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Material sobre Sistema Financeiro Nacional, Direito Constitucional Estadual e sistema tributário estadual. Contém descrição do SFN, supervisores (BC, CVM, SUSEP, PREVIC), mercados e entidades operadoras; Poder Constituinte (originário/derivado), autonomia e impostos estaduais (ICMS, IPVA, ITCMD).

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SISTEMA FINANCEIRO ​​​​​​​NACIONAL
O Sistema Financeiro Nacional é extremamente importante para o cenário econômico-financeiro do Brasil, sendo fundamental o conhecimento mais detalhado sobre seu papel para melhor compreender a maioria das intermediações financeiras entre pessoas, fisicas ou jurídicas, e os órgãos e instituições.
São entidades supervisoras do Sistema Financeiro Nacional: São entidades supervisoras do Sistema Financeiro Nacional: Banco Central do Brasil, Comissão de Valores Mobiliários, Superintendência de Seguros Privados e Superintendência Nacional de Previdência Complementar, cada uma desempenhando seu papel de acordo com seu segmento.
Os objetivos do Sistema Financeiro Nacional são:
- intermediar, possibilitando maior eficiência, o dinheiro de quem possui para investir e de quem precisa para consumir;
III – intermediar processos sob o estrito controle do Poder Público.
O objetivo do Sistema Financeiro Nacional é intermediar, possibilitando maior eficiência, o dinheiro de quem possui para investir e de quem precisa para consumir, sendo que todas os processos regulados e fiscalizados pelo Sistema Financeiro Nacional devem estar sob estrito controle do Poder Público.
O SFN é segmentado em quatro grandes “mercados”.
Mercado de crédito, Mercado monetário, Mercado de capitais e Mercado de câmbio, cada um com sua atuação específica.
AS alternativas abaixo são entidades operadoras na composição do Sistema Financeiro Nacional?
São instituições que estão na linha de frente, no papel de intermediadoras e chamadas de entidades operadoras a bolsa de valores, os bancos, as seguradoras, as corretoras, etc. O Banco Central do Brasil é considerado entidade supervisora, sendo o responsável pelo controle da inflação no país.
A Lei nº 4.595/64 disciplina o sistema financeiro, dispondo sobre a política e as instituições monetárias, bancárias e creditícias, criando o conselho monetário nacional, entre outras providências. A referida lei foi recepcionada pela Constituição de 1988 como lei complementar.
DIREITO CONSTITUCIONAL ESTADUAL
​​​​​​​E CONSTITUIÇÕES ESTADUAIS
Não se pode separar o conceito de Constituição do conceito de Poder Constituinte, sob pena de excluir a origem popular da validade da Constituição, tendo o Poder Constituinte fundamental papel de fundador e legitimador da ordem constitucional. O Poder Constituinte se divide, fundamentalmente, em originário e derivado, sendo o primeiro responsável pela instauração de uma nova ordem jurídica; e o segundo, que se divide em reformador e derivado, responsável pela modificação da Constituição Federal e pela estruturação das constituições dos Estados, respectivamente.
As normas que compõem a Constituição Federal têm grande influência na organização do ordenamento jurídico e papel fundamental para o exercício da autonomia dos Estados. Alguns conceitos, assim como as principais características, serão abordadas nesta Unidade de Aprendizagem.
A Constituição, em seu art. 125, § 2.º, prevê a representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais, consagrando o controle de constitucionalidade estadual.
 Poder Constituinte é classificado (originário e derivado) e suas principais características.
De acordo com a doutrina constitucionalista, o Poder Constituinte Derivado classifica-se em:
Os poderes reformador e decorrente são espécies de Poder Constituinte Derivado. 
O Poder Constituinte Derivado Decorrente consiste:
O Poder Constituinte Derivado Decorrente é consequência do poder de auto-organização conferido aos Estados-membros, e se materializa por meio da elaboração e da reforma das Constituições Estaduais.
