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Questões resolvidas

O Ministro da Justiça e o Presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) assinaram acordos de cooperação técnica para facilitar a implantação do projeto Audiência de Custódia em todo o Brasil. Os acordos buscam incentivar o desenvolvimento da prática das penas alternativas e da política de monitoração eletrônica. As medidas previstas nos acordos buscam estimular e aproveitar o ¿potencial desencarcerador¿, assegurando o uso dessas ferramentas com respeito aos direitos fundamentais. A assinatura dos documentos alinha-se a uma das principais diretrizes da atual gestão do CNJ, que é o combate à ¿cultura do encarceramento¿. Segundo o Ministro da Justiça, é necessário desnudar problemas típicos do sistema prisional brasileiro, a exemplo da superlotação carcerária e da falta de capacidades para a ressocialização de presos. ¿Precisamos aplicar as sanções penais devidas e efetivas. Ainda há a ideia de que apenas a pena restritiva de liberdade é eficaz, mas há medidas cautelares, como a monitoração eletrônica, que precisam ser aplicadas. Precisamos encontrar sanções penais duras, eficazes e que não prejudiquem a segurança pública nos estados¿, defendeu o Ministro. Com base nesse texto, avalie as afirmacoes a seguir.
I. A realidade da superlotação no sistema carcerário brasileiro é tema de extrema importância e preocupação na seara dos Direitos Humanos. Assim, há de se priorizarem políticas públicas que tenham como metas de longo alcance o encarceramento.
II. O projeto Audiência de Custódia, cujo objetivo é incentivar a utilização das penas alternativas e da política de monitoração eletrônica, deverá ser implementado em todos os estados da Federação.
III. A necessidade de ressocialização dos presos constitui uma das grandes preocupações dentro do sistema prisional, que precisa ser revisto diante da nova proposta do Conselho Nacional de Justiça.
I e III, apenas.
II, apenas.
I, II e III.
I, apenas.
II e III, apenas.

Joaquim, pretendendo matar a própria esposa, arma-se com um revólver e fica aguardando a saída dela da academia de ginástica.
Analise as hipóteses a seguir e assinale a única alternativa correta.
Se Joaquim atingir e matar a esposa, mas, simultaneamente em razão do único disparo, por erro, também atingir em matar pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, não responderá por homicídio doloso, agravado pelo fato de ter sido o crime cometido contra cônjuge (art. 61, II, "e", do Código Penal), em concurso formal.
Se Joaquim errar o disparo e atingir e matar pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, sem atingir a esposa, responderá por homicídio doloso, mas sem a incidência da agravante de ter sido o crime cometido contra cônjuge (art. 61, II, "e", do Código Penal).
Se Joaquim atingir e matar esposa, mas, simultaneamente, em razão do único disparo por erro, também atingir e matar pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, responderá por homicídio doloso, agravado pelo fato de ter sido o crime cometido contra cônjuge (art. 61, II, "e", do Código Penal), em concurso material.
Se Joaquim errar o disparo e atingir e matar pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, sem atingir a esposa, responderá por homicídio doloso, agravado pelo fato de ter sido o crime cometido contra cônjuge (art 61, II, "e", do Código Penal).
Nenhuma das alternativas anteriores estão corretas.

Na aplicação da pena:
é admissível o reconhecimento de atenuante em razão de circunstância relevante, posterior ao Crime, embora não prevista expressamente em lei.
o aumento pelo crime continuado deve preceder a diminuição pela confissão espontânea.
a reincidência pode ser considerada como circunstância agravante e, simultaneamente, como circunstância judicial, conforme entendimento do Superior Tribunal de Justiça.
pode o juiz limitar-se a uma só diminuição se, no caso, concorrerem as causas de diminuição da tentativa e da semi-imputabilidade do agente.
é possível a utilização de inquéritos policiais e ações penais em curso para agravar a pena-base, segundo entendimento sumulado do Superior Tribunal de Justiça.

