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Filosofia Livro do professor Livro de atividades 8o. ano Volume 2 2 Decidir sobre ideias 2 © Sh ut te rs to ck /Im ag eF lo w 2 Livro de atividades CONFRONTAR IDEIAS DIFERENTES PODE GERAR NOVAS IDEIAS! 2 Decidir sobre ideias JÁ OUVI OUTRA PESSOA EXPRESSAR O MESMO PENSAMENTO OU OUTRO MUITO SEMELHANTE A ELE? ESSE PENSAMENTO TEM ALGUMA RELAÇÃO COM IDEIAS QUE RECEBI DE OUTRA PESSOA? JÁ PENSEI NISSO ANTES? O QUE ME FEZ TER ESSE PENSAMENTO? Expressar pensamentos e ideias Quando refletimos sobre a origem de nossos pensamentos e a liberdade no pensar, somos levados a re- fletir, do mesmo modo, acerca da comunicação. Existem diversas formas de comunicar nossos pensamentos aos outros. Além disso, podemos conhecer os pensamentos deles também por meio da comunicação. Diálogo O diálogo é uma forma de comunicação por in- termédio da linguagem, que envolve atos como afir- mar, perguntar, responder e, assim, colocar diferentes ideias em movimento. Trata-se de um procedimento muito valorizado no âmbito da Filosofia. Na Grécia Antiga, por exemplo, o filósofo Sócrates era co- nhecido por caminhar pelas ruas de Atenas dialogando com as pessoas. Dessa maneira, ele ajudava seus interlocutores a trazer à luz as próprias ideias. Já no século XIX, o filósofo alemão Georg Hegel afirmava que tanto o diálogo quanto o pensamento acontecem de forma dialética. Com isso, ele queria dizer que ambos iniciam com o confronto de situações ou ideias contraditórias e levam à construção de sínteses. Em outras palavras, o confronto inicial re- sulta em uma nova situação ou ideia com semelhanças e também com diferenças em relação às duas anteriores. Você pensa por si mesmo? Será que os pensamentos que temos são só nossos? Como saber se uma ideia que pensávamos ser só nossa já não foi pensada por outra pessoa? Pode parecer um pouco absurdo cogi- tar que os pensamentos, estando em sua mente, não lhe pertençam. Mas vale a pena você refletir sobre as questões ao lado. • Hegel JJJ PESSS OO SEMMM EEEI NISSO EEES? EEE FEZ SSSE EEENTO? ©Shutterstock/FreshSto ck Ilu st ra çõ es : D an ie l K le in . 2 01 8. D ig ita l. DIALOGAR NOS PERMITE TRAZER À LUZ AS IDEIAS! • Sócrates 3 Filosofia – 8o. ano – Volume 2 Liberdades de pensamento e expressão Um dos direitos fundamentais em uma democracia é o de expressar livremente aquilo que se pensa. Todavia, nem todas as nações são democráticas e, mesmo aquelas que o são, esse direito nem sempre é respeitado. Por isso, em diferentes épocas e lugares, muitas pessoas lutaram, e ainda lutam, por ele. Um exemplo são os pensadores iluministas da França, que, no século XVIII, defenderam intensamente o direito à liberdade, inclusive para pensar e comunicar opiniões. Entre eles, destacaram-se Jean-Jacques Rousseau e Voltaire. Suas ideias tiveram grande influência na Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão, publicada em 26 de agosto de 1789. Dos 17 artigos desse documento, dois se dedicam às liberdades de pensamento e expressão. POSSO NÃO CONCORDAR COM O QUE VOCÊ DIZ, MAS DEFENDEREI ATÉ A MORTE O SEU DIREITO DE DIZÊ-LO. O HOMEM NASCE LIVRE E POR TODA PARTE ENCONTRA-SE A FERROS. A mídia e você Os meios de comunicação de massa democratizaram o acesso à infor- mação, ainda mais com o advento da internet. Assim, mais pessoas podem expressar o que pensam e até mesmo denunciar situações de desrespeito à liberdade de expressão. No entanto, muitos indivíduos empregam esses meios para influenciar e até manipular o pensamento dos demais. Na atualidade, as pessoas recebem muitos estímulos pelos meios de comu- nicação. Frequentemente, isso desperta os desejos de adquirir e consumir certos produtos, serviços ou, ainda, ideias e comportamentos. Porém, alguns objetos de consumo são necessários e, até mesmo, vitais. Outros não são indispensáveis, mas tornam-se importantes por facilitar a vida das pessoas. E há também aqueles que são supérfluos, ou seja, desnecessários, dispensáveis. • Rousseau • Voltaire © Sh ut te rs to ck /R ob od re ad © Sh ut te rs to ck /T yn yu k Da ni el K le in . 