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ESTUDO INTEGRADO EM TUTORIA, MEDICINA LABORATORIAL E MORFOFUNCIONAL – CADERNO 13 SP 3.4 – A coisa está ficando difícil... João, 52 anos, um alcoolista conhecido, foi trazido à emergência pela proprietária da pensão em que ele mora, que relatou que ele bebeu muito na última semana. Durante esse tempo, seu apetite diminuiu gradualmente e ele não tinha se alimentado adequadamente nos últimos três dias. Durante a consulta, ele estava confuso, agressivo, trêmulo e suando profusamente. Sua fala era incompreensível. Apresentava-se taquicardíaco (126bpm), levemente ictérico e edemaciado. Quando a pressão sanguínea estava sendo determinada, ele teve uma convulsão. A glicose sanguínea, medida pouco antes do início da convulsão, era de 40 mg/dL. O etanol sanguíneo medido no mesmo tempo era de 295 mg/dL. Desenvolveu acidose metabólica moderada, sendo liberado no quarto dia de internação após avaliação metabólica e realização de tomografia computadorizada cerebral, sem alterações. Acompanhamento não revelou sequelas. Após algumas semanas, voltou ao mesmo hospital atendido anteriormente com queixa de dor intensa no joelho esquerdo e no hálux, o qual se encontrava hiperemiado e edemaciado há 3 dias. Em seus antecedentes, destacava apenas 1 episódio anterior de dor articular, que desaparecera sem tratamento após 2 dias de duração. Exames laboratoriais da urina de 24 horas apresentaram: pH da urina de 4,5; ácido úrico de 1,52 g (normal: 300-800 mg/urina de 24 horas) e ácido úrico plasmático de 11,8 mg/dl (normal: 2,5-8,0 mg/dl). O tratamento medicamentoso preconizado foi utilização de Colchicina, Alopurinol (Zyloric) e Dissulfiram. Referências bibliográficas • HALL, John E.; HALL, Michael E. Guyton & Hall - Tratado de Fisiologia Médica. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN 9788595158696. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595158696/. • BAYNES, John W.; DOMINICZAK, Marek H. Bioquímica Médica. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2019. E-book. ISBN 9788595159198. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159198/. • KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; ASTER, Jon C. Robbins & Cotran Patologia: Bases Patológicas das Doenças. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2023. E-book. ISBN 9788595159174. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159174/. • Filho, Geraldo B. Bogliolo - Patologia. Disponível em: Minha Biblioteca, (10th edição). Grupo GEN, 2021. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubc fi/6/68%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml34%5D!/4. • Porto, Celmo C. Semiologia Médica, 8ª edição. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734998/epubc fi/6/2%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5D!/4/2/2%4051:33. • IMBODEN, John B.; STONE, John H. CURRENT Reumatologia. Grupo A, 2014. E- book. ISBN 9788580553512. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580553512/. Referência Complementar • Berne, R. M., & Levy, M. N. (2018). Fisiologia. 7ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier. • SMITH, Colleen M.; MARKS, Allan D.; LIEBERMAN, Michael. Bioquímica médica básica de Marks: uma abordagem clínica. Porto Alegre: Editora ArtMed, 2007. • LT Kuracloud https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595158696/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159198/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159174/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/68%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml34%5D!/4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/68%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml34%5D!/4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734998/epubcfi/6/2%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5D!/4/2/2%4051:33 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734998/epubcfi/6/2%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5D!