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15/05/2011 Profª Msc. Carolina Amâncio Louly Sasaki 1 Destoxificação hepática Biotransformação hepática Profª Msc. Carolina Amâncio Louly Sasaki “Todo ser humano é relativamente intolerante a algum nutriente” Funções do fígado • Produção de bile para emulsificação de lipídeos • Constituinte do sistema imunitário • Síntese e degradação de hormônios • Produção de glicogênio • Metabolismo de primeira passagem de nutrientes, drogas, álcool e substâncias diversas • Destoxificação Destoxificação Destoxificação é o processo biológico que visa a eliminação de substâncias tóxicas ou biologicamente ativas dos fluidos corporais Tem como objetivo transformar toxinas não polares e lipossolúveis em substâncias polares e hidrossolúveis para ser excretada na urina e bile Ocorre em todas as células, mas principalmente em fígado (60%), intestino (20%), pulmões, epitélio nasal, rim, cérebro, células imunológicas, adrenais, placenta Processo de 2 fases: Introdução de um novo grupo funcional para modificar o grupo existente, além de fazer a exposição do receptor para a conjugação da fase II Destoxificação Oxidoredutases Citocromo P450 Flavina Monooxigenases Xantina oxigenase Xantina desidrogenase Quinona redutase Oxidação Hidroxilação FASE I Citocromo P450 • Mais de 30 famílias de enzimas diferentes • Cada família é a expressão de genes diferentes • Dentro de cada família as isoenzimas são capazes de lidar com substâncias química específicas • Sistema muito efetivo por conseguir destoxificar qualquer substância exposta Cada família tem o primeiro número: CYP 1, CYP 2, CYP 3 A família CYP1 tem por exemplo: 1A, 1B, 1C... A-H ( 1,2,3,4...) Ex: CYP1A1, CYP2C3, CYP3D4 Diferentes prevalências nos tecidos Destoxificação FASE I � produção de metabólitos intermediários mais reativos que a molécula original Muitos compostos carcinogênicos só passam a ser mutagênico após a modificação em seus compostos intermediários Aproximadamente 90% das substâncias carcinogênicas às quais o organismo humano está exposto requerem alteração química ou bioativação antes de atuarem como carcinógenos 15/05/2011 Profª Msc. Carolina Amâncio Louly Sasaki 2 Destoxificação Procarcinógenos e toxinas ativadas pelo citocromo P450 CYP 1A1 Benzopireno Hidrocarbonetos aromáticos Estradiol Quinonas CYP 1A2 Aminas heterocíclicas Nitrosaminas Aflatoxina B1 Hidrocarbonetos aromáticos Cafeína CYP 2E1 Benzeno Vinilbrometo Tetracloreto de carbono Etil carbamato CYP 3A4 Aflatoxina B1 e G1 Hidrocarbonetos dihidrodióis Policíclicos Metabólitos intermediários Ataque ao DNA e RNA e proteínas Alteração na conformação de receptores Bombas de membrana Proteínas carreadoras Hormônios e peptídios Ligação aos fosfolipídeos da membrana Ligação irreversível ao DNA iniciando a carcinogênese Depleção nutricional Objetivo de transformar as toxinas ativadas formadas em moléculas hidrossolúveis Destoxificação FASE II Enzimas transferases: Conjugação com grupos químicos específicos Sulfato inorgânico Acetil-CoA Glicina, taurina ou glutamina Ácido glicurônico Grupo metil Sulfatação Acetilação Acilação Glicuronidação Metilação 12 processos conhecidos Conjugação GSH Fármacos • Paracetamol • Penicilina • Tetraciclina Xenobióticos • Estireno • Poliestireno • Benzopirenos • Acroleína • Metais tóxicos • Óxido etileno • Diclorometano • Metilbrometo Toxinas bacterianas • Aflatoxina • Peróxidos lipídicos • Etanol • Quercitina Cisteína Glicina Glutamina Sulfatação Fármacos • Paracetamol • Metildopa • Minoxidil • Metaraminol • Fenilefrina Xenobióticos • Anilina • Terpenos • Aminas • Fenóis • Hidroxilaminas • DHEA • Ácidos biliares • Tiramina • Estrógenos • Testosterona • Cortisol • Catecolaminas • Melatonina • 25-OH vitamina D • Etanol Sulfatos inorgânicos Cisteína