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Medidas Elétricas – ELE505 Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI Prof. Frederico Oliveira Passos (fopassos@gmail.com) Aula 05 – Medição de Corrente; Transformadores de Corrente Medição de Corrente - Amperímetro O amperímetro tem como objetivo medir a corrente elétrica que circula num determinado elemento do sistema ou ramo de um circuito. A cc ca Medição de Corrente - Amperímetro O amperímetro deve ser ligado em série com o circuito que se deseja medir. Medição de Corrente - Amperímetro O ideal é o amperímetro ter resistência interna nula; ➢O amperímetro deve constituir um curto-circuito entre os pontos do circuito, pois somente assim as correntes e tensões do circuito não são alteradas. =0Ω ➢O amperímetro comum utiliza um galvanômetro; ➢ Através de uma chave seletora, é posto em paralelo com resistores internos convenientemente dimensionados denominados “resistências shunts” Medição de Corrente - Amperímetro RgRs ➢Estas resistências shunts permitem que se varie a escala de leitura de corrente. ➢Utiliza o conceito de divisor de corrente para relacionar a corrente medida com a corrente necessária no galvanômetro para mover o ponteiro até a posição correta na escala de corrente. Medição de Corrente - Amperímetro ➢Ex: Considerando um galvanômetro fictício com Rg=1Ω que indica na escala “10” quando circula 1A e “20” quando circula 2A; ➢Se quisermos que, ao medir uma corrente de 10A na entrada, o galvanômetro indique “10” na escala, basta obter uma divisão de corrente para que isso ocorra. Ou seja, 10A totais corresponda a 1A em Rg; Medição de Corrente - Amperímetro Medição de Corrente - Amperímetro ➢𝐼𝑔 = 𝑅𝑠 𝑅𝑠+𝑅𝑔 𝐼𝑚 ; 1 = 𝑅𝑠 𝑅𝑠+1 10; Rm = 1/9[Ω] ➢Se quiséssemos que a indicação “10” da escala correspondesse à 100A, teríamos: ➢1 = 𝑅𝑠 𝑅𝑠+1 100; Rm = 1/99[Ω] Medição de Corrente - Amperímetro ➢ Quando se utiliza um amperímetro em um circuito de corrente alternada, não é necessário preocupar-se com a sua polaridade, isto é, qualquer um dos seus terminais pode ser conectado à fonte ou à carga. Medição de Corrente - Amperímetro ➢No entanto, em corrente contínua, é necessário verificar os pólos, para que não haja inversão da leitura e respectivo deslocamento do ponteiro abaixo do zero da escala. Medição de Corrente - Amperímetro Medição de Corrente Aumento da faixa de medição ➢Com o auxílio de um resistor inserido em paralelo com o amperímetro é possível obter-se leituras superiores ao fundo de escala do instrumento (divisor de corrente). ➢ Desta forma, caso o amperímetro deva ser utilizado para uma faixa de medição n vezes superior a existente (fator de amplificação n), Medição de Corrente Aumento da faixa de medição Medição de Corrente Aumento da faixa de medição Qual deve ser o valor de uma resistência shunt para ampliar o fundo de escala de amperímetro, cuja resistência interna é de 0,1 ohms, de 12 A para 60 A? ➢ Exemplo: Medição de Corrente Shunt Resistivo ➢Empregado para medições de correntes elevadas. ➢ Ele consiste em uma resistência de manganina calibrada que é conectada em série ao circuito através de parafusos de latão com cabeça sextavada. Manganina é uma liga de Cu (Cobre) utilizada na produção de fios para fabricação de resistências elétricas. Medição de Corrente Shunt Resistivo ➢Desta forma, ao circular por ele a corrente que se quer medir, pela lei de Ohm, resultará uma tensão em seus terminais. ➢ As tensões de saída nominais, geralmente, se encontram na faixa de 30 a 300 mV. Medição de Corrente Sensor de Corrente HALL ➢Em 1879, Edwin