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07_Nocoes_de_Direito_Eleitoral

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Princípios e normas constitucionais relativos aos direitos políticos, nacionalidade e aos 
partidos políticos, de que tratam os Capítulos III, IV e V do Título II da Constituição de 
1988 em seus art. 12 a 171 ................................................................................................................ 2 
Código Eleitoral (Lei nº 4.737, de 1965, e respectivas atualizações, inclusive Lei n.º 
9.504, de 1997): Dos órgãos da Justiça Eleitoral. Do Tribunal Superior Eleitoral. Dos 
Tribunais Regionais Eleitorais. Dos juízes eleitorais. Das juntas eleitorais: composição e 
atribuições ...................................................................................................................................................... 11 
Resolução TSE n.º 21.538, de 14 de outubro de 2003 ....................................................................... 30 
Resolução nº 803, de 03 de dezembro de 2009, e alterações posteriores: Regulamento 
dos Juízos e Cartórios Eleitorais da Circunscrição de Minas Gerais .............................................. 51 
 
Candidatos ao Concurso Público, 
 
O Instituto Maximize Educação disponibiliza o e-mail professores@maxieduca.com.br 
para dúvidas relacionadas ao conteúdo desta apostila como forma de auxiliá-los nos 
estudos para um bom desempenho na prova. 
As dúvidas serão encaminhadas para os professores responsáveis pela matéria, 
portanto, ao entrar em contato, informe: 
- Apostila (concurso e cargo); 
- Disciplina (matéria); 
- Número da página onde se encontra a dúvida; e 
- Qual a dúvida. 
Caso existam dúvidas em disciplinas diferentes, por favor, encaminhá-las em e-mails 
separados. O professor terá até cinco dias úteis para respondê-la. 
 
Bons estudos!
 
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III NOÇÕES DE DIREITO ELEITORAL 
 
TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL / MG 
 
Prof. Giovanni Lopes de Farias Junior. 
 
Analista Judiciário - Área Judiciária do TRE/SP; 
Especialista em Direito do Estado - área de concentração Direito Constitucional pela Universidade 
Estadual de Londrina - UEL; 
Graduado pela Universidade Estadual Paulista - Júlio de Mesquita Filho - UNESP; 
Ex- professor de Direito da Uniesp, unidade de Presidente Prudente. 
 
Ementa da disciplina 
 
Princípios e normas constitucionais relativos aos direitos políticos, nacionalidade e aos 
partidos políticos, de que tratam os Capítulos III, IV e V do Título II da Constituição de 1988 em 
seus art. 12 a 17. Código Eleitoral (Lei nº 4.737, de 1965, e respectivas atualizações, inclusive Lei 
n.º 9.504, de 1997): Dos órgãos da Justiça Eleitoral. Do Tribunal Superior Eleitoral. Dos Tribunais 
Regionais Eleitorais. Dos juízes eleitorais. Das juntas eleitorais: composição e atribuições. 
Resolução TSE n.º 21.538, de 14 de outubro de 2003. Resolução nº 803, de 03 de dezembro de 
2009, e alterações posteriores: Regulamento dos Juízos e Cartórios Eleitorais da Circunscrição 
de Minas Gerais. 
 
Prezado (a) Candidato (a): 
 