2 01 8. D ig ita l. 4 Livro de atividades Atividades 1. Leia o trecho de uma matéria jornalística a respeito do conteúdo que circula atualmente nos meios de comunicação. No mundo nada se cria. E tudo se transforma ou copia? A frase de Lavoisier, uma das primeiras máximas das aulas de ciências na escola, dizia que no mundo nada se cria, tudo se transforma. Mas Abelardo Barbosa, popularmente conhecido como Chacrinha, comunicador da TV brasileira dizia que na TV nada se cria, tudo se copia. E fomos adaptando a sentença até que passamos a afirmar que nada se cria, tudo se copia. [...] Comunicação É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome? “Posso ajudá-lo, cavalheiro?” ”Pode. Eu quero um daqueles, daqueles...” “Pois não?” “Um... como é mesmo o nome?” “Sim?” “[...] Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta, a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?” [...] DANTAS, Humberto. No mundo nada se cria. E tudo se transforma ou copia? Disponível em: <https://politica.estadao.com.br/blogs/legis-ativo/no- mundo-nada-se-cria-e-tudo-se-transforma-ou-copia/>. Acesso em: 10 ago. 2018. a) Em sua opinião, os conteúdos que circulam nos meios de comunicação exemplificam ou contra- dizem a afirmação “nada se cria, tudo se copia”? Justifique sua resposta. b) No campo jurídico, a cópia de ideias é denominada plágio e prevê punições para quem, com- provadamente, a praticar. Há inúmeros casos em que a semelhança entre ideias ocasiona polê- micas e até mesmo ações judiciais, sob a acusação de plágio. Pesquise um exemplo de polêmica relacionada à autoria de uma ideia e apresente as informações obtidas conforme a orientação do professor. 2. Leia o trecho de uma crônica do escritor gaúcho Luis Fernando Verissimo sobre uma dificuldade na comunicação. VERISSIMO, Luis F. Comunicação. In: NOVAES, Carlos E. et al. Para gostar de ler. 3. ed. São Paulo: Ática, 1982. p. 35-37, v. 7. 5 Filosofia – 8o. ano – Volume 2 a) Assinale o item que, em sua opinião, corresponde ao objeto descrito no texto. b) Registre o nome do objeto assinalado na questão anterior e justifique a escolha desse item. c) Você leu apenas um trecho da crônica Comunicação. Que final você imagina que ela teve? Por quê? d) Você já vivenciou ou presenciou uma situação parecida com a da crônica de Verissimo? Se a resposta for afirmativa, relate essa situação. Em caso de resposta negativa, crie uma história sobre uma situação semelhante. ( x )( )( ) ( )( )©Shutterstock/Chokniti Khongchum © Sh ut te rs to ck /O le gS am © Sh ut te rst oc k/ Co ba lt8 8 ©S hu tte rst oc k/ M ay ak ov a © Sh ut te rst oc k/ Bo ke h Ar t P ho to 6 Livro de atividades 3. De acordo com o filósofo alemão Georg Hegel, um diálogo em que são confrontadas ideias dife- rentes, e até contraditórias, gera novas ideias, em um movimento denominado dialética. Pensando nisso, leia este diálogo: © Sh ut te rs to ck /W ay ho m e St ud io Aplique ao diálogo anterior o conceito de dialética estabelecido por Hegel. Para isso, preencha a tabela de acordo com as seguintes solicitações: a) Registre, com suas palavras, as duas ideias confrontadas no diálogo. b) Escreva uma possível síntese, resultante dessas duas opiniões. IDEIA 1 TESE IDEIA 2 ANTÍTESE IDEIA 3 SÍNTESE DETESTO ACORDAR CEDO, SABIA? PUXA! NÃO TINHA PENSADO NISSO... © Sh ut te rs to ck /W ay ho me St ud io © Sh ut te rs to ck /H ug o Fe lix É MESMO? EU ADORO ACORDAR CEDO! ASSIM, É POSSÍVEL APROVEITAR MELHOR O DIA. ALÉM DISSO, PREFIRO CAMINHAR QUANDO A RUA AINDA ESTÁ SILENCIOSA. 