H. Hall aplicou um campo magnético perpendicular a um condutor percorrido por uma corrente. ➢ Nessa experiência, verificou que as cargas elétricas se distribuem de tal modo que, as positivas, ficam de um lado e, as negativas, do lado oposto da borda do condutor, resultando, portanto, em uma pequena diferença de potencial. Medição de Corrente Sensor de Corrente HALL Medição de Corrente Sensor de Corrente HALL ➢O efeito Hall existe em qualquer condutor, mas é mais intenso nos semicondutores. ➢ Assim, sensores de corrente por efeito Hall são dispositivos semicondutores que geram um sinal de corrente quando são inseridos em um campo magnético e uma tensão é aplicada a eles. Medição de Corrente Sensor de Corrente HALL ➢ A corrente de saída desses sensores é proporcional à densidade de fluxo do campo magnético. ➢Note-se que a sua grande vantagem é a capacidade de medir tanto corrente contínua como alternada em um único instrumento. Medição de Corrente Sensor de Corrente HALL Medição de Corrente Amperímetro Alicate ➢ TC com núcleo magnético separável ou basculante (garras), para facilitar o enlaçamento do condutor (primário) por onde circula a corrente que se quer medir. Medição de Corrente Amperímetro Alicate ➢No secundário, tem-se um amperímetro conectado internamente, cuja indicação é proporcional à corrente do primário. ➢Naturalmente, só são possíveis medições de correntes alternadas para que o fluxo produzido também o seja e induza tensões (igualmente alternadas) no secundário. Medição de Corrente Amperímetro Alicate ➢Se houver mais que uma fase, o núcleo deve abraçar apenas os condutores da fase cuja corrente se quer medir. ➢Caso contrário, as leituras apresentarão resultados falsos devido aos fluxos produzidos pelas correntes que circulam em cada fase. Medição de Corrente Amperímetro Alicate ➢Um segundo tipo de amperímetro alicate é aquele que emprega um sensor com base no efeito Hall. ➢ Naturalmente, ele é muito mais versátil que o anterior, pois permite a medição de corrente tanto contínua, quanto alternada. Medição de Corrente Pontas de Corrente ➢O princípio de funcionamento é o mesmo do amperímetro alicate. Medição de Corrente Pontas de Corrente ➢ No entanto elas, ao invés de incorporar um amperímetro conectado internamente, as pontas disponibilizam uma saída em tensão (proporcional ao valor da corrente) ➢ Esta tensão pode ser ligada a um voltímetro ou a um osciloscópio, por exemplo. Medição de Corrente Bobina de Rogowski ➢ A Bobina de Rogowski é um dispositivo eletrônico para medição de corrente alternada (AC); ➢Mede a corrente elétrica independentemente da geometria do condutor; Medição de Corrente Bobina de Rogowski ➢ É constituída de um toróide com enrolamento uniformemente distribuído em um núcleo de material não magnético; ➢Seu princípio de funcionamento está fundamentado na Lei de Ampère, e na Lei da Indução de Faraday-Lenz; ➢Fornece um sinal de saída em tensão. Medição de Corrente Bobina de Rogowski Medição de Corrente TC – Transformador de Corrente Transformador convencional com saída (secundário) padronizada em I2=5A. O circuito primário de um TC é ligado em série com a alimentação de uma instalação ou equipamento onde se deseja medições. Medição de Corrente O circuito secundário alimenta as bobinas de corrente dos aparelhos destinados para tal fim, ou seja, medição de corrente. 