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E-BOOK Imagine só que incrível você tirando nota máxima na prova de imunologia, sem precisar passar horas estudando freneticamente, SEM PRECISAR PAGAR DP (dependência de matéria) e o melhor, sem precisar ficar colando na hora da prova. Eu entendo que muitas vezes você está extremamente cansado, trabalhou o dia todo, ou simplesmente não conseguiu estudar antes.... Você pode até colar, mas que tipo de profissional vai ser? Sem base? Sem fundamentação teórica? Eu vim aqui para te tirar do sofrimento. E te mostrar que sim Bioguerreiro... Existe luz no fim do túnel. Já pensou que legal? Garantir uma boa nota porque você realmente sabe a matéria? Ah, outra coisa, pode ficar tranquilo, não vou ficar falando para você que só é possível aprender imunologia quem fica anos estudando, muito menos dizer que só estudantes de uma área específica podem aprender essa matéria, além do mais, pode parar de pensar que imunologia não é coisa de Deus. Eu prometo... é fácil! Posso te garantir que neste e-book você vai aprender alguns conceitos relacionados à imunologia de uma forma descomplicada. O que vou te mostrar são dicas e conceitos diferentes de tudo que você já viu, inclusive, muitos alunos iniciantes já aprenderam e afirmaram que essa metodologia realmente funciona. Um jeito interativo, leve e com muito conteúdo! Não precisa se preocupar, já ensinei o passo a passo para centenas de alunos. Isso mesmo, agora você não acredita, mas quando terminar de ler este e-book vai dizer que imunologia é fácil. A propósito é engraçado como eu aprendi imunologia, deixa eu te contar uma história para você entender melhor... Em meio ao caos que vivemos com a pandemia, muitas noticias falsas, as famosas “Fake News” se disseminam como um câncer metastático em meio a população, e entre essas notícias, algumas envolvem aspectos imunológicos, coisas relacionadas com “vacina”, “remédios milagrosos” dentre outras coisas. Tudo isso me leva lá por volta do segundo semestre de 2014. Eu era um calouro, cheio de energia, achando incrível usar jaleco e colocar no Facebook “Estudante de Biomedicina” ou compartilhar memes como “Biomedicina por Amor” ou ainda ter orgulho de dizer “Sou um futuro Profissional da Saúde”, eu fazia tudo que um calouro faz, menos usar jaleco na rua. Desde sempre eu percebi a importância da Biossegurança, rsrs. Nessa época, tudo era novo, me lembro como se fosse hoje o cheiro do laboratório de anatomia....chegava a chorar, e não era de emoção, era só o formol mesmo. Muitas matérias encantam o calouro de um curso de saúde, a aula de anatomia, a primeira aula onde usamos o microscópio, a primeira gota de sangue daquele “furinho” no dedo para fazer algum teste rápido e por aí vai, estava sendo tudo incrível até que...Me deparei com a temível Imunologia. Anticorpo pra cá, citocina pra lá, Linfócito B, T, Plasmócito, Macrófago, Diapedese, Vacina, o que estava acontecendo? Onde eu vim parar? Não sei vocês, mas eu não tive base de imunologia na escola, meus professores não abordavam tanto o assunto, mas mesmo se abordassem, acredito que eu não me lembraria, a metodologia de ensino aplicada não é tão eficiente, vocês sabem disso. Bom, voltando para o terror da imunologia, meu professor era excelente, mas o problema era comigo, eu não entendia nada, não fazia sentido para mim tudo aquilo, aquele monte de células, de onde vem? Como isso nos protege? Foi muito difícil pessoal, fiquei diversas vezes por um fio do exame final, e quando eu falo “por um fio” imaginem um fio beeeem fininho, quase estourando rsrs. Não vou jogar toda a culpa em mim, afinal meu ano de calouro era bem difícil, eu trabalhava com meu pai e em uma concessionária, ia para faculdade quase morrendo de cansaço, acho que grande parte