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20/06/2020	Ilumno
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20/06/2020	Ilumno
Aluno:Ge	Matrícula: 000000000
Avaliação: A2- Data: 25 de Março de 2020 - 08:00 Finalizado
Local: POLO UVA Acadêmico: EAD- letras
Correto	 Incorreto	 Anulada	  Discursiva  Objetiva	Total: 8,75/10,00
1  Código: 28894 - Enunciado: "Para Saussure, na relação com o tempo, as ciências não devem ser	0,50/ 0,50 igualmente tratadas. O tempo provoca diferentes efeitos sobre elas. Tudo depende da natureza do objeto de estudo de cada campo do conhecimento, posto que a condição de existência das coisas define-se sobre dois eixos de tempo: o da simultaneidade e o da sucessão. Diferentemente das ciências que não operam com valores, as que operam precisam percorrer dois caminhos. A linguística se insere nesse segundo caso. Saussure propõe que se diferencie uma linguística estática (ou sincrônica) de uma linguística evolutiva (ou diacrônica)" (SILVA, Emanuel. Língua, fala, sincronia e diacronia no jogo de xadrez. Disponível em:
<http://www.ileel.ufu.br/anaisdosilel/wp-content/uploads/2014/04/silel2013_1662.pdf>. Acesso em: 28 jun. 2017). Nesse contexto, sobre o conceito de sincronia, pode-se dizer que é o estudo de uma língua:
 a) Em um determinado recorte temporal.
b) No tempo passado apenas.
c) Ao longo do tempo.
d) No tempo presente apenas.
e) Sem considerar o tempo.
Alternativa marcada:
a) Em um determinado recorte temporal.
Justificativa: Resposta correta: Em um determinado recorte temporal.O estudo sincrônico deve ser feito em um determinado recorte temporal, podendo ser no passado ou no presente. Distratores:Ao longo do tempo. Errada. O estudo diacrônico investiga uma língua ao longo do tempo.No tempo passado apenas. Errada. O estudo sincrônico pode ser feito tanto em um determinado momento do presente como do passado.Sem considerar o tempo. Errada. O estudo sincrônico considera um determinado recorte no tempo.No tempo presente apenas. Errada. O estudo sincrônico pode ser feito tanto em um determinado momento do presente como do passado.
2  Código: 28923 - Enunciado: “A Sociolinguística possui uma metodologia bem delimitada que	1,00/ 1,00 fornece ao pesquisador ferramentas para estabelecer variáveis, para coleta e codificação dos dados [...] O termo variante é utilizado para identificar uma forma que é usada ao lado de outra na língua sem que se se verifique mudança no significado básico.”(Fonte: CEZARIO, Maria Maura; VOTRE, Sebastião. Sociolinguística. In. MARTELOTTA, Mario E. Manual de Sociolinguística. São Paulo: Contexto, 2010, p. 141-142.) A partir do trecho destacado e considerando a variação no uso do pronome pessoal de primeira pessoa do plural, analise as assertivas a seguir.I. "Nós falamos" e "a gente fala" são variantes do presente do indicativo.II. "Nós falamos" é a variante mais coloquial do presente do indicativo.III. "Nós fala" e "a gente falamos" são as variantes estigmatizadas.IV. "A gente fala" é a variante mais formal do presente do indicativo. Está correto apenas o que se afirma em: 
a) III e IV estão corretas.
b) I e IV estão corretas.
c) II e IV estão corretas.  d) I e III estão corretas.
 e) II, III e IV estão corretas.
	
	
	Alternativa marcada:
d) I e III estão corretas.
Justificativa: Resposta correta: I e III estão corretas.'Nós falamos' e 'a gente fala' são variantes do presente do indicativo. Correta porque 'nós' e 'a gente' são variantes do presente do indicativo desde que acompanhadas do correto paradigma verbal: 1ª pessoa do plural e 3ª pessoa do singular.'Nós fala' e 'a gente falamos' são as variantes estigmatizadas. Correta porque, nos dois casos, 'nós' e 'a gente' aparecem acompanhadas do paradigma verbal incorreto.Distratores:'Nós falamos' é a variante mais coloquial do presente do indicativo. Errada porque 'nós falamos' é uma variante formal.'A gente fala' é a variante mais formal do presente do indicativo. Errada porque 'nós falamos' é uma variante coloquial.
