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PREFEITURA MUNICIPAL DE PICOS 
CNPJ: 02.289.047/0001-42 
Rua Monsenhor Hipólito, 1648m- Br. Canto da Várzea 
CEP: 64.600-152 – Picos – PI / Fone: (89) 2433-5516 
E-mail: educacaopicos13@gmail.com – Facebook: Seme Picos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
UM NOVO OLHAR NAS AULAS REMOTAS DE 
EDUCAÇÃO FÍSICA NA LUZ DA BNCC, PÓS 
PANDEMIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Picos- PI 
2020 
mailto:educacaopicos13@gmail.com
PREFEITURA MUNICIPAL DE PICOS 
CNPJ: 02.289.047/0001-42 
Rua Monsenhor Hipólito, 1648m- Br. Canto da Várzea 
CEP: 64.600-152 – Picos – PI / Fone: (89) 2433-5516 
E-mail: educacaopicos13@gmail.com – Facebook: Seme Picos 
 
Plano de Curso de Educação Física – 2020 
Aprendendo em Movimentos 
 
Compõem a área de conhecimento de linguagens, por meio do movimento, promove a 
conscientização do corpo e do senso coletivo, utilizando-se de manifestações esportivas, 
ginásticas, danças, jogos e lutas. 
Com as propostas dos jogos e brincadeiras, as crianças desenvolvem a coordenação 
motora, aprendem a lidar com aceitações, frustações, competitividades, cooperação e 
coletividades. Nesta fase, tem a oportunidade de propor atividades com conteúdo de outras 
áreas do conhecimento com os desafios do conhecimento nas três dimensões do saber: 
cognitivo, motor e afetivo. 
Segundo o professor Igor Armbrust (2019) em uma entrevista para uma revista, declarou 
sobre a Educação Física seria que “contribuição da disciplina para formação da criança é 
riquíssima e servirá de base para desenvolver competências e habilidades fundamentais para 
formação integral dos alunos”. 
Portanto a Educação Física nas escolas deve proporcionar, por meio das práticas 
corporais a igualdade de oportunidades a reflexão crítica a inclusão, e o respeito as diferenças, 
sejam elas étnica, religiosas, sociais ou de gênero. 
Temáticas que serão abordadas: 
Danças - Delimitações das habilidades; 
Ginásticas - Dimensões do conhecimento; 
Esportes -Pesquisa, elaboração e construção de conteúdos e sugestões de 
Atividades; 
- Elaboração da sequência didática. 
Danças – Maio e Junho (Bimestre) 
Ginastica - 
 
Brincadeiras e Jogos – 6º Ano. 
 
 
 
 
 
mailto:educacaopicos13@gmail.com
PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 
Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos 
Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura 
Disciplina: Educação Física 
Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 1 
 
PLANEJAMENTO ANUAL 
BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS 
DIDÁTICOS 
TEMPO 
ESTIMADO 
(Nº DE 
AULAS) 
AVALIAÇÃO 
1º - Danças As 
Brincadeiras 
cantadas: 
movimentos e 
sons 
(EF12EF11) Experimentar 
e fruir diferentes danças do 
contexto comunitário local 
e regional (brincadeiras 
cantadas, rodas cantadas, 
brincadeiras rítmicas e 
expressivas) e recriá-las, 
respeitando as diferenças 
individuais e de 
desempenho corporal. 
(EF12EF12) Identificar os 
elementos constitutivos 
(ritmo, espaço, gestos) das 
danças do contexto 
comunitário e regional, 
valorizando-as, sem 
preconceitos de qualquer 
natureza 
• Vivenciar e 
reconhecer as 
brincadeiras cantadas 
com base nos saberes 
da família e da 
comunidade. 
• Ampliar os 
conhecimentos sobre 
essas manifestações 
culturais. 
• Experimentar os 
gestos e os ritmos que 
são tematizados com 
essas brincadeiras. 
 
Disponha os alunos em roda e 
converse com eles sobre as 
brincadeiras cantadas que 
conhecem e onde costumam 
brincar. Incentive-os a falar 
com quem aprenderam as 
brincadeiras e se conhecem 
outros modos de brincar. 
Caso algumas dessas 
brincadeiras sejam 
desconhecidas do grupo, peça 
aos alunos que as 
mencionaram que as ensinem 
aos demais. Se eles citarem um 
grande número de 
brincadeiras, peça-lhes que 
escolham algumas delas para 
serem exploradas na aula. Se 
necessário, ajude-os nessa 
seleção. 
Brinque com os alunos e 
incentive-os também a brincar 
sozinhos. Atente para questões 
de segurança no espaço 
destinado à atividade (degraus 
que podem causar acidentes, 
quinas, postes etc.). Ao final 
 1. Peça aos alunos 
que façam um desenho 
para registrar o que 
aprenderam nas aulas. 
Oriente-os a usar lápis 
de cor para pintar o que 
mais gostaram. 
2. Incentive os 
alunos a lhe dizer o que 
aprenderam nas aulas de 
dança, procure saber o 
que foi mais difícil fazer 
e por quê. 
3. Escreva na 
lousa a letra da cantiga 
“Corre cutia”. Os 
alunos devem copiar a 
letra em uma folha e 
fazer o desenho das 
palavras que estiverem 
faltando. 
da atividade, disponha 
novamente os alunos em roda 
e pergunte como eles se 
sentiram enquanto brincavam. 
Quais eram as brincadeiras 
mais conhecidas? Todos 
brincaram com o mesmo 
entusiasmo? 
A partir dessa mobilização 
inicial, proponha novas 
possibilidades para a 
realização de determinada 
brincadeira. 
A 
importância 
do ritmo e as 
brincadeiras 
cantadas 
• Experimentar 
gestar em diferentes 
ritmos. 
• Identificar e 
diferenciar o ritmo 
nas brincadeiras 
cantadas. 
• Compreender o 
ritmo como um dos 
elementos 
fundamentais dessas 
brincadeiras. 
Disponha os alunos em roda. 
Diga para eles que o tema 
principal da aula é “ritmo”. 
Para ajudá-los a compreender 
o significado do tema, 
disponibilize músicas com 
ritmos diferentes e peça-lhes 
que tentem identificá-los. 
Não é o momento de 
classificar acertos e erros, mas 
de explorar os conhecimentos 
dos alunos sobre o tema. 
 
2º - 
Ginásticas 
Os elementos 
básicos da 
ginástica: 
deslocamento 
e equilíbrios 
(EF12EF07) 
Experimentar, fruir e 
identificar diferentes 
elementos básicos da 
ginástica (equilíbrios, 
saltos, giros, rotações, 
acrobacias, com e sem 
materiais) e da ginástica 
geral, de forma individual e 
em pequenos grupos, 
adotando procedimentos 
de segurança 
• Experimentar e 
identificar os 
elementos básicos da 
ginástica: 
deslocamentos e 
equilíbrios. 
Converse com os alunos sobre 
o que eles entendem por 
deslocamentos e equilíbrios. 
Incentive-os a citar exemplos 
do dia a dia que retratam esses 
dois termos. 
Caso eles tenham dificuldade 
em citar exemplos, pergunte-
lhes o que precisam fazer para 
ir à escola. (Possibilidades de 
respostas: sair de casa, andar e 
pegar o ônibus escolar). 
Associe as respostas com 
 
(EF12EF08) Planejar e 
utilizar estratégias para a 
execução de diferentes 
elementos básicos da 
ginástica e da ginástica 
geral. 
(EF12EF09) Participar da 
ginástica geral, 
identificando as 
potencialidades e os limites 
do corpo, e respeitando as 
diferenças individuais e de 
desempenho corporal. 
(EF12EF10) Descrever, 
por meio de múltiplas 
linguagens (corporal, oral, 
escrita e audiovisual), as 
características dos 
elementos básicos da 
ginástica e da ginástica 
geral, identificando a 
presença desses elementos 
em distintas práticas 
corporais. 
deslocamentos (Sair de casa, 
andar e pegar o ônibus) e 
equilíbrios (andar). Além 
desses, você pode ajudá-los a 
se lembrar também dos 
deslocamentos e equilíbrios 
que executam dentro de um 
ambiente. 
Procure saber quais 
deslocamentos eles acham 
mais difíceis: andar de frente, 
de costas ou de lado? É mais 
fácil equilibrar-se com o pé 
direito no chão e o esquerdo 
levantado ou vice-versa? Faz 
diferença levantar um dos pés 
para a frente ou para trás na 
busca por equilíbrio? 
Esclareça que os 
deslocamentos podem ser 
realizados em várias direções 
(para a frente, para trás ou para 
o lado) e de várias formas 
(rápido ou lento, por 
exemplo). Os equilíbrios 
também podem ser alcançados 
de diversas formas: com os 
dois pés no chão, com apenas 
um deles no chão, com o apoio 
dos braços abertos, entre 
outras possibilidades. 
Os elementos 
básicos da 
ginástica: as 
acrobacias 
• Compreender que 
as acrobacias fazemparte dos elementos 
básicos da ginástica. 
• Identificar e 
experimentar as 
acrobacias básicas: 
Nessa conversa inicial, 
procure saber o que os alunos 
conhecem sobre as acrobacias. 
Há movimentos acrobáticos 
que são identificados por 
outros nomes na linguagem 
popular. Os rolamentos, por 
 1. Os conteúdos 
de cada tema podem ser 
registrados por meio de 
desenhos, imagens 
utilizadas nas aulas ou 
mesmo fotos feitas 
rolamento para a 
frente e para trás e a 
roda no solo. 
exemplo, são muitas vezes 
conhecidos como 
“cambalhotas”, e a roda no 
solo, como “estrela”. 
Pergunte se alguém já praticou 
essas acrobacias. Se sim, 
onde? Por quê? Se houver 
respostas positivas, solicite 
aos alunos que falem sobre 
suas experiencias com esses 
movimentos. 
Relacione as acrobacias com 
os vários tipos de ginástica: 
rítmica, artística, acrobática e 
geral. 
Oriente os alunos sobre os 
movimentos básicos que eles 
vão realizar: os rolamentos 
para frente e para trás e a roda. 
durante a 
experimentação. 
2. Construa um 
varal na sala de aula e 
utilize pregadores para 
fixar desenhos ou fotos 
conforme o andamento 
das aulas. 
3. Ao final (ou 
mesmo no início) de 
cada aula, organize uma 
roda de discussão de 
discussão sobre o que os 
alunos reconhecem nas 
imagens do varal, quais 
são os objetos do 
conhecimento 
desenvolvidos nas 
atividades, o que eles se 
lembram das aulas 
anteriores e o que 
realizaram fora da 
escola. Se possível, 
prepare um quadro de 
anotações individuais e 
coletivas para poder 
avaliar o conhecimento 
adquirido. 
3º - Esportes No mundo dos 
esportes 
(EF12EF05) Experimentar 
e fruir, prezando pelo 
trabalho coletivo e pelo 
protagonismo, a prática de 
esportes de marca e de 
precisão, identificando os 
elementos comuns a esses 
esportes. 
(EF12EF06) Discutir a 
importância da observação 
• Conhecer a 
diversidade das 
modalidades 
esportivas. 
• Perceber que há 
uma grande variedade 
de modalidades 
esportivas, praticadas 
em diferentes espaços 
físicos por meio da 
Par que os alunos entendam a 
diversidade no esporte, 
aproveite esse contato inicial 
para questioná-los sobre a 
modalidade esportivas que 
conhecem, os diferentes locais 
em que elas podem ser 
praticadas, como quadras, 
campos, piscinas; os tipo de 
materiais utilizados, como 
 Peça aos alunos que 
desenhem e pintem seu 
esporte preferido e, 
depois, contem para a 
turma o que sabem 
sobre esse esporte, bem 
como sua experiencia 
com ele. O propósito 
desta atividade, 
mediada por você, é 
das normas e das regras dos 
esportes de marca e de 
precisão para assegurar a 
integridade própria e as dos 
demais participantes. 
(Nesta unidade temática, 
serão abordados apenas os 
esportes de precisão. Os 
esportes de marca serão 
trabalhados no 2° ano.) 
utilização de 
materiais diversos. 
• Entender que pode 
haver representação 
individual ou coletiva 
de clubes (equipes) e 
países. 
• Experimentar e 
vivenciar o futebol 
em campo reduzido. 
bolas, discos, tacos, patins, 
raquetes; e se a prática da 
modalidade é individual ou 
coletiva, entre outras 
particularidades. 
Leve para a aula fotografias 
relacionadas com várias 
modalidades esportivas (veja 
sugestões a seguir). Peça aos 
alunos que as observem e, em 
seguida, proponha alguns 
questionamentos: “Quais 
esportes têm apenas uma 
pessoa na equipe e quais têm 
mais pessoas?”, “Os jogadores 
utilizam alguma proteção para 
não se machucar?”. 
Ao finalizar essa introdução, 
comente com os alunos sobre 
os esportes mostrados nas 
fotografias que eles 
desconhecem: informe-os 
sobre os locais em que são 
praticados, os materiais 
usados, serão esportes 
individuais ou coletivos e se 
exigem equipamentos de 
proteção. 
levá-los a refletir sobre 
determinado esporte, 
possibilitando uma 
troca maior de 
informações e 
experiencias. 
Esportes de 
precisão 
• Identificar 
modalidades 
esportivas nas quais 
o principal objetivo é 
ter boa precisão no 
movimento para 
acertar um alvo ou 
determinados objetos 
(arco-flexa, tiro ao 
Primeiro, explique aos alunos 
que, em determinados 
esportes, o mais importante 
não é ter habilidade com a 
bola, força, velocidade ou 
formar um time entrosado, 
mas a precisão, que também 
pode ser chamada de pontaria 
ou mira. Há esportes, como o 
basquetebol, o voleibol ou o 
 Leve para a aula cópias 
das figuras sugeridas a 
seguir (algumas delas 
são de esportes de 
precisão; outras, não). 
Peça aos alunos que 
pintem somente as 
figuras que se referem 
aos esportes de 
precisão. Depois 
alvo, boliche, entre 
outras). 
• Denominar 
esportes cujo 
objetivo é fazer com 
que um objeto do 
jogo se aproxime o 
máximo possível de 
outro objeto ou alvo 
(bocha, curling) ou 
realizar o menor 
número possível de 
tacadas para fazer 
uma bola pequena e 
maciça entrar em 
uma sequência de 
buracos (golfe). 
• Experimentar e 
vivenciar 
movimentos de 
lançamento com os 
membros superiores. 
futebol, em que a pontaria 
também é necessária, porém 
não se caracteriza como o foco 
dessas modalidades. 
Leve para a aula fotografias 
semelhantes às sugeridas a 
seguir para construir com os 
alunos conceitos referentes ao 
significado de pontaria ou 
mira. 
Aproveite esse momento de 
observação das fotografias 
para fazer perguntas aos 
alunos, motivando a 
participação deles no debate. 
Proponha estas situações: 
a) “Quando uma pessoa 
lhe dá o conselho: ‘Se mirar 
naquela direção, você não vai 
errar!’, o que dizer?” (Espera-
se que os alunos mencionem a 
importância da concentração e 
da precisão para obter um bom 
resultado na tarefa proposta); 
b) “Se o conselho for: 
‘Você precisa melhorar a 
pontaria, senão não vai acertar 
nunca’, o que isso significa?” 
(Espera-se que apontem a 
necessidade de melhor 
concentração e precisão para o 
desenvolvimento da atividade 
Incentive os alunos a levantar 
hipóteses: “O que vocês 
entendem por mira ou 
pontaria?”; “Quem prática 
futebol, basquete ou vôlei 
precisa ter boa mira ou 
verifique os registros 
feitos por eles. 
Se considerar oportuno, 
estimule-os a levar essa 
avaliação para casa, 
mostrá-la aos seus 
familiares e lhes 
explicar a razão de 
algumas figuras não 
estarem pintadas. 
Imagens relacionadas 
com esporte de 
precisão: golfe, arco e 
flecha, boliche, bocha 
para cadeirantes e 
sinuca. 
pontaria? Por quê?”; “Quais 
modalidades esportivas vocês 
acham que existem de seus 
praticantes o aperfeiçoamento 
da pontaria? Vamos tentar nos 
lembrar de alguns desses 
esportes?”. 
Pode ser que algum aluno se 
lembre de uma atividade que 
não seja modalidade esportiva, 
como arremesso de uma argola 
em caixas de fosforo ou de 
bolas na bola de um boneco 
que representa um palhaço. De 
fato, é preciso ter boa pontaria 
para acertar a boca do boneco, 
mas aproveite essas respostas 
para introduzir elementos do 
conceito de esporte. Faça essa 
introdução de forma bem 
simplificada, ou seja, comente 
que nem todas as práticas 
corporais podem ser 
consideradas esporte, pois, 
para que isso ocorra, é 
necessário normatizar as suas 
regras e as modalidades 
pertencer a uma intuição, 
como federação ou 
confederação desportiva. 
4º - 
Brincadeiras 
e Jogos 
As 
brincadeiras e 
os jogos da 
cultura 
popular 
(EF12EF01) 
Experimentar, fruir e 
recriar diferentes 
brincadeiras e jogos da 
cultura popular presentes 
no contexto comunitário e 
regional, reconhecendo e 
respeitando as diferenças 
• Conhecer, 
reconhecer e 
vivenciar as 
brincadeiras e os 
jogos da cultura 
popular, no contexto 
comunitário, como 
Expliquem aos alunos o que 
são as brincadeiras e os jogos 
da cultura popular, ressaltando 
que eles existem há muito 
tempo e que, provavelmente, 
seus pais, avós e até mesmobisavós já os vivenciaram 
quando crianças. Diga-lhes, 
 A pesquisa feito 
anteriormente com os 
familiares também é um 
excelente registro. 
Ao final deste tema, é 
importante que os 
alunos tenham 
aprendido o que são os 
individuais de desempenho 
dos colegas. 
(EF12EF02) Explicar, por 
meio de múltiplas 
linguagens (corporal, 
visual, oral e escrita), as 
brincadeiras e os jogos 
populares do contexto 
comunitário e regional, 
reconhecendo e 
valorizando a importância 
desses jogos e brincadeiras 
para suas culturas de 
origem. 
(EF12EF03) Planejar e 
utilizar estratégias para 
resolver desafios de 
brincadeiras e jogos 
populares do contexto 
comunitário e regional, 
com base no 
reconhecimento das 
características dessas 
práticas. 
(EF12EF04) Colaborar na 
proposição e na produção 
de alternativas para a 
prática, em outros 
momentos e espaços, de 
brincadeiras e jogos e 
demais práticas corporais 
tematizadas na escola, 
produzindo textos (orais, 
escritos, audiovisuais) para 
divulgá-las na escola e na 
comunidade. 
práticas que integram 
a cultura corporal. 
contudo, que é possível que 
haja atualmente diferenças no 
modo de brincar e de jogar, 
pois, com o passar do tempo, 
as pessoas podem introduzir 
mudanças nessas atividades. 
Em roda, incentive os alunos a 
se manifestar sobre quais 
brincadeiras e jogos eles já 
vivenciaram, em que local e 
com quem jogaram. Nessa 
conversa inicial, procure saber 
também suas preferencias, 
bem como identificar as 
brincadeiras e os jogos que 
estão presentes no contexto 
comunitário deles. 
jogos, quem deles 
participa, como e onde 
podem ser realizados. 
Sugerimos as seguintes 
questões em sua 
avaliação. 
1. O que são jogos 
populares? 
2. Quem participa 
desses jogos? 
3. Em quais 
espaços eles 
podem ser 
realizados? 
Para registro, solicite 
aos alunos que façam 
um desenho de três 
brincadeiras e jogos de 
que mais gostaram. Em 
momento oportuno, 
organize um painel com 
eles para divulgar esses 
desenhos na escola. 
Ao final do processo, 
mostre novamente para 
a turma o quadro 
elaborado com base na 
pesquisa feita com os 
familiares e identifique 
as brincadeiras e os 
jogos da cultura popular 
presentes no contexto 
de sua comunidade. 
________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ 
 Assinatura da Coordenadora 
PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 
Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos 
Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura 
Disciplina: Educação Física 
Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 2 
 
PLANEJAMENTO ANUAL 
BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS 
DIDÁTICOS 
TEMPO 
ESTIMADO 
(Nº DE 
AULAS) 
AVALIAÇÃO 
1º - Danças Danças em 
diferentes 
formações 
(EF12EF11) 
Experimentar e fruir 
diferentes danças do 
contexto comunitário 
e regional (rodas 
cantadas, brincadeiras 
rítmicas e 
expressivas), e recriá-
las, respeitando as 
diferenças individuais 
e de desempenho 
corporal. 
(EF12EF12) 
Identificar os 
elementos 
constitutivos (ritmo, 
espaço, gestos) das 
danças do contexto 
comunitário e 
regional, valorizando 
e respeitando as 
manifestações de 
diferentes culturas. 
 
• Dançar em 
diferentes formações 
(filas, colunas, círculos 
e retângulos; em 
formato de “T” e de 
“V”). 
• Colaborar com 
o colega na realização 
das formações das 
formações coletivas. 
• Experimentar e 
fruir os diferentes 
gestos, ritmos e espaços 
ao dançar. 
 
Leve para a aula três folhas de 
cartolina e desenhe em cada uma 
delas um dos seguintes tipos de 
formação: 
Reúna os alunos em que o 
grande circulo. Mostre-lhes as 
formações coletivas de dança e 
pergunte a eles se as identificam. 
Questione-os sobre o que é 
dançar em forma de “T” ou de 
“V” e em formação retangular. 
Peça aos alunos que citem outros 
tipos de formação (filas, círculos 
etc.) que podem ser realizados 
coletivamente. 
 1. Peça aos alunos 
que produzam um livro 
ilustrado que mostre as 
cantigas de roda 
desenvolvidas em aula. 
Depois, peça a eles 
incluam no livro uma 
cantiga diferente das 
vivenciadas pelo grupo. 
2. Leve para a aula 
cópias das cinco 
imagens. Depois de 
distribuí-las aos alunos 
peça-lhes que circulem 
as imagens que 
representam as 
formações exploradas 
durante as aulas. Ao 
final da avaliação, 
solicite a cada aluno que 
conte qual dessas 
formações ele mais 
gostou de fazer e por 
quê. 
Danças 
circulares 
• Experimentar e fruir 
as danças circulares em 
seus ritmos, espaços e 
gestos. 
• Diferenciar essas 
danças de outras formas 
de dança. 
• Valorizar a 
importância do outro 
durante a dança. 
• Compreender as 
danças circulares como 
manifestações culturais 
que caracterizam 
diferentes grupos. 
Reúna os alunos em um grande 
círculo. Converse rapidamente 
com eles sobre como foram as 
experiencias com as cantigas 
exploradas em aula. 
Contextualize brevemente os 
alunos sobre o que são danças 
circulares. Leia mais 
informações sobre essas danças 
na seção “Análise e 
Compreensão” a seguir. 
Elabore o conceito de “danças 
circulares” com o gripo 
ponderando alguns aspectos, 
como a relevância cultural 
dessas manifestações, o modo 
como diferentes grupos se 
apropriaram socialmente delas e 
como essas manifestações foram 
(e são) relevantes para a 
humanidade. 
 Para que você possa 
verificar o que os alunos 
compreenderam sobre 
danças e como se 
sentiram ao realiza-las, 
sugerimos que faça 
cópias das atividades 
para serem distribuídas 
aos alunos. 
Após os registros, 
converse com os alunos, 
pedindo que falem sobre 
a maior dificuldade que 
tiveram nas aulas de 
dança. O que foi mais 
difícil: acompanhar o 
ritmo, a localização 
espacial ou criar 
movimentos? Utilize as 
informações obtidas 
para avaliar o que 
precisa ser explorada 
com eles. 
Na atividade 2, converse 
com os alunos sobre os 
motivos de terem se 
sentido do modo como 
circularam as carinhas. 
Na atividade 3: Item A, 
apenas adultos; item B, 
apenas crianças; item C, 
apenas jovens; item D, 
crianças, jovens e 
pessoas com deficiência. 
Esperamos que os 
alunos compreendam 
que todas as pessoas 
podem participar de 
aulas de dança. 
2º - 
Ginásticas 
Os elementos 
básicos da 
ginástica: os 
saltos e os 
giros 
(EF12EF07) 
Experimentar, fruir e 
identificar diferentes 
elementos básicos da 
ginástica (equilíbrios, 
saltos, giros, rotações, 
acrobacias, com e sem 
materiais) e da 
ginástica geral, de 
forma individual e em 
pequenos grupos, 
adotando 
procedimentos de 
segurança. 
(EF12EF08) Planejar 
e utilizar estratégias 
para a execução de 
diferentes elementos 
básicos da ginástica e 
da ginástica geral. 
(EF12EF09) 
Participar da ginástica 
geral, identificando as 
potencialidades e os 
limites do corpo, e 
respeitando as 
diferenças individuais 
e de desempenho 
corporal. 
(EF12EF10) 
Descrever, por meio 
de múltiplas 
linguagens (corporal, 
Os Saltos 
• Conhecer e 
experimentar os 
elementos corporais 
básicos da ginástica: 
os saltos. 
• Identificar os saltos 
nas posições básicas 
da ginástica: grupado, 
carpado e afastado. 
• Praticar as suas 
variações e 
combinações. 
 
