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Roberta Moura MEDICINA XXV UFT ➢ Artérias Coronárias: irrigam o miocárdio e o epicárdio; suprem os átrios e os ventrículos. ➢ Veias Cardíacas ➢ Integrados aos tecidos adiposo no epicárdio. ➢ O endocárdio recebe sua nutrição por difusão ou microcirculação. Origina-se do seio da aorta direito da parte ascendente da aorta e passa para o lado direito do tronco pulmonar, seguindo no sulco coronário em direção a face posterior. • Ramo do nó sinoatrial ascendente: responsável por irrigar o nó sinoatrial • Ramo marginal direito; irriga a margem direita do coração enquanto segue ao ápice do coração • Cruz do coração marca o encontro do esqueleto fibrocartilaginoso do septo interventricular e interatrial entre as quatro câmaras cardíacas. Na face anterior dessa cruz a ACD dá origem ao ramo do nó atrioventricular que irriga o nó AV. Descendentes: • Ramo interventricular posterior: desce no sulco interventricular posterior em direção ao ápice do coração, que irriga áreas adjacentes de ambos os ventrículos e envia ramos interventriculares septais perfurantes para o septo IV. • O ramo terminal (ventrículo esquerdo): continua por uma curta distancia no sulco coronário. Assim, supre a face diafragmática do coração. ACD supre: átrio direito, maior parte do ventrículo direito, parte do VE, parte do septo IV 1/3 posterior, o nó SA, o nó AV. DOMINANTE. Origina-se do seio da aorta esquerdo da parte ascendente da aorta. • Ramo do nó SA: origina-se do ramo circunflexo da ACE e ascende na face posterior do átrio esquerdo até no SA. Quando entra no sulco coronário dividi-se: • Ramo interventricular anterior (IV) anterior): segue ao longo do sulco IV até o ápice do coração, faz anstomose com o ramo IV posterior da ACD. Dá origem ao ramo lateral que desce sobre a face anterior do coração, através de Roberta Moura MEDICINA XXV UFT ramos IV septais supre 2/3 anteriores do SIV. • Ramo circunflexo: segue pelo sulco coronário e segue para região posterior. O ramo marginal esquerdo do ramo circunflexo acompanha a margem esquerda do coração e supre o ventrículo esquerdo. ACE supre: átrio esquerdo, maior parte do ventrículo esquerdo, parte do VD, maior parte do SIV (2/3) e o nó SA. Se abrem no seio coronário e em parte por pequenas veias que drenam para o átrio direito. • Seio coronário: canal venoso largo que segue da esquerda para a direita na parte posterior do sulco coronário. Localizado posteriormente entre o AE e o VE. Recebe sangue da : ➢ Veia cardíaca magna: começa perto do ápice do coração e ascende com o ramo IV anterior da ACE. Drena as áreas do coração supridas pela ACE. ➢ Veia cardíaca parva*: acompanha o ramo marginal direito do ACD. ➢ Veia interventricular anterior: 1° parte da VCmagna. ➢ Veia interventricular posterior (média)*: acompanha o ramo interventricular posterior. ➢ Veia posterior do VE ➢ Veia oblíqua do átrio esquerdo: vaso pequeno desce sobre a parede posterior do átrio esquerdo e funde- se à veia cardíaca magna p/ pormar o seio coronário, sem importância após nascimento (remanescente da VCS) Drenam a maioria das áreas comumente supridas pela ACD. Não drenam através do seio coronário: ➢ Veias anteriores do ventrículo direito começam no átrio direito cruzam sobre o sulco coronário e terminam no AD. • Veias cardíacas mínimas: leitos capilares do miocárdio e se abrem nas câmaras do coração, principalmente nos átrios. Plexo linfático subepicárdico: vasos linfáticos do miocárdio e no tec. Conj. Subendocárdico seguem até o sulco coronário e acompanham as artérias coronárias. Linfonodos Traqueobronquiais inferiores: um único vaso linfático formado pela união de vários vasos, ascende entre o tronco pulmonar e o AE. Veias braquiocefálicas direita e esquerda formam-se posteriormente às articulações esternoclaviculares (EC) pela união das veias jugular interna e subclávia. • As veias braquiocéfalicas unem-se para formar a VCS, conduzem o sangue da cabeça, pescoço e membros superiores para o átrio direito. Veia cava superior (VCS): conduz sangue de todas as estruturas superiores ao diafragma, exceto os pulmões o coração. Situa-se no lado direito do mediastino superior. Metade terminal situada no mediastino médio ao lado Roberta Moura MEDICINA XXV UFT da parte ascendente da aorta e forma o limite posterior do seio transverso do pericárdio. Artéria Aorta: Supre todos os órgãos com seus ramos. Dividida em 3 partes: • Parte ascendente da aorta: começa no óstio da aorta. Origem no VE próxima do coração, origina as aa. coronárias D e E. • Arco da aorta: se encontra entre a parte ascendente e descendente da aorta, à raiz esquerda do pulmão, ao lado da vértebra T4, e termina formando a parte torácica (descendente) da aorta. Origina 3 ramos: 1. Tronco braquiocefálico: 1° ramo do arco da aorta, origina-se posteriormente ao manúbrio do esterno, divide nas artérias carótida comum direita e subclávia direita. 2. Artéria carótida comum esquerda: 2° ramo do arco da aorta, origina- se posteriormente ao manúbrio do esterno e a esquerda do tronco braquiocefálico. 