𝑰𝟏 𝑰𝟐 = 𝑵𝟐 𝑵𝟏 I1 – Corrente no primário I2 – Corrente no secundário N1 – Número de espiras N2 – Número de espiras TC – Transformador de Corrente Transformador de Corrente - TC ➢ Os TC’s reduzem os níveis de correntes das instalações a valores mais baixos. Mais comum 5[A]. Transformador de Corrente - TC 𝑰 𝟏 𝑰 𝟐 = 𝑵 𝟐 𝑵 𝟏 ➢ O circuito primário é ligado em série com a alimentação de uma instalação ou equipamento onde se deseja medições ou proteção; ➢O circuito secundário alimenta as bobinas de corrente dos aparelhos destinados para tal fim. Ex.: Amperímetro, bobina de corrente do wattímetro e do medidor de energia elétrica. Transformador de Corrente - TC ➢ Em TC´s a corrente primária que define a secundária, independente do instrumento que esteja alimentando. ➢Baixa impedância de primário para não influenciar o circuito de alta corrente.Transformador de Corrente - TC ➢ “ Antes de qualquer operação com TC´s deve-se primeiro aplicar um curto circuito no secundário através de um condutor de baixa impedância ou de chave apropriada. ” Transformador de Corrente - TC ➢ Transformador de Corrente - TC ➢ A carga Z’ do TC é um medidor: amperímetro, relé de proteção e/ou medidor de energia elétrica. Transformador de Corrente - TC Circuito Equivalente do TC indutivo ➢ Circuito equivalente da maioria dos TC´s . Transformador de Corrente - TC Circuito Equivalente do TC indutivo ➢ Num TC as causas dos erros se apresentam de maneira completamente diferente: as impedâncias primárias não exercem qualquer influência sobre a precisão do TC, somente introduzindo uma impedância em série com a linha, a qual pode ser desprezada. ➢Assim, o erro será unicamente devido à corrente de magnetização Io. Transformador de Corrente - TC Circuito Equivalente do TC indutivo ➢O erro de precisão nos TCs é função da corrente de magnetização I0, que está relacionada à tensão E2, desenvolvida no secundário por uma relação não linear, que é dada pela curva de magnetização do transformador. Transformador de Corrente - TC Circuito Equivalente do TC indutivo ➢Para se obter a melhor precisão de um TC, deve-se reduzir I0 ao mínimo. Isso é possível de duas maneiras: ➢1-Utilizando núcleos com as melhores qualidades magnéticas Transformador de Corrente - TC Circuito Equivalente do TC indutivo ➢2- Diminuir o valor de E2. ➢Tornar os valores de R2 e L2 os menores possíveis. ➢R2 até o limite tecnicamente viável ➢X2 ≅ 0 !!! Transformador de Corrente - TC Circuito Equivalente do TC indutivo Definição de Transformadores – NBR 5356 “Equipamento elétrico estático que, por indução eletromagnética, transforma tensão e corrente alternadas entre dois ou mais enrolamentos, sem mudança de frequência.” Transformador de Corrente - TC Conceito geral de transformadores Funcionamento geral de Transformadores Conceitos necessários: - Lei de Faraday/Lenz; - Circuitos Magnéticos; - Regra da mão direita; N1 I1(t) V1(t) N2 V2(t) Φ O fluxo enlaçado no enrolamento 1 é determinado apenas por: Transformador de Corrente - TC ‘ N1 I1(t) V1(t) N2 V2(t) Φ O fluxo enlaçado no enrolamento 2 quando o secundário sem carga é determinado apenas por: Condição à vazio! Transformador de Corrente - TC Conceito geral de transformadores N1 I1(t) V1(t) N2 V2(t) Φ O circuito magnético equivalente: (Lei Circuital da Ampére) Condição à vazio! N1I1 Hl Φ a b l=2(a+b) + - + - Transformador de Corrente - TC Conceito geral de transformadores O circuito magnético equivalente: (Lei Circuital da Ampére) Condição de carga! N1I1 Hl Φ l=2(a+b) + - + - + - N2I2N1 I1(t) V1(t) N2 V2(t) Φ I2(t) C ar ga Transformador de Corrente - TC Conceito geral de transformadores O circuito magnético equivalente: (Lei Circuital da Ampére) Condição de carga! N1I1 Hl Φ l=2(a+b) + - + - + - N2I2N1 I1(t) V1(t) N2 V2(t) Φ I2(t) C ar ga Transformador de