Converse com os alunos sobre 
os elementos corporais 
relacionados com a aula: os 
salto. “Quem sabe o que é um 
salto e em que situação ele pode 
ser feito?” Dependendo das 
respostas, peça a um voluntário 
que demonstre um salto (de 
qualquer tipo) para os demais 
colegas. 
Explique que os saltos são 
movimentos em que o praticante 
se eleva do chão a partir de um 
impulso e, em seguida, volta a 
ter contado com o solo. Esse 
impulso pode ser vertical e levar 
quem o executa a alcançar maior 
altura ou horizontal e levá-lo a 
alcançar maior distância. 
Para facilitar a compreensãodeste tema, apresente algumas 
imagens que podem ser obtidas 
em sites de busca da internet e 
levadas para essa conversa 
inicial. 
 1. Construa com os 
alunos um painel 
coletivo para o registro 
das aulas. Adquira 
folhas de papel pardo 
para essa finalidade. Ao 
final de cada atividade, 
solicite aos alunos que 
façam os registros do 
que vivenciaram por 
meio de palavras ou 
desenhos. 
2. Quando o painel 
estiver finalizado, 
pendure-o na parede da 
sala ou em um espaço no 
qual os alunos possam 
ter contato com ele 
diariamente. 
3. Por fim, realize 
uma roda de conversa 
sobre os registre do 
painel coletivo e oriente 
os alunos a falar sobre 
suas experiencias. 
Organize os registros 
individuais e coletivos 
com base nesses 
comentários e nas suas 
observações feitas nas 
aulas. 
Os Giros 
• Conhecer os 
elementos corporais 
básicos da ginástica: 
os giros. 
• Praticar as suas 
variações e 
combinações. 
Converse com os alunos sobre 
os elementos corporais 
relacionados com a aula: “Quem 
sabe o que é um giro ou uma 
pirueta?”. Dependendo das 
respostas, solicite a um aluno 
que faça um giro para os demais 
colegas. Na sequencias, peça a 
 
oral, escrita e 
audiovisual), as 
características dos 
elementos básicos da 
ginástica e da 
ginástica geral, 
identificando a 
presença desses 
elementos em distintas 
práticas corporais. 
realização de giros mais rápidos 
e mais lentos nessa 
demonstração. 
Para facilitar a compreensão 
desse movimento, leve para a 
aula algumas imagens de giros 
que podem ser obtidas na 
internet. 
Os elementos 
básicos da 
ginástica: as 
acrobacias 
(parada de 
cabeça e 
parada de 
mãos) 
• Fruir e identificar as 
acrobacias realizadas 
no 1° ano: rolamentos e 
roda. 
• Aprimorar os 
rolamentos para a frente 
e para trás e a roda. 
• Experimentar a 
parada de cabeça e 
parada de mãos. 
Converse com os alunos sobre o 
que entendem por acrobacias e 
se eles conhecem algumas delas, 
como os rolamentos 
(cambalhotas), a roda (estrela), a 
parada de cabeça e a parada de 
mãos (“plantar bananeira”). 
Procure saber se alguém já 
realizou alguma acrobacia. No 
caso de respostas positivas, 
solicite-lhes que demonstram 
suas experiencias. 
Considere as resposta do grupo 
ao orientar a conversa para a 
compreensão das acrobacias 
como parte de ginástica artística. 
Dessa forma, é possível realizar 
um diagnóstico dos alunos, o 
que eles conhecem sobre esse 
tema e suas experiencias 
anteriores. 
 
3º - Esportes Esportes 
assistindo ou 
praticados 
pelos 
familiares 
(EF12EF05) 
Experimentar e fruir, 
prezando pelo trabalho 
coletivo e pelo 
protagonismo, a 
prática de esportes de 
marca e de precisão, 
identificando os 
• Identificar quais 
esportes são mais 
praticados ou 
assistidos. 
• Experimentar 
modalidades esportivas 
de forma adaptada. 
Antes de iniciar o trabalho com 
este tema, em uma aula anterior, 
peça aos alunos que perguntem 
aos seus familiares a quais 
esportes eles gostam de assistir e 
quais gostam de praticar. 
Dependendo da fase de 
alfabetização dos alunos, a 
 Peça aos alunos que 
selecionem aos menos 
um esporte que ainda 
não conheciam e, em 
casa, com a ajuda dos 
familiares ou por meio 
de outra fonte (Consulta 
na internet, por 
exemplo), procurem 
elementos comuns a 
esses esportes. 
(EF12EF06) Discutir a 
importância da 
observação das 
normas e das regras 
dos esportes de marca 
e de precisão para 
assegurar a 
integridade própria e 
as dos demais 
participantes. 
 
informação deve ser registrada 
por escrito pelos familiares. 
Tire cópias da imagem da página 
seguinte e use-a para perguntar 
aos alunos quais movimentos 
podem ser identificados e, em 
seguinte, em quais modalidades 
esportivas eles são executados. 
Nesse momento, o propósito é 
levar os alunos a refletir sobre 
possíveis movimentos que 
podemos executar e a relacioná-
los com determinadas 
modalidades esportivas. 
Após essa primeira análise da 
imagem, pergunte aos alunos se 
conhecem outros tipos de 
movimento presentes nos 
esportes e peça que os 
descrevam. Por fim, pergunte a 
eles qual é o objeto esportivo 
presente na imagem (no caso, a 
bola) e ajude-os a refletir se os 
esportes precisam sempre ser 
praticados com uma bola. 
Conduza a reflexão no sentido 
de perceberem que há esportes 
praticados com outros materiais, 
como peteca, arco e flecha, fita 
ou arco (ginástica rítmica). 
Dardo, bicicleta, prancha, skate 
etc., e esportes que não exigem 
materiais, como natação, 
corridas, judô, salto em 
distância, caratê etc. 
informações sobre ele 
para expor aos colegas. 
Esportes de 
marca 
• Identificar os 
elementos comuns da 
modalidades esportivas 
de marcar. 
• Experimentar 
movimentos de 
corridas, salto e 
arremesso 
(lançamento) do 
atletismo. 
Reúna os alunos para conversar 
sobre algumas modalidades que 
fazem parte da categoria de 
marca. Você pode citar como 
exemplos: 
• Natação, cujo objetivo 
dos atletas é deslocar-se em um 
tempo menor que o dos 
concorrente; 
• O salto triplo, em que os 
seus praticantes tentam alcançar 
a maior distância, superando a 
dos seus adversários; 
• O salto com vara, em 
que a meta de seus adeptos é 
alcançar a maior altura, 
• O levantamento de peso, 
quando os atletas dessa 
modalidade tentam levantar o 
maior peso ao cabo de algumas 
tentativas. 
Sugerimos a você que aborde 
esse tema por meio da 
modalidade esportiva atletismo, 
que inclui provas de pista 
(corridas) e provas nas quais o 
propósito é alcançar a maior 
distancia/altura (provas de 
campo, saltos e 
arremessos/lançamento). 
Para facilitar a compreensão 
dessa modalidade, leve para a 
aula ou mais cópias da imagem 
de uma pista de atletismo. 
Peça aos alunos que obsevem a 
figura da pista de atletismo, na 
qual ocorrem as provas dessa 
modalidade esportiva, 
 1. Para reforçar a 
assimilação do 
conteúdo, faça algumas 
perguntas sobre as 
atividades realizadas 
pelos alunos: “Qual é o 
nome do esporte que 
praticamos?”, “Quais 
são os três principais 
tipos de movimento 
feitos nesse esporte?”, 
“Explique as diferenças 
entre as corridas no 
atletismo”, “Quais tipos 
de salto podemos 
executar?”, “Como são 
os lançamento? 
2. Utilize na 
avaliação cópias de 
fotografias de outras 
modalidades esportivas 
(como as sugeridas na 
página seguinte) cujo 
objetivo é fazer um 
percurso no menor 
tempo possível, em 
diferentes ambientes e 
podendo utilizar objetos. 
Estabeleça a relação 
entre as modalidades e 
as corridas do atletismo. 
3. Procure 
trabalhar a ideia de que 
os objetivos são os 
mesmo, tanto o 
atletismo quanto o remo, 
a natação, o cíclico 
(pista), a canoagem 
conforme os locais apontados. 
Se possível, exiba o vídeo 
“Atletismo, o orgulho dos Jogos 
Olímpicos”, que explica cada 
uma das provas. 
Pergunte aos alunos sobre os 
tipos de movimento que 
podemos realizar. Com base nas 
respostas deles, faça a relação 
entre os movimento citados e a 
modalidade esportiva atletismo. 
Destaque para eles os três 
grandes grupos de movimentos 
dessa modalidade: corridas, 
saltos e arremessos 
(lançamento). 
Aos término da conversa, conte 
aos alunos um pouco da história 
do atletismo para que eles 
percebam quanto essa 
modalidade é antiga e 
conheçam a sua evolução como 
esporte, 
(slalom) e o hipismo 
(saltos) pertencem à 
mesma “família de 
esportes”, 
caracterizados como 
esportes de marca. 
4. Aproveite para 
resgatar a categoria de 
esporte abordada no ano 
anterior (precisão), 
indicando diferenças 
entre os esportes de 
marca e os de precisão. 
4º - 
Brincadeiras 
e Jogos 
As 
brincadeiras 
e os jogos do 
contexto 
regional 
(EF12EF01) 
Experimentar, fruir e 
recriar diferentes 
brincadeiras e jogos da 
cultura popular 
presentesno contexto 
comunitário e 
regional, 
reconhecendo e 
respeitando as 
diferenças individuais 
de desempenho dos 
colegas. 
(EF12EF02) Explicar, 
por meio de múltiplas 
• Reconhecer a 
importância das 
brincadeiras e dos jogos 
do contexto regional em 
seu cotidiano com base 
em suas características. 
Em roda, durante a chamada de 
presença, em vez de responder 
“presente”, o aluno deve dizer o 
nome de um jogo ou de uma 
brincadeira realizada no 1° ano 
(pega-pega, batata-quente, 
telefone sem fio, corda, 
amarelinha, entre outros). 
Depois, questione-os sobre as 
brincadeiras mais citadas por 
eles verificando se as realizam 
no dia-a-dia e como se sentem 
quando brincam. Pergunte 
também se eles conhecem as que 
são trabalhadas neste livro: 
 1. A pesquisa 
realizada sobre os jogos 
do contexto regional 
(ver “Experimentação e 
Fruição”) já é um 
registro que pode ser 
usado para avaliação. 
2. Peça também 
aos alunos que façam 
um desenho de uma 
brincadeira ou de um 
jogo que mais gostaram 
de vivenciar. Essa 
atividade revela os 
sentimentos deles em 
linguagens (corporal, 
visual, oral e 
escrita), as 
brincadeiras e os jogos 
populares do contexto 
comunitário e 
regional, 
reconhecendo e 
valorizando a 
importância desses 
jogos e brincadeiras 
para suas culturas de 
origem. 
(EF12EF03) Planejar 
e utilizar estratégias 
para resolver desafios 
de brincadeiras e jogos 
populares do contexto 
comunitário e 
regional, com base no 
reconhecimento das 
características dessas 
práticas. 
(EF12EF04) 
Colaborar na 
proposição e na 
produção de 
alternativas para a 
prática, em outros 
momentos e espaços, 
de brincadeiras e jogos 
e demais práticas 
corporais tematizadas 
na escola, produzindo 
textos (orais, escritos, 
audiovisuais) para 
divulgá-las na escola e 
na comunidade 
dança das cadeiras, elástica e 
Cinco Marias. Por fim, faça as 
seguintes perguntas para dar 
encaminhamento a esta 
introdução: “Por que vocês 
brincam e jogam?”, “Como 
vocês se sente, ao jogar?”, 
“Esses jogos são importantes 
para vocês? Por quê?”. 
 
relação à atividade de 
sua preferência. 
3. Avalie os 
desenhos, que poderão 
ser divulgados na escola 
por meio de um painel 
produzido pelos alunos. 
 
__________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ 
 Assinatura da Coordenadora 
 
PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 
Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos 
Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura 
Disciplina: Educação Física 
Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 3 
 
PLANEJAMENTO ANUAL 
BIME
STRE 
TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURS
OS 
DIDÁTI
COS 
TEMPO 
ESTIMADO 
(Nº DE 
AULAS) 
AVALIAÇÃO 
1º - 
Dança
s 
Danças 
indígenas 
(EF35EF09) Experimentar, 
recriar e fruir danças 
populares do Brasil e do 
mundo e danças de matriz 
indígena e africana, 
valorizando e respeitando os 
diferentes sentidos e 
significados dessas danças 
em suas culturas de origem. 
(EF35EF10) Comparar e 
identificar os elementos 
constitutivos comuns e 
diferentes (ritmo, espaço, 
gestos) em danças populares 
do Brasil e do mundo e 
danças de matriz indígena e 
africana. 
(EF35EF11) Formular e 
utilizar estratégias para a 
execução de elementos 
constitutivos das danças 
populares do Brasil e do 
mundo, e das danças de 
matriz indígena e africana. 
(EF35EF12) Identificar 
situações de injustiça e 
preconceito geradas e/ou 
• Conhecer e 
valorizar as danças 
indígenas como 
uma manifestação 
cultural brasileira. 
• Experimentar e 
fruir as danças 
indígenas. 
• Experimentar 
gestos, espaços e 
ritmos das danças 
indígenas. 
Peça aos alunos que formem 
um grande círculo e se 
acomodem no chão. Leve para 
a aula uma imagem de dança 
indígena (pode ser uma cópia 
ampliada da fotografia a seguir) 
e instigue-os sobre o que eles 
veem: “A observação dessa 
foto nos fornece informações 
sobre pessoas, costumes, 
vestimentas? Quais?”, 
“Podemos afirmar que essas 
pessoas estão dançando? Por 
quê?”. 
Caso os alunos tenham 
dificuldade de responder a 
essas questões, ajude-os no 
processo de descoberta. 
Em seguida, explique a eles que 
se trata de uma dança indígena 
de grande representatividade 
cultura, ressaltando que os 
conhecimentos produzidos por 
esses povos não são 
devidamente reconhecidos pela 
sociedade em que vivemos. 
Utilize as informações 
 1. Faça cópias das 
imagens sugeridas e emtregue-
as aos alunos. Peça-lhes que 
identifiquem uma das danças 
que foram praticadas por eles. 
2. Pergunte aos alunos 
como eles se sentiram durante 
as danças indígenas: “Foi fácil 
ou difícil vivenciá-las?”, “O 
que chamou mais sua 
atenção?”. Depois, sugira a 
eles que escreveram um 
pequeno relato sobre essa 
experiencia. Se possível, peça 
ajuda ao professor de Língua 
Portuguesa, desenvolvendo 
com ele uma ação 
interdisciplinar com base nas 
danças indígenas. 
3. Escreva na lousa os 
itens propostos para a questão. 
Você pode compor um 
quadradinho para cada letra, 
deixando algumas escritas 
como pistas. Leia para eles 
cada item, que deve ser 
presentes no contexto das 
danças e demais práticas 
corporais e discutir 
alternativas para superá-las. 
apresentadas em “Análise e 
Compreensão” para aprofundar 
essa reflexão inicial. 
respondido colocando uma 
letra em cada quadradinho. 
a) Manifestações que 
possuem significados 
histórico-sociais importantes, 
que são realizadas com 
finalidades comemorativas, de 
guerra ou de gratidão. (danças 
indígenas). 
b) Dança típica do povo 
indígena Terena, da aldeia 
Limão Verde, também 
conhecida como dança da ema. 
(bate-pau). 
c) Dança indígena que 
possui forte ligação com a 
natureza. (Matipú) 
d) Tema principal da 
dança da ema, representado 
pelos pedaços de pau e 
expressões corporais de luta 
desenvolvidas ao longo da 
manifestação. (guerra) 
Danças 
Populares 
do Brasil: a 
catira 
• Reconhecer as 
danças populares como 
um patrimônio cultural 
relevante. 
• Explorar e fruir os 
gestos, ritmos e os 
espaços da catira. 
 
Dica: A proposta deste 
tema é levar os alunos a 
experimentar e 
conhecer danças 
populares brasileira. 
Embora a dança 
sugeridas seja a catira, 
Reúna oz alunos em uma 
grande roda. Pergunte-lhes se 
eles já conhecem a catira. Caso 
ninguém a conheça ou seja 
pouco conhecida, apresente a 
eles essa dança popular típica 
do Sudeste e do Centro-Oeste 
brasileiro. 
Para esse aprofundamento, 
sugerimos a exibição do vídeo, 
que mostra uma apresentação 
do grupo “Os Favoritos da 
Catira”. 
 Amplie seus conhecimentos 
sobre essa manifestação em 
 1. Solicite aos alunos que 
façam um desenho sobre a 
experiencia deles com a catira. 
Se possível, convide o professor 
de Arte proponha uma ação 
interdisciplinar. Dessa forma, é 
possível ampliar as 
possibilidades artísticas da 
atividade. 
2. Peça aos alunos que 
escrevam as principais 
características da catira em 
relação aos seguintes elementos: 
vestimentas, música, história e 
coreografia (passos executados). 
você tem autonomia 
para selecionar 
manifestações que 
estejam mais 
relacionadas com o 
contexto de sua escola 
ou comunidade. 
“Análise e Compreensão”. 
Depois, informe os alunos 
sobre a história e as 
características principais da 
catira, contextualizando-a. 
3. Reflita com os alunos 
sobre a importância de conhecer 
as danças populares nas aulas de 
Educação Física. Em um 
segundo momento, peça-lhes 
que escrevam uma pequena frase 
que resuma essa reflexão. 
4. Solicite aos alunos que 
pesquisem um vídeo de catira na 
internet (com a supervisão de um 
adulto) e respondam às seguintes 
perguntas: 
a) De qual local é o vídeo? 
b) Do que mais gostaram nele? 
Peça aos alunos que escolham 
um passo da dança exibida no 
vídeo e tentemreproduzi-lo em 
classe. 
2º - 
Ginást
icas 
Os 
elementos 
básicos da 
ginástica: 
acrobacias 
rodante e 
ponte 
(EF35EF07) Experimentar e 
fruir, de forma coletiva, 
combinações de diferentes 
elementos da ginástica geral 
(equilíbrios, saltos, giros, 
rotações, acrobacias, com e 
sem materiais), propondo 
coreografias com diferentes 
temas do cotidiano. 
(EF35EF08) Planejar e 
utilizar estratégias para 
resolver desafios na 
execução de elementos 
básicos de apresentações 
coletivas de ginástica geral, 
reconhecendo as 
potencialidades e os limites 
do corpo e adotando 
procedimentos de 
segurança. 
• Experimentar e 
fruir os elementos 
básicos da 
ginástica: 
acrobacias – o 
rodante e a ponte. 
Em uma roda de conversa, 
relembre com os alunos as 
acrobacias básicas da ginástica: 
os rolamentos (para a frente e 
para trás), a roda, a parada de 
cabeça e a parada de mãos. 
Essas acrobacias foram 
apresentadas no livro do 1° e 2° 
anos. 
Realize uma revisão dessas 
práticas, incentivando os 
alunos a explicar e a realizar 
esses movimentos acrobáticos. 
Observe se eles executam as 
acrobacias corretamente e 
auxilie os que não se lembram 
delas ou têm dificuldade em 
realizá-las. A retornada é 
importante porque esses 
movimentos serão necessários 
 Materiais: câmera fotográfica 
digital ou celular com câmera, 
imagens de acrobacias ou fotos 
produzidas pelos alunos, folhas 
de papel sulfite, lápis de cor 
e/ou canetas do tipo hidrocor e 
cola plástica atóxica. 
Procedimento: 
Oriente os alunos a produzir 
fotos de seus colegas durante a 
realização de determinadas 
acrobacias e a também ser 
fotografado por eles. A 
impressão dessas fotos pode ser 
feita na escola, em casa ou em 
locais que prestam esse serviço. 
Outra possibilidade é pedir a 
eles que pesquisem imagens de 
acrobacias em casa (na internet 
para as acrobacias que 
aprenderão no 3° ano. 
A seguir, propomos uma 
atividade em que os alunos 
poderão colocar em prática a 
revisão que fizeram por meio 
de uma brincadeira. 
ou em revista) e as levem para 
a aula. 
A tarefa consiste em identificar 
as acrobacias mostradas em 
cada fotografia. Cada foto deve 
ser colada em uma folha de 
sulfite e, abaixo da foto, deve 
ser escrito o nome da acrobacia: 
rolamento para a frente, 
rolamento para trás, roda, 
parada de cabeça, parada de 
mãos, pode e rodante. 
Cada álbum precisa ter, no 
mínimo, sete páginas (uma para 
cada tipo de acrobacia) e, de 
preferência, uma capa. 
Ao final dessa avaliação, todos 
devem compartilhar seus 
álbuns com a classe e levá-los 
para casa a fim de mostrá-los 
também aos familiares. 
A ginástica 
rítmica 
• Experimentar e 
fruir de forma 
individual e coletiva a 
ginástica rítmica. 
• Identificar e 
experimentar a 
manipulação dos 
aparelhos utilizados na 
ginástica rítmica: a 
corda, a bola, o arco, a 
fita e as maças. 
Disponha os alunos em um 
grande círculo e apresente os 
seguintes aparelhos: a bola, o 
arco, a corda, a fita e as maças. 
Pergunte-lhes se os conhecem e 
em que situações são usados. 
Como alguns deles são comuns 
na escola e no universo infantil, 
possivelmente eles vão 
reconhece-los. Caso alguém 
não conheça um ou outro, 
incentive-o a segurá-lo e a ter 
um primeiro contato com o 
aparelho. Se a escola não tiver 
esses objetos, leve para a aula 
fotografias deles em tamanho 
 Peça aos alunos que, com a 
supervisão de um adulto, 
pesquisem na internet 
coreografias apresentadas pela 
seleção brasileira de ginástica 
rítmica. Incentive-os a fazer 
anotações ou desenhos para 
compartilhar em aula. Se em 
sua escola houver 
computadores conectados à 
internet, peça-lhes que copiem 
links de vídeos para serem 
reproduzidos em aula. 
Oriente a análise dos vídeos 
com questionamentos sobre a 
impressão geral, as 
vestimentas, as músicas, os 
grande, as quais podem ser 
obtidas na internet. 
Em seguida proponha algumas 
perguntas para motivar o 
debate com os alunos: “Quem 
já brincou com algum desses 
aparelhos? Quando? Em que 
situação?”, “Quais são as 
possibilidades de movimentos 
com a bola, o arco e a corda?”. 
Em outro momento, explique 
que esses aparelhos são 
utilizados em uma categoria de 
ginástica de competição 
chamada ginástica rítmica. É 
provável que algum aluno 
tenha visto a prática dessa 
modalidade em eventos 
transmitidos pela televisão ou 
na internet. 
A finalidade dessa conversa 
inicial é proporcionar aos 
alunos uma compreensão dos 
elementos que caracterizam a 
ginástica rítmica, 
especialmente a manipulação 
de pequenos aparelhos, bem 
como possibilitar a realização 
de um diagnóstico do 
conhecimento prévio deles 
sobre o assunto. 
aparelhos e o desempenho das 
ginastas. Estimule-os a emitir 
opiniões sobre a modalidade. 
3º - 
Espor
tes 
Diferenças 
entre jogos e 
esporte 
(EF35EF05) Experimentar e 
fruir diversos tipos de 
esportes de campo e taco, 
rede/parede e invasão, 
identificando seus 
elementos comuns e criando 
estratégias individuais e 
• Entender 
determinados 
conceitos que 
estabelecem se uma 
prática corporal pode 
ser considerada jogo ou 
esporte. 
Introduza o tema esclarecido 
aos alunos que, nesta conversa 
inicial, eles vão ser desafiados 
a refletir sobre a diferença entre 
jogo e esporte. Explique que é 
muito comum as pessoas 
 Escreva na lousa uma lista de 
modalidade esportivas. Em 
seguida, peça aos alunos que 
escolham uma delas e inventem 
uma história sobre as alterações 
do jogo até se tornar um 
esporte. A atividade pode ser 
coletivas básicas para sua 
execução, prezando pelo 
trabalho coletivo e pelo 
protagonismo. 
(EF35EF06) Diferenciar os 
conceitos de jogo e esporte, 
identificando as 
características que os 
constituem na 
contemporaneidade e suas 
manifestações (profissional 
e comunitária/lazer). 
 