Glicuronidação Xenobióticos • Carbamatos • Fenóis • Tiofenol • Anilina • Esteróides • Vitaminas lipossolúveis • Ácidos biliares • Melatonina • Estrógenos • Bilirrubina Fármacos • Salicilatos • Morfina • Paracetamol • Benzodiazepínicos • Meprobamato • Clofibrato • Naproxeno • Digoxina • Fenilbutazona • Ácido valpróico • Propanolol • Oxazepam Glicose Ácido glicurônico 15/05/2011 Profª Msc. Carolina Amâncio Louly Sasaki 3 Metilação SAME / Serina Colina / B6 Betaína / B2 Ácido Fólico / B12 Xenobióticos • Paraquat • Mercúrio • Chumbo • Arsênico • Tálio • Estanho • Piridina • β-carbolinas • Isoquinolinas Fármacos • Rimiterol • Dobutamina • Butanefrina • Morfina • Levafanol • Nalorfina • Tiouracil • Isoetarina • Dopamina • Epinefrina • Histamina • Norepinefrina • L-dopa • Apomorfina • OH-estradióis Conjugação Glicina Glicina Xenobióticos • Ácido benzóico • Ácido fenilacético • Ácido naftilacético • Ácidos orgânicos • Aminas alifáticas • PABA • Ácido cinâmico • Ácidos biliares Fármacos • Salicilatos • Ácido nicotínico • Clorfeniramina • Bromfeniramina Conjugação Taurina Taurina Xenobióticos • Ácidos biliares • Esteárico • Caprílico • Propiônico • Palmítico • Mirístico • Láurico • Decanóico • Butírico Acetilação Aminoácidos Xenobióticos • Anilinas • PABA • Histamina • Triptamina • Cafeína • Colina • Tiramina • Coenzima A • Serotonina Fármacos • Clonazepam • Isoniazida • Hidralazina • Sulfonamidas • Promizol • Benzidina • Mescalina • Dapsona Retirar o caráter tóxico de um composto Medicamentos, álcool, alergenos, metabólitos, aditivos alimentares, corantes, conservantes... Fígado Fase I ���� Oxidação, redução, hidrólise ���� citocromo P450 Forma intermediária tóxica Fase II ���� Conjugações com glutationa para formar substância excretável Reativada no intestino Hidrossolúveis Excretados via urina, suor Lipossolúveis Acumulados nos adipócitos Peso molecular > 500 Peso molecular < 500 URINABILE Biotransformação Relação entre as fases I e II Indivíduos sem alterações hepáticas: as duas fases ocorrem de maneira equilibrada Jejum Dieta de baixa caloria Dieta pobre em proteínas Deficiência de vitaminas e minerais Dieta rica em carboidratos Indução FASE I Inativação FASE II Ativação não sincronizada das fases 15/05/2011 Profª Msc. Carolina Amâncio Louly Sasaki 4 O sistema de transporte celular de eliminação das substâncias biotransformadas na circulação é dependente de energia e passível de saturação P-GLICOPROTEÍNA Menos eficiente na presença de hiperpermeabilidade intestinal Transportador de membrana: transporte de toxinas para fora da célula, bombeando o xenobiótico contra sua absorção Fatores que influenciam a capacidade de destoxificação • Alimentação • Estilo de vida: influência da atividade física na expressão de enzimas • Meio ambiente: carga tóxica total • Patologias/Medicamentos: sobrecarga hepática • Polimorfismos genéticos: podem levar à inibição ou indução das fases I e II Indutores do citocromo P450 • Barbitúricos • Glicocorticóides • Etanol • Arsênico • Cimetidina, Fluoxetina, Omeprazol • Hidrocarbonetos aromáticos policíclicos (fumaça de cigarro e automóveis, carvão, alimentos “torrados”) • Benzeno, Tolueno, Xileno (solventes de pesticidas) • PCB’s • Estireno, Cloreto de vinila (embalagens) • Metoxiclor (inseticidas clorados) • Diclorometano (descafeinados) Aumento das EROs Depleção de reservas orgânicas Polimorfismos genéticos Alteração na sequência de bases do DNA encontrada em 1% ou mais da população e expressa como uma alteração em um aminoácido da sequência de uma enzima, sem mudança no fenótipo “As diferenças genéticas entre os indivíduos, relativas a uma mesma característica, são possíveis pela existência de diferentes versões para aquele gene em uma população” A disfunção na destoxificação pode modificar a ação de