes elementos aos seus respectivos exemplos: (1) Memória (2) História ( ) O nome de uma rua importante da cidade chamada Avenida Getúlio Vargas. ( ) O conteúdo “Revolução Francesa” do livro didático escolar. ( ) As lembranças dos avós sobre o seu tempo de infância. ( ) As comemorações do aniversário da cidade. A sequência correta é: Nota: 0.0 A 1-2-1-2 B 1-2-1-1 Comentário: A sequência correta é 1-2-1-1. Os exemplos: “O nome de uma rua importante da cidade chamada Avenida Getúlio Vargas”, “As comemorações do aniversário da cidade”, “As lembranças dos avós sobre o seu tempo de infância” são exemplos de memória pois referem-se à memória histórica, a uma memória coletiva e a uma memória individual respectivamente. O exemplo “O conteúdo “Revolução Francesa” do livro didático escolar” trata-se de material confeccionado a partir a historiografia (produção do conhecimento histórico feito por historiadores). “A memória acaba demonstrando uma relação afetiva e emocional com o passado, pois, acima de tudo, ela emerge de maneira pessoal, individual. Para além disso, a memória se mostra extremamente seletiva e suscetível ao esquecimento (Joutard, 2007). Já a história, que pode ser entendida tanto como a realidade histórica (o que realmente teria acontecido num dado tempo) quanto como o conhecimento produzido a respeito dela, é diferente da memória. A história procura impor certa distância aos acontecimentos, construindo algumas barreiras com relação ao passado. Em grande parte das situações, o historiador não viveu o que narra e, como estudioso, adota uma postura de distanciamento. Esse tipo de abordagem passou a ser frequente a partir do século XIX, com a promoção da história como área de conhecimento distinta, como disciplina científica, juntamente com a formação de um método de investigação” (livro-base, p. 33). C 2-2-1-1 D 1-2-2-1 E 2-2-1-2 Questão 3/10 - História e Memória Leia o extrato do texto a seguir: “Pode-se considerar que o grande acontecimento, decisivo na oscilação da noção de verdade, é quando Lorenzo Valla consegue estabelecer a falsidade da doação de Constantino. Esse documento, importante na partilha entre a autoridade papal e imperial, estabelecia que o imperador Constantino teria dado ao Papa Silvestre a possessão de Roma e da Itália e aceitaria a autoridade temporal do Vaticano sobre o Ocidente cristão.” Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: DOSSE, F. A História. Trad. Maria Helena Ortiz Assumpção. Bauru: Edusc, 2003. P.28. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões, a falsificação do documento da doação de Constantino por parte da Igreja Católica na Idade Média constitui que tipo de dinâmica de memória? Assinale a alternativa correta. Nota: 0.0 A Esquecimento de memória B Memória subterrânea C Memória histórica D Manipulação da memória Comentário: Esta é a resposta correta porque: “Muitas vezes a memória é manipulada para atender a determinados objetivos e expectativas. Documentos históricos e fontes de memória podem ser destruídos, distorcidos, manipulados para a criação de versões específicas. Um grande exemplo foi o documento falso chamado ‘A doação de Constantino’ [...] O documento da doação de Constantino teria sido originalmente produzido no século VIII e foi muito utilizado pela Igreja para afirmar seu poder perante a cristandade e as autoridades do Sacro Império Romano Germânico, até o período em que foi desmascarado. ” (livro-base, p. 127) E Jogo da memória Questão 4/10 - História e Memória Leia o excerto de texto: “No estudo histórico da memória histórica é necessário dar uma importância especial às diferenças entre sociedades de memória essencialmente oral e sociedades de memória essencialmente escrita”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: LE GOFF, Jacques. História e memória. Trad. Bernardo Leitão et al. 6ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2012. P.409. Considerando o excerto de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a trajetória da memória ao longo do tempo, conforme a visão de Jacques Le Goff, relacione corretamente os seguintes elementos às suas respectivas