 
 
• Compreender a 
transformação do jogo 
em esporte. 
confundirem a prática de algum 
tipo de jogo com a de esporte. 
Para motivar o debate e fazer 
um levantamento do 
conhecimento prévio dos 
alunos sobre esse tema, leve 
para a aula cópias das imagens 
e pergunte a eles quais delas se 
referem a jogos e quais se 
referem a esportes. 
Depois de considerar suas 
respostas e observações, 
ressalte que uma atividade 
precisa seguir regras para ser 
considerada esporte, como 
determinar o número de 
jogadores em cada equipe, as 
características do espaço físico 
em que é realizada, o tempo da 
competição ou a forma de 
pontuação, além de precisar de 
arbitragem especializada. 
Considerando essas 
informações, a análise das 
fotografias nos permite citar o 
futebol de campo e o handebol 
como esportes. 
realizada por meio de desenhos 
e/ou pequenos textos 
informativos. 
Esportes de 
Invasão 
• Identificar os 
elementos comuns das 
modalidades 
esportivas de invasão. 
• Experimentar jogos 
reduzidos de futebol e 
handebol. 
Sugerimos a utilização da 
figura da modalidade futebol 
de campo ao lado para iniciar o 
tratamento desse tema. Faça 
uma cópia ampliada dela e 
mostre-a aos alunos. Incentive 
a participação deles por meio 
de perguntas: “Essa figura 
representa qual modalidade 
esportiva?”, “Notem que cada 
equipe está em uma metade do 
 Peça aos alunos que perguntem 
a dois ou três amigos do bairro 
onde moram quais esportes eles 
conhecem e façam a anotação 
das respostas em uma folha, 
identificando-os como de 
invasão ou não. Solicite a eles 
que apresentem, na aula 
seguinte, o resultado desse 
levantamento. Use as respostas 
para elaborar na lousa um 
campo. Esse posicionamento 
dos jogadores pode indicar 
quais momento do jogo?”, 
“Qual é o objetivo de uma 
equipe ao invadir o campo 
defendido por outra?”, 
“Quando é feito um gol no 
futebol?”, O que os atletas 
precisam fazer para tentar 
impedir que seu timesofra 
gols?. 
Neste primeiro momento, é 
importante os alunos 
compreenderem que o futebol 
é um esporte de invasão. 
Explique a eles que, no começo 
do jogo, as duas equipes têm 
espaços definidos (um dos lado 
do campo), os quais podem ser 
invadidos por ambas as 
equipes com o intuito tanto de 
marcar quanto de evitar gols. 
Vence o jogo a equipe que 
marcar pelo menos um gol e 
não sofrer nenhum, ou que 
marcar mais gols que o 
adversário. 
quadro em que constem duas 
coluna: “Esportes de invasão” e 
“Outros esportes”. Faça as 
correção necessárias, 
reforçando o entendimento dos 
alunos sobre as modalidades 
esportivas pertencentes à 
categoria “esportes de 
invasão”. 
4º - 
Brinc
adeira
s e 
Jogos 
As 
brincadeiras 
e os jogos da 
cultura 
popular 
brasileira 
(EF35EF01) Experimentar e 
fruir brincadeiras e jogos 
populares do Brasil e do 
mundo, incluindo aqueles 
de matriz indígena e 
africana, e recriá-los, 
valorizando a importância 
desse patrimônio histórico 
cultural. 
(EF35EF02) Planejar e 
utilizar estratégias para 
• Reconhecer as 
brincadeiras e os jogos 
populares do Brasil 
como patrimônio 
cultural bem como suas 
variações. 
• Vivenciar 
algumas dessas 
brincadeiras e jogos. 
Há muitos jogos e brincadeiras 
realizados em diferentes locais 
do Brasil que têm estrutura 
igual ou semelhante. 
Reconhecer esses jogos 
permite que os alunos 
ressignifiquem a importância 
cultural dessas práticas. A tela 
Várias brincadeiras II, de Ivan 
Cruz retrata diferentes 
brincadeiras infantis que são 
 1. Solicite aos alunos que, 
com o auxílio dos familiares, 
identifiquem um local fora do 
espaço escolar para realizar 
com amigos e parentes as 
brincadeiras e jogos tradicional 
os aprendidos. Na aula 
seguinte, peça a eles que digam 
qual foi o local escolhido e 
contém como foi a experiencia. 
possibilitar a participação 
segura de todos os alunos 
em brincadeiras e jogos 
populares do Brasil e de 
matriz indígena e africana. 
(EF35EF03) Descrever, por 
meio de múltiplas 
linguagens (corporal, oral, 
escrita, audiovisual), as 
brincadeiras e os jogos 
populares do Brasil e de 
matriz indígena e africana, 
explicando suas 
características e a 
importância desse 
patrimônio histórico 
cultural na preservação das 
diferentes culturas. 
(EF35EF04) Recriar, 
individual e coletivamente, 
e experimentar, na escola e 
fora dela, brincadeiras e 
jogos populares do Brasil e 
do mundo, incluindo 
aqueles de matriz indígena e 
africana, e demais práticas 
corporais tematizadas na 
escola, adequando-as aos 
espaços públicos 
disponíveis. 
reconhecidas pelas crianças em 
todos os cantos do país. 
Levem para a aula uma cópia 
ampliada e, se possível, 
colorida. Solicite aos alunos 
que identifiquem quais 
brincadeiras são representadas 
na tela. Peça-lhes também que 
expliquem algumas de suas 
características. 
Concluída a observação, 
retorne com eles as 
brincadeiras já vivenciadas na 
escola e proponha a realização 
daquelas que ainda não foram 
realizadas nesse espaço. 
Em outro momento, apresente 
aos alunos os jogos queimada e 
pique-bandeira, praticados em 
várias regiões do país com 
regras que variam bastante. 
Depois, procure saber quem já 
participou desses jogos, em que 
espaço eles foram realizados e 
como foi a experiencia deles. 
Peça-lhes também que 
expliquem as regras desses 
jogos e, se for o caso, algumas 
de suas variações. 
2. Pergunte aos alunos 
por que as brincadeiras e os 
jogos vivenciados por eles são 
considerados populares do 
Brasil. Espera-se que os alunos 
percebam que essas práticas 
são consideradas populares por 
serem conhecidas e 
vivenciadas por diversas 
gerações em diferentes 
localidades do país. 
3. Para finalizar a 
avaliação, peça-lhes que 
desenhem, em uma folha de 
cartolina, as brincadeiras e os 
jogos populares do Brasil de 
que mais gostam. 
Jogos 
Cooperativo
s 
• Entender as 
características dos 
jogos cooperativos e 
vivenciá-las 
• Conhecer os 
valores relacionados às 
atividades que prezam 
pela cooperação, e não 
pela competição. 
Inicie a conversa perguntando 
aos alunos o significado da 
palavra cooperação. Valorize 
as respostas deles para 
introduzir novas perguntas: 
“Qual deve ser o principal 
objetivo de um jogo realizado 
de maneira cooperativa?” 
“Vocês conhecem ou já 
 1. Peça aos alunos que 
escrevam um pequeno texto 
sobre as importância da 
cooperação nos jogos e na vida 
diária de cada um. 
2. Para finalizar a 
avaliação, solicite a cada um 
desenho de jogo cooperativo e 
outro de jogo competitivo. Eles 
vivenciaram algum jogo desse 
tipo?. 
Oriente-se pela tabela a seguir 
para apresentar aos alunos as 
características dos jogos 
cooperativos e dos 
competitivos, enfatizando a 
diferença entre eles. 
devem identificar nos desenhos 
as principais diferenças entre 
esses jogos. 
5° 
Lutas 
O que são 
Lutas? 
(EF35EF13) Experimentar, 
fruir e recriar diferentes 
lutas presentes no contexto 
comunitário e regional 
(EF35EF14) Planejar e 
utilizar estratégias básicas 
das lutas do contexto 
comunitário e regional e 
lutas de matriz indígena e 
africana experimentadas, 
respeitando o colega como 
oponente e as normas de 
segurança. 
(EF35EF15) Identificar as 
características das lutas do 
contexto comunitário e 
regional e lutas de matriz 
indígena e africana, 
reconhecendo as diferenças 
entre lutas e brigas e entre 
lutas e demais práticas 
corporais. 
• Reconhecer os 
principais elementos 
que caracterizam a luta. 
• Identificar as 
lutas como prática da 
cultura corporal de 
movimento, 
diferenciando-as das 
situações de briga. 
Inicie o tema fazendo uma 
avaliação diagnóstica para 
identificar o que os alunos 
sabem sobre lutas. O registro 
dessa avaliação é importante 
para nortear o planejamento das 
aulas e as discussões 
subsequentes, além de balizar a 
avaliação do processo. Esse 
procedimento também favorece 
a introdução do tema. 
Confeccione um cartaz com 
imagens de práticas corporais 
diversas (danças, ginásticas, 
esportes, brincadeiras e jogos, 
lutas). Apresente-os aos alunos 
e solicite que indiquem as 
imagens que retratam lutas. 
É importante mostrar no cartaz 
imagens de lutas do contexto 
comunitário e regional. 
Verifique se os alunos as 
reconhecem e, se necessário, 
identifique-as, explicitando a 
relação com o contexto em que 
vicem. Valorizem a cultura 
local ressaltando as lutas que ali 
foram originadas, como a 
capoeira (Bahia e 
Pernambuco), o huka-huka 
 Reúna os alunos em círculo e 
mostre a eles fotografias de 
pessoas lutando e brigando. 
Essas imagens podem ser 
obtidas na internet. Ao 
selecionar imagens de briga, 
prefira as que expressam 
apenas a intenção do gesto, e 
não brigas que possam 
impressionar os alunos. 
Depois, individualmente, 
pergunte quais delas são de 
luta. 
Na sequência, solicite a eles 
que pesquisem fotografias de 
lutas praticadas na 
comunidade. Caso algum 
aluno seja praticante de luta, 
estimule-o a apresentar 
fotografias da própria prática. 
Organize uma exposição na 
sala com essas imagens, 
identificando as lutas 
retratadas. 
Durante esse processo de 
avaliação, compare as 
respostas atuais dos alunos 
com as observadas ao longo 
das aulas, identificando os 
avanços na compreensão das 
(Amazonas), o jiu-jitsu 
brasileiro (Rio de Janeiro) e a 
esgrima facão (Rio Grande do 
Sul). 
Faça algumas perguntas 
estratégicas para a abordagem 
do tema: “O que é luta?”, 
“Quem pratica (ou já praticou 
ou pretende praticar) algum 
tipo de luta? Qual?”, “Onde ela 
pode ser aprendida?”, “É 
possível ‘brincar’ de luta sem 
machucar o colega?”, “Como 
vocês acham que as lutas 
surgiram?”, “Briga e luta são a 
mesma coisa? Por que?”. 
lutas e sua diferença em 
relação às brigas. 
Esquivae 
imobilização 
• Reconhecer e 
experimentar 
movimentos de esquiva 
e imobilizações 
similares aos 
executados nas lutas. 
• Garantir a 
segurança dos alunos 
na realização das 
atividades. 
Explique aos alunos a 
importância da segurança para 
a realização de uma luta e que 
eles devem se preocupar com 
ela todas as vezes que forem 
lutar ou treinar. Ressalte que 
devemos usar equipamentos de 
proteção e escolher o local 
adequado para a realização da 
atividade, ou seja, eles não 
devem, lutas nem treinar sem 
os equipamentos de segurança 
e em qualquer lugar. 
Aprofunde o debate sobre esse 
tema perguntando aos alunos 
sobre acidentes vivenciados 
por eles (por familiares ou 
amigos) em razão do descuido 
com a segurança. Analogias 
com situações de trânsito 
podem ajudar nesse 
entendimento. Lembre-os de 
 Previamente, peça aos alunos 
que pesquisem duas 
fotografias de lutadores 
realizando esquivas e duas de 
imobilizações. As imagens 
devem ser de diferentes lutas, 
em situações de combate ou de 
treino. Dependendo da 
localidade da escola e de seu 
contexto regional, oriente-os a 
procurar, por exemplo, 
fotografias de esquivas na 
capoeira ou de imobilizações 
na huka-huka. Peça-lhes que 
levem cópias dessas imagens 
para a próxima aula. 
Para a avaliação, sugerimos a 
organização dos alunos em 
grupos de três e a troca de 
fotografias entre os trios. Cada 
grupo analisa as imagens e 
registra se a técnica 
que jogadores de futebol, 
pilotos de carros de corrida e 
ciclistas fazem questões de 
zelar pela sua segurança. 
Ressalte que a segurança 
também está relacionada com o 
respeito aos próprios limites e 
aos dos outros. 
representada é de esquiva ou de 
imobilização. 
Ao final da atividade, recolha 
as fotografias e verifique os 
acertos e os erros, devolvendo-
as a cada aluno. Anote em seu 
caderno a quantidade de erros e 
acertos, bem como as 
principais observações feitas 
nessa avaliação. 
Como alternativa às 
fotografias, pode-se optar pela 
pesquisa e apresentação de 
gestos de esquivas e de 
imobilizações. Nesse caso, 
será necessário organizar as 
apresentações dos trios e as 
análises serão feitas pelos 
demais alunos da turma. 
Mantenha a preferencia de 
lutas da comunidade ou do 
contexto regional. 
 
__________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ 
 Assinatura da Coordenadora 
 
PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 
Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos 
Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura 
Disciplina: Educação Física 
Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 4 
 
