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1. INTRODUÇÃO
A proposta deste grupo de trabalho visa aceitar artigos que tenham como em foco de pesquisa conflitos religiosos que esta relacionado há relação entre religião e a perspectiva política. Vamos abordar sobre conflitos que esta relação pode vir ocasionar, muito embora entendemos que o conflito nesses casos, não estão na chave negativa de compreensão, pelo contrario, entendemos que são através desses conflitos que os interesses, relações de poder e a política são explicitados. Serão aceitos os trabalhos que estabeleçam a articulação de movimentos sociais, organizações sociais, comunidades e instituições estatais que tenham conflitos motivados pela religião, intolerância religiosa ou, que os símbolos ou citações religiosas. Também vamos abordar sobre causa, consequência, e os países mais afectados por conflitos sociais.
2. CONFLITOS RELIGIOSOS
Os conflitos religiosos são as combinações de factores étnicos, políticos, economicos, religiosos e sociais que surgiram ainda na Idade Média. Os conflitos religiosos envolveram povos em luta pela afirmação de sua identidade, que pode ser definido por aspectos religiosos, étnicos, linguísticos, políticos ou nacionais. Desenvolvimento Actualmente, cerca de 80% dos conflitos armados que existem por todo mundo são decorrentes de questões religiosas. Todos os conflitos religiosos do mundo são resultados de diferenças, desentendimentos, e questões de religiões diferentes em que notou-se mais intensa entre os árabes e os judeus, isso porque as suas desavenças são de origem histórica. Verificou-se também que o número de refugiados atingiu o recorde de 27 milhões em 1995, em 1999 eram aproximadamente 22,2 milhões de refugiados, deste total 11,7 milhões são formalmente reconhecidos como refugiados. A finalidade disso tudo é vermos o desenrolar de guerras e mais guerras em nome de algo que eles chamam de “FÉ”. Mas entenda a palavra “FÉ” que eles usam como: ambição, fanatismo, incredulidade, loucura, ou falta da verdadeira “FÉ”! Vemos diversos casos, entre os vários que nos ficam ocultos, de lutas, discórdias, humilhação, vandalismo, e muitas outras atrocidades em nome de um “DEUS”, cujo Verdadeiro não é conhecido das pessoas que cometem esses actos.
Os conflitos religiosos ganham espaço a partir da ausência de fraternidade entre os povos, disseminando uma cultura de litígio e violência nos mais variados campos sociais, sendo, pois, fruto da irracionalidade humana. No instante em que o regime democrático é afetado por tais conflitos, acaba tendo seu significado deslegitimado, ao passo que direitos e garantias fundamentaissão desrespeitados em nome da religião. Dá-se o nome de proselitismo ao fenômeno presente nas mais variadas religiões, cujo intuito é conquistar cada vez mais fiéis e diminuir, senão erradicar, a influência das religiões que seguem propósitos distintos. No entanto, as suas dimensões perpassam da seara religiosa, alcançando a esfera política, em que decisões governamentais são, muitas vezes, influenciadas pelas camadas religiosas. Tal interligação deve acontecer, e um diálogo entre o campo político e os grupos sociais precisa ser incentivado. O problema surge no momento em que tais grupos sociais se encontram em constantes embates, não sendo possível uma construção racional de seus interesses para serem articulados aos campos de poder. Desse modo, tem-se no princípio da tolerância a solução aos conflitos religiosos, uma vez que consiste num portentoso instrumento de civilidade, capaz de fazer com que um indivíduo compreenda o outro como participante da mesma coletividade que a sua. Nas palavras de Chelikani. (1999, p. 30)
2.1. AS CAUSAS DOS CONFLITOS RELIGIOSOS
Na verdade, os grandes conflitos ocorrem por outros motivos que vão além da questão religiosa. A questão religiosa é mais um componente que pode ser utilizado para manipular, inflamar e mobilizar as massas.  Aliás, isto é uma contradição, visto que as tradições religiosas pregam exatamente o contrário, ou seja, a solidariedade, o amor ao próximo, a fraternidade etc.
