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Profª Cynthia Ferreira Penha Alves “Nada é mais importante do que salvar uma vida” Psicose: indivíduo separado da realidade (delírios, alucinações). Neurose: pessoas comuns, em contato com a realidade, porém desenvolvem angústias e ansiedade. Psicopatia: em contato com a realidade, porém visualizam as pessoas como objetos. Não têm limite para conseguirem o que desejam. Qualquer situação na qual exista risco significativo e iminente de morte ou de lesão grave provocado por sentimentos, pensamentos ou ações que colocam em risco a integridade da própria pessoa, de outras, do ambiente e da sociedade (STEFANELLI, et al., 2008). Equipe de saúde e de segurança qualificadas e preparadas; Espaço seguro, livre para circulação dos membros da equipe; Equipamento necessário para a assistência de emergência; Material adequado para contenção mecânica; No caso de cliente violento, a porta da sala deve permanecer aberta e as outras pessoas do serviço devem ser avisadas; O atendimento tem de ser feito, no mínimo, de médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, equipe de apoio ou de segurança. Situações de crise; Idéia e tentativa de suicídio; Agitação, agressividade e risco de violência aguda; Ansiedade aguda; Intoxicação aguda e síndrome de abstinência de álcool e outras substâncias psicoativas; Surtos psicóticos; Anorexia e bulimia; Cumprimento de determinação judicial. Providenciar atendimento imediato. Dirigir-se ao cliente, chamando pelo nome. Se possível obter informação dos familiares. Manter o ambiente o mais seguro possível. Verificar sinais vitais periodicamente. Providenciar medicação e contenção mecânica se necessário. Anotação de enfermagem sobre todas as manifestações de comportamento e de todas as ações de enfermagem realizadas. CONCEITO Suicídio (sui = si mesmo e ceades = ação de matar) É a morte auto-inflingida, provocado por um ato voluntário e intencional. Ideação suicida – alteração no conteúdo do pensamento constituindo-se na motivação intelectual para o suicídio. Caracterizada por idéias recorrentes e/ou permanentes de: • Perda da vontade de viver • Desejo de estar morto • Desejo de acabar com a própria vida • Desejo de autodestruição Ato suicida – alteração na conduta do paciente que faz com que ele aja, voluntária e intencionalmente, buscando provocar a sua própria morte. Execução do ato tem dois desfechos: 1. Provoca a morte (suicídio) 2. Falha em provocar a morte (tentativa de suicídio) Na emergência: 1. Tranqüilizar o paciente 2. Entrevista cuidadosa e respeitosa 3. Se necessário, usar fármacos prescritos 4. Equipe multidisciplinar decidirá pela internação ou não do paciente. Muito efetiva em casos de agitação psicomotora, em que o paciente não apresenta riscos de auto e hetero agressão; Em casos de risco de auto e hetero agressão, a presença de mais de um membro da equipe junto ao paciente pode ser suficiente para inibí-lo a realizar o ato agressivo INDICAÇÃO Auto e heteroagressividade; SOMENTE SE FOR INEVITÁVEL Decisão coletiva; Após a decisão, deve ser prescrita pelo médico. 5 pessoas da equipe; 1 para cada membro da paciente; 1 para segurar a cabeça e proceder à contenção no leito ou maca. Obs.: A equipe aproxima-se simultâneamente de maneira calma e apenas 1 deve falar. Tecido de algodão duplo; 3 metros de comprimento; 8 cm aproximadamente de largura; Lençol torcido ( tórax ). Obs.: Deve haver várias costuras ao longo do comprimento. Nunca deixá-lo sozinho. O paciente contido deverá ser assistido pela enfermagem durante todo o tempo que estiver contido. Monitoramento constante. Segurança e conforto da contenção. Manter tronco e cabeça levemente elevados. Monitorar sinais vitais e o nível de consciência. Alimentação e ingestão de líquidos de maneira assistida • Desidratação, • Redução da perfusão em extremidades (necrose, trombose e amputação), • Fraturas, • Depressão respiratória, • Aspiração, • Morte súbita, • Lacerações e escarificações da pele, • Perda de movimento pela lesão do plexo braquial.