PLANEJAMENTO ANUAL 
BIME
STRE 
TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURS
OS 
DIDÁTI
COS 
TEMPO 
ESTIMADO 
(Nº DE 
AULAS) 
AVALIAÇÃO 
1º - 
Dança
s 
A s 
quadrilhas 
juninas 
(EF35EF09) Experimentar, 
recriar e fruir danças 
populares do Brasil e do 
mundo e danças de matriz 
indígena e africana, 
valorizando e respeitando os 
diferentes sentidos e 
significados dessas danças 
em suas culturas de origem. 
(EF35EF10) Comparar e 
identificar os elementos 
constitutivos comuns e 
diferentes (ritmo, espaço, 
gestos) em danças populares 
do Brasil e do mundo e 
danças de matriz indígena e 
africana. 
(EF35EF11) Formular e 
utilizar estratégias para a 
execução de elementos 
constitutivos das danças 
populares do Brasil e do 
mundo, e das danças de 
matriz indígena e africana. 
(EF35EF12) Identificar 
situações de injustiça e 
preconceito geradas e/ou 
• Compreender a 
importância das 
quadrilhas como 
uma manifestação 
popular brasileira. 
• Experimentar e 
fruir as quadrilhas e 
recriar 
possibilidades para 
essa dança. 
Reúna os alunos em roda para 
uma conversa sobre a dança 
conhecida por quadrilha: 
“Quem sabe como é essa dança 
e quem participou dela? 
Quando? Como foi?”. 
É provável que eles mencionem 
a festa junina; nesse caso, 
pergunte-lhes o que sabem 
sobre esse evento. Leve para a 
aula algumas cópias de 
fotografia (que podem ser 
obtidas na internet) das 
possíveis referências feitas 
pelos alunos: comidas típicas, 
vestimentas, fogueira, 
bandeirinhas, quadrilha etc. 
Elabore um cartaz com essas 
referências. Caso eles 
mencionem algum elemento 
para o qual você não tem uma 
fotografia, escreva-o no cartaz 
a fim de compor um panorama 
mais amplo. Explique que 
todos esses elementos foram 
sendo criados pela sociedade ao 
longo do tempo, dando uma 
 1. Leve para os alunos cópias 
ampliadas do mapa 
político do Brasil. Peça a 
eles que pesquisem em 
quais estados são 
realizadas as maiores 
quadrilhas, pintando-os no 
mapa. Converse com o 
professor de Geografia e 
proponha uma ação 
interdisciplinar. 
2. As quadrilhas são danças 
populares brasileiras que 
receberam diversas 
influências em sua 
construção. Pergunte aos 
alunos a importância em 
sua construção. Pergunte 
aos alunos a importância 
de se conhecer a quadrilha 
e sua história. Depois, peça 
que escrevam um pequeno 
relato sobre essa 
experiência. 
presentes no contexto das 
danças e demais práticas 
corporais e discutir 
alternativas para superá-las. 
característica peculiar a essa 
manifestação cultural que será 
abordada neste tema. 
Festival de 
danças 
populares 
• Organizar e 
elaborar um festival de 
danças populares 
brasileiras. 
• Experimentar e 
fruir passos de danças 
populares brasileiras. 
• Reconhecer essas 
manifestações como 
saberes culturais 
relevantes. 
Faça uma roda de conversa com 
os alunos e recupere alguns 
elementos abordados no 3° ano 
relativos às danças populares 
ou folclóricas, como sua grande 
verdade no Brasil e seus 
regionalismos. Questione-os 
sobre a dança abordada e suas 
principais características da 
Região Sudeste, que se baseia 
na execução de batidas de pé e 
mão ao som da viola caipira. 
Recorde que neste 4° ano já 
vivenciaram as quadrilhas, que, 
apesar de populares em todo 
território nacional, são mais 
marcantes no Nordeste. 
Depois, pergunte aos alunos 
que outras danças populares 
eles conhecem. Aproveite as 
citações deles em sua aula. 
 1. Escreva na lousa o 
nome das seguintes danças 
populares: catira, pau de fitas, 
carimbó e quadrilhas. Prepare 
uma sequência com as músicas 
e peça aos alunos que as 
relacionem com as respectivas 
danças. Eles devem anotar a 
sequência no caderno e 
destacar os elementos que 
observaram em cada canção. 
Por exemplo, na canção de 
catira, destacam-se o som da 
viola caipira e as batidas de 
mãos e pés. 
2. Pergunte aos alunos o 
que eles aprenderam no festival 
de danças populares e como 
poderia ser um próximo evento 
com essas características. Ao 
final dessa reflexão, estimule-
os a escrever sobre essa 
experiencia e monte um varal 
na escola com esses textos. 
Essa é uma atividade que pode 
contar com a colaboração do 
professor de Língua 
Portuguesa. Considere as 
sugestões dos alunos na 
organização do festival no 
próximo ano letivo. 
2º - 
Ginást
icas 
A ginástica 
artística e 
(EF35EF07) Experimentar e 
fruir, de forma coletiva, 
combinações de diferentes 
• Identificar e 
experimentar 
possibilidades de 
Realize um diagnóstico inicial 
do conhecimento dos alunos 
sobre o tema da aula solicitando 
 Organize os alunos em duplas e 
distribua cópias ampliadas das 
fotografia. Peça a eles que 
seus 
aparelhos 
elementos da ginástica geral 
(equilíbrios, saltos, giros, 
rotações, acrobacias, com e 
sem materiais), propondo 
coreografias com diferentes 
temas do cotidiano. 
(EF35EF08) Planejar e 
utilizar estratégias para 
resolver desafios na 
execução de elementos 
básicos de apresentações 
coletivas de ginástica geral, 
reconhecendo as 
potencialidades e os limites 
do corpo e adotando 
procedimentos de 
segurança. 
movimentos nos 
aparelhos (oficiais 
ouadaptados) 
utilizados na 
ginástica feminina 
e masculina. 
a eles que escrevam em um 
papel o que é ginástica artística. 
Com base em suas respostas, 
cite os aparelhos que fazem 
parte dessa modalidade 
esportiva: solo, mesa trave, 
paralelas assimétricas, cavalo 
com alças, com alças, barra 
fixa, argolas e paralelas 
simétricas. 
Procure saber se eles conhecem 
os aparelhos, se já viram a 
prática dessa ginástica na 
televisão ou na internet, ou em 
algum lugar, como em escolas 
ou clubes. Guarde as respostas 
e, ao final do capítulo, 
entregue-as aos alunos e 
solicite a eles que comentem se 
ainda concordam ou não com o 
que escreveram. 
observem atentamente as fotos 
e escrevam o nome dos 
aparelhos, identificando se não 
da ginástica feminina e/ou 
masculina: 1. Cavalo com 
alças, masculino; 2. Trave de 
equilíbrio, feminino; 3. 
Paralelas simétricas, 
masculino; 4. Mesa, masculino 
e feminino; 5. Argolas, 
masculino; 6. Solo, masculino e 
feminino; 7. Paralelas 
assimétricas, feminino; 8. 
Barra fixa, masculimo. 
A ginástica 
acrobática 
• Conhecer e 
experimentar a 
ginástica acrobática de 
forma individual e 
coletiva. 
• Planejas e 
utilizar estratégias 
para executar os 
elementos básicos da 
ginástica acrobática de 
forma coletiva, 
adotando 
procedimentos de 
segurança. 
Converse com os alunos sobre 
essa modalidade da ginástica. 
A presente para eles um vídeo 
curto ou imagens de pessoas 
praticando esse esporte. 
Incentive o debate por meio de 
perguntas: “Na opinião de 
vocês, deve ser fácil ou difícil 
fazer acrobacias? Por quê?”, “É 
preciso treinamento para fazer 
as acrobacias mostradas no 
vídeo/nas fotografias?”, 
“Vocês já conheciam a 
ginástica acrobática? De 
onde?”. 
Sua forma esportiva tem como 
marco as apresentações 
 Leve para a aula cópias 
(preferencialmente ampliadas) 
da figura a seguir. Diga aos 
alunos que cada ginasta 
desempenha uma função na 
figura acrobática. Em seguida, 
mostre-lhes a figura, bem 
como leia para eles o nome 
dessas funções. 
Depois solicite aos alunos que 
desenhem novas figuras 
acrobáticas e oriente-os a 
determinar as funções dos 
ginastas em cada desenho. 
Explique a eles que, mas de 
uma ginasta pode desempenhar 
a mesma função. Em um 
circenses, no fim do século 
XIX e início do século XX, 
quando os países do Leste 
Europeu começaram a 
sistematizar e padronizar as 
suas práticas. 
A regulamentação esportiva 
internacional ocorreu em 1973, 
quando foi fundada a 
Federação Internacional de 
Esportes Acrobáticos (IFSA). 
Em 1996, no entanto, com o 
intuito de promover e estimular 
a prática da modalidade, a 
IFSA passou a fazer parte da 
Federação Internacional de 
Ginástica (FIG), bem como 
estruturada para fazer a 
divulgação desse esporte. 
A ginástica acrobática é 
praticada por homens e 
mulheres em um tablado 
quadrado com lados de 12m. 
As apresentação podem ter as 
seguintes composições: dupla 
mista, dupla feminina, dupla 
masculina, trio feminino e 
quarteto masculino. 
É um dos poucos esportes no 
qual homens e mulheres podem 
competir juntos, no caso da 
dupla mista. 
Cada composição precisa 
apresentar uma coreografia de 
movimentos com 
acompanhamento musical, 
sequencias de equilíbrios 
individuais e figuras 
quinteto, por exemplo, a figura 
pode ter dois volantes e três 
bases. 
Organize uma exposição com 
esses desenhos. Decida com os 
alunos a dia, a hora e o local do 
evento. 
acrobáticas e ginásticas, em 
sincronismo (BROCHADO; 
BROCHADO, 2005)”. 
Trata-se de uma modalidade 
bastante dinâmica. As 
coreografias requerem 
expressão e movimentos 
perfeitamente sincronizados 
com a música escolhida e são 
executadas no tempo máximo 
de 2 minutos e 30 segundos. 
3º - 
Espor
tes 
Esporte não 
tem gênero! 
(EF35EF05) Experimentar e 
fruir diversos tipos de 
esportes de campo e taco, 
rede/parede e invasão, 
identificando seus 
elementos comuns e criando 
estratégias individuais e 
coletivas básicas para sua 
execução, prezando pelo 
trabalho coletivo e pelo 
protagonismo. 
(EF35EF06) Diferenciar os 
conceitos de jogo e esporte, 
identificando as 
características que os 
constituem na 
contemporaneidade e suas 
manifestações (profissional 
e comunitária/lazer). 
(No 3° ano foram 
vivenciados os esportes de 
invasão e observadas as 
diferenças entre jogo e 
esporte. Agora, no 4° ano, 
serão experimentados os 
• Identificar 
modalidades esportivas 
que são 
exclusivamente 
femininas ou 
masculinas ou que 
apresentam estruturas 
em relação aos sexos. 
Inicie este tema perguntando 
aos alunos se eles já viram 
algum movimento nos esportes 
cuja execução não seja 
recomendável para mulheres 
ou para homens. Sempre que 
possível, introduza novos 
questionamentos com base nas 
respostas deles. Em seguida, 
questione-os se conhecem 
esportes que sejam praticados 
exclusivamente por mulheres 
ou por homens. Caso os alunos 
não se lembrem de nenhuma 
modalidade, cite alguns 
exemplos. Mulheres: barras 
assimétricas, na ginastica 
artística, e nado sincronizado. 
Homens: barra fixa e argolas, 
na ginástica artística, luta 
greco-romana e sumô. 
 Proponha aos alunos algumas 
questões para serem 
respondidas em casa ou na 
escola por meio de pesquisa 
realizada na internet, com a 
supervisão de um adulto. Peça-
lhes que apresentem as 
respostas na próxima aula. 
Escreva as seguintes questões 
na lousa (ou distribua cópias 
delas a cada aluno). 
1. Quais são os esportes 
praticados somente por 
mulheres? Possibilidades de 
resposta: Nado sincronizado, 
ginástica rítmica etc. 
2. Quais são os praticados 
apenas por homens? 
Possibilidades de resposta? 
Rúgni de 15, luta greco-
romana, sumô etc. 
3. Quais esportes tiveram 
as regras alteradas para serem 
praticados tanto por homens 
quanto por homens? 
Possibilidades de resposta: 
esportes de campo e taco, 5° 
ano, os de rede/parede. 
Beisebol/softbol, ginástica 
artística etc. 
Esportes de 
campo e taco 
• Compreender os 
elementos comuns dos 
esportes de campo e 
taco. 
• Experimentar jogos 
com implemento. 
Esportes de campo e taco são 
modalidades esportivas que 
utilizam um implemento para 
execução do movimento de 
rebater em um espaço de jogo 
predeterminado, cujo objetivo 
é lançar a bola longe dos 
adversários a partir da rebatida 
e, dessa forma, ocupar espaços 
no campo ou promover o maior 
número de corridas para que 
eles se convertam em pontos. 
Alguns dos esportes que se 
enquadram nessa categoria são 
o beisebol (Designado 
oficialmente como modalidade 
masculina) e o softbol 
(designado oficialmente como 
modalidade feminina), que são 
pouco comuns no Brasil, mas, 
no caso do beisebol, muito 
popular em diversos países, 
principalmente nos Estados 
Unidos, no Japão e em Cuba. 
Pelo fato de essas modalidades 
ou de outras similares não 
fazerem parte da cultura 
esportiva brasileira, 
geralmente os alunos 
apresentam dificuldade em 
tarefas que envolvem a 
habilidade motora de rebater a 
bola com algum implemento, 
como é o caso do bastão (taco). 
Com base nesse pressuposto, é 
importante que as aulas de 
 Peça aos alunos que realizem 
uma pesquisa sobre a 
modalidade esportiva 
denominada “críquete”. 
Oriente-os sobre as 
informações que eles precisam 
obter para a próxima aula. 
Distribua para eles cópias das 
seguintes perguntas (ou 
escreva-as na lousa). 
a) Quantos jogadores 
compõem uma equipe de 
críquete? (11 jogadores.) 
b) Qual é o nome da área 
de arremesso e rebatida? 
(Pitch) 
c) Como são chamados os 
alvos? (Wickets.) 
d) Qual é o objetivo do 
rebatedor? (Impedir que a vola 
toque o wicket e, se possível 
rebatê-la para bem longe, o que 
lhe permitirá percorrer o 
comprimento do wicket o 
maior número de vezes 
possível.) 
e) Qual é o objetivo do 
arremessador?(Fazer a bola 
atingir o wicket.) 
Aproveite essa pesquisa para 
estabelecer relações entre o 
críquete e o jogo de taco (bets). 
Ajude os alunos a entender que, 
apesar do número diferente de 
integrantes em cada equipe, os 
objetivos dos atacantes 
Educação Física proporcionem 
atividades que estimulem a 
experimentação do “rebater”. 
Além da aprendizagem 
motora, a inclusão do beisebol 
e do softbol em suas aulas 
amplia a cultura corporal do 
movimento por meio de 
esportes não convencionais na 
realidade brasileira. 
Sugerimos a você que comece 
a exploração desse tema 
levantando o conhecimento 
prévio dos alunos sobre 
beisebol, softbol e críquete. 
Em seguida, apresente 
algumas características dessa 
categoria de esporte: enquanto 
uma das equipes tem a 
incumbência de tentar rebater a 
bola o mais longe possível para 
percorrer espaços do campo de 
jogo, o objetivo da equipe 
adversária é recuperá-la o mais 
rapidamente possível para sair 
da defensiva e atacar. 
Incentive esse debate inicial 
por meio de perguntas: “Quem 
já prayicou algum desses 
esportes?”, “Como é feita a 
contagem dos pontos no 
beisebol?”, “O que as equipes 
precisam fazer para evitar que 
o adversário marque ponto?”. 
Leia o texto da seção “Análise 
e Compreensão” para obter 
informações importantes sobre 
os esportes de campo e taco. 
(rebatedores) e defensores 
(lançadores)são semelhantes. 
Procure também associar o 
críquete com o beisebol e o 
softbol, ressaltando que esses 
esportes pertencem à 
modalidade esportiva esportes 
de campo e taco. Para tanto, 
sugerimos que faça aos alunos 
algumas perguntas estratégicas: 
“É possível identificar 
semelhanças entre o críquete, o 
beisebol e o softbol? Quais?”, “ 
O que é preciso fazer para 
marcar pontos nesses 
esportes?”, “E par evitar que a 
outra equipe os marque?”, “Em 
sua opinião, esses esportes têm 
a mesma lógica do boliche, do 
atletismo, do futebol e do 
handebol? Por quê?”. 
Essas questões levam is alunos 
a resgatar as categorias de 
esporte abordadas nos anos 
anteriores. Espera-se, por 
exemplo, que eles identifiquem 
o boliche com um esporte de 
precisão, que relembrem que o 
atletismo é uma modalidade de 
marcas (os atletas tentam obter 
os melhores tempo ou as 
maiores distancias), e que 
citem o futebol e o handebol 
como esportes de invasão 
territorial. Deve ficar evidente 
para eles que, nas modalidades 
analisadas neste tema, o foco 
está direcionado para a ação de 
rebater uma bola e de percorrer 
espaços do campo de jogo. 
4º - 
Brinc
adeira
s e 
Jogos 
As 
brincadeiras 
e os jogos 
populares 
da cultura 
do mundo 
(EF35EF01) Experimentar e 
fruir brincadeiras e jogos 
populares do Brasil e do 
mundo, incluindo aqueles 
de matriz indígena e 
africana, e recriá-los, 
valorizando a importância 
desse patrimônio histórico 
cultural. 
(EF35EF02) Planejar e 
utilizar estratégias para 
possibilitar a participação 
segura de todos os alunos 
em brincadeiras e jogos 
populares do Brasil e de 
matriz indígena e africana. 
(EF35EF03) Descrever, por 
meio de múltiplas 
linguagens (corporal, oral, 
escrita, audiovisual), as 
brincadeiras e os jogos 
populares do Brasil e de 
matriz indígena e africana, 
explicando suas 
características e a 
importância desse 
patrimônio histórico 
cultural na preservação das 
diferentes culturas. 
(EF35EF04) Recriar, 
individual e coletivamente, 
e experimentar, na escola e 
fora dela, brincadeiras e 
jogos populares do Brasil e 
do mundo, incluindo 
aqueles de matriz indígena e 
• Identificar, 
reconhecer e vivenciar 
brincadeiras e jogos 
populares do mundo. 
Fome uma roda com os alunos 
e relembre-os das brincadeiras 
e dos jogos que eles 
vivenciaram nos anos 
anteriores ou aqueles que 
conhecem e brincam em seu 
cotidiano. Leve para a aula uma 
cópia ampliada da pintura 
Jogos Infantis, de Pieter 
Bruegel (1525-1569), e peça a 
eles que identifiquem nela 
brincadeiras e jogos. Escreva 
na louça o que eles 
mencionarem. 
Instigue os alunos a perceber 
que muitas brincadeiras 
retratadas são conhecidas 
atualmente, o que demonstra 
sua tradição e universalidade. 
Segundo estudiosos, nessa 
pintura são mostradas 84 
brincadeiras (algumas delas 
foram modificadas ou nem 
existem mais). Os jogos 
retratados podem representar o 
que atualmente chamamos de 
bambolê, pula-sela, cadeirinha, 
cinco-marias, pega-pega, siga o 
mestre, gangorra, cabra-cega, 
perna de pau, rola-arco, entre 
outros. 
 Peça aos alunos que façam um 
desenho grande que mostre as 
brincadeiras e os jogos de que 
eles mais gostam. Oriente-os a 
assinar a obra que produziram. 
Convide o professor de Arte a 
participar dessa avaliação e a 
dar dicas para os alunos de 
materiais que podem ser 
usados na elaboração dos 
desenhos. 
Sugerimos que você organize, 
com a participação dos launos, 
uma exposição desses 
trabalhos na escola. 
Os espaços 
de 
brincadeiras 
e jogos 
• Identificar os 
espaços para a vivência 
das brincadeiras 
tradicionais na 
comunidade. 
Pela aos alunos que falam um 
levantamento, por escrito, dos 
espaços em que eles costumam 
brincar. 
 Todas as pesquisas e os 
registro que os alunos 
realizaram durante as 
atividades devem ser 
africana, e demais práticas 
corporais tematizadas na 
escola, adequando-as aos 
espaços públicos 
disponíveis. 
• Propor e 
divulgar alguns jogos 
que podem ser 
realizados nesses 
espaços. 
Oriente-os a identificar os 
locais em que brincam 
(parques, clubes, ruas etc.), os 
cuidados que devem ter quando 
se divertem, bem como apontar 
os espaços em que eles não 
podem brincar e as razões desse 
impedimento. Além disso, os 
alunos devem identificar se 
essas áreas são acessíveis às 
pessoas com deficiência ou 
com mobilidade reduzida (se 
possuem rampa de acesso, 
sanitários adaptados, 
passarelas, vagas especiais no 
estacionamento etc.). 
Concluída a pesquisa, 
identifique com os alunos os 
espaços que eles utilizam para 
brincar. 
Espaços Públicos: áreas de 
lazer, parques, vias públicas, 
“ruas de lazer” etc. 
Espaços Privados: clubes, 
escolas, shopping, colônias de 
férias, acampamentos etc. 
Feito o levantamento, converse 
com eles sobre os motivos que 
levam as crianças a brincar 
cada vez menos nas ruas, como 
o aumento da violência, o 
grande fluxo de veículos na 
vias públicas e a consequente 
diminuição da segurança, entre 
outros. Proponha uma reflexão 
sobre as ruas (em qualquer 
localidade) e seus possíveis 
perigos: passagem de veículos, 
recolhidos para sua avaliação 
das tarefas. 
buracos, bocas de lobo, fiação 
elétrica, esgoto a céu aberto, 
rios próximos, velas, lixo 
acumulado nas calçadas (latas 
enferrujadas, cacos de vidro) 
etc. 
Por fim, converse com eles 
sobre a acessibilidade para 
pessoas com deficiência ou 
mobilidade reduzida aos locais 
pesquisados, abordando a 
importância da adaptação 
desses espaços a fim de 
promover os direitos 
individuais e sociais dessas 
pessoas. Se houver alunos com 
deficiência na turma, peça a 
eles que exponham as 
dificuldades de acesso a esses 
locais. 
5° 
Lutas 
A base 
(guarda) do 
lutador: 
equilíbrio e 
desiquilíbrio 
(EF35EF13) Experimentar, 
fruir e recriar diferentes 
lutas presentes no contexto 
comunitário e regional 
(EF35EF14) Planejar e 
utilizar estratégias básicas 
das lutas do contexto 
comunitário e regional e 
lutas de matriz indígena e 
africana experimentadas, 
respeitando o colega como 
oponente e as normas de 
segurança. 
(EF35EF15) Identificar as 
características das lutas do 
contexto comunitário e 
regional e lutas de matriz 
indígena e africana, 
• Reconhecer a 
importância de uma 
boa base 
• Experimentar 
movimentos 
diversificados de 
equilíbrio e 
desequilíbrio similares 
aos executados nas 
lutas,com segurança. 
Sugerimos a realização de uma 
chamada temática para 
relembrar os alunos das lutas 
abordadas no 3° ano. Oriente-
os a dizer algum termo 
relacionado a essa prática 
corporal em vez de “presente”. 
Esclareça que esses termos não 
podem ser repetidos no 
decorrer da chamada. 
Quando julgar necessário, peça 
aos alunos que expliquem o 
significado de determinada 
citação e sua relação com as 
lutas. 
É provável que eles se 
recordem de situações 
relacionadas com os principais 
 Exiba para os alunos um breve 
vídeo com situações de lutas, 
como as competições das 
Olimpíadas. Peça a eles que 
identifiquem as situações de 
equilíbrio e desequilíbrio e que 
registrem as respostas em uma 
folha à parte. Recolha as 
folhas, verifique se os 
conhecimentos apontados 
foram satisfatórios e apresente 
suas considerações para a 
turma. 
 
reconhecendo as diferenças 
entre lutas e brigas e entre 
lutas e demais práticas 
corporais. 
conhecimentos adquiridos, 
como as diferenças entre lutas e 
brigas, os movimentos de 
esquiva e de imobilização, os 
equipamentos de segurança 
usados pelos atletas, as 
saudações, entre outras 
possibilidades. No entanto, 
caso não seja feita menção a 
algum termo importante para a 
revisão dos conteúdos, 
apresente-os ao fim da 
chamada e questione os alunos 
sobre seu significado. 
Durante a chamada, esteja 
atento às citações dos alunos 
que favoreçam a introdução de 
dois elementos fundamentais 
das lutas que vão ser tratados 
neste tema: equilíbrio e 
desequilíbrio. 
Finalize essa primeira conversa 
ressaltando que, a partir desta 
aula, eles vão vivenciar essas 
duas situações muito comuns 
nas lutas. 
Lutas e 
desenhos 
animados 
• Reconhecer a 
presença da luta nos 
desenhos animados e 
sua prática em 
diferentes culturas. 
• Diferenciar a 
luta das situações que 
representam briga, 
vingança, traição ou 
agressões 
desnecessárias. 
Nessa conversa introdutória, 
relembre aos alunos os 
elementos que caracterizam a 
luta, bem como a diferença 
entre luta e briga. Depois, 
mostre a eles cenas de um 
desenho animado em que haja 
luta, pedindo-lhes que 
identifiquem se elas são de luta 
ou de briga (ver indicação de 
desenhos nas “Dicas”, no fim 
deste tema). Solicite a eles que 
 Exiba um trecho de um 
desenho animado em que a luta 
é confundida com briga. Ao 
término, organize a turma em 
pequenos grupos e peça aos 
alunos que modifiquem o 
enredo, transformando as 
situações de briga em luta. 
Peça que exponham oralmente 
ou encenem o novo enredo. 
Registre os resultados em um 
caderno ou, se dispuser de 
justifiquem suas respostas 
considerando os 
conhecimentos adquiridos nos 
temas de luta abordados no 3° 
ano. 
recursos, filme as encenações e 
o debate. 
Dica: A pesquisa de vídeos 
pode ser feita na internet, 
digitando “desenhos animados 
de luta”. Sugerimos a exibição 
de trechos do filme Kung Fu 
panda 2. 
 
__________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ 
 Assinatura da Coordenadora 
 
PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 
Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos 
Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura 
Disciplina: Educação Física 
Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 5 
 
PLANEJAMENTO ANUAL 
BIME
STRE 
TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURS
OS 
DIDÁTI
COS 
TEMPO 
ESTIMADO 
(Nº DE 
AULAS) 
AVALIAÇÃO 
1º - 
Dança
s 
No passo do 
hip-hop 
(EF35EF09) Experimentar, 
recriar e fruir danças 
populares do Brasil e do 
mundo e danças de matriz 
indígena e africana, 
valorizando e respeitando os 
diferentes sentidos e 
significados dessas danças 
em suas culturas de origem. 
(EF35EF10) Comparar e 
identificar os elementos 
constitutivos comuns e 
diferentes (ritmo, espaço, 
gestos) em danças populares 
do Brasil e do mundo e 
danças de matriz indígena e 
africana. 
(EF35EF11) Formular e 
utilizar estratégias para a 
execução de elementos 
constitutivos das danças 
populares do Brasil e do 
mundo, e das danças de 
matriz indígena e africana. 
(EF35EF12) Identificar 
situações de injustiça e 
preconceito geradas e/ou 
• Conhecer a cultura 
do hip-hop e 
aprender estilos de 
dança de rua. 
• Reconhecer essa 
manifestação como 
uma dança do 
mundo. 
• Experimentar e 
fruir com estilos de 
danças de rua. 
Reúna os alunos em local 
adequado para a exibição do 
filme Ela dança, eu danço 2 
(Step up 2: the streets), de 
2008. 
O filme retrata a vida de uma 
dançarina de dança de rua 
(street dance) que, ao entrar 
para uma escola de artes 
elitizada, precisa lidar com um 
contexto controverso entre sua 
realidade e a vida no novo 
ambiente. Nesses conflitos, as 
batalhas de dança de rua 
assumem um destaque 
interessante. 
Selecione algumas cenas de 
momentos que exploram 
principalmente a dança. Toda-
via, caso considere oportuno, 
exiba o filme completo. 
Ao final da exibição, reúna os 
alunos em roda e incentive o 
debate por meio de perguntas: 
“O que mais chamou sua 
atenção no filme?”, “Qual é o 
nome da dança representada?” 
 1. Peça aos alunos que 
escrevam sobre os estilos de 
dança de rua de que mais 
gostaram, justificando suas 
escolhas. 
2. Assumindo que eles 
vivenciaram danças populares 
nos anos anteriores, sugira que 
identifiquem as principais 
diferenças entre essas danças e 
as de rua. As diferenças podem 
estar relacionadas com 
movimentos, vestimentas, local 
mais comum de prática, 
músicas, ritmos, entre outras 
possibilidades. Seria 
interessante elaborar um 
quadro com algumas dessas 
diferenças para expor na escola. 
3. Reflita com os alunos 
sobre a importância de 
conhecer o contexto histórico 
das manifestações corporais 
aprendidas durante as aulas. 
Posteriormente, sugira a eles 
que escrevam as principais 
conclusões dessa conversa. 
presentes no contexto das 
danças e demais práticas 
corporais e discutir 
alternativas para superá-las. 
(dança de rua ou street dance), 
“Quais são suas principais 
características?” (movimentos 
fortes e desafiadores, 
executados com braço e 
pernas, envolvendo também 
saltos, giros e passos que 
provocam a quem assiste). 
Na primeira pergunta, permita 
que os alunos verbalizem suas 
impressões, o que sentiram 
diante do que viram, o que foi 
mais impressionante, o que não 
agradou, entre outras 
colocações. 
No filme, é possível observar 
os passos executados tanto sob 
a forma livre e de criação em 
momentos de lazer e até 
mesmo de intervenção 
(primeiras cenas do filme no 
metrô) quanto sob a forma de 
desafios ou batalhas disputadas 
no passos de dança. 
Caso não seja possível exibir o 
filme ou cenas dele, leve uma 
imagem de dança de rua para a 
aula e peça aos alunos que 
identifiquem elementos dessa 
manifestação, como 
vestimentas, movimentos, 
entre outros. 
Amplie as experiencias com as 
danças abordadas nos anos 
anteriores, destacando que a 
proposta deste momento é 
conhecer manifestações para 
além do contexto brasileiro. 
Maculelê • Experimentar e 
fruir o maculelê como 
uma manifestação 
afro-brasileira. 
• Reconhecer essa 
manifestação cultural 
como possibilidade de 
discutir o racismo e a 
resistência social 
Disponha os alunos em roda e 
apresente a ele um trecho da 
canção Certo dia na cabana um 
guerreiro, da Associação 
Capoeira Lagoa Azul. Seus 
versus retratam um pouco da 
lenda do maculelê, que versa 
sobre a defesa de um povo que 
foi comandada por um grande 
guerreiro com pedaços de pau 
em punho. Se possível, 
apresente o áudio da canção 
para alunos. 
Depois, conte a história do 
maculelê e relacione-a com a 
letra da música. Leia mais 
informações em “Análise e 
Compreensão”. 
 1. Com base nas 
vivencias com o maculelê, 
proponha as seguintes questões 
para os alunos. 
a) Quais sãoas principais 
características dessa 
manifestação cultural? 
b) Como foi aprender a 
coordenar as batidas dos 
pedaços de madeira? 
2. Debata com os alunos 
sobre como a abordagem de 
uma dança afro-brasileira na 
escola pode auxiliar na 
superação da discriminação e 
do racismo. Depois, solicite a 
eles que escrevam um pequeno 
texto sobre o assunto com 
auxílio do professor de Língua 
Portuguesa. Uma proposta 
interdisciplinar pode ampliar 
as possibilidades de 
aprendizagem e aprofundar as 
experiencias com o tema 
explorado nas aulas de 
Educação Física. 
2º - 
Ginást
icas 
Ginástica 
Geral 
(EF35EF07) Experimentar e 
fruir, de forma coletiva, 
combinações de diferentes 
elementos da ginástica geral 
(equilíbrios, saltos, giros, 
rotações, acrobacias, com e 
sem materiais), propondo 
coreografias com diferentes 
temas do cotidiano. 
(EF35EF08) Planejar e 
utilizar estratégias para 
resolver desafios na 
• Experimentar e 
fruir, de forma 
coletiva, combinações 
de diferentes elementos 
da ginástica geral 
• Planejar e 
utilizar estratégias para 
resolver desafios na 
execução de elementos 
básicos de 
apresentações coletivas 
de ginástica geral, 
Reúna os alunos para a exibição 
de um vídeo sobre ginástica 
geral que pode ser encontrado 
na internet. Sugerimos o link: 
Ginástica para todos 1. TV 
Escola. 
Depois da exibição, converse 
com eles sobre a ginástica 
geral, uma prática corporal que 
não têm caráter competitivo e 
que valoriza o prazer em sua 
execução. 
 Oriente os alunos a realizar 
coreografias da ginástica geral 
e os fotografe durante a 
realização da atividade. É 
importante fotografar 
sequencias de vários 
movimentos. Depois, imprima 
as fotografias selecionadas 
dessas sequencias e as leve para 
a aula seguinte. 
Organize-os em grupos e 
distribua as fotos de modo que 
execução de elementos 
básicos de apresentações 
coletivas de ginástica geral, 
reconhecendo as 
potencialidades e os limites 
do corpo e adotando 
procedimentos de 
segurança. 
reconhecendo as 
potencialidades e os 
limites do corpo e 
adotando 
procedimentos de 
segurança. 
cada um deles receba 
sequencias de movimentos. 
Solicite aos alunos que façam 
um ou mais cartazes mostrando 
sequencias das coreografias 
fotografadas. 
A 
classificação 
da ginástica 
• Conhecer uma 
proposta de 
classificação da 
ginástica conforme 
suas 
intencionalidades. 
Forme uma roda e converse 
com os alunos sobre os tipos de 
ginástica que eles conhecem. 
Escreva na lousa o que eles 
mencionarem. Depois, faça um 
quadro com estas informações: 
Ginástica para a saúde, 
Ginástica para competição, 
Ginástica para demonstração. 
Peça aos alunos que indiquem a 
coluna do quadro em que deve 
entrar cada ginástica 
mencionada por eles. Nesse 
primeiro momento, não 
interfiram nas respostas deles, 
deixando-os fazer a 
classificação com base nas 
próprias experiencias. 
Anote os resultados do quadro 
e guarde-os para realizar a 
discussão ao final deste tema. 
 Use folha de cartolina ou de 
papel pardo (ou a lousa) para 
reproduzir o quadro feito pelos 
alunos, em “Para começar”, 
com a classificação dos tipos 
de ginástica. Mostre aos alunos 
as respostas e peça-lhes que 
façam as correções necessárias. 
Finalizada a análise do quadro, 
converse com eles sobre as 
categorias da ginástica e seus 
objetivos. É importante que 
percebam as diferenças entre as 
categorias e identifique as 
caraterísticas comuns aos 
vários tipos de ginástica. 
3º - 
Espor
tes 
Esporte de 
rede/quadra 
dividida e 
parede de 
rebote/muro 
(EF35EF05) Experimentar e 
fruir diversos tipos de 
esportes de campo e taco, 
rede/parede e invasão, 
identificando seus 
elementos comuns e criando 
estratégias individuais e 
coletivas básicas para sua 
execução, prezando pelo 
trabalho coletivo e pelo 
protagonismo. 
• Identificar os 
elementos comuns da 
categoria esporte de 
rede e parede de rebote. 
• Vivenciar e 
experimentar 
atividades relacionadas 
aos esportes de rede-
voleibol de quadra e 
vôlei sentado. 
Para introdução do tema, leve 
para aula cópias (se possível, 
ampliadas e coloridas) das 
fotografias da próxima página 
(ou impressões de imagens 
semelhantes obtidas na 
internet). Reúna os alunos em 
círculo e mostre-lhes as fotos. 
Enquanto as observam, 
incentive-os a identificar a 
principal característica que 
 Solicite aos alunos o 
preenchimento de uma tabela, 
que compara as características 
das categorias da categoria de 
esporte de rede/quadra dividida 
com a de invasão ou territorial. 
Escreva-a na lousa ou 
providencie cópias dela para a 
turma. 
(EF35EF06) Diferenciar os 
conceitos de jogo e esporte, 
identificando as 
características que os 
constituem na 
contemporaneidade e suas 
manifestações (profissional 
e comunitária/lazer). 
(No 2° ano, foram 
vivenciados os esportes de 
invasão, bem como 
observadas as diferenças 
entre jogo e esporte. No 4° 
ano, os alunos participaram 
de esportes de campo e taco. 
Agora, no 5° ano, serão 
experimentados os esportes 
de rede/parede.) 
diferencia esses esportes dos 
vistos em anos anteriores, 
como boliche, atletismo, 
futebol, handebol e beisebol. 
Pergunte a eles: “O que há em 
comum nos esportes mostrados 
nessas fotografias?”. Espera-se 
que os alunos percebam a 
utilização de uma rede divisória 
entre os espaços do jogo 
(quadra, campo ou mesa). Caso 
eles sintam dificuldade em 
fazer essa identificação, 
incentive-os a encontrar o 
objeto que aparece nas cinco 
imagens (a rede). 
Classificaçã
o dos 
esportes 
• Compreender o 
modelo de 
classificação dos 
esportes, 
• Efetuar a 
classificação de 
diferentes 
modalidades 
esportivas. 
Nosso propósito, neste 
momento, é realizar uma 
síntese das categorias 
esportivas contempladas 
durante os anos iniciais, bem 
como fundamentar o conceito 
de esporte e apresentar uma 
possibilidade de classificação 
das suas manifestações. 
Essa classificação inclui a 
categoria de esporte de 
combate ou lute e a de esporte 
técnico-combinatório ou 
estético, as quais não foram 
contempladas de forma 
específica pelo fato de a 
abordagem delas ocorrer a 
partir do terceiro ciclo da Base 
Nacional Comum Curricular 
(3ª versão). Portanto, esse 
momento é oportuno para 
explicar aos alunos a existência 
 Solicite aos alunos que 
pesquisem em casa, com a 
participação dos familiares 
quais são as modalidades 
esportivas presente nos Jogos 
Olímpicos de Inverno e como 
ocorre o desenvolvimento de 
cada uma delas. Em seguida, 
oriente-os a classificar cada 
modalidade na categoria de 
esporte de acordo com o 
modelo de classificação 
trabalhado nas aulas. 
dessas duas categorias no 
modelo de classificação dos 
esportes adotados nesta 
coleção. Na categoria dos 
esporte de combate ou luta, 
podem ser citados como 
exemplos o judô, o boxe e a 
esgrima. Na categoria de 
esportes técnico-
combinatórios ou estéticos, os 
exemplos são a ginástica 
artística, a ginástica rítmica e o 
nado sincronizado. 
Inicie o tema com uma 
retornada de todos os esportes 
que foram vivenciados nos 
anos anteriores. Peça aos 
alunos que relembre as 
modalidades vivenciadas, 
escrevendo-as na lousa. Caso 
eles não tenham tido contato 
com os conteúdos do primeiro 
volume desta coleção (1° e 2° 
anos), é importante resgatar 
todos os esportes trabalhados 
naqueles dois anos, bem como 
identificar as categorias nas 
quais cada um deles se 
enquadra? 
É provável que nessa conversa 
os alunos citem alguns 
conteúdos que não se 
enquadram como esporte. Essa 
ocorrência cria uma situação 
interessante para resgatar o 
conceito de esporte e recordar 
a diferença entre jogo e 
esporte. Ressalte que, para que 
uma prática corporal seja 
entendida como esporte, ela 
deve pertencera umaassociação, federação ou 
confederação, as quais 
estabelecem normatizações e 
regulamentos referentes a 
determinada modalidade 
esportiva. Essas instituições 
são responsáveis pela 
padronização das regras e pela 
organização de competições 
oficiais. 
Caso não surja tal situação, 
procure provocá-la pergunte 
aos alunos se algumas 
manifestações da cultura 
corporal são ou não esportes, 
tais como basquetebol, judô, 
queimada, capoeira, danças, 
atletismo, ginástica localizada 
etc. 
4º - 
Brinc
adeira
s e 
Jogos 
Jogos 
africanos e 
indígenas 
(EF35EF01) Experimentar e 
fruir brincadeiras e jogos 
populares do Brasil e do 
mundo, incluindo aqueles 
de matriz indígena e 
africana, e recriá-los, 
valorizando a importância 
desse patrimônio histórico 
cultural. 
(EF35EF02) Planejar e 
utilizar estratégias para 
possibilitar a participação 
segura de todos os alunos 
em brincadeiras e jogos 
• Valorizar a 
cultura afro-brasileira e 
a indígena. 
• Conhecer e 
Vivenciar jogos afro-
brasileiros e indígenas. 
Inicie a abordagem do tema 
propondo aos alunos uma 
conversa sobre a África e, na 
sequência, sobre os povos 
indígenas brasileiros. Em 
momento oportuno dessa 
discussão, estabeleça um 
vínculo entre esses dois 
assuntos, conforme sugerido 
mais adiante. 
Comece pela África: “Vocês já 
ouviram falar desse continente? 
Como ele é e o que tem lá?”, 
“Quando e por que os africanos 
vieram para o Brasil?”, “DE 
 Forme grupos de cinco alunos 
e peça a eles que elaboram um 
vídeo sobre um dos jogos 
africanos ou indígenas de que 
mais gostaram. Nesse vídeo, 
eles devem recriar o jogo 
escolhido e apresentá-lo. 
Organize a apresentação dos 
vídeos e, na sequência, 
proponha a execução de um ou 
mais jogos recriados. 
O objetivo é levar os alunos a 
explicar as características 
desses jogos por meio de sua 
recriação, reforçando a 
populares do Brasil e de 
matriz indígena e africana. 
(EF35EF03) Descrever, por 
meio de múltiplas 
linguagens (corporal, oral, 
escrita, audiovisual), as 
brincadeiras e os jogos 
populares do Brasil e de 
matriz indígena e africana, 
explicando suas 
características e a 
importância desse 
patrimônio histórico 
cultural na preservação das 
diferentes culturas. 
(EF35EF04) Recriar, 
individual e coletivamente, 
e experimentar, na escola e 
fora dela, brincadeiras e 
jogos populares do Brasil e 
do mundo, incluindo 
aqueles de matriz indígena e 
africana, e demais práticas 
corporais tematizadas na 
escola, adequando-as aos 
espaços públicos 
disponíveis. 
 