características: 1. Memória étnica 2. Progressos da memória na Idade Moderna 3. Desenvolvimento contemporâneo da memória ( ) Com a invenção da imprensa e maior difusão da escrita e dos livros, a memória encontrou mais espaço de registro e difusão. ( ) Memória em expansão, com os novos meios tecnológicos de registro e difusão, tais como a fotografia, o vídeo e o computador. ( ) Em sociedades sem o uso da escrita, o aprendizado e a transmissão da memória estão mais ligados aos cantos e versos, dando base muitas vezes aos mitos de origem. Agora selecione a alternativa que apresenta a sequência correta: Nota: 10.0 A 1 – 3 – 2 B 2 – 3 – 1 Você acertou! Comentário: A sequência correta é 2-3-1 conforme síntese das ideias de Jacques LeGoff apresentada no quadro da p. 54 do livro-base: 1) A memória étnica: Em sociedades sem o uso da escrita. Nestas, o aprendizado e a transmissão da memória estariam mais ligados aos cantos e versos, dando base muitas vezes aos mitos de origem; 2) Progressos da memória na Idade Moderna: Com a invenção da imprensa e maior difusão da escrita e dos livros, a memória encontrou mais espaço de registro e difusão; 3) Desenvolvimentos contemporâneos da memória: A memória em expansão, com os novos meios tecnológicos de registro e difusão, tais como a fotografia, o vídeo e o computador (livro-base p. 54). C 1 – 2 – 3 D 2 – 1 – 3 E 3 – 2 – 1 Questão 5/10 - História e Memória Leia o extrato do texto a seguir: “Natan Watchel demonstra bem como na sociedade inca uma visão de mundo, que anterior ao período da Conquista estava em harmonia com um determinado tipo de organização social torna-se trágica após a destruição do império pelos espanhóis. A visão dos vencidos se perpetuou na ‘memória coletiva’ e se manifesta, ainda hoje, em uma tradição de resistência passiva à sociedade branca”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: CANDAU, J. Memória e identidade. Trad. Maria Letícia Ferreira. São Paulo: Contexto, 2012. p. 151-152. Considerando o extrato de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre as dimensões da memória, pode-se considerar o texto citado acima como exemplo de: Nota: 10.0 A Memória involuntária B Memória forte Você acertou! Comentário: Esta é a resposta correta porque: O trecho citado é um exemplo de memória forte:“uma memória forte é uma memória organizadora no sentido de que se trata de uma dimensão importante da estruturação de um grupo e da representação que ele vai ter de sua própria identidade. Uma memória forte é compartilhada mais massivamente pelo grupo, sendo mais facilmente encontrada em grupos menores. Geralmente, ela vem à tona entremeada por sentimentos (positivos ou negativos), os quais devem ser captados pela sensibilidade do pesquisador tanto na hora de fazer a entrevista como no momento de se apropriar dela para a produção de uma narrativa histórica. A memória forte se refere, portanto, a eventos que marcaram de alguma forma a vivência do grupo: uma festa, o recebimento de um prêmio, a visita de alguém importante, uma tragédia, um crime, um acontecimento inesperado, a trajetória de alguém que se destacou no grupo por suas realizações e atitudes etc.” (livro-base, p. 231) O exemplo do texto-base corrobora com esse conceito de memória-forte. C Memória fraca D Memória voluntária E Esquecimento Questão 6/10 - História e Memória Leia o extrato do texto: “[...] é uma história vista como alternativa a todas as construções historiográficas baseadas no escrito. Desenvolveu-se à margem da Academia, baseando-se implicitamente na ideia de que se chega à ‘verdade do povo’ graças ao testemunho oral”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: THOMPSON, Paul. A voz do passado: história oral. 3ª ed. Trad. Lólio Lourenço de Oliveira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. p.89. Considerando o extrato do texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o percurso da história oral, é correto afirmar que: Nota: 10.0 A A oralidade só passou a ser considerada nas pesquisas acadêmicas no século XXI. B A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador no século XX. Você