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Filosofia
Livro do professor
Livro de
atividades
8o. ano
Volume 2
2 Decidir sobre ideias 2
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2 Livro de atividades 
CONFRONTAR 
IDEIAS 
DIFERENTES 
PODE GERAR 
NOVAS IDEIAS!
2
Decidir sobre ideias
JÁ OUVI OUTRA 
PESSOA EXPRESSAR 
O MESMO 
PENSAMENTO 
OU OUTRO MUITO 
SEMELHANTE A ELE?
ESSE 
PENSAMENTO TEM 
ALGUMA RELAÇÃO 
COM IDEIAS QUE 
RECEBI DE OUTRA 
PESSOA?
JÁ PENSEI NISSO 
ANTES?
O QUE ME FEZ 
TER ESSE 
PENSAMENTO?
Expressar pensamentos e ideias
Quando refletimos sobre a origem de nossos pensamentos e a liberdade no pensar, somos levados a re-
fletir, do mesmo modo, acerca da comunicação. Existem diversas formas de comunicar nossos pensamentos 
aos outros. Além disso, podemos conhecer os pensamentos deles também por meio da comunicação.
Diálogo
O diálogo é uma forma de comunicação por in-
termédio da linguagem, que envolve atos como afir-
mar, perguntar, responder e, assim, colocar diferentes 
ideias em movimento. Trata-se de um procedimento 
muito valorizado no âmbito da Filosofia. 
Na Grécia Antiga, por exemplo, o filósofo Sócrates era co-
nhecido por caminhar pelas ruas de Atenas dialogando com as 
pessoas. Dessa maneira, ele ajudava seus interlocutores a trazer à luz 
as próprias ideias. Já no século XIX, o filósofo alemão Georg Hegel 
afirmava que tanto o diálogo quanto o pensamento acontecem 
de forma dialética. Com isso, ele queria dizer que ambos iniciam 
com o confronto de situações ou ideias contraditórias e levam à 
construção de sínteses. Em outras palavras, o confronto inicial re-
sulta em uma nova situação ou ideia com semelhanças e também 
com diferenças em relação às duas anteriores.
 Você pensa por 
si mesmo?
Será que os pensamentos que temos 
são só nossos? Como saber se uma ideia 
que pensávamos ser só nossa já não foi 
pensada por outra pessoa?
Pode parecer um pouco absurdo cogi-
tar que os pensamentos, estando em sua 
mente, não lhe pertençam. Mas vale a pena 
você refletir sobre as questões ao lado.
• Hegel
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DIALOGAR NOS 
PERMITE TRAZER À 
LUZ AS IDEIAS!
• Sócrates
3 Filosofia – 8o. ano – Volume 2
Liberdades de pensamento e expressão
Um dos direitos fundamentais em uma democracia é o de expressar livremente aquilo que se pensa. 
Todavia, nem todas as nações são democráticas e, mesmo aquelas que o são, esse direito nem sempre é 
respeitado. Por isso, em diferentes épocas e lugares, muitas pessoas lutaram, e ainda lutam, por ele. 
Um exemplo são os pensadores iluministas da França, que, no século XVIII, defenderam intensamente 
o direito à liberdade, inclusive para pensar e comunicar opiniões. Entre eles, destacaram-se Jean-Jacques 
Rousseau e Voltaire. Suas ideias tiveram grande influência na Declaração Universal dos Direitos do Homem 
e do Cidadão, publicada em 26 de agosto de 1789. Dos 17 artigos desse documento, dois se dedicam às 
liberdades de pensamento e expressão.
POSSO NÃO 
CONCORDAR COM 
O QUE VOCÊ DIZ, 
MAS DEFENDEREI 
ATÉ A MORTE O SEU 
DIREITO DE DIZÊ-LO.
 O HOMEM NASCE 
LIVRE E POR TODA 
PARTE ENCONTRA-SE 
A FERROS.