medicamentos, principalmente em pacientes plurimedicados Overdose funcional mesmo em doses terapêuticas usuais por eliminação ineficiente do fármaco/metabólito ativo Baixa eficácia devidoà ativação ineficiente do pró fármaco pela P450 ou por eliminação aumentada na fase I Síndrome de Gilbert Alteração da atividade em uma das enzimas da glicuronil transferase responsáveis pela conjugação com ácido glicurônico • 6% população geral � determinado geneticamente • Conjugação com ácido glicurônico prejudicada • Toxicidade aumentada de alguns xenobióticos • Exacerbação do quadro clínico quando em jejum • Acúmulo de bilirrubina � icterícia 15/05/2011 Profª Msc. Carolina Amâncio Louly Sasaki 5 Toxinas em alimentos de origem vegetal Grande variedade de alimentos Vegetais com maior ou menor conteúdo tóxicos Metabólitos secundários (PSM’s) PLANTAS Toxinas em alimentos de origem vegetal A razão de destoxificação determina a razão da alimentação Dietas mistas necessitam de diversas vias de destoxificação Aversão: sinal de toxicidade Aumento da atividade de neutrotransmissores no intestino e cérebro Náuseas Toxinas em alimentos de origem animal Leite de vaca e derivados Pesticidas Gordura saturada/trans Fatores de crescimento Hormônios Toxinas em alimentos de origem animal Aves Peixes e frutos do mar Utilização de antibióticos e medicamentos Contaminação por Hg e CdSalmão, truta e ostras Utilização de antibióticos e alimentação com frango e trigo Peixes de cativeiro Aditivos alimentares Há mais de 4000 substâncias adicionadas aos alimentos durante o processamento, entre eles preservativos (BHA, BHT, sulfato), corantes, estimulantes (cafeína, teofilina), adoçantes, realçadores de sabor (glutamato monossódico) BHA e BHT • Cereais matinais, margarina, produtos de panificação, misturas para bolos, óleos vegetais, alimentos semi prontos e embalagens • Desacoplam a fosforilação oxidativa • Estudo holandês: limites de ingestão segura são frequentemente ultrapassados em todas as faixas etárias e sexo, principalmente dos 1 aos 6 anos Aditivos alimentares Benzoato de sódio • Produtos à base de frutas (geléia), gelatina, refrigerante, margarina, bolos, molhos de salada, balas e chicletes • Inibe o crescimento de bactérias, fungos e leveduras • Aumenta o risco de urticária, asma e anafilaxia 15/05/2011 Profª Msc. Carolina Amâncio Louly Sasaki 6 Aditivos alimentares Glutamato monossódico Derivado do ácido glutâmico ���� componente natural de proteínas � da transferase � da absorção de glicose no cérebro � da oxidação do fígado, rim e cérebro � da glutationa e � da glutationa S-transferase � da alanina aminotransferase � da aspartato aminotransferase � da gama-glutamil � da pressão arterial Síndrome do restaurante chinês Pirose Cefaléia Dor no pescoço Ardência nos olhos Sudorese excessiva Ondas de calor Alterações de humor Tabaco Mais de 400 substâncias químicas e gases Promotores tumorais 50% da exposição ao benzeno é proveniente do cigarro: há de 6 a 10 vezes mais benzeno no organismo de fumantes do que no de não fumantes Bebida alcoólica A ingestão excessiva promove sobrecarga hepática podendo causar cirrose e até mesmo tumores, principalmente quando em associação com o fumo Adoçantes dietéticos As células do intestino codificam a glicose pelos mesmos mecanismos que as células da língua e os receptores sensoriais para o açúcar e para os adoçantes artificiais não estão limitados à boca Medicamentos Aumento de consumo de medicamentos após II Guerra Mundial nos países ocidentais Aumento da incidência de patologias como asma, doença de Chron, câncer de cólon e próstata Doenças alérgicas ���� hipersensibilidade intestinal?? Plásticos Cortinas plásticas Calçados Brinquedos Fitalatos Compostos por mais de 50 substâncias que garantem flexibilidade e cheiro característico, sendo