acertou! Comentário: A alternativa correta é a letra B, pois “A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador” (livro-base, p.179). As demais alternativas distorcem parcial ou totalmente os conteúdos do livro-base p.179-181. C Na Grécia Antiga a oralidade tinha menos valor que o documento escrito, historiadores gregos antigos rejeitavam os depoimentos orais. D No século XVIII, com o Iluminismo, houve a valorização da oralidade em detrimento do documento escrito oficial para o conhecimento da história. E A interdisciplinaridade teve pouca importância para a difusão do uso da história oral no meio acadêmico. Questão 7/10 - História e Memória Leia o seguinte fragmento de texto: “O mito é assim, antes de tudo, uma ontofania, ou seja, uma manifestação de ser. Torna presente o próprio fenômeno da existência em sua plenitude de ser e de sentido, nos coloca diante da própria gênese dos deuses e homens. O mito é a palavra que revela o ser. Revela-o, note-se bem. Não o conceitua ou esgota, ou delimita-o a um sentido”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: ROSÁRIO, C. C. O lugar mítico da memória. Morpheus - Revista Eletrônica em Ciências Humanas, ano 01, n. 01, p.1-6, 2002. p.2. Considerando esse fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre a memória mítica, é correto afirmar: Nota: 10.0 A O mito é parte da memória coletiva e tem a função de explicar a origem de uma realidade vivida partindo do passado. Você acertou! Comentário: Conforme elemento do texto-base e do livro-base a memória mítica tem função explicativa do passado e a memória coletiva muitas vezes se apropria da memória mítica. As demais alternativas distorcem (integral ou em parte) o que é apresentado nas citadas páginas do livro-base sobre a memória mítica. “O mito é o meio pelo qual as sociedades encontram uma explicação para suas origens e também uma forma a partir da qual podem expressar uma identidade comum” (livro-base p. 75-76). B A memória mítica dá origem a memória coletiva, porém é algo que pertence ao passado. Nos tempos atuais não é mais fonte de explicação do passado dos diferentes grupos. C O mito é resultado da contraposição entre sagrado e profano. A memória ao se apropriar do mito produz uma narração orgânica do passado. D Os mitos sempre têm uma origem temporal precisa e não podem ser confundidos com o tempo da memória. E A memória mítica é resultado da fusão entre o tempo histórico e o tempo mítico que produz a ideia de uma “idade de ouro”. Questão 8/10 - História e Memória Leia o extrato do texto a seguir sobre a História oral: “[...] é uma história vista como alternativa a todas as construções historiográficas baseadas no escrito. Desenvolveu-se à margem da Academia, baseando-se implicitamente na ideia de que se chega à ‘verdade do povo’ graças ao testemunho oral”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: THOMPSON, Paul. A voz do passado: história oral. Trad. Lólio Lourenço de Oliveira. 3ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. p.89. Considerando o extrato do texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre o percurso da história oral, é correto afirmar que: Nota: 10.0 A A oralidade só passou a ser considerada nas pesquisas acadêmicas no século XXI. B A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador no século XX. Você acertou! Comentário: A alternativa correta é a letra B, pois “A história oral, como técnica moderna de documentação, está diretamente ligada ao aparecimento do gravador”(livro-base, p.179). As demais alternativas distorcem parcial ou totalmente os conteúdos do livro-base p.179-181. C Na Grécia Antiga a oralidade tinha menos valor que o documento escrito, historiadores gregos antigos rejeitavam os depoimentos orais. D No século XVIII, com o Iluminismo, houve a valorização da oralidade em detrimento do documento escrito oficial para o conhecimento da história. E A interdisciplinaridade teve pouca importância para a difusão do uso da história oral no meio acadêmico. Questão 9/10 - História e Memória Leia o fragmento de texto: “A memória é uma das três potências da alma racional (as outras são o entendimento e a vontade) e, como reflexodas dignidades de Deus, ela é boa, grande, duradoura, poderosa, sábia, voluntariosa, virtuosa, verdadeira e gloriosa, e tem princípio, meio e fim, maioridade, igualdade e menoridade”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: COSTA, R. História e memória: a importância da preservação e da recordação do passado. SINAIS (Revista Eletrônica-Ciências Sociais). Vitória: CCHN, UFES, Edição n.02, v.1, p.02-15, out. 2007. p.4. