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Ao serem adquiridos pelos senhores, os cativos eram encaminhados para uma gama de funções, que poderiam incluir:
O negro não só é o trabalhador dos campos, mas também o mecânico, não só racha a lenha e vai buscar água, mas também, com a habilidade de suas mãos, contribui para fabricar os luxos da vida civilizada. O brasileiro usa-o em todas as ocasiões e de todos os modos possíveis... NELSON, Thomas. Remarks on the slavery and slave trade of the Brazil. Londres: 1846. In: CONRAD, Robert. Os últimos anos da escravidão no Brasil, 1850-1888. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
a ) a seleção genética de novas variedades de cana.
b ) integrar companhias de cavalaria, ou dragões, as quais garantiam a defesa dos engenhos.
c ) administrar a segurança pública das cidades em nome de seus senhores, o que era uma forma de garantir as boas relações com as autoridades da coroa.
d ) cuidado com as crianças dos senhores ou trabalhos urbanos, como a venda de diversos produtos, ou a prestação de serviços - barbearia, por exemplo.
e ) o desenho de projetos para engenhos cada vez mais sofisticados, empregando tecnologia e técnicas estrangeiras.

O projeto colonial português foi interpretado por diferentes óticas, muitas vezes contraditórias. Uma das interpretações mais clássicas foi oferecida pelo historiador Caio Prado Júnior (1907-1990) na obra Formação do Brasil Contemporâneo (1942). Segundo a interpretação pradiana:
a ) o projeto colonial português era bastante flexível, permitindo aos colonos construir aqui suas vidas de forma completamente alheia às autoridades que pautavam a vida na metrópole.
b ) o fator mais importante da colonização foi a iniciativa individual de alguns empreendedores, que incentivaram uma dinâmica vida econômica dentro da colônia, incluindo manufaturas e pequenas propriedades.
c ) os portugueses que aqui se estabeleceram seguiram o modelo estabelecido pelos colonos ingleses na América do Norte, fundando pequenas unidades produtivas de subsistência, relativamente autônomas.
d ) A estrutura colonial brasileira foi imediatamente bem-sucedida por seguir fielmente o modelo feudal português.
e ) o Brasil colonial é uma extensão da empresa comercial ibérica, um fruto do capitalismo mercantil português, condenado à produção de artigos de importação para a metrópole.

Na colonização da América, a atuação dos jesuítas desempenhou um papel decisivo.
Atuavam como uma "milícia" católica, porque:
a ) seus membros utilizavam fardas militares em vez de hábitos eclesiásticos.
b ) andavam armados para garantir sua segurança no perigoso sertão.
c ) suas palavras eram "aguçadas como as armas de um soldado".
d ) se organizavam em regimentos e possuíam uma cadeia de comando semelhante à de uma milícia.
e ) eram utilizados como uma poderosa arma para catequizar e adequar a cultura dos nativos ao projeto de administração colonial.

Os europeus encontraram entre as tribos brasileiras vários costumes que consideravam aberrantes, como a prática da antropofagia, por exemplo. Os tupinambás, em particular, tornaram-se conhecidos como antropófagos a partir de relatos como os de Jean de Lèry e Hans Staden. Sobre a antropofagia entre os povos tupis, escolha a alternativa correta.
A ) A prática da antropofagia era uma forma de vingança ritual praticada apenas nas guerras entre tupinambás e europeus.
B ) Tratava-se de um costume pouco relevante da cultura local, tanto que foi pouco notado por observadores europeus.
C ) Os povos tupis nunca guerreavam entre si, praticando a antropofagia ritual apenas contra europeus e povos indígenas de nações não-tupi.
D ) Tratava-se de uma forma desesperada de solucionar o problema da fome, dada a situação de penúria em que viviam os tupis.
E ) Tratava-se de uma prática altamente ritualizada que envolvia a captura de inimigos na guerra, os quais eram executados cerimonialmente e canibalizados como forma de vingança por membros da aldeia que tivessem sido executados da mesma forma em outras guerras.

Sobre os aldeamentos e a escravidão indígena, analise as seguintes assertivas:
I - O trabalho remunerado era a norma, o que era possível em razão dos grandes lucros gerados pelas atividades extrativistas coloniais. II - A captura de nativos era uma forma conveniente de obter cativos para o trabalho agrícola, sendo que os colonos muitas vezes não respeitavam os limites da legalidade. III - Os indígenas representavam um problema para o processo colonizador português; a escravidão era vista como necessárias pelos portugueses, para que pudessem ser assimilados à sociedade que se pretendia construir nos trópicos. IV - Os indígenas estavam dispostos a colaborar livremente com os portugueses em nome do ideal de uma nação nascente.
a. As afirmacoes II, III e IV estão corretas.
b. As afirmações I e II estão corretas.
c. As afirmações II e III estão corretas.
d. Somente a afirmação III está correta.
e. As afirmações III e IV estão corretas.