	
	3
	
	Código: 28933 - Enunciado: “A língua, além de variar geograficamente (variação diatópica), [..] varia de acordo com o contexto social em que o falante está inserido. Esse contexto é o conjunto de uma série de situações específicas: situações de uso, idade, sexo, escolaridade.”(Adaptado de
SILVA, Rita do Carmo Polli da. A Sociolinguística e a língua materna. Curitiba: InterSaberes, 2013,
p. 26.) Diante disso, analise as assertivas a seguir: I. Jerimum é um exemplo de variação diatópica ou regional: uma variação relacionada à diferença entre cidades, estados, regiões.II. "Vou te falar pra você" é um exemplo de variação diastrática: variação relacionada a diferenças entre grupos socioeconômicos.III. "Beleza" é uma gíria e exemplo de variação diatópica: uma variação relacionada à diferença entre cidades, estados, regiões.IV. "Guri" é um exemplo de variação diatópica ou regional: uma variação relacionada à diferença entre cidades, estados, regiões. Está correto apenas o que se afirma em: 
 a) III e IV estão corretas.
 b) I, II e IV estão corretas.
c) I e III estão corretas.
d) II, III e IV estão corretas.
e) II e IV estão corretas.
Alternativa marcada:
b) I, II e IV estão corretas.
Justificativa: Resposta correta: I, II e IV estão corretas.A afirmativa I está correta porque
'Jerimum' é uma palavra utilizada em alguns estados do Brasil para denominar o que, em outros, se chama 'abóbora': essa diferença lexical em termos de região é estudada pela variação diatópica. A afirmativa II está correta porque a variação diastrática, ao estudar as diferenças de uso entre grupos, vai mostrar que 'Vou TE falar PRA VOCÊ' é um uso associado a falantes de menos escolaridade.A afirmativa IV está correta porque 'guri' é uma palavra utilizada em alguns estados do Brasil para denominar o que, em outros, se chama 'menino', e essa diferença em termos de léxico configura a variação diatópica. Distratores:A afirmativa III está incorreta porque gírias são exemplos de variação diastrática ou social. 
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	
	Código: 28963 - Enunciado: Leia o fragmento a seguir."Sirva de exemplo o substantivo romaria, que significava originalmente 'peregrinação a Roma para ver o Papa'. Hoje, no entanto, é usado unicamente para designar 'peregrinação religiosa em geral'. Entre nós, por exemplo, são muito comuns as romarias a Aparecida do Norte, em São Paulo." (Castelar de Carvalho. Saussure e a língua portuguesa. Disponível em: <http://www.filologia.org.br/viisenefil/09.htm>. Acesso em: 01 mar. 2017.)Analisando o fragmento, pode-se concluir que: I - O texto refere-se à mudança no significado da palavra "romaria".II - Os falantes apenas usam a palavra "romaria" quando, de fato, visitam o Papa.III - Quando ouvimos/lemos a palavra "romaria", reconhecemos o fato de um novo significado ter sido incorporado a ela.IV - Sincronicamente, temos o significado de
"romaria" como "peregrinação religiosa em geral".Está correto apenas o que se afirma em:
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	a) I e II estão corretas.
b) II e IV estão corretas.
c) II e III estão corretas.  d) I e IV estão corretas.
 e) I e III estão corretas.
Alternativa marcada:
d) I e IV estão corretas.
Justificativa: Resposta correta: I e IV estão corretas.A afirmativa I está correta, pois, no texto, explica-se a mudança no significado da palavra 'romaria', que, com o tempo, passou a se referir a peregrinações religiosas em geral. Distratores:A afirmativa II está incorreta, pois, nos dias de hoje, os falantes não pensam, especificamente, na visita ao Papa quando produzem a palavra 'romaria'.A afirmativa III está incorreta, pois, atualmente, quando ouvimos/lemos a palavra 'romaria', não percebemos a mudança no significado dessa palavra. Não se reconhece o foco específico na ideia de 'ver o Papa'.A afirmativa IV está correta, pois, sincronicamente, ou seja, em um determinado recorte temporal, entendemos o significado de 'romaria' como 'peregrinaçãoreligiosa em geral'. Os falantes, de um modo geral, não percebem as mudanças pelas quais a língua passa.