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre memória e história na Idade Média, é correto afirmar que: Nota: 10.0 A Uma tradição mnemônica cristã se fortaleceu na Idade Média, ou seja, sistemas de memorização que eram verdadeiras liturgias da recordação, baseadas em datas e fatos da fé cristã. Você acertou! Comentário: Alternativa correta letra A. A memória no ocidente medieval é pautada em uma interpretação cristã. Essa ideia é confirmada no texto-base. Essa ideia é confirmada também no livro-base na página 89 “Nessa trama se fortaleceu, ao longo do medievo, uma tradição mnemónica cristã, centrada nas artes da memória como meio de ordenar ‘intenções espirituais’. Os sistemas de memorização, que se manifestaram em verdadeiros tratados da memória, eram utilizados então para lembrar o paraíso ou o inferno. Surgiram, assim, as liturgias de recordação dos mortos, dos santos” (livro-base, p. 89). As demais alternativas distorcem os conteúdos do livro-base das páginas 89 e 90. B Na visão histórica da Idade Média, os grandes atores eram os homens, constituindo uma noção laica de memória histórica, em que os ritos religiosos não importavam. C O cristianismo medieval apresentou uma continuidade com o pensamento romano pagão ao demarcar o tempo com as noções de criação, encarnação e juízo final. D No medievo a concepção de tempo, inclusive da memória, era uma concepção cíclica (marcada por uma eterna repetição dos acontecimentos), própria da fé cristã. E Toda a memória no Ocidente Medieval se constituiu a partir da ideia de messianismo, derivada da influência muçulmana na Europa. Questão 10/10 - História e Memória Leia o fragmento de texto: “No fim da Idade Média, nos séculos XV e XVI, o Ocidente entrou definitivamente numa era de escritura. Os textos passaram a ser generalizados, utilizados de forma corrente pelas administrações públicas, e houve também a criação de memórias institucionalizadas”. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: SCARPIM, F.A.; TREVISAN, M.B. História & memória: diálogos e tensões. Curitiba: Intersaberes, 2018. P.93. Considerando o fragmento de texto e os conteúdos do livro-base História & Memória: diálogos e tensões sobre as mudanças ocorridas no fim da Idade Média e início da Idade Moderna que impactaram na forma de se constituir a História e Memória, é correto afirmar que: Nota: 10.0 A A partir do Renascimento e da busca humanista, a História perdeu sua missão maior e universal de História Magistrae. B Foi no Renascimento que a História se desvencilhou da Literatura e se constituiu como ciência com método próprio. C No fim da Idade Média e início da Idade Moderna, com a invenção da imprensa, as chamadas artes da memória deixaram de ser essenciais. Você acertou! Comentário: Esta é a resposta correta porque: No fim do período medieval e início do período moderno a invenção da imprensa contribuiu para a valorização da palavra escrita conforme consta no livro-base p. 94. “No fim da Idade Média e alvorecer da Idade Moderna, com a invenção da imprensa, as chamadas artes da memória (ligadas à mnemotécnica) deixaram de ser essenciais. A ampliação da produção escrita e de sua divulgação fizeram o leitor ser colocado diante do registro de uma memória coletiva enorme e que, muitas vezes, levou-o a explorar novos textos”. As demais alternativas são falsas porque distorcem o conteúdo colocado nas páginas 94-95 do livro base. D No período do Renascimento a tradição greco-romana da memória foi retomada e transformada na ciência nascente. E Com a invenção da imprensa, artes e técnicas da memória receberam um novo impulso, estimulando mais ainda a memória individual.