que forma eles influenciaram a 
nossa cultura?”. 
A apresentação do vídeo 
sugerimos a seguir constitui 
uma estratégia interessante 
para ampliar os conhecimento 
dos alunos sobre a África: Um 
continente a ser lembrado. 
Geografia. Telecurso. 
Converse também com os 
alunos sobre os povos 
indígenas brasileiros: “Onde e 
como eles vivem?”, “O que tem 
acontecido com eles ao longo 
da história?”, “Quais são as 
contribuições desses povos 
para a nossa cultura?”. 
Caso tenha oportunidade, exiba 
o vídeo Índio do Brasil. 
Capítulo 1. 
Durante esse primeiro debate, 
lembre os alunos da 
discriminação e do preconceito 
contra os negros e os indígenas 
ainda mais presentes em nossa 
sociedade, 
Reforce para eles que as aulas 
deste tema enfatizam as 
contribuições dos povos 
africanos e indígenas na 
construção de brincadeiras. 
importância do patrimônio 
histórico-cultural. 
Jogos 
digitais 
• Conhecer os 
benefícios, os limites e 
os malefícios dos jogos 
digitais. 
• Transformar os 
jogos digitais em jogos 
reais. 
Inicie o debate sobre jogos 
digitais procurando saber a 
relação dos alunos com essa 
prática: “Vocês brincam com 
jogos digitais? Por quanto 
tempo?”. “Quais são os seus 
jogos preferidos?”, “Qual é a 
 Forme grupos de quatro alunos 
e peça a eles que, em casa, 
pensem no jogo digital de que 
mais gostam e tentem 
transformá-lo em um jogo que 
possa ser realizado na quadra. 
Organize uma apresentação e 
diferença desses jogos para os 
outros que não são digitais?”. 
Após os questionamentos, 
organize a turma em grupos de 
seis alunos cada um e espalhe 
cartões em diferentes parte da 
quadra. Nesse cartões, devem 
estar escritos os benefícios e os 
malefícios dos jogos digitais. 
As letras que formam as 
palavras encontram-se 
embaralhadas. Exemplo: 
“CONÇORCNEÃTA” 
significa 
“CONCENTRAÇÃO”. 
Ao seu sinal, os grupos devem 
pegar um cartão de cada vez, 
escrever a palavra corretamente 
do outro lado do cartão e 
classificá-la como um 
benefício ou um maleficio. 
Quando todas as palavras 
forem classificadas, peça aos 
grupos que citem um benefício 
e uma malefício dos jogos 
digitais, justificando suas 
respostas. Para não ficar 
repetitivo, solicite a cada grupo 
que escolha sempre uma 
palavra não comentada. 
Enfatize que os jogos digitais 
proporcionam benefícios desde 
que praticados 
moderadamente. Instigue os 
alunos a praticar mais 
atividades físicas ao ar livre e a 
realizar brincadeiras com 
amigos e familiares. 
um tempo para vivenciar esses 
jogos na escola. 
5° 
Lutas 
Variações 
dos 
elementos 
das lutas 
(EF35EF13) Experimentar, 
fruir e recriar diferentes 
lutas presentes no contexto 
comunitário e regional 
(EF35EF14) Planejar e 
utilizar estratégias básicas 
das lutas do contexto 
comunitário e regional e 
lutas de matriz indígena e 
africana experimentadas, 
respeitando o colega como 
oponente e as normas de 
segurança. 
(EF35EF15) Identificar as 
características das lutas do 
contexto comunitário e 
regional e lutas de matriz 
indígena e africana, 
reconhecendo as diferenças 
entre lutas e brigas e entre 
lutas e demais práticas 
corporais. 
• Experimentar 
formas diversificadas 
de esquivas, 
imobilizações, 
agarramentos, 
equilíbrios e 
desequilíbrios 
associadas às lutas, 
para a conquista de 
objetos e território. 
• Transformar 
jogos de lutas. 
Retorne com os alunos os 
conceitos de lutas e as 
diferenças entre essa prática 
corporal e a briga. Sempre é 
bom atualizar esses saberes e as 
posturas de respeito presentes 
nesse conteúdo. 
Recorde os movimentos 
característicos das lutas, como 
equilíbrio, esquiva e 
imobilização, além da 
importância do respeito às 
regras, ao adversário e dos 
cuidados com a segurança/ 
Questione os alunos sobre 
possíveis formas de “lutar” 
com um colega. Por exemplo: 
agarrando, empurrando, 
tracionando, golpeando com 
toques e usando implementos. 
Se considerar oportuno, peça a 
uma dupla (de voluntários ou 
escolhidos por você) que 
demonstre alguns desses 
movimentos. Os demais alunos 
podem dar dicas, sugerir a 
correção de movimentos, ou 
seja, é desejável que todos 
participem. 
Avise-os de que nas aulas 
seguintes eles vão vivenciar 
novas possibilidades para 
realizar esses movimentos, ora 
apresentadas por você, ora 
transformadas ou criadas pela 
turma. 
 Organize os alunos em 
pequenos grupos e peça a eles 
que criem jogos de lutas. Cada 
grupo deve nomeá-los, 
explicar o modo de jogar, o 
objetivo, as regras e as 
estratégias de jogo. Depois, 
acompanhe as apresentações 
das lutas. Durante as exibições 
(ou ao térmico delas), pergunte 
a eles quais elementos das lutas 
foram evidenciados no jogo. 
Se possível peça que 
descrevam o jogo em arquivo 
digital e o disponibilize na 
internet como forma de 
estimular o compartilhamento 
de conhecimentos. O público-
alvo deles deve ser a 
comunidade escolar e local. 
A origem 
das lutas 
• Reconhecer 
histórias relacionadas 
ao surgimento das lutas 
Comece essa conversa com os 
alunos fazendo-lhes as 
seguintes perguntas: “Vocês 
acham que é possível conhecer 
a origem das lutas? Por que?”. 
Considere a opinião deles 
durante o debate e na 
formulação de novas perguntas 
como: “Oque os seres 
humanos da Pré-História 
precisavam fazer para obter 
alimentos?”, “É para se 
defender de outros povos?”, 
“Na Idade Média, quem 
protegia os castelos das 
invasões? De que forma?”. 
Registre as respostas em um 
caderno como referência para 
avaliação ao final das aulas 
deste tema. 
Conclua essa conversa com os 
alunos explicando-lhes que é 
possível ter uma ideia sobre a 
origem das lutas, bem como 
perceber a ressignificação 
desse conceito ao longo da 
história. 
 Peça aos alunos que elaborem 
uma história em quadrinhos 
sobre a origem das lutas. 
Avalie os conceitos 
apresentados, exponha suas 
considerações e, se necessário, 
solicite correções. 
 
__________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ 
 Assinatura da Coordenadora 
 
PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 
Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos 
Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura 
Disciplina: Educação Física 
Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 6 
 
PLANEJAMENTO ANUAL 
BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS 
DIDÁTICOS 
TEMPO 
ESTIMADO 
(Nº DE 
AULAS) 
AVALIAÇÃO 
1º - Danças Danças Urbanas: 
Freestyle no hip-
hop 
(EF67EF11) 
Experimentar, fruir e 
recriar danças urbanas, 
identificando seus 
elementos constitutivos 
(ritmo, espaço, gestos). 
(EF67EF12) Planejar e 
utilizar estratégias para 
aprender elementos 
constitutivos das danças 
urbanas. 
(EF67EF13) Diferenciar 
as danças urbanas das 
demais manifestações da 
dança, valorizando e 
respeitando os sentidos e 
significados atribuídos a 
eles por diferentes 
grupos sociais. 
Competências Gerais: 4, 
9 e 10. 
Competências de 
Linguagens: 1 e 5. 
Competências de 
Educação Física: 7, 8, 
10. 
• Conhecer as danças 
urbanas e valorizar essa 
manifestação cultural. 
 
• Experimentar e fruir 
os gestos e ritmos 
dessas danças, bem 
como os espaços em 
que elas são realizadas. 
 
• Diferenciar as danças 
urbanas de outros tipos 
de dança. 
Reúna os alunos em roda e 
inicie uma conversa sobre 
danças urbanas. Faça um 
levantamento do que eles 
sabem da prática. Incentive-os a 
refletir sobre elementos que 
caracterizam o espaço urbano, 
como prédios, calçadas, ruas, 
avenidas etc. Essa reflexão é 
fundamental para definição 
desse ambiente, uma vez que 
auxilia na compreensão do 
espaço urbano, ao destacar os 
principais elementos que 
integram essa paisagem. Em 
outro momento, explique que as 
danças urbanas são 
manifestações que emergem 
das ruas, as quais são 
consideradas espaços de 
produção cultural e artística. 
Ressalte para eles que essas 
práticas estão muito vinculadas 
ao saber e às vivências das 
periferias. Ao final da conversa, 
identifique com os alunos as 
diferenças e as semelhanças 
 Solicite aos alunos 
que descrevam as 
principais 
características das 
danças urbanas, 
destacando como 
eles se sentiram ao 
praticá-las. 
Peça aos alunos que 
escreveram sobre o 
contexto de 
surgimento do 
movimento do 
movimento hip-hop, 
destacando seus 
principais pilares. 
entre as danças urbanas e outros 
tipos de danças, cimo as de 
salão (forró, salsa etc.) ou as 
populares (xaxado, frevo etc.). 
Dentro do espectro das danças 
urbanas, destacaremos neste 
tema o movimento hip-hop e o 
street dance. 
2º - Ginásticas Ginásticas de 
Condicionamento 
físico 
(EF67EF08) 
Experimentar e fruir 
exercícios físicos que 
solicitem diferentes 
capacidades físicas, 
identificando seus tipos 
(força, velocidade, 
resistência, 
flexibilidade) e as 
sensações corporais 
provocadas pela sua 
prática. (EF67EF09) 
Construir, 
coletivamente, 
procedimentos e normas 
de convívio que 
viabilizem a participação 
de todos na prática de 
exercícios físicos, com o 
objetivo de promover a 
saúde. (EF67EF10) 
Diferenciar exercício 
físico de atividade física 
e propor alternativas 
para a prática de 
exercícios físicos dentro 
e fora do ambiente 
escolar. 
Competências Gerais: 1, 
5, 7. 8 e 10. 
• Diferenciar os 
exercícios físicos das 
atividades físicas e 
compreender seus 
significados. 
• Vivências, 
experimentar e frui 
práticas corporais que 
envolvam as 
capacidades físicas. 
• Discutir sobre o 
acesso e a apropriação 
dos espaços públicos e 
privados para a prática 
da ginástica de 
condicionamento físico. 
Leve para aula cópia das 
imagens da página seguinte 
(preferencialmente coloridas) 
ou imprima fotos semelhantes, 
pesquisadas na internet, as 
quais contemplem situações de 
força, flexibilidade, agilidade, 
velocidade, resistência e 
equilíbrio na ginástica. 
Em roda, incentive os alunos a 
expressar a opinião deles sobre 
cada fotografia. Para motivar a 
participação do grupo, 
sugerimos algumas perguntas: 
“A qual esporte cada foto se 
refere?”, “O que vocês acham 
que esses esportes requerem 
dos atletas?”. 
As fotos mostram algumas 
capacidades físicas requeridas 
para a realização de 
movimentos técnicos em várias 
modalidades esportivas. Essas 
capacidades não são utilizadas 
somente nos esportes. Elas 
estão presentes na ginástica de 
condicionamento físico, muito 
utilizada por pessoas que 
buscam manter uma vida 
saudável e ativa. Elas também 
 Solicite aos alunos 
que pesquisem 
imagens de pessoas 
realizando exercícios 
físicos ou atividades 
que evidenciam a 
utilização das 
capacidades físicas. 
Dedique uma aula 
para montar com eles 
um painel. 
Conclua 
estabelecendo 
relações entre os 
exercícios físicos e as 
atividades físicas e 
comentando como 
elas estão presentes 
no dia a dia. 
Competências de 
Linguagens: 4. 
Competências de 
Educação Física: 1, 3, 4, 
5, 8 e 10. 
podem ser observadas em nosso 
dia-a-dia, como no trabalho em 
casa e na escola. Precisamos de 
força para levantar uma sacola 
no mercado, de resistência para 
caminhar até a escola, de 
flexibilidade para amarrar os 
sapatos, entre tantas tarefas do 
nosso cotidiano. 
3º - Esportes Esportes de 
Precisão 
(EF67EF03) 
Experimentar e fruir 
esportes de marca, 
precisão, invasão e 
técnico-combinatórios, 
valorizando o trabalho 
coletivo e o 
protagonismo. 
(EF67EF04) Praticar um 
ou mais esportes de 
marca, precisão, invasão 
e técnico-combinatórios 
oferecidos pela escola, 
usando habilidades 
técnico-táticas básicas e 
respeitando regras. 
(EF67EF05) Planejar e 
utilizar estratégias para 
solucionar os desafios 
técnicos e táticos, tanto 
nos esportes de marca, 
precisão, invasão e 
técnico-combinatórios 
como nas modalidades 
esportivas escolhidas 
para praticar de forma 
específica. (EF67EF06) 
Analisar as 
transformações na 
• Compreender os 
elementos da lógica 
interna do golfe que 
incluem na categoria de 
esportes de precisão. 
• Conhecer as regras, 
vivenciar a dinâmica do 
jogo e experimentar 
movimentos do golfe. 
• Criar possibilidades 
para a realização, de 
forma adaptada, do 
golfe no ambiente 
escolar. 
No 6º ano do Ensino 
Fundamental, abordaremos a 
modalidade golfe para tratar de 
esportes de precisão. Como 
essa categoria já foi apresentada 
aos alunos nos anos iniciais, 
será interessante iniciar 
relembrando suas 
características. Recorde com 
eles o que define um esporte 
como sendo de precisão, bem 
como suas modalidades 
esportivas. Proponha41 
Reprodução proibida. Art. 184 
do Código Penal e Lei 9.610 de 
19 de fevereiro de 1998. 
ao grupo a seguinte questão: 
“Por que o futebol, o voleibol e 
o atletismo não são 
considerados esportes de 
precisão?”. Durante a abordagem 
desse tema, é importante evitar que 
os alunos incluam o golfe na 
categoria de esportes de campo e taco 
em razão do espaço físico em que é 
praticado e da utilização de tacos. 
Ressalte para eles que o objetivo do 
golfe é bem diferente do definido 
para o beisebol, o softbole o críquete 
 Peça aos alunos que 
façam uma tabela 
indicando os esportes 
de precisão cujo 
objetivo é 
acertar o alvo e 
aqueles cujo objetivo 
é aproximar-se do 
alvo. 
 
organização e na prática 
dos esportes em suas 
diferentes manifestações 
(profissional e 
comunitário/lazer). 
(EF67EF07) Propor e 
produzir alternativas 
para experimentação dos 
esportes não disponíveis 
e/ou acessíveis na 
comunidade e das 
demais práticas 
corporais tematizadas na 
escola. 
(Nesta unidade temática 
serão abordados os 
esportes de precisão, 
esportes de invasão ou 
territoriais e esportes 
técnico-combinatórios. 
Os esportes de marca 
serão trabalhados no 7º 
ano). 
Competências gerais: 1, 
3, 4 e 9. 
Competências de 
Linguagens: 2, 3 e 5. 
Competências de 
Educação Física: 2, 5, 6, 
7, 8, 9 e 10. 
– nesses esportes, os jogadores 
rebatem a bola para longe dos 
adversários visando fazer o maior 
número de pontos, os quais são 
obtidos por meio de corridas. 
Sempre que for necessário 
esclarecer essa diferença, 
explique aos alunos que o golfe 
é uma modalidade individual, 
em que não há interação entre 
os adversários. A lógica desse 
esporte é centrada na 
comparação de desempenho 
dos jogadores, tendo como 
referencial a eficiência em 
acertar os alvos (buracos). 
Esportes técnico-
combinatórios 
• Compreender os 
elementos da lógica 
interna da ginástica 
artística que a incluem 
na categoria de esporte 
técnico-combinatório. 
• Vivenciar 
elementos básicos e 
acrobacias da ginástica 
artística. 
• Possibilitar a 
realização, no ambiente 
escolar, do aparelho 
solo da ginástica 
artística 
Para este ano, escolhemos a 
ginástica artística para a 
abordagem da categoria 
técnico--combinatória. 
Inicialmente, é importante 
verificar os conhecimentos que 
os alunos têm da ginástica 
artística e dessa categoria. 
Verifique se eles conseguem 
identificar as características 
essenciais 
dos esportes técnico-
combinatórios. Durante a 
conversa, cite exemplos de 
esportes que pertencem a essa 
categoria (ginásticas artística, 
rítmica e acrobática; surfe; 
skate; nado sincronizado; saltos 
ornamentais; patinação 
artística, entre outros). 
Explique que os esportes 
técnico-combinatórios são 
 Proponha aos alunos 
as questões a seguir, 
solicitando que 
escrevam as 
respostas e, 
posteriormente, que 
as leiam para o 
grupo. Observe se 
eles assimilaram os 
conceitos 
relacionados com 
essas duas questões. 
a) Qual é a lógica 
interna dos esportes 
técnico-
combinatórios? 
Quais são os 
objetivos da ginástica 
artística que a 
incluem nessa 
categoria? 
aqueles cuja lógica interna está 
focada na qualidade do 
desempenho do atleta ou de um 
grupo, na busca pelos 
movimentos perfeitos, os quais 
são previamente determinados 
por manuais e códigos de 
pontuação. Nesses esportes não 
ocorre interação entre os 
adversários. 
 
b) Como ocorre a 
competição da 
ginástica artística no 
aparelho solo? 
2. Pesquise, na 
internet, vídeos de 
competições de 
ginástica artística 
feminina e 
masculina. Exiba os 
vídeos para os alunos 
e peça a eles que 
escrevam em um 
papel o nome dos 
aparelhos que 
aparecem nos vídeos. 
Em seguida, exiba-os 
novamente 
nomeando os 
aparelhos. 
Lógica interna dos 
esportes de 
invasão 
 
• Reconhecer os 
elementos que 
constituem a lógica 
interna dos esportes de 
invasão. 
• Compreender e 
atuar de forma 
autossuficiente nos 
diferentes papéis 
demandados nas fases 
ofensiva e defensiva 
dos esportes de invasão 
Inicie este tema perguntando 
aos alunos o que lhes vem à 
mente quando ouvem a 
expressão “esportes de 
invasão”. Em seguida, mostre-
lhes as imagens a seguir de 
quatro modalidades de invasão 
e peça a eles que identifiquem e 
registrem os elementos que 
essas modalidades possuem em 
comum 
A intenção dessa conversa é 
levar a turma a refletir sobre as 
semelhanças das modalidades 
esportivas cujo objetivo é 
invadir a área de jogo (pode ser 
um campo, uma quadra ou 
mesmo uma piscina) da equipe 
 Reúna os alunos em 
pequenos grupos e 
proponha as 
seguintes questões. 
1. Como podemos 
diferenciar as 
situações de ataque e 
defesa em um esporte 
de invasão? 
2. Quais são os 
princípios que as 
equipes precisam 
adotar para terem 
sucesso nas fases 
ofensiva e defensiva 
dos esportes de 
invasão? 
adversária para finalizar a 
jogada em um alvo, que pode 
ser uma cesta, uma baliza 
(também chamada de trave, 
goleira ou gol), ou cruzar a 
linha de fundo da equipe 
adversária com a posse da bola 
ou implemento similar (disco 
de frisbee, por exemplo). 
É importante também destacar 
que essas modalidades possuem 
uma estrutura bem parecida, 
marcada pelo jogo coletivo e 
pela necessidade de, ao mesmo 
tempo que se ataca um alvo, 
defender outro. A essa estrutura 
comum dá-se o nome de lógica 
interna 
3. Citem o nome de 
três esportes de 
invasão 
4º - 
Brincadeiras e 
Jogos 
Quais motivos 
levam uma pessoa 
a brincar com 
jogos eletrônicos? 
 