Assinale a alternativa CORRETA após analisar as proposições a seguir:
I) A circunstância judicial da culpabilidade como quantidade de reprovação do sujeito, mensurável na pena-base (Código Penal, art. 59), não se confunde com a culpabilidade como qualidade do conceito de fato punível.
II) As circunstâncias judiciais da culpabilidade, antecedentes, personalidade, conduta social e motivos constituem elementos de aferição relativos ao sujeito ativo do crime, diferentemente das demais circunstâncias judiciais previstas no art. 59 do Código Penal.
III) O quantum final da pena privativa de liberdade poderá ser obtido a partir de fundamentos extraíveis apenas na 1ª fase de aplicação da pena, desde que inexistentes quaisquer circunstâncias modificadoras nas fases subsequentes.
Somente a III está correta.
Somente as proposições II e III estão corretas.
Somente a I está correta.
Todas as proposições estão corretas.
Somente a II está correta.

Reconhecida a prática de um injusto culpável, o juiz realiza o processo de individualização da pena, de acordo com o Art. 68 do Código Penal. Segundo a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, assinale a afirmativa correta.
A condenação com trânsito em julgado por crime praticado em data posterior ao delito pelo qual o agente está sendo julgado pode funcionar como maus antecedentes.
Não se mostra possível a compensação da agravante da reincidência com a atenuante da confissão espontânea.
O aumento da pena na terceira fase no roubo circunstanciado exige fundamentação concreta, sendo insuficiente a simples menção ao número de majorantes.
O crime de roubo não admite a forma qualificada.
Nada impede que a pena intermediária, na segunda fase do critério trifásico, fique acomodada abaixo do mínimo legal.

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Questões resolvidas

O Ministro da Justiça e o Presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) assinaram acordos de cooperação técnica para facilitar a implantação do projeto Audiência de Custódia em todo o Brasil. Os acordos buscam incentivar o desenvolvimento da prática das penas alternativas e da política de monitoração eletrônica. As medidas previstas nos acordos buscam estimular e aproveitar o ¿potencial desencarcerador¿, assegurando o uso dessas ferramentas com respeito aos direitos fundamentais. A assinatura dos documentos alinha-se a uma das principais diretrizes da atual gestão do CNJ, que é o combate à ¿cultura do encarceramento¿. Segundo o Ministro da Justiça, é necessário desnudar problemas típicos do sistema prisional brasileiro, a exemplo da superlotação carcerária e da falta de capacidades para a ressocialização de presos. ¿Precisamos aplicar as sanções penais devidas e efetivas. Ainda há a ideia de que apenas a pena restritiva de liberdade é eficaz, mas há medidas cautelares, como a monitoração eletrônica, que precisam ser aplicadas. Precisamos encontrar sanções penais duras, eficazes e que não prejudiquem a segurança pública nos estados¿, defendeu o Ministro. Com base nesse texto, avalie as afirmacoes a seguir.
I. A realidade da superlotação no sistema carcerário brasileiro é tema de extrema importância e preocupação na seara dos Direitos Humanos. Assim, há de se priorizarem políticas públicas que tenham como metas de longo alcance o encarceramento.
II. O projeto Audiência de Custódia, cujo objetivo é incentivar a utilização das penas alternativas e da política de monitoração eletrônica, deverá ser implementado em todos os estados da Federação.
III. A necessidade de ressocialização dos presos constitui uma das grandes preocupações dentro do sistema prisional, que precisa ser revisto diante da nova proposta do Conselho Nacional de Justiça.
I e III, apenas.
II, apenas.
I, II e III.
I, apenas.
II e III, apenas.

