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Centro Universitário Christus Curso de Odontologia Portfólio de Pré-Clínica 4 Nome: Kecynara Costa Barbosa Matrícula: 18.1.001747 Turma: Parque Ecológico – 6º semestre → Principal instrumento usado para poder elaborar um plano com bases científicas e obter uma PPR que respeite os princípios biomecânicos. → Instrumento necessário para selecionar a melhor trajetória de determinado caso clinico DELINEAMENTO EM PPR → Procedimento utilizado para estudar o paralelismo ou sua falta entre as superfícies dentais, os dentes entre si, os dentes ao rebordo ósseo a ser utilizado com suporte ▪ Verificar paralelismo ▪ Localização de áreas retentivas ▪ Verificar interferências ósseas, mucosas e dentárias ▪ Análise Estética ▪ Orientação do preparo de dentes pilares ▪ Delineador propriamente dito ▪ Mesa reclinável ou platina ▪ Acessórios DELINEADOR PROPRIAMENTE DITO COMPOSTO POR: ▪ Haste vertical móvel ▪ Haste vertical fixa ▪ Haste horizontal móvel ▪ Mandril ▪ Base ou Plataforma MESA RECLINÁVEL OU PLATINA COMPOSTA POR: ▪ Mesa porta-modelo contendo 3 garras ▪ Parafuso das garras ▪ Junta universal ▪ Trava da junta universal ▪ Base da platina Delineador propriamente dito Mesa reclinável ou platina Pontas acessórias Componentes HASTE VERTICAL MÓVEL ▪ Possui mandril na sua extremidade inferior ▪ Mandril é o local onde são fixadas as pontas acessórias ▪ A haste vertical móvel é perpendicular à base horizontal fixa e representa a trajetória de inserção ▪ Realiza movimentos para cima e para baixo PLATINA ▪ Onde o modelo é fixado para determinar sua trajetória de inserção ▪ Possui uma junta universal que permite que o modelo seja inclinado livremente nos sentidos ântero-posteior e látero-lateral ▪ Junta universal: permite a movimentação da mesa ▪ Base da platina ou trava da junta universal: faz com que a mesa fique fixa ▪ Garras: permite a fixação do modelo na platina PONTAS ACESSÓRIAS Analisadora > porta grafite > calibradores > faca para recorte Analisadoras: pontas cilíndricas, são a continuação do paralelismo determinado pela haste móvel Porta grafite: substituem a ponta analisadora com o mesmo grau de paralelismo, permitindo determinar o equador protético Discos calibradores (0,25 mm / 0,50 mm/ 0,75 mm): determinação do grau de retenção e no posicionamento correto do terminal retentivo do braço do retentor direto Facas para recorte: utilizadas no planejamento dos planos guia ▪ Faca de corte na extremidade ▪ Faca de corte na lateral PRINCÍPIOS MATEMÁTICOS DOS DELINEADORES → As linhas perpendiculares a um mesmo plano são paralelas entre si → A aplicação do principio matemático com o uso do delineador é podermos medir o quão paralelo são as superfícies dentais e os detalhes anatômicos (rebordo alveolar) de interesse protético, entre si Ex: OVO → Qualquer área do ovo, só é retentiva ou expulsiva de acordo com o grau de inclinação que o ovo tem na platina. → O equador dentário delimita as áreas expulsivas de retentivas ▪ Determinar trajetória de inserção ▪ Localizar interferências (analisadoras) ▪ Determinar e localizar necessidade de planos guias ▪ Indicação e localização dos terminais retentivos (ponta calibradoras) ▪ Localização das áreas de alívio ▪ Posicionamento de encaixes de precisão e semiprecisão → Posicionar o modelo na mesa porta-modelos entre → A região vestibular dos dentes anteriores voltada para a garra única. E a região posterior voltada para as duas garras fixadoras → Apreender o modelo com o parafuso próximo a garra única → Posicionar o modelo na mesa porta-modelos entre → A região vestibular dos dentes anteriores voltada para a garra única. E a região posterior voltada para as duas garras fixadoras → Apreender o modelo com o parafuso próximo a garra única O EQUADOR ANATÔMICO (FIXO): → Não muda. → Maior diâmetro da coroa de um elemento dental quando avaliado no sentido do