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TESTE DE CONHECIMENTO - LEGISLAÇÃO FISCAL, TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA

Exercício com questões objetivas sobre legislação fiscal, trabalhista e previdenciária, apresentando alternativas, respostas assinaladas, explicações e indicação dos módulos de referência.

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Quanto ao princípio da aplicação da norma mais favorável ao trabalhador, é correto afirmar que:
com base no princípio da continuidade da relação de emprego, os contratos de trabalho têm como regra a duração por tempo indeterminado, salvo quando há prova ou cláusula contratual em contrário.
Deve-se aplicar a norma mais favorável ao trabalhador, salvo se norma menos favorável estiver prevista na Constituição Federal.
Deve-se aplicar a norma mais favorável ao trabalhador, mas após a edição da Lei nº 13.467/17, este princípio sofreu mitigação por prever que os acordos coletivos de trabalho deverão prevalecer sobre as convenções coletivas de trabalho mesmo quando aqueles forem menos favoráveis aos trabalhadores.
É um princípio que se aplica somente às normas pactuadas, devendo prevalecer as previstas nos acordos coletivos de trabalho sobre as previstas nas convenções coletivas de trabalho, mas jamais devendo prevalecer sobre as normas previstas na CLT e na Constituição Federal.
Após a edição da Lei nº 13.467/17, as normas previstas nos acordos coletivos só devem prevalecer sobre as normas previstas nas convenções coletivas de trabalho caso sejam mais favoráveis.

Com relação ao não pagamento das férias, o entendimento predominante na jurisprudência do TST é o de que:
Não implica em sanção além do pagamento das férias, pois o empregado não foi impedido de gozá-las.
Gera ao trabalhador o direito de receber em dobro, excluído o terço constitucional.
Não é devido se o empregado renunciar ao mesmo para acumular e gozar no período concessivo seguinte.
Gera ao trabalhador o direito de receber em dobro, inclusive o terço constitucional.
Não gera ao trabalhador o direito de receber em dobro, mas garante o terço constitucional.

Assinale a alternativa correta considerando a questão dos crimes previdenciários.
Alguns crimes previdenciários estavam previstos no art. 95 da Lei de Custeio da Previdência Social (LCPS - Lei 8.212/91), mas, a partir do ano 2000, com o advento da Lei 9.983/00, houve uma migração desses tipos penais para o Código Penal.
Houve revogação, anistia, ou o que se denomina no Direito Penal como abolitio criminis, com a migração de alguns crimes previdenciários para o Código Penal com a Lei 9.983/00.
O advento da Lei 9.983/00 não implicou migração de tipos penais para o Código Penal que antes estavam previstos no art. 95 da Lei de Custeio da Previdência Social (LCPS - Lei 8.212/91).
Houve perdão ou retirada do ordenamento jurídico dos crimes ou tipos penais que migraram da LCPS (Lei 8.212/91) para a Lei 9.983/00.
Os crimes que foram migrados da LCPS para o CP dizem respeito exclusivamente a fraudes relacionadas à concessão de benefícios.

Há uma norma constitucional que veda a cobrança de tributos em relação aos fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. Essa norma configura o princípio constitucional tributário da:
anterioridade.
capacidade contributiva.
irretroatividade.
legalidade.
uniformidade.

Os atos ilícitos e aqueles contra os bons costumes são, em Direito Tributário:
Matéria alheia às suas preocupações. Tributáveis, já que não se cogita do seu substrato moral, mas sim do resultado econômico obtido. Relevantes, desde que corrigida a sua ilicitude. Irrelevantes, já que situados à margem da ordem jurídica. Insuscetíveis de tributação.

O tributo que pode ser cobrado no mesmo exercício financeiro em que tiver sido instituído o seu aumento é o imposto sobre:
serviços de qualquer natureza.
produtos industrializados.
propriedade de veículos automotores.
propriedade predial e territorial urbana.
renda e proventos de qualquer natureza.