Joaquim, pretendendo matar a própria esposa, arma-se com um revólver e fica aguardando a saída dela da academia de ginástica.
Analise as hipóteses a seguir e assinale a única alternativa correta.
Se Joaquim atingir e matar a esposa, mas, simultaneamente em razão do único disparo, por erro, também atingir em matar pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, não responderá por homicídio doloso, agravado pelo fato de ter sido o crime cometido contra cônjuge (art. 61, II, "e", do Código Penal), em concurso formal.
Se Joaquim errar o disparo e atingir e matar pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, sem atingir a esposa, responderá por homicídio doloso, mas sem a incidência da agravante de ter sido o crime cometido contra cônjuge (art. 61, II, "e", do Código Penal).
Se Joaquim atingir e matar esposa, mas, simultaneamente, em razão do único disparo por erro, também atingir e matar pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, responderá por homicídio doloso, agravado pelo fato de ter sido o crime cometido contra cônjuge (art. 61, II, "e", do Código Penal), em concurso material.
Se Joaquim errar o disparo e atingir e matar pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, sem atingir a esposa, responderá por homicídio doloso, agravado pelo fato de ter sido o crime cometido contra cônjuge (art 61, II, "e", do Código Penal).
Nenhuma das alternativas anteriores estão corretas.

Na aplicação da pena:
é admissível o reconhecimento de atenuante em razão de circunstância relevante, posterior ao Crime, embora não prevista expressamente em lei.
o aumento pelo crime continuado deve preceder a diminuição pela confissão espontânea.
a reincidência pode ser considerada como circunstância agravante e, simultaneamente, como circunstância judicial, conforme entendimento do Superior Tribunal de Justiça.
pode o juiz limitar-se a uma só diminuição se, no caso, concorrerem as causas de diminuição da tentativa e da semi-imputabilidade do agente.
é possível a utilização de inquéritos policiais e ações penais em curso para agravar a pena-base, segundo entendimento sumulado do Superior Tribunal de Justiça.

Assinale a alternativa CORRETA após analisar as proposições a seguir:
I) A circunstância judicial da culpabilidade como quantidade de reprovação do sujeito, mensurável na pena-base (Código Penal, art. 59), não se confunde com a culpabilidade como qualidade do conceito de fato punível.
II) As circunstâncias judiciais da culpabilidade, antecedentes, personalidade, conduta social e motivos constituem elementos de aferição relativos ao sujeito ativo do crime, diferentemente das demais circunstâncias judiciais previstas no art. 59 do Código Penal.
III) O quantum final da pena privativa de liberdade poderá ser obtido a partir de fundamentos extraíveis apenas na 1ª fase de aplicação da pena, desde que inexistentes quaisquer circunstâncias modificadoras nas fases subsequentes.
Somente a III está correta.
Somente as proposições II e III estão corretas.
Somente a I está correta.
Todas as proposições estão corretas.
Somente a II está correta.

Reconhecida a prática de um injusto culpável, o juiz realiza o processo de individualização da pena, de acordo com o Art. 68 do Código Penal. Segundo a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, assinale a afirmativa correta.
A condenação com trânsito em julgado por crime praticado em data posterior ao delito pelo qual o agente está sendo julgado pode funcionar como maus antecedentes.
Não se mostra possível a compensação da agravante da reincidência com a atenuante da confissão espontânea.
O aumento da pena na terceira fase no roubo circunstanciado exige fundamentação concreta, sendo insuficiente a simples menção ao número de majorantes.
O crime de roubo não admite a forma qualificada.
Nada impede que a pena intermediária, na segunda fase do critério trifásico, fique acomodada abaixo do mínimo legal.

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Acerto: 0,1 / 0,1
ENADE (Adaptada): O Ministro da Justiça e o Presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) assinaram acordos de cooperação
técnica para facilitar a implantação do projeto Audiência de Custódia em todo o Brasil. Os acordos buscam incentivar o
desenvolvimento da prática das penas alternativas e da política de monitoração eletrônica. As medidas previstas nos acordos
buscam estimular e aproveitar o ¿potencial desencarcerador¿, assegurando o uso dessas ferramentas com respeito aos direitos
fundamentais. A assinatura dos documentos alinha-se a uma das principais diretrizes da atual gestão do CNJ, que é o combate à
¿cultura do encarceramento¿. Segundo o Ministro da Justiça, é necessário desnudar problemas típicos do sistema prisional
brasileiro, a exemplo da superlotação carcerária e da falta de capacidades para a ressocialização de presos. ¿Precisamos aplicar as
sanções penais devidas e efetivas. Ainda há a ideia de que apenas a pena restritiva de liberdade é eficaz, mas há medidas
cautelares, como a monitoração eletrônica, que precisam ser aplicadas. Precisamos encontrar sanções penais duras, eficazes e que
não prejudiquem a segurança pública nos estados¿, defendeu o Ministro. Com base nesse texto, avalie as afirmações a seguir. I. A
realidade da superlotação no sistema carcerário brasileiro é tema de extrema importância e preocupação na seara dos Direitos
Humanos. Assim, há de se priorizarem políticas públicas que tenham como metas de longo alcance o encarceramento. II. O projeto
Audiência de Custódia, cujo objetivo é incentivar a utilização das penas alternativas e da política de monitoração eletrônica, deverá
ser implementado em todos os estados da Federação. III. A necessidade de ressocialização dos presos constitui uma das grandes
preocupações dentro do sistema prisional, que precisa ser revisto diante da nova proposta do Conselho Nacional de Justiça. É
correto o que se afirma em
 II e III, apenas.
 II, apenas.
 I e III, apenas.
 I, II e III.
 I, apenas.
Respondido em 07/11/2020 22:43:36
 
