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PREFEITURA MUNICIPAL DE PICOS CNPJ: 02.289.047/0001-42 Rua Monsenhor Hipólito, 1648m- Br. Canto da Várzea CEP: 64.600-152 – Picos – PI / Fone: (89) 2433-5516 E-mail: educacaopicos13@gmail.com – Facebook: Seme Picos UM NOVO OLHAR NAS AULAS REMOTAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA LUZ DA BNCC, PÓS PANDEMIA Picos- PI 2020 mailto:educacaopicos13@gmail.com PREFEITURA MUNICIPAL DE PICOS CNPJ: 02.289.047/0001-42 Rua Monsenhor Hipólito, 1648m- Br. Canto da Várzea CEP: 64.600-152 – Picos – PI / Fone: (89) 2433-5516 E-mail: educacaopicos13@gmail.com – Facebook: Seme Picos Plano de Curso de Educação Física – 2020 Aprendendo em Movimentos Compõem a área de conhecimento de linguagens, por meio do movimento, promove a conscientização do corpo e do senso coletivo, utilizando-se de manifestações esportivas, ginásticas, danças, jogos e lutas. Com as propostas dos jogos e brincadeiras, as crianças desenvolvem a coordenação motora, aprendem a lidar com aceitações, frustações, competitividades, cooperação e coletividades. Nesta fase, tem a oportunidade de propor atividades com conteúdo de outras áreas do conhecimento com os desafios do conhecimento nas três dimensões do saber: cognitivo, motor e afetivo. Segundo o professor Igor Armbrust (2019) em uma entrevista para uma revista, declarou sobre a Educação Física seria que “contribuição da disciplina para formação da criança é riquíssima e servirá de base para desenvolver competências e habilidades fundamentais para formação integral dos alunos”. Portanto a Educação Física nas escolas deve proporcionar, por meio das práticas corporais a igualdade de oportunidades a reflexão crítica a inclusão, e o respeito as diferenças, sejam elas étnica, religiosas, sociais ou de gênero. Temáticas que serão abordadas: Danças - Delimitações das habilidades; Ginásticas - Dimensões do conhecimento; Esportes -Pesquisa, elaboração e construção de conteúdos e sugestões de Atividades; - Elaboração da sequência didática. Danças – Maio e Junho (Bimestre) Ginastica - Brincadeiras e Jogos – 6º Ano. mailto:educacaopicos13@gmail.com PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura Disciplina: Educação Física Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 1 PLANEJAMENTO ANUAL BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS DIDÁTICOS TEMPO ESTIMADO (Nº DE AULAS) AVALIAÇÃO 1º - Danças As Brincadeiras cantadas: movimentos e sons (EF12EF11) Experimentar e fruir diferentes danças do contexto comunitário local e regional (brincadeiras cantadas, rodas cantadas, brincadeiras rítmicas e expressivas) e recriá-las, respeitando as diferenças individuais e de desempenho corporal. (EF12EF12) Identificar os elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos) das danças do contexto comunitário e regional, valorizando-as, sem preconceitos de qualquer natureza • Vivenciar e reconhecer as brincadeiras cantadas com base nos saberes da família e da comunidade. • Ampliar os conhecimentos sobre essas manifestações culturais. • Experimentar os gestos e os ritmos que são tematizados com essas brincadeiras. Disponha os alunos em roda e converse com eles sobre as brincadeiras cantadas que conhecem e onde costumam brincar. Incentive-os a falar com quem aprenderam as brincadeiras e se conhecem outros modos de brincar. Caso algumas dessas brincadeiras sejam desconhecidas do grupo, peça aos alunos que as mencionaram que as ensinem aos demais. Se eles citarem um grande número de brincadeiras, peça-lhes que escolham algumas delas para serem exploradas na aula. Se necessário, ajude-os nessa seleção. Brinque com os alunos e incentive-os também a brincar sozinhos. Atente para questões de segurança no espaço destinado à atividade (degraus que podem causar acidentes, quinas, postes etc.). Ao final 1. Peça aos alunos que façam um desenho para registrar o que aprenderam nas aulas. Oriente-os a usar lápis de cor para pintar o que mais gostaram. 2. Incentive os alunos a lhe dizer o que aprenderam nas aulas de dança, procure saber o que foi mais difícil fazer e por quê. 3. Escreva na lousa a letra da cantiga “Corre cutia”. Os alunos devem copiar a letra em uma folha e fazer o desenho das palavras que estiverem faltando. da atividade, disponha novamente os alunos em roda e pergunte como eles se sentiram enquanto brincavam. Quais eram as brincadeiras mais conhecidas? Todos brincaram com o mesmo entusiasmo? A partir dessa mobilização inicial, proponha novas possibilidades para a realização de determinada brincadeira. A importância do ritmo e as brincadeiras cantadas • Experimentar gestar em diferentes ritmos. • Identificar e diferenciar o ritmo nas brincadeiras cantadas. • Compreender o ritmo como um dos elementos fundamentais dessas brincadeiras. Disponha os alunos em roda. Diga para eles que o tema principal da aula é “ritmo”. Para ajudá-los a compreender o significado do tema, disponibilize músicas com ritmos diferentes e peça-lhes que tentem identificá-los. Não é o momento de classificar acertos e erros, mas de explorar os conhecimentos dos alunos sobre o tema. 2º - Ginásticas Os elementos básicos da ginástica: deslocamento e equilíbrios (EF12EF07) Experimentar, fruir e identificar diferentes elementos básicos da ginástica (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais) e da ginástica geral, de forma individual e em pequenos grupos, adotando procedimentos de segurança • Experimentar e identificar os elementos básicos da ginástica: deslocamentos e equilíbrios. Converse com os alunos sobre o que eles entendem por deslocamentos e equilíbrios. Incentive-os a citar exemplos do dia a dia que retratam esses dois termos. Caso eles tenham dificuldade em citar exemplos, pergunte- lhes o que precisam fazer para ir à escola. (Possibilidades de respostas: sair de casa, andar e pegar o ônibus escolar). Associe as respostas com (EF12EF08) Planejar e utilizar estratégias para a execução de diferentes elementos básicos da ginástica e da ginástica geral. (EF12EF09) Participar da ginástica geral, identificando as potencialidades e os limites do corpo, e respeitando as diferenças individuais e de desempenho corporal. (EF12EF10) Descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita e audiovisual), as características dos elementos básicos da ginástica e da ginástica geral, identificando a presença desses elementos em distintas práticas corporais. deslocamentos (Sair de casa, andar e pegar o ônibus) e equilíbrios (andar). Além desses, você pode ajudá-los a se lembrar também dos deslocamentos e equilíbrios que executam dentro de um ambiente. Procure saber quais deslocamentos eles acham mais difíceis: andar de frente, de costas ou de lado? É mais fácil equilibrar-se com o pé direito no chão e o esquerdo levantado ou vice-versa? Faz diferença levantar um dos pés para a frente ou para trás na busca por equilíbrio? Esclareça que os deslocamentos podem ser realizados em várias direções (para a frente, para trás ou para o lado) e de várias formas (rápido ou lento, por exemplo). Os equilíbrios também podem ser alcançados de diversas formas: com os dois pés no chão, com apenas um deles no chão, com o apoio dos braços abertos, entre outras possibilidades. Os elementos básicos da ginástica: as acrobacias • Compreender que as acrobacias fazemparte dos elementos básicos da ginástica. • Identificar e experimentar as acrobacias básicas: Nessa conversa inicial, procure saber o que os alunos conhecem sobre as acrobacias. Há movimentos acrobáticos que são identificados por outros nomes na linguagem popular. Os rolamentos, por 1. Os conteúdos de cada tema podem ser registrados por meio de desenhos, imagens utilizadas nas aulas ou mesmo fotos feitas rolamento para a frente e para trás e a roda no solo. exemplo, são muitas vezes conhecidos como “cambalhotas”, e a roda no solo, como “estrela”. Pergunte se alguém já praticou essas acrobacias. Se sim, onde? Por quê? Se houver respostas positivas, solicite aos alunos que falem sobre suas experiencias com esses movimentos. Relacione as acrobacias com os vários tipos de ginástica: rítmica, artística, acrobática e geral. Oriente os alunos sobre os movimentos básicos que eles vão realizar: os rolamentos para frente e para trás e a roda. durante a experimentação. 2. Construa um varal na sala de aula e utilize pregadores para fixar desenhos ou fotos conforme o andamento das aulas. 3. Ao final (ou mesmo no início) de cada aula, organize uma roda de discussão de discussão sobre o que os alunos reconhecem nas imagens do varal, quais são os objetos do conhecimento desenvolvidos nas atividades, o que eles se lembram das aulas anteriores e o que realizaram fora da escola. Se possível, prepare um quadro de anotações individuais e coletivas para poder avaliar o conhecimento adquirido. 3º - Esportes No mundo dos esportes (EF12EF05) Experimentar e fruir, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo, a prática de esportes de marca e de precisão, identificando os elementos comuns a esses esportes. (EF12EF06) Discutir a importância da observação • Conhecer a diversidade das modalidades esportivas. • Perceber que há uma grande variedade de modalidades esportivas, praticadas em diferentes espaços físicos por meio da Par que os alunos entendam a diversidade no esporte, aproveite esse contato inicial para questioná-los sobre a modalidade esportivas que conhecem, os diferentes locais em que elas podem ser praticadas, como quadras, campos, piscinas; os tipo de materiais utilizados, como Peça aos alunos que desenhem e pintem seu esporte preferido e, depois, contem para a turma o que sabem sobre esse esporte, bem como sua experiencia com ele. O propósito desta atividade, mediada por você, é das normas e das regras dos esportes de marca e de precisão para assegurar a integridade própria e as dos demais participantes. (Nesta unidade temática, serão abordados apenas os esportes de precisão. Os esportes de marca serão trabalhados no 2° ano.) utilização de materiais diversos. • Entender que pode haver representação individual ou coletiva de clubes (equipes) e países. • Experimentar e vivenciar o futebol em campo reduzido. bolas, discos, tacos, patins, raquetes; e se a prática da modalidade é individual ou coletiva, entre outras particularidades. Leve para a aula fotografias relacionadas com várias modalidades esportivas (veja sugestões a seguir). Peça aos alunos que as observem e, em seguida, proponha alguns questionamentos: “Quais esportes têm apenas uma pessoa na equipe e quais têm mais pessoas?”, “Os jogadores utilizam alguma proteção para não se machucar?”. Ao finalizar essa introdução, comente com os alunos sobre os esportes mostrados nas fotografias que eles desconhecem: informe-os sobre os locais em que são praticados, os materiais usados, serão esportes individuais ou coletivos e se exigem equipamentos de proteção. levá-los a refletir sobre determinado esporte, possibilitando uma troca maior de informações e experiencias. Esportes de precisão • Identificar modalidades esportivas nas quais o principal objetivo é ter boa precisão no movimento para acertar um alvo ou determinados objetos (arco-flexa, tiro ao Primeiro, explique aos alunos que, em determinados esportes, o mais importante não é ter habilidade com a bola, força, velocidade ou formar um time entrosado, mas a precisão, que também pode ser chamada de pontaria ou mira. Há esportes, como o basquetebol, o voleibol ou o Leve para a aula cópias das figuras sugeridas a seguir (algumas delas são de esportes de precisão; outras, não). Peça aos alunos que pintem somente as figuras que se referem aos esportes de precisão. Depois alvo, boliche, entre outras). • Denominar esportes cujo objetivo é fazer com que um objeto do jogo se aproxime o máximo possível de outro objeto ou alvo (bocha, curling) ou realizar o menor número possível de tacadas para fazer uma bola pequena e maciça entrar em uma sequência de buracos (golfe). • Experimentar e vivenciar movimentos de lançamento com os membros superiores. futebol, em que a pontaria também é necessária, porém não se caracteriza como o foco dessas modalidades. Leve para a aula fotografias semelhantes às sugeridas a seguir para construir com os alunos conceitos referentes ao significado de pontaria ou mira. Aproveite esse momento de observação das fotografias para fazer perguntas aos alunos, motivando a participação deles no debate. Proponha estas situações: a) “Quando uma pessoa lhe dá o conselho: ‘Se mirar naquela direção, você não vai errar!’, o que dizer?” (Espera- se que os alunos mencionem a importância da concentração e da precisão para obter um bom resultado na tarefa proposta); b) “Se o conselho for: ‘Você precisa melhorar a pontaria, senão não vai acertar nunca’, o que isso significa?” (Espera-se que apontem a necessidade de melhor concentração e precisão para o desenvolvimento da atividade Incentive os alunos a levantar hipóteses: “O que vocês entendem por mira ou pontaria?”; “Quem prática futebol, basquete ou vôlei precisa ter boa mira ou verifique os registros feitos por eles. Se considerar oportuno, estimule-os a levar essa avaliação para casa, mostrá-la aos seus familiares e lhes explicar a razão de algumas figuras não estarem pintadas. Imagens relacionadas com esporte de precisão: golfe, arco e flecha, boliche, bocha para cadeirantes e sinuca. pontaria? Por quê?”; “Quais modalidades esportivas vocês acham que existem de seus praticantes o aperfeiçoamento da pontaria? Vamos tentar nos lembrar de alguns desses esportes?”. Pode ser que algum aluno se lembre de uma atividade que não seja modalidade esportiva, como arremesso de uma argola em caixas de fosforo ou de bolas na bola de um boneco que representa um palhaço. De fato, é preciso ter boa pontaria para acertar a boca do boneco, mas aproveite essas respostas para introduzir elementos do conceito de esporte. Faça essa introdução de forma bem simplificada, ou seja, comente que nem todas as práticas corporais podem ser consideradas esporte, pois, para que isso ocorra, é necessário normatizar as suas regras e as modalidades pertencer a uma intuição, como federação ou confederação desportiva. 4º - Brincadeiras e Jogos As brincadeiras e os jogos da cultura popular (EF12EF01) Experimentar, fruir e recriar diferentes brincadeiras e jogos da cultura popular presentes no contexto comunitário e regional, reconhecendo e respeitando as diferenças • Conhecer, reconhecer e vivenciar as brincadeiras e os jogos da cultura popular, no contexto comunitário, como Expliquem aos alunos o que são as brincadeiras e os jogos da cultura popular, ressaltando que eles existem há muito tempo e que, provavelmente, seus pais, avós e até mesmobisavós já os vivenciaram quando crianças. Diga-lhes, A pesquisa feito anteriormente com os familiares também é um excelente registro. Ao final deste tema, é importante que os alunos tenham aprendido o que são os individuais de desempenho dos colegas. (EF12EF02) Explicar, por meio de múltiplas linguagens (corporal, visual, oral e escrita), as brincadeiras e os jogos populares do contexto comunitário e regional, reconhecendo e valorizando a importância desses jogos e brincadeiras para suas culturas de origem. (EF12EF03) Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios de brincadeiras e jogos populares do contexto comunitário e regional, com base no reconhecimento das características dessas práticas. (EF12EF04) Colaborar na proposição e na produção de alternativas para a prática, em outros momentos e espaços, de brincadeiras e jogos e demais práticas corporais tematizadas na escola, produzindo textos (orais, escritos, audiovisuais) para divulgá-las na escola e na comunidade. práticas que integram a cultura corporal. contudo, que é possível que haja atualmente diferenças no modo de brincar e de jogar, pois, com o passar do tempo, as pessoas podem introduzir mudanças nessas atividades. Em roda, incentive os alunos a se manifestar sobre quais brincadeiras e jogos eles já vivenciaram, em que local e com quem jogaram. Nessa conversa inicial, procure saber também suas preferencias, bem como identificar as brincadeiras e os jogos que estão presentes no contexto comunitário deles. jogos, quem deles participa, como e onde podem ser realizados. Sugerimos as seguintes questões em sua avaliação. 1. O que são jogos populares? 2. Quem participa desses jogos? 3. Em quais espaços eles podem ser realizados? Para registro, solicite aos alunos que façam um desenho de três brincadeiras e jogos de que mais gostaram. Em momento oportuno, organize um painel com eles para divulgar esses desenhos na escola. Ao final do processo, mostre novamente para a turma o quadro elaborado com base na pesquisa feita com os familiares e identifique as brincadeiras e os jogos da cultura popular presentes no contexto de sua comunidade. ________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ Assinatura da Coordenadora PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura Disciplina: Educação Física Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 2 PLANEJAMENTO ANUAL BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS DIDÁTICOS TEMPO ESTIMADO (Nº DE AULAS) AVALIAÇÃO 1º - Danças Danças em diferentes formações (EF12EF11) Experimentar e fruir diferentes danças do contexto comunitário e regional (rodas cantadas, brincadeiras rítmicas e expressivas), e recriá- las, respeitando as diferenças individuais e de desempenho corporal. (EF12EF12) Identificar os elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos) das danças do contexto comunitário e regional, valorizando e respeitando as manifestações de diferentes culturas. • Dançar em diferentes formações (filas, colunas, círculos e retângulos; em formato de “T” e de “V”). • Colaborar com o colega na realização das formações das formações coletivas. • Experimentar e fruir os diferentes gestos, ritmos e espaços ao dançar. Leve para a aula três folhas de cartolina e desenhe em cada uma delas um dos seguintes tipos de formação: Reúna os alunos em que o grande circulo. Mostre-lhes as formações coletivas de dança e pergunte a eles se as identificam. Questione-os sobre o que é dançar em forma de “T” ou de “V” e em formação retangular. Peça aos alunos que citem outros tipos de formação (filas, círculos etc.) que podem ser realizados coletivamente. 1. Peça aos alunos que produzam um livro ilustrado que mostre as cantigas de roda desenvolvidas em aula. Depois, peça a eles incluam no livro uma cantiga diferente das vivenciadas pelo grupo. 2. Leve para a aula cópias das cinco imagens. Depois de distribuí-las aos alunos peça-lhes que circulem as imagens que representam as formações exploradas durante as aulas. Ao final da avaliação, solicite a cada aluno que conte qual dessas formações ele mais gostou de fazer e por quê. Danças circulares • Experimentar e fruir as danças circulares em seus ritmos, espaços e gestos. • Diferenciar essas danças de outras formas de dança. • Valorizar a importância do outro durante a dança. • Compreender as danças circulares como manifestações culturais que caracterizam diferentes grupos. Reúna os alunos em um grande círculo. Converse rapidamente com eles sobre como foram as experiencias com as cantigas exploradas em aula. Contextualize brevemente os alunos sobre o que são danças circulares. Leia mais informações sobre essas danças na seção “Análise e Compreensão” a seguir. Elabore o conceito de “danças circulares” com o gripo ponderando alguns aspectos, como a relevância cultural dessas manifestações, o modo como diferentes grupos se apropriaram socialmente delas e como essas manifestações foram (e são) relevantes para a humanidade. Para que você possa verificar o que os alunos compreenderam sobre danças e como se sentiram ao realiza-las, sugerimos que faça cópias das atividades para serem distribuídas aos alunos. Após os registros, converse com os alunos, pedindo que falem sobre a maior dificuldade que tiveram nas aulas de dança. O que foi mais difícil: acompanhar o ritmo, a localização espacial ou criar movimentos? Utilize as informações obtidas para avaliar o que precisa ser explorada com eles. Na atividade 2, converse com os alunos sobre os motivos de terem se sentido do modo como circularam as carinhas. Na atividade 3: Item A, apenas adultos; item B, apenas crianças; item C, apenas jovens; item D, crianças, jovens e pessoas com deficiência. Esperamos que os alunos compreendam que todas as pessoas podem participar de aulas de dança. 