	
	5
	
	Código: 28911 - Enunciado: Segundo Reis e Marcondes (2008), “é fundamental que a escola reconheça essa variação linguística, mas não como uma questão gramatical de certo ou errado, pois, nesse sentido, estará contribuindo para a manutenção do preconceito linguístico, uma vez que só aceita a língua padrão e estigmatiza a linguagem popular. No entanto, a escola deve compreendê-la como sendo o uso específico que os grupos sociais e os indivíduos fazem da língua. Ela deve reconhecer que a língua portuguesa apresenta um grau de diversidade e de variabilidade que ultrapassa qualquer forma prescritivista da gramática. A variação é constitutiva das línguas humanas e ocorre em todos os níveis. Ela sempre existiu e sempre existirá, independentemente de qualquer ação normativa. Assim, quando se fala em “língua portuguesa”, está-se falando de uma unidade que se constitui de muitas variedades. A imagem de uma língua única, mas próxima da linguagem, subjacente às prescrições normativas da gramática escolar, dos manuais e mesmo dos programas de difusão da mídia sobre “o que se deve e o que não se deve falar e escrever” não se sustenta na análise empírica dos usos da língua”.(Fonte: Diversidade línguística e o processo ensino-aprendizagem. Disponível em: <http://re.granbery.edu.br/artigos/MTM1.pdf>.) A partir da leitura do fragmento, leia as afirmativas a seguir. I. A variação faz parte de todos os níveis dos sistemas linguísticos. II. Não existe uma língua única e as pesquisas linguísticas provam isso. III. A variação linguística estará vinculada às noções de certo e errado. IV. A gramática normativa e suas regras conseguem conter a variação linguística. Está correto apenas o que se afirma em:
 a) I e II.
b) I, II e III.
c) III e IV.
d) II e III.
e) II e IV.
Alternativa marcada:
a) I e II.
Justificativa: Resposta correta:I e II.A variação faz parte de todos os níveis dos sistemas linguísticos. Correta. Temos variação nos níveis fonológico (pobrema/problema), morfológico (as casas/ as casa), sintático (Este é o livro QUE eu gosto/Este é o livro DE QUE eu gosto) e semântico (tangerina/bergamota). “A variação é constitutiva das línguas humanas e ocorre em todos os níveis”. Não existe uma língua única e as pesquisas linguísticas provam isso. Correta. A sociolinguística nos prova que todas as línguas do mundo variam. Em língua portuguesa,
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	podemos observar variações regionais como os usos de aipim/macaxeira ou no uso de estruturas como nós/a gente: “A imagem de uma língua única [...] não se sustenta na análise empírica dos usos da língua'. Distratores:A variação linguística estará vinculada às noções de certo e errado. Errada. Existe variação quando o indivíduo diz 'Aquele é o garoto QUE eu conheci o pai', em lugar da forma prescrita 'Aquele é o garoto CUJO pai eu conheci': “É fundamental que a escola reconheça essa variação linguística, mas não como uma questão gramatical de certo ou errado, pois, nesse sentido, estará contribuindo para a manutenção do preconceito linguístico”.A gramática normativa e suas regras conseguem conter a variação linguística. Errada. A visão doutrinária da gramática normativa estabelece uma forma como certa e outra como errada, mas um uso não prescrito pode fazer parte dos usos do falante culto. Será um exemplo disso a escolha pelo apagamento da preposição na oração relativa 'Esse é o livro que eu gosto', em lugar da forma prescrita 'Esse é o livro DE que eu gosto': “A variação é constitutiva das línguas humanas e ocorre em todos os níveis. Ela sempre existiu e sempre existirá, independentemente de qualquer ação normativa”. 
	
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	
	Código: 28960 - Enunciado: Leia a tirinha a seguir. (Disponível em:
<http://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho#foto-436473>. Acesso em: 18 mar. 2017.) Analisando a tirinha, pode-se concluir que: 
a) O personagem entendeu a palavra "panelinha" como sinônimo de "grupo fechado".
b) O personagem entendeu a palavra "panelinha" do mesmo modo que o pai.
 c) O personagem entendeu a palavra "panelinha" como diminutivo de "panela".
d) O personagem entendeu a palavra "panelinha" em seu sentido figurado.
e) O personagem entendeu a palavra "panelinha" da forma utilizada antigamente.
Alternativa marcada:
c) O personagem entendeu a palavra "panelinha" como diminutivo de "panela".
Justificativa: Resposta correta: O personagem entendeu a palavra 'panelinha' como diminutivo de 'panela'. Correta. O personagem entendeu o significado de 'panelinha' como o diminutivo de panela, ou seja, pautou-se no sentido denotativo. Distratores:O personagem entendeu a palavra 'panelinha' do mesmo modo que o pai. Errada. O pai usou a palavra 'panelinha' em seu sentido conotativo, ou seja, em seu sentido figurado; já o filho, em seu sentido denotativo.O personagem entendeu a palavra 'panelinha' como sinônimo de 'grupo fechado'. Errada. O personagem não entendeu o significado de 'panelinha' como sinônimo de 'grupo fechado', mas sim como o diminutivo de panela.O personagem entendeu a palavra 'panelinha' da forma utilizada antigamente. Errada. A compreensão do significado da palavra 'panelinha' envolve a compreensão do sentido denotativo e do sentido conotativo. Em função da idade do personagem, sua compreensão foi pautada no sentido denotativo.O personagem entendeu a palavra 'panelinha' em seu sentido figurado. Errada. O personagem tomou como base o sentido denotativo da palavra 'panelinha', ou seja, seu significado literal.