Alfredo foi obrigado a vender parte das suas férias na forma de abono. Assinale a opção correta:
Após a edição da Lei nº 13.467/17, o empregador pode obrigar Alfredo a vender suas férias, desde que melhor remunerado.
O empregador tem plena liberdade para dizer quando e como o empregado vai gozar de suas férias.
Alfredo não pode ser obrigado a vender parte de suas férias, mas não há sanção cabível ao empregador além de indenização por danos morais.
Alfredo não pode ser obrigado a vender parte de suas férias, devendo receber por elas em dobro.
Se Alfredo vendeu tão somente 1/3 das férias, nada está incorreto.

Se o responsável legal pela empresa omite fatos geradores de contribuições previdenciárias em suas declarações transmitidas ao Fisco através de sistema de informática, haverá enquadramento legal no(s) crime(s) de:
Sonegação Fiscal Previdenciária (art. 337-A CP) em concurso com Inserção de Dados Falsos em Sistema de Informações (art. 313-A CP). Inserção de Dados Falsos em Sistema de Informações (art. 313-A CP). Sonegação Fiscal Previdenciária (art. 337-A CP). Apropriação Indébita Previdenciária. Não haverá crime caso o responsável legal tenha delegado a confecção das declarações a um contador externo à empresa.

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Questões resolvidas

Quanto ao princípio da aplicação da norma mais favorável ao trabalhador, é correto afirmar que:
com base no princípio da continuidade da relação de emprego, os contratos de trabalho têm como regra a duração por tempo indeterminado, salvo quando há prova ou cláusula contratual em contrário.
Deve-se aplicar a norma mais favorável ao trabalhador, salvo se norma menos favorável estiver prevista na Constituição Federal.
Deve-se aplicar a norma mais favorável ao trabalhador, mas após a edição da Lei nº 13.467/17, este princípio sofreu mitigação por prever que os acordos coletivos de trabalho deverão prevalecer sobre as convenções coletivas de trabalho mesmo quando aqueles forem menos favoráveis aos trabalhadores.
É um princípio que se aplica somente às normas pactuadas, devendo prevalecer as previstas nos acordos coletivos de trabalho sobre as previstas nas convenções coletivas de trabalho, mas jamais devendo prevalecer sobre as normas previstas na CLT e na Constituição Federal.
Após a edição da Lei nº 13.467/17, as normas previstas nos acordos coletivos só devem prevalecer sobre as normas previstas nas convenções coletivas de trabalho caso sejam mais favoráveis.

Com relação ao não pagamento das férias, o entendimento predominante na jurisprudência do TST é o de que:
Não implica em sanção além do pagamento das férias, pois o empregado não foi impedido de gozá-las.
Gera ao trabalhador o direito de receber em dobro, excluído o terço constitucional.
Não é devido se o empregado renunciar ao mesmo para acumular e gozar no período concessivo seguinte.
Gera ao trabalhador o direito de receber em dobro, inclusive o terço constitucional.
Não gera ao trabalhador o direito de receber em dobro, mas garante o terço constitucional.

Assinale a alternativa correta considerando a questão dos crimes previdenciários.
Alguns crimes previdenciários estavam previstos no art. 95 da Lei de Custeio da Previdência Social (LCPS - Lei 8.212/91), mas, a partir do ano 2000, com o advento da Lei 9.983/00, houve uma migração desses tipos penais para o Código Penal.
Houve revogação, anistia, ou o que se denomina no Direito Penal como abolitio criminis, com a migração de alguns crimes previdenciários para o Código Penal com a Lei 9.983/00.
O advento da Lei 9.983/00 não implicou migração de tipos penais para o Código Penal que antes estavam previstos no art. 95 da Lei de Custeio da Previdência Social (LCPS - Lei 8.212/91).
Houve perdão ou retirada do ordenamento jurídico dos crimes ou tipos penais que migraram da LCPS (Lei 8.212/91) para a Lei 9.983/00.
Os crimes que foram migrados da LCPS para o CP dizem respeito exclusivamente a fraudes relacionadas à concessão de benefícios.