A elaboração de uma nova Constituição é de competência do Poder Constituinte Originário. São formas de manifestação desse poder:
O Poder Constituinte Originário pode se expressar de duas formas: pela Outorga ou pela Assembleia Nacional Constituinte.
O Poder Constituinte atribuído aos Estados para se auto-organizarem é denominado:
O Poder Constituinte Derivado Decorrente se caracteriza pela possibilidade que os Estados têm de se auto-organizarem, em razão da autonomia que receberam, por meio das respectivas Constituições Estaduais.
De acordo com o Princípio da Simetria.
A partir de inúmeras discussões fomentadas pela doutrina e jurisprudência, restou convencionado o Princípio da Simetria, no qual os Estados devem se organizar obedecendo o mesmo modelo constitucional da União.
SISTEMA TRIBUTÁRIO ESTADUAL
A Constituição Federal determina que união, estados e municípios tenham competências diversas. Isso também se aplica aos tributos, com a sua arrecadação sendo também determinada pela CF. Os impostos de competência estadual são: o Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS), o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e o Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), além de taxas e contribuições.
Os estados têm competência para instituir impostos delegados pela Constituição Federal em seu artigo 155. Dentro dessa atribuição está prevista a instituição do ICMS, do IPVA e do ITCMD, além de taxas e contribuições.
Em qual das hipóteses abaixo está previsto um caso de incidência do ICMS?
Prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores. A Lei Complementar 87/1996 em seu art. 2.º, prevê as hipóteses de incidência do ICMS. No inciso II desse mesmo artigo está previsto que prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores, é uma hipótese de incidência do ICMS.
De acordo com o que foi estudado sobre os impostos, assinale a alternativa correta:
A arrecadação do IPVA é repartida entre o estado e o município onde o veículo foi emplacado. O estado fica com metade da arrecadação do IPVA; a outra metade fica com o município onde foi emplacado.
Em relação ao ITCMD: A instituição de alíquotas do ITCMD é uma competência estadual.
Recentemente o STJ proferiu uma decisão de grande repercussão nacional acerca de um imposto incidente na distribuição de energia elétrica. Que imposto era esse?
O STJ negou o recurso de uma empresa que entendia ser ilegal a cobrança de ICMS sobre a energia elétrica comprada diretamente das geradoras.
SISTEMA FINANCEIRO E ORÇAMENTÁRIO ESTADUAL
O sistema econômico capitalista foi o desenvolvido no século XIX por Adam Smith. Esse modelo economico influenciou a burguesia, no século XVIII, a qual estava em ascensão e baseava-se na distribuição de renda a uma determinada parte da sociedade detentora de riqueza em detrimento de outra parte da sociedade que clamava por direitos, chamada de proletariado, nascendo então a exclusão social e a desigualdade de renda, dando início então ao sistema capitalista.
Notamos que tal situação persiste até hoje, com a classe social menos favorecida clamando por investimentos e atitudes do governo para coibir tais diferenças, pois os excluídos não têm garantia de uma vida digna, ou seja, dignidade humana, eixo basilar dos direitos fundamentais. Na esfera tributária, são tidos como direitos fundamentais dos contribuintes, os quais estão delineados na Constituição Federal de 1988, que é tida como uma constituição cidadã. A referida Constituição Federal define o Sistema Financeiro, seus princípios, regras, direitos e deveres na busca da satisfação das necessidades públicas que envolvem a sociedade.
A atividade financeira do Estado visa ao bem comum da sociedade, ou seja, o interesse público. As necessidades públicas nascem e se desenvolvem a cada dia, e a sociedade requer o seu cumprimento. Este é realizado por meio da referida atividade financeira que, em síntese, utilizará os recursos financeiros à disposição para sua satisfação. Estes recursos são advindos do orçamento do Poder Executivo, o qual é aprovado pelo Poder Legislativo, por um período de tempo.
A construção de obras, a prestação de serviços e a concessão de benefícios pelos governos federal, estadual e municipal dependem do orçamentopúblico. Nele, os governantes estimam o que vão arrecadar e como devem gastar os recursos obtidos com os impostos pagos pelos cidadãos.