A mídia e você
Os meios de comunicação de massa democratizaram o acesso à infor-
mação, ainda mais com o advento da internet. Assim, mais pessoas podem 
expressar o que pensam e até mesmo denunciar situações de desrespeito à 
liberdade de expressão. No entanto, muitos indivíduos empregam esses meios 
para influenciar e até manipular o pensamento dos demais.
Na atualidade, as pessoas recebem muitos estímulos pelos meios de comu-
nicação. Frequentemente, isso desperta os desejos de adquirir e consumir certos 
produtos, serviços ou, ainda, ideias e comportamentos. Porém, alguns objetos de 
consumo são necessários e, até mesmo, vitais. Outros não são indispensáveis, mas 
tornam-se importantes por facilitar a vida das pessoas. E há também aqueles que 
são supérfluos, ou seja, desnecessários, dispensáveis. 
• Rousseau • Voltaire
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4 Livro de atividades 
Atividades
 1. Leia o trecho de uma matéria jornalística a respeito do conteúdo que circula atualmente nos meios 
de comunicação.
No mundo nada se cria. E tudo se transforma ou copia?
A frase de Lavoisier, uma das primeiras máximas das aulas de ciências na escola, dizia que no 
mundo nada se cria, tudo se transforma. Mas Abelardo Barbosa, popularmente conhecido como 
Chacrinha, comunicador da TV brasileira dizia que na TV nada se cria, tudo se copia. E fomos 
adaptando a sentença até que passamos a afirmar que nada se cria, tudo se copia. [...]
Comunicação
É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. 
Imagine-se entrando numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome?
“Posso ajudá-lo, cavalheiro?”
”Pode. Eu quero um daqueles, daqueles...”
“Pois não?”
“Um... como é mesmo o nome?”
“Sim?”
“[...] Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de 
novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que 
esta é mais fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde 
encaixa a outra ponta, a pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma 
coisa pontuda que fecha. Entende?” [...]
DANTAS, Humberto. No mundo nada se cria. E tudo se transforma ou copia? Disponível em: <https://politica.estadao.com.br/blogs/legis-ativo/no-
mundo-nada-se-cria-e-tudo-se-transforma-ou-copia/>. Acesso em: 10 ago. 2018.
a) Em sua opinião, os conteúdos que circulam nos meios de comunicação exemplificam ou contra-
dizem a afirmação “nada se cria, tudo se copia”? Justifique sua resposta.
b) No campo jurídico, a cópia de ideias é denominada plágio e prevê punições para quem, com-
provadamente, a praticar. Há inúmeros casos em que a semelhança entre ideias ocasiona polê-
micas e até mesmo ações judiciais, sob a acusação de plágio. Pesquise um exemplo de polêmica 
relacionada à autoria de uma ideia e apresente as informações obtidas conforme a orientação do 
professor.
 2. Leia o trecho de uma crônica do escritor gaúcho Luis Fernando Verissimo sobre uma dificuldade na 
comunicação.
VERISSIMO, Luis F. Comunicação. In: NOVAES, Carlos E. et al. Para gostar de ler. 3. ed. São Paulo: Ática, 1982. p. 35-37, v. 7. 
5 Filosofia – 8o. ano – Volume 2
a) Assinale o item que, em sua opinião, corresponde ao objeto descrito no texto.
b) Registre o nome do objeto assinalado na questão anterior e justifique a escolha desse item.
c) Você leu apenas um trecho da crônica Comunicação. Que final você imagina que ela teve? 
Por quê?
d) Você já vivenciou ou presenciou uma situação parecida com a da crônica de Verissimo? Se a 
resposta for afirmativa, relate essa situação. Em caso de resposta negativa, crie uma história sobre 
uma situação semelhante.
 
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6 Livro de atividades 
 3. De acordo com o filósofo alemão Georg Hegel, um diálogo em que são confrontadas ideias dife-
rentes, e até contraditórias, gera novas ideias, em um movimento denominado dialética. Pensando 
nisso, leia este diálogo:
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Aplique ao diálogo anterior o conceito de dialética estabelecido por Hegel. Para isso, preencha a 
tabela de acordo com as seguintes solicitações:
a) Registre, com suas palavras, as duas ideias confrontadas no diálogo.
b) Escreva uma possível síntese, resultante dessas duas opiniões.