de vocês também passa ou passou por isso. Foi um período bem difícil, mas foi muito importante para que eu pudesse arregaçar as mangas e falar “Eu aprendo imunologia nem que seja na base do ódio”, coincidentemente a isso, meu professor comentou em aula sobre algumas notícias a respeito de um tal de movimento chamado “ANTI VACINA” que contava com milhares de adeptos, muitas reportagens já haviam surgido: Quando eu vi tudo isso, comecei a pensar, será que faz sentido? O que leva uma pessoa a não querer tomar vacina? Com base nessa pergunta, iniciei minha saga no universo da Imuno, baixei diversos livros, assisti um milhão de aulas, gastei MUITO tempo e até um bom dinheiro, para conseguir entender aquele universo, foram várias horas de vários dias, cansativo... mas no final, olha que engraçado, eu descobri que uma das matérias que eu mais gostava era agora a IMUNOLOGIA, deixou de ser um terror e passou a ser um dos amores da minha vida (Juliana, não fique com ciúmes). E a vida é tão engraçada, que hoje eu sou Biomédico, fiz o meu Mestrado em Patologia Experimental (Não tem um programa exclusivo de imunologia onde faço pesquisa, o programa de Patologia compreende Imuno e Pato), atualmente faço Doutorado, onde vou estudar alguns parâmetros (inclusive parâmetros imunológicos) em pacientes com COVID-19, ou seja, tudo a ver com o que eu tanto temia... engraçado né? Além disso também dou aula em uma faculdade, onde trabalho temas relacionados à imunologia com os alunos nos campos de estágio. Depois de tudo isso, eu percebi o quão necessário é falar sobre Imunologia e ensinar isso de uma forma PRÁTICA, CLARA e DITÁTICA. Você deve estar se perguntando, beleza, entendi tudo, bacana essa sua história aí. Mas e a parte que você falou que nós iríamos aprender imunologia sem ficar se matando? Calma, calma, vamos falar sobre isso agora, com essas dicas não tenho dúvida que você aprenderá imunologia facilmente... Vamos lá? O INÍCIO Vamos ao que interessa, começaremos a falar de Imunologia desde o princípio das cavernas. É necessário definir alguns termos. O que é IMUNIDADE? A imunidade é definida como a resistência a doenças, mais especificamente às doenças infecciosas, ou seja, é sua capacidade de conseguir reconhecer e “eliminar” os inimigos, que são os microrganismos. Temos um conjunto com células e moléculas que são as responsáveis por garantir essa IMUNIDADE, e nos dar a capacidade de resistir aos agentes infecciosos. Esse grande grupo com células, moléculas e até alguns órgãos, é chamado de SISTEMA IMUNOLÓGICO. Bom, agora que entendemos o que é IMUNIDADE e SISTEMA IMUNOLÓGICO, é importante saber que nada é feio ao acaso ou de forma desregrada, assim que o agente invasor chega no nosso organismo, o SISTEMA IMUNOLÓGICO inicia uma resposta coordenada e em etapas que culminam na eliminação desse agente infeccioso, essa resposta feita pelo sistema imunológico é chamada de RESPOSTA IMUNOLÓGICA. E garante que o patógeno seja eliminado. Você deve estar se perguntando, Thiago, o que é essa palavra nova, “PATÓGENO”? Podemos falar também “Agente Patogênico”, afinal, o que é? Patógeno ou agente patogênico são os microrganismos capazes de causar doença, pode ser um vírus como o SARS-CoV-2 (causador da COVID- 19), pode ser também uma bactéria como o Mycobacterium tuberculosis causador da TUBERCULOSE. O próprio nome já diz, o prefixo “PATO” faz referência à doença. A ciência que estuda tudo isso se chama IMUNOLOGIA, mais uma vez, vamos olhar para a estrutura da construção da palavra para entender. O prefixo “IMUNO” faz referência ao sistema imunológico, e o sufixo “LOGIA” faz referência ao estudo, resumindo, ESTUDO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO, fácil, não acha? Um resumo disso que falamos: TERMO SIGNIFICADO IMUNIDADE Resistência