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2000 (B) e 2010 (C). .......................................................................... 130 
 
Capítulo 9 
Figura 1. Localização da área de estudo .................................................................................. 136 
Figura 2. Precipitação média (a) mensal e (b) anual para o Estado do Espírito Santo ................................ 137 
Figura 3. Distribuição espacial das estações meteorológicas no Estado do Espírito Santo .......................... 139 
Figura 4. Raiz do Erro Médio Quadrático (REMQ) para o produto 3B43 do satélite TRMM .......................... 141 
 
Capítulo 10 
Figura 1. Área de estudo no trecho do rio Miranda, MS .................................................................. 145 
Figura 2. A) Imagem Landsat5 TM de 09/1984, composição colorida (R5/G4/B3 ..................................... 148 
Figura 2. B) Imagem Landsat OLI 8 de 09/2014, composição colorida (R6/G5/B4) ................................... 149 
Figura 3. Foto interpretação do rio Miranda usando como base imagens: A) Landsat-5TM e B) Landsat OLI 8 ... 150 
Figura 4. Rio Miranda. Presença de meandros abandonados e margem côncava e margem convexa ............. 151 
Figura 5. Vazão média mensal do rio Miranda. Estação Fluviométrica Tição de Fogo de Miranda .................. 152 
Figura 6. Gráfico de variação mensal histórica do nível de água do rio Miranda de 1968 a 1988 ................... 152 
Figura 7. A) Imagem do Landsat-TM5 de 09/1984, B) Imagem do Landsat OLI 8 09/2014, C) possível ponto de 
rompimento do canal, Base de Estudos UFMS ............................................................................ 154 
Figura 8. Meandro em processo de abandono. A) Imagem do Landsat TM 5 de 09/1984, B) Imagem Landsat 
OLI 8 09/2014, C) Fotografia aérea obliqua de 2014 e D) Imagem de alta resolução doSPOT ...................... 155 
Figura 9. Paleocinturão de meandros em imagens Landsat de diferentes anos e estações: A) Composição 
Landsat R7G4B2 para o ano de 1988, B) Mosaico Landsat R3G4B5 com Imagens de 1999 e 2000, C) 
Composição Landsat R7G4B2 para o ano de 2001 e D) Composição Landsat R7G4B2 para o ano de 2011 ...... 156 
Figura 10. Possível rompimento de meandro abandonado. A) Imagem do Landsat TM 5 de 09/1984, B), C) 
Imagem Landsat OLI 8 09/2014 e C) Imagem de alta resolução do SPOT ............................................. 157 
 
Capítulo 11 
Figura 1. Localização da área de estudo ................................................................................... 162 
Figura 2. Mapa das variáveis relevantes ao risco de incêndio florestal. (a) Uso e ocupação da terra; (b) 
Orientação do relevo; (c) Declividade; (d) Proximidade a estradas; (e) Densidade populacional; (f) Proximidade a 
residências. .................................................................................................................... 164 
Figura 3. Mapa de zona de risco de incêndio florestal na área de estudo .............................................. 169 
 xxi 
 
Capítulo 12 
Figura 1. Localização da área de estudo ................................................................................... 174 
Figura 2. Fluxograma do desenvolvimento do experimento .............................................................. 176 
Figura 3. Mapa do trecho km 37,4 a km 43,5 da rodovia BR-482 (Cachoeiro-Alegre) demonstrando os pontos de 
atropelamento de animais silvestres vertebrados mortos ................................................................. 
 
177 
Figura 4. Mapa do trecho km 37,4 a km 43,5 da rodovia BR-482 (Cachoeiro – Alegre) demonstrando os pontos 
de atropelamento de animais silvestres, por quilômetro, de acordo com o grupo zoológico .......................... 
 
178 
Figura 5. Registros fotográficos da fauna silvestre vertebrada encontrada morta, conforme os grupos 
zoológicos: anfíbios (A e B), aves (C e D), mamíferos (D e E) e répteis (G e H) ....................................... 
 
180 
 
Capítulo 13 
Figura 1. Fluxograma das etapas envolvidas na pesquisa desenvolvida ............................................... 184 
Figura 2. Posicionamento de trabalhos em municípios e estados ....................................................... 192 
Figura 3. Identificação dos estados com publicações analisadas no presente trabalho .............................. 193 
Figura 4. Visão geral porcentual e numérica (entre parênteses) das especialidades trabalhadas nos artigos 
publicados envolvendo a cafeicultura no período de 1941 a 1950 ...................................................... 
 
197 
Figura 5. Visão geral porcentual e numérica (entre parênteses) das especialidades trabalhadas nos artigos 
publicados envolvendo a cafeicultura no período de 1951 a 1960 ....................................................... 
 
198 
Figura 6. Visão geral porcentual e numérica (entre parênteses) das especialidades trabalhadas nos artigos 
publicados envolvendo a cafeicultura no período de 1961 a 1970 ....................................................... 
 
198 
Figura 7. Visão geral porcentual e numérica (entre parênteses) das especialidades trabalhadas nos artigos 
publicados envolvendo a cafeicultura no período de 1971 a 1980 ....................................................... 
 
200 
Figura 8. Visão geral porcentual e numérica (entre parênteses) das especialidades trabalhadas nos artigos 
publicados envolvendo a cafeicultura no período de 1981 a 1990 ...................................................... 
 
200 
Figura 9. Visão geral porcentual e numérica (entre parênteses) das especialidades trabalhadas nos artigos 
publicados envolvendo a cafeicultura no período de 1991 a 2000 ...................................................... 
 
201 
Figura 10. Visão geral porcentual e numérica (entre parênteses) das especialidades trabalhadas nos artigos 
publicados envolvendo a cafeicultura no período de 2001 a 2010 ...................................................... 
 
202 
Figura 11. Visão geral porcentual e numérica (entre parênteses) das especialidades trabalhadas nos artigos 
publicados envolvendo a cafeicultura no período de 2011 a 2012 ...................................................... 
 
203 
Figura 12. Distribuição percentual dos trabalhos publicados de acordo com os referentes delineamentos 
experimentais ................................................................................................................. 
 
206 
 
Capítulo 14 
Figura 1. Planilha construída para o cadastramento dos artigos ........................................................ 214 
Figura 2. Fluxograma metodológico das etapas necessárias para elaboração da análise bibliométrica 
relacionada com resíduos de agrotóxicos .................................................................................. 
 
215 
Figura 3. Evolução temporal, espacial e temática da produção de artigos relacionados com resíduos de 
agrotóxicos no Brasil entre os anos de 1997 a 2012 ...................................................................... 
 
220 
Figura 4. Distribuição espacial da produção brasileira de artigos relacionados com resíduos de agrotóxicos por 
técnica empregada ............................................................................................................ 
 
226 
Figura 5. Distribuição espacial da produção brasileira de artigos relacionados com resíduos de agrotóxicos por 
aplicação ...................................................................................................................... 
 
227 
Figura 6. Distribuição relativa de artigos relacionados com resíduos de agrotóxicos publicados por região do 
Brasil ...........................................................................................................................