IDEIA 1
TESE
IDEIA 2
ANTÍTESE
IDEIA 3
SÍNTESE
DETESTO 
ACORDAR CEDO, 
SABIA?
PUXA! NÃO 
TINHA PENSADO 
NISSO...
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É MESMO? 
EU ADORO 
ACORDAR 
CEDO!
ASSIM, É POSSÍVEL 
APROVEITAR MELHOR 
O DIA. ALÉM DISSO, 
PREFIRO CAMINHAR 
QUANDO A RUA AINDA 
ESTÁ SILENCIOSA.
7 Filosofia – 8o. ano – Volume 2
 4. Observe atentamente a imagem e identifique dois temas nela representados.
a) Registre, ao lado da imagem, os temas que você identificou.
b) Produza um texto argumentativo com suas opiniões a respeito dos temas representados na imagem.
 5. Teste e amplie seus conhecimentos sobre a liberdade de expressão no contexto da mídia.
a) Você sabe o que significa o termo “mídia”? Pesquise e registre uma definição para esse termo.
b) Cite um fato que exemplifique o mau uso da liberdade de expressão na mídia.
c) Cite um exemplo de censura da liberdade de expressão na mídia.
 
 
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8 Livro de atividades 
 6. O consumismo é um dos grandes problemas da atualidade. Para evitá-lo e adotar o consumo cons-
ciente, a organização não governamental (ONG) Instituto Akatu divulgou seis perguntas que um 
consumidor consciente deve se fazer antes de gastar seu dinheiro na aquisição de um produto. 
Observe-as nesta imagem:
INSTITUTO AKATU. Seis perguntas do consumo consciente. Disponível em: <https://www.akatu.org.br/noticia/seis-
perguntas-do-consumo-consciente/>. Acesso em: 14 ago. 2018.
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Para cada pergunta, registre uma resposta que exemplifique o consumo consciente e outra que re-
presente o consumismo.
PERGUNTAS CONSUMO CONSCIENTE CONSUMISMO
Por que 
comprar?
O que 
comprar?
Como 
comprar?
De quem 
comprar?
Como usar?
Como 
descartar?
Filosofia
Livro de
atividades
Gabaritos e 
comentários
8o. ano
Volume 2
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2. Decidir sobre ideias
Iniciamos a síntese de conteúdos do capítulo tratando da liberdade de pensamento. A esse respeito, inda-
gamos se nossos pensamentos são, de fato, nossos. O objetivo é incentivar os alunos a analisar como se posicio-
nam diante das influências que recebem do meio social. 
Em seguida, abordamos a liberdade de expressão e suas relações com o diálogo, promovendo o acesso a 
ideias de alguns filósofos: Sócrates, que valorizava o diálogo fundamentado em perguntas; Georg W. F. Hegel, 
que propôs o conceito de dialética como movimento de geração de sínteses resultantes do confronto de ideias 
contrárias; Jean-Jacques Rousseau e Voltaire, que defenderam a liberdade e, especificamente, a liberdade de 
expressão. Eles influenciaram a elaboração de um documento de grande influência histórica, a Declaração dos 
Direitos do Homem e do Cidadão. 
Finalmente, propomos uma reflexão a respeito do exercício da liberdade de expressão no contexto midiá-
tico. Destacamos aspectos positivos, como o aumento dos canais de expressão e do alcance das ideias divul-
gadas pelos meios de comunicação, mas também aspectos negativos, como abusos, manipulação de ideias, 
censura e incentivo ao consumismo.
1. a) Pessoal, porém a resposta deve ser justificada com exemplos e argumentos.