2º - Ginásticas Os elementos básicos da ginástica: os saltos e os giros (EF12EF07) Experimentar, fruir e identificar diferentes elementos básicos da ginástica (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais) e da ginástica geral, de forma individual e em pequenos grupos, adotando procedimentos de segurança. (EF12EF08) Planejar e utilizar estratégias para a execução de diferentes elementos básicos da ginástica e da ginástica geral. (EF12EF09) Participar da ginástica geral, identificando as potencialidades e os limites do corpo, e respeitando as diferenças individuais e de desempenho corporal. (EF12EF10) Descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, Os Saltos • Conhecer e experimentar os elementos corporais básicos da ginástica: os saltos. • Identificar os saltos nas posições básicas da ginástica: grupado, carpado e afastado. • Praticar as suas variações e combinações. Converse com os alunos sobre os elementos corporais relacionados com a aula: os salto. “Quem sabe o que é um salto e em que situação ele pode ser feito?” Dependendo das respostas, peça a um voluntário que demonstre um salto (de qualquer tipo) para os demais colegas. Explique que os saltos são movimentos em que o praticante se eleva do chão a partir de um impulso e, em seguida, volta a ter contado com o solo. Esse impulso pode ser vertical e levar quem o executa a alcançar maior altura ou horizontal e levá-lo a alcançar maior distância. Para facilitar a compreensãodeste tema, apresente algumas imagens que podem ser obtidas em sites de busca da internet e levadas para essa conversa inicial. 1. Construa com os alunos um painel coletivo para o registro das aulas. Adquira folhas de papel pardo para essa finalidade. Ao final de cada atividade, solicite aos alunos que façam os registros do que vivenciaram por meio de palavras ou desenhos. 2. Quando o painel estiver finalizado, pendure-o na parede da sala ou em um espaço no qual os alunos possam ter contato com ele diariamente. 3. Por fim, realize uma roda de conversa sobre os registre do painel coletivo e oriente os alunos a falar sobre suas experiencias. Organize os registros individuais e coletivos com base nesses comentários e nas suas observações feitas nas aulas. Os Giros • Conhecer os elementos corporais básicos da ginástica: os giros. • Praticar as suas variações e combinações. Converse com os alunos sobre os elementos corporais relacionados com a aula: “Quem sabe o que é um giro ou uma pirueta?”. Dependendo das respostas, solicite a um aluno que faça um giro para os demais colegas. Na sequencias, peça a oral, escrita e audiovisual), as características dos elementos básicos da ginástica e da ginástica geral, identificando a presença desses elementos em distintas práticas corporais. realização de giros mais rápidos e mais lentos nessa demonstração. Para facilitar a compreensão desse movimento, leve para a aula algumas imagens de giros que podem ser obtidas na internet. Os elementos básicos da ginástica: as acrobacias (parada de cabeça e parada de mãos) • Fruir e identificar as acrobacias realizadas no 1° ano: rolamentos e roda. • Aprimorar os rolamentos para a frente e para trás e a roda. • Experimentar a parada de cabeça e parada de mãos. Converse com os alunos sobre o que entendem por acrobacias e se eles conhecem algumas delas, como os rolamentos (cambalhotas), a roda (estrela), a parada de cabeça e a parada de mãos (“plantar bananeira”). Procure saber se alguém já realizou alguma acrobacia. No caso de respostas positivas, solicite-lhes que demonstram suas experiencias. Considere as resposta do grupo ao orientar a conversa para a compreensão das acrobacias como parte de ginástica artística. Dessa forma, é possível realizar um diagnóstico dos alunos, o que eles conhecem sobre esse tema e suas experiencias anteriores. 3º - Esportes Esportes assistindo ou praticados pelos familiares (EF12EF05) Experimentar e fruir, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo, a prática de esportes de marca e de precisão, identificando os • Identificar quais esportes são mais praticados ou assistidos. • Experimentar modalidades esportivas de forma adaptada. Antes de iniciar o trabalho com este tema, em uma aula anterior, peça aos alunos que perguntem aos seus familiares a quais esportes eles gostam de assistir e quais gostam de praticar. Dependendo da fase de alfabetização dos alunos, a Peça aos alunos que selecionem aos menos um esporte que ainda não conheciam e, em casa, com a ajuda dos familiares ou por meio de outra fonte (Consulta na internet, por exemplo), procurem elementos comuns a esses esportes. (EF12EF06) Discutir a importância da observação das normas e das regras dos esportes de marca e de precisão para assegurar a integridade própria e as dos demais participantes. informação deve ser registrada por escrito pelos familiares. Tire cópias da imagem da página seguinte e use-a para perguntar aos alunos quais movimentos podem ser identificados e, em seguinte, em quais modalidades esportivas eles são executados. Nesse momento, o propósito é levar os alunos a refletir sobre possíveis movimentos que podemos executar e a relacioná- los com determinadas modalidades esportivas. Após essa primeira análise da imagem, pergunte aos alunos se conhecem outros tipos de movimento presentes nos esportes e peça que os descrevam. Por fim, pergunte a eles qual é o objeto esportivo presente na imagem (no caso, a bola) e ajude-os a refletir se os esportes precisam sempre ser praticados com uma bola. Conduza a reflexão no sentido de perceberem que há esportes praticados com outros materiais, como peteca, arco e flecha, fita ou arco (ginástica rítmica). Dardo, bicicleta, prancha, skate etc., e esportes que não exigem materiais, como natação, corridas, judô, salto em distância, caratê etc. informações sobre ele para expor aos colegas. Esportes de marca • Identificar os elementos comuns da modalidades esportivas de marcar. • Experimentar movimentos de corridas, salto e arremesso (lançamento) do atletismo. Reúna os alunos para conversar sobre algumas modalidades que fazem parte da categoria de marca. Você pode citar como exemplos: • Natação, cujo objetivo dos atletas é deslocar-se em um tempo menor que o dos concorrente; • O salto triplo, em que os seus praticantes tentam alcançar a maior distância, superando a dos seus adversários; • O salto com vara, em que a meta de seus adeptos é alcançar a maior altura, • O levantamento de peso, quando os atletas dessa modalidade tentam levantar o maior peso ao cabo de algumas tentativas. Sugerimos a você que aborde esse tema por meio da modalidade esportiva atletismo, que inclui provas de pista (corridas) e provas nas quais o propósito é alcançar a maior distancia/altura (provas de campo, saltos e arremessos/lançamento). Para facilitar a compreensão dessa modalidade, leve para a aula ou mais cópias da imagem de uma pista de atletismo. Peça aos alunos que obsevem a figura da pista de atletismo, na qual ocorrem as provas dessa modalidade esportiva, 1. Para reforçar a assimilação do conteúdo, faça algumas perguntas sobre as atividades realizadas pelos alunos: “Qual é o nome do esporte que praticamos?”, “Quais são os três principais tipos de movimento feitos nesse esporte?”, “Explique as diferenças entre as corridas no atletismo”, “Quais tipos de salto podemos executar?”, “Como são os lançamento? 2. Utilize na avaliação cópias de fotografias de outras modalidades esportivas (como as sugeridas na página seguinte) cujo objetivo é fazer um percurso no menor tempo possível, em diferentes ambientes e podendo utilizar objetos. Estabeleça a relação entre as modalidades e as corridas do atletismo. 3. Procure trabalhar a ideia de que os objetivos são os mesmo, tanto o atletismo quanto o remo, a natação, o cíclico (pista), a canoagem conforme os locais apontados. Se possível, exiba o vídeo “Atletismo, o orgulho dos Jogos Olímpicos”, que explica cada uma das provas. Pergunte aos alunos sobre os tipos de movimento que podemos realizar. Com base nas respostas deles, faça a relação entre os movimento citados e a modalidade esportiva atletismo. Destaque para eles os três grandes grupos de movimentos dessa modalidade: corridas, saltos e arremessos (lançamento). Aos término da conversa, conte aos alunos um pouco da história do atletismo para que eles percebam quanto essa modalidade é antiga e conheçam a sua evolução como esporte, (slalom) e o hipismo (saltos) pertencem à mesma “família de esportes”, caracterizados como esportes de marca. 4. Aproveite para resgatar a categoria de esporte abordada no ano anterior (precisão), indicando diferenças entre os esportes de marca e os de precisão. 4º - Brincadeiras e Jogos As brincadeiras e os jogos do contexto regional (EF12EF01) Experimentar, fruir e recriar diferentes brincadeiras e jogos da cultura popular presentesno contexto comunitário e regional, reconhecendo e respeitando as diferenças individuais de desempenho dos colegas. (EF12EF02) Explicar, por meio de múltiplas • Reconhecer a importância das brincadeiras e dos jogos do contexto regional em seu cotidiano com base em suas características. Em roda, durante a chamada de presença, em vez de responder “presente”, o aluno deve dizer o nome de um jogo ou de uma brincadeira realizada no 1° ano (pega-pega, batata-quente, telefone sem fio, corda, amarelinha, entre outros). Depois, questione-os sobre as brincadeiras mais citadas por eles verificando se as realizam no dia-a-dia e como se sentem quando brincam. Pergunte também se eles conhecem as que são trabalhadas neste livro: 1. A pesquisa realizada sobre os jogos do contexto regional (ver “Experimentação e Fruição”) já é um registro que pode ser usado para avaliação. 2. Peça também aos alunos que façam um desenho de uma brincadeira ou de um jogo que mais gostaram de vivenciar. Essa atividade revela os sentimentos deles em linguagens (corporal, visual, oral e escrita), as brincadeiras e os jogos populares do contexto comunitário e regional, reconhecendo e valorizando a importância desses jogos e brincadeiras para suas culturas de origem. (EF12EF03) Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios de brincadeiras e jogos populares do contexto comunitário e regional, com base no reconhecimento das características dessas práticas. (EF12EF04) Colaborar na proposição e na produção de alternativas para a prática, em outros momentos e espaços, de brincadeiras e jogos e demais práticas corporais tematizadas na escola, produzindo textos (orais, escritos, audiovisuais) para divulgá-las na escola e na comunidade dança das cadeiras, elástica e Cinco Marias. Por fim, faça as seguintes perguntas para dar encaminhamento a esta introdução: “Por que vocês brincam e jogam?”, “Como vocês se sente, ao jogar?”, “Esses jogos são importantes para vocês? Por quê?”. relação à atividade de sua preferência. 3. Avalie os desenhos, que poderão ser divulgados na escola por meio de um painel produzido pelos alunos. __________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ Assinatura da Coordenadora PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura Disciplina: Educação Física Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 3 PLANEJAMENTO ANUAL BIME STRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURS OS DIDÁTI COS TEMPO ESTIMADO (Nº DE AULAS) AVALIAÇÃO 1º - Dança s Danças indígenas (EF35EF09) Experimentar, recriar e fruir danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana, valorizando e respeitando os diferentes sentidos e significados dessas danças em suas culturas de origem. (EF35EF10) Comparar e identificar os elementos constitutivos comuns e diferentes (ritmo, espaço, gestos) em danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana. (EF35EF11) Formular e utilizar estratégias para a execução de elementos constitutivos das danças populares do Brasil e do mundo, e das danças de matriz indígena e africana. (EF35EF12) Identificar situações de injustiça e preconceito geradas e/ou • Conhecer e valorizar as danças indígenas como uma manifestação cultural brasileira. • Experimentar e fruir as danças indígenas. • Experimentar gestos, espaços e ritmos das danças indígenas. Peça aos alunos que formem um grande círculo e se acomodem no chão. Leve para a aula uma imagem de dança indígena (pode ser uma cópia ampliada da fotografia a seguir) e instigue-os sobre o que eles veem: “A observação dessa foto nos fornece informações sobre pessoas, costumes, vestimentas? Quais?”, “Podemos afirmar que essas pessoas estão dançando? Por quê?”. Caso os alunos tenham dificuldade de responder a essas questões, ajude-os no processo de descoberta. Em seguida, explique a eles que se trata de uma dança indígena de grande representatividade cultura, ressaltando que os conhecimentos produzidos por esses povos não são devidamente reconhecidos pela sociedade em que vivemos. Utilize as informações 1. Faça cópias das imagens sugeridas e emtregue- as aos alunos. Peça-lhes que identifiquem uma das danças que foram praticadas por eles. 2. Pergunte aos alunos como eles se sentiram durante as danças indígenas: “Foi fácil ou difícil vivenciá-las?”, “O que chamou mais sua atenção?”. Depois, sugira a eles que escreveram um pequeno relato sobre essa experiencia. Se possível, peça ajuda ao professor de Língua Portuguesa, desenvolvendo com ele uma ação interdisciplinar com base nas danças indígenas. 3. Escreva na lousa os itens propostos para a questão. Você pode compor um quadradinho para cada letra, deixando algumas escritas como pistas. Leia para eles cada item, que deve ser presentes no contexto das danças e demais práticas corporais e discutir alternativas para superá-las. apresentadas em “Análise e Compreensão” para aprofundar essa reflexão inicial. respondido colocando uma letra em cada quadradinho. a) Manifestações que possuem significados histórico-sociais importantes, que são realizadas com finalidades comemorativas, de guerra ou de gratidão. (danças indígenas). b) Dança típica do povo indígena Terena, da aldeia Limão Verde, também conhecida como dança da ema. (bate-pau). c) Dança indígena que possui forte ligação com a natureza. (Matipú) d) Tema principal da dança da ema, representado pelos pedaços de pau e expressões corporais de luta desenvolvidas ao longo da manifestação. (guerra) Danças Populares do Brasil: a catira • Reconhecer as danças populares como um patrimônio cultural relevante. • Explorar e fruir os gestos, ritmos e os espaços da catira. Dica: A proposta deste tema é levar os alunos a experimentar e conhecer danças populares brasileira. Embora a dança sugeridas seja a catira, Reúna oz alunos em uma grande roda. Pergunte-lhes se eles já conhecem a catira. Caso ninguém a conheça ou seja pouco conhecida, apresente a eles essa dança popular típica do Sudeste e do Centro-Oeste brasileiro. Para esse aprofundamento, sugerimos a exibição do vídeo, que mostra uma apresentação do grupo “Os Favoritos da Catira”. Amplie seus conhecimentos sobre essa manifestação em 1. Solicite aos alunos que façam um desenho sobre a experiencia deles com a catira. Se possível, convide o professor de Arte proponha uma ação interdisciplinar. Dessa forma, é possível ampliar as possibilidades artísticas da atividade. 2. Peça aos alunos que escrevam as principais características da catira em relação aos seguintes elementos: vestimentas, música, história e coreografia (passos executados). você tem autonomia para selecionar manifestações que estejam mais relacionadas com o contexto de sua escola ou comunidade. “Análise e Compreensão”. Depois, informe os alunos sobre a história e as características principais da catira, contextualizando-a. 3. Reflita com os alunos sobre a importância de conhecer as danças populares nas aulas de Educação Física. Em um segundo momento, peça-lhes que escrevam uma pequena frase que resuma essa reflexão. 4. Solicite aos alunos que pesquisem um vídeo de catira na internet (com a supervisão de um adulto) e respondam às seguintes perguntas: a) De qual local é o vídeo? b) Do que mais gostaram nele? Peça aos alunos que escolham um passo da dança exibida no vídeo e tentemreproduzi-lo em classe. 2º - Ginást icas Os elementos básicos da ginástica: acrobacias rodante e ponte (EF35EF07) Experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de diferentes elementos da ginástica geral (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais), propondo coreografias com diferentes temas do cotidiano. (EF35EF08) Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios na execução de elementos básicos de apresentações coletivas de ginástica geral, reconhecendo as potencialidades e os limites do corpo e adotando procedimentos de segurança. • Experimentar e fruir os elementos básicos da ginástica: acrobacias – o rodante e a ponte. Em uma roda de conversa, relembre com os alunos as acrobacias básicas da ginástica: os rolamentos (para a frente e para trás), a roda, a parada de cabeça e a parada de mãos. Essas acrobacias foram apresentadas no livro do 1° e 2° anos. Realize uma revisão dessas práticas, incentivando os alunos a explicar e a realizar esses movimentos acrobáticos. Observe se eles executam as acrobacias corretamente e auxilie os que não se lembram delas ou têm dificuldade em realizá-las. A retornada é importante porque esses movimentos serão necessários Materiais: câmera fotográfica digital ou celular com câmera, imagens de acrobacias ou fotos produzidas pelos alunos, folhas de papel sulfite, lápis de cor e/ou canetas do tipo hidrocor e cola plástica atóxica. Procedimento: Oriente os alunos a produzir fotos de seus colegas durante a realização de determinadas acrobacias e a também ser fotografado por eles. A impressão dessas fotos pode ser feita na escola, em casa ou em locais que prestam esse serviço. Outra possibilidade é pedir a eles que pesquisem imagens de acrobacias em casa (na internet para as acrobacias que aprenderão no 3° ano. A seguir, propomos uma atividade em que os alunos poderão colocar em prática a revisão que fizeram por meio de uma brincadeira. ou em revista) e as levem para a aula. A tarefa consiste em identificar as acrobacias mostradas em cada fotografia. Cada foto deve ser colada em uma folha de sulfite e, abaixo da foto, deve ser escrito o nome da acrobacia: rolamento para a frente, rolamento para trás, roda, parada de cabeça, parada de mãos, pode e rodante. Cada álbum precisa ter, no mínimo, sete páginas (uma para cada tipo de acrobacia) e, de preferência, uma capa. Ao final dessa avaliação, todos devem compartilhar seus álbuns com a classe e levá-los para casa a fim de mostrá-los também aos familiares. A ginástica rítmica • Experimentar e fruir de forma individual e coletiva a ginástica rítmica. • Identificar e experimentar a manipulação dos aparelhos utilizados na ginástica rítmica: a corda, a bola, o arco, a fita e as maças. Disponha os alunos em um grande círculo e apresente os seguintes aparelhos: a bola, o arco, a corda, a fita e as maças. Pergunte-lhes se os conhecem e em que situações são usados. Como alguns deles são comuns na escola e no universo infantil, possivelmente eles vão reconhece-los. Caso alguém não conheça um ou outro, incentive-o a segurá-lo e a ter um primeiro contato com o aparelho. Se a escola não tiver esses objetos, leve para a aula fotografias deles em tamanho Peça aos alunos que, com a supervisão de um adulto, pesquisem na internet coreografias apresentadas pela seleção brasileira de ginástica rítmica. Incentive-os a fazer anotações ou desenhos para compartilhar em aula. Se em sua escola houver computadores conectados à internet, peça-lhes que copiem links de vídeos para serem reproduzidos em aula. Oriente a análise dos vídeos com questionamentos sobre a impressão geral, as vestimentas, as músicas, os grande, as quais podem ser obtidas na internet. Em seguida proponha algumas perguntas para motivar o debate com os alunos: “Quem já brincou com algum desses aparelhos? Quando? Em que situação?”, “Quais são as possibilidades de movimentos com a bola, o arco e a corda?”. Em outro momento, explique que esses aparelhos são utilizados em uma categoria de ginástica de competição chamada ginástica rítmica. É provável que algum aluno tenha visto a prática dessa modalidade em eventos transmitidos pela televisão ou na internet. A finalidade dessa conversa inicial é proporcionar aos alunos uma compreensão dos elementos que caracterizam a ginástica rítmica, especialmente a manipulação de pequenos aparelhos, bem como possibilitar a realização de um diagnóstico do conhecimento prévio deles sobre o assunto. aparelhos e o desempenho das ginastas. Estimule-os a emitir opiniões sobre a modalidade. 