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1.
		Os Princípios Constitucionais podem ser compreendidos como fundamentos axiológicos e normativos que norteiam uma determinada ordem jurídica. Eles podem se encontrar expressamente previstos no texto constitucional (explícitos) ou não (implícitos). É importante ressaltar que eles dialogam entre si em uma aplicação integrativa e não excludente. Por exemplo, o princípio da igualdade está intimamente relacionado com o princípio da dignidade da pessoa humana e este com tantos outros. Assim, ser igual significa ter condições igualmente dignas de existência. Neste sentido, é correto afirmar que:
	
	
	
	o princípio da dignidade da pessoa humana afirma a necessidade de condições materiais mínimas para que a pessoa humana tenha uma existência digna.
	 
		
	
		2.
		Segundo o professor José Afonso da Silva, a Constituição pode ser definida como sendo: ¿um sistema de normas jurídicas, escritas ou costumeiras, que regula a forma do Estado, a forma de seu governo, o modo de aquisição e o exercício do poder, o estabelecimento de seus órgãos, os limites de sua ação, os direitos fundamentais dos homens e as respectivas garantias.¿ Neste sentido, podemos definir que uma Constituição Política significa:
	
	
	
	. arcabouço político-jurídico e ideológico sob o qual se funda a ¿Relação Estado e a sociedade¿
	 
		
	
		3.
		Inicialmente, precisamos entender que o processo constitucional decorre da manifestação de um poder social denominado Poder Constituinte (PC). Este é o poder de elaborar ou reformular uma Constituição. No primeiro caso é chamado de Poder Constituinte Originário (PCO), porque cria a nova ordem constitucional. Trata-se de um poder incondicionado, pois não possui nenhuma limitação em seu exercício. Já o segundo caso é chamado de Poder Constituinte Derivado (PCD), porque a sua possibilidade de alterar a Constituição encontra fundamento e limite na própria, por isso é condicionado por ela. Este último é subdividido em Poderes Reformador, Decorrente e Revisor. Sendo certo que:
	
	
	
	o Poder Constituinte Derivado Reformador (PCDR) é o poder de alterar a Constituição dentro dos limites impostos pela Poder Constituinte Originário (PCO).
	
	
	 
		
	
		4.
		. Inicialmente precisamos entender que o processo constitucional decorre da manifestação de um poder social denominado Poder Constituinte (PC). Este é o poder de elaborar ou reformular uma Constituição. No primeiro caso é chamado de Poder Constituinte Originário (PCO), porque cria a nova ordem constitucional. Trata-se de um poder incondicionado, pois não possui nenhuma limitação em seu exercício. Já o segundo caso é chamado de Poder Constituinte Derivado (PCD), porque a sua possibilidade de alterar a Constituição encontra fundamento e limite na própria, por isso é condicionado por ela. Este último é subdividido em Poderes Reformador, Decorrente e Revisor. Sendo certo que:
	
	
	
	o Poder Constituinte Derivado Reformador (PCDR) é o poder de alterar a Constituição dentro dos limites impostos pela Poder Constituinte Originário (PCO).
	 
		
	
		5.
		Inicialmente precisamos entender que o processo constitucional decorre da manifestação de um poder social denominado Poder Constituinte (PC). Este é o poder de elaborar ou reformular uma Constituição. No primeiro caso é chamado de Poder Constituinte Originário (PCO), porque cria a nova ordem constitucional. Trata-se de um poder incondicionado, pois não possui nenhuma limitação em seu exercício. Já o segundo caso é chamado de Poder Constituinte Derivado (PCD), porque a sua possibilidade de alterar a Constituição encontra fundamento e limite na própria, por isso é condicionado por ela. Este último é subdividido em Poderes Reformador, Decorrente e Revisor. Sendo certo que:
	
	
	
	o Poder Constituinte Derivado Decorrente (PCDD): é o poder conferido aos Estados-membros de se estruturarem conforme a Constituição Nacional.
	 