 A atividade pode ser respondida como tarefa de casa e debatida nos minutos iniciais da aula 
seguinte. Nesse debate, pergunte aos alunos se as ideias que circulam nos meios de comunicação 
de massa são copiadas de outras ideias e se essa cópia é intencional. Comente ainda que a cópia 
intencional de ideias se caracteriza como plágio e é passível de punição. O objetivo do diálogo é 
promover reflexão a respeito da originalidade das ideias, considerando possibilidades como a da 
reprodução intencional e também a de pessoas distintas, por vezes distantes, apresentarem ideias 
muito semelhantes sem que uma tenha conhecido e copiado o que a outra pensou.
b) Oriente a realização da pesquisa e agende uma data para a apresentação dos resultados obtidos. 
Em seguida, incentive os alunos a discutir sobre a questão do plágio, em que situações ele ocorre, 
por que é considerado um delito e assim por diante. A seguir, alguns exemplos de polêmicas 
relacionadas à questão de autoria/ineditismo de uma ideia, a respeito das quais os alunos podem 
pesquisar.
 Indústria cultural
• Semelhanças nas músicas Come together (Beatles) e You can’t catch me (Chuck Berry).
• Semelhanças nas músicas Best song ever (One Direction) e Baba o’Riley (The Who).
• Semelhanças nos filmes Rei Leão (animação da Disney) e Kimba, o leão branco (anime japonês).
• Semelhanças do trailer do filme Frozen (animação da Disney) com cenas do filme The snowman 
(curta-metragem de terror britânico).
 Invenções
• Criação da lâmpada elétrica (Thomas Edison x Nikola Tesla e Henri Goebel).
• Criação do filme de cinema (Thomas Edison x irmãos Lumière).
• Criação da aviação (Alberto Santos Dumont x irmãos Wright).
 Tecnologias de informação
• Semelhanças na interface gráfica de usuário do Macintosh (Apple – Steve Jobs) e do Windows 
1.0 (Microsoft – Bill Gates).
2 Livro de atividades – Gabaritos e comentários
2. a) Gabarito:
b) Gabarito: Alfinete de segurança. 
 A justificativa deve levar em conta a definição “uma coisa pontuda que fecha”, bem como as par-
tes que compõem o objeto, descritas na crônica, conforme a imagem a seguir.
c) Pessoal. Avalie a criatividade, mas principalmente a coerência da resposta. Por exemplo:
• O vendedor não conseguiu entender a descrição e, por isso, a compra do objeto não ocorreu.
• O comprador recordou o nome do objeto e, assim, conseguiu adquiri-lo.
• Alguém compreendeu a descrição apresentada ou o comprador acrescentou um exemplo inequí-
voco de uso do objeto, o que possibilitou a compreensão do vendedor e a realização da compra. 
d) Essa atividade pode ser realizada como tarefa de casa e discutida no início da aula seguinte. Nesse 
momento, alguns voluntários podem relatar a situação vivenciada, presenciada ou criada. Em 
seguida, promova uma troca de ideias a respeito das situações que os alunos apresentarem.
3. A síntese deve ter uma nova proposta referente ao horário de acordar. Esta, por sua vez, deve con-
templar aspectos das opiniões dos dois personagens. Sugestão de resposta: 
IDEIA 1
TESE
Detesto acordar cedo!
IDEIA 2
ANTÍTESE
Adoro acordar cedo (para aproveitar melhor o dia e caminhar enquanto as 
ruas ainda estão silenciosas)!
IDEIA 3
SÍNTESE
Posso acordar cedo nos dias úteis e aproveitar os fins de semana para dormir 
até mais tarde.
4. a) Liberdade de pensamento. 
 Liberdade de expressão.
b) Essa produção de texto oportunizará uma síntese dos estudos realizados no decorrer do capítulo. 
Pode ainda ser enriquecida por meio da pesquisa prévia de exemplos históricos, leis, documentos 
e ideias filosóficas relacionados às liberdades de pensamento e expressão. No texto produzido, 
os alunos devem expressar suas opiniões sobre diferentes aspectos relacionados aos temas. Por 
exemplo: relação com a democracia, importância dessas liberdades, necessidade de defendê-las, 
parâmetros para exercê-las, abusos e distorções cometidos em seu nome, etc. A exemplificação e 
a argumentação coerentes são essenciais para sustentar as opiniões emitidas. 
