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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE TECNOLOGIA
ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO
HIGIENE DO TRABALHO II: RUÍDOS E VIBRAÇÃO
Prof. Gustavo da Silva Vieira de Melo
Atividade avaliativa em 4 de setembro de 2020
Aluna: Thaís Pereira Cabral
EXERCÍCIO DE RUÍDO
1. Um Disk Jockey (DJ) trabalha exposto a 98 dB(A) durante 4 h às sextas-feiras e aos
sábados, e exposto a 96 dB(A) durante 2 h aos domingos. Determine o nível médio de
exposição diária, L̄EX ,8h .
Para calcular o L̄EX ,8h , é necessário calcular o nível normalizado de exposição diária
LEX ,8h para cada valor de nível de exposição equivalente e tempo de exposição.
LEX , 8h = LAeq,Te + 10⋅log(Te8 )
Para 98 dB(A) e 4 h de exposição:
LEX , 8h = 98 + 10⋅log( 48) = 95dB(A)
Para 96 dB(A) e 2 h de exposição:
LEX , 8h = 96 + 10⋅log(28) = 90 dB(A)
A partir dos valores anteriores, calcula-se o L̄EX ,8h
L̄EX , 8h = 10⋅log[ 15∑i=1
n
10
(LEX ,8h)i
10 ]
L̄EX ,8h=10 . log[ 15 (10
95
10 + 10
95
10 + 10
90
10)] = 91,66 dB (A )
2. Assumindo-se os parâmetros das dosimetrias estabelecidos pela NR-15 ( LCR = 85
dB(A) e q = 5 dB(A)), então calcule o nível A-ponderado equivalente, quando, ao final de
uma jornada de trabalho de 8 h, um dosímetro de ruído indica a dose de 300%.
Aplicando a equação do LAeq, Te a partir da dose:
LAeq,Te =
10⋅q
3
⋅ log( 8Te ⋅
D%
100 ) + LCR
LAeq ,Te =
10⋅5
3
⋅ log(88 ⋅
300
100) + 85
LAeq,Te =
50
3
⋅ log (1 ⋅ 3) + 85
LAeq ,Te = 92,95dB (A )
3. Após 4 h de trabalho, o dosímetro de ruído de um trabalhador já indica o valor de
67%.
a) Qual o nível A-ponderado equivalente?
b) Qual a dose projetada para 8 h de trabalho, caso o trabalhador continue submetido às
mesmas condições até o final da jornada de trabalho? 
a) Aplicando a equação:
 LAeq ,Te =
10⋅q
3
⋅ log( 8Te ⋅
D%
100 ) + LCR
LAeq,Te =
10⋅5
3
⋅ log(84 ⋅
67
100) + LCR
LAeq ,Te =
50
3
⋅ log (2 ⋅ 0 ,67) + 85
LAeq,Te = 87 ,11dB(A)
Em comparação com a NR-15, utiliza-se o valor de 88 dB(A).
b) Aplicando a equação da dose de ruído D(%) para 87,11 dB(A):
D% =
Te⋅2
(Leq − 85)
5
8
⋅ 100 
D% = 134%
E para o valor de 88 dB(A), a partir da NR-15:
D% =
8⋅2
(88 − 85)
5
8
⋅ 100
D% = 151 ,57%
4. O dosímetro de ruído forneceu, após 2 h de medição, o valor de 45%. O usuário do
dosímetro trabalha nessas condições durante 6 h.
a) Qual a dose projetada para 6 h?
b) Para quanto deve ser reduzido o tempo de exposição, a fim de que o limite diário de
100% não seja ultrapassado? 
a) É necessário encontrar o nível de exposição equivalente para depois calcular a dose.
LAeq ,Te =
10⋅q
3
⋅ log( 8Te ⋅
D%
100 ) + LCR
LAeq,Te =
10⋅5
3
⋅ log(82 ⋅
45
100) + 85
LAeq ,Te = 89,25 dB(A )
Na NR-15, usa-se o valor de 90 dB(A).
Aplicando a equação da dose de ruído D%:
D% =
Te⋅2
(Leq − 85)
5
8
⋅ 100
D% =
6⋅2
(89 ,25 − 85)
5
8
⋅ 100
D% = 135%
Para o valor de 90 dB(A), D%:
D% =
6⋅2
(90 − 85)
5
8
⋅ 100
D% = 150%
b) Reorganizando a equação de dose D% de modo a isolar o tempo de exposição Te e
utilizando o valor de 100% para dose, tem-se:
Te =
8⋅D%
2
(LEQ−85)
5 ⋅ 100
Te =
8⋅100
2
(89 ,25−85)
5 ⋅ 100
Te = 4 ,44h ou 4 h26min
Para 90 dB(A):
Te =
8⋅100
2
(90−85)
5 ⋅ 100
= 4h
5. Estimar o nível médio de exposição diária, L̄EX ,8h ,para semana nominal de 5 dias de
trabalho, a partir dos seguintes resultados de dosimetrias diárias:
Segunda-feira – 129%; 
Terça-feira – 156%; 
Quarta-feira – 143%; 
Quinta-feira – 138%; 
Sexta-feira – 111%. 