 
Compare com a sua resposta: Autor é quem realiza a ação nuclear do tipo (o verbo), enquanto partícipe é aquele que, sem realizar
o núcleo (verbo) do tipo, concorre de alguma maneira para a produção do resultado ou para a consumação do crime.
Acerto: 0,1 / 0,1
Joaquim, pretendendo matar a própria esposa, arma-se com um revólver e fica aguardando a saída dela da academia de ginástica.
Analise as hipóteses a seguir e assinale a única alternativa correta.
Se Joaquim atingir e matar a esposa, mas, simultaneamente em razão do único disparo, por erro, também atingir em
matar pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, não responderá por homicídio doloso, agravado pelo fato
de ter sido o crime cometido contra cônjuge (art. 61, II, "e", do Código Penal), em concurso formal.
Se Joaquim errar o disparo e atingir e matar pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, sem atingir a
esposa, responderá por homicídio doloso, mas sem a incidência da agravante de ter sido o crime cometido contra cônjuge
(art. 61, II, "e", do Código Penal).
Se Joaquim atingir e matar esposa, mas, simultaneamente, em razão do único disparo por erro, também atingir e matar
pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, responderá por homicídio doloso, agravado pelo fato de ter sido o
crime cometido contra cônjuge (art. 61, II, "e", do Código Penal), em concurso material.
 Se Joaquim errar o disparo e atingir e matar pessoa diversa que passava pelo local naquele momento, sem atingir a
esposa, responderá por homicídio doloso, agravado pelo fato de ter sido o crime cometido contra cônjuge (art 61, II, "e",
do Código Penal).
Nenhuma das alternativas anteriores estão corretas.
Respondido em 07/11/2020 22:47:54
 
 
Compare com a sua resposta: É incorreta tal afirmação. A análise sobre a imputação deve repousar sobre o dolo do agente, no
caso, Maria visava tão somente o resultado dano ao patrimônio de Josefa, tendo sido sua morte resultado diverso do pretendido,
exatamente como prever o artigo 74 do Código Penal. Art. 74 - Fora dos casos do artigo anterior, quando, por acidente ou erro na
execução do crime, sobrevém resultado diverso do pretendido, o agente responde por culpa, se o fato é previsto como crime
culposo; se ocorre também o resultado pretendido, aplica-se a regra do art. 70 deste Código. Sendo assim, a afirmação feita esta
incorreta porque Maria deverá responder a título de dolo apenas pelo resultado pretendido que fora tão somente o dano, ou seja,
responderá dolosamente pelo crime do artigo 163 do Código Penal, e no que tange ao resultado morte, por não ter sido pretendido,
e considerando haver previsão de culpa para o homicídio, poderá responder pelo este, mas apenas a título de culpa.
Acerto: 0,1 / 0,1
Na aplicação da pena:
 é admissível o reconhecimento de atenuante em razão de circunstância relevante, posterior ao Crime, embora não prevista
expressamente em lei.
o aumento pelo crime continuado deve preceder a diminuição pela confissão espontânea.
 Questão1
 Questão2
 Questão3
a reincidência pode ser considerada como circunstância agravante e, simultaneamente, como circunstância judicial,
conforme entendimento do Superior Tribunal de Justiça.
pode o juiz limitar-se a uma só diminuição se, no caso, concorrerem as causas de diminuição da tentativa e da semi-
imputabilidade do agente.
é possível a utilização de inquéritos policiais e ações penais em curso para agravar a pena-base, segundo entendimento
sumulado do Superior Tribunal de Justiça
Respondido em 07/11/2020 22:49:51
 