Sobre o impacto do açúcar no imaginário e na economia da Europa e das Américas, responda corretamente.
a ) O principal impedimento para os lucros do açúcar brasileiro na Europa era o solo pobre da costa atlântica.
b ) O açúcar brasileiro era considerado de pouca qualidade e demorou a cair no gosto europeu, de modo que poucos senhores de engenho conseguiram se tornar ricos e influentes.
c ) Embora tenha sido fundamental para o florescimento econômico da colônia, o açúcar foi para o Brasil apenas um produto, não gerando significativas implicações culturais e sociais.
d ) A primeira exposição significativa dos europeus ao açúcar se deu durante as Cruzadas, obtido inicialmente apenas pelo comércio com as caravanas do Oriente Médio e usado somente pelas elites.
e ) O açúcar brasileiro nunca conseguiu competir com o açúcar original, proveniente do Oriente Médio, permanecendo sempre uma alternativa mais barata.

Diferente da Conjuração Baiana, os valores de liberdade e igualdade defendidos pelos inconfidentes não se estendiam a toda a população da colônia. Os conjurados eram em sua maioria "homens de posses", dessa forma:
A ) Desejavam igualdade independente da classe social, com exceção dos escravos.
B ) Queriam liberdade para todos os homens e o fim da economia escravocrata.
C ) Sua agenda era libertar o território da influência estatal e do controle econômico português, o que não incluía abolir o regime escravocrata vigente, por exemplo.
D ) Buscavam dar representatividade política às classes subalternas.
E ) Desejavam convencer o governo português a dar-lhes relativa autonomia, embora mantendo-se como colônia nominalmente e pagando tributos mais módicos, a fim de beneficiar as classes mais humildes.

Após as revoltas nativistas, uma segunda fase de movimentos teve início, motivada por tentativas deliberadas de libertar a colônia do domínio português. Dentre os fatores que alimentaram tais movimentos podemos destacar:
a ) a influência de espiões da América inglesa, que instigavam ideias revolucionárias no continente.
b ) o desejo de vários setores coloniais em estabelecer uma monarquia autônoma no Brasil.
c ) a ascensão das ideias iluministas no continente americano e a decadência do modelo comercial baseado em artigos de luxo e matérias-primas.
d ) a forte influência de líderes religiosos que pregavam contra o poder português.
e ) os lucros cada vez maiores oriundos do ouro, que estimulavam nos habitantes das regiões auríferas a sensação de que eram capazes de se autogovernar.

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Questões resolvidas

Ao serem adquiridos pelos senhores, os cativos eram encaminhados para uma gama de funções, que poderiam incluir:
O negro não só é o trabalhador dos campos, mas também o mecânico, não só racha a lenha e vai buscar água, mas também, com a habilidade de suas mãos, contribui para fabricar os luxos da vida civilizada. O brasileiro usa-o em todas as ocasiões e de todos os modos possíveis... NELSON, Thomas. Remarks on the slavery and slave trade of the Brazil. Londres: 1846. In: CONRAD, Robert. Os últimos anos da escravidão no Brasil, 1850-1888. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
a ) a seleção genética de novas variedades de cana.
b ) integrar companhias de cavalaria, ou dragões, as quais garantiam a defesa dos engenhos.
c ) administrar a segurança pública das cidades em nome de seus senhores, o que era uma forma de garantir as boas relações com as autoridades da coroa.
d ) cuidado com as crianças dos senhores ou trabalhos urbanos, como a venda de diversos produtos, ou a prestação de serviços - barbearia, por exemplo.
e ) o desenho de projetos para engenhos cada vez mais sofisticados, empregando tecnologia e técnicas estrangeiras.

