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Prova Online COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL Uni Santa Cruz

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A complexidade entra em cena no campo das organizações para ampliar a lente da visão sobre os fenômenos organizacionais, seguindo os princípios da dialógica, da recursão e da visão hologramática, numa via de mão dupla onde se encontram a certeza e a incerteza, as partes e o todo, a ordem e a desordem, o simples e o complexo, num processo sinérgico e simultâneo. Serva (1992, p. 30) reforça os vínculos entre o paradigma da complexidade e a análise organizacional, quando destaca que "trabalhar com o paradigma da complexidade, seus conceitos, sobretudo sua lógica pluralista, pode ser frutuoso para aqueles que se aventuram na análise organizacional". A complexidade insere uma nova forma de pensar os problemas organizacionais, que são cada vez mais interdependentes e globais, contribuindo para romper o excesso de parcelização e de compartimentalização de saberes presente na análise do campo organizacional (MORIN e LEMOIGNE, 2000). Tendo como referência inicial a exposição acima, considere que a empresa com projeto transdisciplinar, de acordo com Bauer (1999), deve ser auto-organizante, autopoiética e dissipativa. Agora indique a opção que sintetiza o conceito de "organização auto-organizante"
a ) Uma organização com ricos padrões de interação e conectividade e entre as pessoas, de modo a permitir e fomentar o surgimento espontâneo de sinergias catalisadoras de novas possibilidades; Uma organização que reconhece ser inevitável a existência de contradições, de ambiguidade e de conflitos (ou seja, de "desordem"), e que procura utilizá-los em seu proveito, como fonte de aprendizado, criatividade e inovação; Uma organização em que seus elementos constituintes apresentam alto grau de diferenciação, sem prejuízo de um alto grau de integração que confere identidade à empresa como um todo.
b ) Uma organização na qual a sinergia entre seus membros pode, a partir de uma determinada massa crítica, vir a produzir autonomamente alternativas e caminhos inovadores.
c ) Uma organização que faz uso da criatividade, da inovação e da experimentação para desenvolver e aprimorar seus estoques de conhecimento.
d ) Uma organização que interpreta as possibilidades de vir a sofrer uma "quebra de simetria" (uma ruptura estrutural) imposta pelo ambiente externo, sendo capaz de tirar partido de tal eventualidade para redefinir sua estruturação interna.
e ) Uma organização que compreende residir em seus próprios recursos internos todo o potencial necessário para sua evolução; Uma organização que busca permanentemente atualizar sua identidade, em congruência com as mudanças em seu ambiente externo.

Sobre ética e moral, é correto afirmar:
a ) Os valores estabelecidos pela ética parecem ser sempre mais atuais do que aqueles reconhecidos pela moral.
b ) Ética e moral projetam valores no tempo, como algo representativo de certa sociedade, porém, a moral demonstra maior preocupação em conservá-los em sua integridade.
c ) Ambas as palavras remetem à ideia de costume, porém, enquanto a segunda, modernamente, ainda conserva o sentido original, como um conjunto de princípios, crenças e regras, a primeira identifica-se mais com uma reflexão crítica da moral.
d ) É próprio da moral ser histórica, enquanto que a ética é a histórica.
e ) Embora sejam construções sociais, portanto, produto de intersubjetividades, os costumes, na ótica da moral e da ética, nunca deixam transparecer essa característica, consolidando seu caráter racionalizante.

Considerando-se a estrutura organizacional das empresas, Daft (1999, p. 148) chama atenção para o fato de a organização matricial oferecer a mobilidade própria de um desenho horizontal: “A matriz é uma poderosa forma de ligação horizontal. A característica especial da organização matricial é a implementação simultânea das divisões de produto e das estruturas funcionais (horizontais e verticais)”.
Indique a opção que relaciona corretamente os pontos fortes e pontos fracos do modelo matricial.
a. Pontos fortes: adapta-se bem a ambientes complexos e cenários instáveis; flexibilidade na partilha de recursos humanos; Pontos fracos: a adoção da dupla autoridade (agente responde a mais de um chefe) pode gerar confusões, como má gestão de tempo; a matriz consome tempo em reuniões.
b. Pontos fortes: o agente que se reporta a duas ou mais chefias facilita o feedback entre elas, favorecendo o registro da memória de processos; adapta-se bem a cenários estáveis e ambientes em que a comunicação conforma-se ao modelo conduíte; Pontos fracos: o modelo não se adapta a empresas de grande porte; muito frequentemente associada ao organogramas de empresas do setor têxtil, a matriz tende a ser pouco visada por organizações de outros segmentos da economia.
c. Pontos fortes: favorece a flexibilidade na gestão de pessoas; adapta-se bem a ambientes complexos e cenários instáveis; Pontos fracos: dificuldade de contratação de pessoas capazes de se adequar com facilidade ao sistema da dupla autoridade: subordinar-se a mais de um chefe ou compartilhar a autoridade com outras chefias; o modelo matricial, embora não exija estruturas físicas amplas, não funciona bem em instalações tradicionais com muitas divisórias.
d. Pontos fortes: a imagem de ser uma empresa moderna, já que várias startups milionárias adotaram a matriz como modelo de gestão; rapidez na tomada de decisão, pois há grande autonomia das chefias; Pontos fracos: dificuldade de contratação de pessoas capazes de se adequar com facilidade ao sistema da dupla autoridade: subordinar-se a mais de um chefe ou compartilhar a autoridade com outras chefias; o modelo matricial exige estruturas físicas amplas e modernas.
e. Pontos fortes: o modelo ainda é pouco adotado no Brasil e por isso tende a chamar a atenção de clientes e fornecedores como diferencial da empresa; flexibilidade na partilha de recursos humanos; Pontos fracos: o modelo exige tempo para várias reuniões e pode propiciar mais conflitos.