a doenças infecciosas SISTEMA IMUNOLÓGICO Conjunto de células, tecidos e moléculas que medeiam a resistência às infecções RESPOSTA IMUNOLÓGICA Reação coordenada para destruiros microrganismos IMUNOLOGIA Estudo do sistema imune Com base nisso, já entendemos a importância do sistema imunológico na saúde dos indivíduos. Pessoas com um sistema imune comprometido, ou seja, sem capacidade de responder efetivamente aos agentes infecciosos, que agora como já aprendemos, serão chamados de agentes patogênicos, indivíduos cujo o organismo não é capaz de reconhecer ou combater estes agentes patogênicos, sofrem com a capacidade deles causarem lesão tecidual e consequentemente, problemas de saúde. Tendo como objetivo preparar o organismo frente aos patógenos, o estímulo da resposta imunológica através da vacinação é fundamental. Com o avanço científico e o surgimento das vacinas, muitas doenças diminuíram drasticamente sua incidência, algumas foram até erradicadas. A palavra “vacina” vem do latim vaccinus que significa “derivado da vaca”, o significado do nome pode soar engraçado, mas tem um grande contexto histórico por trás. Um médico chamado Edward Jenner observou durante um surto de varíola em meados de 1796 na Inglaterra que existia uma doença comum entre os bovinos, chamada Cowpox, uma doença semelhante à varíola, que causava a formação de pústulas na pele, mas não levava à morte dos animais, Jenner notou que indivíduos que ordenhavam esses animais desenvolviam a doença do gado (Cowpox) e não desenvolviam varíola. Em maio de 1796, Jenner inoculou o pus (líquido purulento) da pústula de mulher ordenhadora que sofria de cowpox em um menino de 8 anos de idade. O garoto contraiu uma infecção extremamente branda e após alguns dias já estava recuperado, meses mais tarde, Jenner inoculou pus de pústula proveniente de indivíduos com varíola, o menino não adoeceu e foi descoberto então, a vacina. A tabela a baixo mostra alguns exemplos da eficácia da vacinação para doenças infecciosas comuns, onde é possível observar uma grande diminuição na incidência das doenças na qual foram desenvolvidas vacinas. NÚMERO DE CASOS ANTES E DEPOIS DA VACINAÇÃO Doença Número de casos (ano) Número de casos em 2004 % de Diminuição Difteria 206.939 (1921) 0 100% Sarampo 894.134 (1941) 37 99,99% Rubéola 57.686 (1969) 12 99,98% Tétano 1.560 (1923) 26 98,33% Hepatite B 26.611 (1985) 6.632 75% Então, a vacinação nada mais é do que um “desafio” que damos para nosso organismo, para estimulá-lo a preparar uma resposta eficaz contra o patógeno. Existem vários tipos de vacina, podem ser com o organismo vivo, atenuado, inativado ou até morto, mas isso são episódios para os próximos capítulos, o que você precisa saber é que imunologia faz parte da sua, da minha, da nossa vida. Continue aqui comigo e você vai aprender muito mais! IMUNIDADE INATA E ADQUIRIDA Bom, agora que você já entendeu a importância da imunologia e como ela foi fundamental para a qualidade de vida dos seres humanos no decorrer dos anos e é até hoje, vamos começar a abordar os mecanismos pelo qual o sistema imunológico nos defende dos patógenos. De uma maneira bem geral, a imunidade inata é responsável pela proteção inicial contra as infecções, já a imunidade adaptativa ou adquirida (sim, podemos falar das duas formas) é responsável pela defesa mais tardia e mais eficaz contra as infecções. Eu sei que parece complexo, mas prometo que você vai entender. A imunidade inata que também pode ser chamada de imunidade natura ou nativa (sim, são vários nomes que querem dizer a mesma coisa, mas foque no “inata” é mais convencional e utilizado com maior frequência). Quando eu falo de imunidade INATA, eu estou falando de algo que “está ali pronto” “precisou, chegou”, “na hora”, tipo “fast food” ou “drive thru”, o