3º - Espor tes Diferenças entre jogos e esporte (EF35EF05) Experimentar e fruir diversos tipos de esportes de campo e taco, rede/parede e invasão, identificando seus elementos comuns e criando estratégias individuais e • Entender determinados conceitos que estabelecem se uma prática corporal pode ser considerada jogo ou esporte. Introduza o tema esclarecido aos alunos que, nesta conversa inicial, eles vão ser desafiados a refletir sobre a diferença entre jogo e esporte. Explique que é muito comum as pessoas Escreva na lousa uma lista de modalidade esportivas. Em seguida, peça aos alunos que escolham uma delas e inventem uma história sobre as alterações do jogo até se tornar um esporte. A atividade pode ser coletivas básicas para sua execução, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo. (EF35EF06) Diferenciar os conceitos de jogo e esporte, identificando as características que os constituem na contemporaneidade e suas manifestações (profissional e comunitária/lazer). • Compreender a transformação do jogo em esporte. confundirem a prática de algum tipo de jogo com a de esporte. Para motivar o debate e fazer um levantamento do conhecimento prévio dos alunos sobre esse tema, leve para a aula cópias das imagens e pergunte a eles quais delas se referem a jogos e quais se referem a esportes. Depois de considerar suas respostas e observações, ressalte que uma atividade precisa seguir regras para ser considerada esporte, como determinar o número de jogadores em cada equipe, as características do espaço físico em que é realizada, o tempo da competição ou a forma de pontuação, além de precisar de arbitragem especializada. Considerando essas informações, a análise das fotografias nos permite citar o futebol de campo e o handebol como esportes. realizada por meio de desenhos e/ou pequenos textos informativos. Esportes de Invasão • Identificar os elementos comuns das modalidades esportivas de invasão. • Experimentar jogos reduzidos de futebol e handebol. Sugerimos a utilização da figura da modalidade futebol de campo ao lado para iniciar o tratamento desse tema. Faça uma cópia ampliada dela e mostre-a aos alunos. Incentive a participação deles por meio de perguntas: “Essa figura representa qual modalidade esportiva?”, “Notem que cada equipe está em uma metade do Peça aos alunos que perguntem a dois ou três amigos do bairro onde moram quais esportes eles conhecem e façam a anotação das respostas em uma folha, identificando-os como de invasão ou não. Solicite a eles que apresentem, na aula seguinte, o resultado desse levantamento. Use as respostas para elaborar na lousa um campo. Esse posicionamento dos jogadores pode indicar quais momento do jogo?”, “Qual é o objetivo de uma equipe ao invadir o campo defendido por outra?”, “Quando é feito um gol no futebol?”, O que os atletas precisam fazer para tentar impedir que seu timesofra gols?. Neste primeiro momento, é importante os alunos compreenderem que o futebol é um esporte de invasão. Explique a eles que, no começo do jogo, as duas equipes têm espaços definidos (um dos lado do campo), os quais podem ser invadidos por ambas as equipes com o intuito tanto de marcar quanto de evitar gols. Vence o jogo a equipe que marcar pelo menos um gol e não sofrer nenhum, ou que marcar mais gols que o adversário. quadro em que constem duas coluna: “Esportes de invasão” e “Outros esportes”. Faça as correção necessárias, reforçando o entendimento dos alunos sobre as modalidades esportivas pertencentes à categoria “esportes de invasão”. 4º - Brinc adeira s e Jogos As brincadeiras e os jogos da cultura popular brasileira (EF35EF01) Experimentar e fruir brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e africana, e recriá-los, valorizando a importância desse patrimônio histórico cultural. (EF35EF02) Planejar e utilizar estratégias para • Reconhecer as brincadeiras e os jogos populares do Brasil como patrimônio cultural bem como suas variações. • Vivenciar algumas dessas brincadeiras e jogos. Há muitos jogos e brincadeiras realizados em diferentes locais do Brasil que têm estrutura igual ou semelhante. Reconhecer esses jogos permite que os alunos ressignifiquem a importância cultural dessas práticas. A tela Várias brincadeiras II, de Ivan Cruz retrata diferentes brincadeiras infantis que são 1. Solicite aos alunos que, com o auxílio dos familiares, identifiquem um local fora do espaço escolar para realizar com amigos e parentes as brincadeiras e jogos tradicional os aprendidos. Na aula seguinte, peça a eles que digam qual foi o local escolhido e contém como foi a experiencia. possibilitar a participação segura de todos os alunos em brincadeiras e jogos populares do Brasil e de matriz indígena e africana. (EF35EF03) Descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita, audiovisual), as brincadeiras e os jogos populares do Brasil e de matriz indígena e africana, explicando suas características e a importância desse patrimônio histórico cultural na preservação das diferentes culturas. (EF35EF04) Recriar, individual e coletivamente, e experimentar, na escola e fora dela, brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e africana, e demais práticas corporais tematizadas na escola, adequando-as aos espaços públicos disponíveis. reconhecidas pelas crianças em todos os cantos do país. Levem para a aula uma cópia ampliada e, se possível, colorida. Solicite aos alunos que identifiquem quais brincadeiras são representadas na tela. Peça-lhes também que expliquem algumas de suas características. Concluída a observação, retorne com eles as brincadeiras já vivenciadas na escola e proponha a realização daquelas que ainda não foram realizadas nesse espaço. Em outro momento, apresente aos alunos os jogos queimada e pique-bandeira, praticados em várias regiões do país com regras que variam bastante. Depois, procure saber quem já participou desses jogos, em que espaço eles foram realizados e como foi a experiencia deles. Peça-lhes também que expliquem as regras desses jogos e, se for o caso, algumas de suas variações. 2. Pergunte aos alunos por que as brincadeiras e os jogos vivenciados por eles são considerados populares do Brasil. Espera-se que os alunos percebam que essas práticas são consideradas populares por serem conhecidas e vivenciadas por diversas gerações em diferentes localidades do país. 3. Para finalizar a avaliação, peça-lhes que desenhem, em uma folha de cartolina, as brincadeiras e os jogos populares do Brasil de que mais gostam. Jogos Cooperativo s • Entender as características dos jogos cooperativos e vivenciá-las • Conhecer os valores relacionados às atividades que prezam pela cooperação, e não pela competição. Inicie a conversa perguntando aos alunos o significado da palavra cooperação. Valorize as respostas deles para introduzir novas perguntas: “Qual deve ser o principal objetivo de um jogo realizado de maneira cooperativa?” “Vocês conhecem ou já 1. Peça aos alunos que escrevam um pequeno texto sobre as importância da cooperação nos jogos e na vida diária de cada um. 2. Para finalizar a avaliação, solicite a cada um desenho de jogo cooperativo e outro de jogo competitivo. Eles vivenciaram algum jogo desse tipo?. Oriente-se pela tabela a seguir para apresentar aos alunos as características dos jogos cooperativos e dos competitivos, enfatizando a diferença entre eles. devem identificar nos desenhos as principais diferenças entre esses jogos. 5° Lutas O que são Lutas? (EF35EF13) Experimentar, fruir e recriar diferentes lutas presentes no contexto comunitário e regional (EF35EF14) Planejar e utilizar estratégias básicas das lutas do contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana experimentadas, respeitando o colega como oponente e as normas de segurança. (EF35EF15) Identificar as características das lutas do contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana, reconhecendo as diferenças entre lutas e brigas e entre lutas e demais práticas corporais. • Reconhecer os principais elementos que caracterizam a luta. • Identificar as lutas como prática da cultura corporal de movimento, diferenciando-as das situações de briga. Inicie o tema fazendo uma avaliação diagnóstica para identificar o que os alunos sabem sobre lutas. O registro dessa avaliação é importante para nortear o planejamento das aulas e as discussões subsequentes, além de balizar a avaliação do processo. Esse procedimento também favorece a introdução do tema. Confeccione um cartaz com imagens de práticas corporais diversas (danças, ginásticas, esportes, brincadeiras e jogos, lutas). Apresente-os aos alunos e solicite que indiquem as imagens que retratam lutas. É importante mostrar no cartaz imagens de lutas do contexto comunitário e regional. Verifique se os alunos as reconhecem e, se necessário, identifique-as, explicitando a relação com o contexto em que vicem. Valorizem a cultura local ressaltando as lutas que ali foram originadas, como a capoeira (Bahia e Pernambuco), o huka-huka Reúna os alunos em círculo e mostre a eles fotografias de pessoas lutando e brigando. Essas imagens podem ser obtidas na internet. Ao selecionar imagens de briga, prefira as que expressam apenas a intenção do gesto, e não brigas que possam impressionar os alunos. Depois, individualmente, pergunte quais delas são de luta. Na sequência, solicite a eles que pesquisem fotografias de lutas praticadas na comunidade. Caso algum aluno seja praticante de luta, estimule-o a apresentar fotografias da própria prática. Organize uma exposição na sala com essas imagens, identificando as lutas retratadas. Durante esse processo de avaliação, compare as respostas atuais dos alunos com as observadas ao longo das aulas, identificando os avanços na compreensão das (Amazonas), o jiu-jitsu brasileiro (Rio de Janeiro) e a esgrima facão (Rio Grande do Sul). Faça algumas perguntas estratégicas para a abordagem do tema: “O que é luta?”, “Quem pratica (ou já praticou ou pretende praticar) algum tipo de luta? Qual?”, “Onde ela pode ser aprendida?”, “É possível ‘brincar’ de luta sem machucar o colega?”, “Como vocês acham que as lutas surgiram?”, “Briga e luta são a mesma coisa? Por que?”. lutas e sua diferença em relação às brigas. Esquivae imobilização • Reconhecer e experimentar movimentos de esquiva e imobilizações similares aos executados nas lutas. • Garantir a segurança dos alunos na realização das atividades. Explique aos alunos a importância da segurança para a realização de uma luta e que eles devem se preocupar com ela todas as vezes que forem lutar ou treinar. Ressalte que devemos usar equipamentos de proteção e escolher o local adequado para a realização da atividade, ou seja, eles não devem, lutas nem treinar sem os equipamentos de segurança e em qualquer lugar. Aprofunde o debate sobre esse tema perguntando aos alunos sobre acidentes vivenciados por eles (por familiares ou amigos) em razão do descuido com a segurança. Analogias com situações de trânsito podem ajudar nesse entendimento. Lembre-os de Previamente, peça aos alunos que pesquisem duas fotografias de lutadores realizando esquivas e duas de imobilizações. As imagens devem ser de diferentes lutas, em situações de combate ou de treino. Dependendo da localidade da escola e de seu contexto regional, oriente-os a procurar, por exemplo, fotografias de esquivas na capoeira ou de imobilizações na huka-huka. Peça-lhes que levem cópias dessas imagens para a próxima aula. Para a avaliação, sugerimos a organização dos alunos em grupos de três e a troca de fotografias entre os trios. Cada grupo analisa as imagens e registra se a técnica que jogadores de futebol, pilotos de carros de corrida e ciclistas fazem questões de zelar pela sua segurança. Ressalte que a segurança também está relacionada com o respeito aos próprios limites e aos dos outros. representada é de esquiva ou de imobilização. Ao final da atividade, recolha as fotografias e verifique os acertos e os erros, devolvendo- as a cada aluno. Anote em seu caderno a quantidade de erros e acertos, bem como as principais observações feitas nessa avaliação. Como alternativa às fotografias, pode-se optar pela pesquisa e apresentação de gestos de esquivas e de imobilizações. Nesse caso, será necessário organizar as apresentações dos trios e as análises serão feitas pelos demais alunos da turma. Mantenha a preferencia de lutas da comunidade ou do contexto regional. __________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ Assinatura da Coordenadora PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura Disciplina: Educação Física Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 4 PLANEJAMENTO ANUAL BIME STRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURS OS DIDÁTI COS TEMPO ESTIMADO (Nº DE AULAS) AVALIAÇÃO 1º - Dança s A s quadrilhas juninas (EF35EF09) Experimentar, recriar e fruir danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana, valorizando e respeitando os diferentes sentidos e significados dessas danças em suas culturas de origem. (EF35EF10) Comparar e identificar os elementos constitutivos comuns e diferentes (ritmo, espaço, gestos) em danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana. (EF35EF11) Formular e utilizar estratégias para a execução de elementos constitutivos das danças populares do Brasil e do mundo, e das danças de matriz indígena e africana. (EF35EF12) Identificar situações de injustiça e preconceito geradas e/ou • Compreender a importância das quadrilhas como uma manifestação popular brasileira. • Experimentar e fruir as quadrilhas e recriar possibilidades para essa dança. Reúna os alunos em roda para uma conversa sobre a dança conhecida por quadrilha: “Quem sabe como é essa dança e quem participou dela? Quando? Como foi?”. É provável que eles mencionem a festa junina; nesse caso, pergunte-lhes o que sabem sobre esse evento. Leve para a aula algumas cópias de fotografia (que podem ser obtidas na internet) das possíveis referências feitas pelos alunos: comidas típicas, vestimentas, fogueira, bandeirinhas, quadrilha etc. Elabore um cartaz com essas referências. Caso eles mencionem algum elemento para o qual você não tem uma fotografia, escreva-o no cartaz a fim de compor um panorama mais amplo. Explique que todos esses elementos foram sendo criados pela sociedade ao longo do tempo, dando uma 1. Leve para os alunos cópias ampliadas do mapa político do Brasil. Peça a eles que pesquisem em quais estados são realizadas as maiores quadrilhas, pintando-os no mapa. Converse com o professor de Geografia e proponha uma ação interdisciplinar. 2. As quadrilhas são danças populares brasileiras que receberam diversas influências em sua construção. Pergunte aos alunos a importância em sua construção. Pergunte aos alunos a importância de se conhecer a quadrilha e sua história. Depois, peça que escrevam um pequeno relato sobre essa experiência. presentes no contexto das danças e demais práticas corporais e discutir alternativas para superá-las. característica peculiar a essa manifestação cultural que será abordada neste tema. Festival de danças populares • Organizar e elaborar um festival de danças populares brasileiras. • Experimentar e fruir passos de danças populares brasileiras. • Reconhecer essas manifestações como saberes culturais relevantes. Faça uma roda de conversa com os alunos e recupere alguns elementos abordados no 3° ano relativos às danças populares ou folclóricas, como sua grande verdade no Brasil e seus regionalismos. Questione-os sobre a dança abordada e suas principais características da Região Sudeste, que se baseia na execução de batidas de pé e mão ao som da viola caipira. Recorde que neste 4° ano já vivenciaram as quadrilhas, que, apesar de populares em todo território nacional, são mais marcantes no Nordeste. Depois, pergunte aos alunos que outras danças populares eles conhecem. Aproveite as citações deles em sua aula. 1. Escreva na lousa o nome das seguintes danças populares: catira, pau de fitas, carimbó e quadrilhas. Prepare uma sequência com as músicas e peça aos alunos que as relacionem com as respectivas danças. Eles devem anotar a sequência no caderno e destacar os elementos que observaram em cada canção. Por exemplo, na canção de catira, destacam-se o som da viola caipira e as batidas de mãos e pés. 2. Pergunte aos alunos o que eles aprenderam no festival de danças populares e como poderia ser um próximo evento com essas características. Ao final dessa reflexão, estimule- os a escrever sobre essa experiencia e monte um varal na escola com esses textos. Essa é uma atividade que pode contar com a colaboração do professor de Língua Portuguesa. Considere as sugestões dos alunos na organização do festival no próximo ano letivo. 2º - Ginást icas A ginástica artística e (EF35EF07) Experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de diferentes • Identificar e experimentar possibilidades de Realize um diagnóstico inicial do conhecimento dos alunos sobre o tema da aula solicitando Organize os alunos em duplas e distribua cópias ampliadas das fotografia. Peça a eles que seus aparelhos elementos da ginástica geral (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais), propondo coreografias com diferentes temas do cotidiano. (EF35EF08) Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios na execução de elementos básicos de apresentações coletivas de ginástica geral, reconhecendo as potencialidades e os limites do corpo e adotando procedimentos de segurança. movimentos nos aparelhos (oficiais ouadaptados) utilizados na ginástica feminina e masculina. a eles que escrevam em um papel o que é ginástica artística. Com base em suas respostas, cite os aparelhos que fazem parte dessa modalidade esportiva: solo, mesa trave, paralelas assimétricas, cavalo com alças, com alças, barra fixa, argolas e paralelas simétricas. Procure saber se eles conhecem os aparelhos, se já viram a prática dessa ginástica na televisão ou na internet, ou em algum lugar, como em escolas ou clubes. Guarde as respostas e, ao final do capítulo, entregue-as aos alunos e solicite a eles que comentem se ainda concordam ou não com o que escreveram. observem atentamente as fotos e escrevam o nome dos aparelhos, identificando se não da ginástica feminina e/ou masculina: 1. Cavalo com alças, masculino; 2. Trave de equilíbrio, feminino; 3. Paralelas simétricas, masculino; 4. Mesa, masculino e feminino; 5. Argolas, masculino; 6. Solo, masculino e feminino; 7. Paralelas assimétricas, feminino; 8. Barra fixa, masculimo. A ginástica acrobática • Conhecer e experimentar a ginástica acrobática de forma individual e coletiva. • Planejas e utilizar estratégias para executar os elementos básicos da ginástica acrobática de forma coletiva, adotando procedimentos de segurança. Converse com os alunos sobre essa modalidade da ginástica. A presente para eles um vídeo curto ou imagens de pessoas praticando esse esporte. Incentive o debate por meio de perguntas: “Na opinião de vocês, deve ser fácil ou difícil fazer acrobacias? Por quê?”, “É preciso treinamento para fazer as acrobacias mostradas no vídeo/nas fotografias?”, “Vocês já conheciam a ginástica acrobática? De onde?”. Sua forma esportiva tem como marco as apresentações Leve para a aula cópias (preferencialmente ampliadas) da figura a seguir. Diga aos alunos que cada ginasta desempenha uma função na figura acrobática. Em seguida, mostre-lhes a figura, bem como leia para eles o nome dessas funções. Depois solicite aos alunos que desenhem novas figuras acrobáticas e oriente-os a determinar as funções dos ginastas em cada desenho. Explique a eles que, mas de uma ginasta pode desempenhar a mesma função. Em um circenses, no fim do século XIX e início do século XX, quando os países do Leste Europeu começaram a sistematizar e padronizar as suas práticas. A regulamentação esportiva internacional ocorreu em 1973, quando foi fundada a Federação Internacional de Esportes Acrobáticos (IFSA). Em 1996, no entanto, com o intuito de promover e estimular a prática da modalidade, a IFSA passou a fazer parte da Federação Internacional de Ginástica (FIG), bem como estruturada para fazer a divulgação desse esporte. A ginástica acrobática é praticada por homens e mulheres em um tablado quadrado com lados de 12m. As apresentação podem ter as seguintes composições: dupla mista, dupla feminina, dupla masculina, trio feminino e quarteto masculino. É um dos poucos esportes no qual homens e mulheres podem competir juntos, no caso da dupla mista. Cada composição precisa apresentar uma coreografia de movimentos com acompanhamento musical, sequencias de equilíbrios individuais e figuras quinteto, por exemplo, a figura pode ter dois volantes e três bases. Organize uma exposição com esses desenhos. Decida com os alunos a dia, a hora e o local do evento. acrobáticas e ginásticas, em sincronismo (BROCHADO; BROCHADO, 2005)”. Trata-se de uma modalidade bastante dinâmica. As coreografias requerem expressão e movimentos perfeitamente sincronizados com a música escolhida e são executadas no tempo máximo de 2 minutos e 30 segundos. 