• Experimentar 
diferentes jogos 
eletrônicos em 
diferentes plataformas 
(consoles, smartphones, 
tablets e 
computadores). 
• Analisar, 
identificar e compreender 
os motivos que levam os 
diferentes grupos etários a 
optar por esse tipo de 
jogo. 
Retome com os alunos o 
conceito de jogos, os quais são 
considerados um fenômeno da 
cultura corporal. Lembre-os de 
que essa prática apresenta 
flexibilidade nas regras, que são 
adaptadas de acordo com os 
materiais, os espaços, o número 
de participantes etc. Eles estão 
presentes em festas, 
comemorações, 
confraternizações, momentos 
de lazer e diversão e também 
nas aulas de Educação Física, 
podendo, assim, ser 
competitivos, cooperativos ou 
recreativos (BRASIL, 1998
 
; 
DARIDO; SOUZA JÚNIOR, 
2013). 
 Peça aos alunos que 
tirem foto de um jogo 
virtual realizado com 
seus familiares ou 
façam um desenho 
dele. Oriente-os a 
identificar cada um 
dos participantes 
(nome, idade e 
parentesco), a 
descrever o 
envolvimento de 
cada um na 
atividade e a 
explicar quais 
motivos os levariam 
a brincar novamente 
com esse jogo. 
 
Os jogos se manifestam em 
diferentes plataformas; uma 
delas é a eletrônica, como 
console, computador e celular. 
Os jogos eletrônicos fazem 
parte da cultura dos alunos e 
podem ser ressignificados para 
o uso no ensino contextualizado 
dos conteúdos da Educação 
Física. 
Esses jogos apresentam um 
grande potencial para construir 
os conhecimentos a partir do 
estímulo, da ludicidade, da 
interatividade, da reflexão 
sobre os erros cometidos, além 
de permitir o desenvolvimento 
da capacidade dos alunos em 
relação à leitura das 
tecnologias. 
Com base nesses conceitos, 
peça aos alunos que realizem 
uma pesquisa com duas pessoas 
mais velhas. Oriente-os a anotar 
a idade do pesquisado e a fazer 
as seguintes perguntas. 
a) Você brinca com algum jogo 
eletrônico? Se sim: Qual(is)? Se 
não: Por quê? 
b) Qual(is) o(s) motivo(s) de 
jogá-lo(s)? 
c) Por quanto tempo você 
costuma jogar diariamente? 
Marque uma data para a entrega 
da pesquisa e para montar um 
quadro com as informações 
obtidas. 
Os resultados da pesquisa vão 
depender do público-alvo e da 
utilização de tecnologias em 
seu contexto social. Classifique 
as respostas no quadro por 
grupos etários: 11 a 18 anos, 19 
a 38 anos, 39 a 59 anos, a partir 
de 60 anos. Utilize o texto “Os 
usos dos jogos eletrônicos” a 
seguir para discutir com os 
alunos sobre os diferentes jogos 
que apareceram na pesquisa, os 
motivos que levam cada grupo 
a jogá-los (ou a ignorá-los) e o 
tempo que dispendem em sua 
prática (de acordo com a faixa 
etária). 
5° Lutas Lutas Indigenas (EF67EF14) 
Experimentar, fruir e 
recriar diferentes lutas 
do Brasil, valorizando aprópria segurança e 
integridade física, bem 
como as dos demais. 
(EF67EF15) Planejar e 
utilizar estratégias 
básicas das lutas do 
Brasil, respeitando o 
colega como oponente. 
(EF67EF16) Identificar 
as características 
(códigos, rituais, 
elementos técnico-
táticos, indumentária, 
materiais, instalações, 
instituições) das lutas do 
Brasil. 
• Reconhecer o papel 
das lutas em rituais da 
cultura dos povos 
indígenas. 
• Compreender e 
experimentar a 
dinâmica da luta 
ikindene da etnia 
indígena Kalapalo. 
• Identificar e adotar 
valores de respeito 
mútuo e solidariedade 
presentes nas lutas 
indígenas. 
Faça uma cópia da fotografia ao 
lado (preferencialmente, 
colorida), que mostra a luta 
huka-huka (ou ikindene) 
praticada pelo povo indígena 
Kalapalo, e leve-a para a aula. 
Peça aos alunos que a analisem 
e digam o que veem. Espera-se 
que eles identifiquem uma luta 
entre dois homens com 
proteção apenas nos pés e nos 
joelhos. Encorage-os a falar e 
levantar hipóteses sobre como 
eles pensam que é esse tipo de 
luta. A intenção é despertar a 
curiosidade e ajudá-los a 
reconhecer que as lutas também 
são uma forma de expressão 
cultural dos povos indígenas. 
 No processo de 
avaliação, peça aos 
alunos que 
respondam às 
seguintes questões. 
1. Quais são os 
objetivos que os 
lutadores devem 
cumprir para vencer a 
luta no ikindene? 
2. Se os Kalapalo são 
considerados um 
povo pacífico, por 
que eles valorizam o 
ikindene, que é uma 
luta? 
3. A ausência de um 
árbitro nas lutas de 
ikindene revela um 
importante aspecto 
dessa luta. Qual? 
(EF67EF17) 
Problematizar 
preconceitos e 
estereótipos 
relacionados ao universo 
das lutas e demais 
práticas corporais, 
propondo alternativas 
para superá-los com base 
na solidariedade, na 
justiça, na equidade e no 
respeito. 
Competências gerais: 1, 
3, 4, 7 e 9 
Competências de 
Linguagens: 2, 3 e 5 
Competências de 
Educação Física: 2, 5, 6, 
7 e 10 
6° PRÁTICAS 
CORPORAIS 
DE 
AVENTURA 
Parkour (EF67EF18) 
Experimentar e fruir 
diferentes práticas 
corporais de aventura 
urbanas, valorizando a 
própria segurança e 
integridade física, bem 
como as dos demais. 
(EF67EF19) Identificar 
os riscos durante a 
realização de práticas 
corporais de aventura 
urbanas e planejar 
estratégias para sua 
superação. (EF67EF20) 
Executar práticas 
corporais de aventura 
urbanas, respeitando o 
patrimônio público e 
• Identificar elementos 
que caracterizam o 
parkour para dar 
significado a suas 
manobras e 
contextualizá-las como 
movimentos de uma 
modalidade de 
aventura. 
As práticas corporais de 
aventura integram o ser humano 
e a sua tecnologia ao meio 
natural e urbano. Seus adeptos 
procuram relacionar 
características e concepções do 
jogo no contexto do lazer, da 
competição e do lúdico com 
atividades de risco controlado e 
com a conscientização da 
necessidade de preservação 
ambiental, utilizando, 
principalmente, as energias da 
natureza como desafios a serem 
vencidos (FRANCO, 2008)21. 
Essa definição sintetiza a 
amplitude de um conteúdo 
diferente dos tradicionais e que, 
por ser ainda recente nas 
 Estimule os alunos a 
refletir sobre as 
práticas de parkour 
com e sem 
competição. Nessa 
avaliação, peça-lhes 
que identifiquem e 
registrem as 
dificuldades e 
sensações 
vivenciadas por eles 
durante as atividades. 
É interessante frisar 
que as ações do 
praticante de parkour 
também são voltadas 
para a defesa pessoal. 
Proponha uma 
discussão sobre a 
utilizando alternativas 
para a prática segura em 
diversos espaços. 
(EF67EF21) Identificar 
a origem das práticas 
corporais de aventura e 
as possibilidades de 
recriá-las, reconhecendo 
as características 
(instrumentos, 
equipamentos de 
segurança, 
indumentária, 
organização) e seus tipos 
de práticas. 
Competências gerais: 3, 
4, 7, 8, 9 e 10 
Competências de 
Linguagens: 1, 2, 3, 4 e 5 
Competências de 
Educação Física: 1, 2, 6, 
7, 8 e 10 
escolas, inspira muitos 
cuidados e atenção. Em razão 
disso, decidimos iniciar a 
abordagem por meio do 
parkour, uma modalidade 
simples e que exige pouco 
equipamento. Na roda inicial, 
antes de realizar as atividades 
práticas, pergunte aos alunos se 
eles já ouviram falar sobre o 
tema e se conhecem o 
significado da palavra parkour 
– termo que vem do francês e 
significa “percurso”. Para essa 
introdução, recomendamos a 
apresentação de um vídeo da 
prática da modalidade, 
facilmente encontrado na 
internet. Outra possibilidade é a 
exibição de cenas de filmes nas 
quais constam movimentos do 
parkour, ou seja, de manobras 
corporais que visam à 
superação de obstáculos. 
Movimentos desse tipo podem 
ser vistos em 007 – Cassino 
Royale (2006), B13 – As gangs 
do bairro 13 (2004) e Tracers, 
no limite (2015). Há também 
videogames de parkour, como o 
Free running, que recria os 
ambientes em que essas práticas 
podem ser realizadas. No 
fechamento da conversa, 
reforce a importância do 
respeito às diferenças 
individuais e aos limites de 
prática de parkour 
nas escolas e nas 
horas de lazer, 
direcionando a 
conversa para 
cuidados com 
segurança, educação 
ambiental (não 
estragar plantas) e 
ordem pública (não 
se movimentar em 
monumentos) 
cada um ao executar as 
atividades propostas. 
 
__________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ 
 Assinatura da Coordenadora 
 
PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 
Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos 
Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura 
Disciplina: Educação Física 
Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 7 
 
PLANEJAMENTO ANUAL 
BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS 
DIDÁTICOS 
TEMPO 
ESTIMADO 
(Nº DE 
AULAS) 
AVALIAÇÃO 
1º - Danças Danças Urbanas: 
o grafite no Hip-
hop 
(EF67EF11) 
Experimentar, fruir e 
recriar danças urbanas, 
identificando seus 
elementos constitutivos 
(ritmo, espaço, gestos). • 
(EF67EF12) Planejar e 
utilizar estratégias para 
aprender elementos 
constitutivos das danças 
urbanas. • (EF67EF13) 
Diferenciar as danças 
urbanas das demais 
manifestações da dança, 
valorizando e respeitando 
os sentidos e significados 
atribuídos a eles por 
diferentes grupos sociais. 
• Competências gerais: 4, 
9 e 10 • Competências de 
Linguagens: 1 e 3 • 
Competências de 
Educação Física: 7, 8 e 10 
• Conhecer e 
valorizar o grafite 
como manifestação 
do hip-hop. 
• Experimentar e 
fruir movimentos, 
gestos e ritmos com 
base no grafite. 
• Diferenciar as 
danças urbanas de 
outras práticas. 
Faça cópias coloridas (e, 
preferencialmente, ampliadas) 
ou utilize um projetor para a 
exibição das imagens sugeridas 
na próxima página, produzidas 
pelo grafiteiro e muralista 
brasileiro Eduardo Kobra, cujas 
obras são reconhecidas em todo 
o mundo. Reúna os alunos em 
uma grande roda para que eles 
analisem e apreciem o trabalho 
desse artista. Ajude-os a 
elaborar o conceito de grafite – 
uma linguagem artística, que 
aborda uma diversidade de 
temas, e se manifesta nos 
espaços públicos urbanos, em 
paredes e muros. Os grafiteiros 
precisam de permissão das 
autoridades municipais para 
usar as áreas pública 
 1. Solicite aos alunos 
que pesquisem 
imagens na internet 
que representem 
pichação e grafite. 
Oriente-os a imprimi-
las e colá-las no 
caderno ou em papel 
sulfite, separando-as 
em dois grupos 
distintos. 2. Peça aos 
alunos que escolham 
uma técnica de grafite 
para fazer um desenho 
inspirado nela. Além 
disso, a turma deve 
selecionar um tema 
para os trabalhos com 
base no que foi 
discutido em aula. 
Você pode sugerir 
alguns temas: “As 
mulheres no hip-hop”, 
“A dança como um 
pilar do hip-hop”, “A 
valorização da culturanegra”, entre outros. 
2º - Ginásticas Ginástica de 
condicionamento 
físico: exercícios 
de resistência e 
flexibilidade 
(EF67EF08) 
Experimentar e fruir 
exercícios físicos que 
solicitem diferentes 
capacidades físicas, 
identificando seus tipos 
(força, velocidade, 
resistência, flexibilidade) 
e as sensações corporais 
provocadas pela sua 
prática. 
 (EF67EF09) Construir, 
coletivamente, 
procedimentos e normas 
de convívio que 
viabilizem a participação 
de todos na prática de 
exercícios físicos, com o 
objetivo de promover a 
saúde. (EF67EF10) 
Diferenciar exercício 
físico de atividade física e 
propor alternativas para a 
prática de exercícios 
físicos dentro e fora do 
ambiente escolar. 
• Competências gerais: 2 
e 4 
• Competências de 
Linguagens: 2 e 3 
• Competências de 
Educação Física: 2, 3 e 8 
• Reconhecer e 
compreender 
princípios gerais do 
condicionamento 
físico e suas relações 
com as capacidades 
físicas flexibilidade e 
resistência. 
• Experimentar, fruir 
e compreender os 
significados das 
capacidades físicas 
flexibilidade e 
resistência por meio 
de práticas de 
exercícios de 
condicionamento 
físico. 
•Experimentar, 
reconhecer e 
interpretar as 
sensações corporais 
relacionadas à prática 
de exercícios físicos 
de flexibilidade e 
resistência. 
• Construir, 
coletivamente, 
procedimentos e 
normas de convívio 
que contribuam para 
o respeito às 
diferenças de corpos 
e performances 
físicas, bem como o 
acesso e a 
participação de todos 
em atividades ligadas 
No decorrer da vida, os seres 
humanos experimentam e 
incorporam às suas rotinas 
diversas atividades que de 
alguma forma impactam em 
transformações no corpo e, por 
conseguinte, resultam em 
diferentes performances. 
Algumas pessoas são mais 
fortes, outras mais rápidas, 
outras resistem por mais tempo 
ao esforço, outras são mais 
flexíveis, e assim por diante. 
Partindo desses pressupostos, 
proponha para a turma a 
seguinte questão: “Por quais 
motivos vocês acham que temos 
corpo e desempenho físico 
diferenciados uns dos outros?”. 
A proposta neste primeiro 
momento é de que seja feita uma 
sensibilização para o 
reconhecimento das diferenças 
corporais e de performances, 
sem, contudo, tratar essas 
diferenças como obstáculos para 
a prática de exercícios físicos. 
Elas também não devem ser 
transformadas em motivo para a 
estigmatização do corpo. 
 Proponha aos alunos 
as seguintes questões. 
1. O que é preciso 
fazer para melhorar as 
capacidades físicas 
resistência aeróbia e 
flexibilidade? 
2. Como podemos 
melhorar as 
capacidades físicas 
resistência aeróbia e 
flexibilidade? 
ao condicionamento 
físico e à promoção 
da saúde. 
3º - Esportes Esportes de 
marca 
(EF67EF03) 
Experimentar e fruir 
esportes de marca, 
precisão, invasão e 
técnico- -combinatórios, 
valorizando o trabalho 
coletivo e o 
protagonismo. 
(EF67EF04) Praticar um 
ou mais esportes de 
marca, precisão, invasão 
e técnico- -
combinatórios 
oferecidos pela escola, 
usando habilidades 
técnico-táticas básicas e 
respeitando regras. 
(EF67EF05) Planejar e 
utilizar estratégias para 
solucionar os desafios 
técnicos e táticos, tanto 
nos esportes de marca, 
precisão, invasão e 
técnico-combinatórios 
como nas modalidades 
esportivas escolhidas 
para praticar de forma 
específica. 
 (EF67EF06) Analisar as 
transformações na 
organização e na prática 
dos esportes em suas 
• Compreender os 
elementos da lógica 
interna do atletismo, 
que integra a 
categoria de esporte 
de marca. 
• Vivenciar 
movimentos de 
provas de salto do 
atletismo: saltos em 
distância, triplo e em 
altura. 
• Criar possibilidades 
para realização, de 
forma adaptada, do 
atletismo no 
ambiente escolar. 
Para a abordagem da categoria 
de esportes de marca, 
escolhemos o atletismo, pois 
essa modalidade é significativa 
para receber o tratamento 
pedagógico no ambiente 
escolar. Podemos destacar 
alguns aspectos para justificar 
essa escolha: o atletismo já era 
praticado desde os Jogos 
Olímpicos da Antiguidade, na 
Grécia; fez parte de todas as 
edições dos Jogos Olímpicos da 
Era Moderna; apresenta uma 
quantidade considerável de 
provas, o que aumenta a 
diversidade dos movimentos 
executados; permite a fácil 
adaptação do espaço físico 
escolar para sua prática e 
viabiliza a utilização de 
materiais alternativos para a 
vivência adaptada de suas 
provas. Ao introduzir o tema, 
pergunte aos alunos: “Quem se 
lembra de quais provas fazem 
parte do atletismo?”, “Dentro do 
grupo de corridas, quais provas 
podemos citar?”, “E do grupo de 
saltos e de 
arremesso/lançamentos?”, 
“Alguém sabe o nome de um 
 1. Peça aos alunos que 
expliquem a diferença 
da fase de impulsão 
(execução dos saltos) 
entre os saltos em 
distância e triplo. 
2. Solicite a eles que 
descrevam a evolução 
das técnicas do salto 
em altura. 
3. Proponha aos alunos 
a atividade seguinte. O 
atletismo brasileiro 
tem atletas que se 
destacaram na história 
dos Jogos Olímpicos. 
. 
diferentes manifestações 
(profissional e 
comunitária/lazer). 
(EF67EF07) Propor e 
produzir alternativas 
para experimentação dos 
esportes não disponíveis 
e/ou acessíveis na 
comunidade e das 
demais práticas corporais 
tematizadas na escola. 
(Nesta unidade temática 
serão abordados os 
esportes de marca, de 
invasão ou territoriais e 
os técnico-
combinatórios. Os 
esportes de precisão 
foram trabalhados no 6o 
ano.) 
Competências gerais: 1, 
3, 4 e 9 
Competências de 
Linguagens: 1, 2, 3 e 5 
Competências de 
Educação Física: 2, 5, 6, 
7, 8, 9 e 10 
 
 
atleta famoso dessa modalidade 
esportiva?”. 
Esportes técnico-
combinatórios 
• Compreender a 
lógica interna da 
ginástica rítmica, que 
a inclui na categoria 
de esporte técnico-
combinatório. 
• Vivenciar a 
manipulação do 
aparelho bola dessa 
modalidade. 
• Criar possibilidades 
para a realização de 
uma coreografia em 
conjunto com o 
aparelho bola. 
No 7º ano, optamos pela 
ginástica rítmica para abordar os 
esportes técnico-combinatórios. 
Ao introduzir o tema, faça o 
levantamento do que os alunos 
sabem sobre essa modalidade 
esportiva. Questione-os sobre as 
características essenciais dessa 
categoria e peça a eles que citem 
esportes que dela fazem parte, 
como as ginásticas artística, 
rítmica e acrobática, o surfe, o 
skate, o nado sincronizado, os 
saltos ornamentais, a patinação 
artística, entre outros. A 
identificação dessas 
modalidades pode auxiliar na 
construção de um diagnóstico 
inicial. Na ginástica rítmica não 
há interação entre os 
adversários. Ela é classificada 
como esporte técnico-
combinatório porque sua lógica 
interna está voltada para a 
qualidade do desempenho do 
atleta (ou de uma equipe) em sua 
busca pela perfeição dos 
movimentos, os quais são 
previamente determinados por 
manuais e códigos de 
pontuação. 
 Peça aos alunos que 
pesquisem na internet 
vídeos que mostrem 
apresentações de 
conjuntos de bolas. 
Oriente-os a registrar 
suas impressões sobre 
as coreografias 
focando nos 
movimentos, nas 
vestimentas dos 
atletas, nos aparelhos 
utilizados e nas 
músicas escolhidas 
(ritmo). 
Esportes de 
invasão: futebol e 
futsal 
• Reconhecer a 
manifestação da 
lógica interna dos 
esportes de invasão 
por meio de 
Embora o futebol e o futsal 
sejam duas modalidades 
esportivas distintas, optamos 
por tratá-las de forma conjunta 
devido ao modo como elas se 
 Organize a turma em 
grupos de três ou 
quatro alunos e peça a 
eles que façam uma 
pesquisa sobre 
vivências no futebol 
e no futsal. • 
Compreender e atuar 
de forma 
autossuficiente nos 
diferentes papéis nas 
fases ofensiva e 
defensiva desses 
esportes. 
entrecruzam e, por vezes,até se 
confundem em nosso cotidiano. 
Como ponto de partida, 
sugerimos que seja feito um 
exercício de reflexão com a 
turma sobre similaridades e 
diferenças entre o futebol e o 
futsal. Como exemplos de 
similaridades, os alunos podem 
dizer que ambos são esportes 
coletivos e jogados com os pés, 
que ocorre o enfrentamento 
simultâneo de duas equipes e 
que o objetivo de cada uma é 
marcar gols. Em contrapartida, 
as diferenças citadas podem 
estar relacionadas com o 
número de jogadores por 
equipe, o espaço de jogo, 
algumas regras etc. É 
importante esclarecer que, 
apesar de esses dois esportes 
serem distintos, eles podem ser 
tratados simultaneamente para 
fins de ensino em razão dos 
espaços disponíveis nas escolas 
e da grande similaridade estética 
entre essas modalidades 
esportivas. Não é por acaso que 
crianças jogam nas quadras 
aplicando algumas regras do 
futebol e citando jogadores que 
se destacam nesse esporte. 
Partindo desse entendimento, o 
termo “futebol” será usado de 
forma genérica durante o estudo 
deste tema, cabendo a você fazer 
adequações de acordo com a 
diferentes temáticas 
relacionadas ao futebol 
praticado por 
mulheres. Algumas 
sugestões de temas: 
• História da proibição 
do futebol feminino no 
Brasil 
 • História da proibição 
do futebol feminino no 
mundo 
• História da seleção 
brasileira de futebol 
feminino 
• Competições de 
futebol feminino no 
Brasil e no mundo 
• Galeria de craques do 
futebol feminino no 
Brasil e no mundo 
• As desigualdades 
salariais de homens e 
mulheres no futebol 
• O futebol feminino 
nos clubes brasileiros 
• O profissionalismo 
no futebol feminino 
• A prática de futebol 
por mulheres como 
lazer 
• Meninas nas 
escolinhas de futebol 
• A prática de futebol 
por meninas na 
Educação Física 
escolar 
Para finalizar, peça aos 
alunos que apresentem 
realidade da comunidade 
escolar. 
os resultados de suas 
pesquisas para a turma. 
Se considerar 
oportuno, organize 
uma exposição para a 
escola e/ou 
comunidade. 
4º - 
Brincadeiras e 
Jogos 
A evolução dos 
jogos eletrônicos 
(EF67EF01) 
Experimentar e fruir, na 
escola e fora dela, jogos 
eletrônicos diversos, 
valorizando e 
respeitando os sentidos e 
significados atribuídos a 
eles por diferentes 
grupos sociais e etários. 
(EF67EF02) Identificar 
as transformações nas 
características dos jogos 
eletrônicos em função 
dos avanços das 
tecnologias e nas 
respectivas exigências 
corporais colocadas por 
esses diferentes tipos de 
jogos. 
Competências gerais: 1, 
4, 5 e 9 
Competências de 
Linguagens: 3 e 6 
Competências de 
Educação Física: 1, 9 e 
10 
 