		
	
		6.
		A Constituição de 1988 se destaca como a mais ampla na promoção da cidadania, por isso ficou conhecida como a Constituição Cidadã. Ela espelha muito bem as tensões políticas do passado e do presente em uma ordem constitucional moderna e democrática, que instrumentaliza antigas e novas demandas sociais. Assim, aparecem como instrumentos constitucionais legítimos para as demandas dos movimentos sociais em especial:
	
	
	
	a função social da propriedade, os projetos de lei por iniciativa popular e a seguridade social.
	
	
	 
		
	
		7.
		O Princípio da Isonomia Constitucional previsto expressamente no artigo 5º, caput, afirma que ¿Todos são iguais perante a lei (...)¿. O seu inciso I confirma que ¿homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações (...)¿. Trata-se de consagrar o direito à igualdade. Esta, por sua vez, pode ser considerada em duas dimensões: formal e substancial. Sobre este aspecto é correto afirmar que:
	
	
	
	igualdade substancial é aquela em que se trata igualmente os iguais e desigualmente os desiguais a fim de se atingir a verdadeira igualdade.
	
	
	 
		
	
		8.
		O princípio Constitucional da igualdade está, intimamente, relacionado ao princípio:
	
	
	
	Da Dignidade da pessoa humana
	
	 
		1
        Questão
	
	
	O princípio Constitucional da igualdade está, intimamente, relacionado ao princípio:
		
	 
	Da Dignidade da pessoa humana
		2
        Questão
	
	
	A Constituição de 1988 se destaca como a mais ampla na promoção da cidadania, por isso ficou conhecida como a Constituição Cidadã. Ela espelha muito bem as tensões políticas do passado e do presente em uma ordem constitucional moderna e democrática, que instrumentaliza antigas e novas demandas sociais. Assim, aparecem como instrumentos constitucionais legítimos para as demandas dos movimentos sociais em especial:
		
	 
	a função social da propriedade, os projetos de lei por iniciativa popular e a seguridade social.
	 
		3
        Questão
	
	
	Após o golpe militar de 1964, uma Carta Constitucional foi outorgada em 1967. Ela foi formalmente aprovada pelo Congresso, mas este estava de fato mutilado pela Ditadura. O objetivo era atribuir:
		
	 
	legalidade ao regime, uma vez que esta não se confunde com legitimidade.
	 
		4
        Questão
	
	
	. Inicialmente precisamos entender que o processo constitucional decorre da manifestação de um poder social denominado Poder Constituinte (PC). Este é o poder de elaborar ou reformular uma Constituição. No primeiro caso é chamado de Poder Constituinte Originário (PCO), porque cria a nova ordem constitucional. Trata-se de um poder incondicionado, pois não possui nenhuma limitação em seu exercício. Já o segundo caso é chamado de Poder Constituinte Derivado (PCD), porque a sua possibilidade de alterar a Constituição encontra fundamento e limite na própria, por isso é condicionado por ela. Este último é subdividido em Poderes Reformador, Decorrente e Revisor. Sendo certo que:
		
	
	o Poder Constituinte Derivado Reformador (PCDR) é o poder de alterar a Constituição fora dos limites impostos pela Poder Constituinte Originário (PCO).
	 
	o Poder Constituinte Derivado Reformador (PCDR) é o poder de alterar a Constituição dentro dos limites impostos pela Poder Constituinte Originário (PCO).
	
	
		5
        Questão
	
	
	Inicialmente precisamos entender que o processo constitucional decorre da manifestação de um poder social denominado Poder Constituinte (PC). Este é o poder de elaborar ou reformular uma Constituição. No primeiro caso é chamado de Poder Constituinte Originário (PCO), porque cria a nova ordem constitucional. Trata-se de um poder incondicionado, pois não possui nenhuma limitação em seu exercício. Já o segundo caso é chamado de Poder Constituinte Derivado (PCD), porque a sua possibilidade de alterar a Constituição encontra fundamento e limite na própria, por isso é condicionado por ela. Este último é subdividido em Poderes Reformador, Decorrente e Revisor. Sendo
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