 
Compare com a sua resposta: Não se admite saída temporária ao preso provisório, pois ele não é condenado, nem cumpre pena
em regime semi-aberto. Sua prisão tem natureza cautelar e a ele não se aplicam direitos e deveres próprios de quem se encontra
cumprindo pena.
Acerto: 0,1 / 0,1
Assinale a alternativa CORRETA após analisar as proposições a seguir: I) A circunstância judicial da culpabilidade como quantidade
de reprovação do sujeito, mensurável na pena-base (Código Penal, art. 59), não se confunde com a culpabilidade como qualidade
do conceito de fato punível. II) As circunstâncias judiciais da culpabilidade, antecedentes, personalidade, conduta social e motivos
constituem elementos de aferição relativos ao sujeito ativo do crime, diferentemente das demais circunstâncias judiciais previstas
no art. 59 do Código Penal. III) O quantum final da pena privativa de liberdade poderá ser obtido a partir de fundamentos
extraíveis apenas na 1ª fase de aplicação da pena, desde que inexistentes quaisquer circunstâncias modificadoras nas fases
subsequentes.
Somente as proposições II e III estão corretas.
Somente a II está correta.
Somente a III está correta.
Somente a I está correta.
 Todas as proposições estão corretas.
Respondido em 07/11/2020 22:53:20
 
 
Compare com a sua resposta: Sugestão de Gabarito. O caso concreto em exame teve por base questão elaborada para o 31°
Exame de Ordem Cespe/UnB - Prova Prático-Profissional Direito Penal e Direito Processual Penal tendo sido alterado o comando
questionado de modo a contemplar o conteúdo programático ministrado nesta aula. Desta forma, podem ser objeto de
questionamento e análise docente e discente: 1.a atipicidade do delito de associação criminosa face à inexistência do animus de
associação permanente de agente para a prática de delitos, o que, por conseguinte, afastaria o cúmulo material de penas. 2.a não
configuração da figura da continuidade delitiva, causa de aumento prevista no art. 71, do Código Penal, haja vista ser o crime
previsto no art. 316, do Código Penal, concussão, delito único. 3.após os referidos exames, poderá ser argüida a substituição da
pena privativa de liberdade pela restritiva de direitos, consoante o disposto no art. 44, do Código Penal. 4.caso haja interesse do
docente, ainda é possível abordar, ainda que de forma superficial, o insituto da prescrição penal como causa extintiva de
punibilidade.Acerto: 0,1 / 0,1
Reconhecida a prática de um injusto culpável, o juiz realiza o processo de individualização da pena, de acordo com o Art. 68 do
Código Penal. Segundo a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, assinale a afirmativa correta.
A condenação com trânsito em julgado por crime praticado em data posterior ao delito pelo qual o agente está sendo
julgado pode funcionar como maus antecedentes.
Nada impede que a pena intermediária, na segunda fase do critério trifásico, fique acomodada abaixo do mínimo legal.
Não se mostra possível a compensação da agravante da reincidência com a atenuante da confissão espontânea.
O crime de roubo não admite a forma qualificada.
 O aumento da pena na terceira fase no roubo circunstanciado exige fundamentação concreta, sendo insuficiente a simples
menção ao número de majorantes
Respondido em 07/11/2020 22:56:42
 
 
Compare com a sua resposta:
Sim, o juiz não poderia substituir a pena e nem tampouco conceder o sursis pela quantidade de pena aplicada e pela natureza do
crime perpetrado.Além disso, tratando-se de semi-imputável, cabível a diminuição da pena e substituição por medida de segurança.
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