• Experimentar 
diferentes jogos 
eletrônicos. • Refletir 
sobre a modernização 
dos jogos eletrônicos 
e o acesso a eles. 
• Conhecer e 
reconhecer as 
práticas corporais por 
meio dos jogos 
eletrônicos. 
Reflita com os alunos sobre os 
gêneros29 de jogos eletrônicos 
que eles mais conhecem e 
praticam. Nessa conversa 
inicial, é muito provável que 
sejam citados jogos 
relacionados com esportes. 
Aproveite essas citações para 
fazer os seguintes 
questionamentos: “Vocês 
conheceram algum desses 
esportes por meio dos jogos 
eletrônicos? Se sim, quais?”, 
“Depois de tê-los jogado, 
alguém sentiu vontade de 
vivenciá-los fora do ambiente 
virtual? Por quê?”. Caso os 
alunos não tenham vivenciado 
algum dos esportes citados, 
indague-os sobre as 
modalidades esportivas que eles 
gostariam de experimentar. 
Ressalte que muitos jogos 
virtuais são bem semelhantes 
aos esportes representados e 
que, por meio de sua prática, é 
possível ter uma ideia de como 
seria a vivência deles. 
 A avaliação pode ser 
realizada em casa ou 
na sala de informática 
se houver uma na 
escola. Peça aos alunos 
que identifiquem um 
esporte que eles 
gostariam de conhecer 
por meio da prática de 
um jogo eletrônico. 
Oriente-os a anotar o 
nome do jogo e da 
modalidade esportiva, 
bem como o que eles 
aprenderam sobre o 
esporte. Se a atividade 
for feita em casa, além 
do computador, os 
alunos podem escolher 
outra plataforma de 
jogo (console, tablet, 
celular). Depois, 
marque um dia para a 
apresentação dos 
trabalhos. 
5° Lutas Capoeira, uma 
luta brasileira 
(EF67EF14) 
Experimentar, fruir e 
recriar diferentes lutas do 
Brasil, valorizando a 
própria segurança e 
integridade física, bem 
como as dos demais. 
(EF67EF15) Planejar e 
utilizar estratégias 
básicas das lutas do 
Brasil, respeitando o 
colega como oponente. 
(EF67EF16) Identificar 
as características 
(códigos, rituais, 
elementos técnico-
táticos, indumentária, 
materiais, instalações, 
instituições) das lutas do 
Brasil. 
(EF67EF17) 
Problematizar 
preconceitos e 
estereótipos relacionados 
ao universo das lutas e 
demais práticas 
corporais, propondo 
alternativas para superá-
los, com base na 
solidariedade, na justiça, 
na equidade e no respeito. 
Competências gerais: 1, 3 
e 9 
Competências de 
Linguagens: 1, 2 e 3 
Competências de 
Educação Física: 2, 5, 6, 
7 e 10 
• Experimentar a 
capoeira e conhecer 
as estratégias dessa 
luta. 
• Compreender seus 
valores, tais como o 
respeito ao oponente 
e os cuidados com a 
integridade física de 
todos, bem como 
refletir sobre os 
preconceitos 
relacionados com 
essa luta. 
• Valorizar a capoeira 
como expressão 
corporal integrante da 
cultura afro-
brasileira. 
• Identificar 
características 
referentes à roda 
(instrumentos e 
organização), às 
vestimentas e às 
instalações (locais 
em que é realizada) 
Organize os alunos em círculo e, 
em seguida, proponha alguns 
questionamentos para iniciar o 
debate: “Vocês já lutaram 
capoeira ou conhecem alguém 
que a pratica?”, “Como essa luta 
é organizada?”, “Em que local 
ela pode ser realizada?”, “Quais 
são as vestimentas usadas pelos 
capoeiras? E os instrumentos?”. 
Nessa conversa, explore os 
conhecimentos dos alunos sobre 
a capoeira. Leve para a aula 
imagens e vídeos que os 
auxiliem nas respostas. Os 
textos propostos a seguir (de 1 a 
5) vão ajudá-lo a introduzir o 
tema. É importante comentar 
que existem diferentes estilos de 
se Capoeira, uma luta brasileira 
Audiovisual • Áudio: Capoeira 
MATERIAL DIGITAL 
Sequências Didáticas • Os 
estilos de capoeira • A capoeira 
e sua cultura: das características 
à musicalidade Plano de 
Desenvolvimento Projeto 
Integrador • Capoeira e música 
Acompanhamento da 
aprendizagem 117 Reprodução 
proibida. Art. 184 do Código 
Penal e Lei 9.610 de 19 de 
fevereiro de 1998. praticar a 
capoeira e que suas 
características também variam. 
Os principais tipos são: capoeira 
Angola e capoeira regional. 
 1. Para avaliar os 
conhecimentos 
adquiridos pelos 
alunos sobre capoeira, 
faça-lhes as perguntas 
a seguir. 
a) Qual é a importância 
da capoeira para a 
cultura brasileira? 
b) Quem é considerado 
um “bom capoeira”? 
c) A capoeira é uma 
prática para todos? Por 
quê? 
d) Quais os dois 
principais estilos de 
capoeira? 
 
2. Depois, peça aos 
alunos que desenhem 
uma roda de capoeira 
considerando a sua 
organização, os 
instrumentos, o local 
em que é realizada e os 
que dela participam 
6° PRÁTICAS 
CORPORAIS 
DE 
AVENTURA 
Escalada artificial (EF67EF18) 
Experimentar e fruir 
diferentes práticas 
corporais de aventura 
urbanas, valorizando a 
própria segurança e 
integridade física, bem 
como as dos demais. 
(EF67EF19) Identificar 
os riscos durante a 
realização de práticas 
corporais de aventura 
urbanas e planejar 
estratégias para sua 
superação. 
(EF67EF20) Executar 
práticas corporais de 
aventura urbanas, 
respeitando o patrimônio 
público e utilizando 
alternativas para a prática 
segura em diversos 
espaços. 
(EF67EF21) Identificar a 
origem daspráticas 
corporais de aventura e as 
possibilidades de recriá-
las, reconhecendo as 
características 
(instrumentos, 
equipamentos de 
segurança, indumentária, 
organização) e seus tipos 
de práticas. 
Competências gerais: 1, 
2, 4, 6, 7, 8, 9 e 10 
Competências de 
Linguagens: 1, 2, 3 e 4 
• Identificar a 
escalada como 
prática corporal de 
aventura, bem como 
sua possibilidade de 
adaptação na escola. 
Antes das vivências, forneça aos 
alunos informações sobre 
montanhismo e escalada. 
Sugerimos a apresentação de 
fotos diversas sobre o tema, as 
quais podem ser obtidas na 
internet por meio de páginas de 
busca. Caso seja possível, 
selecione cenas de dois filmes 
para serem exibidas em classe: 
Risco total (Cliffhanger, 1993, 
direção: Renny Harlin) e Limite 
vertical (Vertical limit, 2000, 
direção: Martin Campbell). Há 
outras duas referências ainda 
mais específicas sobre esse 
tema, as quais divulgam 
conhecimentos sobre 
montanhismo e escalada: Cerro 
Torre – Grito de pedra (Cerro 
Torre – Schrei aus Stein, 1991, 
direção: Werner Herzog) e 127 
horas (127 hours, 2010, direção: 
Danny Boyle). Outra opção é 
pedir aos alunos que façam uma 
pesquisa na internet sobre essa 
modalidade considerando 
informações relacionadas com 
segurança, riscos e 
equipamentos; com as técnicas 
usadas para o apoio dos pés e 
das mãos; com a preparação 
necessária para essa prática etc. 
Depois dessa pesquisa (ou da 
exibição de cenas dos filmes 
citados), questione os alunos 
sobre possíveis experiências de 
escaladas que eles ou pessoas 
 1. Peça aos alunos que 
expliquem a origem do 
slackline. 
2. Peça a eles que 
descrevam algumas 
modalidades de 
slackline. 
3. Peça aos alunos que 
respondam à seguinte 
questão: “Quais são os 
benefícios 
proporcionados por 
essas modalidades?”. 
Competências de 
Educação Física: 1, 2, 5, 
6, 7, 8, 9 e 10 
conhecidas tiveram dentro e fora 
da escola: “Quais equipamentos 
são utilizados? Com que 
finalidade?”, “As escaladas 
podem ser feitas em locais 
fechados?”, “Elas são sempre 
para cima?”. 
Slackline • Identificar o 
slackline como 
prática corporal de 
aventura. • Revelar, 
por meio dessa 
prática, competências 
para o trabalho em 
equipe, liderança e 
tomada de decisão, 
bem como minimizar 
impactos ambientais. 
Apesar de ser uma modalidade 
recente, o slack line teve grande 
aceitação social e fácil 
adaptação para sua prática em 
diversos locais, urbanos ou não. 
Portanto, é provável que os 
alunos já tenham tido algum tipo 
de contato com essa 
modalidade. Nessa conversa 
inicial, faça um levantamento 
dos conhecimentos deles sobre a 
modalidade e de como a 
conheceram (internet, televisão, 
presencialmente). É importante 
saber se alguém já a praticou e, 
nesse caso, solicitar que 
compartilhe sua experiência 
com a turma. Questione os 
alunos sobre as características 
dessa modalidade, os locais em 
que ela pode ser realizada e 
sobre as principais manobras. 
Leve para a aula fotos ou vídeos 
sobre slackline pesquisados na 
internet. 
 
 
__________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ 
 Assinatura da Coordenadora 
 
PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA 
Instituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos 
Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura 
Disciplina: Educação Física 
Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 8 
 
PLANEJAMENTO ANUAL 
BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS 
DIDÁTICOS 
TEMPO 
ESTIMADO 
(Nº DE 
AULAS) 
AVALIAÇÃO 
1º - Danças Danças de salão: 
bolero 
• (EF89EF12) 
Experimentar, fruir e 
recriar danças de salão, 
valorizando a 
diversidade cultural e 
respeitando a tradição 
dessas culturas. 
(EF89EF13) Planejar e 
utilizar estratégias para 
se apropriar dos 
elementos constitutivos 
(ritmo, espaço, gestos) 
das danças de salão. 
(EF89EF14) Discutir 
estereótipos e 
preconceitos relativos às 
danças de salão e demais 
práticas corporais e 
propor alternativas para 
sua superação. 
(EF89EF15) Analisar as 
características (ritmos, 
gestos, coreografias e 
músicas) das danças de 
salão, bem como suas 
transformações 
• Conhecer e valorizar 
as danças de salão 
como uma 
manifestação cultural 
relevante. 
• Experimentar, fruir e 
recriar essas práticas. • 
Experimentar gestos, 
espaços e ritmos 
dessas danças. 
• Discutir estereótipos 
e preconceitos 
relativos às danças de 
salão. 
Leve para a aula uma cópia 
(preferencialmente, colorida) da 
fotografia ao lado (ou de imagem 
semelhante, pesquisada na 
internet), que mostre um casal 
dançando bolero. Reúna os 
alunos em uma grande roda e 
solicite a eles que anotem no 
caderno o que veem, ou seja, as 
principais características 
observadas na dança retratada. 
Motive-os por meio de alguns 
questionamentos, como: 
“Quantas pessoas dançam? E de 
que forma (juntas ou 
afastadas)?”, “Como são as 
roupas e os calçados?”, “A dança 
ocorre ao ar livre ou em algum 
local fechado?”. Em seguida, 
explique ao grupo que se trata de 
uma dança de salão: uma prática 
feita em duplas e que recebe esse 
nome por ter sido originalmente 
desenvolvida nos salões das 
cortes europeias. Recupere as 
informações que os alunos 
anotaram no caderno e aproveite 
 1. Solicite aos alunos 
que descrevam quais 
foram as dificuldades 
enfrentadas em 
dançar a dois. Como 
é sincronizar um 
passo com o colega? 
É fácil dançar no 
mesmo ritmo? 
Estimule-os a 
explicar como eles se 
sentiram na aula e, se 
possível, promova 
uma roda de conversa 
sobre o assunto. 
2. Quais são as 
principais 
características das 
danças de salão? O 
que as torna 
diferentes de outros 
estilos? 
3. Peça aos alunos 
que descrevam o 
contexto de 
surgimento das 
danças de salão. 
históricas e os grupos de 
origem. 
Competências gerais: 3, 
4, 9 e 10 
Competências de 
Linguagens: 1, 2 e 5 
Competências de 
Educação Física: 2, 7, 8 
e 10 
esses conhecimentos na 
construção dos saberes durante a 
aula. Aprofunde a discussão 
sobre as características dessa 
manifestação na seção a seguir. 
2º - Ginásticas A ginástica de 
conscientização 
corporal 
(EF89EF07) 
Experimentar e fruir um 
ou mais programas de 
exercícios físicos, 
identificando as 
exigências corporais 
desses diferentes 
programas e 
reconhecendo a 
importância de uma 
prática individualizada, 
adequada às 
características e 
necessidades de cada 
sujeito. 
(EF89EF08) Discutir as 
transformações 
históricas dos padrões 
de desempenho, saúde e 
beleza, considerando a 
forma como são 
apresentados nos 
diferentes meios 
(científico, midiático 
etc.). 
(EF89EF09) 
Problematizar a prática 
excessiva de exercícios 
físicos e o uso de 
• Experimentar e fruir 
das ginásticas de 
conscientização 
corporal: 
relaxamento, 
meditação e 
automassagem. 
• Identificar as 
exigências corporais 
dessas práticas. 
Reúna-se com os alunos para 
verificar o conhecimento deles 
sobre as ginásticas de 
conscientização corporal. Para 
facilitar esse levantamento, leve 
para a aula cópias 
(preferencialmente, coloridas) 
das imagens a seguir ou imprima 
fotografias semelhantes 
pesquisadas na internet. 
Incentive o debate por meio de 
questionamentos relacionados 
com as imagens observadas pela 
turma: “A que atividades essas 
fotografias se referem?”, “Vocês 
conhecem alguém que pratica 
alguma delas?”, “Em que locais 
elas podem ser realizadas?”. 
 1. Peça aos alunos 
que expliquem o que 
são ginásticas de 
conscientização 
corporal e 
identifiquem seus 
principais objetivos. 
2. Proponha aos 
alunos que 
pesquisem e 
descrevam dois tipos 
de ginásticas de 
conscientização 
corporal diferentes 
das vivenciadas em 
aula. Eles devem 
citar os objetivos e 
descrever as 
principais 
característicasde 
cada uma. 
3. Peça que elaborem 
uma sequência de, 
pelo menos, cinco 
exercícios de um tipo 
de ginástica de 
conscientização 
corporal (as 
atividades podem ser 
medicamentos para a 
ampliação do 
rendimento ou 
potencialização das 
transformações 
corporais. 
(EF89EF10) 
Experimentar e fruir um 
ou mais tipos de 
ginástica de 
conscientização 
corporal, identificando 
as exigências corporais 
dos mesmos. 
(EF89EF11) Identificar 
as diferenças e 
semelhanças entre a 
ginástica de 
conscientização 
corporal e as de 
condicionamento físico 
e discutir como a prática 
de cada uma dessas 
manifestações pode 
contribuir para a 
melhoria das condições 
de vida, saúde, bem-
estar e cuidado consigo 
mesmo. 
Competências gerais: 1, 
4 e 8 
Competências de 
Linguagens: 2 e 3 
Competências de 
Educação Física: 2, 4 e 8 
descritas e/ou 
desenhadas). 
Ginástica de 
condicionamento 
físico: exercícios de 
força e velocidade 
e riscos no uso de 
esteroides 
anabolizantes 
• Reconhecer e 
compreender 
princípios gerais do 
condicionamento 
físico e suas relações 
com as capacidades 
físicas força e 
velocidade. 
• Experimentar, fruir e 
compreender os 
significados das 
capacidades físicas 
força e velocidade por 
meio de práticas de 
exercícios de 
condicionamento 
físico. 
• Experimentar, 
reconhecer e 
interpretar as 
sensações corporais 
relacionadas com a 
prática de exercícios 
físicos de força e 
velocidade. 
• Construir, 
coletivamente, 
procedimentos e 
normas de convívio 
que contribuam para o 
respeito às diferenças 
de corpos e 
performances físicas, 
bem como para o 
acesso e a participação 
de todos em atividades 
Ao introduzir o tema, pergunte 
aos alunos se eles conhecem 
práticas corporais que requerem 
somente a capacidade física 
velocidade e outras que precisem 
apenas de força. Em seguida, 
questione-os se algumas das 
atividades citadas por eles 
exigem, simultaneamente, as 
capacidades velocidade e força, 
com o predomínio de uma delas, 
para a obtenção de um bom 
desempenho. É importante que 
os alunos percebam que há 
modalidades esportivas em que, 
em uma mesma equipe, um 
grupo de jogadores utiliza a 
força, enquanto em outro grupo, 
prevalece a velocidade. O 
futebol americano, por exemplo, 
conta com jogadores muito 
fortes, especializados em 
bloquear os adversários, e com 
atletas velozes, especializados 
nas corridas. 
 1. Proponha aos 
alunos as seguintes 
questões. 
a) Quais são os 
principais riscos 
vinculados ao uso de 
esteroides 
anabolizantes? 
b) Quais esportes ou 
práticas corporais 
têm na velocidade a 
capacidade física de 
destaque e quais têm 
a força como 
principal capacidade 
física? Cite três 
exemplos de cada 
tipo. 
2. Peça aos alunos 
que apresentem ao 
menos um 
movimento de flexão 
e outro de extensão 
muscular, explicando 
os grupos musculares 
que são contraídos. 
ligadas ao 
condicionamento 
físico e à promoção da 
saúde. 
3º - Esportes Esportes de rede/ 
quadra dividida 
(EF89EF01) 
Experimentar diferentes 
papéis (jogador, árbitro 
e técnico) e fruir os 
esportes de rede/parede, 
campo e taco, invasão e 
combate, valorizando o 
trabalho coletivo e o 
protagonismo. 
• (EF89EF02) Praticar 
um ou mais esportes de 
rede/parede, campo e 
taco, invasão e combate 
oferecidos pela escola, 
usando habilidades 
técnico-táticas básicas. 
• (EF89EF03) Formular 
e utilizar estratégias 
para solucionar os 
desafios técnicos e 
táticos, tanto nos 
esportes de campo e 
taco, rede/parede, 
invasão e combate 
como nas modalidades 
esportivas escolhidas 
para praticar de forma 
específica. 
• (EF89EF04) 
Identificar os elementos 
técnicos ou técnico-
táticos individuais, 
combinações táticas, 
sistemas de jogo e 
• Compreender os 
elementos da lógica 
interna do badminton 
que o incluem na 
categoria de esporte 
de rede/quadra 
dividida. 
• Conhecer as regras, 
vivenciar o formato do 
jogo e experimentar 
movimentos dessa 
modalidade. 
• Criar possibilidades 
para praticar, de forma 
adaptada, o 
badminton no 
ambiente escolar. 
• Identificar 
modalidades 
esportivas da 
categoria esporte de 
rede/quadra dividida 
que utilizam 
implemento 
(raquetes). 
Na categoria de esportes de 
rede/quadra dividida ou 
parede/muro, a modalidade 
esportiva que se destaca em 
nosso país é o voleibol de 
quadra. Entretanto, nessa 
categoria há modalidades nas 
quais se utiliza um implemento 
(raquete) para rebater o objeto do 
jogo (bola, peteca), não 
ocorrendo contato do corpo do 
praticante com ele, como o tênis 
de campo e de mesa, o tênis de 
praia e o badminton. Também 
pertencem a essa categoria 
modalidades em que é utilizada 
uma parede para a qual a bola 
deve ser direcionada, ocorrendo 
posteriormente a rebatida do 
adversário, como o squash, a 
pelota basca e o raquetebol. 
Portanto, embora seja necessário 
reconhecer que esses esportes de 
muro/parede também façam 
parte da categoria, nesta unidade 
temática as atividades estão 
direcionadas para os esportes de 
rede/quadra dividida. Para 
iniciar a abordagem do tema, 
reúna os alunos e questione-os 
sobre a lógica interna dos 
esportes de rede/quadra dividida. 
Leve para a aula cópias das 
fotografias a seguir 
 Proponha as 
seguintes questões 
aos alunos. 1. Quais 
semelhanças podem 
ser apontadas entre o 
badminton e o tênis 
de campo ou de 
mesa? 2. Quais 
diferenças podem ser 
apontadas entre o 
badminton e o 
voleibol de quadra ou 
de praia? 
regras das modalidades 
esportivas praticadas, 
bem como diferenciar 
as modalidades 
esportivas com base nos 
critérios da lógica 
interna das categorias 
de esporte: rede/parede, 
campo e taco, invasão e 
combate. 
• (EF89EF05) 
Identificar as 
transformações 
históricas do fenômeno 
esportivo e discutir 
alguns de seus 
problemas (doping, 
corrupção, violência, 
etc.) e a forma como as 
mídias os apresentam. 
• (EF89EF06) Verificar 
locais disponíveis na 
comunidade para a 
prática de esportes e das 
demais práticas 
corporais tematizadas 
na escola, propondo e 
produzindo alternativas 
para utilizá-los no 
tempo livre. (Nesta 
unidade temática, são 
abordados os esportes 
de rede/quadra dividida 
ou parede/ muro, 
esportes de invasão ou 
territoriais e esportes de 
campo e taco. Os 
esportes de combate 
(preferencialmente, coloridas) 
ou impressões de imagens 
semelhantes pesquisadas na 
internet. Peça a eles que tentem 
identificar estas quatro 
modalidades esportivas. 
Aproveite o momento para 
ressaltar a utilização de uma 
raquete para rebater a bola ou a 
peteca. 
Esportes de campo 
e taco 
• Compreender os 
elementos da lógica 
interna do críquete 
que o incluem na 
categoria de esportes 
de campo e taco. 
• Conhecer 
determinadas regras, 
experimentar 
movimentos do 
críquete e vivenciar a 
modalidade esportiva. 
• Criar possibilidades 
para a realização, de 
forma adaptada, desse 
esporte no ambiente 
escolar. 
A categoria de esportes de 
campo e taco é a que apresenta 
menor quantidade de 
modalidades quando comparada 
às demais categorias esportivas 
que constam no modelo de 
classificação adotado pela Base 
Nacional Comum Curricular 
(BNCC). É importante que os 
alunos aprendam seus conceitos 
e a experimentem a fim de 
compreendê-la melhor, 
propiciando a identificação das 
modalidades que se encaixam 
nessa categoria e o 
reconhecimento das diferenças 
em relação às demais categorias 
de esportes. Inicie a abordagem 
do tema perguntando aos alunos 
quem já participou do jogo de 
bete (também chamado de jogo 
de taco) e quais são seus 
objetivos. Caso seja necessário, 
relembre as regras básicas desse 
jogo. Leve para a aula cópias das 
fotografias a seguir 
(preferencialmente, coloridas)ou impressões de imagens 
 Proponha aos alunos 
as seguintes 
questões. 
1. Explique como é 
feita a pontuação no 
críquete. 
2. Quais são os 
elementos que 
caracterizam o 
críquete como 
esporte de campo e 
taco? 
3. Cite um esporte 
que tem elementos 
semelhantes aos do 
críquete. 
serão trabalhados no 9o 
ano.) 
• Competências gerais: 
1, 3, 4 e 9 
• Competências de 
Linguagens: 1, 2, 3 e 5 
• Competências de 
Educação Física: 2, 5, 6, 
7, 8, 9 e 10 
 