O projeto colonial português foi interpretado por diferentes óticas, muitas vezes contraditórias. Uma das interpretações mais clássicas foi oferecida pelo historiador Caio Prado Júnior (1907-1990) na obra Formação do Brasil Contemporâneo (1942). Segundo a interpretação pradiana:
a ) o projeto colonial português era bastante flexível, permitindo aos colonos construir aqui suas vidas de forma completamente alheia às autoridades que pautavam a vida na metrópole.
b ) o fator mais importante da colonização foi a iniciativa individual de alguns empreendedores, que incentivaram uma dinâmica vida econômica dentro da colônia, incluindo manufaturas e pequenas propriedades.
c ) os portugueses que aqui se estabeleceram seguiram o modelo estabelecido pelos colonos ingleses na América do Norte, fundando pequenas unidades produtivas de subsistência, relativamente autônomas.
d ) A estrutura colonial brasileira foi imediatamente bem-sucedida por seguir fielmente o modelo feudal português.
e ) o Brasil colonial é uma extensão da empresa comercial ibérica, um fruto do capitalismo mercantil português, condenado à produção de artigos de importação para a metrópole.

Na colonização da América, a atuação dos jesuítas desempenhou um papel decisivo.
Atuavam como uma "milícia" católica, porque:
a ) seus membros utilizavam fardas militares em vez de hábitos eclesiásticos.
b ) andavam armados para garantir sua segurança no perigoso sertão.
c ) suas palavras eram "aguçadas como as armas de um soldado".
d ) se organizavam em regimentos e possuíam uma cadeia de comando semelhante à de uma milícia.
e ) eram utilizados como uma poderosa arma para catequizar e adequar a cultura dos nativos ao projeto de administração colonial.

Os europeus encontraram entre as tribos brasileiras vários costumes que consideravam aberrantes, como a prática da antropofagia, por exemplo. Os tupinambás, em particular, tornaram-se conhecidos como antropófagos a partir de relatos como os de Jean de Lèry e Hans Staden. Sobre a antropofagia entre os povos tupis, escolha a alternativa correta.
A ) A prática da antropofagia era uma forma de vingança ritual praticada apenas nas guerras entre tupinambás e europeus.
B ) Tratava-se de um costume pouco relevante da cultura local, tanto que foi pouco notado por observadores europeus.
C ) Os povos tupis nunca guerreavam entre si, praticando a antropofagia ritual apenas contra europeus e povos indígenas de nações não-tupi.
D ) Tratava-se de uma forma desesperada de solucionar o problema da fome, dada a situação de penúria em que viviam os tupis.
E ) Tratava-se de uma prática altamente ritualizada que envolvia a captura de inimigos na guerra, os quais eram executados cerimonialmente e canibalizados como forma de vingança por membros da aldeia que tivessem sido executados da mesma forma em outras guerras.

Sobre os aldeamentos e a escravidão indígena, analise as seguintes assertivas:
I - O trabalho remunerado era a norma, o que era possível em razão dos grandes lucros gerados pelas atividades extrativistas coloniais. II - A captura de nativos era uma forma conveniente de obter cativos para o trabalho agrícola, sendo que os colonos muitas vezes não respeitavam os limites da legalidade. III - Os indígenas representavam um problema para o processo colonizador português; a escravidão era vista como necessárias pelos portugueses, para que pudessem ser assimilados à sociedade que se pretendia construir nos trópicos. IV - Os indígenas estavam dispostos a colaborar livremente com os portugueses em nome do ideal de uma nação nascente.
a. As afirmacoes II, III e IV estão corretas.
b. As afirmações I e II estão corretas.
c. As afirmações II e III estão corretas.
d. Somente a afirmação III está correta.
e. As afirmações III e IV estão corretas.

Sobre o impacto do açúcar no imaginário e na economia da Europa e das Américas, responda corretamente.
a ) O principal impedimento para os lucros do açúcar brasileiro na Europa era o solo pobre da costa atlântica.
b ) O açúcar brasileiro era considerado de pouca qualidade e demorou a cair no gosto europeu, de modo que poucos senhores de engenho conseguiram se tornar ricos e influentes.
c ) Embora tenha sido fundamental para o florescimento econômico da colônia, o açúcar foi para o Brasil apenas um produto, não gerando significativas implicações culturais e sociais.
d ) A primeira exposição significativa dos europeus ao açúcar se deu durante as Cruzadas, obtido inicialmente apenas pelo comércio com as caravanas do Oriente Médio e usado somente pelas elites.
e ) O açúcar brasileiro nunca conseguiu competir com o açúcar original, proveniente do Oriente Médio, permanecendo sempre uma alternativa mais barata.

Diferente da Conjuração Baiana, os valores de liberdade e igualdade defendidos pelos inconfidentes não se estendiam a toda a população da colônia. Os conjurados eram em sua maioria "homens de posses", dessa forma:
A ) Desejavam igualdade independente da classe social, com exceção dos escravos.
B ) Queriam liberdade para todos os homens e o fim da economia escravocrata.
C ) Sua agenda era libertar o território da influência estatal e do controle econômico português, o que não incluía abolir o regime escravocrata vigente, por exemplo.
D ) Buscavam dar representatividade política às classes subalternas.
E ) Desejavam convencer o governo português a dar-lhes relativa autonomia, embora mantendo-se como colônia nominalmente e pagando tributos mais módicos, a fim de beneficiar as classes mais humildes.