7 Filosofia – 8o. ano – Volume 2 4. Observe atentamente a imagem e identifique dois temas nela representados. a) Registre, ao lado da imagem, os temas que você identificou. b) Produza um texto argumentativo com suas opiniões a respeito dos temas representados na imagem. 5. Teste e amplie seus conhecimentos sobre a liberdade de expressão no contexto da mídia. a) Você sabe o que significa o termo “mídia”? Pesquise e registre uma definição para esse termo. b) Cite um fato que exemplifique o mau uso da liberdade de expressão na mídia. c) Cite um exemplo de censura da liberdade de expressão na mídia. © Sh ut te rs to ck /R a2 st ud io 8 Livro de atividades 6. O consumismo é um dos grandes problemas da atualidade. Para evitá-lo e adotar o consumo cons- ciente, a organização não governamental (ONG) Instituto Akatu divulgou seis perguntas que um consumidor consciente deve se fazer antes de gastar seu dinheiro na aquisição de um produto. Observe-as nesta imagem: INSTITUTO AKATU. Seis perguntas do consumo consciente. Disponível em: <https://www.akatu.org.br/noticia/seis- perguntas-do-consumo-consciente/>. Acesso em: 14 ago. 2018. © In st itu to A ka tu Para cada pergunta, registre uma resposta que exemplifique o consumo consciente e outra que re- presente o consumismo. PERGUNTAS CONSUMO CONSCIENTE CONSUMISMO Por que comprar? O que comprar? Como comprar? De quem comprar? Como usar? Como descartar? Filosofia Livro de atividades Gabaritos e comentários 8o. ano Volume 2 © Sh ut te rs to ck /Im ag eF lo w 2. Decidir sobre ideias Iniciamos a síntese de conteúdos do capítulo tratando da liberdade de pensamento. A esse respeito, inda- gamos se nossos pensamentos são, de fato, nossos. O objetivo é incentivar os alunos a analisar como se posicio- nam diante das influências que recebem do meio social. Em seguida, abordamos a liberdade de expressão e suas relações com o diálogo, promovendo o acesso a ideias de alguns filósofos: Sócrates, que valorizava o diálogo fundamentado em perguntas; Georg W. F. Hegel, que propôs o conceito de dialética como movimento de geração de sínteses resultantes do confronto de ideias contrárias; Jean-Jacques Rousseau e Voltaire, que defenderam a liberdade e, especificamente, a liberdade de expressão. Eles influenciaram a elaboração de um documento de grande influência histórica, a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Finalmente, propomos uma reflexão a respeito do exercício da liberdade de expressão no contexto midiá- tico. Destacamos aspectos positivos, como o aumento dos canais de expressão e do alcance das ideias divul- gadas pelos meios de comunicação, mas também aspectos negativos, como abusos, manipulação de ideias, censura e incentivo ao consumismo. 