Há uma norma constitucional que veda a cobrança de tributos em relação aos fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. Essa norma configura o princípio constitucional tributário da:
anterioridade.
capacidade contributiva.
irretroatividade.
legalidade.
uniformidade.

Os atos ilícitos e aqueles contra os bons costumes são, em Direito Tributário:
Matéria alheia às suas preocupações. Tributáveis, já que não se cogita do seu substrato moral, mas sim do resultado econômico obtido. Relevantes, desde que corrigida a sua ilicitude. Irrelevantes, já que situados à margem da ordem jurídica. Insuscetíveis de tributação.

O tributo que pode ser cobrado no mesmo exercício financeiro em que tiver sido instituído o seu aumento é o imposto sobre:
serviços de qualquer natureza.
produtos industrializados.
propriedade de veículos automotores.
propriedade predial e territorial urbana.
renda e proventos de qualquer natureza.

Alfredo foi obrigado a vender parte das suas férias na forma de abono. Assinale a opção correta:
Após a edição da Lei nº 13.467/17, o empregador pode obrigar Alfredo a vender suas férias, desde que melhor remunerado.
O empregador tem plena liberdade para dizer quando e como o empregado vai gozar de suas férias.
Alfredo não pode ser obrigado a vender parte de suas férias, mas não há sanção cabível ao empregador além de indenização por danos morais.
Alfredo não pode ser obrigado a vender parte de suas férias, devendo receber por elas em dobro.
Se Alfredo vendeu tão somente 1/3 das férias, nada está incorreto.

Se o responsável legal pela empresa omite fatos geradores de contribuições previdenciárias em suas declarações transmitidas ao Fisco através de sistema de informática, haverá enquadramento legal no(s) crime(s) de:
Sonegação Fiscal Previdenciária (art. 337-A CP) em concurso com Inserção de Dados Falsos em Sistema de Informações (art. 313-A CP). Inserção de Dados Falsos em Sistema de Informações (art. 313-A CP). Sonegação Fiscal Previdenciária (art. 337-A CP). Apropriação Indébita Previdenciária. Não haverá crime caso o responsável legal tenha delegado a confecção das declarações a um contador externo à empresa.

Prévia do material em texto

LEGISLAÇÃO FISCAL, TRABALHISTA E PREVIDENCIÁRIA 
 
 
Aluno: GABRIELA BENEVIDES DEMUNER 
Disc.: LEG FIS, TRAB E 2020.3 EAD (G) / EX 
 
 
 
 
 
 
1. 
 
 
Quanto ao princípio da aplicação da norma mais favorável ao trabalhador, é correto afirmar 
que: 
 
 
É um princípio que se aplica somente às normas pactuadas, devendo prevalecer as 
previstas nos acordos coletivos de trabalho sobre as previstas nas convenções 
coletivas de trabalho, mas jamais devendo prevalecer sobre as normas previstas na 
CLT e na Constituição Federal. 
 
 
 
Deve-se aplicar a norma mais favorável ao trabalhador, salvo se norma menos 
favorável estiver prevista na Constituição Federal. 
 
 
 
com base no princípio da continuidade da relação de emprego, os contratos de 
trabalho têm como regra a duração por tempo indeterminado, salvo quando há 
prova ou cláusula contratual em contrário. 
 
 
Deve-se aplicar a norma mais favorável ao trabalhador, mas após a edição da Lei nº 
13.467/17, este princípio sofreu mitigação por prever que os acordos coletivos de 
trabalho deverão prevalecer sobre as convenções coletivas de trabalho mesmo 
quando aqueles forem menos favoráveis aos trabalhadores. 
 
 
 
Após a edição da Lei nº 13.467/17, as normas previstas nos acordos coletivos só 
devem prevalecer sobre as normas previstas nas convenções coletivas de trabalho 
caso sejam mais favoráveis. 
 