seu longo eixo e isolada. → Divide o dente em área retentiva e expulsiva, e não considera a posição do dente no arco De O EQUADOR PROTÉTICO (VARIÁVEL) → Dependendo da movimentação que damos ao modelo, esse equador vai movimentando. → Linha de maior contorno do elemento levando em consideração a posição relativa desse dente na arcada, respeitando a sua inclinação e relação com os demais elementos suporte. → Avalia a coroa segundo a direção de inserção determinada no delineador → Linha equatorial: região em que define a área retentiva e expulsiva, que depende do eixo de inserção da prótese 1. Identificar ares que são paralelas ou retentivas – superfícies proximais que ajam como plano guia no ato de inserção do aparelho 2. Localizar e medir retenção mecânica – utilizando pontas calibradoras 3. Identificar áreas dentárias ou ósseas de interferências 4. Determinar o eixo de inserção mais apropriado que irá possibilitar a Montagem e Estudo do Modelo Parafuso das garras Garra única Duas garras localização dos retentores e dos dentes artificiais para que forneçam melhor vantagem estética 5. Permitir um planejamento exato dos preparos bucais 6. Superfícies proximais dos dentes na busca de planos- guias 7. Fornecer planos-guias e redução dos contornos 8. Eliminar as interferências 9. Possibilitar uma localização exata para os braços de retenção e reciprocidade dos grampos 10. Estimar a quantidade de estrutura dentária que pode ser removida 11. Equador protético 12. Delinear a altura do contorno em dentes pilares e localizar as áreas de recortes dentários indesejáveis 13. Áreas dos dentes que entrarão em contato com conectores rígidos 14. Gravar a posição do modelo para referência futura em relação ao eixo de inserção selecionado – determina-se o eixo de inserção e marca-se na base do modelo para registrar sua relação com o delineador para reposicionamento futuro. TRAJETÓRIA DE INSERÇÃO → Quando a prótese se move de um ponto de contato inicial, entre suas partes rígidas e os dentes de suporte, até uma posição terminal de repouso com os apoios assentados e a base da PPR em contato com os tecidos TRAJETÓRIA DE REMOÇÃO → Oposto → Partindo de uma região de repouso até o ponto de contato inicial → Quando a PPR está corretamente desenhada, com o máximo de paralelismo possível, o paciente consegue colocar ou remover a peça protética com facilidade, porém em apenas uma única direção TRAJETÓRIA POTENCIAL DE DESLOCAMENTO → Perpendicular ao plano oclusal, atua quando o paciente abre a boca e durante a mastigação de alimentos pegajosos (bala de caramelo por exemplo), tracionamento da PPR para cima no sentido de removê-la Determinação da trajetória de inserção → Selecionado três pontos (dois posteriores e um anterior) para deixar o plano o mais paralelo possível com a base do delineador MARCAÇÃO – Para o arco dentário superior – fossetas mesiais do primeiros molares (direito e esquerdo), entre os incisivos centrais na região palatina, onde os incisivos inferiores fazem contato. – Para o arco dentário inferior – pontos posteriores (1 em cada lado) correspondem a cúspide disto- vestibular dos segundos molares. O ponto anterior localiza-se no contato próximo-incisal dos incisivos centrais. → Buscar tornar o plano oclusal perpendicular a trajetória de inserção, pode ser usado na maioria dos casos NA AUSÊNCIA DOS DENTES → Coloca rolete de cera no local do dente ausente (plano oclusal funcional) PROTOCOLO → Fixar a hastevertical do delineador em uma altura constante, com uma ponta analisadora, então girar a platina em torno da junta universal até que os três pontos coincidam em altura com ponta da haste → Após conseguir os três pontos, o plano oclusal estará perpendicular ao plano de inserção da prótese LIMITAÇÕES DA TÉCNICA ▪ Não considera isoladamente cada caso, direção única para todos os casos ▪ Não considera as retenções que ocorrem nas zonas de