Geralmente pensamos que os conflitos estão restritos a cristão e muçulmanos. Talvez isso ocorra pelo fato de existir uma polaridade política e cultural que coloca o mundo árabe de um lado e mundo cristão ou ocidental do outro. Os meios de comunicação costumam divulgar com mais ênfase os conflitos envolvendo o mundo árabe contra os cristãos. Nesse sentido, o conflito mais antigo e o mais divulgado é o que ocorre entre palestinos e judeus. Costuma-se associar esse conflito como uma discórdia entre islamismo e judaísmo. No entanto, como uma grande parte dos cristãos entende que o cristianismo é uma continuação do judaísmo, eles acham que esta é uma briga que de certa forma também envolve o cristianismo. Embora os cristãos não estejam diretamente ligados a esta questão.
Até pouco tempo existiu um conflito religioso que se restringiu a católicos e protestantes, refiro-me aos conflitos na Irlanda do Norte. Nesse caso específico, temos um componente especial, uma vez que o conflito acontecia entre grupos da mesma matriz religiosa, o cristianismo. Eram cristãos lutando contra cristãos.
As vezes o conflito envolve mais do que dois grupos. É o caso da disputa pela Caximira, na Índia. Nesse embate estão presentes três povos (indianos, paquistaneses e chineses) com suas respectivas religiões: hinduísmo, islamismo e budismo).
Outra disputa muito parecida com o que ocorreu na Irlanda, envolvendo dois grupos cristãos, ocorre também no Tibet. Nessa região há uma disputa com a China. Assim, os budistas de linha tibetana não são bem-vindos no território chinês, uma vez que estão em conflito com o governo chinês pela disputa desta região.
Veja, nesses casos, não estamos nos referindo a pequenos conflitos de rua, hostilidades, intolerância religiosa devido a alguma ofensa verbal ou coisa parecida. Esses três conflitos (Irlanda, Caximira e Tibet), são conflitos armados. Os conflitos religiosos são alimentados pela disputa de poder ou conquista de território. O que está em jogo aqui são disputas por reconhecimento territorial, direito de ter um país livre ou até mesmo constituir um país. Assim, a religião entra como mais um componente dessa disputa.
No Egito há um conflito entre cristãos da Igreja Ortodoxa Copta e islâmicos radicais. Neste caso, parece-me, não existir questões territoriais. A intolerância é motivada por uma linha radical islâmica, uma vez que 85% da população egípcia é islâmica. Ao que parece este conflito restringe-se a um grupo que quer impor pela força a hegemonia dos valores religiosos. Nesse sentido, os cristãos são vistos como infiéis.
Porém, é necessário fazer uma separação entre os conflitos que têm uma característica de disputa territorial e étnica, em que a religião entra como um componente a mais, e aqueles que se restringem a hostilidades praticadas pela população ou dificuldades e barreiras criadas pelos Estados para limitar a ação dos grupos religiosos. Assim, é possível afirmar que são muito poucos ou quase inexistentes os conflitos que se caracterizam como eminentemente religioso. Em geral, a causa desses conflitos religiosos que mencionei, por mais contraditório que pareça, não está na religião.
2.2. OS PRINCIPAIS CONFLITOS RELIGIOSOS CAUSADO NO MUNDO
· Afeganistão
Há centenas de anos que o território do Afeganistão sofre com guerras por motivações religiosas. Atualmente, o conflito maior é entre o Regime do Talibã, formado por fundamentalistas muçulmanos, e a Aliança do Norte, formado por pessoas que querem combater muçulmanos radicais.
· Nigéria
O continente africano é marcado por uma diversificação cultural ampla. São vários povos com tradições e religiões específicas. Isso faz com que o território nigeriano seja alvo constante de disputas entre esses diversos povos, que recebem apoio e incentivo de empresas de armamento que querem lucrar com os conflitos. As principais disputas se dão entre os cristãos do país e os seguidores do Islamismo.
· Iraque
Mesmo após a retirada dastropas americanas do solo iraquiano, os conflitos internos do país não cessaram. As organizações se dividem entre xiitas e sunitas, que são seitas distintas dentro do Islamismo. Os conflitos armados das milícias do país matam centenas de pessoas anualmente.
· Israel – Palestina
O conflito religioso mais emblemático do mundo acontece entre Israel e Palestina. A guerra é fruto da disputa pela Terra Prometida, onde hoje é Jerusalém. Nenhum dos dois Estados abre mão de ter o controle sobre o território. Acontece que a guerra, além de religiosa, movimenta muito dinheiro e está estritamente relacionada a interesses geopolíticos de nações do mundo todo.