/4/2/2%4051:33 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580553512/ Abertura da Sessão SP 3.4 1 2 3 4 5 A COISA ESTÁ FICANDO DIFÍCIL! Na Situação Problema dessa semana, vimos que João, 52 anos, um alcoolista conhecido, foi levado à emergência pela proprietária da pensão onde mora devido a excesso de álcool na última semana. Durante esse período, seu apetite diminuiu gradualmente e ele não se alimentou adequadamente nos últimos três dias. Na consulta, estava confuso, agressivo, tremendo e suando muito. Sua fala era incompreensível. Apresentava taquicardia (126 bpm), leve icterícia e edema. Durante a determinação da pressão arterial, teve uma convulsão. A glicose sanguínea era de 40 mg/dL antes da convulsão, com etanol sanguíneo medido em 295 mg/dL. João desenvolveu acidose metabólica moderada e foi liberado após quatro dias de internação, sem sequelas após avaliação metabólica e tomografia computadorizada cerebral normal. Algumas semanas depois, retornou ao hospital com dor intensa no joelho esquerdo e no hálux, ambos hiperemiados e edemaciados por três dias. Seus antecedentes incluíam apenas um episódio anterior de dor articular, que resolveu sem tratamento após dois dias. Ele desenvolveu gota aguda, uma condição causada pela elevação dos níveis de ácido úrico no sangue, frequentemente associada ao consumo excessivo de álcool e à redução da capacidade do fígado de metabolizar adequadamente o ácido úrico. Para um estudante de medicina, compreender as características morfológicas do fígado e do sistema porta hepático, a microestrutura hepática e as funções metabólicas do fígado é essencial. Isso inclui a capacidade do fígado de metabolizar o álcool e suas consequências, como a encefalopatia hepática, bem como sua influência no metabolismo do ácido úrico e desenvolvimento da gota. O caso de João ilustra vividamente como o alcoolismo pode afetar múltiplos sistemas orgânicos, exigindo uma abordagem integrada e abrangente no tratamento e na educação médica. Baseado na Situação Problema dessa semana, responda às atividades do roteiro para uma melhor compreensão dos temas discutidos no caso acima! 1 2 3 4 5 SP 3.4 Roteiro de Laboratório Morfofuncional Determinação do ácido úrico plasmático e aspectos morfológicos do fígado MATERIAIS DE AULA MATERIAIS DE AULA ✓ Peças anatômicas e representação histológica de fígado ✓ Atrium (MEDROOM) ✓ Livro de histologia ✓ Tablets, samartphones e/ou computadores OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM ✓ Analisar as características morfológicas do fígado e do sistema porta hepático. ✓ Correlacionar a microestrutura hepática com as funções metabólicas do fígado. ANATOMIA HEPÁTICA ATIVIDADE 1: Utilizando modelos anatômicos e ou o Atrium (MEDROOM), identifique: • Face diafragmática; • Área nua; • Sulco da veia cava; • Face visceral: • Fossa da vesícula biliar. • Ligamento redondo do fígado; • Porta do fígado; • Lobo hepático direto • Lobo hepático esquerdo; • Lobo quadrado; • Lobo caudado. IMPRESSÕES • Gástrica; • Renal; • Duodenal; • Cólica. LIGAMENTOS • Coronário; • Redondo; • Falciforme. VESÍCULA BILIAR: • Cólon, corpo, infundíbulo e fundo; • Ducto cístico PEDÍCULO HEPÁTICO: • Ductos biliares; • Artéria hepática própria; • Veia porta. 1 2 3 4 5 SP 3.4 Roteiro de Laboratório Morfofuncional VIAS BILIARES: • Ducto hepático direito; • Ducto hepático esquerdo; • Ducto hepático comum; • Ducto cístico; • Ducto colédoco; • Ampola hepatopancreática (ampola de Vater). ATIVIDADE 2: identificação das veias hepáticas Leia o texto a seguir e, na sequência, faça o que se pede. 1. O sistema portal hepático é constituído por uma rede de veias que drenam sangue de grande parte do sistema digestivopara o fígado. Segundo a clássica descrição, a veia porta hepática é formada pela união das veias mesentérica superior e esplênica. A veia mesentérica inferior desemboca na veia esplênica. Ademais, as veias gástricas (direita e esquerda) convergem diretamente na veia porta. Na imagem a seguir, identifique quais números correspondem às veias destacadas em negrito no texto. 