3. Artéria subclávia esquerda: 3° ramo, origina-se da parte posterior do arco da aorta, à artéria carótida comum esquerda. • Parte descendente: composta pelas partes torácica e abdominal. Essas artérias possuem a função de levar sangue oxigenado (VE) para as regiões da cabeça, pescoço e membros superiores. Une a cabeça ao tronco e aos membros, sendo uma área de transição entre a base do crânio superiormente e as clavículas inferiormente. Localização de órgãos: laringe, faringe, glândulas, tireoide e paratireoides. Passagem de estruturas: artérias, veias, nervos, vasos linfáticos, a traqueia, o esôfago. Estruturas: músculos, fáscias, cartilagem (tireoide) ligamentos, ossos (vertebras e hioide). Região: 4 regiões. • Região esternocleidomastóidea: cervical anterior. Tem uma sub- região denominada de trígono carótico. ➢ Trígono carótico: área vascular da região cervical anterior, localiza o seio carótico, glomo carótico e estruturas neurovasculares. Bainha carótica é um revestimento facial tubular da base do crânio até a raiz do pescoço, contém as seguintes estruturas : artérias caróticas comum e interna, veia jugular interna, nervo vago, linfonodos cervicais profundos, nervo do seio carótico e fibras nervosas simpáticas. • Região Cervical posterior mm. Trapézio. Roberta Moura MEDICINA XXV UFT • Região cervical lateral Direita e Esquerda. Fluxo sanguíneo arterial e drenagem venosa principal: posição anterolateral no pescoço. Artérias subclávias: • Origem: ➢ D- tronco braquiocéfalico; ➢ E- 3° ramo do arco da aorta. • Trajeto: ascendem através da abertura superior do tórax e entram na raiz do pescoço. • Destino: suprem os mm. ss., pescoço e o encéfalo. • Ramos das Aa. subclávias: 1. A. vertebral (D e E forma a artéria basilar que irriga o circulo arterial do cérebro), a. torácica interna e tronco tireocervical (a. tireóidea inferior= irriga estruturas laterais na base do pescoço e apresenta variações) 2. Tronco costocervical: origina-se da face posterior da 2° parte da artéria subclávia. (a. cervical profunda- irrigar a nuca) 3. Dorsal da escápula: MMS • Destino cabeça e pescoço • Ramos: • Aa. carótidas externas D e E. • Aa. carótidas internas D e E. • Bifurcação Carotídea Comum: • Seio carótico (barorreceptores) • Glomo carótico (quimiorreceptores) Controle da Pressão arterial e da Homeostase do corpo. • Artéria Carótica Interna: cabeça, sem ramificações para o pescoço atravessa o osso temporal Ramos terminais; A. cerebral anterior, A. cerebral média e Aa. comunicantes anteriore posterior (2/3 irrigam anteriores do encéfalo). Roberta Moura MEDICINA XXV UFT • A.Tireóidea superior: tireoide e m. esternocleidomastóideo. A. lingual: ramos: cavidade oral e sublinguais dordo da língua A. facial: ramos: labiais, angular e palato. • A.faríngea ascendente.: • A.Occipital A. auricular posterior • A.maxilar A. temporal superficial Anastomose entre Artéria carótica interna e externa= PLEXO DE KIESSELBACH. O trajeto e os diâmetros das veias da região craniocervical variam de forma significativa. Serão tratados os troncos principais. Seios venosos da Dura-máter: drenam a parte Pescointerna do crânio. Meninges que protegem o do SNC, entre as meninges circula o LIQUILO ENCEFALORAQUIDIANO. • Dura máter: invaginação que forma a foice do cerebelo, membrana que possui seios venosos • Confluência dos seios: encontro dos seios, vai ser drenado o sangue para essa região, que vai desemborcar na VEIA JUGULAR INTERNA: FORAME JUGULAR → VEIA BRAQUIOCEFALICA → Veia cava superior. Roberta Moura MEDICINA XXV UFT • Aracnoide: • Pia-máter Veias meníngeas: podem drenar para o plexo venoso ( encontro de varias veias) pterigoideo (musculo pterigoideo- face). Atravessar o forame espinhoso, atravessa o forame espinhoso. Veias maxilares + veia temporal superior= retro mandibular 2 RAMOS ( anterior/descendente e posterior/obliquo). Plexo pterigoideo: rede venosa Profundamente ao ramo da mandíbula, entre os músculos da mastigação. Entre os músculos da mastigação aproximavastas conexões com veias vizinhas. Drena para Vv. Maxilares. • Veia Facial + Veia retromandibular (r. anterior)= V. facial comum. • V. fácil comum + V lingual + V. tireóidea superior = Tronco tíreo- linguo- facial VJI A maior parte da cabeça e pescoço é feita pela veia jugular interna. Principal do pescoço, profunda e calibrosa. Roberta Moura MEDICINA XXV UFT • Drena o sangue no interior do crânio, encéfalo, face e tireoide. • Ela é envolvida pela bainha carótica. • Origem/trajeto: estende-se do forame jugular até o ângulo venoso, onde se une com a V. subclávia formando a V. braquiocefálica. • As veias dos lado E e D podem se comunicar por meio do arco venoso jugular. V. Retromandibular (r. posterior) + V. auricular posterior (v. occipital)= Veia Jugular Externa. • Veia superficial. • Cervical lateral: situada acima da lâmina superficial da fáscia cervical. • Trajeto: inicio perto do ângulo da mandíbula cruza o músculo ECM em direção oblíqua, perfura a lâmina superficial da fáscia cervical, desce até a parte inferior da região cervical lateral e termina na veia subclávia. • Menos calibrosa, superficial e sem fáscia. • Drena o sangue da região superficial anterior do pescoço, inicia abaixo do hioide e desembora na VJE. Drena o sangue da região superior anterior do pescoço. • V. jugular interna • V. subclávia (V. jugular externa); • Plexo tireóideo ímpar (frequentemente para a V. braquiocéfalica esquerda): • V. vertebral • Vv. Torácicas internas. • V. braquiocéfalica D e E.