tecidos duros e moles, onde haverá contato com os retentores e/ou recobrimento pela base da prótese ▪ Pode gerar necessidade de preparo de boca extenso e prejudicial → Partirmos da trajetória de inserção inicial, tornamos os 3 pontos tocando ao mesmo tempo a ponta analisadora → Se essa trajetória não for favorável, alteramos o posicionamento do modelo discretamente em torno da junta, a fim de determinar uma outra direção mais condizente → Quando determinamos a trajetória de inserção inicial, o próximo passo é avaliar se temos os planos-guias nas paredes proximais dos dentes pilares adjacentes as áreas protéticas → Se não temos os planos-guia, deve-se movimentar levemente o modelo, independente se vai deixar de tocar os 3 pontos simultâneos, pois vamos buscar a posição que tem mais planos-guias → O ideal é que esteja perpendicular tocando ao mesmo tempo e com os planos. → Determinada a trajetória de inserção, feito a avaliação da presença de planos-guia, feito o traçado do equador protético, identificando as áreas retentivas. O próximo passo é travar essa posição no modelo FIXAÇÃO DA TRAJETÓRIA DE INSERÇÃO → Pode ser feita de três formas: ▪ Fazer marcas na lateral do modelo, posicionar a faca/cinzel, marcando nas laterais e região anterior; ▪ Fixar um prego com gesso ou duralay bem no centro do modelo; ▪ Fixar placa de acrílico, criando uma estrutura e a fixando com prego. TRAÇAR O EQUADOR PROTÉTICO → Movimentamos a base e contornarmos todo o dente → O grafite vai fazer essa marcação das áreas expulsivas e retentivas RETENÇÃO DA REGIÃO → Pontas calibradoras → A ponta calibradora vai medir a profundidade da área retentiva localizada abaixo do contorno → Quantificar em pequena, média ou grande retenção de acordo com o tamanho da ponta calibradora 1. Posicionamento do modelo em relação a plataforma do delineador → Colocar papel cartão ou cera, algo plano que permita que o plano oclusal fique paralelo a plataforma do delineador → Ficou paralelo, trava → Ponto inicial 2. Determinação dos planos- guias → Superfícies planas localizadas nas proximais dos dentes vizinhos do espaço protético → Superfície proximal do dente deve se apresentar em seu terço médio-oclusal ou médio-incisal paralela com a faca de corte na extremidade e deve se apresentar paralela em relação as outras superfícies proximais vizinhas à espaços protéticos → Posiciona a faca de corte no mandril e posiciona no terço médio- oclusal ou médio-incisal → No mínimo dois, mas tem que olhar em todas as superfícies proximais vizinhas a espaços protéticos Interferência nesse dente O que pode ser feito? → Mudança de posição da platina → Mudança no sentido ântero- posterior pode ser utilizada para obter planos-guias → Se mudar a posição, confere nos outros dentes se os planos guias foram alterados 3. Localização das áreas retentivas → Disco calibradores → Seleção do diâmetro 0,25 → Vestibular e cervical dos dentes pilares → Na foto acima não tem retenção, está expulsivo → Muda posição da platina no sentido lâtero-lateral para obter áreas retentivas → Na foto acima há retenção, a haste e o disco tocam no dente 4. Verificar se os planos-guias foram alterados → Faca com corte na extremidade 5. Traçar o equador protético → As áreas retentivas devem estar abaixo da linha → Porta grafite + grafite → Traçar o equador por vestibular e por lingual de todos os dentes 6. Disco calibrador → Localizar as pontas ativas depois de ter traçado o equador protético → No ponto que o disco toca demarcar com grafite 7. Interferências ósseas, mucosas e dentárias → Tórus → Utiliza face de corte na extremidade → Não há interferência 8. Estética → Ex.: Canino → Colocar o apoio distante do espaço protético para ficar exposto → Grampo Y modificado 9. Fixar o eixo de inserção → Não muda mais a platina → Resina Duralay + Pino → 1 ponto posterior direito, 1 ponto anterior e 1 ponto posterior esquerdo