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SOS História - Revolução Inglesa

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da 
corte... A partir das vitórias 
militares sobre os Cavaleiros, 
conseguiram a rendição do rei 
em 1646. Entretanto, Carlos I 
reorganizou seus soldados e 
recomeçou a guerra, sendo 
derrotado definitivamente 
pelos Cabeças Redondas de 
Cromwell. Preso, Carlos I foi 
julgado pela Alta Corte de 
Justiça a mando do Parlamento, 
sendo condenado à morte. Em 
janeiro de 1649 o rei foi 
decapitado em frente ao 
palácio de Whitehall, em 
Londres.” 
HILL, C. O eleito de Deus: Oliver 
Cromwell e a Revolução Inglesa. 
São Paulo: Companhia das 
Letras, 1988. p. 179. 
Com relação aos fatos citados 
no texto acima, é correto 
afirmar que 
a) o Parlamento, ao executar o 
rei, atacava um princípio central 
do Estado Absolutista, que era a 
idéia da origem divina do poder 
real e de sua incontestável 
autoridade. 
b) os Cabeças Redondas 
defendiam não apenas a 
extinção do regime monárquico 
como também a luta armada 
contra nações que tivessem 
esse regime. 
c) a Revolução Inglesa 
questionava a legitimidade do 
Antigo Regime Monárquico e 
desencadeou uma série de 
revoluções, pondo fim ao 
Estado Moderno na Europa. 
 
 
 
 
 
PROF. PEDRO RICCIOPPO 
 
d) a Revolução Inglesa estava 
afinada com os interesses da 
nascente burguesia, mantendo 
alguns privilégios da nobreza, 
ligada à Igreja Anglicana. 
7. O “Ato de Navegação” de 
1651 teve importância e 
conseqüências consideráveis na 
história da Inglaterra porque: 
a) favoreceu a Holanda que 
obtinha grandes lucros com o 
comércio inglês. 
b) Oliver Cromwell dissolveu o 
Parlamento e se tornou ditador. 
c) contribuiu para aumentar o 
poder e favorecer a supremacia 
marítima inglesa no mundo. 
d) considerava o trabalho como 
a verdadeira fonte de riqueza 
nacional. 
e) abolia todas as práticas 
protecionistas. 
08. É o governo puritano de 
Cromwell que realiza um 
ataque frontal aos interesses 
holandeses no Atlântico. Tal 
medida foi denominada: 
a) Commonwealth; 
b) Ato de Navegação; 
c) Declaração de Direitos; 
d) Petição de Direitos; 
e) Acordo de Comércio entre as 
Nações Amigas. 
09. Sem leis e sem Estado, você 
poderia fazer o que quisesse. Os 
outros também poderiam fazer 
com você o que quisessem. Esse 
é o “estado de natureza” 
descrito por Thomas Hobbes, 
que, vivendo durante as guerras 
civis britânicas (1640-60), 
aprendeu em primeira mão 
como esse cenário poderia ser 
assustador. Sem uma 
autoridade soberana não pode 
haver nenhuma segurança, 
nenhuma paz. 
Fonte: LAW, Stephen. Guia 
Ilustrado Zahar: Filosofia. Rio de 
Janeiro: Zahar, 2008. 
Considere as afirmações: 
I. A argumentação hobbesiana 
em favor de uma autoridade 
soberana, instituída por um 
pacto, representa 
inequivocamente a defesa de 
um regime político 
monarquista. 
II. Dois dos grandes teóricos 
sobre o estado de natureza”, 
Hobbes e Rousseau, partilham a 
convicção de que o afeto 
predominante nesse “estado” é 
o medo. 
III. Um traço comum da filosofia 
política moderna é a idealização 
de um pacto que estabeleceria 
a passagem do estado de 
natureza para o estado de 
sociedade. 
Está(ão) correta(s) 
a) apenas I. 
b) apenas II. 
c) apenas III. 
d) apenas I e II. 
e) apenas II e III. 
10. Porque as leis de natureza 
(como a justiça, a equidade, a 
modéstia, a piedade, ou, em 
resumo, fazer aos outros o que 
queremos que nos façam) por si 
mesmas, na ausência do temor 
de algum poder capaz de levá-
las a ser respeitadas, são 
contrárias a nossas paixões 
naturais, as quais nos fazem 
 
 
 
 
 
PROF. PEDRO RICCIOPPO 
 
tender para a parcialidade, o 
orgulho, a vingança e coisas 
semelhantes. 
HOBBES, Thomas. Leviatã. Cap. 
XVII. Tradução de João Paulo 
Monteiro e Maria Beatriz Nizza 
da Silva. São Paulo: Nova 
Cultural, 1988, p. 103. 
Em relação ao papel do Estado, 
Hobbes considera que: 
a) O seu poder deve ser parcial. 
O soberano que nasce com o 
advento do contrato social deve 
assiná-lo, para submeter-se aos 
compromissos ali firmados. 
b) A condição natural do 
homem é de guerra de todos 
contra todos. Resolver tal 
condição é possível apenas com 
um poder estatal pleno. 
c) Os homens são, por natureza, 
desiguais. Por isso, a criação do 
Estado deve servir como 
instrumento de realização da 
isonomia entre tais homens. 
d) A guerra de todos contra 
todos surge com o Estado 
repressor. O homem não deve 
se submeter de bom grado à 
violência estatal. 
 
 
Gabarito 
 
1 - A 
2- D 
3- C 
4- D 
5- E 
6-A 
7-C 
8-B 
9-A 
10-B