Após as revoltas nativistas, uma segunda fase de movimentos teve início, motivada por tentativas deliberadas de libertar a colônia do domínio português. Dentre os fatores que alimentaram tais movimentos podemos destacar:
a ) a influência de espiões da América inglesa, que instigavam ideias revolucionárias no continente.
b ) o desejo de vários setores coloniais em estabelecer uma monarquia autônoma no Brasil.
c ) a ascensão das ideias iluministas no continente americano e a decadência do modelo comercial baseado em artigos de luxo e matérias-primas.
d ) a forte influência de líderes religiosos que pregavam contra o poder português.
e ) os lucros cada vez maiores oriundos do ouro, que estimulavam nos habitantes das regiões auríferas a sensação de que eram capazes de se autogovernar.

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Disciplina: 100725 - HISTÓRIA DO BRASIL: DO INÍCIO DA COLONIZAÇÃO ÀS CONJURAÇÕES
Abaixo estão as questões e as alternativas que você selecionou:
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QUESTÃO 1
"O negro não só é o trabalhador dos campos, mas também o mecânico, não só racha a lenha e vai buscar água, mas também, com a habilidade de suas mãos, contribui para fabricar os luxos da vida civilizada. O brasileiro usa-o em todas as ocasiões e de todos os modos possíveis..."
NELSON, Thomas. Remarks on the slavery and slave trade of the Brazil. Londres: 1846. In: CONRAD, Robert. Os últimos anos da escravidão no Brasil, 1850-1888. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
Ao serem adquiridos pelos senhores, os cativos eram encaminhados para uma gama de funções, que poderiam incluir:
a )
 a seleção genética de novas variedades de cana.
b )
 integrar companhias de cavalaria, ou dragões, as quais garantiam a defesa dos engenhos.
c )
 administrar a segurança pública das cidades em nome de seus senhores, o que era uma forma de garantir as boas relações com as autoridades da coroa.
 
d )
 cuidado com as crianças dos senhores ou trabalhos urbanos, como a venda de diversos produtos, ou a prestação de serviços - barbearia, por exemplo.
e )
o desenho de projetos para engenhos cada vez mais sofisticados, empregando tecnologia e técnicas estrangeiras.
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QUESTÃO 2
O projeto colonial português foi interpretado por diferentes óticas, muitas vezes contraditórias. Uma das interpretações mais clássicas foi oferecida pelo historiador Caio Prado Júnior (1907-1990) na obra Formação do Brasil Contemporâneo (1942). Segundo a interpretação pradiana:
a )
 o projeto colonial português era bastante flexível, permitindo aos colonos construir aqui suas vidas de forma completamente alheia às autoridades que pautavam a vida na metrópole.
b )
 o fator mais importante da colonização foi a iniciativa individual de alguns empreendedores, que incentivaram uma dinâmica vida econômica dentro da colônia, incluindo manufaturas e pequenas propriedades.
c )
 os portugueses que aqui se estabeleceram seguiram o modelo estabelecido pelos colonos ingleses na América do Norte, fundando pequenas unidades produtivas de subsistência, relativamente autônomas.
d )
 A estrutura colonial brasileira foi imediatamente bem-sucedida por seguir fielmente o modelo feudal português.
 
e )
 o Brasil colonial é uma extensão da empresa comercial ibérica, um fruto do capitalismo mercantil português, condenado à produção de artigos de importação para a metrópole.
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QUESTÃO 3
Na colonização da América, a atuação dos jesuítas desempenhou um papel decisivo.
Atuavam como uma "milícia" católica, porque:
a )
 seus membros utilizavam fardas militares em vez de hábitos eclesiásticos.
b )
 andavam armados para garantir sua segurança no perigoso sertão.
c )
 suas palavras eram "aguçadas como as armas de um soldado".
d )
 se organizavam em regimentos e possuíam uma cadeia de comando semelhante à de uma milícia.
 