Na relação de um elemento A com um elemento B, o pensamento complexo crítica a lógica do "terceiro-excluído", segundo a qual:
Indique a opção que apresenta a crítica do pensamento complexo.
a ) A só pode ser igual a A, motivo pelo qual se deve excluir, por carente de lógica, tudo o que não se adequar a essa dinâmica.
b ) Problemas relacionados à ciência moderna, tal é o caso da nanotecnologia e inteligência artificial, somente podem ser solucionados com relação que não levam em conta a associação entre causa e efeito.
c ) Não se pode chegar a uma conclusão sobre determinado objeto, utilizando-se raciocínio que exclui as hipóteses improváveis.
d ) Há sempre um nexo de causa e efeito entre os elementos.
e ) Existem três áreas de conhecimento nas quais se subdividem as ciências- Humanas, Exatas e Biológicas. Em decorrências disso, o pensamento aristotélico-cartesiano não admite que determinado conhecimento possa se enquadrar em mais de uma área ao mesmo tempo.

Neves (2000) faz referência a três grupos de princípios, conteúdos ou comportamentos que devem orientar o porta-voz em sua relação com a imprensa. Tais itens formam também a base do repertório do profissional.
São eles:
a ) Capacidade de geração de notícia; prontidão nas respostas; profundo conhecimento técnico sobre os temas relacionados à empresa.
b ) Saber nome de jornalistas e bom conhecimento do perfil dos veículos; rede de contatos com editores; possuir comprovado reconhecimento no contexto das Relações Públicas.
c ) Transparência; relacionamento com a comunidade; normas de governança corporativa.
d ) Capacidade de identificação de problemas e oportunidades relacionados com a comunicação e a imagem institucional da organização no ambiente social; capacidade de avaliação de como o comportamento dos públicos e da opinião pública pode afetar os negócios e a própria vida da organização; capacidade de posicionamento da organização diante desses estímulos.
e ) Compreender e ajuizar a intenção das controvérsias surgidas em contextos de interesse da organização; assegurar, em consequência, a permanência do bom conceito público em relação à organização, como apoio à manutenção dos investimentos produtivos da companhia; como resultado: obter o equilíbrio entre o interesse privado e o interesse público.

Sobre a formação do repertório, como um conjunto de conhecimentos organizados e recuperáveis pelo indivíduo com base em sua memória.
É correto afirmar:
a ) O repertório, no sentido próprio da palavra, é representado por aqueles conhecimentos decorrentes da educação escolar, já que correspondem ao grau de formalização inerente à noção de cultura, um conjunto de conhecimentos de caráter teórico, base da experiência da vida prática.
b ) O repertório, embora constitua todo o acervo de experiências do indivíduo, o que inclui a noção de 'cultura', no sentido mais amplo da palavra, não gera propriamente mais conhecimento em benefício desse indivíduo. Isso porque o repertório é determinado apenas por uma operação de inclusão de 'mais informação' originada 'fora' do indivíduo e não por um redimensionamento a partir da capacidade dele em gerar mais conhecimento a partir do próprio repertório.
c ) O repertório é um conjunto de conhecimentos, uma coleção de saberes e experiências, mas condicionados a uma relação direta entre teoria e prática; assim, os conhecimentos somente de caráter teórico ou, por outro lado, especificamente de caráter prático não podem ser incluídos no referido conjunto de conhecimentos.
d ) O repertório não sofre nenhum tipo de reformulação em termos de conteúdo e de sentido que se possa conceder a cada um dos seus muitos itens; a base é sempre a mesma a qual será sistematicamente expandida por mais conhecimento originado por diferentes fontes: leituras, experiências de diferentes natureza, entre as quais as relações pessoais, viagens, acesso aos bens culturais etc.
e ) O repertório é produto de diferentes experiências como as proporcionadas pela vida em família, pela interação com diferentes pessoas e ambientes, pela formação escolar, por leituras, não necessariamente exigidas e/ou estimuladas pela Escola, pela relação com os bens culturais da humanidade e ainda por vários outros elementos, todos participantes do que se chama de visão de mundo.