Os princípios orçamentários necessitam ser observados durante a elaboração do orçamento, para que sua validade seja garantida.
Veja no Infográfico quais são esses princípios e do que eles tratam.
​​​​​A organização das finanças estaduais, assim como as municipais e da União, devem seguir princípios e regramentos previstos na Constituição Federal e nas Constituições, além de legislação orçamentária específica. Desse modo, para uma melhor organização, toda a arrecadação vai para um caixa único, que fica a cargo da Secretaria da Fazenda Estadual, que administra esses recursos conforme Plano Plurianual.
O orçamento público estadual, para ser aprovado, deve passar pelos poderes Executivo (para elaboração) e Legislativo (para aprovação). Sendo assim, ele deve ter trâmites regulares.
O controle das finanças estaduais cabe:
A Secretaria da Fazenda é o órgão da estrutura governamental do Estado responsável pela gestão da entrada e saída de recursos do cofre do Estado.
"O Plano Plurianual define o planejamento estratégico do Estado, definindo diretrizes e metas em relação às finanças do ente federado." Qual das alternativas abaixo é correta em relação ao Plano Plurianual?
O Plano Plurianual deve ter um planejamento de recursos que dure pelo tempo do mandato do último candidato eleito. É elaborado a cada quatro anos.
A etapa de elaboração do orçamento é denominada de ciclo orçamentário. Um orçamento público, antes de entrar em vigor e ser aplicado, passa por um processo de planejamento.
Qual a função da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA)? A função da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA) é definir prioridades e metas para o próximo exercício financeiro. Esta deverá dispor de alterações na legislação tributária e estabelecer a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.
Qual das alternativas abaixo apresenta um dos princípios orçamentários?
No princípio da não afetação, é vedada a vinculação das receitas do Estado a alguma finalidade específica e permanente.
DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E SUSTENTABILIDADE
Você sabe o que é desenvolvimento econômico? O desenvolvimento econômico é um acontecimento histórico que aproxima a economia das demais ciências sociais. Começa a ocorrer nas nações, nos estados e nas cidades que realizam a sua revolução capitalista e se define pelo aumento sustentado da produtividade ou da renda por habitante, juntamente com um sistemático processo de acumulação de capital e incorporação de progresso técnico.
O desenvolvimento econômico não se restringirá apenas ao crescimento da produção em uma região, mas principalmente aos aspectos qualitativos relacionados ao crescimento. Sendo assim, torna-se indispensável atentar-se para que ocorra de maneira sustentável, afim de não atingir a qualidade de vida futura. Um grande componente para o desenvolvimento sustentável é a sustentabilidade econômica, ou seja, a otimização dos processos produtivos e a diminuição dos níveis de poluição.
A atuação sustentável está cada vez mais presente no dia a dia da população e há empreendedores que estão preocupados com os efeitos de seus processos produtivos e buscam se colocar a par da tendência global por um desenvolvimento que inclua também os aspectos sociais e ambientais.
Você já percebeu a importância do desenvolvimento econômico e da sustentabilidade para o seu país? O desenvolvimento econômico tem como principal objetivo a melhoria do padrão de vida dos cidadãos, sendo assim, é essencial para os países. Para que haja desenvolvimento econômico, a experiência histórica esclarece que é imprescindível que as organizações garantam a ordem pública ou a estabilidade política, o bom funcionamento do mercado e as boas oportunidades de lucro que estimulem os empreendedores a investir e inovar.
Surge então o desenvolvimento sustentável, que é capaz de suprir as carências da geração atual, mas sem comprometer a capacidade de atender às necessidades das futuras gerações. Analise aqui as vantagens da adoção da sustentabilidade econômica, clicando em cada ícone.
Você sabe qual a importância do desenvolvimento econômico e sustentável para a nossa sociedade?
Para que o desenvolvimento continue de uma forma que não atinja a qualidade da vida futura, é preciso que todos os setores tenham consciência de incorporar atitudes sustentáveis para evitar a escassez precoce dos recursos naturais que necessitamos.