3º - Espor tes Esporte não tem gênero! (EF35EF05) Experimentar e fruir diversos tipos de esportes de campo e taco, rede/parede e invasão, identificando seus elementos comuns e criando estratégias individuais e coletivas básicas para sua execução, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo. (EF35EF06) Diferenciar os conceitos de jogo e esporte, identificando as características que os constituem na contemporaneidade e suas manifestações (profissional e comunitária/lazer). (No 3° ano foram vivenciados os esportes de invasão e observadas as diferenças entre jogo e esporte. Agora, no 4° ano, serão experimentados os • Identificar modalidades esportivas que são exclusivamente femininas ou masculinas ou que apresentam estruturas em relação aos sexos. Inicie este tema perguntando aos alunos se eles já viram algum movimento nos esportes cuja execução não seja recomendável para mulheres ou para homens. Sempre que possível, introduza novos questionamentos com base nas respostas deles. Em seguida, questione-os se conhecem esportes que sejam praticados exclusivamente por mulheres ou por homens. Caso os alunos não se lembrem de nenhuma modalidade, cite alguns exemplos. Mulheres: barras assimétricas, na ginastica artística, e nado sincronizado. Homens: barra fixa e argolas, na ginástica artística, luta greco-romana e sumô. Proponha aos alunos algumas questões para serem respondidas em casa ou na escola por meio de pesquisa realizada na internet, com a supervisão de um adulto. Peça- lhes que apresentem as respostas na próxima aula. Escreva as seguintes questões na lousa (ou distribua cópias delas a cada aluno). 1. Quais são os esportes praticados somente por mulheres? Possibilidades de resposta: Nado sincronizado, ginástica rítmica etc. 2. Quais são os praticados apenas por homens? Possibilidades de resposta? Rúgni de 15, luta greco- romana, sumô etc. 3. Quais esportes tiveram as regras alteradas para serem praticados tanto por homens quanto por homens? Possibilidades de resposta: esportes de campo e taco, 5° ano, os de rede/parede. Beisebol/softbol, ginástica artística etc. Esportes de campo e taco • Compreender os elementos comuns dos esportes de campo e taco. • Experimentar jogos com implemento. Esportes de campo e taco são modalidades esportivas que utilizam um implemento para execução do movimento de rebater em um espaço de jogo predeterminado, cujo objetivo é lançar a bola longe dos adversários a partir da rebatida e, dessa forma, ocupar espaços no campo ou promover o maior número de corridas para que eles se convertam em pontos. Alguns dos esportes que se enquadram nessa categoria são o beisebol (Designado oficialmente como modalidade masculina) e o softbol (designado oficialmente como modalidade feminina), que são pouco comuns no Brasil, mas, no caso do beisebol, muito popular em diversos países, principalmente nos Estados Unidos, no Japão e em Cuba. Pelo fato de essas modalidades ou de outras similares não fazerem parte da cultura esportiva brasileira, geralmente os alunos apresentam dificuldade em tarefas que envolvem a habilidade motora de rebater a bola com algum implemento, como é o caso do bastão (taco). Com base nesse pressuposto, é importante que as aulas de Peça aos alunos que realizem uma pesquisa sobre a modalidade esportiva denominada “críquete”. Oriente-os sobre as informações que eles precisam obter para a próxima aula. Distribua para eles cópias das seguintes perguntas (ou escreva-as na lousa). a) Quantos jogadores compõem uma equipe de críquete? (11 jogadores.) b) Qual é o nome da área de arremesso e rebatida? (Pitch) c) Como são chamados os alvos? (Wickets.) d) Qual é o objetivo do rebatedor? (Impedir que a vola toque o wicket e, se possível rebatê-la para bem longe, o que lhe permitirá percorrer o comprimento do wicket o maior número de vezes possível.) e) Qual é o objetivo do arremessador?(Fazer a bola atingir o wicket.) Aproveite essa pesquisa para estabelecer relações entre o críquete e o jogo de taco (bets). Ajude os alunos a entender que, apesar do número diferente de integrantes em cada equipe, os objetivos dos atacantes Educação Física proporcionem atividades que estimulem a experimentação do “rebater”. Além da aprendizagem motora, a inclusão do beisebol e do softbol em suas aulas amplia a cultura corporal do movimento por meio de esportes não convencionais na realidade brasileira. Sugerimos a você que comece a exploração desse tema levantando o conhecimento prévio dos alunos sobre beisebol, softbol e críquete. Em seguida, apresente algumas características dessa categoria de esporte: enquanto uma das equipes tem a incumbência de tentar rebater a bola o mais longe possível para percorrer espaços do campo de jogo, o objetivo da equipe adversária é recuperá-la o mais rapidamente possível para sair da defensiva e atacar. Incentive esse debate inicial por meio de perguntas: “Quem já prayicou algum desses esportes?”, “Como é feita a contagem dos pontos no beisebol?”, “O que as equipes precisam fazer para evitar que o adversário marque ponto?”. Leia o texto da seção “Análise e Compreensão” para obter informações importantes sobre os esportes de campo e taco. (rebatedores) e defensores (lançadores)são semelhantes. Procure também associar o críquete com o beisebol e o softbol, ressaltando que esses esportes pertencem à modalidade esportiva esportes de campo e taco. Para tanto, sugerimos que faça aos alunos algumas perguntas estratégicas: “É possível identificar semelhanças entre o críquete, o beisebol e o softbol? Quais?”, “ O que é preciso fazer para marcar pontos nesses esportes?”, “E par evitar que a outra equipe os marque?”, “Em sua opinião, esses esportes têm a mesma lógica do boliche, do atletismo, do futebol e do handebol? Por quê?”. Essas questões levam is alunos a resgatar as categorias de esporte abordadas nos anos anteriores. Espera-se, por exemplo, que eles identifiquem o boliche com um esporte de precisão, que relembrem que o atletismo é uma modalidade de marcas (os atletas tentam obter os melhores tempo ou as maiores distancias), e que citem o futebol e o handebol como esportes de invasão territorial. Deve ficar evidente para eles que, nas modalidades analisadas neste tema, o foco está direcionado para a ação de rebater uma bola e de percorrer espaços do campo de jogo. 4º - Brinc adeira s e Jogos As brincadeiras e os jogos populares da cultura do mundo (EF35EF01) Experimentar e fruir brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e africana, e recriá-los, valorizando a importância desse patrimônio histórico cultural. (EF35EF02) Planejar e utilizar estratégias para possibilitar a participação segura de todos os alunos em brincadeiras e jogos populares do Brasil e de matriz indígena e africana. (EF35EF03) Descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita, audiovisual), as brincadeiras e os jogos populares do Brasil e de matriz indígena e africana, explicando suas características e a importância desse patrimônio histórico cultural na preservação das diferentes culturas. (EF35EF04) Recriar, individual e coletivamente, e experimentar, na escola e fora dela, brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e • Identificar, reconhecer e vivenciar brincadeiras e jogos populares do mundo. Fome uma roda com os alunos e relembre-os das brincadeiras e dos jogos que eles vivenciaram nos anos anteriores ou aqueles que conhecem e brincam em seu cotidiano. Leve para a aula uma cópia ampliada da pintura Jogos Infantis, de Pieter Bruegel (1525-1569), e peça a eles que identifiquem nela brincadeiras e jogos. Escreva na louça o que eles mencionarem. Instigue os alunos a perceber que muitas brincadeiras retratadas são conhecidas atualmente, o que demonstra sua tradição e universalidade. Segundo estudiosos, nessa pintura são mostradas 84 brincadeiras (algumas delas foram modificadas ou nem existem mais). Os jogos retratados podem representar o que atualmente chamamos de bambolê, pula-sela, cadeirinha, cinco-marias, pega-pega, siga o mestre, gangorra, cabra-cega, perna de pau, rola-arco, entre outros. Peça aos alunos que façam um desenho grande que mostre as brincadeiras e os jogos de que eles mais gostam. Oriente-os a assinar a obra que produziram. Convide o professor de Arte a participar dessa avaliação e a dar dicas para os alunos de materiais que podem ser usados na elaboração dos desenhos. Sugerimos que você organize, com a participação dos launos, uma exposição desses trabalhos na escola. Os espaços de brincadeiras e jogos • Identificar os espaços para a vivência das brincadeiras tradicionais na comunidade. Pela aos alunos que falam um levantamento, por escrito, dos espaços em que eles costumam brincar. Todas as pesquisas e os registro que os alunos realizaram durante as atividades devem ser africana, e demais práticas corporais tematizadas na escola, adequando-as aos espaços públicos disponíveis. • Propor e divulgar alguns jogos que podem ser realizados nesses espaços. Oriente-os a identificar os locais em que brincam (parques, clubes, ruas etc.), os cuidados que devem ter quando se divertem, bem como apontar os espaços em que eles não podem brincar e as razões desse impedimento. Além disso, os alunos devem identificar se essas áreas são acessíveis às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida (se possuem rampa de acesso, sanitários adaptados, passarelas, vagas especiais no estacionamento etc.). Concluída a pesquisa, identifique com os alunos os espaços que eles utilizam para brincar. Espaços Públicos: áreas de lazer, parques, vias públicas, “ruas de lazer” etc. Espaços Privados: clubes, escolas, shopping, colônias de férias, acampamentos etc. Feito o levantamento, converse com eles sobre os motivos que levam as crianças a brincar cada vez menos nas ruas, como o aumento da violência, o grande fluxo de veículos na vias públicas e a consequente diminuição da segurança, entre outros. Proponha uma reflexão sobre as ruas (em qualquer localidade) e seus possíveis perigos: passagem de veículos, recolhidos para sua avaliação das tarefas. buracos, bocas de lobo, fiação elétrica, esgoto a céu aberto, rios próximos, velas, lixo acumulado nas calçadas (latas enferrujadas, cacos de vidro) etc. Por fim, converse com eles sobre a acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida aos locais pesquisados, abordando a importância da adaptação desses espaços a fim de promover os direitos individuais e sociais dessas pessoas. Se houver alunos com deficiência na turma, peça a eles que exponham as dificuldades de acesso a esses locais. 5° Lutas A base (guarda) do lutador: equilíbrio e desiquilíbrio (EF35EF13) Experimentar, fruir e recriar diferentes lutas presentes no contexto comunitário e regional (EF35EF14) Planejar e utilizar estratégias básicas das lutas do contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana experimentadas, respeitando o colega como oponente e as normas de segurança. (EF35EF15) Identificar as características das lutas do contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana, • Reconhecer a importância de uma boa base • Experimentar movimentos diversificados de equilíbrio e desequilíbrio similares aos executados nas lutas,com segurança. Sugerimos a realização de uma chamada temática para relembrar os alunos das lutas abordadas no 3° ano. Oriente- os a dizer algum termo relacionado a essa prática corporal em vez de “presente”. Esclareça que esses termos não podem ser repetidos no decorrer da chamada. Quando julgar necessário, peça aos alunos que expliquem o significado de determinada citação e sua relação com as lutas. É provável que eles se recordem de situações relacionadas com os principais Exiba para os alunos um breve vídeo com situações de lutas, como as competições das Olimpíadas. Peça a eles que identifiquem as situações de equilíbrio e desequilíbrio e que registrem as respostas em uma folha à parte. Recolha as folhas, verifique se os conhecimentos apontados foram satisfatórios e apresente suas considerações para a turma. reconhecendo as diferenças entre lutas e brigas e entre lutas e demais práticas corporais. conhecimentos adquiridos, como as diferenças entre lutas e brigas, os movimentos de esquiva e de imobilização, os equipamentos de segurança usados pelos atletas, as saudações, entre outras possibilidades. No entanto, caso não seja feita menção a algum termo importante para a revisão dos conteúdos, apresente-os ao fim da chamada e questione os alunos sobre seu significado. Durante a chamada, esteja atento às citações dos alunos que favoreçam a introdução de dois elementos fundamentais das lutas que vão ser tratados neste tema: equilíbrio e desequilíbrio. Finalize essa primeira conversa ressaltando que, a partir desta aula, eles vão vivenciar essas duas situações muito comuns nas lutas. Lutas e desenhos animados • Reconhecer a presença da luta nos desenhos animados e sua prática em diferentes culturas. • Diferenciar a luta das situações que representam briga, vingança, traição ou agressões desnecessárias. Nessa conversa introdutória, relembre aos alunos os elementos que caracterizam a luta, bem como a diferença entre luta e briga. Depois, mostre a eles cenas de um desenho animado em que haja luta, pedindo-lhes que identifiquem se elas são de luta ou de briga (ver indicação de desenhos nas “Dicas”, no fim deste tema). Solicite a eles que Exiba um trecho de um desenho animado em que a luta é confundida com briga. Ao término, organize a turma em pequenos grupos e peça aos alunos que modifiquem o enredo, transformando as situações de briga em luta. Peça que exponham oralmente ou encenem o novo enredo. Registre os resultados em um caderno ou, se dispuser de justifiquem suas respostas considerando os conhecimentos adquiridos nos temas de luta abordados no 3° ano. recursos, filme as encenações e o debate. Dica: A pesquisa de vídeos pode ser feita na internet, digitando “desenhos animados de luta”. Sugerimos a exibição de trechos do filme Kung Fu panda 2. __________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ Assinatura da Coordenadora PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura Disciplina: Educação Física Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 5 PLANEJAMENTO ANUAL BIME STRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURS OS DIDÁTI COS TEMPO ESTIMADO (Nº DE AULAS) AVALIAÇÃO 1º - Dança s No passo do hip-hop (EF35EF09) Experimentar, recriar e fruir danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana, valorizando e respeitando os diferentes sentidos e significados dessas danças em suas culturas de origem. (EF35EF10) Comparar e identificar os elementos constitutivos comuns e diferentes (ritmo, espaço, gestos) em danças populares do Brasil e do mundo e danças de matriz indígena e africana. (EF35EF11) Formular e utilizar estratégias para a execução de elementos constitutivos das danças populares do Brasil e do mundo, e das danças de matriz indígena e africana. (EF35EF12) Identificar situações de injustiça e preconceito geradas e/ou • Conhecer a cultura do hip-hop e aprender estilos de dança de rua. • Reconhecer essa manifestação como uma dança do mundo. • Experimentar e fruir com estilos de danças de rua. Reúna os alunos em local adequado para a exibição do filme Ela dança, eu danço 2 (Step up 2: the streets), de 2008. O filme retrata a vida de uma dançarina de dança de rua (street dance) que, ao entrar para uma escola de artes elitizada, precisa lidar com um contexto controverso entre sua realidade e a vida no novo ambiente. Nesses conflitos, as batalhas de dança de rua assumem um destaque interessante. Selecione algumas cenas de momentos que exploram principalmente a dança. Toda- via, caso considere oportuno, exiba o filme completo. Ao final da exibição, reúna os alunos em roda e incentive o debate por meio de perguntas: “O que mais chamou sua atenção no filme?”, “Qual é o nome da dança representada?” 1. Peça aos alunos que escrevam sobre os estilos de dança de rua de que mais gostaram, justificando suas escolhas. 2. Assumindo que eles vivenciaram danças populares nos anos anteriores, sugira que identifiquem as principais diferenças entre essas danças e as de rua. As diferenças podem estar relacionadas com movimentos, vestimentas, local mais comum de prática, músicas, ritmos, entre outras possibilidades. Seria interessante elaborar um quadro com algumas dessas diferenças para expor na escola. 3. Reflita com os alunos sobre a importância de conhecer o contexto histórico das manifestações corporais aprendidas durante as aulas. Posteriormente, sugira a eles que escrevam as principais conclusões dessa conversa. presentes no contexto das danças e demais práticas corporais e discutir alternativas para superá-las. (dança de rua ou street dance), “Quais são suas principais características?” (movimentos fortes e desafiadores, executados com braço e pernas, envolvendo também saltos, giros e passos que provocam a quem assiste). Na primeira pergunta, permita que os alunos verbalizem suas impressões, o que sentiram diante do que viram, o que foi mais impressionante, o que não agradou, entre outras colocações. No filme, é possível observar os passos executados tanto sob a forma livre e de criação em momentos de lazer e até mesmo de intervenção (primeiras cenas do filme no metrô) quanto sob a forma de desafios ou batalhas disputadas no passos de dança. Caso não seja possível exibir o filme ou cenas dele, leve uma imagem de dança de rua para a aula e peça aos alunos que identifiquem elementos dessa manifestação, como vestimentas, movimentos, entre outros. Amplie as experiencias com as danças abordadas nos anos anteriores, destacando que a proposta deste momento é conhecer manifestações para além do contexto brasileiro. Maculelê • Experimentar e fruir o maculelê como uma manifestação afro-brasileira. • Reconhecer essa manifestação cultural como possibilidade de discutir o racismo e a resistência social Disponha os alunos em roda e apresente a ele um trecho da canção Certo dia na cabana um guerreiro, da Associação Capoeira Lagoa Azul. Seus versus retratam um pouco da lenda do maculelê, que versa sobre a defesa de um povo que foi comandada por um grande guerreiro com pedaços de pau em punho. Se possível, apresente o áudio da canção para alunos. Depois, conte a história do maculelê e relacione-a com a letra da música. Leia mais informações em “Análise e Compreensão”. 1. Com base nas vivencias com o maculelê, proponha as seguintes questões para os alunos. a) Quais sãoas principais características dessa manifestação cultural? b) Como foi aprender a coordenar as batidas dos pedaços de madeira? 2. Debata com os alunos sobre como a abordagem de uma dança afro-brasileira na escola pode auxiliar na superação da discriminação e do racismo. Depois, solicite a eles que escrevam um pequeno texto sobre o assunto com auxílio do professor de Língua Portuguesa. Uma proposta interdisciplinar pode ampliar as possibilidades de aprendizagem e aprofundar as experiencias com o tema explorado nas aulas de Educação Física. 2º - Ginást icas Ginástica Geral (EF35EF07) Experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de diferentes elementos da ginástica geral (equilíbrios, saltos, giros, rotações, acrobacias, com e sem materiais), propondo coreografias com diferentes temas do cotidiano. (EF35EF08) Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios na • Experimentar e fruir, de forma coletiva, combinações de diferentes elementos da ginástica geral • Planejar e utilizar estratégias para resolver desafios na execução de elementos básicos de apresentações coletivas de ginástica geral, Reúna os alunos para a exibição de um vídeo sobre ginástica geral que pode ser encontrado na internet. Sugerimos o link: Ginástica para todos 1. TV Escola. Depois da exibição, converse com eles sobre a ginástica geral, uma prática corporal que não têm caráter competitivo e que valoriza o prazer em sua execução. Oriente os alunos a realizar coreografias da ginástica geral e os fotografe durante a realização da atividade. É importante fotografar sequencias de vários movimentos. Depois, imprima as fotografias selecionadas dessas sequencias e as leve para a aula seguinte. Organize-os em grupos e distribua as fotos de modo que execução de elementos básicos de apresentações coletivas de ginástica geral, reconhecendo as potencialidades e os limites do corpo e adotando procedimentos de segurança. reconhecendo as potencialidades e os limites do corpo e adotando procedimentos de segurança. cada um deles receba sequencias de movimentos. Solicite aos alunos que façam um ou mais cartazes mostrando sequencias das coreografias fotografadas. A classificação da ginástica • Conhecer uma proposta de classificação da ginástica conforme suas intencionalidades. Forme uma roda e converse com os alunos sobre os tipos de ginástica que eles conhecem. Escreva na lousa o que eles mencionarem. Depois, faça um quadro com estas informações: Ginástica para a saúde, Ginástica para competição, Ginástica para demonstração. Peça aos alunos que indiquem a coluna do quadro em que deve entrar cada ginástica mencionada por eles. Nesse primeiro momento, não interfiram nas respostas deles, deixando-os fazer a classificação com base nas próprias experiencias. Anote os resultados do quadro e guarde-os para realizar a discussão ao final deste tema. Use folha de cartolina ou de papel pardo (ou a lousa) para reproduzir o quadro feito pelos alunos, em “Para começar”, com a classificação dos tipos de ginástica. Mostre aos alunos as respostas e peça-lhes que façam as correções necessárias. Finalizada a análise do quadro, converse com eles sobre as categorias da ginástica e seus objetivos. É importante que percebam as diferenças entre as categorias e identifique as caraterísticas comuns aos vários tipos de ginástica. 