A criação de uma campanha publicitária é uma das tarefas mais difíceis e complexas de comunicação, e por isso mesmo se presta a um exercício de definição de estratégias de comunicação. Lembrando que, do ponto de vista da Comunicação Empresarial, essa campanha enquadra-se, em termos das quatro áreas relacionadas por Kunsch (2003), na mercadológica, representada pelo marketing, e no interior da qual há outras subáreas.
Indique em quais situações, esquematicamente, opta-se em se desenvolver uma campanha publicitária.
a ) Queda de vendas, lançamento de produtos, promoção.
b ) Em quatro situações-chave: a) para se fazer reforço da marca; b) para o lançamento de produtos ou serviços; c) para posicionamento ou reposicionamento de marcas, produtos ou serviços; d) para impulsionar ou recuperar vendas.
c ) A Comunicação Integrada de Marketing não considera situações especialmente relevantes para a veiculação de propaganda, devendo ações desse tipo ocorrer sempre que houver um motivo suficientemente forte no mercado como um todo, tal é o caso dos lançamentos da concorrência, entrada de novo concorrente no mercado, divulgação de promoções etc.
d ) Sempre, conforme disponibilidade de recursos.
e ) Em duas situações-chave: a) lançamento de produto b) para se fazer reforço da marca.

Gestão do Conhecimento é, em síntese, a transformação de conhecimento tácito em explícito. Sobre cada um desses conhecimentos é correto afirmar:
a ) O conhecimento explícito apresenta-se como uma forma racionalizante, articulada e verbalizada.
b ) Ambos os conhecimentos são importantes, mas somente o conhecimento explícito interessa à empresa.
c ) A passagem de um "estado" para outro se dá naturalmente, exigindo, no entanto, um ambiente propício para que os saberes se evidenciem.
d ) O conhecimento explícito pode prescindir do conhecimento implícito, uma vez que depende do indivíduo compartilhar com a empresa o seu conhecimento desde o momento em que ingressa na organização.
e ) O conhecimento explícito é aquele que todo indivíduo possui, embora não tenha consciência disso.

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Questões resolvidas

A complexidade entra em cena no campo das organizações para ampliar a lente da visão sobre os fenômenos organizacionais, seguindo os princípios da dialógica, da recursão e da visão hologramática, numa via de mão dupla onde se encontram a certeza e a incerteza, as partes e o todo, a ordem e a desordem, o simples e o complexo, num processo sinérgico e simultâneo. Serva (1992, p. 30) reforça os vínculos entre o paradigma da complexidade e a análise organizacional, quando destaca que "trabalhar com o paradigma da complexidade, seus conceitos, sobretudo sua lógica pluralista, pode ser frutuoso para aqueles que se aventuram na análise organizacional". A complexidade insere uma nova forma de pensar os problemas organizacionais, que são cada vez mais interdependentes e globais, contribuindo para romper o excesso de parcelização e de compartimentalização de saberes presente na análise do campo organizacional (MORIN e LEMOIGNE, 2000). Tendo como referência inicial a exposição acima, considere que a empresa com projeto transdisciplinar, de acordo com Bauer (1999), deve ser auto-organizante, autopoiética e dissipativa. Agora indique a opção que sintetiza o conceito de "organização auto-organizante"
a ) Uma organização com ricos padrões de interação e conectividade e entre as pessoas, de modo a permitir e fomentar o surgimento espontâneo de sinergias catalisadoras de novas possibilidades; Uma organização que reconhece ser inevitável a existência de contradições, de ambiguidade e de conflitos (ou seja, de "desordem"), e que procura utilizá-los em seu proveito, como fonte de aprendizado, criatividade e inovação; Uma organização em que seus elementos constituintes apresentam alto grau de diferenciação, sem prejuízo de um alto grau de integração que confere identidade à empresa como um todo.
b ) Uma organização na qual a sinergia entre seus membros pode, a partir de uma determinada massa crítica, vir a produzir autonomamente alternativas e caminhos inovadores.
c ) Uma organização que faz uso da criatividade, da inovação e da experimentação para desenvolver e aprimorar seus estoques de conhecimento.
d ) Uma organização que interpreta as possibilidades de vir a sofrer uma "quebra de simetria" (uma ruptura estrutural) imposta pelo ambiente externo, sendo capaz de tirar partido de tal eventualidade para redefinir sua estruturação interna.
e ) Uma organização que compreende residir em seus próprios recursos internos todo o potencial necessário para sua evolução; Uma organização que busca permanentemente atualizar sua identidade, em congruência com as mudanças em seu ambiente externo.

