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ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA – APS · A atividade consiste em analisar sentença escolhida aleatoriamente e evidenciar na mesma as manifestações dos Principios do Processo Penal. · A sentença escolhida como objeto de estudo, que segue completa no anexo I, foi oriunda do processo descrito abaixo: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PODER JUDICIÁRIO 4ª VARA CRIMINAL DO JUÍZO DE VITÓRIA COMARCA DA CAPITAL PROCESSO Nº 024.91.003222-6 (942) NATUREZA: ARTIGO 121, parágrafo 2º, incisos I, II, e IV, c/c 29, ambos do CPB. AUTOR: MINISTÉRIO PÚBLICO ESTADUAL ACUSADO: ROMUALDO EUSTÁQUIO LUZ FARIA O primeiro principio encontrado na sentença foi o Príncipio do Devido Processo Legal o princípio que garante a todos o direito a um processo com todas as etapas previstas em lei, dotado de todas as garantias constitucionais. Verificamos que todas as etapas do processo foram respeitadas a fim de certificar a culpabilidade do réu. O Principio da Ampla Defesa também está presente na sentença, foi garantinda defesa técnica ao réu como demonstra o seguinte trecho: “Considerando que, devidamente intimado, o réu Romualdo Eustáquio Luz Faria quedou-se silente, não tendo constituído novo advogado nos autos, motivo pelo qual foi nomeada a Ilustre Causídica Doutora Terezinha Sant'an de Castro, OAB nº 6008 para atuar em sua Defesa, na condição de Defensora Dativa, apenas para a sessão de julgamento do Júri realizada na data de hoje...” Outro principio observado no momento da condenação foi o Principio da Individualização da Pena. Foi levado em conta as peculiaridades aplicadas para a participação do réu no crime. Vide trecho abaixo: “Em consonância com o preceito constitucional da individualização da pena (art. 5º, XLVI, da CRFB/88) e em obediência ao sistema trifásico adotado pelo Código Penal Brasileiro (art. 68) passo a aferir as circunstâncias judiciais previstas no artigo 59 do Código Penal, para fixação da pena.” Também é evidente na sentença a presença da Princípio da verdade real. Podemos verificar na sentença que foram averiguados todos os fatos que se passaram na cena do crime bem como a participação do réu permitindo assim que o Estado disponha de meios para dar base certa à justiça. O Princípio da Publicidade também foi aplicado ao processo objeto de estudo, pois não tinha motivo que justificasse sigilo e tendo o crime praticado grande repercussão entre a sociedade. Por último ressaltamos a presença do Principio da Razoabilidade, no que tange a dosimetria da pena aplicada. Como podemos constatar nos seguintes trechos da sentença: “...em obediência ao sistema trifásico adotado pelo Código Penal Brasileiro (art. 68) passo a aferir as circunstâncias judiciais previstas no artigo 59 do Código Penal, para fixação da pena.” “Verifico que não incidem circunstâncias atenuantes, mas incidem as agravantes relativas à reincidência, eis que como se vê da informação acostada aos autos...” ANEXO I