1. a) Pessoal, porém a resposta deve ser justificada com exemplos e argumentos. A atividade pode ser respondida como tarefa de casa e debatida nos minutos iniciais da aula seguinte. Nesse debate, pergunte aos alunos se as ideias que circulam nos meios de comunicação de massa são copiadas de outras ideias e se essa cópia é intencional. Comente ainda que a cópia intencional de ideias se caracteriza como plágio e é passível de punição. O objetivo do diálogo é promover reflexão a respeito da originalidade das ideias, considerando possibilidades como a da reprodução intencional e também a de pessoas distintas, por vezes distantes, apresentarem ideias muito semelhantes sem que uma tenha conhecido e copiado o que a outra pensou. b) Oriente a realização da pesquisa e agende uma data para a apresentação dos resultados obtidos. Em seguida, incentive os alunos a discutir sobre a questão do plágio, em que situações ele ocorre, por que é considerado um delito e assim por diante. A seguir, alguns exemplos de polêmicas relacionadas à questão de autoria/ineditismo de uma ideia, a respeito das quais os alunos podem pesquisar. Indústria cultural • Semelhanças nas músicas Come together (Beatles) e You can’t catch me (Chuck Berry). • Semelhanças nas músicas Best song ever (One Direction) e Baba o’Riley (The Who). • Semelhanças nos filmes Rei Leão (animação da Disney) e Kimba, o leão branco (anime japonês). • Semelhanças do trailer do filme Frozen (animação da Disney) com cenas do filme The snowman (curta-metragem de terror britânico). Invenções • Criação da lâmpada elétrica (Thomas Edison x Nikola Tesla e Henri Goebel). • Criação do filme de cinema (Thomas Edison x irmãos Lumière). • Criação da aviação (Alberto Santos Dumont x irmãos Wright). Tecnologias de informação • Semelhanças na interface gráfica de usuário do Macintosh (Apple – Steve Jobs) e do Windows 1.0 (Microsoft – Bill Gates). 2 Livro de atividades – Gabaritos e comentários 2. a) Gabarito: b) Gabarito: Alfinete de segurança. A justificativa deve levar em conta a definição “uma coisa pontuda que fecha”, bem como as par- tes que compõem o objeto, descritas na crônica, conforme a imagem a seguir. c) Pessoal. Avalie a criatividade, mas principalmente a coerência da resposta. Por exemplo: • O vendedor não conseguiu entender a descrição e, por isso, a compra do objeto não ocorreu. • O comprador recordou o nome do objeto e, assim, conseguiu adquiri-lo. • Alguém compreendeu a descrição apresentada ou o comprador acrescentou um exemplo inequí- voco de uso do objeto, o que possibilitou a compreensão do vendedor e a realização da compra. d) Essa atividade pode ser realizada como tarefa de casa e discutida no início da aula seguinte. Nesse momento, alguns voluntários podem relatar a situação vivenciada, presenciada ou criada. Em seguida, promova uma troca de ideias a respeito das situações que os alunos apresentarem. 3. A síntese deve ter uma nova proposta referente ao horário de acordar. Esta, por sua vez, deve con- templar aspectos das opiniões dos dois personagens. Sugestão de resposta: IDEIA 1 TESE Detesto acordar cedo! IDEIA 2 ANTÍTESE Adoro acordar cedo (para aproveitar melhor o dia e caminhar enquanto as ruas ainda estão silenciosas)! IDEIA 3 SÍNTESE Posso acordar cedo nos dias úteis e aproveitar os fins de semana para dormir até mais tarde. 4. a) Liberdade de pensamento. Liberdade de expressão. b) Essa produção de texto oportunizará uma síntese dos estudos realizados no decorrer do capítulo. Pode ainda ser enriquecida por meio da pesquisa prévia de exemplos históricos, leis, documentos e ideias filosóficas relacionados às liberdades de pensamento e expressão. No texto produzido, os alunos devem expressar suas opiniões sobre diferentes aspectos relacionados aos temas. Por exemplo: relação com a democracia, importância dessas liberdades, necessidade de defendê-las, parâmetros para exercê-las, abusos