Corrente - TC Agora abordando o funcionamento do TC 𝐻𝑙 = 𝑁1𝐼1 −𝑁2𝐼2 ➢Sendo Hl proporcional à densidade de fluxo, se não ocorrer a oposição ao fluxo no secundário do TC, fluxos elevados acontecerão (I0 elevado), consequentemente elevadas tensões induzidas no secundário do TC! Transformador de Corrente - TC TCs para Medição e Proteção: ➢Construção diferente para medição e proteção; ➢TC´s para medição mais precisos e saturam em 150% da corrente nominal; ➢TC´s para proteção menos precisos e não devem saturar facilmente. Saturam cerca de 20 a 25 x In (2000 % In , 2500 % In). Transformador de Corrente - TC TCs conforme construção: ➢Tipo enrolado: enrolamento primário constituído por uma ou mais espiras, envolve mecanicamente o núcleo do transformador; ➢Tipo barra: primário constituído por uma barra montada permanentemente através do núcleo do transformador. Transformador de Corrente - TC TCs conforme construção: ➢Tipo janela: sem primário próprio, construído por uma abertura no núcleo, por onde passará o condutor primário, formando uma ou mais espiras. ➢Tipo bucha: tipo especial de TC janela, instalado sobre a bucha de um equipamento elétrico fazendo parte dele. Transformador de Corrente - TC TCs conforme construção: ➢Tipo núcleo dividido: tipo especial de TC janela em que parte do núcleo é separável. Transformador de Corrente - TC TCs conforme seus enrolamentos: ➢vários enrolamentos primários: ➢Ex: TC com 4 enrolamentos primários que suportam 100A cada, tem-se: Transformador de Corrente - TC Ligação série 100-5[A] RTC – 20:1 Ligação série-paralelo 200-5[A] RTC – 40:1 Ligação paralelo 400-5[A] RTC – 80:1 TC seria 100x200x400 – 5 [A] (RTC = 20x40x80:1). TCs conforme seus enrolamentos: ➢vários enrolamentos secundários em núcleos distintos. Os TC’s possuem dois tipos de enrolamentos secundários, um para medição e outro para proteção. Por este fato, nota-se que, neste caso, deve haver dois núcleos diferentes e independentes entre si devido às diferenças de saturação. Transformador de Corrente - TC Especificações dos TCs: NBR6856 Transformador de Corrente - TC Corrente Nominal e Relação Nominal Transformador de Corrente - TC ➢Corrente Primária: TC deve ser escolhido de acordo com a corrente máxima do circuito ao qual será inserido; ➢Corrente Secundária: No Brasil padronizada 5[A], casos especiais em proteção pode haver 2,5[A], 1[A]. Corrente Nominal e Relação Nominal Transformador de Corrente - TC Nível de Isolamento Transformador de Corrente - TC ➢Normalmente considera a tensão como sendo a imediatamente superior à nominal de linha do circuito em que o TC será utilizado. Nível de Isolamento ➢60Hz no Brasil. Carga Nominal Transformador de Corrente - TC ➢Carga em [VA] em 60 [HZ], que garante a exatidão informada. ➢Os valores da tabela obedecem a relação ZI2. Classe de Exatidão Transformador de Corrente - TC ➢Conforme NBR6856, TC´s de medição; ➢TC´s e os instrumentos (destinados a serem ligados ao mesmo) devem apresentar a mesma classe de exatidão. Classe de Exatidão Transformador de Corrente - TC ➢Conforme NBR6856, para TCs de proteção padronizou-se a classe de exatidão 5 ou 10% , para qualquer corrente secundária, desde 1 a 20 vezes a corrente nominal, e qualquer carga igual ou inferior a nominal. Fator de Sobrecorrente Nominal Transformador de Corrente - TC ➢Exprime a relação entre a corrente máxima, com a qual o TC para proteção mantém a sua classe de exatidão nominal e a corrente nominal; ➢A NBR 6856/81 admite que a corrente máxima deva ser 20 vezes a nominal, não citando o fator de sobrecorrente. Fator Térmico