que 40% deles se volatilizam ao longo dos anos Bisfenol -A Parte metálica das latas, responsável por lixiviação em meio gorduroso, ácido e em altas temperaturas Iogurte Pacote de salgadinho Suco de frutas 15/05/2011 Profª Msc. Carolina Amâncio Louly Sasaki 7 Impactos da exposição ao fitalato/ bisfenol-A • Danos no sistema reprodutor, especialmente masculino − Atrofia testicular − Hipospádia − Criptorquidia − Testículos ectópicos ou ausentes − Ausência de próstata − Redução da contagem total de espermatozóides − Má formação ou ausência de epidídimo Metais pesados Mecanismos de toxicidade • Geração de espécies reativas • Ligação do metal a uma macromolécula � reação de hipersensibilidade • Ligação ao grupamento sulfidrila da proteína Substituição de um mineral no seu sítio de ligação Metais pesados Arsênico • Frutos do mar • Herbicidas / Inseticidas / Raticidas • Promotores de crescimento e antibióticos em animais • Giz colorido • Fumaça de automóveis • Madeira tratada Principais efeitos no organismo Hiperpigmentação no colo, náuseas, vômitos, constipação ou diarréia, neuropatia periférica com formigamento e sensação de agulhadas em mãos e pés Metais pesados Chumbo • Encanamento da água • Fertilizantes do solo • Alimentos enlatados • Suplementos de cálcio à base de ossos de animais e moluscos • Tinturas de cabelo • Tintas de parede (até 1978) • Lápis Principais efeitos no organismo Desmielinização, encefalopatia, alucinações, convulsões Metais pesados Mercúrio • Liberação constante pela crosta terrestre • Fungicidas e inseticidas • Peixes contaminados • Lâmpadas fluorescentes • Termômetros • Tatuagens (vermelho) • Amálgamas dentários Principais efeitos no organismo Irritabilidade, hiperatividade, depressão, memória recente curta, insônia, vertigens, fadiga e tremor espontâneo, gosto metálico na boca, gengivite, salivação, estomatite e ulcerações Mercúrio O FDA aconselha evitar o consumo de determinados peixes e frutos mar para mulheres que planejam engravidar, gestantes, lactentes e crianças pequenas: Tubarão, peixe espada, cavala, arenque e cação Baixo conteúdo de mercúrio: Camarão, truta, salmão, atum em lata e haddock 15/05/2011 Profª Msc. Carolina Amâncio Louly Sasaki 8 Metais pesados Cádmio • Baterias • Pigmentos de tinta • Soldas • Cigarro • Fumaça de escapamento de automóveis • Fumaça industrial Principais efeitos no organismo Dano hepático e tubular renal, anemia, hipertensão, enfisema, edema pulmonar, rinite (especialmente quando aspirado), necrose testicular, osteomalácia e deficiência de ferro, cobre e zinco Metais pesados Alumínio • Água tratada • Desodorantes • Farinha de trigo, fermento e emulsificantes • Produtos enlatados • Vacinas • Creme dental • Cigarro • Panelas e utensílios de cozinha Principais efeitos no organismo Alterações do metabolismo do cálcio, diminuição da síntese renal de vitamina D, fala comprometida, convulsões, constipação, cólicas abdominais, anorexia, náuseas e fadiga Desequilíbrios hormonais Xenobióticos: • Alteram a ação hormonal fisiológica • Interferem na síntese, secreção e eliminação dos hormônios • Modificam o número de receptores hormonais � antagonismo à ação hormonal • Modificam o ciclo circadiano hormonal Afetam mais mulheres Neoplasias Toxinas = Carcinógenos Pesticidas Poluentes ambientais Metais tóxicos Solventes Plásticos Esteróides sintéticos Próstata Mama Cérebro Medula Testículos Vias urinárias Neoplasias “O câncer é a obra-prima da civilização moderna, que produz os diversos fatores da sua autodestruição. Não existe doença hereditária, mas estilo de vida errado, passado de geração em geração. Quando há correção do estilo, corrige-se também o destino” Tomio Kikushi Sintomas de sobrecarga hepática Icterícia Hipersensibilidade à substâncias químicas (múltiplas) Anorexia Queixas