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PROVA FINAL DISCURSIVA Sistema e Organização da Saúde no Brasil UNIASSELVI

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Acadêmico:
	EU
	
	Disciplina:
	Sistema e Organização da Saúde no Brasil (HOS16)
	Avaliação:
	Avaliação Final (Discursiva) - Individual FLEX ( Cod.:651574) ( peso.:4,00)
	Prova:
	23612894
	Nota da Prova:
	-
	
	
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	1.
	O sistema de saúde no Brasil é amplamente complexo, e a importância dos atendimentos e serviços de saúde é imprescindível. A gestão de distribuição de medicamentos é o elemento essencial dos cuidados em saúde. De nada adianta atendimentos soberanos se os acessos aos medicamentos necessários são deficitários. O Brasil é um grande consumidor de fármacos. A Resolução nº 338/2004 do Conselho Nacional de Saúde admite a Política Nacional de Assistência Farmacêutica. Em conformidade com o pacto pela saúde, a incumbência pela assistência farmacêutica está a cargo das esferas federias, estaduais e municipais. Diante das informações, disserte sobre as classificações da assistência farmacêutica.
	Resposta Esperada:
A responsabilidade pela distribuição de medicamentos essenciais fica a cargo da atenção farmacêutica básica que está disponível na farmácia básica de uma Unidade de Saúde, como: antibióticos, anti-inflamatórios, medicamentos para diabetes, hipertensos e muitos outros usados rotineiramente nas unidades de saúde. Os medicamentos de controle, como remédios psiquiátricos se encontram na farmácia central do município e estão sob cuidados do profissional farmacêutico.
Os medicamentos de responsabilidade das três esferas governamentais desempenhados pela atenção farmacêutica especializada dependem de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde, com o objetivo de estabelecer os critérios de diagnóstico de cada doença, em que o tratamento das doenças é supervisionado e ministrado com doses adequadas, evitando, assim, possíveis efeitos adversos.
A atenção farmacêutica estratégica é de responsabilidade da esfera federal na compra e nos custos dos medicamentos. A esfera estadual é responsável pela distribuição dos medicamentos e na esfera municipal a responsabilidade é da administração. A assistência farmacêutica contribui para a melhoria das condições de vida e de saúde da população, com uso racional dos medicamentos. Fazem parte deste conjunto de fármacos, para tratamento das doenças como HIV/AIDS, Hanseníase, Chagas, Tuberculose e outras doenças com perfil epidêmico.
	2.
	No Brasil, na passagem do século XIX para o XX, a preocupação com a saúde, na verdade, não se traduzia necessariamente pela questão do direito social ou da dignidade humana, mas estava ligada aos interesses econômicos das elites em manter o trabalhador sadio para manutenção da produção, principalmente naquele contexto agrário. O Brasil se tornou um país urbano apenas na segunda metade do século XX. Neste sentido, o antigo e o moderno buscavam conviver na formação de um novo Brasil, agora republicano. Dentre as novidades estava a ciência como a grande panaceia para um país atrasado, uma sociedade doente, acometida por males tropicais, necessitava ter seu diagnóstico para ser tratada. A medicina teria de se empenhar na luta contra os males da nação, o que justificariam as medidas intervencionistas e autoritárias que marcaram os primeiros anos da República Velha. Instaurava-se uma preocupação com a profilaxia rural e urbana. Passado o período da República Velha, chegamos à Era Vargas com a inauguração de outra visão de Estado, assim como com outra configuração social que se iniciava nos centros urbanos do país. Diante desses fatos, disserte sobre o Brasil e a atenção à saúde antes do SUS.
FONTE: Adaptado de <:http://brasilescola.uol.com.br/sociologia/o-inicio-das-politicas-publicas-para-saude-no-brasil-republica.htm >. Acesso em: 17 nov. 2016.
	Resposta Esperada:
Foi apenas em 1953 que ocorreu a criação do Ministério da Saúde. Daí até a criação do SUS (Sistema Único de Saúde), a população brasileira esperou mais 35 anos. Antes disso, várias foram as denominações classificadas pelo Governo Federal para atendimento à saúde pública. Na época em que o saúde pública era nominada como Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Nacional (INAMPS), faziam parte desse sistema os contribuintes e os não contribuintes, em que apenas o contribuinte, ou seja, o trabalhador com carteira assinada estava assegurado pelo INAMPS e poderia ser atendido nos serviços públicos de saúde, e os não contribuintes que residiam em grandes centros eram atendidos em hospitais universitários pelos professores e estudantes.
Em meados dos anos 80 a população era atendida em centros médicos apenas para casos específicos como: hanseníase, tuberculose, atenção materno infantil e centros de vacinação.
Durante décadas, o país atravessou por instabilidades políticas e econômicas, Ditadura Militar, entre  o golpe militar e a publicação da Lei Orgânica em 88 ocorreram quatro etapas importantes.
As universidades do país iniciaram uma reforma preventivista e articulação do movimento sanitário; houve a crise da previdência social no último governo militar e entrada da Reforma Sanitária Brasileira: cumprimento da 8ª Conferência Nacional de Saúde, estabelecendo o direito à saúde para todos e criando o SUS e sua legislação.
Ainda hoje, a despeito dos avanços do ponto de vista do cuidado e do atendimento da saúde pelo SUS, muitos são os desafios a serem enfrentados pelo Estado brasileiro.
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