Tem uma ponta pontuda
Depois vem assim
Faz uma volta
Vem reto de novo
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E tem um sulco onde encaixa a outra ponta, a pontuda
Na ponta tem outra volta, só que esta é mais fechada
Na outra ponta, tem uma espécie de encaixe
3 Filosofia – 8o. ano – Volume 2
5. Para a realização dessa atividade, você pode selecionar alguns exemplos de mau uso da liberdade de 
expressão na mídia, bem como de censura a essa liberdade, e apresentá-los aos alunos. Outra pos-
sibilidade é pedir a eles que selecionem e tragam matérias de jornais e revistas que exemplifiquem 
ambos os casos. Para o item a, solicite a pesquisa em um dicionário. Após o registro de respostas para 
os itens b e c, promova um debate sobre os fatos exibidos, evidenciando o mau uso da liberdade de 
expressão e a ocorrência de censura.
a) A resposta dos alunos pode ser uma síntesedos significados encontrados em dicionário relativos 
ao verbete “mídia”:
O conjunto dos meios de comunicação, e que inclui, indistintamente, diferentes veículos, recursos 
e técnicas, como, p. ex., jornal, rádio, televisão, cinema, outdoor, página impressa, propaganda, 
mala-direta, balão inflável, anúncio em site da internet, etc. 2. Veículo de mídia. 3. O conjunto de 
meios de comunicação selecionados para a veiculação de mensagem ou de campanha publicitária. 
4. Atividade profissional direcionada ao planejamento da mídia (3) e à veiculação de anúncios, 
comerciais, etc. 5. Setor de agência de propaganda responsável pelo planejamento e coordenação 
de mídia (4). 6. O suporte ou a tecnologia usada para gravação ou registro de informações, como, 
p. ex., CD, fita DAT, videoteipe, impresso, etc. 7. Profissional que atua na mídia (4).
FERREIRA, Aurélio B. de H. Dicionário Aurélio. Disponível em: <http://www.educacional.com.br/dicionarioaurelio/&gt;>. Acesso em: 15 abr. 2010.
b) Sugestão de resposta: notícias sensacionalistas, fake news, boatos, discursos de ódio e preconceito.
c) Sugestão de resposta: impedimentos de livre manifestação de ideias promovidos por regimes 
autoritários ou grupos extremistas.
6. Sugestão de respostas:
PERGUNTAS CONSUMO CONSCIENTE CONSUMISMO
Por que 
comprar?
Porque o produto ou serviço pode atender a 
uma necessidade.
Porque o produto desperta desejo, está na 
moda ou em liquidação.
O que 
comprar?
Produtos que atendem a reais necessidades 
e em quantidades compatíveis com o uso 
efetivo.
Coisas supérfluas e/ou em quantidades 
excessivas, favorecendo o desperdício e o 
acúmulo de resíduos.
Como 
comprar?
Com planejamento, considerando a 
necessidade e as condições financeiras.
Por impulso, sem avaliar a necessidade e as 
possibilidades financeiras.
De quem 
comprar?
De fabricantes e produtores que demonstrem 
responsabilidade social e compromisso com a 
sustentabilidade.
De qualquer fornecedor, sem análise prévia 
dos impactos social e ambiental gerados por 
ele nos processos de produção.
Como 
usar?
Pelo maior tempo possível, observando as 
formas corretas de manuseio, conservação e 
manutenção.
Por pouco tempo, sem preocupação com o 
manuseio, a conservação e a manutenção, 
substituindo o produto com frequência.
Como 
descartar?
De forma seletiva, possibilitando a reciclagem 
de produtos não biodegradáveis e a correta 
destinação de elementos poluentes.
Sem critério de separação, em ambientes 
inadequados, gerando impacto ambiental 
negativo.
4 Livro de atividades – Gabaritos e comentários

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