 
 
semelhantes pesquisadas na 
internet. 
Para incentivar o debate, 
proponha aos alunos alguns 
questionamentos relacionados 
com as fotografias: “A quais 
esportes elas se referem?”, “Eles 
são populares no Brasil? Por 
quê?”, “Quais são as 
semelhanças entre eles e o jogo 
de bete?”. Explique à turma que, 
assim como no jogo de bete, o 
objetivo das modalidades dessa 
categoria de esportes é rebater a 
bola lançada pelo jogador da 
equipe adversária o mais distante 
possível, para que os integrantes 
de sua equipe possam percorrer 
as bases (creases) e somar 
pontos. Essa corrida deve ser 
feita no intervalo de tempo em 
que os defensores não 
conseguem ter o domínio da 
bola. 
Esportes de 
invasão: handebol 
• Compreender um 
conjunto de regras e 
ações técnico-táticas 
do handebol que 
permitam a prática 
desse esporte. 
• Atuar de forma 
autossuficiente nos 
diferentes papéis nas 
fases ofensiva e 
defensiva dessa 
prática. 
O handebol é um esporte de 
invasão muito praticado em 
diversos países europeus, mas 
ainda pouco conhecido pelos 
brasileiros. Entretanto, observa-
se uma presença relativamente 
consistente dessa modalidade 
nas aulas de Educação Física 
escolar. É importante que os 
alunos se apropriem de algumas 
regras e ações técnico-táticas do 
handebol para que tenham uma 
participação bem-sucedida nos 
jogos e maior interesse pela 
 A resolução de 
situações-problema 
em representações 
gráficas do jogo de 
handebol é uma 
atividade interessante 
para avaliar os 
conhecimentos dos 
alunos sobre as 
demandas táticas dos 
subpapéis nas fases 
ofensiva e defensiva. 
Organize a turma em 
pequenos grupos (de 
modalidade. Para iniciar a 
abordagem do handebol, você 
pode fazer uma sondagem do 
conhecimento dos alunos sobre 
esse esporte. Incentive a 
participação de todos nessa 
conversa. Ao final, lembre-os de 
que o handebol, assim como o 
futebol e o futsal, também é um 
esporte de invasão, cujo objetivo 
é fazer circular a bola e avançar 
no campo do adversário a fim de 
finalizar no gol por meio de 
arremessos. 
quatro a cinco 
integrantes) para a 
solução de uma 
situação-problema. 
4° Lutas Variações dos 
elementos das lutas 
do mundo 
(EF89EF16) 
Experimentar e fruir a 
execução dos 
movimentos 
pertencentes às lutas do 
mundo, adotando 
procedimentos de 
segurança e respeitando 
o oponente. 
(EF89EF17) Planejar e 
utilizar estratégias 
básicas das lutas 
experimentadas, 
reconhecendo as suas 
características técnico-
táticas. 
(EF89EF18) Discutir as 
transformações 
históricas, o processo de 
esportivização e a 
midiatização de uma ou 
mais lutas, valorizando e 
respeitando as culturas 
de origem. 
• Realizar formas 
diversificadas de 
ataques e esquivas, 
imobilização, 
agarramento, 
equilíbrio e 
desequilíbrio, 
associadas a 
conceitos de diversas 
lutas do mundo. • 
Transformar jogos de 
lutas para conceituar 
a conquista de objetos 
e território. 
Debata com os alunos os 
conceitos de luta e o que a 
diferencia de briga. Ressalte que 
a ausência de regras, os 
sentimentos de raiva, ódio e a 
falta de respeito presentes na 
briga não podem ser tolerados. 
Repasse para eles os 
movimentos característicos da 
luta, como equilíbrio e 
desequilíbrio, esquiva e 
imobilização, relembrando-os da 
importância do respeito às regras 
e ao adversário, bem como dos 
cuidados com a segurança. 
Questione os alunos sobre 
possíveis formas de “lutar” com 
um colega, como por meio de 
agarramentos, de empurrões, de 
golpes com toques e de uso de 
implementos. Ao término da 
conversa, explique a eles que há 
outras possibilidades de 
realização desses movimentos, 
 1. Peça aos alunos 
que explique a 
origem do muay thai 
e identifiquem os 
golpes básicos dessa 
luta. 2. Pergunte: 
“Qual é a principal 
regra de segurança 
adotada nas aulas 
práticas?” 
Competências gerais: 1, 
4, 6, 8, 9 e 10 
Competências de 
Linguagens: 1, 2, 3 e 4 
Competências de 
Educação Física: 2, 6, 7 
e 10 
as quais serão apresentadas por 
você ou transformadas (e 
criadas) pela turma no decorrer 
desta unidade temática. 
5° PRÁTICAS 
CORPORAIS 
DE 
AVENTURA 
Arvorismo (EF89EF19) 
Experimentar e fruir 
diferentes práticas 
corporais de aventura na 
natureza, valorizando a 
própria segurança e 
integridade física, bem 
como as dos demais, 
respeitando o 
patrimônio natural e 
minimizando os 
impactos de degradação 
ambiental. 
(EF89EF20) Identificar 
riscos, formular 
estratégias e observar 
normas de segurança 
para superar os desafios 
na realização de práticas 
corporais de aventura na 
natureza. 
(EF89EF21) Identificar 
as características 
(equipamentos de 
segurança, 
instrumentos, 
indumentária, 
organização) das 
práticas corporais de 
aventura na natureza, 
bem como suas 
• Experimentar o 
arvorismo como 
modalidade de 
aventura recreativa 
que transita do 
ambiente terrestre 
para o aéreo, 
valorizando a 
segurança e 
integridade física 
pessoal e de terceiros. 
• Identificar algumas 
questões de 
preservação 
ambiental. 
Questione os alunos sobre como 
fariam para se deslocar entre 
árvores sem ter de descer de uma 
e subir em outra. Faça 
comparações com alguns 
animais – macacos, pássaros etc. 
Enquanto alguns animais 
possuem habilidade natural e 
constituição biológica, os seres 
humanos precisam usar a 
inteligência para desenvolver 
equipamentos que permitam esse 
tipo de deslocamento. Os 
pesquisadores têm papel 
importante na criação e 
montagem de estruturas nas 
copas das árvores. Nessa 
conversa inicial, proponha 
alguns questionamentos para 
incentivar o debate: “Como 
determinados animais se 
deslocam de uma árvore para 
outra? Qual é a razão desse 
deslocamento?”, “Como os 
humanos podem passar de uma 
árvore para outra sem descer 
delas? Por que motivo fazem 
isso?”. Há animais que utilizam 
as árvores para alimentação e 
proteção. Os mais conhecidos 
são os macacos, os esquilos, as 
 Peça aos alunos que 
respondam às 
questões. 
1. Explique a origem 
do arvorismo. 
2. Qual é o papel dos 
obstáculos nessa 
prática? 
3. De que modo as 
árvores são 
utilizadas? 
4. O arvorismo é 
acessível às pessoas? 
Por quê? 
transformações 
históricas. 
Competências gerais: 1, 
4, 6, 7, 8, 9 e 10 
Competências de 
Linguagens: 1, 2, 3 e 4 
Competências de 
Educação Física: 1, 2, 6, 
7, 8 e 10 
preguiças e os pássaros. A 
maioria dos mamíferos que usa 
árvores possui cauda para 
facilitar seu deslocamento. Em 
razão de sua estrutura física, os 
seres humanos precisam de 
equipamentos e de técnicas 
apropriadas para subir em 
árvores muito altas e passar 
Plataformas de arvorismo no 
Parque Ecológico Quedas do Rio 
Bonito, Lavras, MG, 2016. 
GEFF REIS/AGB PHOTO 
LIBRARY 182 Reprodução 
proibida. Art. 184 do Código 
Penal e Lei 9.610 de 19 de 
fevereiro de 1998. de uma para 
outra. Atualmente, além da 
coleta de alimentos, pesquisas 
científicas são realizadas nas 
copas dessas plantas. Depois de 
feitos esses esclarecimentos, 
explique aos alunos o que é o 
arvorismo (ou o arborismo) com 
base nas informações fornecidas. 
 
__________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ 
 Assinatura da Coordenadora 
 
 
PLANO DE CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICAInstituição: Secretaria Municipal de Educação de Picos 
Coordenadora: Maria Neusa Borges de Moura 
Disciplina: Educação Física 
Curso: Fundamental Série: Turma: Ano: 9 
 
PLANEJAMENTO ANUAL 
BIMESTRE TEMA HABILIDADES OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO RECURSOS 
DIDÁTICOS 
TEMPO 
ESTIMADO 
(Nº DE 
AULAS) 
AVALIAÇÃO 
1º - Danças Danças de salão: o 
forró 
• (EF89EF12) 
Experimentar, fruir e 
recriar danças de salão, 
valorizando a 
diversidade cultural e 
respeitando a tradição 
dessas culturas. 
(EF89EF13) Planejar e 
utilizar estratégias para 
se apropriar dos 
elementos constitutivos 
(ritmo, espaço, gestos) 
das danças de salão. 
(EF89EF14) Discutir 
estereótipos e 
preconceitos relativos às 
danças de salão e demais 
práticas corporais e 
propor alternativas para 
sua superação. 
(EF89EF15) Analisar as 
características (ritmos, 
gestos, coreografias e 
músicas) das danças de 
salão, bem como suas 
transformações 
• Conhecer e valorizar 
as danças de salão 
como manifestações 
culturais relevantes, 
em especial, o forró. 
• Experimentar essa 
prática, bem como 
seus gestos, espaços e 
ritmos. 
• Valorizar o forró 
como dança de salão 
brasileira. 
Como o forró é bem conhecido 
em nosso país, apresente aos 
alunos uma seleção de canções 
com esse ritmo. Enquanto eles 
ouvem as músicas, incentive-os a 
participar dessa conversa inicial 
fazendo algumas perguntas: 
“Qual estilo de música está 
tocando?”, “Quem já dançou 
forró? É fácil ou difícil? Por 
quê?”, “Onde e quando as 
pessoas podem dançar esse 
ritmo?”, “Por que o forró é tão 
popular no Brasil?”. Essa 
conversa é importante para você 
fazer um levantamento do que os 
alunos sabem sobre o forró e 
levá-los a valorizar essa dança de 
salão muito apreciada pelos 
brasileiros. 
 1. Peça aos alunos que 
contextualizem a 
principal origem do 
termo forró. Ao final, 
eles devem fazer um 
relato de suas 
experiências prévias 
com a dança de salão. 
2. Peça aos alunos que 
pesquisem (ou 
produzam) um vídeo 
que ensine algum passo 
de forró. Cada par deve 
reproduzir a 
composição escolhida. 
Por fim, promova uma 
exibição dos materiais 
pesquisados (ou 
produzidos) pelos 
alunos. 
históricas e os grupos de 
origem. 
Competências gerais: 3, 
4, 9 e 10 
Competências de 
Linguagens: 1, 2 e 5 
Competências de 
Educação Física: 2, 7, 8 
e 10 
2º - 
Ginásticas 
Ginástica de 
conscientização 
corporal e de 
condicionamento 
físico: diferenças e 
semelhanças 
(EF89EF11) Identificar 
as diferenças e 
semelhanças entre a 
ginástica de 
conscientização 
corporal e as de 
condicionamento físico 
e discutir como a prática 
de cada uma dessas 
manifestações pode 
contribuir para a 
melhoria das condições 
de vida, saúde, bem-
estar e cuidado consigo 
mesmo. 
Competências gerais: 1, 
8 e 9 
Competências de 
Linguagens: 2 e 3 
Competências de 
Educação Física: 2, 3 e 7 
• Conhecer e 
experimentar um tipo 
de ginástica de 
condicionamento 
físico e a 
antiginástica. 
• Discutir como a 
prática de cada uma 
dessas manifestações 
pode contribuir para a 
melhoria das 
condições de vida, 
saúde e bem-estar das 
pessoas. 
Inicie uma conversa com os 
alunos a fim de verificar o 
conhecimento deles sobre 
diferenças e semelhanças entre as 
ginásticas de conscientização 
corporal e as de condicionamento 
físico. As seguintes questões 
podem auxiliá-lo nessa 
introdução ao tema: “O que vocês 
entendem por ginásticas de 
conscientização corporal? 
Conhecem exemplos dessa 
prática?”, “Que características 
elas possuem que as diferenciam 
das ginásticas de 
condicionamento físico?”. 
Depois das considerações dos 
alunos, explique a eles que as 
ginásticas de conscientização 
corporal estão mais centradas no 
conhecimento do próprio corpo e 
do seu estado e que as de 
condicionamento físico estão 
mais focadas na repetição 
mecânica de exercícios, sem uma 
proposta de reflexão sobre o que 
acontece com o corpo e os 
sentidos. 
 1. Peça aos alunos que 
expliquem as principais 
diferenças entre as 
ginásticas de 
conscientização 
corporal e as de 
condicionamento físico. 
2. Oriente-os a 
pesquisar um tipo de 
ginástica de 
conscientização 
corporal e um de 
condicionamento físico 
e peça a eles que 
indiquem ao menos 
uma vantagem na 
prática dos tipos de 
ginástica pesquisados. 
3. Proponha aos alunos 
que, em casa, convidem 
um ou mais familiares 
para fazer a 
antiginástica, 
reproduzindo alguns 
dos movimentos 
vivenciados em aula. 
Em seguida, eles devem 
entrevistar seu(s) 
convidado(s) e anotar as 
respostas. Sugestões de 
perguntas: 
• “Você já conhecia ou 
havia praticado alguma 
ginástica de 
conscientização 
corporal?” 
• “Como você se sentiu 
ao realizar a 
antiginástica?” 
3º - Esportes Esportes de 
rede/quadra 
dividida 
(EF89EF01) 
Experimentar diferentes 
papéis (jogador, árbitro 
e técnico) e fruir os 
esportes de rede/parede, 
campo e taco, invasão e 
combate, valorizando o 
trabalho coletivo e o 
protagonismo. 
(EF89EF02) Praticar 
um ou mais esportes de 
rede/parede, campo e 
taco, invasão e combate 
oferecidos pela escola, 
usando habilidades 
técnico-táticas básicas. 
(EF89EF03) Formular e 
utilizar estratégias para 
solucionar os desafios 
técnicos e táticos, tanto 
nos esportes de campo e 
taco, rede/parede, 
invasão e combate como 
nas modalidades 
esportivas escolhidas 
para praticar de forma 
específica. 
• Compreender os 
elementos da lógica 
interna do voleibol de 
quadra que o incluem 
na categoria de 
esporte de 
rede/quadra dividida. 
• Entender 
determinadas 
alterações das regras 
do voleibol de quadra 
ao longo de sua 
história. 
• Vivenciar o jogo de 
voleibol de quadra 
seguindo sua 
normatização em 
distintos períodos 
Para caracterizar essa categoria 
de esporte, decidimos abordar o 
voleibol de quadra, modalidade 
que constantemente sofre 
alterações em suas regras e/ou 
estruturas de jogo. Durante a 
chamada de presença, peça aos 
alunos que, em vez de 
responderem “presente”, digam 
um termo relacionado com o 
voleibol de quadra, como 
“saque”, “bloqueio”, 
“manchete”, “rede”, “bola” etc. 
Ao final da chamada, caso algum 
aluno desconheça determinada 
palavra, solicite a quem a citou 
que explique seu significado e, se 
necessário, acrescente alguma 
informação. Leve para a aula 
cópias (preferencialmente, 
coloridas) das fotografias a seguir 
ou imprima imagens semelhantes 
pesquisadas na internet. Mostre-
as aos alunos e, em seguida, 
proponha alguns 
questionamentos para motivar a 
participação deles: “Para vocês, 
essas fotografias correspondem a 
 Proponha aos alunos os 
seguintes registros. 
1. Explique quatro 
diferenças entre o 
mintonette e o voleibol 
de quadra atual. 
2. Cite duas alterações 
que ocorreram no 
voleibol de quadra 
devido à evolução da 
modalidade esportiva e 
duas relacionadas com 
interesses da mídia 
televisiva 
(EF89EF04) Identificar 
os elementos técnicos 
ou técnico-táticos 
individuais, 
combinações táticas, 
sistemas de jogo e regras 
das modalidades 
esportivas praticadas, 
bem como diferenciar as 
modalidades esportivas 
com base nos critérios 
da lógica interna das 
categorias de esporte: 
rede/parede, campo e 
taco, invasão e combate. 
(EF89EF05) Identificar 
as transformações 
históricas do fenômeno 
esportivo e discutir 
alguns de seus 
problemas (doping, 
corrupção, violência 
etc.) e a forma como as 
mídias os apresentam. 
(EF89EF06) Verificar 
locais disponíveis na 
comunidade para a 
prática de esportes e das 
demais práticas 
corporais tematizadas 
na escola, propondo e 
produzindo alternativas 
para utilizá-los no 
tempo livre. 
Competências gerais: 1, 
3, 4 e 9 
Competências de 
Linguagens: 1, 2, 3 e 5 
um ou mais esportes?”;“Será que 
o voleibol sempre teve as regras 
atuais?”; “Por que vocês acham 
que as regras e o formato do jogo 
de voleibol mudam 
constantemente?”. 
Esportes de 
combate 
• Compreender os 
elementos da lógica 
interna do boxe que o 
incluem na categoria 
de esporte de 
combate. 
• Conhecer 
determinadas regras e 
experimentar 
movimentos do boxe. 
• Vivenciar o boxe de 
forma adaptada no 
ambiente escolar 
As práticas corporais presentes 
na Base Nacional Comum 
Curricular (BNCC) – 
brincadeiras e jogos, esportes, 
danças, ginásticas, lutas e 
aventura – apresentam interfaces 
em determinados elementos por 
pertencerem à cultura corporal de 
movimento, concepção da 
Educação Física adotada no 
documento. Em outras palavras, 
essas práticas corporais dialogam 
entre si e, em razão disso, 
determinados objetos de 
conhecimento podem se 
manifestar em mais de uma delas. 
É o que ocorre, por exemplo, com 
as ginásticas esportivas, que na 
BNCC estão inseridas na 
categoria de esportes técnico-
combinatórios, ou com o skate e 
o surfe, que pertencem às práticas 
corporais de aventura. Entretanto, 
se considerarmos o processo de 
esportivização pelo qual essas 
duas últimas práticas passaram, 
elas poderiam pertencer também 
à categoria de esportes técnico-
combinatórios. No caso dos 
esportes de combate, é preciso ter 
clareza de que se referem às lutas 
esportivizadas, ou seja, são um 
 1. Peça aos alunos que 
descrevam três 
movimentos do boxe 
que aprenderam nas 
atividades 
desenvolvidas em aula. 
2. Oriente-os a elaborar 
um texto de dez a 
quinze linhas sobre a 
participação das 
mulheres em 
modalidades de 
esportes de combate. 
Competências de 
Educação Física: 2, 5, 6, 
7, 8, 9 e 10 
recorte no universo da prática 
corporal de lutas. Ao introduzir o 
tema, pergunte aos alunos se eles 
sabem quais esportes de combate 
(lutas) fizeram parte dos Jogos 
Olímpicos de 2016, realizados no 
Rio de Janeiro. Para facilitar essa 
identificação, leve para a aula 
cópias (preferencialmente, 
coloridas) das fotografias a seguir 
(ou imprima imagens 
semelhantes pesquisadas na 
internet) 
Esportes de 
invasão: 
basquetebol 
• Experimentar 
diferentes papéis 
(jogador, árbitro, 
técnico, espectador e 
profissional de 
imprensa) e fruir o 
esporte de invasão 
basquetebol, 
valorizando o 
trabalho coletivo e o 
protagonismo. 
• Praticar o 
basquetebol usando 
habilidades técnico-
táticas básicas. 
• Compreender as 
interfaces 
estabelecidas entre o 
esporte, a sociedade, 
a cultura, o mercado e 
a mídia por meio do 
basquetebol. 
• Compreender o 
sistema de 
classificação 
É importante retomar com a 
turma a lógica interna dos 
esportes de invasão apresentada 
desde o 6o ano por meio dos 
princípios operacionais em 
situações de ataque (conservação 
da posse de bola, invasão do 
terreno adversário e finalização 
ao alvo) e de defesa (recuperação 
da bola, impedimento do avanço 
do adversário e da bola ao seu 
terreno e proteção do alvo). 
Relembre à turma que esses 
princípios orientaram as práticas 
do futebol, do futsal e do 
handebol nas séries anteriores e 
que agora eles vão ser aplicados 
ao basquetebol. A recapitulação e 
a estruturação dos conhecimentos 
construídos sobre os esportes de 
invasão são importantes para que 
a turma tome consciência das 
similaridades e possibilidades de 
transferência das estruturas 
 A avaliação sobre os 
conhecimentos 
abordados nesta 
unidade temática pode 
ser registrada por meio 
de redações focadas nos 
seguintes temas. 
1. Jogadores 
estrangeiros na NBA: o 
que isso tem a ver com 
a globalização? 
2. O jogo a que assisto 
na televisão é o mesmo 
que eu veria no ginásio? 
3. Sistema de 
classificação funcional 
e a democratização de 
acesso à prática 
esportiva. 
funcional adotado 
pelos esportes 
adaptados e 
ressignificá-lo 
considerando 
relações pautadas no 
respeito às 
diferenças. 
táticas de uma modalidade para a 
outra. 
4° Lutas Variações dos 
elementos das 
lutas agarradas do 
mundo 
(EF89EF16) 
Experimentar e fruir a 
execução dos 
movimentos 
pertencentes às lutas do 
mundo, adotando 
procedimentos de 
segurança e respeitando 
o oponente. 
(EF89EF17) Planejar e 
utilizar estratégias 
básicas das lutas 
experimentadas, 
reconhecendo as suas 
características técnico-
táticas. 
(EF89EF18) Discutir as 
transformações 
históricas, o processo de 
esportivização e a 
midiatização de uma ou 
mais lutas, valorizando e 
respeitando as culturas 
de origem. 
Competências gerais: 1, 
4, 6, 8, 9 e 10 
Competências de 
Linguagens: 1, 2, 3 e 4 
• Realizar formas 
diversificadas de 
ataques e esquivas, 
imobilização, 
agarramento, 
equilíbrio e 
desequilíbrio 
associadas a 
conceitos de lutas 
agarradas do mundo. 
• Vivenciar situações 
motoras de jogos de 
lutas para conceituar 
a conquista de 
posições e a 
utilização de 
capacidades físicas 
específicas do 
conteúdo. 
Retome os conceitos de luta e as 
diferenças dessa prática esportiva 
em relação às brigas, nas quais há 
ausência de regras, sentimentos 
de ódio e falta de respeito com o 
outro. Lembre os alunos de que 
nas lutas são imprescindíveis o 
respeito às regras e ao adversário, 
bem como os cuidados com a 
segurança. Questione-os sobre 
possíveis formas de “lutar” com 
um colega, como por meio de 
agarramentos, empurrões, golpes 
desferidos com as mãos e as 
pernas etc. Ressalte que, nesta 
unidade temática, eles vão 
vivenciar novas possibilidades 
para a realização desses 
movimentos e que todos devem 
se proteger e cuidar do bem-estar 
dos colegas. 
 1. Faça as seguintes 
perguntas para os 
alunos. a) Como foi 
conhecer os limites do 
seu corpo e do corpo do 
colega no momento das 
atividades? b) Quais 
pontos fracos você 
utilizou para 
desestabilizar a defesa 
de seu adversário? 2. 
Peça aos alunos que 
citem três partes do 
corpo do oponente que 
não podem ser atacadas. 
Brazilian jiu-jitsu • Experimentar e fruir 
a execução dos 
movimentos do jiu-
jítsu adotando 
procedimentos de 
segurança e 
respeitando o 
Reúna os alunos em círculo e 
pergunte a eles se já ouviram falar 
do jiu-jítsu brasileiro ou da 
família Gracie. Explique que essa 
luta veio do Japão e foi 
aperfeiçoada por essa família, 
sendo hoje reconhecida 
 Proponha aos alunos as 
seguintes questões. 
1. Quem desenvolveu o 
jiu-jítsu brasileiro? 
2. O que os lutadores 
devem fazer antes e 
depois de um combate? 
Competências de 
Educação Física: 2, 4, 5, 
6, 7 e 10 
oponente. • Planejar e 
utilizar estratégias 
básicas típicas das 
lutas agarradas, 
reconhecendo suas 
características 
técnico-táticas. 
mundialmente como uma das 
mais eficientes e completas. 
Saliente que o jiu-jítsu pertence 
ao grupo das lutas agarradas e que 
eles vão realizar algumas técnicas 
de modo mais suavizado. 
Evidencie que na execução de 
cada movimento há uma 
filosofia, uma história e uma 
cultura. Peça a eles que observem 
as diferentes habilidades de cada 
colega durante uma disputa para 
compreenderem a importância da 
diversidade e do respeito nas 
atitudes 
 3. Qual é a principal 
diferença entre o jiu-
jítsu e o muay thai? 
4. Qual evento projetou 
o jiu-jítsu brasileiro na 
mídia mundial? 
 
__________, ____de__________de 20__. ___________________________________________ 
 Assinatura da Coordenadora

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