Em todos os dias da semana o tempo de exposição é de 7,5 h, exceto na sexta-feira onde o
mesmo vale 7 h. 
Para calcular o nível médio de exposição diária, é preciso calcular o nível de ruído
equivalente para cada dose de ruído medida e também o nível normalizado de exposição ao
ruído.
Substituindo os valores das doses de ruído medidas na equação 1 e substituindo os
valores encontrados dos cálculos dessa mesma equação na equação 2, construiu-se a seguinte
tabela:
Dia da semana Dose de ruído medida LAeq,8h LEX ,8h
segunda-feira 129% 87,31 dB(A) 87,03dB(A)
terça-feira 156% 88,69 dB(A) 88,41 dB(A)
quarta-feira 143% 88,06dB(A) 87,78 dB(A)
quinta-feira 138% 87,80dB(A) 87,52 dB(A)
sexta-feira 111% 86,72dB(A) 86,14 dB(A)
eq. (1) LAeq ,Te =
10⋅q
3
⋅ log( 8Te ⋅
(D%)
100 ) + LCR
eq. (2) LEX , 8h = LAeq ,Te + 10⋅log(Te8 )
Substituindo os valores de LEX ,8h na equação 3 para encontrar o L̄EX ,8h :
eq. (3) L̄EX , 8h = 10⋅log[ 15∑i=1
n
10
(LEX ,8h)i
10 ]
L̄EX , 8h = 10⋅log[ 15 (10
8,703
+ 108,841 + 108,778 + 108,752 + 108,614)]
L̄EX , 8h = 87 ,44 dB(A)
Com base na NR-15, o valor escolhido seria o de 88 dB(A).
EXERCÍCIO DE VIBRAÇÃO
Com base nas informações, calcule o valor da dose de vibração para uma jornada de 8 h,
ou seja, calcule o parâmetro A(8). 
Metodologia adotada para resolução do problema
De posse dos valores de aceleração RMS dados nas tabelas, realizou-se o cálculo das
médias aritméticas dos três valores medidos, em cada direção, x, z e y. O valor de y adotado
para a chave pneumática de ¾ in foi de 0,3z, pois a aceleração nessa direção apresenta os
maiores valores. Já para a chave pneumática de 1 in, foi adotado o valor de 0,3x, também por
apresentar os maiores valores de aceleração e, portanto, ser a dominante. 
A partir dos valores médios de aceleração para cada um dos eixos, fez-se a correção
desses valores pelo produto deles com o fator de ponderação Wh, tabelado para cada
frequência.
Em seguida, calculou-se a raiz quadrada dos valores médios das acelerações,
ponderadas em frequência nas três direções. Com isso, fez-se o cálculo do valor total da
vibração ahv nos três eixos. Por fim, esses dois valores, de cada chave, foram utilizados na
fórmula de Dose Diária de Exposição à Vibração, multiplicados pelo tempo de exposição
correspondente. 
Para a chave pneumática de ¾ in:
ahv = √ahWx
2
+ ahWz
2
+ ahWy
2
ahv = √0 ,7849
2
+ 7 ,81342 + 2 ,3442
ahv = 8 ,1951
m
s2
Para a chave pneumática de 1 in:
ahv = √ahWx
2
+ ahWz
2
+ ahWy
2
ahv = √36 ,986
2
+ 5 ,44922 + 11 ,0962
ahv = 38 ,9969
m
s2
Utilizando a fórmula da equação da dose diária de exposição à vibração, A(8), e
substituindo os valores de vibração total de cada chave pneumática, ahv , multiplicados
pelos seus respectivos tempos de exposição, tem-se:
A (8) = ahv√
T
T 0
A (8) = √ 18 ((8 ,1951)2 ⋅ 0 ,6666 + (38 ,9969)2 ⋅ 0,3333)
A (8) = 8 ,3039 ≈ 8 ,3
m
s2
 Ao confrontar esse valor com o gráfico A(8) x Tempo para aparecimento dos dedos
brancos, estima-se que o trabalhador apresentará a síndrome em, aproximadamente, 3 anos,
como mostrado na figura abaixo:
Todos os cálculos necessários, para o exercício de vibração, foram realizados em
planilhas do Excel, anexadas a este documento.

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