3º - Espor tes Esporte de rede/quadra dividida e parede de rebote/muro (EF35EF05) Experimentar e fruir diversos tipos de esportes de campo e taco, rede/parede e invasão, identificando seus elementos comuns e criando estratégias individuais e coletivas básicas para sua execução, prezando pelo trabalho coletivo e pelo protagonismo. • Identificar os elementos comuns da categoria esporte de rede e parede de rebote. • Vivenciar e experimentar atividades relacionadas aos esportes de rede- voleibol de quadra e vôlei sentado. Para introdução do tema, leve para aula cópias (se possível, ampliadas e coloridas) das fotografias da próxima página (ou impressões de imagens semelhantes obtidas na internet). Reúna os alunos em círculo e mostre-lhes as fotos. Enquanto as observam, incentive-os a identificar a principal característica que Solicite aos alunos o preenchimento de uma tabela, que compara as características das categorias da categoria de esporte de rede/quadra dividida com a de invasão ou territorial. Escreva-a na lousa ou providencie cópias dela para a turma. (EF35EF06) Diferenciar os conceitos de jogo e esporte, identificando as características que os constituem na contemporaneidade e suas manifestações (profissional e comunitária/lazer). (No 2° ano, foram vivenciados os esportes de invasão, bem como observadas as diferenças entre jogo e esporte. No 4° ano, os alunos participaram de esportes de campo e taco. Agora, no 5° ano, serão experimentados os esportes de rede/parede.) diferencia esses esportes dos vistos em anos anteriores, como boliche, atletismo, futebol, handebol e beisebol. Pergunte a eles: “O que há em comum nos esportes mostrados nessas fotografias?”. Espera-se que os alunos percebam a utilização de uma rede divisória entre os espaços do jogo (quadra, campo ou mesa). Caso eles sintam dificuldade em fazer essa identificação, incentive-os a encontrar o objeto que aparece nas cinco imagens (a rede). Classificaçã o dos esportes • Compreender o modelo de classificação dos esportes, • Efetuar a classificação de diferentes modalidades esportivas. Nosso propósito, neste momento, é realizar uma síntese das categorias esportivas contempladas durante os anos iniciais, bem como fundamentar o conceito de esporte e apresentar uma possibilidade de classificação das suas manifestações. Essa classificação inclui a categoria de esporte de combate ou lute e a de esporte técnico-combinatório ou estético, as quais não foram contempladas de forma específica pelo fato de a abordagem delas ocorrer a partir do terceiro ciclo da Base Nacional Comum Curricular (3ª versão). Portanto, esse momento é oportuno para explicar aos alunos a existência Solicite aos alunos que pesquisem em casa, com a participação dos familiares quais são as modalidades esportivas presente nos Jogos Olímpicos de Inverno e como ocorre o desenvolvimento de cada uma delas. Em seguida, oriente-os a classificar cada modalidade na categoria de esporte de acordo com o modelo de classificação trabalhado nas aulas. dessas duas categorias no modelo de classificação dos esportes adotados nesta coleção. Na categoria dos esporte de combate ou luta, podem ser citados como exemplos o judô, o boxe e a esgrima. Na categoria de esportes técnico- combinatórios ou estéticos, os exemplos são a ginástica artística, a ginástica rítmica e o nado sincronizado. Inicie o tema com uma retornada de todos os esportes que foram vivenciados nos anos anteriores. Peça aos alunos que relembre as modalidades vivenciadas, escrevendo-as na lousa. Caso eles não tenham tido contato com os conteúdos do primeiro volume desta coleção (1° e 2° anos), é importante resgatar todos os esportes trabalhados naqueles dois anos, bem como identificar as categorias nas quais cada um deles se enquadra? É provável que nessa conversa os alunos citem alguns conteúdos que não se enquadram como esporte. Essa ocorrência cria uma situação interessante para resgatar o conceito de esporte e recordar a diferença entre jogo e esporte. Ressalte que, para que uma prática corporal seja entendida como esporte, ela deve pertencera umaassociação, federação ou confederação, as quais estabelecem normatizações e regulamentos referentes a determinada modalidade esportiva. Essas instituições são responsáveis pela padronização das regras e pela organização de competições oficiais. Caso não surja tal situação, procure provocá-la pergunte aos alunos se algumas manifestações da cultura corporal são ou não esportes, tais como basquetebol, judô, queimada, capoeira, danças, atletismo, ginástica localizada etc. 4º - Brinc adeira s e Jogos Jogos africanos e indígenas (EF35EF01) Experimentar e fruir brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e africana, e recriá-los, valorizando a importância desse patrimônio histórico cultural. (EF35EF02) Planejar e utilizar estratégias para possibilitar a participação segura de todos os alunos em brincadeiras e jogos • Valorizar a cultura afro-brasileira e a indígena. • Conhecer e Vivenciar jogos afro- brasileiros e indígenas. Inicie a abordagem do tema propondo aos alunos uma conversa sobre a África e, na sequência, sobre os povos indígenas brasileiros. Em momento oportuno dessa discussão, estabeleça um vínculo entre esses dois assuntos, conforme sugerido mais adiante. Comece pela África: “Vocês já ouviram falar desse continente? Como ele é e o que tem lá?”, “Quando e por que os africanos vieram para o Brasil?”, “DE Forme grupos de cinco alunos e peça a eles que elaboram um vídeo sobre um dos jogos africanos ou indígenas de que mais gostaram. Nesse vídeo, eles devem recriar o jogo escolhido e apresentá-lo. Organize a apresentação dos vídeos e, na sequência, proponha a execução de um ou mais jogos recriados. O objetivo é levar os alunos a explicar as características desses jogos por meio de sua recriação, reforçando a populares do Brasil e de matriz indígena e africana. (EF35EF03) Descrever, por meio de múltiplas linguagens (corporal, oral, escrita, audiovisual), as brincadeiras e os jogos populares do Brasil e de matriz indígena e africana, explicando suas características e a importância desse patrimônio histórico cultural na preservação das diferentes culturas. (EF35EF04) Recriar, individual e coletivamente, e experimentar, na escola e fora dela, brincadeiras e jogos populares do Brasil e do mundo, incluindo aqueles de matriz indígena e africana, e demais práticas corporais tematizadas na escola, adequando-as aos espaços públicos disponíveis. que forma eles influenciaram a nossa cultura?”. A apresentação do vídeo sugerimos a seguir constitui uma estratégia interessante para ampliar os conhecimento dos alunos sobre a África: Um continente a ser lembrado. Geografia. Telecurso. Converse também com os alunos sobre os povos indígenas brasileiros: “Onde e como eles vivem?”, “O que tem acontecido com eles ao longo da história?”, “Quais são as contribuições desses povos para a nossa cultura?”. Caso tenha oportunidade, exiba o vídeo Índio do Brasil. Capítulo 1. Durante esse primeiro debate, lembre os alunos da discriminação e do preconceito contra os negros e os indígenas ainda mais presentes em nossa sociedade, Reforce para eles que as aulas deste tema enfatizam as contribuições dos povos africanos e indígenas na construção de brincadeiras. importância do patrimônio histórico-cultural. Jogos digitais • Conhecer os benefícios, os limites e os malefícios dos jogos digitais. • Transformar os jogos digitais em jogos reais. Inicie o debate sobre jogos digitais procurando saber a relação dos alunos com essa prática: “Vocês brincam com jogos digitais? Por quanto tempo?”. “Quais são os seus jogos preferidos?”, “Qual é a Forme grupos de quatro alunos e peça a eles que, em casa, pensem no jogo digital de que mais gostam e tentem transformá-lo em um jogo que possa ser realizado na quadra. Organize uma apresentação e diferença desses jogos para os outros que não são digitais?”. Após os questionamentos, organize a turma em grupos de seis alunos cada um e espalhe cartões em diferentes parte da quadra. Nesse cartões, devem estar escritos os benefícios e os malefícios dos jogos digitais. As letras que formam as palavras encontram-se embaralhadas. Exemplo: “CONÇORCNEÃTA” significa “CONCENTRAÇÃO”. Ao seu sinal, os grupos devem pegar um cartão de cada vez, escrever a palavra corretamente do outro lado do cartão e classificá-la como um benefício ou um maleficio. Quando todas as palavras forem classificadas, peça aos grupos que citem um benefício e uma malefício dos jogos digitais, justificando suas respostas. Para não ficar repetitivo, solicite a cada grupo que escolha sempre uma palavra não comentada. Enfatize que os jogos digitais proporcionam benefícios desde que praticados moderadamente. Instigue os alunos a praticar mais atividades físicas ao ar livre e a realizar brincadeiras com amigos e familiares. um tempo para vivenciar esses jogos na escola. 5° Lutas Variações dos elementos das lutas (EF35EF13) Experimentar, fruir e recriar diferentes lutas presentes no contexto comunitário e regional (EF35EF14) Planejar e utilizar estratégias básicas das lutas do contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana experimentadas, respeitando o colega como oponente e as normas de segurança. (EF35EF15) Identificar as características das lutas do contexto comunitário e regional e lutas de matriz indígena e africana, reconhecendo as diferenças entre lutas e brigas e entre lutas e demais práticas corporais. • Experimentar formas diversificadas de esquivas, imobilizações, agarramentos, equilíbrios e desequilíbrios associadas às lutas, para a conquista de objetos e território. • Transformar jogos de lutas. Retorne com os alunos os conceitos de lutas e as diferenças entre essa prática corporal e a briga. Sempre é bom atualizar esses saberes e as posturas de respeito presentes nesse conteúdo. Recorde os movimentos característicos das lutas, como equilíbrio, esquiva e imobilização, além da importância do respeito às regras, ao adversário e dos cuidados com a segurança/ Questione os alunos sobre possíveis formas de “lutar” com um colega. Por exemplo: agarrando, empurrando, tracionando, golpeando com toques e usando implementos. Se considerar oportuno, peça a uma dupla (de voluntários ou escolhidos por você) que demonstre alguns desses movimentos. Os demais alunos podem dar dicas, sugerir a correção de movimentos, ou seja, é desejável que todos participem. Avise-os de que nas aulas seguintes eles vão vivenciar novas possibilidades para realizar esses movimentos, ora apresentadas por você, ora transformadas ou criadas pela turma. Organize os alunos em pequenos grupos e peça a eles que criem jogos de lutas. Cada grupo deve nomeá-los, explicar o modo de jogar, o objetivo, as regras e as estratégias de jogo. Depois, acompanhe as apresentações das lutas. Durante as exibições (ou ao térmico delas), pergunte a eles quais elementos das lutas foram evidenciados no jogo. Se possível peça que descrevam o jogo em arquivo digital e o disponibilize na internet como forma de estimular o compartilhamento de conhecimentos. O público- alvo deles deve ser a comunidade escolar e local. A origem das lutas • Reconhecer histórias relacionadas ao surgimento das lutas Comece essa conversa com os alunos fazendo-lhes as seguintes perguntas: “Vocês acham que é possível conhecer a origem das lutas? Por que?”. Considere a opinião deles durante o debate e na formulação de novas perguntas como: “Oque os seres humanos da Pré-História precisavam fazer para obter alimentos?”, “É para se defender de outros povos?”, “Na Idade Média, quem protegia os castelos das invasões? De que forma?”. Registre as respostas em um caderno como referência para avaliação ao final das aulas deste tema. Conclua essa conversa com os alunos explicando-lhes que é possível ter uma ideia sobre a origem das lutas, bem como perceber a ressignificação desse conceito ao longo da história. Peça aos alunos que elaborem uma história em quadrinhos sobre a origem das lutas. Avalie os conceitos apresentados, exponha suas considerações e, se necessário, solicite correções. __________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ Assinatura da Coordenadora PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura Disciplina: Educação Física Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 6 PLANEJAMENTO ANUAL BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS DIDÁTICOS TEMPO ESTIMADO (Nº DE AULAS) AVALIAÇÃO 1º - Danças Danças Urbanas: Freestyle no hip- hop (EF67EF11) Experimentar, fruir e recriar danças urbanas, identificando seus elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos). (EF67EF12) Planejar e utilizar estratégias para aprender elementos constitutivos das danças urbanas. (EF67EF13) Diferenciar as danças urbanas das demais manifestações da dança, valorizando e respeitando os sentidos e significados atribuídos a eles por diferentes grupos sociais. Competências Gerais: 4, 9 e 10. Competências de Linguagens: 1 e 5. Competências de Educação Física: 7, 8, 10. • Conhecer as danças urbanas e valorizar essa manifestação cultural. • Experimentar e fruir os gestos e ritmos dessas danças, bem como os espaços em que elas são realizadas. • Diferenciar as danças urbanas de outros tipos de dança. Reúna os alunos em roda e inicie uma conversa sobre danças urbanas. Faça um levantamento do que eles sabem da prática. Incentive-os a refletir sobre elementos que caracterizam o espaço urbano, como prédios, calçadas, ruas, avenidas etc. Essa reflexão é fundamental para definição desse ambiente, uma vez que auxilia na compreensão do espaço urbano, ao destacar os principais elementos que integram essa paisagem. Em outro momento, explique que as danças urbanas são manifestações que emergem das ruas, as quais são consideradas espaços de produção cultural e artística. Ressalte para eles que essas práticas estão muito vinculadas ao saber e às vivências das periferias. Ao final da conversa, identifique com os alunos as diferenças e as semelhanças Solicite aos alunos que descrevam as principais características das danças urbanas, destacando como eles se sentiram ao praticá-las. Peça aos alunos que escreveram sobre o contexto de surgimento do movimento do movimento hip-hop, destacando seus principais pilares. entre as danças urbanas e outros tipos de danças, cimo as de salão (forró, salsa etc.) ou as populares (xaxado, frevo etc.). Dentro do espectro das danças urbanas, destacaremos neste tema o movimento hip-hop e o street dance. 2º - Ginásticas Ginásticas de Condicionamento físico (EF67EF08) Experimentar e fruir exercícios físicos que solicitem diferentes capacidades físicas, identificando seus tipos (força, velocidade, resistência, flexibilidade) e as sensações corporais provocadas pela sua prática. (EF67EF09) Construir, coletivamente, procedimentos e normas de convívio que viabilizem a participação de todos na prática de exercícios físicos, com o objetivo de promover a saúde. (EF67EF10) Diferenciar exercício físico de atividade física e propor alternativas para a prática de exercícios físicos dentro e fora do ambiente escolar. Competências Gerais: 1, 5, 7. 8 e 10. • Diferenciar os exercícios físicos das atividades físicas e compreender seus significados. • Vivências, experimentar e frui práticas corporais que envolvam as capacidades físicas. • Discutir sobre o acesso e a apropriação dos espaços públicos e privados para a prática da ginástica de condicionamento físico. Leve para aula cópia das imagens da página seguinte (preferencialmente coloridas) ou imprima fotos semelhantes, pesquisadas na internet, as quais contemplem situações de força, flexibilidade, agilidade, velocidade, resistência e equilíbrio na ginástica. Em roda, incentive os alunos a expressar a opinião deles sobre cada fotografia. Para motivar a participação do grupo, sugerimos algumas perguntas: “A qual esporte cada foto se refere?”, “O que vocês acham que esses esportes requerem dos atletas?”. As fotos mostram algumas capacidades físicas requeridas para a realização de movimentos técnicos em várias modalidades esportivas. Essas capacidades não são utilizadas somente nos esportes. Elas estão presentes na ginástica de condicionamento físico, muito utilizada por pessoas que buscam manter uma vida saudável e ativa. Elas também Solicite aos alunos que pesquisem imagens de pessoas realizando exercícios físicos ou atividades que evidenciam a utilização das capacidades físicas. Dedique uma aula para montar com eles um painel. Conclua estabelecendo relações entre os exercícios físicos e as atividades físicas e comentando como elas estão presentes no dia a dia. Competências de Linguagens: 4. Competências de Educação Física: 1, 3, 4, 5, 8 e 10. podem ser observadas em nosso dia-a-dia, como no trabalho em casa e na escola. Precisamos de força para levantar uma sacola no mercado, de resistência para caminhar até a escola, de flexibilidade para amarrar os sapatos, entre tantas tarefas do nosso cotidiano. 3º - Esportes Esportes de Precisão (EF67EF03) Experimentar e fruir esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo. (EF67EF04) Praticar um ou mais esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas e respeitando regras. (EF67EF05) Planejar e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tanto nos esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios como nas modalidades esportivas escolhidas para praticar de forma específica. (EF67EF06) Analisar as transformações na • Compreender os elementos da lógica interna do golfe que incluem na categoria de esportes de precisão. • Conhecer as regras, vivenciar a dinâmica do jogo e experimentar movimentos do golfe. • Criar possibilidades para a realização, de forma adaptada, do golfe no ambiente escolar. No 6º ano do Ensino Fundamental, abordaremos a modalidade golfe para tratar de esportes de precisão. Como essa categoria já foi apresentada aos alunos nos anos iniciais, será interessante iniciar relembrando suas características. Recorde com eles o que define um esporte como sendo de precisão, bem como suas modalidades esportivas. Proponha41 Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. ao grupo a seguinte questão: “Por que o futebol, o voleibol e o atletismo não são considerados esportes de precisão?”. Durante a abordagem desse tema, é importante evitar que os alunos incluam o golfe na categoria de esportes de campo e taco em razão do espaço físico em que é praticado e da utilização de tacos. Ressalte para eles que o objetivo do golfe é bem diferente do definido para o beisebol, o softbole o críquete Peça aos alunos que façam uma tabela indicando os esportes de precisão cujo objetivo é acertar o alvo e aqueles cujo objetivo é aproximar-se do alvo. organização e na prática dos esportes em suas diferentes manifestações (profissional e comunitário/lazer). (EF67EF07) Propor e produzir alternativas para experimentação dos esportes não disponíveis e/ou acessíveis na comunidade e das demais práticas corporais tematizadas na escola. (Nesta unidade temática serão abordados os esportes de precisão, esportes de invasão ou territoriais e esportes técnico-combinatórios. Os esportes de marca serão trabalhados no 7º ano). Competências gerais: 1, 3, 4 e 9. Competências de Linguagens: 2, 3 e 5. Competências de Educação Física: 2, 5, 6, 7, 8, 9 e 10. – nesses esportes, os jogadores rebatem a bola para longe dos adversários visando fazer o maior número de pontos, os quais são obtidos por meio de corridas. Sempre que for necessário esclarecer essa diferença, explique aos alunos que o golfe é uma modalidade individual, em que não há interação entre os adversários. A lógica desse esporte é centrada na comparação de desempenho dos jogadores, tendo como referencial a eficiência em acertar os alvos (buracos). Esportes técnico- combinatórios • Compreender os elementos da lógica interna da ginástica artística que a incluem na categoria de esporte técnico-combinatório. • Vivenciar elementos básicos e acrobacias da ginástica artística. • Possibilitar a realização, no ambiente escolar, do aparelho solo da ginástica artística Para este ano, escolhemos a ginástica artística para a abordagem da categoria técnico--combinatória. Inicialmente, é importante verificar os conhecimentos que os alunos têm da ginástica artística e dessa categoria. Verifique se eles conseguem identificar as características essenciais dos esportes técnico- combinatórios. Durante a conversa, cite exemplos de esportes que pertencem a essa categoria (ginásticas artística, rítmica e acrobática; surfe; skate; nado sincronizado; saltos ornamentais; patinação artística, entre outros). Explique que os esportes técnico-combinatórios são Proponha aos alunos as questões a seguir, solicitando que escrevam as respostas e, posteriormente, que as leiam para o grupo. Observe se eles assimilaram os conceitos relacionados com essas duas questões. a) Qual é a lógica interna dos esportes técnico- combinatórios? Quais são os objetivos da ginástica artística que a incluem nessa categoria? aqueles cuja lógica interna está focada na qualidade do desempenho do atleta ou de um grupo, na busca pelos movimentos perfeitos, os quais são previamente determinados por manuais e códigos de pontuação. Nesses esportes não ocorre interação entre os adversários. b) Como ocorre a competição da ginástica artística no aparelho solo? 2. Pesquise, na internet, vídeos de competições de ginástica artística feminina e masculina. Exiba os vídeos para os alunos e peça a eles que escrevam em um papel o nome dos aparelhos que aparecem nos vídeos. Em seguida, exiba-os novamente nomeando os aparelhos. Lógica interna dos esportes de invasão • Reconhecer os elementos que constituem a lógica interna dos esportes de invasão. • Compreender e atuar de forma autossuficiente nos diferentes papéis demandados nas fases ofensiva e defensiva dos esportes de invasão Inicie este tema perguntando aos alunos o que lhes vem à mente quando ouvem a expressão “esportes de invasão”. Em seguida, mostre- lhes as imagens a seguir de quatro modalidades de invasão e peça a eles que identifiquem e registrem os elementos que essas modalidades possuem em comum A intenção dessa conversa é levar a turma a refletir sobre as semelhanças das modalidades esportivas cujo objetivo é invadir a área de jogo (pode ser um campo, uma quadra ou mesmo uma piscina) da equipe Reúna os alunos em pequenos grupos e proponha as seguintes questões. 