1 2 3 4 5 SP 3.4 Roteiro de Laboratório Morfofuncional HISTOFIFIOLOGIA HEPÁTICA ATIVIDADE 1: Leia o texto abaixo e, na sequência, faça o que se pede. Do ponto de vista microscópico, o fígado divide-se em lóbulos. Cada lóbulo é formado por células poliédricas, denominadas “hepatócitos”. Cada lóbulo é separado por tecido conjuntivo, no qual encontra-se a tríade portal, constituída pela: 1- artéria hepática (supre os hepatócitos com sangue arterial, rico em oxigênio); 2- veia porta (supre os hepatócitos com sangue rico em nutrientes oriundos da absorção intestinal); 3- ducto biliar (drena bile produzida no lóbulo). A veia porta do fígado traz o sangue rico em nutrientes do intestino para ser metabolizado nos hepatócitos. A veia porta ramifica-se até formar pequenas vênulas dentro de cada lóbulo hepático. Essas vênulas transformam-se em capilares sinusoides, os quais apresentam fenestras que permitem a entrada e a saída de elementos do sangue para os hepatócitos. Os sinusoides hepáticos se unem contendo o sangue com o resultado do metabolismo hepático e formam a veia central do fígado. 1A- Acesse o site Histology Guide, se dirija à Lâmina 278 (Liver and Gallbladder | Histology Guide) e identifique: A. Lóbulos hepáticos; B. Veia central (veia centrolobular); C. Tríade portal. D. Hepatócito; E. Capilar sinusoide; F. Célula de Kupfer (macrófago) 1B- Analise a figura e complete o seguinte quadro: https://histologyguide.com/slidebox/15-liver-and-gallbladder.html 1 2 3 4 5 ESTRUTURA LETRA CORRESPONDENTE Tecido conjuntivo B Lóbulos hepáticos C Ductos biliares Hepatócitos Capilares sinusoides Vênulas portais Arteríola hepática Veias centro lobulares Veia sublobular REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA II, Arthur F D.; AGUR, Anne M R. Moore Anatomia Orientada Para a Clínica. 9th ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2024. E-book. p.411. ISBN 9788527740128. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527740128/epubcfi/6/36%5B%3Bvnd.vst.idref %3Dchapter05%5D!/4/24%5Bfig5-2%5D/2%4052:99 Acesso em: 22 out. 2024. JUNQUEIRA, Luiz Carlos U.; CARNEIRO, José. Histologia Básica - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527732178. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/. Acesso: 30 nov. 2022. https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527740128/epubcfi/6/36%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter05%5D!/4/24%5Bfig5-2%5D/2%4052:99 https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527740128/epubcfi/6/36%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter05%5D!/4/24%5Bfig5-2%5D/2%4052:99 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/%23/books/9788527732178/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/%23/books/9788527732178/ 1 2 3 4 5 SP 3.4 Roteiro de Medicina Laboratorial 387 Determinação do ácido úrico plasmático LOCAL Sala de informática. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Caracterizar os princípios e fundamentos das técnicas utilizadas para dosagem de ácido úrico e os possíveis interferentes no procedimento. Analisar os parâmetros de normalidade dosagem de ácido úrico em adultos fisiologicamente normais, detectando as alterações mais frequentes e seu significado diagnóstico. Correlacionar as principais doenças metabólicas (ex. gota úrica) associadas a uma condição de hiperuricemia. ESTAÇÃO 1: DOSAGEM DE ÁCIDO ÚRICO PLASMÁTICO ATIVIDADE 1: LABORATÓRIO VIRTUAL ALGETEC 1. Acesse o laboratório virtual ALGETEC no Ulife e faça o login. Acesse o item Dosagem de Ácido Úrico. Siga as etapas na sequência correta até a realização do experimento virtual: A. 1° Etapa: Apresentação. 1 2 3 4 5 SP 3.4 Roteiro de Medicina Laboratorial 388 Neste experimento, você realizará a dosagem de ácido úrico em amostras de sangue (soro, plasma heparinizado ou com anticoagulante EDTA). B. 2° Etapa: Acesso ao Sumário Teórico – Leitura Prévia. C. 3° Etapa: Roteiro de Experimento. D. 4° Etapa: Realize o Pré-Teste (Questões de Aprendizagem Pré-Experimento). E. 5° Etapa: Realize o experimento. F. 6° Etapa: Realize o Pós-Teste (Questões de Aprendizagem Pós-Experimento). MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet, papel sulfite A4 e caneta azul ou preta. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BAYNES, John W.; DOMINICZAK, Marek H. Bioquímica Médica. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2019. E-book. ISBN 9788595159198. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159198/. SMITH, Colleen M.; MARKS, Allan D.; LIEBERMAN, Michael. Bioquímica médica básica de Marks: uma abordagem clínica. Porto Alegre: Editora ArtMed, 2007. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159198/ 1 2 3 4 5 SP 3.4 Roteiro de Medicina Laboratorial 389 ESTAÇÃO 2: O USO DE ÁLCOOL E DESENVOLVIMENTO DA GOTA ÚRICA ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia a SP 3.4 a seguir e responda às questões seguintes: João, 52 anos, um alcoolista conhecido, foi trazido à emergência pela proprietária da pensão em que ele mora, que relatou que ele bebeu muito na última semana. Durante esse tempo, seu apetite diminuiu gradualmente e ele não tinha se alimentado adequadamente nos últimos três dias. Durante a consulta, ele estava confuso, agressivo, trêmulo e suando profusamente. Sua fala era incompreensível. Apresentava-se taquicardíaco (126bpm), levemente ictérico e edemaciado. Quando a pressão sanguínea estava sendo determinada, ele teve uma convulsão. A glicose sanguínea, medida pouco antes do início da convulsão, era de 40 mg/dL. O etanol sanguíneo medido no mesmo tempo era de 295 mg/dL. Desenvolveu acidose metabólica moderada, sendo liberado no quarto dia de internação após avaliação metabólica e realização de tomografia computadorizada cerebral, sem alterações. Acompanhamento não revelou sequelas. Após algumas semanas, voltou ao mesmo hospital atendido anteriormente com queixa de dor intensa no joelho esquerdo e no hálux, o qual se encontrava hiperemiado e edemaciado há 3 dias. Em seus antecedentes, destacava apenas 1 episódio anterior de dor articular, que desaparecera sem tratamento após 2 dias de duração. Exames laboratoriais da urina de 24 horas apresentaram: pH da urina de 4,5; ácido úrico de 1,52 g (normal: 300-800 mg/urina de 24 horas) e ácido úrico plasmático de 11,8 mg/dl (normal: 2,5-8,0 mg/dl). O tratamento medicamentoso preconizado foi utilização de Colchicina, Alopurinol (Zyloric) e Dissulfiram. A. O que é a gota úrica e quais são seus principais sintomas clínicos? B. Você acredita que possa haver alguma relação entre o álcool e o desenvolvimento das crises de gota apresentadas? Justifique sua resposta. 1 2 3 4 5 SP 3.4 Roteiro de Medicina Laboratorial 390 C. Explique o papel do ácido úrico na patogênese da gota. D. Quais são os exames laboratoriais fundamentais para o diagnóstico de gota? E. Como a uricosúria é avaliada e qual é sua importância no diagnóstico de gota? F. Quais são os valores normais e alterados de ácido úrico na urina de 24 horas e no sangue em pacientes com gota? G. Explique a relevância do pH da urina no contexto da formação de cristais de urato. H. Como a resposta ao tratamento é monitorada através de exames laboratoriais em pacientes com gota? I. Qual o mecanismo de ação da colchicina e do alopurinol? J. Por que as regiões mais atingidas na gota são as articulações? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet, papelsulfite A4 e caneta azul ou preta. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS KUMAR, Vinay; ABBAS, Abul K.; ASTER, Jon C. Robbins & Cotran Patologia: Bases Patológicas das Doenças. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2023. E-book. ISBN 9788595159174. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159174/. Filho, Geraldo B. Bogliolo - Patologia. Disponível em: Minha Biblioteca, (10th edição). Grupo GEN, 2021. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527738378/epubcfi/6/68% 5B%3Bvnd.vst.idref%3Dhtml34%5D!/4. Porto, Celmo C. Semiologia Médica, 8ª edição. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2019. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788595159174/ 1 2 3 4 5 SP 3.4 Roteiro de Medicina Laboratorial 391 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734998/epubcfi/6/2%5 B%3Bvnd.vst.idref%3Dcover%5D!/4/2/2%4051:33. IMBODEN, John B.; STONE, John H. CURRENT Reumatologia. Grupo A, 2014. E-book. ISBN 9788580553512. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580553512/. 1a80034ee7c453aecf5f80a3c1b5eb86ce7664fe56a6c102f14b12cc42037f9b.pdf 6b978787c68217e968b6aae05bc937ad49026fc292d5a0a1c1b4a0167b27adb3.pdf 3e286fd50a97adc6ed5dc5987858b274ed1862166c05eb2ff7204c3f4c505d83.pdf 79a9f607414241f175515b4e5884edc8c60864b5a2768458b8a661562eadbbfa.pdf 1a80034ee7c453aecf5f80a3c1b5eb86ce7664fe56a6c102f14b12cc42037f9b.pdf