Sobre ética e moral, é correto afirmar:
a ) Os valores estabelecidos pela ética parecem ser sempre mais atuais do que aqueles reconhecidos pela moral.
b ) Ética e moral projetam valores no tempo, como algo representativo de certa sociedade, porém, a moral demonstra maior preocupação em conservá-los em sua integridade.
c ) Ambas as palavras remetem à ideia de costume, porém, enquanto a segunda, modernamente, ainda conserva o sentido original, como um conjunto de princípios, crenças e regras, a primeira identifica-se mais com uma reflexão crítica da moral.
d ) É próprio da moral ser histórica, enquanto que a ética é a histórica.
e ) Embora sejam construções sociais, portanto, produto de intersubjetividades, os costumes, na ótica da moral e da ética, nunca deixam transparecer essa característica, consolidando seu caráter racionalizante.

Considerando-se a estrutura organizacional das empresas, Daft (1999, p. 148) chama atenção para o fato de a organização matricial oferecer a mobilidade própria de um desenho horizontal: “A matriz é uma poderosa forma de ligação horizontal. A característica especial da organização matricial é a implementação simultânea das divisões de produto e das estruturas funcionais (horizontais e verticais)”.
Indique a opção que relaciona corretamente os pontos fortes e pontos fracos do modelo matricial.
a. Pontos fortes: adapta-se bem a ambientes complexos e cenários instáveis; flexibilidade na partilha de recursos humanos; Pontos fracos: a adoção da dupla autoridade (agente responde a mais de um chefe) pode gerar confusões, como má gestão de tempo; a matriz consome tempo em reuniões.
b. Pontos fortes: o agente que se reporta a duas ou mais chefias facilita o feedback entre elas, favorecendo o registro da memória de processos; adapta-se bem a cenários estáveis e ambientes em que a comunicação conforma-se ao modelo conduíte; Pontos fracos: o modelo não se adapta a empresas de grande porte; muito frequentemente associada ao organogramas de empresas do setor têxtil, a matriz tende a ser pouco visada por organizações de outros segmentos da economia.
c. Pontos fortes: favorece a flexibilidade na gestão de pessoas; adapta-se bem a ambientes complexos e cenários instáveis; Pontos fracos: dificuldade de contratação de pessoas capazes de se adequar com facilidade ao sistema da dupla autoridade: subordinar-se a mais de um chefe ou compartilhar a autoridade com outras chefias; o modelo matricial, embora não exija estruturas físicas amplas, não funciona bem em instalações tradicionais com muitas divisórias.
d. Pontos fortes: a imagem de ser uma empresa moderna, já que várias startups milionárias adotaram a matriz como modelo de gestão; rapidez na tomada de decisão, pois há grande autonomia das chefias; Pontos fracos: dificuldade de contratação de pessoas capazes de se adequar com facilidade ao sistema da dupla autoridade: subordinar-se a mais de um chefe ou compartilhar a autoridade com outras chefias; o modelo matricial exige estruturas físicas amplas e modernas.
e. Pontos fortes: o modelo ainda é pouco adotado no Brasil e por isso tende a chamar a atenção de clientes e fornecedores como diferencial da empresa; flexibilidade na partilha de recursos humanos; Pontos fracos: o modelo exige tempo para várias reuniões e pode propiciar mais conflitos.

Na relação de um elemento A com um elemento B, o pensamento complexo crítica a lógica do "terceiro-excluído", segundo a qual:
Indique a opção que apresenta a crítica do pensamento complexo.
a ) A só pode ser igual a A, motivo pelo qual se deve excluir, por carente de lógica, tudo o que não se adequar a essa dinâmica.
b ) Problemas relacionados à ciência moderna, tal é o caso da nanotecnologia e inteligência artificial, somente podem ser solucionados com relação que não levam em conta a associação entre causa e efeito.
c ) Não se pode chegar a uma conclusão sobre determinado objeto, utilizando-se raciocínio que exclui as hipóteses improváveis.
d ) Há sempre um nexo de causa e efeito entre os elementos.
e ) Existem três áreas de conhecimento nas quais se subdividem as ciências- Humanas, Exatas e Biológicas. Em decorrências disso, o pensamento aristotélico-cartesiano não admite que determinado conhecimento possa se enquadrar em mais de uma área ao mesmo tempo.