1. Como podemos diferenciar as situações de ataque e defesa em um esporte de invasão? 2. Quais são os princípios que as equipes precisam adotar para terem sucesso nas fases ofensiva e defensiva dos esportes de invasão? adversária para finalizar a jogada em um alvo, que pode ser uma cesta, uma baliza (também chamada de trave, goleira ou gol), ou cruzar a linha de fundo da equipe adversária com a posse da bola ou implemento similar (disco de frisbee, por exemplo). É importante também destacar que essas modalidades possuem uma estrutura bem parecida, marcada pelo jogo coletivo e pela necessidade de, ao mesmo tempo que se ataca um alvo, defender outro. A essa estrutura comum dá-se o nome de lógica interna 3. Citem o nome de três esportes de invasão 4º - Brincadeiras e Jogos Quais motivos levam uma pessoa a brincar com jogos eletrônicos? • Experimentar diferentes jogos eletrônicos em diferentes plataformas (consoles, smartphones, tablets e computadores). • Analisar, identificar e compreender os motivos que levam os diferentes grupos etários a optar por esse tipo de jogo. Retome com os alunos o conceito de jogos, os quais são considerados um fenômeno da cultura corporal. Lembre-os de que essa prática apresenta flexibilidade nas regras, que são adaptadas de acordo com os materiais, os espaços, o número de participantes etc. Eles estão presentes em festas, comemorações, confraternizações, momentos de lazer e diversão e também nas aulas de Educação Física, podendo, assim, ser competitivos, cooperativos ou recreativos (BRASIL, 1998 ; DARIDO; SOUZA JÚNIOR, 2013). Peça aos alunos que tirem foto de um jogo virtual realizado com seus familiares ou façam um desenho dele. Oriente-os a identificar cada um dos participantes (nome, idade e parentesco), a descrever o envolvimento de cada um na atividade e a explicar quais motivos os levariam a brincar novamente com esse jogo. Os jogos se manifestam em diferentes plataformas; uma delas é a eletrônica, como console, computador e celular. Os jogos eletrônicos fazem parte da cultura dos alunos e podem ser ressignificados para o uso no ensino contextualizado dos conteúdos da Educação Física. Esses jogos apresentam um grande potencial para construir os conhecimentos a partir do estímulo, da ludicidade, da interatividade, da reflexão sobre os erros cometidos, além de permitir o desenvolvimento da capacidade dos alunos em relação à leitura das tecnologias. Com base nesses conceitos, peça aos alunos que realizem uma pesquisa com duas pessoas mais velhas. Oriente-os a anotar a idade do pesquisado e a fazer as seguintes perguntas. a) Você brinca com algum jogo eletrônico? Se sim: Qual(is)? Se não: Por quê? b) Qual(is) o(s) motivo(s) de jogá-lo(s)? c) Por quanto tempo você costuma jogar diariamente? Marque uma data para a entrega da pesquisa e para montar um quadro com as informações obtidas. Os resultados da pesquisa vão depender do público-alvo e da utilização de tecnologias em seu contexto social. Classifique as respostas no quadro por grupos etários: 11 a 18 anos, 19 a 38 anos, 39 a 59 anos, a partir de 60 anos. Utilize o texto “Os usos dos jogos eletrônicos” a seguir para discutir com os alunos sobre os diferentes jogos que apareceram na pesquisa, os motivos que levam cada grupo a jogá-los (ou a ignorá-los) e o tempo que dispendem em sua prática (de acordo com a faixa etária). 5° Lutas Lutas Indigenas (EF67EF14) Experimentar, fruir e recriar diferentes lutas do Brasil, valorizando aprópria segurança e integridade física, bem como as dos demais. (EF67EF15) Planejar e utilizar estratégias básicas das lutas do Brasil, respeitando o colega como oponente. (EF67EF16) Identificar as características (códigos, rituais, elementos técnico- táticos, indumentária, materiais, instalações, instituições) das lutas do Brasil. • Reconhecer o papel das lutas em rituais da cultura dos povos indígenas. • Compreender e experimentar a dinâmica da luta ikindene da etnia indígena Kalapalo. • Identificar e adotar valores de respeito mútuo e solidariedade presentes nas lutas indígenas. Faça uma cópia da fotografia ao lado (preferencialmente, colorida), que mostra a luta huka-huka (ou ikindene) praticada pelo povo indígena Kalapalo, e leve-a para a aula. Peça aos alunos que a analisem e digam o que veem. Espera-se que eles identifiquem uma luta entre dois homens com proteção apenas nos pés e nos joelhos. Encorage-os a falar e levantar hipóteses sobre como eles pensam que é esse tipo de luta. A intenção é despertar a curiosidade e ajudá-los a reconhecer que as lutas também são uma forma de expressão cultural dos povos indígenas. No processo de avaliação, peça aos alunos que respondam às seguintes questões. 1. Quais são os objetivos que os lutadores devem cumprir para vencer a luta no ikindene? 2. Se os Kalapalo são considerados um povo pacífico, por que eles valorizam o ikindene, que é uma luta? 3. A ausência de um árbitro nas lutas de ikindene revela um importante aspecto dessa luta. Qual? (EF67EF17) Problematizar preconceitos e estereótipos relacionados ao universo das lutas e demais práticas corporais, propondo alternativas para superá-los com base na solidariedade, na justiça, na equidade e no respeito. Competências gerais: 1, 3, 4, 7 e 9 Competências de Linguagens: 2, 3 e 5 Competências de Educação Física: 2, 5, 6, 7 e 10 6° PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA Parkour (EF67EF18) Experimentar e fruir diferentes práticas corporais de aventura urbanas, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais. (EF67EF19) Identificar os riscos durante a realização de práticas corporais de aventura urbanas e planejar estratégias para sua superação. (EF67EF20) Executar práticas corporais de aventura urbanas, respeitando o patrimônio público e • Identificar elementos que caracterizam o parkour para dar significado a suas manobras e contextualizá-las como movimentos de uma modalidade de aventura. As práticas corporais de aventura integram o ser humano e a sua tecnologia ao meio natural e urbano. Seus adeptos procuram relacionar características e concepções do jogo no contexto do lazer, da competição e do lúdico com atividades de risco controlado e com a conscientização da necessidade de preservação ambiental, utilizando, principalmente, as energias da natureza como desafios a serem vencidos (FRANCO, 2008)21. Essa definição sintetiza a amplitude de um conteúdo diferente dos tradicionais e que, por ser ainda recente nas Estimule os alunos a refletir sobre as práticas de parkour com e sem competição. Nessa avaliação, peça-lhes que identifiquem e registrem as dificuldades e sensações vivenciadas por eles durante as atividades. É interessante frisar que as ações do praticante de parkour também são voltadas para a defesa pessoal. Proponha uma discussão sobre a utilizando alternativas para a prática segura em diversos espaços. (EF67EF21) Identificar a origem das práticas corporais de aventura e as possibilidades de recriá-las, reconhecendo as características (instrumentos, equipamentos de segurança, indumentária, organização) e seus tipos de práticas. Competências gerais: 3, 4, 7, 8, 9 e 10 Competências de Linguagens: 1, 2, 3, 4 e 5 Competências de Educação Física: 1, 2, 6, 7, 8 e 10 escolas, inspira muitos cuidados e atenção. Em razão disso, decidimos iniciar a abordagem por meio do parkour, uma modalidade simples e que exige pouco equipamento. Na roda inicial, antes de realizar as atividades práticas, pergunte aos alunos se eles já ouviram falar sobre o tema e se conhecem o significado da palavra parkour – termo que vem do francês e significa “percurso”. Para essa introdução, recomendamos a apresentação de um vídeo da prática da modalidade, facilmente encontrado na internet. Outra possibilidade é a exibição de cenas de filmes nas quais constam movimentos do parkour, ou seja, de manobras corporais que visam à superação de obstáculos. Movimentos desse tipo podem ser vistos em 007 – Cassino Royale (2006), B13 – As gangs do bairro 13 (2004) e Tracers, no limite (2015). Há também videogames de parkour, como o Free running, que recria os ambientes em que essas práticas podem ser realizadas. No fechamento da conversa, reforce a importância do respeito às diferenças individuais e aos limites de prática de parkour nas escolas e nas horas de lazer, direcionando a conversa para cuidados com segurança, educação ambiental (não estragar plantas) e ordem pública (não se movimentar em monumentos) cada um ao executar as atividades propostas. __________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ Assinatura da Coordenadora PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura Disciplina: Educação Física Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 7 PLANEJAMENTO ANUAL BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS DIDÁTICOS TEMPO ESTIMADO (Nº DE AULAS) AVALIAÇÃO 1º - Danças Danças Urbanas: o grafite no Hip- hop (EF67EF11) Experimentar, fruir e recriar danças urbanas, identificando seus elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos). • (EF67EF12) Planejar e utilizar estratégias para aprender elementos constitutivos das danças urbanas. • (EF67EF13) Diferenciar as danças urbanas das demais manifestações da dança, valorizando e respeitando os sentidos e significados atribuídos a eles por diferentes grupos sociais. • Competências gerais: 4, 9 e 10 • Competências de Linguagens: 1 e 3 • Competências de Educação Física: 7, 8 e 10 • Conhecer e valorizar o grafite como manifestação do hip-hop. • Experimentar e fruir movimentos, gestos e ritmos com base no grafite. • Diferenciar as danças urbanas de outras práticas. Faça cópias coloridas (e, preferencialmente, ampliadas) ou utilize um projetor para a exibição das imagens sugeridas na próxima página, produzidas pelo grafiteiro e muralista brasileiro Eduardo Kobra, cujas obras são reconhecidas em todo o mundo. Reúna os alunos em uma grande roda para que eles analisem e apreciem o trabalho desse artista. Ajude-os a elaborar o conceito de grafite – uma linguagem artística, que aborda uma diversidade de temas, e se manifesta nos espaços públicos urbanos, em paredes e muros. Os grafiteiros precisam de permissão das autoridades municipais para usar as áreas pública 1. Solicite aos alunos que pesquisem imagens na internet que representem pichação e grafite. Oriente-os a imprimi- las e colá-las no caderno ou em papel sulfite, separando-as em dois grupos distintos. 2. Peça aos alunos que escolham uma técnica de grafite para fazer um desenho inspirado nela. Além disso, a turma deve selecionar um tema para os trabalhos com base no que foi discutido em aula. Você pode sugerir alguns temas: “As mulheres no hip-hop”, “A dança como um pilar do hip-hop”, “A valorização da culturanegra”, entre outros. 2º - Ginásticas Ginástica de condicionamento físico: exercícios de resistência e flexibilidade (EF67EF08) Experimentar e fruir exercícios físicos que solicitem diferentes capacidades físicas, identificando seus tipos (força, velocidade, resistência, flexibilidade) e as sensações corporais provocadas pela sua prática. (EF67EF09) Construir, coletivamente, procedimentos e normas de convívio que viabilizem a participação de todos na prática de exercícios físicos, com o objetivo de promover a saúde. (EF67EF10) Diferenciar exercício físico de atividade física e propor alternativas para a prática de exercícios físicos dentro e fora do ambiente escolar. • Competências gerais: 2 e 4 • Competências de Linguagens: 2 e 3 • Competências de Educação Física: 2, 3 e 8 • Reconhecer e compreender princípios gerais do condicionamento físico e suas relações com as capacidades físicas flexibilidade e resistência. • Experimentar, fruir e compreender os significados das capacidades físicas flexibilidade e resistência por meio de práticas de exercícios de condicionamento físico. •Experimentar, reconhecer e interpretar as sensações corporais relacionadas à prática de exercícios físicos de flexibilidade e resistência. • Construir, coletivamente, procedimentos e normas de convívio que contribuam para o respeito às diferenças de corpos e performances físicas, bem como o acesso e a participação de todos em atividades ligadas No decorrer da vida, os seres humanos experimentam e incorporam às suas rotinas diversas atividades que de alguma forma impactam em transformações no corpo e, por conseguinte, resultam em diferentes performances. Algumas pessoas são mais fortes, outras mais rápidas, outras resistem por mais tempo ao esforço, outras são mais flexíveis, e assim por diante. Partindo desses pressupostos, proponha para a turma a seguinte questão: “Por quais motivos vocês acham que temos corpo e desempenho físico diferenciados uns dos outros?”. A proposta neste primeiro momento é de que seja feita uma sensibilização para o reconhecimento das diferenças corporais e de performances, sem, contudo, tratar essas diferenças como obstáculos para a prática de exercícios físicos. Elas também não devem ser transformadas em motivo para a estigmatização do corpo. Proponha aos alunos as seguintes questões. 1. O que é preciso fazer para melhorar as capacidades físicas resistência aeróbia e flexibilidade? 2. Como podemos melhorar as capacidades físicas resistência aeróbia e flexibilidade? ao condicionamento físico e à promoção da saúde. 3º - Esportes Esportes de marca (EF67EF03) Experimentar e fruir esportes de marca, precisão, invasão e técnico- -combinatórios, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo. (EF67EF04) Praticar um ou mais esportes de marca, precisão, invasão e técnico- - combinatórios oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas e respeitando regras. (EF67EF05) Planejar e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tanto nos esportes de marca, precisão, invasão e técnico-combinatórios como nas modalidades esportivas escolhidas para praticar de forma específica. (EF67EF06) Analisar as transformações na organização e na prática dos esportes em suas • Compreender os elementos da lógica interna do atletismo, que integra a categoria de esporte de marca. • Vivenciar movimentos de provas de salto do atletismo: saltos em distância, triplo e em altura. • Criar possibilidades para realização, de forma adaptada, do atletismo no ambiente escolar. Para a abordagem da categoria de esportes de marca, escolhemos o atletismo, pois essa modalidade é significativa para receber o tratamento pedagógico no ambiente escolar. Podemos destacar alguns aspectos para justificar essa escolha: o atletismo já era praticado desde os Jogos Olímpicos da Antiguidade, na Grécia; fez parte de todas as edições dos Jogos Olímpicos da Era Moderna; apresenta uma quantidade considerável de provas, o que aumenta a diversidade dos movimentos executados; permite a fácil adaptação do espaço físico escolar para sua prática e viabiliza a utilização de materiais alternativos para a vivência adaptada de suas provas. Ao introduzir o tema, pergunte aos alunos: “Quem se lembra de quais provas fazem parte do atletismo?”, “Dentro do grupo de corridas, quais provas podemos citar?”, “E do grupo de saltos e de arremesso/lançamentos?”, “Alguém sabe o nome de um 1. Peça aos alunos que expliquem a diferença da fase de impulsão (execução dos saltos) entre os saltos em distância e triplo. 2. Solicite a eles que descrevam a evolução das técnicas do salto em altura. 3. Proponha aos alunos a atividade seguinte. O atletismo brasileiro tem atletas que se destacaram na história dos Jogos Olímpicos. . diferentes manifestações (profissional e comunitária/lazer). (EF67EF07) Propor e produzir alternativas para experimentação dos esportes não disponíveis e/ou acessíveis na comunidade e das demais práticas corporais tematizadas na escola. (Nesta unidade temática serão abordados os esportes de marca, de invasão ou territoriais e os técnico- combinatórios. Os esportes de precisão foram trabalhados no 6o ano.) Competências gerais: 1, 3, 4 e 9 Competências de Linguagens: 1, 2, 3 e 5 Competências de Educação Física: 2, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 atleta famoso dessa modalidade esportiva?”. Esportes técnico- combinatórios • Compreender a lógica interna da ginástica rítmica, que a inclui na categoria de esporte técnico- combinatório. • Vivenciar a manipulação do aparelho bola dessa modalidade. • Criar possibilidades para a realização de uma coreografia em conjunto com o aparelho bola. No 7º ano, optamos pela ginástica rítmica para abordar os esportes técnico-combinatórios. Ao introduzir o tema, faça o levantamento do que os alunos sabem sobre essa modalidade esportiva. Questione-os sobre as características essenciais dessa categoria e peça a eles que citem esportes que dela fazem parte, como as ginásticas artística, rítmica e acrobática, o surfe, o skate, o nado sincronizado, os saltos ornamentais, a patinação artística, entre outros. A identificação dessas modalidades pode auxiliar na construção de um diagnóstico inicial. Na ginástica rítmica não há interação entre os adversários. Ela é classificada como esporte técnico- combinatório porque sua lógica interna está voltada para a qualidade do desempenho do atleta (ou de uma equipe) em sua busca pela perfeição dos movimentos, os quais são previamente determinados por manuais e códigos de pontuação. Peça aos alunos que pesquisem na internet vídeos que mostrem apresentações de conjuntos de bolas. Oriente-os a registrar suas impressões sobre as coreografias focando nos movimentos, nas vestimentas dos atletas, nos aparelhos utilizados e nas músicas escolhidas (ritmo). Esportes de invasão: futebol e futsal • Reconhecer a manifestação da lógica interna dos esportes de invasão por meio de Embora o futebol e o futsal sejam duas modalidades esportivas distintas, optamos por tratá-las de forma conjunta devido ao modo como elas se Organize a turma em grupos de três ou quatro alunos e peça a eles que façam uma pesquisa sobre vivências no futebol e no futsal. • Compreender e atuar de forma autossuficiente nos diferentes papéis nas fases ofensiva e defensiva desses esportes. entrecruzam e, por vezes,até se confundem em nosso cotidiano. Como ponto de partida, sugerimos que seja feito um exercício de reflexão com a turma sobre similaridades e diferenças entre o futebol e o futsal. Como exemplos de similaridades, os alunos podem dizer que ambos são esportes coletivos e jogados com os pés, que ocorre o enfrentamento simultâneo de duas equipes e que o objetivo de cada uma é marcar gols. Em contrapartida, as diferenças citadas podem estar relacionadas com o número de jogadores por equipe, o espaço de jogo, algumas regras etc. É importante esclarecer que, apesar de esses dois esportes serem distintos, eles podem ser tratados simultaneamente para fins de ensino em razão dos espaços disponíveis nas escolas e da grande similaridade estética entre essas modalidades esportivas. Não é por acaso que crianças jogam nas quadras aplicando algumas regras do futebol e citando jogadores que se destacam nesse esporte. Partindo desse entendimento, o termo “futebol” será usado de forma genérica durante o estudo deste tema, cabendo a você fazer adequações de acordo com a diferentes temáticas relacionadas ao futebol praticado por mulheres. Algumas sugestões de temas: • História da proibição do futebol feminino no Brasil • História da proibição do futebol feminino no mundo • História da seleção brasileira de futebol feminino • Competições de futebol feminino no Brasil e no mundo • Galeria de craques do futebol feminino no Brasil e no mundo • As desigualdades salariais de homens e mulheres no futebol • O futebol feminino nos clubes brasileiros • O profissionalismo no futebol feminino • A prática de futebol por mulheres como lazer • Meninas nas escolinhas de futebol • A prática de futebol por meninas na Educação Física escolar Para finalizar, peça aos alunos que apresentem realidade da comunidade escolar. os resultados de suas pesquisas para a turma. Se considerar oportuno, organize uma exposição para a escola e/ou comunidade. 