· Sudão
A tensão entre muçulmanos e não-muçulmanos no Sudão já se prolonga em uma Guerra Civil de mais de 50 anos. Essa é uma das piores crises humanitárias do mundo, que já levou milhares de pessoas ao óbito.
2.3. PORQUE QUE OS ACTIVISTAS RECONHECEM O PAPEL DA PROMOÇÃO RELIGIOSA?
Para eles, a religião deve ser mais realista quanto à prevenção e contenção das mais variadas situações.
Segundo o artigo 10º da constituição angolana:
1. A república de angola é um estado laico, havendo separação entre o estado e as igrejas, nos termos da lei.
2. O estado reconhece e respeita as diferentes confissões religiosas, as quais são livres na sua organização e no exercício das suas actividades, desde que as mesmas se conformem à constituição e as leis da república de Angola.
3. O estado protege as igrejas e as confissões religiosas, bem como os seus lugares e objectos de culto, desde que não atentem contra a constituição e a ordem pública e se conformem com a constituição e a lei.
O conflito religioso revela as várias divergências existentes entre as várias seitas ou religiões. Algumas pessoas que se afirmam como pastores ou Anciães levam os fiés ao fanatismo no que concerne ao respeito às leis e normas de uma determinada região. Assim sendo, os indivíduos sem uma orientação organizada ou sem uma vida de fé seguem regras que colocam em risco a sua integridade.
Constate-se que existem religiões onde o crente se abstém da alimentação durante um certo período de tempo. Sabendo que os alimentos fornecem ao organismo energia e restauração, pelo que dão, obviamente, continuidade às nossas actividades vitais. Se algum elemento que se julga máximo nessa religião proíbe alguém de se alimentar saudavelmente, esta a matá-lo lenta e cruelmente.
Podemos também referir os indivíduos que pedem aos fieis um valor monetário superior àquele que ele recebe e que tem para sustentar a sua familía. 
O essencial é saber que Deus é um só e esta presente em todos queles que acreditam na sua profecia e, acima de tudo, é fundamental acreditar no valor de cada um de nós. Neste sentido, devemos ainda respeitar os que nos rodeiam, bem como os seus valores, crenças e religião.
2.4. AS RELIGIÕES ONDE ATÉ AGORA Á CONFLITOS RELIGIOSOS
· Afeganistão
Grupos em conflito: fundamentalistas radicais muçulmanos e não-muçulmanos
· Nigéria
 Grupos em conflito: cristãos e muçulmanos
· Iraque
 Grupos em conflito: xiitas e sunitas
· Israel
 Grupos em conflito: judeus e mulçumanos
· Sudão
 Grupos em conflito: muçulmanos e não-muçulmanos
· Tailândia
 Grupos em conflito: budistas e mulçumanos
· Tibete
 Grupos em conflito: Partido Comunista da China e budistas
3. CONCLUSÃO
Concluimos o trabalho sobre conflitos religiosos gerados por pretextos religiosos são grandes problemas da nossa sociedade. Não é exclusividade dos dias atuais as guerras em nome da religião. Desde as civilizações mais antigas, esses conflitos têm causado inúmeras mortes e dividido os povos ao redor do mundo. Com o aumento das tensões políticas e das crises econômicas mundiais, os conflitos religiosos ficaram ainda mais efervescentes, ameaçando inclusive a sobrevivência da humanidade.
A complexidade desses conflitos é enorme. Os motivos que levam às guerras não são apenas a intolerância religiosa, mas questões culturais, políticas, raciais e financeiras. Nesse emaranhado, fica difícil de entender de fato o que acontece nesses conflitos e quais os impactos que eles causam.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
1- Pela internet:
· usjt.br/blog/entenda-por-que-os-conflitos-religiosos-devem-acabar
· observador.pt/seccao/mundo/conflitos/conflitos-religiosos
· monografias.com/pt/docs/Conflitos-religiosos-na-atualidade-P3T5SDD7DLJF
2- Pelo livro de formato digital e físico:
· Livro de Formação de atitudes integradoras de “ Alberto António, Anatide de J. Freire” da 10/11ª classe do ensino técnico profissional
· Conflitos socias e religiosos de “Artur Rui”
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