Neves (2000) faz referência a três grupos de princípios, conteúdos ou comportamentos que devem orientar o porta-voz em sua relação com a imprensa. Tais itens formam também a base do repertório do profissional.
São eles:
a ) Capacidade de geração de notícia; prontidão nas respostas; profundo conhecimento técnico sobre os temas relacionados à empresa.
b ) Saber nome de jornalistas e bom conhecimento do perfil dos veículos; rede de contatos com editores; possuir comprovado reconhecimento no contexto das Relações Públicas.
c ) Transparência; relacionamento com a comunidade; normas de governança corporativa.
d ) Capacidade de identificação de problemas e oportunidades relacionados com a comunicação e a imagem institucional da organização no ambiente social; capacidade de avaliação de como o comportamento dos públicos e da opinião pública pode afetar os negócios e a própria vida da organização; capacidade de posicionamento da organização diante desses estímulos.
e ) Compreender e ajuizar a intenção das controvérsias surgidas em contextos de interesse da organização; assegurar, em consequência, a permanência do bom conceito público em relação à organização, como apoio à manutenção dos investimentos produtivos da companhia; como resultado: obter o equilíbrio entre o interesse privado e o interesse público.

Sobre a formação do repertório, como um conjunto de conhecimentos organizados e recuperáveis pelo indivíduo com base em sua memória.
É correto afirmar:
a ) O repertório, no sentido próprio da palavra, é representado por aqueles conhecimentos decorrentes da educação escolar, já que correspondem ao grau de formalização inerente à noção de cultura, um conjunto de conhecimentos de caráter teórico, base da experiência da vida prática.
b ) O repertório, embora constitua todo o acervo de experiências do indivíduo, o que inclui a noção de 'cultura', no sentido mais amplo da palavra, não gera propriamente mais conhecimento em benefício desse indivíduo. Isso porque o repertório é determinado apenas por uma operação de inclusão de 'mais informação' originada 'fora' do indivíduo e não por um redimensionamento a partir da capacidade dele em gerar mais conhecimento a partir do próprio repertório.
c ) O repertório é um conjunto de conhecimentos, uma coleção de saberes e experiências, mas condicionados a uma relação direta entre teoria e prática; assim, os conhecimentos somente de caráter teórico ou, por outro lado, especificamente de caráter prático não podem ser incluídos no referido conjunto de conhecimentos.
d ) O repertório não sofre nenhum tipo de reformulação em termos de conteúdo e de sentido que se possa conceder a cada um dos seus muitos itens; a base é sempre a mesma a qual será sistematicamente expandida por mais conhecimento originado por diferentes fontes: leituras, experiências de diferentes natureza, entre as quais as relações pessoais, viagens, acesso aos bens culturais etc.
e ) O repertório é produto de diferentes experiências como as proporcionadas pela vida em família, pela interação com diferentes pessoas e ambientes, pela formação escolar, por leituras, não necessariamente exigidas e/ou estimuladas pela Escola, pela relação com os bens culturais da humanidade e ainda por vários outros elementos, todos participantes do que se chama de visão de mundo.

A criação de uma campanha publicitária é uma das tarefas mais difíceis e complexas de comunicação, e por isso mesmo se presta a um exercício de definição de estratégias de comunicação. Lembrando que, do ponto de vista da Comunicação Empresarial, essa campanha enquadra-se, em termos das quatro áreas relacionadas por Kunsch (2003), na mercadológica, representada pelo marketing, e no interior da qual há outras subáreas.
Indique em quais situações, esquematicamente, opta-se em se desenvolver uma campanha publicitária.
a ) Queda de vendas, lançamento de produtos, promoção.
b ) Em quatro situações-chave: a) para se fazer reforço da marca; b) para o lançamento de produtos ou serviços; c) para posicionamento ou reposicionamento de marcas, produtos ou serviços; d) para impulsionar ou recuperar vendas.
c ) A Comunicação Integrada de Marketing não considera situações especialmente relevantes para a veiculação de propaganda, devendo ações desse tipo ocorrer sempre que houver um motivo suficientemente forte no mercado como um todo, tal é o caso dos lançamentos da concorrência, entrada de novo concorrente no mercado, divulgação de promoções etc.
d ) Sempre, conforme disponibilidade de recursos.
e ) Em duas situações-chave: a) lançamento de produto b) para se fazer reforço da marca.

