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RESENHA DE FILME: Epidemia O filme inicia com uma epidemia em 1967 no Zaire (Atual República Democrática do Congo), onde o exército americano tentou acabar com a disseminação de um vírus altamente mortal, chamado de Motaba, através da eliminação de todos os agentes infecciosos e os infectados. Porém, alguns macacos que continham o vírus escaparam. São destacados e detalhados os níveis de laboratórios, I, II, III e IV, os vírus, bactérias, que poderiam ser trabalhados em cada um deles e a gravidade do risco de contaminação. Anos depois, o vírus volta a ser um problema no Zaire e enviam o melhor cientista na área, Sam Daniels, junto com uma equipe. Eles coletam dados, amostras de sangue e voltam para o EUA, com a certeza de que esse é o vírus mais mortal já visto pelo homem. Um macaco infectado é capturado para ser vendido na américa e ele contamina várias pessoas ao longo do caminho. No laboratório eles descobrem como o Motaba age e comprovam a mortalidade extremamente alta e rápida, em cerca de 24 horas o indivíduo morreria. Tentam avisar o CDC de Atlanta e emitir um alerta, mas o Exército impede, pois não acreditam que o vírus iria sair da África e para tentar esconder as mortes dos infectados com o Motaba em 1967. Surge uma epidemia numa pequena cidade no interior do país, o CDC é chamado e informado que poderia ser o vírus do Zaire. O cientista pega toda a sua equipe, que iria para o México, e vai para cidade foco da epidemia, eles interditam e isolam toda as entradas. Todo o tempo, na manipulação do vírus em laboratório e fora dele, os cientistas usam trajes pressurizados e muitos equipamentos de proteção para entrar e sair do laboratório. Mesmo assim, ao trabalhar com o vírus extremamente cansado e com sono, um dos cientistas danifica o traje e se contamina. A ex-mulher do cientista Daniels, quando estava tirando uma amostra de sangue se fura com a agulha e é contaminada também. Nos mostrando que trabalhar em um laboratório de nível IV, requer muita precisão, cuidado e atenção. Sem poder achar um antidoto o cientista Daniels procura o paciente zero, mas o governo já tinha decidido soltar uma bomba na cidade, para eliminar toda a doença. Mesmo assim, ele não desiste e consegue encontrar o macaco que continha o vírus e os anticorpos. Ele desenvolve o soro e o usa nos pacientes infectados e consegue impedir a ação do exército sobre a pequena cidade. Os pacientes melhoram e agora ele achou a cura para a doença que matou tantas e tantas pessoas.