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Centro universitário Augusto Motta Anatomia Palpatória Adriano de Oliveira 19202693 Beatriz dos Santos 19102459 Lucas Fonseca 19102053 Tainã isse Coelho 19102325 Orientador: Camila Polonini RIO DE JANEIRO, junho de 2020. Crista ilíaca: Paciente em decúbito lateral ou de pé. Terapeuta pode identificar a crista ilíaca percorrendo com os dedos a estrutura entre a espinha ilíaca ântero- superior e a espinha ilíaca póstero-superior. Imagem feita pelo aluno Adriano de oliveira. Espinha ilíaca ântero-superior: Paciente de pé e terapeuta abaixado a frente do paciente. Com as mãos apoiadas na parte mais anterior das cristas ilíacas, o terapeuta pode palpar uma protuberância, a qual corresponde à espinha ilíaca ântero-superior. Imagem feita pelo aluno Adriano de oliveira Espinha ilíaca póstero-superior: Paciente de pé e terapeuta abaixado atrás do paciente. Esta estrutura se localiza no nível de uma fosseta comumente visível nos indivíduos. Terapeuta palpa a parte mais posterior da crista ilíaca identificando as espinhas. Imagem feita pelo aluno Adriano de oliveira. Trocânter maior do fêmur: Paciente em decúbito lateral e terapeuta de pé a frente do paciente. Com a perna que fica em contato com a maca esticada e a outra com uma leve flexão de quadril. Nesta posição é possível identificar visualmente e palpar uma saliência óssea aproximadamente na altura da articulação do quadril. Imagem feita pelo aluno Adriano de Oliveira. Glúteo Máximo: Paciente em decúbito ventral e terapeuta ao lado do paciente. Terapeuta resistindo ao movimento de extensão do quadril. Em seguida, terapeuta palpa o músculo glúteo máximo no espaço delimitado entre o trocânter maior, a crista ilíaca e a prega glútea. Imagem feita pelo aluno Lucas Fonseca. Glúteo médio: Paciente em decúbito lateral e terapeuta de pé a frente do paciente. Terapeuta resistindo ao movimento de abdução do quadril. Em seguida, terapeuta palpa o músculo glúteo médio entre a borda superior do trocânter maior e a crista ilíaca. Imagem feita pelo aluno Lucas Fonseca. Tensor da fáscia lata: Paciente em decúbito dorsal ou lateral. Solicite que o paciente faça uma flexão da coxa (cerca de 45o) com o joelho em extensão e uma rotação medial da coxa. Observe e palpe o m. tensor da fáscia lata na região lateral e superior da região glútea. Imagem feita pela aluna Tainã Isse. Vasto lateral: Paciente em decúbito dorsal e terapeuta ao lado do paciente. Paciente executando uma extensão de joelho. Terapeuta palpa o músculo vasto lateral na porção ínfero-lateral da coxa. Imagem feita pela aluna Tainã Isse. Vasto medial: Mesma posição. Paciente executando uma extensão de joelho. Terapeuta palpa o músculo vasto medial na porção ínfero-medial da coxa. Imagem feita pela aluna Beatriz dos Santos Reto femoral: Paciente em decúbito dorsal, realizando uma flexão de quadril (45 graus) e uma contração isométrica do quadríceps. Palpação no terço médio da coxa, entre os músculos vasto lateral e vasto medial. Imagem feita pela aluna Beatriz dos Santo Bíceps femoral :Paciente em decúbito ventral, terapeuta ao lado do paciente. Paciente realizando uma flexão de joelho e em seguida uma rotação lateral de joelho. Terapeuta resiste aos movimentos com uma mão e com a outra palpa a face posterior da coxa. Bíceps femoral cabeça curta Bíceps femoral cabeça longa Imagens feita pelo aluno Adriano de Oliveira Base da patela: Paciente sentado, terapeuta a frente do paciente. Terapeuta palpa a parte mais superior da patela (onde se insere o tendão patelar), que corresponde à base da patela. Imagem feita pelo aluno Adriano de oliveira Ápice da patela :Mesma posição. Terapeuta palpa a parte mais inferior da patela (onde se insere o ligamento patelar), que corresponde ao ápice da patela. Imagem feita pela aluna Tainã Isse. Tuberosidade da tíbia: Paciente sentado, terapeuta a frente do paciente. Terapeuta realiza a palpação seguindo inferiormente o ápice da patela até encontrar uma protuberância, a qual corresponde à tuberosidade da tíbia (onde se insere distalmente o ligamento patelar). Imagem feita pela aluna Tainã Isse. Epicôndilo medial do fêmur: Paciente em decúbito dorsal, terapeuta ao lado do paciente. Paciente realiza uma leve flexão de joelho. Terapeuta palpa uma estrutura proeminente na face medial do joelho, acima da interlinha articular. Imagem feita pela aluna Beatriz dos Santos Epicôndilo lateral do fêmur: Mesma posição. Terapeuta palpa uma estrutura proeminente na face lateral do joelho, acima da interlinha articular. Imagem feita pela aluna Beatriz dos Santos Músculo tibial anterior: Paciente decúbito dorsal, Terapeuta: ao lado do paciente. Inicialmente localiza a tíbia do paciente e posiciona os dedos lateralmente a margem anterior da tíbia. Em seguida, o terapeuta solicita que o paciente realize uma dorsiflexão de tornozelo, que será resistida. Desta forma o terapeuta irá perceber a contração do músculo tibial anterior sob os dedos. Imagem feita pelo aluno Lucas Fonseca. Músculo gastrocnêmio: Paciente em decúbito ventral, com o joelho levemente flexionado. Terapeuta fixa o calcanhar do paciente com uma das mãos, apoiando o antebraço na planta do pé, e com a outra mão no terço proximal posterior da perna. Terapeuta solicita uma flexão plantar do tornozelo, que será resistida. Desta forma o terapeuta irá perceber a contração da cabeça medial e lateral do músculo gastrocnêmio. Imagem feita pelo aluno Lucas Fonseca.