que eu quero dizer com isso? A IMUNIDADE INATA é o tipo de defesa que está sempre presente nos indivíduos saudáveis, é a linha de frente, o soltado de chumbo, estando preparada para barrar a entrada de patógenos, vulgo microrganismos. Você deve estar se perguntando, ok.. mas o que faz parte da imunidade inata? Ainda não entendi muito bem. Este tipo de imunidade é representada por barreiras físicas (como por exemplo a pele e a mucosa), mecânicas (como o espirro), químicas e biológicas (mediadores químicos e enzimas), se o patógeno consegue driblar essas defesas iniciais e adentrarem os tecidos ou caírem na circulação, temos outros representantes que atacarão os invasores, são as células especializadas como macrófago, neutrófilo, células dendríticas e células Natural Killer – NK. Além disso, o sistema conta com diversas proteínas plasmáticas como por exemplo as proteínas chamadas proteínas do sistema complemento. Todos esses mecanismos vão reconhecer e reagir aos microrganismos que POSSUEM A CAPACIDADE DE CAUSAR INFECÇÃO. Imagine que cada microrganismo possui um RG, isso mesmo, um registro geral, igual esse aí que você tem na sua carteira, vamos supor que todos os microrganismos possuem um RG com os seguintes números. MICRORGANISMO A – 133.563.80-2 MICRORGANISMO B – 133.693.20-1 MICRORGANISMO C – 133.658.63-6 Observe que todos os agentes listados acima, iniciam com “133”, você deve estar se perguntando, mas o que uma coisa tem a ver com outra? Olhe só como o sistema imune inato é interessante, lembra que eu falei que ele já está pronto para o ataque? Para que isso seja possível, o sistema imune inato não reconhece com uma ALTA especificidade cada detalhe do microrganismo, pensando nessa sequência de números, notamos que todos começam com uma sequencia parecida “133”, isso mesmo, eles possuem algo em comum, e é nesse detalhe semelhante que a resposta imune inata vai trabalhar, pois uma célula pronta para reconhecer o “133”, consegue combater rapidamente o microrganismo A, B ou C, vamos trazer isso para nossa realidade? Os componentes do sistema imunológico inato podem reconhecer diversos microrganismos, como vírus, bactérias ou fungos. Um exemplo para isso, são os fagócitos (células que realizam fagocitose, ex: macrófago) que possuem receptores para o lipopolissacarídio bacteriano (LPS), que está presente em muitos tipos diferentes de bactérias, ou seja, qualquer bactéria que possui LPS entrar no organismo, as células da imunidade inata prontamente reconhecerão e destruirão esse agente patogênico. É importante destacar que em indivíduos saudáveis, essas células e moléculas NÃO reagem contra agentes estranhos NÃO infecciosos, nem contra células do próprio organismo, se isso acontecer, caracteriza-se uma doença autoimune (não se preocupe, falaremos sobre isso no futuro). Sabemos que a imunidade inata é eficiente e tem o poder de combater muitas infecções, porém como nem tudo é perfeito, os microrganismos patogênicos (mesma coisa que agentes patogênicos) evoluíram para conseguir resistir ao ataque da imunidade inata, eles literalmente conseguem vencer as barreiras iniciais e causar danos ao organismo do indivíduo. O que é um grande problema, afinal, se esse patógeno não é eliminado pelo sistema imune inato, ele está livre para poder se multiplicar, lesionar célula ou destruir tecido, correto? ERRADO!! Quem entra em jogo agora é o sistema imune ADAPTATIVO ou ADQUIRIDO, que é um tipo de defesa que se adapta (faz sentido, não é? “adapta”... Adaptativo) exclusivamente ao agente invasor, com o intuito de arquitetar uma resposta específica contra ele. O sistema imune adaptativo é formado pelos linfócitos (T e B) e seus produtos (anticorpos, citocinas), eu poderia falar um monte sobre isso, detalhar que quando uma célula da imunidade