4º - Brincadeiras e Jogos A evolução dos jogos eletrônicos (EF67EF01) Experimentar e fruir, na escola e fora dela, jogos eletrônicos diversos, valorizando e respeitando os sentidos e significados atribuídos a eles por diferentes grupos sociais e etários. (EF67EF02) Identificar as transformações nas características dos jogos eletrônicos em função dos avanços das tecnologias e nas respectivas exigências corporais colocadas por esses diferentes tipos de jogos. Competências gerais: 1, 4, 5 e 9 Competências de Linguagens: 3 e 6 Competências de Educação Física: 1, 9 e 10 • Experimentar diferentes jogos eletrônicos. • Refletir sobre a modernização dos jogos eletrônicos e o acesso a eles. • Conhecer e reconhecer as práticas corporais por meio dos jogos eletrônicos. Reflita com os alunos sobre os gêneros29 de jogos eletrônicos que eles mais conhecem e praticam. Nessa conversa inicial, é muito provável que sejam citados jogos relacionados com esportes. Aproveite essas citações para fazer os seguintes questionamentos: “Vocês conheceram algum desses esportes por meio dos jogos eletrônicos? Se sim, quais?”, “Depois de tê-los jogado, alguém sentiu vontade de vivenciá-los fora do ambiente virtual? Por quê?”. Caso os alunos não tenham vivenciado algum dos esportes citados, indague-os sobre as modalidades esportivas que eles gostariam de experimentar. Ressalte que muitos jogos virtuais são bem semelhantes aos esportes representados e que, por meio de sua prática, é possível ter uma ideia de como seria a vivência deles. A avaliação pode ser realizada em casa ou na sala de informática se houver uma na escola. Peça aos alunos que identifiquem um esporte que eles gostariam de conhecer por meio da prática de um jogo eletrônico. Oriente-os a anotar o nome do jogo e da modalidade esportiva, bem como o que eles aprenderam sobre o esporte. Se a atividade for feita em casa, além do computador, os alunos podem escolher outra plataforma de jogo (console, tablet, celular). Depois, marque um dia para a apresentação dos trabalhos. 5° Lutas Capoeira, uma luta brasileira (EF67EF14) Experimentar, fruir e recriar diferentes lutas do Brasil, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais. (EF67EF15) Planejar e utilizar estratégias básicas das lutas do Brasil, respeitando o colega como oponente. (EF67EF16) Identificar as características (códigos, rituais, elementos técnico- táticos, indumentária, materiais, instalações, instituições) das lutas do Brasil. (EF67EF17) Problematizar preconceitos e estereótipos relacionados ao universo das lutas e demais práticas corporais, propondo alternativas para superá- los, com base na solidariedade, na justiça, na equidade e no respeito. Competências gerais: 1, 3 e 9 Competências de Linguagens: 1, 2 e 3 Competências de Educação Física: 2, 5, 6, 7 e 10 • Experimentar a capoeira e conhecer as estratégias dessa luta. • Compreender seus valores, tais como o respeito ao oponente e os cuidados com a integridade física de todos, bem como refletir sobre os preconceitos relacionados com essa luta. • Valorizar a capoeira como expressão corporal integrante da cultura afro- brasileira. • Identificar características referentes à roda (instrumentos e organização), às vestimentas e às instalações (locais em que é realizada) Organize os alunos em círculo e, em seguida, proponha alguns questionamentos para iniciar o debate: “Vocês já lutaram capoeira ou conhecem alguém que a pratica?”, “Como essa luta é organizada?”, “Em que local ela pode ser realizada?”, “Quais são as vestimentas usadas pelos capoeiras? E os instrumentos?”. Nessa conversa, explore os conhecimentos dos alunos sobre a capoeira. Leve para a aula imagens e vídeos que os auxiliem nas respostas. Os textos propostos a seguir (de 1 a 5) vão ajudá-lo a introduzir o tema. É importante comentar que existem diferentes estilos de se Capoeira, uma luta brasileira Audiovisual • Áudio: Capoeira MATERIAL DIGITAL Sequências Didáticas • Os estilos de capoeira • A capoeira e sua cultura: das características à musicalidade Plano de Desenvolvimento Projeto Integrador • Capoeira e música Acompanhamento da aprendizagem 117 Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. praticar a capoeira e que suas características também variam. Os principais tipos são: capoeira Angola e capoeira regional. 1. Para avaliar os conhecimentos adquiridos pelos alunos sobre capoeira, faça-lhes as perguntas a seguir. a) Qual é a importância da capoeira para a cultura brasileira? b) Quem é considerado um “bom capoeira”? c) A capoeira é uma prática para todos? Por quê? d) Quais os dois principais estilos de capoeira? 2. Depois, peça aos alunos que desenhem uma roda de capoeira considerando a sua organização, os instrumentos, o local em que é realizada e os que dela participam 6° PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA Escalada artificial (EF67EF18) Experimentar e fruir diferentes práticas corporais de aventura urbanas, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais. (EF67EF19) Identificar os riscos durante a realização de práticas corporais de aventura urbanas e planejar estratégias para sua superação. (EF67EF20) Executar práticas corporais de aventura urbanas, respeitando o patrimônio público e utilizando alternativas para a prática segura em diversos espaços. (EF67EF21) Identificar a origem daspráticas corporais de aventura e as possibilidades de recriá- las, reconhecendo as características (instrumentos, equipamentos de segurança, indumentária, organização) e seus tipos de práticas. Competências gerais: 1, 2, 4, 6, 7, 8, 9 e 10 Competências de Linguagens: 1, 2, 3 e 4 • Identificar a escalada como prática corporal de aventura, bem como sua possibilidade de adaptação na escola. Antes das vivências, forneça aos alunos informações sobre montanhismo e escalada. Sugerimos a apresentação de fotos diversas sobre o tema, as quais podem ser obtidas na internet por meio de páginas de busca. Caso seja possível, selecione cenas de dois filmes para serem exibidas em classe: Risco total (Cliffhanger, 1993, direção: Renny Harlin) e Limite vertical (Vertical limit, 2000, direção: Martin Campbell). Há outras duas referências ainda mais específicas sobre esse tema, as quais divulgam conhecimentos sobre montanhismo e escalada: Cerro Torre – Grito de pedra (Cerro Torre – Schrei aus Stein, 1991, direção: Werner Herzog) e 127 horas (127 hours, 2010, direção: Danny Boyle). Outra opção é pedir aos alunos que façam uma pesquisa na internet sobre essa modalidade considerando informações relacionadas com segurança, riscos e equipamentos; com as técnicas usadas para o apoio dos pés e das mãos; com a preparação necessária para essa prática etc. Depois dessa pesquisa (ou da exibição de cenas dos filmes citados), questione os alunos sobre possíveis experiências de escaladas que eles ou pessoas 1. Peça aos alunos que expliquem a origem do slackline. 2. Peça a eles que descrevam algumas modalidades de slackline. 3. Peça aos alunos que respondam à seguinte questão: “Quais são os benefícios proporcionados por essas modalidades?”. Competências de Educação Física: 1, 2, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 conhecidas tiveram dentro e fora da escola: “Quais equipamentos são utilizados? Com que finalidade?”, “As escaladas podem ser feitas em locais fechados?”, “Elas são sempre para cima?”. Slackline • Identificar o slackline como prática corporal de aventura. • Revelar, por meio dessa prática, competências para o trabalho em equipe, liderança e tomada de decisão, bem como minimizar impactos ambientais. Apesar de ser uma modalidade recente, o slack line teve grande aceitação social e fácil adaptação para sua prática em diversos locais, urbanos ou não. Portanto, é provável que os alunos já tenham tido algum tipo de contato com essa modalidade. Nessa conversa inicial, faça um levantamento dos conhecimentos deles sobre a modalidade e de como a conheceram (internet, televisão, presencialmente). É importante saber se alguém já a praticou e, nesse caso, solicitar que compartilhe sua experiência com a turma. Questione os alunos sobre as características dessa modalidade, os locais em que ela pode ser realizada e sobre as principais manobras. Leve para a aula fotos ou vídeos sobre slackline pesquisados na internet. __________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ Assinatura da Coordenadora PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura Disciplina: Educação Física Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 8 PLANEJAMENTO ANUAL BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS DIDÁTICOS TEMPO ESTIMADO (Nº DE AULAS) AVALIAÇÃO 1º - Danças Danças de salão: bolero • (EF89EF12) Experimentar, fruir e recriar danças de salão, valorizando a diversidade cultural e respeitando a tradição dessas culturas. (EF89EF13) Planejar e utilizar estratégias para se apropriar dos elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos) das danças de salão. (EF89EF14) Discutir estereótipos e preconceitos relativos às danças de salão e demais práticas corporais e propor alternativas para sua superação. (EF89EF15) Analisar as características (ritmos, gestos, coreografias e músicas) das danças de salão, bem como suas transformações • Conhecer e valorizar as danças de salão como uma manifestação cultural relevante. • Experimentar, fruir e recriar essas práticas. • Experimentar gestos, espaços e ritmos dessas danças. • Discutir estereótipos e preconceitos relativos às danças de salão. Leve para a aula uma cópia (preferencialmente, colorida) da fotografia ao lado (ou de imagem semelhante, pesquisada na internet), que mostre um casal dançando bolero. Reúna os alunos em uma grande roda e solicite a eles que anotem no caderno o que veem, ou seja, as principais características observadas na dança retratada. Motive-os por meio de alguns questionamentos, como: “Quantas pessoas dançam? E de que forma (juntas ou afastadas)?”, “Como são as roupas e os calçados?”, “A dança ocorre ao ar livre ou em algum local fechado?”. Em seguida, explique ao grupo que se trata de uma dança de salão: uma prática feita em duplas e que recebe esse nome por ter sido originalmente desenvolvida nos salões das cortes europeias. Recupere as informações que os alunos anotaram no caderno e aproveite 1. Solicite aos alunos que descrevam quais foram as dificuldades enfrentadas em dançar a dois. Como é sincronizar um passo com o colega? É fácil dançar no mesmo ritmo? Estimule-os a explicar como eles se sentiram na aula e, se possível, promova uma roda de conversa sobre o assunto. 2. Quais são as principais características das danças de salão? O que as torna diferentes de outros estilos? 3. Peça aos alunos que descrevam o contexto de surgimento das danças de salão. históricas e os grupos de origem. Competências gerais: 3, 4, 9 e 10 Competências de Linguagens: 1, 2 e 5 Competências de Educação Física: 2, 7, 8 e 10 esses conhecimentos na construção dos saberes durante a aula. Aprofunde a discussão sobre as características dessa manifestação na seção a seguir. 2º - Ginásticas A ginástica de conscientização corporal (EF89EF07) Experimentar e fruir um ou mais programas de exercícios físicos, identificando as exigências corporais desses diferentes programas e reconhecendo a importância de uma prática individualizada, adequada às características e necessidades de cada sujeito. (EF89EF08) Discutir as transformações históricas dos padrões de desempenho, saúde e beleza, considerando a forma como são apresentados nos diferentes meios (científico, midiático etc.). (EF89EF09) Problematizar a prática excessiva de exercícios físicos e o uso de • Experimentar e fruir das ginásticas de conscientização corporal: relaxamento, meditação e automassagem. • Identificar as exigências corporais dessas práticas. Reúna-se com os alunos para verificar o conhecimento deles sobre as ginásticas de conscientização corporal. Para facilitar esse levantamento, leve para a aula cópias (preferencialmente, coloridas) das imagens a seguir ou imprima fotografias semelhantes pesquisadas na internet. Incentive o debate por meio de questionamentos relacionados com as imagens observadas pela turma: “A que atividades essas fotografias se referem?”, “Vocês conhecem alguém que pratica alguma delas?”, “Em que locais elas podem ser realizadas?”. 1. Peça aos alunos que expliquem o que são ginásticas de conscientização corporal e identifiquem seus principais objetivos. 2. Proponha aos alunos que pesquisem e descrevam dois tipos de ginásticas de conscientização corporal diferentes das vivenciadas em aula. Eles devem citar os objetivos e descrever as principais característicasde cada uma. 3. Peça que elaborem uma sequência de, pelo menos, cinco exercícios de um tipo de ginástica de conscientização corporal (as atividades podem ser medicamentos para a ampliação do rendimento ou potencialização das transformações corporais. (EF89EF10) Experimentar e fruir um ou mais tipos de ginástica de conscientização corporal, identificando as exigências corporais dos mesmos. (EF89EF11) Identificar as diferenças e semelhanças entre a ginástica de conscientização corporal e as de condicionamento físico e discutir como a prática de cada uma dessas manifestações pode contribuir para a melhoria das condições de vida, saúde, bem- estar e cuidado consigo mesmo. Competências gerais: 1, 4 e 8 Competências de Linguagens: 2 e 3 Competências de Educação Física: 2, 4 e 8 descritas e/ou desenhadas). Ginástica de condicionamento físico: exercícios de força e velocidade e riscos no uso de esteroides anabolizantes • Reconhecer e compreender princípios gerais do condicionamento físico e suas relações com as capacidades físicas força e velocidade. • Experimentar, fruir e compreender os significados das capacidades físicas força e velocidade por meio de práticas de exercícios de condicionamento físico. • Experimentar, reconhecer e interpretar as sensações corporais relacionadas com a prática de exercícios físicos de força e velocidade. • Construir, coletivamente, procedimentos e normas de convívio que contribuam para o respeito às diferenças de corpos e performances físicas, bem como para o acesso e a participação de todos em atividades Ao introduzir o tema, pergunte aos alunos se eles conhecem práticas corporais que requerem somente a capacidade física velocidade e outras que precisem apenas de força. Em seguida, questione-os se algumas das atividades citadas por eles exigem, simultaneamente, as capacidades velocidade e força, com o predomínio de uma delas, para a obtenção de um bom desempenho. É importante que os alunos percebam que há modalidades esportivas em que, em uma mesma equipe, um grupo de jogadores utiliza a força, enquanto em outro grupo, prevalece a velocidade. O futebol americano, por exemplo, conta com jogadores muito fortes, especializados em bloquear os adversários, e com atletas velozes, especializados nas corridas. 1. Proponha aos alunos as seguintes questões. a) Quais são os principais riscos vinculados ao uso de esteroides anabolizantes? b) Quais esportes ou práticas corporais têm na velocidade a capacidade física de destaque e quais têm a força como principal capacidade física? Cite três exemplos de cada tipo. 2. Peça aos alunos que apresentem ao menos um movimento de flexão e outro de extensão muscular, explicando os grupos musculares que são contraídos. ligadas ao condicionamento físico e à promoção da saúde. 3º - Esportes Esportes de rede/ quadra dividida (EF89EF01) Experimentar diferentes papéis (jogador, árbitro e técnico) e fruir os esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo. • (EF89EF02) Praticar um ou mais esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas. • (EF89EF03) Formular e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tanto nos esportes de campo e taco, rede/parede, invasão e combate como nas modalidades esportivas escolhidas para praticar de forma específica. • (EF89EF04) Identificar os elementos técnicos ou técnico- táticos individuais, combinações táticas, sistemas de jogo e • Compreender os elementos da lógica interna do badminton que o incluem na categoria de esporte de rede/quadra dividida. • Conhecer as regras, vivenciar o formato do jogo e experimentar movimentos dessa modalidade. • Criar possibilidades para praticar, de forma adaptada, o badminton no ambiente escolar. • Identificar modalidades esportivas da categoria esporte de rede/quadra dividida que utilizam implemento (raquetes). Na categoria de esportes de rede/quadra dividida ou parede/muro, a modalidade esportiva que se destaca em nosso país é o voleibol de quadra. Entretanto, nessa categoria há modalidades nas quais se utiliza um implemento (raquete) para rebater o objeto do jogo (bola, peteca), não ocorrendo contato do corpo do praticante com ele, como o tênis de campo e de mesa, o tênis de praia e o badminton. Também pertencem a essa categoria modalidades em que é utilizada uma parede para a qual a bola deve ser direcionada, ocorrendo posteriormente a rebatida do adversário, como o squash, a pelota basca e o raquetebol. Portanto, embora seja necessário reconhecer que esses esportes de muro/parede também façam parte da categoria, nesta unidade temática as atividades estão direcionadas para os esportes de rede/quadra dividida. Para iniciar a abordagem do tema, reúna os alunos e questione-os sobre a lógica interna dos esportes de rede/quadra dividida. Leve para a aula cópias das fotografias a seguir Proponha as seguintes questões aos alunos. 1. Quais semelhanças podem ser apontadas entre o badminton e o tênis de campo ou de mesa? 2. Quais diferenças podem ser apontadas entre o badminton e o voleibol de quadra ou de praia? regras das modalidades esportivas praticadas, bem como diferenciar as modalidades esportivas com base nos critérios da lógica interna das categorias de esporte: rede/parede, campo e taco, invasão e combate. • (EF89EF05) Identificar as transformações históricas do fenômeno esportivo e discutir alguns de seus problemas (doping, corrupção, violência, etc.) e a forma como as mídias os apresentam. • (EF89EF06) Verificar locais disponíveis na comunidade para a prática de esportes e das demais práticas corporais tematizadas na escola, propondo e produzindo alternativas para utilizá-los no tempo livre. (Nesta unidade temática, são abordados os esportes de rede/quadra dividida ou parede/ muro, esportes de invasão ou territoriais e esportes de campo e taco. Os esportes de combate (preferencialmente, coloridas) ou impressões de imagens semelhantes pesquisadas na internet. Peça a eles que tentem identificar estas quatro modalidades esportivas. Aproveite o momento para ressaltar a utilização de uma raquete para rebater a bola ou a peteca. Esportes de campo e taco • Compreender os elementos da lógica interna do críquete que o incluem na categoria de esportes de campo e taco. • Conhecer determinadas regras, experimentar movimentos do críquete e vivenciar a modalidade esportiva. • Criar possibilidades para a realização, de forma adaptada, desse esporte no ambiente escolar. A categoria de esportes de campo e taco é a que apresenta menor quantidade de modalidades quando comparada às demais categorias esportivas que constam no modelo de classificação adotado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC). É importante que os alunos aprendam seus conceitos e a experimentem a fim de compreendê-la melhor, propiciando a identificação das modalidades que se encaixam nessa categoria e o reconhecimento das diferenças em relação às demais categorias de esportes. Inicie a abordagem do tema perguntando aos alunos quem já participou do jogo de bete (também chamado de jogo de taco) e quais são seus objetivos. Caso seja necessário, relembre as regras básicas desse jogo. Leve para a aula cópias das fotografias a seguir (preferencialmente, coloridas)ou impressões de imagens Proponha aos alunos as seguintes questões. 1. Explique como é feita a pontuação no críquete. 2. Quais são os elementos que caracterizam o críquete como esporte de campo e taco? 3. Cite um esporte que tem elementos semelhantes aos do críquete. serão trabalhados no 9o ano.) • Competências gerais: 1, 3, 4 e 9 • Competências de Linguagens: 1, 2, 3 e 5 • Competências de Educação Física: 2, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 semelhantes pesquisadas na internet. Para incentivar o debate, proponha aos alunos alguns questionamentos relacionados com as fotografias: “A quais esportes elas se referem?”, “Eles são populares no Brasil? Por quê?”, “Quais são as semelhanças entre eles e o jogo de bete?”