Gestão do Conhecimento é, em síntese, a transformação de conhecimento tácito em explícito. Sobre cada um desses conhecimentos é correto afirmar:
a ) O conhecimento explícito apresenta-se como uma forma racionalizante, articulada e verbalizada.
b ) Ambos os conhecimentos são importantes, mas somente o conhecimento explícito interessa à empresa.
c ) A passagem de um "estado" para outro se dá naturalmente, exigindo, no entanto, um ambiente propício para que os saberes se evidenciem.
d ) O conhecimento explícito pode prescindir do conhecimento implícito, uma vez que depende do indivíduo compartilhar com a empresa o seu conhecimento desde o momento em que ingressa na organização.
e ) O conhecimento explícito é aquele que todo indivíduo possui, embora não tenha consciência disso.

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Prova Online 
Comunicação Empresarial Uni Santa Cruz 
 
QUESTÃO 1 
A complexidade entra em cena no campo das organizações para ampliar a lente 
da visão sobre os fenômenos organizacionais, seguindo os princípios da dialógica, 
da recursão e da visão hologramática, numa via de mão dupla onde se encontram 
a certeza e a incerteza, as partes e o todo, a ordem e a desordem, o simples e o 
complexo, num processo sinérgico e simultâneo. 
Serva (1992, p. 30) reforça os vínculos entre o paradigma da complexidade e a 
análise organizacional, quando destaca que "trabalhar com o paradigma da 
complexidade, seus conceitos, sobretudo sua lógica pluralista, pode ser frutuoso 
para aqueles que se aventuram na análise organizacional". A complexidade insere 
uma nova forma de pensar os problemas organizacionais, que são cada vez mais 
interdependentes e globais, contribuindo para romper o excesso de parcelização e 
de compartimentalização de saberes presente na análise do campo organizacional 
(MORIN e LEMOIGNE, 2000). 
Tendo como referência inicial a exposição acima, considere que a empresa com 
projeto transdisciplinar, de acordo com Bauer (1999), deve ser auto-organizante, 
autopoiética e dissipativa. Agora indique a opção que sintetiza o conceito de 
"organização auto-organizante" 
 
a ) Uma organização que compreende residir em seus próprios recursos internos todo o potencial 
necessário para sua evolução; Uma organização que busca permanentemente atualizar sua 
identidade, em congruência com as mudanças em seu ambiente externo. 
 
b ) Uma organização com ricos padrões de interação e conectividade e entre as pessoas, de modo a 
permitir e fomentar o surgimento espontâneo de sinergias catalisadoras de novas possibilidades; Uma 
organização que reconhece ser inevitável a existência de contradições, de ambiguidade e de conflitos 
(ou seja, de "desordem"), e que procura utilizá-los em seu proveito, como fonte de aprendizado, 
criatividade e inovação; Uma organização em que seus elementos constituintes apresentam alto grau 
de diferenciação, sem prejuízo de um alto grau de integração que confere identidade à empresa como 
um todo. 
 
c ) Uma organização na qual a sinergia entre seus membros pode, a partir de uma determinada 
massa crítica, vir a produzir autonomamente alternativas e caminhos inovadores. 
 
d ) Uma organização que faz uso da criatividade, da inovação e da experimentação para desenvolver 
e aprimorar seus estoques de conhecimento. 
 
e ) Uma organização que interpreta as possibilidades de vir a sofrer uma "quebra de simetria" (uma 
ruptura estrutural) imposta pelo ambiente externo, sendo capaz de tirar partido de tal eventualidade 
para redefinir sua estruturação interna. 
 
QUESTÃO 2 
Sobre ética e moral, é correto afirmar: 
 
a ) Os valores estabelecidos pela ética parecem ser sempre mais atuais do que aqueles reconhecidos 
pela moral. 
 
b ) Ética e moral projetam valores no tempo, como algo representativo de certa sociedade, porém, a 
moral demonstra maior preocupação em conservá-los em sua integridade. 
 
c ) Ambas as palavras remetem à ideia de costume, porém, enquanto a segunda, modernamente, 
ainda conserva o sentido original, como um conjunto de princípios, crenças e regras, a primeira 
identifica-se mais com uma reflexão crítica da moral. 
 
d ) É próprio da moral ser histórica, enquanto que a ética é a histórica. 
 
e ) Embora sejam construções sociais, portanto, produto de intersubjetividades, os costumes, na ótica 
da moral e da ética, nunca deixam transparecer essa característica, consolidando seu caráter 
racionalizante. 
 