 
 
Explicação: 
Deve-se aplicar a norma mais favorável ao trabalhador, mas após a edição da Lei nº 
13.467/17, este princípio sofreu mitigação por prever que os acordos coletivos de 
trabalho deverão prevalecer sobre as convenções coletivas de trabalho mesmo quando 
aqueles forem menos favoráveis aos trabalhadores. 
Resposta no Módulo 1. 
 
 
 
 
2. 
 
 
Com relação ao não pagamento das férias, o entendimento predominante na jurisprudência 
do TST é o de que: 
 
 Gera ao trabalhador o direito de receber em dobro, excluído o terço constitucional. 
 Gera ao trabalhador o direito de receber em dobro, inclusive o terço constitucional. 
 
 
Não gera ao trabalhador o direito de receber em dobro, mas garante o terço 
constitucional. 
 
 
Não é devido se o empregado renunciar ao mesmo para acumular e gozar no 
período concessivo seguinte. 
 
 
Não implica em sanção além do pagamento das férias, pois o empregado não foi 
impedido de gozá-las. 
 
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio_ensineme.asp
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio_ensineme.asp
 
 
Explicação: 
Não é devido se o empregado renunciar ao mesmo para acumular e gozar no período 
concessivo seguinte. 
Resposta está no Módulo 2. 
 
 
 
 
3. 
 
 
São princípios de previsão constitucional aplicáveis à Previdência Social, exceto: 
 
 Diversidade da base de financiamento. 
 
 Equidade no custeio. 
 
 Irredutibilidade do valor dos benefícios. 
 
 Uniformidade e equivalência dos benefícios para populações urbanas e rurais. 
 Anterioridade de exercício. 
 
 
 
Explicação: 
Anterioridade de exercício. 
Resposta está no Módulo 2. 
 
 
 
 
4. 
 
 
Assinale a alternativa correta considerando a questão dos crimes previdenciários. 
 
Houve perdão ou retirada do ordenamento jurídico dos crimes ou tipos penais que 
migraram da LCPS ¿ Lei 8.212/91 para a Lei 9.983/00. 
 
 
Houve revogação, anistia, ou o que se denomina no Direito Penal como abolitio 
criminis, com a migração de alguns crimes previdenciários para o Código Penal com 
a Lei 9.983/00. 
 
 
Alguns crimes previdenciários estavam previstos no art. 95 da Lei de Custeio da 
Previdência Social (LCPS ¿ Lei 8.212/91), mas, a partir do ano 2000, com o advento 
da Lei 9.983/00, houve uma migração desses tipos penais para o Código Penal. 
 
 
O advento da Lei 9.983/00 não implicou migração de tipos penais para o Código 
Penal que antes estavam previstos no art. 95 da Lei de Custeio da Previdência Social 
(LCPS ¿ Lei 8.212/91). 
 
 
Os crimes que foram migrados da LCPS para o CP dizem respeito exclusivamente a 
fraudes relacionadas à concessão de benefícios. 
 
 
 
Explicação: 
Houve perdão ou retirada do ordenamento jurídico dos crimes ou tipos penais que 
migraram da LCPS ¿ Lei 8.212/91 para a Lei 9.983/00. 
Resposta está no Módulo 3, 
 
 
 
 
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio_ensineme.asp
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio_ensineme.asp
5. 
 
 
Há uma norma constitucional que veda a cobrança de tributos em relação aos fatos 
geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou 
aumentado. Essa norma configura o princípio constitucional tributário da: 
 
 uniformidade. 
 
 capacidade contributiva. 
 
 anterioridade. 
 irretroatividade. 
 
 legalidade. 
 
 
 
Explicação: 
Irretroatividade. 
Resposta está no Módulo 1. 
 
 
 
 
6. 
 
 
Os atos ilícitos e aqueles contra os bons costumes são, em Direito Tributário: 
 
Tributáveis, já que não se cogita do seu substrato moral, mas sim do resultado 
econômico obtido. 
 
 Matéria alheia às suas preocupações. 
 
