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Relatóiro Prática Automação Industrial II

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uma lógica de proteção para o caso da saída do CLP acionar e o 
sinal de retorno do contato auxiliar do contator não chegar na na entrada I4 em 3 segundos, retirando o 
comando de liga do motor. Caso a chave local/remoto esteja na posição local, o motor irá aceitar apenas os 
comandos de liga e desliga vindos dos botões do campo. Caso esteja na posição remoto, irá apenas obedecer 
aos comandos do sistema supervisório. O comando de emergência será aceito tanto da botoeira física quanto 
do botão de emergência do sistema supervisório. 
 
Parte 2: Com os conceitos do software em mente vamos partir para uma partida estrela-triângulo 
com comutação automática. Será necessário adotar um motor de seis pontas. Utilize um disjuntor para a parte 
de potência e outro para a parte de comando. Na parte de comando é necessário utilizar uma fonte que 
converterá a tensão alternada em corrente contínua. Além desses elementos é necessário utilizar um o relé 
térmico para proteção da máquina. 
Nas entradas do CLP conecte uma botoeira de emergência (NF), um botão de pulso NA para partir o 
motor em estrela, um botão de desliga (NF) e um sensor indutivo a 3 fios (+, - e saída) em corrente contínua 
(NA). Para esse último sensor é necessário optar ou pelo modelo PNP ou pelo modelo NPN. 
A comutação (Y-∆) da partida será realizada automaticamente após 5 segundos da energização do 
motor em estrela. 
Por se tratar de um motor de maior porte, caso forem realizadas várias partidas em um curto espaço 
de tempo, vai sobreaquecer o motor, podendo danificá-lo. Para evitar isso, implemente um lógica que inicia a 
contagem de um tempo de 5 minutos (tempo para teste) e limite 3 partidas para esse intervalo de tempo. Caso 
estoure essa quantidade de partida, realize o intertravamento da partida do motor e acione uma luz indicando 
que indicará que o motor está bloqueado temporariamente. 
Esse motor está ligado a uma esteira transportado por roletes e a esteira feita de borracha. Um 
problema comum nesse tipo de sistema, principalmente quando chove, é a esteira patinar, ou seja, o motor 
fica rodando e a esteira permanece parada. Isso pode danificar o sistema e pode acarretar um acúmulo de 
materiais que está sendo depositado pela esteira anterior. Para evitar esse problema, foi instalado um sensor 
indutivo no rolete oposto ao do motor. Nesse rolete oposto, foi feita uma cruzeta de ferro fixada em seu eixo. 
Quando ele está em movimento, é enviado pulsos na entrada digital do controlador. Portanto, elabore outro 
intertravamento para o motor que quando ele estiver ligado e o sensor parar de enviar um pulso pelo menos 1 
vez a cada 3 segundos, ele derruba o comando parando esse motor. 
 
RESULTADOS E DISCUSSÃO: 
 
 
a. Insira o esquema elétrico utilizado para a partida direta. 
 
 
 
 
 
 
 
b. Insira o diagrama Ladder para a partida direta. 
 
 
 
 
 
 
 
c. Qual a importância dos contatos da botoeira de emergência e o botão de desliga serem normal fechado 
(NF)? O que isso implica nos contatos da lógica ladder para essas duas botoeiras? 
R: Como o botão de emergencial é NF, caso eu colocasse NF também no ladder iria bloquear a passagem do 
comando para minha bobina. 
 
d. Insira o esquema elétrico utilizado para a partida estrela-triângulo. 
 
 
e. Insira o diagrama Ladder para a partida estrela-triângulo. 
 
 
 
 
 