e )
 eram utilizados como uma poderosa arma para catequizar e adequar a cultura dos nativos ao projeto de administração colonial.
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QUESTÃO 4
Os europeus encontraram entre as tribos brasileiras vários costumes que consideravam aberrantes, como a prática da antropofagia, por exemplo. Os tupinambás, em particular, tornaram-se conhecidos como antropófagos a partir de relatos como os de Jean de Lèry e Hans Staden.
Sobre a antropofagia entre os povos tupis, escolha a alternativa correta.
a )
 A prática da antropofagia era uma forma de vingança ritual praticada apenas nas guerras entre tupinambás e europeus.
 
b )
 Tratava-se de uma prática altamente ritualizada que envolvia a captura de inimigos na guerra, os quais eram executados cerimonialmente e canibalizados como forma de vingança por membros da aldeia que tivessem sido executados da mesma forma em outras guerras.
c )
 Os povos tupis nunca guerreavam entre si, praticando a antropofagia ritual apenas contra europeus e povos indígenas de nações não-tupi.
d )
 Tratava-se de uma forma desesperada de solucionar o problema da fome, dada a situação de penúria em que viviam os tupis.
e )
 Tratava-se de um costume pouco relevante da cultura local, tanto que foi pouco notado por observadores europeus.
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QUESTÃO 5
Sobre os aldeamentos e a escravidão indígena, analise as seguintes assertivas:
I - O trabalho remunerado era a norma, o que era possível em razão dos grandes lucros gerados pelas atividades extrativistas coloniais.
II - A captura de nativos era uma forma conveniente de obter cativos para o trabalho agrícola, sendo que os colonos muitas vezes não respeitavam os limites da legalidade.
III - Os indígenas representavam um problema para o processo colonizador português; a escravidão era vista como necessárias pelos portugueses, para que pudessem ser assimilados à sociedade que se pretendia construir nos trópicos.
IV - Os indígenas estavam dispostos a colaborar livremente com os portugueses em nome do ideal de uma nação nascente.
a )
 As afirmações III e IV estão corretas.
 
b )
 As afirmações II e III estão corretas.
c )
 Somente a afirmação III está correta.
d )
 As afirmações I e II estão corretas.
e )
 As afirmações II, III e IV estão corretas.
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QUESTÃO 6
Sobre o impacto do açúcar no imaginário e na economia da Europa e das Américas, responda corretamente.
a )
 O principal impedimento para os lucros do açúcar brasileiro na Europa era o solo pobre da costa atlântica.
b )
 O açúcar brasileiro era considerado de pouca qualidade e demorou a cair no gosto europeu, de modo que poucos senhores de engenho conseguiram se tornar ricos e influentes.
c )
 Embora tenha sido fundamental para o florescimento econômico da colônia, o açúcar foi para o Brasil apenas um produto, não gerando significativas implicações culturais e sociais.
 
d )
 A primeira exposição significativa dos europeus ao açúcar se deu durante as Cruzadas, obtido inicialmente apenas pelo comércio com as caravanas do Oriente Médio e usado somente pelas elites.
e )
 O açúcar brasileiro nunca conseguiu competir com o açúcar original, proveniente do Oriente Médio, permanecendo sempre uma alternativa mais barata.
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QUESTÃO 7
Diferente da Conjuração Baiana, os valores de liberdade e igualdade defendidos pelos inconfidentes não se estendiam a toda a população da colônia. Os conjurados eram em sua maioria "homens de posses", dessa forma:
a )
 Desejavam igualdade independente da classe social, com exceção dos escravos.
b )
 Buscavam dar representatividade política às classes subalternas.
c )
 Desejavam convencer o governo português a dar-lhes relativa autonomia, embora mantendo-se como colônia nominalmente e pagando tributos mais módicos, a fim de beneficiar as classes mais humildes.
 
d )
 Sua agenda era libertar o território da influência estatal e do controle econômico português, o que não incluía abolir o regime escravocrata vigente, por exemplo.
e )
 Queriam liberdade para todos os homens e o fim da economia escravocrata.
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QUESTÃO 8
Após as revoltas nativistas, uma segunda fase de movimentos teve início, motivada por tentativas deliberadas de libertar a colônia do domínio português. Dentre os fatores que alimentaram tais movimentos podemos destacar:
a )
 a forte influência de líderes religiosos que pregavam contra o poder português.
b )
 o desejo de vários setores coloniais em estabelecer uma monarquia autônoma no Brasil.
c )
 os lucros cada vez maiores oriundos do ouro, que estimulavam nos habitantes das regiões auríferas a sensação de que eram capazes de se autogovernar.
 
d )
 a ascensão das ideias iluministas no continente americano e a decadência do modelo comercial baseado em artigos de luxo e matérias-primas.
e )
 a influência de espiões da América inglesa, que instigavam ideias revolucionáriasno continente.
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