QUESTÃO 3 
Considerando-se a estrutura organizacional das empresas, Daft (1999, p. 148) 
chama atenção para o fato de a organização matricial oferecer a mobilidade 
própria de um desenho horizontal: "A matriz é uma poderosa forma de ligação 
horizontal. A característica especial da organização matricial é a implementação 
simultânea das divisões de produto e das estruturas funcionais (horizontais e 
verticais)". 
Indique a opção que relaciona corretamente os pontos fortes e pontos fracos do 
modelo matricial. 
 
a ) Pontos fortes: o agente que se reporta a duas ou mais chefias facilita o feedback entre elas, 
favorecendo o registro da memória de processos; adapta-se bem a cenários estáveis e ambientes em 
que a comunicação conforma-se ao modelo conduíte; Pontos fracos: o modelo não se adapta a 
empresas de grande porte; muito frequentemente associada ao organogramas de empresas do setor 
têxtil, a matriz tende a ser pouco visada por organizações de outros segmentos da economia. 
 
b ) Pontos fortes: a imagem de ser uma empresa moderna, já que várias startups milionárias 
adotaram a matriz como modelo de gestão; rapidez na tomada de decisão, pois há grande autonomia 
das chefias; Pontos fracos: dificuldade de contratação de pessoas capazes de se adequar com 
facilidade ao sistema da dupla autoridade: subordinar-se a mais de um chefe ou compartilhar a 
autoridade com outras chefias; o modelo matricial exige estruturas físicas amplas e modernas. 
 
c ) Pontos fortes: adapta-se bem a ambientes complexos e cenários instáveis; flexibilidade na partilha 
de recursos humanos; Pontos fracos: a adoção da dupla autoridade (agente responde a mais de um 
chefe) pode gerar confusões, como má gestão de tempo; a matriz consome tempo em reuniões. 
 
d ) Pontos fortes: favorece a flexibilidade na gestão de pessoas; adapta-se bem a ambientes 
complexos e cenários instáveis; Pontos fracos: dificuldade de contratação de pessoas capazes de se 
adequar com facilidade ao sistema da dupla autoridade: subordinar-se a mais de um chefe ou 
compartilhar a autoridade com outras chefias; o modelo matricial, embora não exija estruturas físicas 
amplas, não funciona bem em instalações tradicionais com muitas divisórias. 
 
e ) Pontos fortes: o modelo ainda é pouco adotado no Brasil e por isso tende a chamar a atenção de 
clientes e fornecedores como diferencial da empresa; flexibilidade na partilha de recursos humanos; 
Pontos fracos: o modelo exige tempo para várias reuniões e pode propiciar mais conflitos. 
 
QUESTÃO 4 
Na relação de um elemento A com um elemento B, o pensamento complexo crítica 
a lógica do "terceiro-excluído", segundo a qual: 
 
a ) A só pode ser igual a A, motivo pelo qual se deve excluir, por carente de lógica, tudo o que não se 
adequar a essa dinâmica. 
 
b ) Problemas relacionados à ciência moderna, tal é o caso da nanotecnologia e inteligência artificial, 
somente podem ser solucionados com relação que não levam em conta a associação entre causa e 
efeito. 
 
c ) Não se pode chegar a uma conclusão sobre determinado objeto, utilizando-se raciocínio que exclui 
as hipóteses improváveis. 
 
d ) Há sempre um nexo de causa e efeito entre os elementos. 
 
e ) Existem três áreas de conhecimento nas quais se subdividem as ciências- Humanas, Exatas e 
Biológicas. Em decorrências disso, o pensamento aristotélico-cartesiano não admite que determinado 
conhecimento possa se enquadrar em mais de uma área ao mesmo tempo. 
QUESTÃO 5 
Neves (2000) faz referência a três grupos de princípios, conteúdos ou 
comportamentos que devem orientar o porta-voz em sua relação com a imprensa. 
Tais itens formam também a base do repertório do profissional. São eles: 
 
a ) Capacidade de geração de notícia; prontidão nas respostas; profundo conhecimento técnico sobre 
os temas relacionados à empresa. 
 
b ) Saber nome de jornalistas e bom conhecimento do perfil dos veículos; rede de contatos com 
editores; possuir comprovado reconhecimento no contexto das Relações Públicas. 
 
c ) Transparência; relacionamento com a comunidade; normas de governança corporativa. 
 
d ) Capacidade de identificação de problemas e oportunidades relacionados com a comunicação e a 
imagem institucional da organização no ambiente social; capacidade de avaliação de como o 
comportamento dos públicos e da opinião pública pode afetar os negócios e a própria vidada 
organização; capacidade de posicionamento da organização diante desses estímulos. 
 
e ) Compreender e ajuizar a intenção das controvérsias surgidas em contextos de interesse da 
organização; assegurar, em consequência, a permanência do bom conceito público em relação à 
organização, como apoio à manutenção dos investimentos produtivos da companhia; como resultado: 
obter o equilíbrio entre o interesse privado e o interesse público. 
 