inata (macrófago) vai e apresenta através de uma molécula chamada MHC que pode ser de classe I ou II um antígeno ao linfócito T que é ativado e produz uma citocina chamada Interferon-gama (IFN- y) que se liga em um receptor do macrófago que fica hiper ativado para destruir mais microrganismos e eliminar mais rápidoos estímulos injuriantes e consequentemente apresentar mais epítopos ao linfócito T e etc.... Se eu falasse tudo isso agora, não faria sentido para você, teria apenas um monte de informação solta que não está clara na sua cabeça, portanto, vamos continuar com o que interessa nesse primeiro momento. Basicamente, o que compõe o sistema imune adaptativo são os linfócitos, as citocinas e os anticorpos. Diferente da imunidade inata onde a resposta era montada para um grande grupo de microrganismos (lembre-se do “133”), na imunidade adquirida eu tenho uma especificidade muito maior, ou seja, os linfócitos expressam receptores que reconhecem ESPECIFICAMENTE os agentes patogênicos, pensando no exemplo abordado na página anterior, teremos então linfócitos reconhecendo de forma exclusiva o “563.80-2” da bactéria A, o “693.20-1” da B e “658.63-6” da C. Para fazer sentido, vamos pensar em por exemplo um linfócito tendo receptor para uma sequência de aminoácidos de uma proteína presente nessa bactéria A. Aqui uma imagem que aborda um pouco sobre o que falamos, a imagem foi retirada do livro de imunologia, o ABBAS. É possível observar que a imunidade inata é muito mais rápida e compreende células e barreiras diferentes da imunidade adaptativa, que demora mais tempo para ser formada e possui uma outra população de células envolvidas, os linfócitos. Tudo isso é fácil e incrível né? Esse conteúdo foi uma introdução à imunologia, para você se familiarizar e ver que sim, É POSSÍVEL APRENDER IMUNOLOGIA e de um jeito fácil. Não precisa mais ficar preocupado ou preocupada com isso, eu posso te ajudar. O curso “Imunologia é fácil” já ensinou centenas de pessoas ao redor do Brasil a aprender imunologia de uma vez por todas. Para produzir tudo que você vai aprender, precisei estudar bastante, fiz vários cursos, participei de eventos, a faculdade, o Mestrado e vários anos lendo e me aventurando nos artigos científicos e nos livros da área. Só para você ter uma ideia, um dos módulos do meu curso, o de Imunidade Inata, quanto tempo você levou ou irá levar para ter todo o conteúdo na faculdade? As vezes vai quase um bimestre! Quanto tempo você já perdeu e não aprendeu nada? Olha que apresentei somente um módulo introdutório, no curso “Imunologia é fácil” são mais de 20 e mais de 50 aulas, todos passo a passo e de forma descomplicada. Até quando você vai ter medo da prova de imunologia? Mais uma vez, NÃO É UM BICHO DE 7 CABEÇAS! Até quando você vai ficar tirando notas ruins? Bora Bioguerreiro! Pode ficar sossegado, você deve estar pensando, “Olha ele querendo me vender cursos com preços altíssimos, como sempre são. Relaxa, você vai ter acesso a todo esse conteúdo e mais um certificado (45 horas) por apenas 12x de R$12,07. Se você parar para pensar, o valor é menor que uma corrida de Uber que você paga em um final de semana. Você está disposto a abrir mão de uma corrida de Uber no mês para ter acesso a todo esse conteúdo e dominar a matéria de Imunologia de uma vez por todas? E digo mais, não precisa se preocupar, se você não gostar do conteúdo, você tem até 7 dias para pegar seu dinheiro de volta. Você tem 5 dias para entrar para o curso no valor promocional, então, corra porque as vagas são limitadas. 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Docente Universitário e de Pós-Graduação pela UNIFIL e UNINGÁ, Palestrante pela Cursau Cursos em Saúde e criador da página @biodepressina que conta com mais de 90 mil seguidores no Instagram.