 
f. Explique a diferença entre os sensores PNP e NPN. O que ocorre com a leitura do sinal enviado ao 
controlador com a especificação errada desse instrumento? 
O sensor NPN quando detecta, energiza a bobina, entretanto quando do PNP ele chaveia o positivo, desta 
forma, com positivo dos dois lados não energiza a bobina. 
CONCLUSÃO: 
A realização desta prática nos possibilitou entender, através de uma plataforma única, a interligação do 
sistema elétrico, um CLP e toda a parte lógica através do sistema Ladder. Desta forma, após montarmos 
todos o diagrama foi possível simular e observar o funcionamento real de todas as interligações. 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 
BRAGA, A. R.; BRAGA, C. M. P. Instrumentação Industrial - Notas de Aula. Universidade Federal de 
Minas Gerais. Disponível em: <http://www.cpdee.ufmg. br/~palhares/Instrumentacao_NotasAula.pdf>. 
Acesso em: 29 jun. 2016. 
MAGALHÃES, A. P. Prática de Automação Industrial. 1. ed. Cidade do Porto: Real Games Ltda., 2009. 
FILHO, J. M. Instalações Elétricas Industriais. Rio de Janeiro: Ed. LTC, 2002. 
FRANCHI, C. M. Acionamentos Elétricos - Claiton Moro Franchi. São Paulo: Érica, 2008. 
NATALE, F. Automação Industrial. São Paulo: Érica, 2000. 
REIS, N. R. Instrumentação Industrial Sensores e Transdutores .São Paulo: UNITAU, 2008. 
Transmissor de Pressão LD1.0. Disponível em: < http://www.smar.com/PDFs/manuals/LD1.0MP .pdf>. Acesso 
em: 21 set. 2017. 
 
 
QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA 
PRATICA LABORATORIAL Nº: 03 
CONSTRUINDO PROGRAMAÇÃO EM LINGUAGEM LADDER 
E FBD 
 
C.H.: 
04:00_h 
DATA: 
10/07/2020 
INTRODUÇÃO: Existem várias linguagens lógicas para representar um dado esquema. Uma destas 
linguagens é a Ladder, muito parecida com o próprio sistema elétrico, entretanto utilizando símbolos, onde 
os contatos interligados por duas linhas verticais e linhas horizontais na quantidade requerida pelo sistema. 
Outra linguagem muto utilizada é conhecida como FBD, tal linguagem apresenta para o sistema um esquema 
de blocos, que interligados são muito similares a estrutura gráfica da eletrônica digital. 
 
OBJETIVOS: 
 
• Interligar diagrama de comando com a lógica FBD. 
• Desenvolver lógica Ladder e FBD para um mesmo sistema. 
 
MATERIAL: 
Item Quant. Descrição 
1 01 Microcomputador com acesso à Internet 
2 01 Software CADe SIMU v3.0 
 
http://www.smar.com/PDFs/manuals/LD1.0MP%20.pdf
METODOLOGIA: 
Para o desenvolvimento da prática utilizaremos o software CADe Simu v3.0. Através desse software 
poderemos visualizar a configuração elétrica em funcionamento em conjunto com a programação em Ladder 
e FBD. Existem diversas versões desse software na internet, algumas traduzidas para o português brasileiro, 
outras em espanhol. No endereço eletrônico (https://tgho.st/LrObTNpQOQ) está disponível para download a 
versão em português. Ao iniciar o programa é solicitado uma senha, basta digitar quatro números: 4962. 
Junto com o software desse link foi disponibilizado dentro da pasta “Atividades para Simular” diversos 
diagramas com a extensão “.cad” 1prontos para simular. É interessante visualizá-los e compreender o 
funcionamento. 
Para a nossa prática termos duas partes. A primeira é realizar a mesma lógica da parte 1 do roteiro 
anterior (partida direta de um motor trifásico) utilizando a linguagem FBD. 
 
Parte 1: Iniciaremos com uma lógica de partida direta de um motor trifásico. A parte de potência terá 
um disjuntor tripolar, relé térmico e os contatos principais de um contator trifásico. 
Será ligado nas entradas do CLP com sinal de corrente contínua extra baixa tensão (NR-10): 
• Uma botoeira de emergência (NF) na entrada I1; 
• um botão de pulso (NA) para o comando liga do motor na entrada I2; 
• um botão de pulso (NF) para o comando desliga do motor na entrada I3; 
• um contato auxiliar do contator NA na entrada I4; 
• um contato (NF) do relé térmico na entrada I5; 
• uma chave de seleção para escolher se o comando vai ser local ou remoto na entrada I6. 
 
Faça uma lógica em FBD utilizando o CADe Simu que atenda essa partida direta com as devidas 
proteções ao motor. Implemente também uma lógica de proteção para o caso da saída do CLP acionar e o 
sinal de retorno do contato auxiliar do contator não chegar na entrada I4 em 3 segundos, retirando o comando 
de liga do motor. Caso a chave local/remoto esteja na posição local, o motor irá aceitar apenas os comandos 
de liga e desliga vindos dos botões do campo. Caso esteja na posição remoto, irá apenas obedecer aos 
comandos do sistema supervisório. O comando de

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