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Nome: Mirelly da Silva Nichak Ribeiro. N° 31. 1MAT1 Nome: Leticia Gabriela Bordun. N° 25 Nome: Nicolly de Campos. N° 32 Análise do Documentário: Notícias de Uma Guerra Particular O documentário “Notícias de uma Guerra Particular” retrata o cotidiano doloroso da batalha contra o narcotráfico no Rio de Janeiro. Ao longo do documentário, conhecemos o dia-a-dia dos três lados mais diretamente envolvidos (e prejudicados) por essa “guerra particular”: o policial, o traficante e o morador da favela. Os lados fortemente armados do conflito fazem afirmações chocantes, porém já conhecidas: os traficantes que aprendem a matar desde criança acham tudo normal e os policiais que matam sentem a sensação de “dever cumprido”. Já os moradores, presos no meio do fogo cruzado, ficam divididos e acabam sendo prejudicados de todas as formas possíveis, já que a ameaça é constante e vem tanto dos criminosos como do Estado. “Notícias de uma Guerra Particular” tem o grande mérito de expor uma realidade que muitos preferem ignorar. O filme, lançado em 1999, continua extremamente atual, o que é visível pela fala do ex-chefe da Polícia Civil, Hélio Luz: “Temos que manter os excluídos sob controle. Vivemos numa sociedade injusta e a polícia garante essa sociedade injusta”. A violência existe a partir da desigualdade social, e a partir desse documentário nota-se que a maior parte das pessoas presas são negros. Claramente nota-se que em nosso cotidiano os negros possuem menos oportunidades que os brancos, pois mesmo após a escravidão (XVI – XIX) os negros continuaram sendo humilhados, não da mesma forma como antes, porém, dessa vez é de forma “psicológica”. Desse modo, os negros tendo menos oportunidades na vida acabam indo para o mundo do crime, onde se ter as coisas se torna mais fácil e assim quanto mais tem, mais quer ter “Fetichismo da Mercadoria”. Com a ganância, eles acabam tendo sorte e sendo presos como podemos ver no documentário e outros acabam morrendo.