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Aula de parasitose em ruminantes A etiologia de verminoses em ruminantes compreende basicamente 5 gêneros sendo que desses, dois são os mais prevalentes nos ruminates, devemos pensar de tres hospedeiros, bovinos, ovinos e caprinos e aprevalência desses gêneros nesses grupos vão ser diferentes e dependem da espécie do hosperdeiro e em relação aos ambientes em que eles são encontrados. Ovinos e caprinos a prevalência geralmente é de Haemonchus isso se deve a uma série de fatores ambientais x o comportamento do haemonchus e do animal, relação parasito hospedeiro e a interferência do parasito no ambiente se sobressaia. Genericamente falando bovinos de leite de acordo com a densidade de criação, o manejo animal, a forma de criação, e manejo ao qual é submetido maior prevalência de cooperia e haemonchus e em bovinos de corte criados a pasto a maior prevalência é de copperias, principalmente a partir de trabalhos realizados. Mas ao entender o comportamento dos parastiros nem era necessário para entender essa prevalência. Os strogylidas tem um ciclo básico em que possuem um ciclo de vida livre e um ciclo de vida no hospedeiro. A L# na fezes, vai para a pastagem para se ingerida pelo hospedeiro (no ruminante demora de 5 a 7 dias para se compleatar do ovo até perceber a L3 na pastagem é importante pois as fazes do parasito se encontra no bolo fecal e trás um controle na parte prática que se instuir a remoção das fezes em um perído inferior de 5 dias você elimina praticamente todos os vermes que poderiam reinfectar o animal , é a forma de controle ambienta l mais eficiente mas a mais dificil de efetuar pela coleta de fezes ser dificultosa, para detrminados ambientes pode ser util é um único manejo que ocnsgue resolver a sverminoses e só é feito em ambientes restritos, pode se falar dentro de um curral que não é um melhor local de infecção por strongilidus que eles se contaminam em pastagem ou em água de bebida, mas é um dado da biologia dos parasitos que nos ajudam na medida de controle, o outro dado importante é o tmepo de duração da fase de ovo que é utilizada para diagnóstico, se eu tenho que saber se o animal tem ou não tem vermes tem que -se fazer opg e se esses ovos já se desemvolveram e viraram larvas não são detectados no exame. Saber que ovo necessita de umidade, temperature e oxigenação (microambiente acima de 70% de umidade, considerar em lugar onde ovos está). Ovos e larvas tem a capacidade de sobreviver o ano inteiro aqui no brasil, para abreviar a vida deles mas nem tmeperatura de congelamento que são generalizada no ambiente, a geada pode matar ovos mas não as consideramos, as temperaturas altas são acimas de 70 graus e quanto mais alto a temperatura diminui a umidade que é o maior fator de restição, perido de chuva é mais favorável. A partir de quando a L3 se espalha inicia o ciclo parasitário e para serem ingerias pelo animal elas tem o hábito de migrar, ( geotropismo negativo, a L3 é a fase infectante, que tem elevada resistência no ambiente) se o período de sobrevivência do periodo de ovoo é de 1 a2 dias, a L3 dura meses até um ano, que essa durabilidade da l3 depende de cada gênero de estrongylidio, a de Haemonchus é a que tem a menor durabilidade durando apenas de 1 a 2 meses e ambintes de pastagem mais seca sobrevivie mais ou menos 1 mês, a cooperia é a que tem mais tempo de sobreviencia no ambiente mais ou menos 6 meses e ebunostomum não resiste a dissecação fica paenas 1 mês na pastagem. Com a caracteristica de geotropismo – e em função da umidade (que ela se moviemnta) sobe a partir de gotículas de água na ponta do capim e que faz com que ela se torne mais disponível para o consumo do animal. Os animais possuem formas diferentes de se alimentar o ovoino come de cima para baixo, já o boi laça o capim e arranca ele não faz pastejo rente ao solo, dessa forma a fase parasitária inicia quando o animla ingere passivamente a L3 e cada genero se desloca para uma parte do intestino do animal: ABOMASO ( Haemonchus (hematofagia ) e tritrichostrongylus (histiofagia)) Intestino delgado ( Cooperia (alimento digerido) e Bunostomum(hematofagia)) (delago primeiro)Intestino grosso (Oesophagostonum (alimento digerido)) Faz com a fase liguida da ingesta e nesse órgão a L# passa parao estágio da L5 e ediferência de macho e fêmeas adultas que liberam os ovos que vão com o fluxo de alimentoa té sair passivamente nas fezes. A ação do haemonchus sobre o snimais é se alimentar de sangue e provoca de hemorragia ao mudar de local de alimentaçãoe ao entrar no abomaso prejudica adigestão por destruir as células funcionais do abomaso (células produtoras de muco, de enzimas proteolitica e produtora de ácidos). Infextam o animal por ingestão passiva, em o animal vai até ele e ingere a larva exceto o bunostonum que faz a infecção ativa que penetra pela pele do animal. Fatores de risco epidemiológico (estudo do comportamento das populações do parasito): Estão relacionados ao parasito, hospedeiro e ao ambiente, do risco e prejuiso economico para o hospederiro. Fatores ligado ao parasito: relacionado ao seu ciclo biológico e a forma como ele se alimenta. Haemonchus: hematofagia no intestino, levando a perda sanguiniea e no abomaso perde as células que iniciam a digestão proteica. Dentro de cada espécie existem as populações locais, que tem resistência diferentes da mesma espécie principalmente ao vermifugo utilizado, formas de contaminação se é passiva, ativa e contaminação do ambiente com outras características ligada ao ambiente, característica de resistência ligada ao pisoteio. L3 Haemonchus tricostrongylos cooperia Tempo de sobrevivência Resistência a falta de umidade Resistência ao frio Interferem na prevalência do parasito em determinado ambiente. Em relação ao animal: o que mais interfere é raças que tem padrões amplos e especificos. Para bovinos as raças zebuinas são consideradas mais resistentes ao parasitismo quando comparadas a s raças europeias (são mais resistentes as raças de corte do que as leiteiras) as raças leiteiras são mais suceptiveis perdendo com cargas pequenas (perda produtiva) relacionado a exigência nutricional que cresce mais rápido e exige nutricionalmente mais do animis, são animais suceptiveis ao parasitismo. Raças caprinos as leiteiras são mais susceptíveis do que a de corte. Em ovinos raças lanadas são mais susceptíveis do que a de corte, devido ao melhoramento genético. Fator de faixa etária tem um sombreamento da imunidade, a faixa etária em bovinos é os dois primeiros anos de vida do animal que está em uma fase de crescimento, que ele é mais exigente nutricionalmente e a imunidade demora para atingir um patamar protetor e só com um 1 ano e meio que o animal tem uma imunidade protetora mais significativo e ovinos e caprinos que são mais susceptivies dura um ano de vida porem nesses dois grupos de ruminantes a imunidade que desnvolve não é eficentemente protetora e ovinos e caprinos são susceptiveis em todas a sfaixas etárias (relacionado a exigencia nutricional|) a gestação principalmente o terço final e é uma fase que o animal não deve receber nenhuma medicação. Fatores ambientais: é um dos fatores que mais importam do ponto de vista de controle ambiental, o mais complexo e que sofre as maiores interações. Densidade animal: a forma com que os animais se dispoem na área física que eles ocupam. A densidade animal absoluta, pequenos animais principlamente deslocam aglomerados, já os bovinos não tem muito essa característica. a densidade absoluta é a cabeça de animais pela área em que eles se encontram , forma como eles deslocam e pastejam eme grupo acaba aumentando a densidade por área que a mais importante, que interfere no pisoteio das fezes que tam bém intefere na resistência animal. Altura do capim quanto mais alto mais humidade ele guarda, quanto maior a massa verde mais ele acumula umidade, mas não quer dizer que um pasto rente ao solo seja mias saudavel do que pastagem do capim alto e não permite o sobe desce das larvas nogeotropismo negativo, a movimentação que só ocorre em função da umidade e é a partir desse comportamento que a gente lança as