Como podemos definir o desenvolvimento econômico?
Pode-se afirmar que desenvolvimento econômico é algo que combina o crescimento com a distribuição de renda. Todavia, isso inclui as alterações da composição do produto e a alocação dos recursos pelos diferentes setores da economia, de forma a melhorar os indicadores de bem-estar econômico e social.
Como você sabe, a sustentabilidade econômica visa tanto a evolução da instituição, como os princípios relacionados às questões ambientais. Qual seria uma das vantagens da adoção da sustentabilidade econômica para as organizações?
Em médio e longo prazo, poe meio de atitudes sustentáveis, as organizações e os governos acabam gerando uma maior economia.
Muito pelo contrário, as instituições que se preocupam com o bem estar do planeta estão entre as mais lembradas positivamente pela sociedade.
Quando os cidadãos e os consumidores percebem que a instituição se preocupa com o meio ambiente e as futuras gerações, a imagem da empresa se engrandece. Devido a isso, muitas vezes eles realizam a propaganda da organização ou acabam comprando mais produtos.
A sustentabilidade visa a qualidade acima da quantidade. Assim, será possível oferecer ao consumidor e à população em geral os recursos que não prejudicam a sociedade.
As ações sustentáveis têm como principal prática preservar o meio ambiente, para que não haja escassez de produção para as organizações e uma péssima qualidade de vida para os cidadãos no futuro.
o que compreende o desenvolvimento sustentável?
Realmente a sustentabilidade ambiental é imprescindível, pois irá preservar os recursos presentes no meio ambiente, além de diminuir resíduos. No entanto, existem outros componentes do desenvolvimento sustentável que também são imprescindíveis.
A sustentabilidade econômica permite que os processos produtivos sejam otimizados, sendo de grande importância para um desenvolvimento sustentável. Porém, existem outros componentes que também são importantes.
Sustentabilidade ambiental, política e econômica. Por meio desses três componentes, é possível realizar um desenvolvimento agradável para o país, de modo que ele favoreça a população, os governos e o meio ambiente e otimize os processos produtivos ao diminuir os níveis de poluição, por intermédio da sustentabilidade econômica, e manter uma manutenção do ecossistema, pelo manejo responsável dos recursos ambientais, e da biodiversidade, pela sustentabilidade política e ambiental. 
A sustentabilidade política permite que exista a construção de espaços públicos comunitários, maior autonomia dos governos locais e descentralização da gestão de recursos, mas existem outros componentes indispensáveis para o desenvolvimento econômico sustentável.
Realmente a sustentabilidade econômica permite fatores importantes, como equilíbrio de balanço de pagamento e acesso à ciência e à tecnologia. Já a sustentabilidade política auxilia, por meio da descentralização de recursos e construção de espaços públicos, a fomentar práticas sustentáveis. Entretanto, existe outro elemento indispensável para o desenvolvimento sustentável.
Qual seria um exemplo de ação economicamente sustentável, realizada pelo governo?
Incentivos fiscais para empresas que reciclam ou desenvolvem tecnologias que visam o desenvolvimento sustentável. Essas são ações que estimulam as organizações a adotarem cada vez mais práticas economicamente sustentáveis.
Qual a importância de aliar a sustentabilidade econômica à ambiental para que haja um desenvolvimento saudável do país?Deve haver uma sincronização da produção com os ecossistemas do planeta, dessa forma será possível aliar a expansão dos negócios com os princípios ecológicos e manter o futuro saudável da nação. É necessário repensar processos (administrativos, produtivos, de comercialização e de descarte dos produtos) e identificar os pontos que podem ser melhorados, visando construir uma gestão e uma sociedade que considere o crescimento, a lucratividade e as ações ecológicas em um patamar de equilíbrio.
DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO
Enquanto crescimento está ligado ao aumento contínuo da renda per capita, o desenvolvimento econômico procura apontar os caminhos percorridos e a explorar um país para que ele se torne ou se mantenha rico e, sobretudo, como essa riqueza é distribuída entre sua população.