 Irrelevantes, já que situados à margem da ordem jurídica. 
 
 Insuscetíveis de tributação. 
 
 Relevantes, desde que corrigida a sua ilicitude. 
 
 
 
 
7. 
 
 
O tributo que pode ser cobrado no mesmo exercício financeiro em que tiver sido instituído 
o seu aumento é o imposto sobre: 
 
 propriedade de veículos automotores. 
 
 serviços de qualquer natureza. 
 
 renda e proventos de qualquer natureza. 
 
 propriedade predial e territorial urbana. 
 produtos industrializados. 
 
 
 
Explicação: 
Produtos industrializados. 
Resposta está no Módulo 1. 
 
 
 
 
8. 
 
 
Alfredo foi obrigado a vender parte das suas férias na forma de abono. Assinale a opção 
correta: 
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio_ensineme.asp
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio_ensineme.asp
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio_ensineme.asp
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio_ensineme.asp
 
 
 
Alfredo não pode ser obrigado a vender parte de suas férias, mas não há sanção 
cabível ao empregador além de indenização por danos morais. 
 
 
Após a edição da Lei nº 13.467/17, o empregador pode obrigar Alfredo a vender suas 
férias, desde que melhor remunerado. 
 
 Se Alfredo vendeu tão somente 1/3 das férias, nada está incorreto. 
 
Alfredo não pode ser obrigado a vender parte de suas férias, devendo receber por 
elas em dobro. 
 
 
O empregador tem plena liberdade para dizer quando e como o empregado vai gozar 
de suas férias. 
 
 
 
Explicação: 
Alfredo não pode ser obrigado a vender parte de suas férias, devendo receber por elas 
em dobro. 
Resposta está no Módulo 2. 
 
 
 
 
9. 
 
 
Se o responsável legal pela empresa omite fatos geradores de contribuições previdenciárias 
em suas declarações transmitidas ao Fisco através de sistema de informática, haverá 
enquadramento legal no(s) crime(s) de: 
 Sonegação Fiscal Previdenciária (art. 337-A CP). 
 
 Apropriação Indébita Previdenciária. 
 
 Inserção de Dados Falsos em Sistema de Informações (art. 313-A CP). 
 
 
Sonegação Fiscal Previdenciária (art. 337-A CP) em concurso com Inserção de 
Dados Falsos em Sistema de Informações (art. 313-A CP). 
 
 
Não haverá crime caso o responsável legal tenha delegado a confecção das 
declarações a um contador externo à empresa. 
 
 
 
Explicação: 
Sonegação Fiscal Previdenciária (art. 337-A CP). 
Resposta está no Módulo 3. 
 
 
 
 
10. 
 
 
Assinale a alternativa que apresenta uma possibilidade correta no caso de o trabalhador 
sofrer redução da sua capacidade de trabalho em razão de acidente de trabalho. 
 
 
poderá receber a pensão pela redução da capacidade laborativa, outro benefício de 
natureza previdenciária, mas jamais receber em conjunto indenização por danos 
morais. 
 
poderá receber indenização por danos morais, pensãoem razão do prejuízo material 
caso a redução seja permanente e ainda acumular com benefícios previdenciários. 
 
 
poderá receber pensão pela redução de sua capacidade laborativa, indenização por 
danos morais, mas somente se não receber outro benefício de qualquer natureza. 
 
 
terá de escolher entre receber pensão pela redução da capacidade laborativa, 
indenização por danos morais ou benefício previdenciário. 
 
 
terá indenização apenas pela redução da capacidade laborativa, ficando excluídas as 
indenizações por dano estético e dano psicológico quando esses ocorrerem. 
 
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio_ensineme.asp
https://simulado.estacio.br/bdq_simulados_exercicio_ensineme.asp
 
 
Explicação: 
poderá receber indenização por danos morais, pensão em razão do prejuízo material caso 
a redução seja permanente e ainda acumular com benefícios previdenciários. 
Resposta está no Módulo 3.

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