e distorções cometidos em seu nome, etc. A exemplificação e a argumentação coerentes são essenciais para sustentar as opiniões emitidas. Tem uma ponta pontuda Depois vem assim Faz uma volta Vem reto de novo ©S hut ters toc k/M aya kov a © Sh ut te rs to ck /M ay ak ov a E tem um sulco onde encaixa a outra ponta, a pontuda Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada Na outra ponta, tem uma espécie de encaixe 3 Filosofia – 8o. ano – Volume 2 5. Para a realização dessa atividade, você pode selecionar alguns exemplos de mau uso da liberdade de expressão na mídia, bem como de censura a essa liberdade, e apresentá-los aos alunos. Outra pos- sibilidade é pedir a eles que selecionem e tragam matérias de jornais e revistas que exemplifiquem ambos os casos. Para o item a, solicite a pesquisa em um dicionário. Após o registro de respostas para os itens b e c, promova um debate sobre os fatos exibidos, evidenciando o mau uso da liberdade de expressão e a ocorrência de censura. a) A resposta dos alunos pode ser uma síntesedos significados encontrados em dicionário relativos ao verbete “mídia”: O conjunto dos meios de comunicação, e que inclui, indistintamente, diferentes veículos, recursos e técnicas, como, p. ex., jornal, rádio, televisão, cinema, outdoor, página impressa, propaganda, mala-direta, balão inflável, anúncio em site da internet, etc. 2. Veículo de mídia. 3. O conjunto de meios de comunicação selecionados para a veiculação de mensagem ou de campanha publicitária. 4. Atividade profissional direcionada ao planejamento da mídia (3) e à veiculação de anúncios, comerciais, etc. 5. Setor de agência de propaganda responsável pelo planejamento e coordenação de mídia (4). 6. O suporte ou a tecnologia usada para gravação ou registro de informações, como, p. ex., CD, fita DAT, videoteipe, impresso, etc. 7. Profissional que atua na mídia (4). FERREIRA, Aurélio B. de H. Dicionário Aurélio. Disponível em: <http://www.educacional.com.br/dicionarioaurelio/>>. Acesso em: 15 abr. 2010. b) Sugestão de resposta: notícias sensacionalistas, fake news, boatos, discursos de ódio e preconceito. c) Sugestão de resposta: impedimentos de livre manifestação de ideias promovidos por regimes autoritários ou grupos extremistas. 6. Sugestão de respostas: PERGUNTAS CONSUMO CONSCIENTE CONSUMISMO Por que comprar? Porque o produto ou serviço pode atender a uma necessidade. Porque o produto desperta desejo, está na moda ou em liquidação. O que comprar? Produtos que atendem a reais necessidades e em quantidades compatíveis com o uso efetivo. Coisas supérfluas e/ou em quantidades excessivas, favorecendo o desperdício e o acúmulo de resíduos. Como comprar? Com planejamento, considerando a necessidade e as condições financeiras. Por impulso, sem avaliar a necessidade e as possibilidades financeiras. De quem comprar? De fabricantes e produtores que demonstrem responsabilidade social e compromisso com a sustentabilidade. De qualquer fornecedor, sem análise prévia dos impactos social e ambiental gerados por ele nos processos de produção. Como usar? Pelo maior tempo possível, observando as formas corretas de manuseio, conservação e manutenção. Por pouco tempo, sem preocupação com o manuseio, a conservação e a manutenção, substituindo o produto com frequência. Como descartar? De forma seletiva, possibilitando a reciclagem de produtos não biodegradáveis e a correta destinação de elementos poluentes. Sem critério de separação, em ambientes inadequados, gerando impacto ambiental negativo. 4 Livro de atividades – Gabaritos e comentários