O governo pode ter o objetivo de alcançar o desenvolvimento econômico e/ou o crescimento econômico. Para alcançar esses objetivos no longo prazo, há diferentes políticas públicas que o governo é capaz de adotar. Acompanhe o infográfico abaixo para alguns exemplos
De acordo com esse trecho do relatório, o cenário do desenvolvimento humano mundial, nas últimas décadas, foi caracterizado pela:
Crescente concentração de renda, de recursos e de riqueza. O atual modelo de desenvolvimento econômico privilegia os países que já ocupam certo protagonismo no cenário econômico. Assim, a renda e a riqueza estão centradas em uma pequena parte da população mundial, demonstrando que o mundo cresce economicamente, mas não se desenvolve economicamente.
O IDH consegue traduzir de forma eficaz elementos qualitativos e quantitativos e expressa de forma simples e eficiente a direção e a forma com que a região está se desenvolvendo economicamente. O índice tem capacidade de realizar uma leitura relativamente simples e eficaz do nível de desenvolvimento da região e de seus elementos sociais e econômicos.
É consenso em economia que o desenvolvimento econômico seja considerado um indicador mais abrangente que o conceito de crescimento econômico. Isto pode ser justificado da seguinte forma:
O crescimento econômico é mais restrito, pois significa apenas o crescimento do produto e da renda. O desenvolvimento abrange melhoria na qualidade de vida, como a taxa de analfabetismo, do saneamento, da expectativa de vida, da educação, da saúde, do meio ambiente. O crescimento econômico leva em consideração apenas o PIB enquanto o desenvolvimento econômico procura revelar a qualidade de vida da população.
O aumento do PIB pode ser considerado crescimento econômico, contudo, não leva em consideração a forma e a maneira de como esta elevação da renda está sendo distribuída na população. Nesse caso as políticas auxiliaram uma pequena parcela da população que acabou se tornando "mais rica".
ESTADOS NA
​​​​​​​FEDERAÇÃO BRASILEIRA
Para fins de organização de um Estado, cada ente dentro de seu território deve ter competências para legislar e administrar. Essas competências podem ser próprias, compartilhadas ou apenas restantes daquelas que os demais entes já possuem. No Brasil, tais competências são distribuídas entre União, Estado, Município e Distrito Federal, estando previstas na Constituição Federal.
A competência da União, Estados e Municípios com relação à segurança público
O estado federal é formado pela aliança entre os entes federados para a construção de um estado único, formando a União, mantendo cada estado parte de sua autonomia política, mas transferindo a soberania para a União Federal.
Esta reunião de estados pode se dar pelo movimento centrípeto, agregação, ou por meio da subdivisão de seus membros em entes autônomos, sendo este o movimento centrífugo, de segregação. Um estado federado caracteriza-se pela coexistência de dois níveis de poder originário: o central (União) e os periféricos (estados-membros). Com isso, pratica-se a descentralização, não só administrativa, mas também política, dosando o uso do poder.
A guarda da Constituição é competência:
A guarda da Constituição está prevista em seu artigo 23, inciso I, sendo uma competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
Qual das alternativas apresenta um exemplo de competência residual da União?
A competência para instituição de tributos não discriminados no texto constitucional por parte da União está prevista no art. 154 da Constituição Federal.
Competência privativa é: A competência privativa está prevista no artigo 22, parágrafo único, da Constituição Federal, sendo atribuída a apenas um dos entes da Federação, embora possa ser delegável aos demais.
A forma de governo pode ser monárquica ou republicana, a forma de Estado pode ser federativa, confederativa ou unitária e o sistema de governo pode ser presidencialista ou parlamentarista. No Brasil é adotada a República Federativa e presidencialista.
São competências concorrentes da União, Estados e Distrito Federal legislar sobre:
Previdência social, proteção e defesa da saúde e proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência são competências concorrentes previstas no artigo 24 da Constituição Federal em seus incisos XII e XIV.

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