QUESTÃO 6 
Sobre a formação do repertório, como um conjunto de conhecimentos organizados 
e recuperáveis pelo indivíduo com base em sua memória, é correto afirmar: 
 
a ) O repertório é um conjunto de conhecimentos, uma coleção de saberes e experiências, mas 
condicionados a uma relação direta entre teoria e prática; assim, os conhecimentos somente de 
caráter teórico ou, por outro lado, especificamente de caráter prático não podem ser incluídos no 
referido conjunto de conhecimentos. 
 
b ) O repertório, embora constitua todo o acervo de experiências do indivíduo, o que inclui a noção de 
"cultura", no sentido mais amplo da palavra, não gera propriamente mais conhecimento em benefício 
desse indivíduo. Isso porque o repertório é determinado apenas por uma operação de inclusão de 
"mais informação" originada "fora" do indivíduo e não por um redimensionamento a partir da 
capacidade dele em gerar mais conhecimento a partir do próprio repertório. 
 
c ) O repertório, no sentido próprio da palavra, é representado por aqueles conhecimentos 
decorrentes da educação escolar, já que correspondem ao grau de formalização inerente à noção de 
cultura, um conjunto de conhecimentos de caráter teórico, base da experiência da vida prática. 
 
d ) O repertório não sofre nenhum tipo de reformulação em termos de conteúdo e de sentido que se 
possa conceder a cada um dos seus muitos itens; a base é sempre a mesma a qual será 
sistematicamente expandida por mais conhecimento originado por diferentes fontes: leituras, 
experiências de diferentes natureza, entre as quais as relações pessoais, viagens, acesso aos bens 
culturais etc. 
 
e ) O repertório é produto de diferentes experiências como as proporcionadas pela vida em família, 
pela interação com diferentes pessoas e ambientes, pela formação escolar, por leituras, não 
necessariamente exigidas e/ou estimuladas pela Escola, pela relação com os bens culturais da 
humanidade e ainda por vários outros elementos, todos participantes do que se chama de visão de 
mundo. 
 
QUESTÃO 7 
A criação de uma campanha publicitária é uma das tarefas mais difíceis e 
complexas de comunicação, e por isso mesmo se presta a um exercício de 
definição de estratégias de comunicação. Lembrando que, do ponto de vista da 
Comunicação Empresarial, essa campanha enquadra-se, em termos das quatro 
áreas relacionadas por Kunsch (2003), na mercadológica, representada pelo 
marketing, e no interior da qual há outras subáreas. 
Indique em quais situações, esquematicamente, opta-se em se desenvolver uma 
campanha publicitária. 
 
a ) Em duas situações-chave: a) lançamento de produto b) para se fazer reforço da marca. 
 
b ) Queda de vendas, lançamento de produtos, promoção. 
 
c ) Em quatro situações-chave: a) para se fazer reforço da marca; b) para o lançamento de produtos 
ou serviços; c) para posicionamento ou reposicionamento de marcas, produtos ou serviços; d) para 
impulsionar ou recuperar vendas 
 
d ) Sempre, conforme disponibilidade de recursos. 
 
e ) A Comunicação Integrada de Marketing não considera situações especialmente relevantes para a 
veiculação de propaganda, devendo ações desse tipo ocorrer sempre que houver um motivo 
suficientemente forte no mercado como um todo, tal é o caso dos lançamentos da concorrência, 
entrada de novo concorrente no mercado, divulgação de promoções etc. 
 
Ver justificativa da resposta 
QUESTÃO 8 
Gestão do Conhecimento é, em síntese, a transformação de conhecimento tácito 
em explícito. Sobre cada um desses conhecimentos é correto afirmar: 
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a ) O conhecimento explícito pode prescindir do conhecimento implícito, uma vez que depende do 
indivíduo compartilhar com a empresa o seu conhecimento desde o momento em que ingressa na 
organização. 
 
b ) Ambos os conhecimentos são importantes, mas somente o conhecimento explícito interessa à 
empresa. 
 
c ) O conhecimento explícito apresenta-se como uma forma racionalizante, articulada e verbalizada. 
 
d ) O conhecimento explícito é aquele que todo indivíduo possui, embora não tenha consciência disso. 
 
e ) A passagem de um "estado" para outro se dá naturalmente, exigindo, no entanto, um ambiente 
propício para que os saberes se evidenciem.

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