Nominal Transformador de Corrente - TC ➢É o fator que multiplicado pela corrente primária indica a corrente primária máxima que o TC pode suporta em regime permanente. ➢Os fatores térmicos são : 1,0; 1,2; 1,3; 1,5; 2. Corrente Térmica Nominal Ith Transformador de Corrente - TC ➢É a maior corrente primária que um TC é capaz de suportar durante 1seg., com o secundário curto- circuitado, sem exceder os limites de elevação de temperatura correspondente a sua classe de isolamento. ➢Comumente 80 vezes a corrente nominal. Corrente Dinâmica Nominal Transformador de Corrente - TC ➢É o valor da crista da corrente primária que um TC é capaz de suportar, durante o primeiro ciclo com o secundário curto-circuitado. A NBR 6856 cita que o valor da crista é normalmente 2,5 o valor da corrente térmica. Corrente Dinâmica Nominal Transformador de Corrente - TC Especificação de TCs Transformador de Corrente - TC Medição: Verificar a aplicação do TC, para se determinar a classe de exatidão. Depois determina-se as cargas em termos de suas potências consumidas Representação da NBR: X é a classe de exatidão e VA a potência. Ex: 0,6C25 Especificação de TCs Transformador de Corrente - TC Representação ANSI:X é a classe de exatidão e Z a impedância. Para o TC do ex. anterior, com I2n=5A, S=Z.I 2 -> Z=1Ω -> 0,6B1 Especificação de TCs Transformador de Corrente - TC Proteção: Maneira Antiga: ANSI e ABNT A ANSI utilizava os seguintes termos: Onde: H – impedância secundária interna elevada (TC do tipo enrolado) L – impedância secundária interna baixa (TC do tipo bucha ou janela) X representa o máximo erro de relação especificado em porcentagem (valor 10 ou 2,5), V significa a máxima tensão terminal secundária. Especificação de TCs Transformador de Corrente - TC Proteção: Maneira Antiga: ANSI e ABNT A ANSI utilizava os seguintes termos: Especificação de TCs Transformador de Corrente - TC Especificação de TCs Transformador de Corrente - TC Proteção: Maneira atual: A NBR 6856/2009 modificou a especificação de TC´s de proteção. É necessário indicar se o TC de proteção deve ser de classe A(alta impedância) ou B (baixa impedância) e também a tensão secundária nominal . Polaridade e Marcação dos Terminais de TCs Transformador de Corrente - TC ➢Polaridade: sentido das tensões induzidas no primário e secundário. As diversas normas internacionais especificam que os TC’s devem ser subtrativos e os terminais marcados como mostrado na tabela a seguir. Transformador de Corrente - TC Transformador de Corrente - TC REPRESENTAÇÃO DAS CORRENTES E RELAÇÕES DE TRANSFORMADORES NOMINAIS DOS TC’s ➢a) Sinal de dois pontos (:) deve ser usado para representar relações nominais. Por exemplo: 120:1 ➢b) Hífen (-) deve ser usado para separar as correntes nominais. Por exemplo: 100-5 [A] Transformador de Corrente - TC REPRESENTAÇÃO DAS CORRENTES E RELAÇÕES DE TRANSFORMADORES NOMINAIS DOS TC’s ➢c) Sinal (x) deve ser usado para separar as correntes primárias ou relações obtidas e enrolamentos cujas bobinas devem ser ligadas em série ou paralelo. Por exemplo: 100x200 – 5 [A] Transformador de Corrente - TC REPRESENTAÇÃO DAS CORRENTES E RELAÇÕES DE TRANSFORMADORES NOMINAIS DOS TC’s ➢d) A barra (/) deve ser usada para separar correntes primárias ou relações obtidas por meio de derivações. Por exemplo: 150/200-5 [A] Transformador de Corrente - TC ORDEM DE GRANDEZA DAS PERDAS DA BOBINA DE CORRENTE Instrumentos elétricos empregados com TC´s 5A, 60Hz. Obrigado!! Universidade Federal de Itajubá – UNIFEI Prof. Frederico Oliveira Passos (fopassos@gmail.com) mailto:fopassos@gmail.com