Obrigado por adquirir a apostila Noções de Direito Eleitoral da Editora Maxi Educa. Nossa meta é 
tentar tornar o caminho do Direito Eleitoral menos árduo e mais agradável. As dificuldades para o 
entendimento da matéria são conhecidas pelos que pretendem a tão sonhada oportunidade de trabalhar 
na Justiça Eleitoral. Entre os empecilhos, destaca-se a existência de um emaranhado de atos 
normativos esparsos, editados em momentos históricos distintos e sob premissas ideológicas 
conflitantes. 
A fim de iluminar esta jornada, a Constituição Federal de 1988 nos serve de farol para evitarmos o 
estudo desnecessário de dispositivos revogados. Sem esse direcionamento, muitos candidatos acabam 
desistindo pela falta de sentido e coerência que a matéria parece ter. 
Procuramos destacar os principais tópicos que vêm sendo cobrados em concurso, com 
esclarecimento de conceitos e termos jurídicos. Todavia, sabemos que este material não esgota o 
estudo do tema, mas possibilita a solução de questões de múltipla escolha e dissertativas. A legislação 
colacionada, neste material, foi retirada do Código Eleitoral Anotado e legislação complementar do TSE, 
disponível gratuitamente no endereço www.tse.jus.br, o qual indicamos, como o melhor repertório legal 
para o estudo. 
 A dedicação, a persistência, a fé e coragem são as ferramentas necessárias para o sucesso em 
concursos e para a realização pessoal e profissional. Portanto, mãos à obra, leiam várias vezes a 
legislação, fiquem atentos às notícias relativas ao Direito Eleitoral nos jornais, revistas, livros, internet, 
professores e colegas. E lembrem-se, como dizia Albert Einstein: o único lugar onde sucesso vem antes 
do trabalho é no dicionário. 
 
Grande Abraço, 
 
Giovanni Lopes de Farias Junior. 
 
Apresentação da Matéria 
 
O Direito Eleitoral é um ramo do direito que tem como finalidade à regulamentação do processo 
eleitoral, a fim possibilitar ao cidadão o direito de eleger e de ser eleito. Para tanto, a Constituição 
Federal e a legislação eleitoral regulam temas como os direitos políticos, nacionalidade, partidos 
políticos, o alistamento de eleitores, as movimentações no cadastro eleitoral como transferência, 
segunda via, revisão, estabelece regras sobre a eleição, entre tantos outros temas. Assim, a missão da 
Justiça Eleitoral vai desde o momento que o cidadão se alista como eleitor até a diplomação dos 
candidatos eleitos. 
 
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As fontes básicas do Direito Eleitoral são a Constituição, o Código Eleitoral (Lei n. 4.737/65), a Lei 
das Inelegibilidades (LC n. 64/90), a Lei dos Partidos Políticos (Lei n. 9.096/95), a Lei das Eleições (Lei 
n. 9.504/97) e as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral e dos Tribunais Regionais Eleitorais. 
Como a Constituição Federal é a fonte principal do Direito Eleitoral vamos começar nosso estudo por 
ela, para tanto, reproduziremos os artigos 12 a 17. Tais dispositivos são de leitura obrigatória e 
fundamental, sendo autoexplicativos em muitos casos. Porém, teceremos considerações quando for 
necessário esclarecer ou aprofundar algum conceito ou termo jurídico. 
 
 
 
CONSTITUIÇÃO FEDERAL 
 
CAPÍTULO III 
DA NACIONALIDADE 
 
Art. 12. São brasileiros: 
I - natos: 
a) os nascidos na República Federativa do Brasil, ainda que de pais estrangeiros, desde que estes 
não estejam a serviço de seu país; 
b) os nascidos no estrangeiro, de pai brasileiro ou mãe brasileira, desde que qualquer deles esteja a 
serviço da República Federativa do Brasil; 
c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira, desde que sejam registrados em 
repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem, em 
qualquer tempo, depois de atingida a maioridade, pela nacionalidade brasileira; 
II - naturalizados: 
a) os que, na forma da lei, adquiram a nacionalidade brasileira, exigidas aos originários de países de 
língua portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral; 
b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade, residentes na República Federativa do Brasil há mais 
de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal, desde que requeiram a nacionalidade brasileira. 
§ 1º Aos portugueses com residência permanente no País, se houver reciprocidade em favor de 
brasileiros, serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro, salvo os casos previstos nesta 
Constituição. 
§ 2º - A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados, salvo nos casos 
previstos nesta Constituição. 
§ 3º - São privativos de brasileiro nato os cargos: 
I - de Presidente e Vice-Presidente da República; 
II - de Presidente da Câmara dos Deputados; 
III - de Presidente do Senado Federal; 
IV - de Ministro do Supremo Tribunal Federal; 
V - da carreira diplomática; 
VI - de oficial das Forças Armadas. 
VII - de Ministro de Estado da Defesa 
 
Nota: Esse parágrafo § 3º tem especial

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