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	Código: 28906 - Enunciado: De acordo com Sousa e Soares (2014), "o estudo das políticas linguísticas no Brasil tem se constituído uma área de investigação bastante profícua".(Disponível em: <http://www.repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/15948/1/2014_art_sctsousamesoares.pdf>. Acesso em: 21 jun. 2017). Diante do exposto, pode-se concluir que, quando se fala em política linguística, deve-se pensar apenas na língua materna? Justifique sua resposta.
Resposta:
Não, a língua tem uma série de variáveis. É importante inserir todo esse contexto, sabendo fazer uso certo dessas variações em determinadas situações.
Comentários: Justificativa parcial. Abordar as línguas indígenas, Libras e as línguas de imigração.
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Justificativa: Expectativa de resposta: Não. Além de pensar na língua materna, uma política linguística deve considerar as línguas minoritárias (línguas indígenas e línguas de imigração, por exemplo) e a língua brasileira de sinais (LIBRAS). Ao analisarmos a nossa história, vemos, em determinados momentos, exemplos de ações para imposição da língua portuguesa como única língua a ser utilizada em todo o território nacional. No entanto, não podemos negar a existência de línguas indígenas, das chamadas línguas de imigração (alemão, italiano, japonês etc.), da língua de sinais. No contexto da educação, cabe ainda refletir sobre políticas educacionais e linguísticas que envolvem o ensino da língua portuguesa e o ensino de línguas estrangeiras nas escolas.
8  Código: 28920 - Enunciado: Segundo Reis e Marcondes, “é o uso da língua na escola que	1,25/ 1,50 evidencia mais claramente as diferenças entre grupos sociais e gera discriminações e fracasso: o uso pelos alunos provenientes das camadas populares de variantes linguísticas social e escolarmente estigmatizadas provoca preconceitos linguísticos e leva a dificuldades de aprendizagem, já que a escola usa e quer ver usada a variante padrão socialmente prestigiada. Sendo a escola uma instituição que deveria ser responsável pela democratização, considera-se que ela não pode assumir uma postura de discriminações em relação ao dialeto popular, mas, ao contrário, deve ter uma atitude respeitosa em relação à maneira de falar da comunidade na qual exerce seu trabalho. Ela precisa compreender que todas as variedades linguísticas têm seu valor, são veículos perfeitos de comunicação dentro da comunidade linguística que as utilizam” (2008, p. 3-4).(Fonte:Diversidade linguística e o processo ensino-aprendizeagem. Disponível em: <http://re.granbery.edu.br/artigos/MTM1.pdf>.) Considerando o exposto, disserte sobre a gramática descritiva e sua relação com uma visão científica de língua nas aulas de língua portuguesa.
Resposta:
A gramática possui um conjunto de regras que devem ser respeitadas, saber diferenciar a gramática das variantes linguísticas é o importante.
A gramática descritiva anda junto com todo esse sistema que é ensinado sobre as variações linguísticas, pois nela estuda a língua escrita e falada, independente de sua variação. Ela ensina as suas regras, seu funcionamento e uso. Tirando a sensação de que uma frase está certa e sua fala está errada, ou vice versa.
Comentários: Justificativa parcial
Justificativa: Expectativa de resposta: A gramática descritiva é a elaborada pela linguística e tem como objetivo descrever os usos da língua a partir de dados empíricos e sem estabelecer julgamentos de valor. Essa gramática também apresenta os usos do falante culto da língua e, conforme o exposto nos PCNs, deve servir de base para as aulas de língua portuguesa. Discutir com os alunos as possibilidades de uso da língua e a adequação a ambientes mais ou menos formais traz competência comunicativa e capacidade de reflexão sobre o que significa falar e escrever corretamente. Uma gramática descritiva mostraria, por exemplo, que em 'Vou ao shopping/Vou no shopping', a primeira forma é prescrita e a outra não. No entanto, usar 'no' é bem comum nesse contexto, porque não marca socialmente. Usar 'no' não tem o mesmo peso de usar 'a gente vamos' ou 'os pessoal': essas formas marcam o falante como alguém pouco escolarizado.
ilumno.sgp.starlinetecnologia.com.br/ilumno/schedule/resultcandidatedetailprint/4291593/7046c28a-59b1-11ea-b8e3-0242ac110034/	1/6
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