digestivas Gosto metálico na boca Baixa tolerância a alimentos com alto teor lipídico Cefaléia Sonolência excessiva pós prandial TPM Alterações cutâneas Estresse emocional Alterações músculo esqueléticas Anergia 15/05/2011 Profª Msc. Carolina Amâncio Louly Sasaki 9 Nutrição e Destoxificação Exclusão de todos os alimentos potencialmente tóxicos promovendo ingestão dos mais detoxificantesMais congestionantes Menos congestionantes Vísceras, gorduras hidrogenadas, doces, laticínios, ovos, produtos de padaria, farinha refinada, frituras, carnes, aditivos alimentares Arroz, massas sem glúten, batatas, raízes, abóboras, brássicas, frutas, ervas e condimentos, folhas verdes, água Oleaginosas Sementes Leguminosas Aveia Trigo Potencialmente mais tóxicos Mais detoxificantes Intermediários Cuidado com a história do paciente e com as medicações utilizadas!!! Nutrientes para fase I Cloridrato de tiamina Riboflavina Nicotinamida Pantotenato de cálcio Piridoxal-5-fosfato Ácido fólico Cianocobalamina Vitamina C revestida 5 a 20 mg 5 a 20 mg 15 a 50 mg 5 a 20mg 2 a 20 mg 300 a 1000 µµµµg 20 a 100 µµµµg Máximo 300 mg/dose Nutrientes para fase I Molibdênio quelado Manganês quelado Cálcio quelado Magnésio quelado Selênio aa complex Zinco quelado Cobre quelado 100 a 200 µµµµg 2 a 10 mg 300 a 800 mg 200 a 500 mg 60 a 150 µµµµg 15 a 40 mg 0,5 a 3 mg Dividir em duas ou três doses Nutrientes para fase II Glicina L- serina L-metionina SAMe L-cisteína N-acetil-cisteína L-glutamina L-arginina Taurina Fosfatidilcolina Sulfato de potássio MSM 150 a 2000 mg 150 a 1000 mg 150 a 1000 mg 50 a 200 mg 300 a 2000 mg 300 a 2000 mg 500 a 2000 mg 150 a 1000 mg 300 a 2000 mg 300 a 2000 mg 50 a 150 mg 150 a 2000 mg Nutrientes para fase II Quercetina Aloe vera Própolis Pólen Cúrcuma Alecrim Óleo de alho Silimarina 200 a 800 mg 50 a 300 mL 500 a 2000 mg 500 a 2000 mg 500 a 2000 mg 250 a 1000 mg 1000 a 2000 mg 150 a 250 mg Dividir em duas ou três doses Compostos bioativos que auxiliam a destoxificaçãoCompostos bioativos que auxiliam a destoxificação Frutas cítricas e condimentosMono, di e tri terpenóides (limoneno e limonina) Terpenóides BrássicasSulforafano e FeniletilisotiocianatoIsotiocianatos BrássicasIndol-3-carbinolIndols Batata doce, cenoura e pêssego Tomate e melancia Espinafre e abóbora β-caroteno αααα-caroteno Licopeno Luteína Carotenóides Frutas e vegetais como as berries e beterraba Quercetina Proantocianidinas Antocianinas Taninos Flavonóides Alho e cebolaDissulfeto de alila Sulfeto dialila Dissulfeto dialila Organosulfetos Chá verde, chá preto e caféCatequinas Teaflavinas Polifenóis Café Frutas Condimentos Ácido caféico Ácido ferúlico Curcumina Compostos fenólicos FonteExemploClasse 15/05/2011 Profª Msc. Carolina Amâncio Louly Sasaki 10 Como reduzir a toxicidade por metais? 1. Evitar a exposição 2. Reduzir a absorção intestinal (papel da fibra dietética) 3. Aumentar a eliminação 4. Administrar nutrientes que alterem a biodisponibilidade e/ou toxicidade dos metais tóxicos Como reduzir a toxicidade por metais? • Arsênico – Destoxificação envolve metilação � B9, B12, B6, B5, colina, serina e Mg – Se compete com As • Chumbo – Fe compete com Pb – Ácido ascórbico � absorção de Pb – Ca, Mg, Fe, Mn e P � biodisponibilidade do Pb – Proteínas, Zn, vitamina E � toxicidade do Pb Como reduzir a toxicidade por metais? • Mercúrio – Vitamina E, cisteína (SH) e Se � toxicidade do Hg – Se � passagem placentária e � concentração no leite materno – Zn, Mn, Cu e Fe antagonisam o Hg em diferentes órgãos – Ácido lipóico favorece a ligação do Hg ao fígado, aumentando a sua excreção na bile – Microbiota intestinal converte metilHg em Hg inorgânico Como reduzir a toxicidade por metais? • Cádmio – Ácido ascórbico, Fe, Ca, Mg � absorção de Cd – Proteínas, Zn, Cu, Se � toxicidade do Cd