medidas de controle não química, ainda como fatores ambientais a qualidade das instalações do ponto de vista de fabricação paara facilitar limpeza e também acumulo de fezes que podem sobrecarregar as pastagens adjacentes a essas instalações e mistura de faixas etárias que tem imunidade difenrente também interferindo na contaminação ambientel, do manejo da pastagem e do uso das instalações. Lembrando que o capim inatura e agua saõ as principais fontes de contmainação, nos temos que priorisar o bom manejo dessas duas fontes de ocntaminação, capim inatura é aquele picado no coxo pela picadeira e a própria pastagem, os volumosos insentos de parasitoses são o feno e a silagem, as instalações suspensa não guasrdam fezes próximas dos animais e elas podem ser direcionadas para o piquete e não adianta nada porque irão se contaminar, essa fezes devem ser coletadas em uma canaleta para ser removida das pastagem adjacentes, esses fatores ambientais servem para pontuarmos as medidas de controle para contornar essas fontes de contaminação. Tomar pé de um cituação tentando enterder quais e quantos parasitos estão envolvitos, ou coletando fezes e pedidindo alem do opg e fazer identificação deo vos e generos do parasito e percentual dos gêneros (proporção de parasitos envolvidos, então a gente entende idealmente coletando fezes de forma representativa e fazendo um check list sobre todos os fatores epidmeiologicos para saber como que a fazenda se comportam em relação a esss riscos epidemiologicos, para fazer um controle integrado que envolve principalmente medidas de manejo que são as não químicas porque mais de 90 a 95 % dos vermes estão no ambiente, então não dadianta nada dar remédio somente para os animais. è para contornar esse fatores ambientais, uma vez que as características ligadas ao parasito e ao hospedeiro a gent enão consegue mudar, só pode colocar no check list como composição do risco (a raça do animal, a idade, para ver o risco ) e computamos a susceptibilidade, você pode saber que gado de leite cooperia e haemonchus como ½ e caprini leiteiro que haemonchose é produto critico e esempre considerando que exista mais parasitos na área porque para controlar se a gente controla apenas um genero e os outros gêneros comum passa a ser prevalentes e aumantam a sua população podendo ate lear o animal a óbito. O controle deve ser feito para todos as especies. Controle não químico: Aumentar a altura de pastagem rpincipalmente nos pequenos ruminantes é vantagem porque pastos muitos baixos rente ao solo selecionam uma característica em que os haemonchus sobrevivem, por isso ele é mais prevalente (passagem rente ao solo, e o h. que consegue sobreviver mais), elavar a ltura do capim aumenta a umidade e permite que mais outros genêros sobrevivem e tem competição entre eles Diminuir densidade animal e vai contra a produtividade do rebanho, mas precisamos de rebanhos autossustentáveis ou confinando fora de pastagem, ou então confinar os animais. Piquetes elevados diminuir densidade e diminuir o tamnaho dos piquetes para ter uma rotatividade e o descanso do piquete vazio que a larva ira morrer ao longo dos meses e tem que ser prolongado discanso de 45 a 65 dias no mínimo para ter eficiência na morte do parasito principalmente o haemonchus, a divisão de piquetes com rotação é benefico e lembre de computar o risco e benefício são médio a longo praso e são duradouros é entrada e saida de lote pela descontmainaçãp. Qualidade da água de bebida é uma prioridade, a maioria das instalações tem animais que ficam confinados a vida inteira e morre de verminose, animais confinados podem adquirir porque aguas de açude são aquelas que lavram o pasto e larva na água sobrevive por muito tempo temos que providenciar uma filtragem da ágau ou não utilizar a água de chuva. è primordial para controle parasitário. Manter instalações sempre limpas com manejo fecal de forma correta, a destinação das fezes são importantes como compostagem e esterqueiras e cada propriedade demanda um tipo de destino, mas essas fezes não podem voltar para a pastagem dos animais.