. Explique à turma que, assim como no jogo de bete, o objetivo das modalidades dessa categoria de esportes é rebater a bola lançada pelo jogador da equipe adversária o mais distante possível, para que os integrantes de sua equipe possam percorrer as bases (creases) e somar pontos. Essa corrida deve ser feita no intervalo de tempo em que os defensores não conseguem ter o domínio da bola. Esportes de invasão: handebol • Compreender um conjunto de regras e ações técnico-táticas do handebol que permitam a prática desse esporte. • Atuar de forma autossuficiente nos diferentes papéis nas fases ofensiva e defensiva dessa prática. O handebol é um esporte de invasão muito praticado em diversos países europeus, mas ainda pouco conhecido pelos brasileiros. Entretanto, observa- se uma presença relativamente consistente dessa modalidade nas aulas de Educação Física escolar. É importante que os alunos se apropriem de algumas regras e ações técnico-táticas do handebol para que tenham uma participação bem-sucedida nos jogos e maior interesse pela A resolução de situações-problema em representações gráficas do jogo de handebol é uma atividade interessante para avaliar os conhecimentos dos alunos sobre as demandas táticas dos subpapéis nas fases ofensiva e defensiva. Organize a turma em pequenos grupos (de modalidade. Para iniciar a abordagem do handebol, você pode fazer uma sondagem do conhecimento dos alunos sobre esse esporte. Incentive a participação de todos nessa conversa. Ao final, lembre-os de que o handebol, assim como o futebol e o futsal, também é um esporte de invasão, cujo objetivo é fazer circular a bola e avançar no campo do adversário a fim de finalizar no gol por meio de arremessos. quatro a cinco integrantes) para a solução de uma situação-problema. 4° Lutas Variações dos elementos das lutas do mundo (EF89EF16) Experimentar e fruir a execução dos movimentos pertencentes às lutas do mundo, adotando procedimentos de segurança e respeitando o oponente. (EF89EF17) Planejar e utilizar estratégias básicas das lutas experimentadas, reconhecendo as suas características técnico- táticas. (EF89EF18) Discutir as transformações históricas, o processo de esportivização e a midiatização de uma ou mais lutas, valorizando e respeitando as culturas de origem. • Realizar formas diversificadas de ataques e esquivas, imobilização, agarramento, equilíbrio e desequilíbrio, associadas a conceitos de diversas lutas do mundo. • Transformar jogos de lutas para conceituar a conquista de objetos e território. Debata com os alunos os conceitos de luta e o que a diferencia de briga. Ressalte que a ausência de regras, os sentimentos de raiva, ódio e a falta de respeito presentes na briga não podem ser tolerados. Repasse para eles os movimentos característicos da luta, como equilíbrio e desequilíbrio, esquiva e imobilização, relembrando-os da importância do respeito às regras e ao adversário, bem como dos cuidados com a segurança. Questione os alunos sobre possíveis formas de “lutar” com um colega, como por meio de agarramentos, de empurrões, de golpes com toques e de uso de implementos. Ao término da conversa, explique a eles que há outras possibilidades de realização desses movimentos, 1. Peça aos alunos que explique a origem do muay thai e identifiquem os golpes básicos dessa luta. 2. Pergunte: “Qual é a principal regra de segurança adotada nas aulas práticas?” Competências gerais: 1, 4, 6, 8, 9 e 10 Competências de Linguagens: 1, 2, 3 e 4 Competências de Educação Física: 2, 6, 7 e 10 as quais serão apresentadas por você ou transformadas (e criadas) pela turma no decorrer desta unidade temática. 5° PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA Arvorismo (EF89EF19) Experimentar e fruir diferentes práticas corporais de aventura na natureza, valorizando a própria segurança e integridade física, bem como as dos demais, respeitando o patrimônio natural e minimizando os impactos de degradação ambiental. (EF89EF20) Identificar riscos, formular estratégias e observar normas de segurança para superar os desafios na realização de práticas corporais de aventura na natureza. (EF89EF21) Identificar as características (equipamentos de segurança, instrumentos, indumentária, organização) das práticas corporais de aventura na natureza, bem como suas • Experimentar o arvorismo como modalidade de aventura recreativa que transita do ambiente terrestre para o aéreo, valorizando a segurança e integridade física pessoal e de terceiros. • Identificar algumas questões de preservação ambiental. Questione os alunos sobre como fariam para se deslocar entre árvores sem ter de descer de uma e subir em outra. Faça comparações com alguns animais – macacos, pássaros etc. Enquanto alguns animais possuem habilidade natural e constituição biológica, os seres humanos precisam usar a inteligência para desenvolver equipamentos que permitam esse tipo de deslocamento. Os pesquisadores têm papel importante na criação e montagem de estruturas nas copas das árvores. Nessa conversa inicial, proponha alguns questionamentos para incentivar o debate: “Como determinados animais se deslocam de uma árvore para outra? Qual é a razão desse deslocamento?”, “Como os humanos podem passar de uma árvore para outra sem descer delas? Por que motivo fazem isso?”. Há animais que utilizam as árvores para alimentação e proteção. Os mais conhecidos são os macacos, os esquilos, as Peça aos alunos que respondam às questões. 1. Explique a origem do arvorismo. 2. Qual é o papel dos obstáculos nessa prática? 3. De que modo as árvores são utilizadas? 4. O arvorismo é acessível às pessoas? Por quê? transformações históricas. Competências gerais: 1, 4, 6, 7, 8, 9 e 10 Competências de Linguagens: 1, 2, 3 e 4 Competências de Educação Física: 1, 2, 6, 7, 8 e 10 preguiças e os pássaros. A maioria dos mamíferos que usa árvores possui cauda para facilitar seu deslocamento. Em razão de sua estrutura física, os seres humanos precisam de equipamentos e de técnicas apropriadas para subir em árvores muito altas e passar Plataformas de arvorismo no Parque Ecológico Quedas do Rio Bonito, Lavras, MG, 2016. GEFF REIS/AGB PHOTO LIBRARY 182 Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. de uma para outra. Atualmente, além da coleta de alimentos, pesquisas científicas são realizadas nas copas dessas plantas. Depois de feitos esses esclarecimentos, explique aos alunos o que é o arvorismo (ou o arborismo) com base nas informações fornecidas. __________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ Assinatura da Coordenadora PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICAInstituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura Disciplina: Educação Física Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 9 PLANEJAMENTO ANUAL BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS DIDÁTICOS TEMPO ESTIMADO (Nº DE AULAS) AVALIAÇÃO 1º - Danças Danças de salão: o forró • (EF89EF12) Experimentar, fruir e recriar danças de salão, valorizando a diversidade cultural e respeitando a tradição dessas culturas. (EF89EF13) Planejar e utilizar estratégias para se apropriar dos elementos constitutivos (ritmo, espaço, gestos) das danças de salão. (EF89EF14) Discutir estereótipos e preconceitos relativos às danças de salão e demais práticas corporais e propor alternativas para sua superação. (EF89EF15) Analisar as características (ritmos, gestos, coreografias e músicas) das danças de salão, bem como suas transformações • Conhecer e valorizar as danças de salão como manifestações culturais relevantes, em especial, o forró. • Experimentar essa prática, bem como seus gestos, espaços e ritmos. • Valorizar o forró como dança de salão brasileira. Como o forró é bem conhecido em nosso país, apresente aos alunos uma seleção de canções com esse ritmo. Enquanto eles ouvem as músicas, incentive-os a participar dessa conversa inicial fazendo algumas perguntas: “Qual estilo de música está tocando?”, “Quem já dançou forró? É fácil ou difícil? Por quê?”, “Onde e quando as pessoas podem dançar esse ritmo?”, “Por que o forró é tão popular no Brasil?”. Essa conversa é importante para você fazer um levantamento do que os alunos sabem sobre o forró e levá-los a valorizar essa dança de salão muito apreciada pelos brasileiros. 1. Peça aos alunos que contextualizem a principal origem do termo forró. Ao final, eles devem fazer um relato de suas experiências prévias com a dança de salão. 2. Peça aos alunos que pesquisem (ou produzam) um vídeo que ensine algum passo de forró. Cada par deve reproduzir a composição escolhida. Por fim, promova uma exibição dos materiais pesquisados (ou produzidos) pelos alunos. históricas e os grupos de origem. Competências gerais: 3, 4, 9 e 10 Competências de Linguagens: 1, 2 e 5 Competências de Educação Física: 2, 7, 8 e 10 2º - Ginásticas Ginástica de conscientização corporal e de condicionamento físico: diferenças e semelhanças (EF89EF11) Identificar as diferenças e semelhanças entre a ginástica de conscientização corporal e as de condicionamento físico e discutir como a prática de cada uma dessas manifestações pode contribuir para a melhoria das condições de vida, saúde, bem- estar e cuidado consigo mesmo. Competências gerais: 1, 8 e 9 Competências de Linguagens: 2 e 3 Competências de Educação Física: 2, 3 e 7 • Conhecer e experimentar um tipo de ginástica de condicionamento físico e a antiginástica. • Discutir como a prática de cada uma dessas manifestações pode contribuir para a melhoria das condições de vida, saúde e bem-estar das pessoas. Inicie uma conversa com os alunos a fim de verificar o conhecimento deles sobre diferenças e semelhanças entre as ginásticas de conscientização corporal e as de condicionamento físico. As seguintes questões podem auxiliá-lo nessa introdução ao tema: “O que vocês entendem por ginásticas de conscientização corporal? Conhecem exemplos dessa prática?”, “Que características elas possuem que as diferenciam das ginásticas de condicionamento físico?”. Depois das considerações dos alunos, explique a eles que as ginásticas de conscientização corporal estão mais centradas no conhecimento do próprio corpo e do seu estado e que as de condicionamento físico estão mais focadas na repetição mecânica de exercícios, sem uma proposta de reflexão sobre o que acontece com o corpo e os sentidos. 1. Peça aos alunos que expliquem as principais diferenças entre as ginásticas de conscientização corporal e as de condicionamento físico. 2. Oriente-os a pesquisar um tipo de ginástica de conscientização corporal e um de condicionamento físico e peça a eles que indiquem ao menos uma vantagem na prática dos tipos de ginástica pesquisados. 3. Proponha aos alunos que, em casa, convidem um ou mais familiares para fazer a antiginástica, reproduzindo alguns dos movimentos vivenciados em aula. Em seguida, eles devem entrevistar seu(s) convidado(s) e anotar as respostas. Sugestões de perguntas: • “Você já conhecia ou havia praticado alguma ginástica de conscientização corporal?” • “Como você se sentiu ao realizar a antiginástica?” 3º - Esportes Esportes de rede/quadra dividida (EF89EF01) Experimentar diferentes papéis (jogador, árbitro e técnico) e fruir os esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo. (EF89EF02) Praticar um ou mais esportes de rede/parede, campo e taco, invasão e combate oferecidos pela escola, usando habilidades técnico-táticas básicas. (EF89EF03) Formular e utilizar estratégias para solucionar os desafios técnicos e táticos, tanto nos esportes de campo e taco, rede/parede, invasão e combate como nas modalidades esportivas escolhidas para praticar de forma específica. • Compreender os elementos da lógica interna do voleibol de quadra que o incluem na categoria de esporte de rede/quadra dividida. • Entender determinadas alterações das regras do voleibol de quadra ao longo de sua história. • Vivenciar o jogo de voleibol de quadra seguindo sua normatização em distintos períodos Para caracterizar essa categoria de esporte, decidimos abordar o voleibol de quadra, modalidade que constantemente sofre alterações em suas regras e/ou estruturas de jogo. Durante a chamada de presença, peça aos alunos que, em vez de responderem “presente”, digam um termo relacionado com o voleibol de quadra, como “saque”, “bloqueio”, “manchete”, “rede”, “bola” etc. Ao final da chamada, caso algum aluno desconheça determinada palavra, solicite a quem a citou que explique seu significado e, se necessário, acrescente alguma informação. Leve para a aula cópias (preferencialmente, coloridas) das fotografias a seguir ou imprima imagens semelhantes pesquisadas na internet. Mostre- as aos alunos e, em seguida, proponha alguns questionamentos para motivar a participação deles: “Para vocês, essas fotografias correspondem a Proponha aos alunos os seguintes registros. 1. Explique quatro diferenças entre o mintonette e o voleibol de quadra atual. 2. Cite duas alterações que ocorreram no voleibol de quadra devido à evolução da modalidade esportiva e duas relacionadas com interesses da mídia televisiva (EF89EF04) Identificar os elementos técnicos ou técnico-táticos individuais, combinações táticas, sistemas de jogo e regras das modalidades esportivas praticadas, bem como diferenciar as modalidades esportivas com base nos critérios da lógica interna das categorias de esporte: rede/parede, campo e taco, invasão e combate. (EF89EF05) Identificar as transformações históricas do fenômeno esportivo e discutir alguns de seus problemas (doping, corrupção, violência etc.) e a forma como as mídias os apresentam. (EF89EF06) Verificar locais disponíveis na comunidade para a prática de esportes e das demais práticas corporais tematizadas na escola, propondo e produzindo alternativas para utilizá-los no tempo livre. Competências gerais: 1, 3, 4 e 9 Competências de Linguagens: 1, 2, 3 e 5 um ou mais esportes?”;“Será que o voleibol sempre teve as regras atuais?”; “Por que vocês acham que as regras e o formato do jogo de voleibol mudam constantemente?”. Esportes de combate • Compreender os elementos da lógica interna do boxe que o incluem na categoria de esporte de combate. • Conhecer determinadas regras e experimentar movimentos do boxe. • Vivenciar o boxe de forma adaptada no ambiente escolar As práticas corporais presentes na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – brincadeiras e jogos, esportes, danças, ginásticas, lutas e aventura – apresentam interfaces em determinados elementos por pertencerem à cultura corporal de movimento, concepção da Educação Física adotada no documento. Em outras palavras, essas práticas corporais dialogam entre si e, em razão disso, determinados objetos de conhecimento podem se manifestar em mais de uma delas. É o que ocorre, por exemplo, com as ginásticas esportivas, que na BNCC estão inseridas na categoria de esportes técnico- combinatórios, ou com o skate e o surfe, que pertencem às práticas corporais de aventura. Entretanto, se considerarmos o processo de esportivização pelo qual essas duas últimas práticas passaram, elas poderiam pertencer também à categoria de esportes técnico- combinatórios. No caso dos esportes de combate, é preciso ter clareza de que se referem às lutas esportivizadas, ou seja, são um 1. Peça aos alunos que descrevam três movimentos do boxe que aprenderam nas atividades desenvolvidas em aula. 2. Oriente-os a elaborar um texto de dez a quinze linhas sobre a participação das mulheres em modalidades de esportes de combate. Competências de Educação Física: 2, 5, 6, 7, 8, 9 e 10 recorte no universo da prática corporal de lutas. Ao introduzir o tema, pergunte aos alunos se eles sabem quais esportes de combate (lutas) fizeram parte dos Jogos Olímpicos de 2016, realizados no Rio de Janeiro. Para facilitar essa identificação, leve para a aula cópias (preferencialmente, coloridas) das fotografias a seguir (ou imprima imagens semelhantes pesquisadas na internet) Esportes de invasão: basquetebol • Experimentar diferentes papéis (jogador, árbitro, técnico, espectador e profissional de imprensa) e fruir o esporte de invasão basquetebol, valorizando o trabalho coletivo e o protagonismo. • Praticar o basquetebol usando habilidades técnico- táticas básicas. • Compreender as interfaces estabelecidas entre o esporte, a sociedade, a cultura, o mercado e a mídia por meio do basquetebol. • Compreender o sistema de classificação É importante retomar com a turma a lógica interna dos esportes de invasão apresentada desde o 6o ano por meio dos princípios operacionais em situações de ataque (conservação da posse de bola, invasão do terreno adversário e finalização ao alvo) e de defesa (recuperação da bola, impedimento do avanço do adversário e da bola ao seu terreno e proteção do alvo). Relembre à turma que esses princípios orientaram as práticas do futebol, do futsal e do handebol nas séries anteriores e que agora eles vão ser aplicados ao basquetebol. A recapitulação e a estruturação dos conhecimentos construídos sobre os esportes de invasão são importantes para que a turma tome consciência das similaridades e possibilidades de transferência das estruturas A avaliação sobre os conhecimentos abordados nesta unidade temática pode ser registrada por meio de redações focadas nos seguintes temas. 1. Jogadores estrangeiros na NBA: o que isso tem a ver com a globalização? 2. O jogo a que assisto na televisão é o mesmo que eu veria no ginásio? 3. Sistema de classificação funcional e a democratização de acesso à prática esportiva. funcional adotado pelos esportes adaptados e ressignificá-lo considerando relações pautadas no respeito às diferenças. táticas de uma modalidade para a outra. 4° Lutas Variações dos elementos das lutas agarradas do mundo (EF89EF16) Experimentar e fruir a execução dos movimentos pertencentes às lutas do mundo, adotando procedimentos de segurança e respeitando o oponente. (EF89EF17) Planejar e utilizar estratégias básicas das lutas experimentadas, reconhecendo as suas características técnico- táticas. (EF89EF18) Discutir as transformações históricas, o processo de esportivização e a midiatização de uma ou mais lutas, valorizando e respeitando as culturas de origem. Competências gerais: 1, 4, 6, 8, 9 e 10 Competências de Linguagens: 1, 2, 3 e 4 • Realizar formas diversificadas de ataques e esquivas, imobilização, agarramento, equilíbrio e desequilíbrio associadas a conceitos de lutas agarradas do mundo. • Vivenciar situações motoras de jogos de lutas para conceituar a conquista de posições e a utilização de capacidades físicas específicas do conteúdo. Retome os conceitos de luta e as diferenças dessa prática esportiva em relação às brigas, nas quais há ausência de regras, sentimentos de ódio e falta de respeito com o outro. Lembre os alunos de que nas lutas são imprescindíveis o respeito às regras e ao adversário, bem como os cuidados com a segurança. Questione-os sobre possíveis formas de “lutar” com um colega, como por meio de agarramentos, empurrões, golpes desferidos com as mãos e as pernas etc. Ressalte que, nesta unidade temática, eles vão vivenciar novas possibilidades para a realização desses movimentos e que todos devem se proteger e cuidar do bem-estar dos colegas. 1. Faça as seguintes perguntas para os alunos. a) Como foi conhecer os limites do seu corpo e do corpo do colega no momento das atividades? b) Quais pontos fracos você utilizou para desestabilizar a defesa de seu adversário? 2. Peça aos alunos que citem três partes do corpo do oponente que não podem ser atacadas. Brazilian jiu-jitsu • Experimentar e fruir a execução dos movimentos do jiu- jítsu adotando procedimentos de segurança e respeitando o Reúna os alunos em círculo e pergunte a eles se já ouviram falar do jiu-jítsu brasileiro ou da família Gracie. Explique que essa luta veio do Japão e foi aperfeiçoada por essa família, sendo hoje reconhecida Proponha aos alunos as seguintes questões. 1. Quem desenvolveu o jiu-jítsu brasileiro? 2. O que os lutadores devem fazer antes e depois de um combate? Competências de Educação Física: 2, 4, 5, 6, 7 e 10 oponente. • Planejar e utilizar estratégias básicas típicas das lutas agarradas, reconhecendo suas características técnico-táticas. mundialmente como uma das mais eficientes e completas. Saliente que o jiu-jítsu pertence ao grupo das lutas agarradas e que eles vão realizar algumas técnicas de modo mais suavizado. Evidencie que na execução de cada movimento há uma filosofia, uma história e uma cultura. Peça a eles que observem as diferentes habilidades de cada colega durante uma disputa para compreenderem a importância da diversidade e do respeito nas atitudes 3. Qual é a principal diferença entre o jiu- jítsu e o muay thai? 4. Qual evento projetou o jiu-jítsu brasileiro na mídia mundial? __________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ Assinatura da Coordenadora