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Instalações Hidráulicas Prediais Instalações de Esgoto Predial As presentes instruções serão baseadas na NBR 8160 – Sistemas prediais de esgoto sanitário - Projeto e execução, que estabelece as exigências mínimas quanto a higiene, segurança, economia e conforto a que devem obedecer as instalações prediais de Esgoto Sanitário. O sistema de esgoto sanitário é o conjunto de tubulações conexões, caixas sifonadas e demais dispositivos responsáveis por coletar e conduzir a um destino adequado os efluentes de esgotos com garantia de segurança e perfeito funcionamento. DEFINIÇÕES DA NBR 8160/99: • Altura do fecho hídrico: Profundidade da camada líquida, medida entre o nível de saída e o ponto mais baixo da parede ou colo inferior do desconector, que separa os compartimentos ou ramos de entrada e saída desse dispositivo. DEFINIÇÕES DA NBR 8160/99: • Aparelho sanitário: Aparelho ligado à instalação predial e destinado ao uso de água para fins higiênicos ou a receber dejetos ou águas servidas. •Bacia sanitária: Aparelho sanitário destinado a receber exclusivamente dejetos humanos. DEFINIÇÕES DA NBR 8160/99: • Barrilete de ventilação: Tubulação horizontal com saída para a atmosfera em um ponto, destinada a receber dois ou mais tubos ventiladores. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Caixa coletora: Caixa onde se reúnem os efluentes líquidos, cuja disposição exija elevação mecânica. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Caixa de gordura: Caixa destinada a reter, na sua parte superior, as gorduras, graxas e óleos contidos no esgoto, formando camadas que devem ser removidas periodicamente, evitando que estes componentes escoem livremente pela rede, obstruindo a mesma. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Caixa de inspeção: Caixa destinada a permitir a inspeção, limpeza, desobstrução, junção, mudanças dedeclividade e/oudireção dastubulações. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Caixa de passagem: Caixa destinada a permitir a junção de tubulações dosubsistema deesgoto sanitário. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: •Caixasifonada:Caixa provida dedesconector, destinada areceber efluentes dainstalação secundária deesgoto. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Coletor predial: Trechodetubulação compreendido entre aúltima inserção desubcoletor, ramaldeesgoto oudedescarga, oucaixa de inspeção geral eocoletor público ousistema particular. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Coletor público: Tubulação da rede coletora que recebe contribuição deesgoto doscoletores prediais emqualquer pontoao longo doseucomprimento. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Coluna deventilação: Tuboventilador vertical queseprolonga atravésdeumoumaisandares ecuja extremidade superior éaberta àatmosfera, ouligada a tubo ventilador primário ouabarrilete de ventilação. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Curvaderaio longo: Conexãoemformadecurva cujo raio médio decurvatura émaior ou igual aduasvezesodiâmetro interno da peça. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Desconector: Dispositivo provido de fecho hídrico, destinado a vedarapassagem degasesnosentido opostoao deslocamento do esgoto. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Diâmetro nominal (DN): Simples número que serve como designação para projeto e para classificar, em dimensões, os elementos das tubulações, equecorresponde, aproximadamente, ao diâmetro interno datubulação emmilímetros. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Dispositivo de inspeção: Peça ou recipiente para inspeção, limpeza edesobstrução das tubulações. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Dispositivos de tratamento de esgoto: Unidades destinadas a reter corpos sólidos e outros poluentes contidos no esgoto sanitário com o encaminhamento do líquido depurado a um destino final, de modo a não prejudicar o meio ambiente. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Esgoto industrial: Despejo líquido resultante dos processos industriais. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Esgoto sanitário: Despejo proveniente do uso da água para fins higiênicos. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: •Facilidade de manutenção: Viabilidade prática de manutenção do sistema predial. Fator de falha: Probabilidade de que o número esperado de aparelhos sanitários, emusosimultâneo, sejaultrapassado. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Fecho hídrico: Camada líquida, de nível constante, que em um desconector vedaapassagemdosgases. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Instalação primária de esgoto: Conjunto de tubulações e dispositivos ondetêmacesso gases provenientes docoletorpúblico oudosdispositivos detratamento. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Instalação secundária de esgoto: Conjunto de tubulações e dispositivos ondenãotêmacesso osgases provenientesdocoletor público oudosdispositivos detratamento. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Intervenientes: Cadeia departicipantes queatuamcomoobjetivo de planejar, projetar, fabricar, executar, utilizar e manter o empreendimento. Manual de uso, operação e manutenção: Conjunto de documentos onde constam informações para o adequado uso e operação dosistema predial, bemcomo procedimentos claros para suamanutenção. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Projeto“como construído”: Documento cadastral composto do projeto original modificado por alterações efetuadas durante a execuçãodosistema predial deesgoto sanitário. • Programadenecessidades: Documentocontendo asinformações básicas sobre as necessidades dos usuários finais do empreendimento. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Raloseco: Recipiente sem proteção hídrica, dotado degrelha na parte superior, destinado areceber águas delavagem depisooude chuveiro. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Ralosifonado:Recipiente dotadodedesconector, comgrelha na partesuperior,destinado areceber águasdelavagem depisos oude chuveiro. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • • Ramal deesgoto: Tubulação primária querecebe osefluentesdos ramais dedescarga diretamente ouapartir deumdesconector. • DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Ramaldeventilação: Tuboventilador queinterliga odesconector, ouramal dedescarga, ouramal deesgoto deumoumais aparelhos sanitários a uma coluna de ventilação ou a um tubo ventilador primário. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Ramal de descarga: Tubulação que recebe diretamente os efluentesdeaparelhos sanitários. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Requisitos dedesempenho: Exigências qualitativas quantoao comportamentofinal esperado para osistema predial. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Sistema predialdeesgoto sanitário: Conjuntode tubulações e acessórios destinados acoletar e transportar oesgoto sanitário, garantir oencaminhamento dos gases paraaatmosfera eevitar o encaminhamentodosmesmospara osambientes sanitários. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Subsistema de coleta e transporte: Conjunto de aparelhos sanitários, tubulações e acessórios destinados acaptar oesgoto sanitário econduzi-lo aumdestino adequado. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Subcoletor: Tubulação querecebeefluentesdeumoumais tubos dequedaouramais deesgoto. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Subsistema de ventilação: Conjunto de tubulações ou dispositivos destinados a encaminhar os gases para a atmosfera e evitar que os mesmos se encaminhem para os ambientes sanitários. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Tubo de queda: Tubulação vertical que recebe efluentes de subcoletores, ramais de esgoto e ramais de descarga. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Tubulação de ventilação primária: Prolongamento do tubo de queda acima do ramal mais alto a ele ligado e com extremidade superior aberta à atmosfera situada acima da cobertura do prédio. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Tubulação de ventilação secundária: Conjunto de tubos e conexões com a finalidade de promover a ventilação secundária do sistema predial de esgoto sanitário. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Unidade autônoma: Parte da edificação vinculada a uma fração ideal de terreno, sujeita às limitações da lei, constituída de dependências e instalações de uso privativo, destinada a fins residenciais ou não, assinalada por designação especial numérica ou alfabética para efeitos de identificação e discriminação. DEFINIÇÕESDANBR8160/99:• Unidade de Hunter de contribuição (UHC): Fator numérico que representa a contribuição considerada em função da utilização habitual de cada tipo de aparelho sanitário. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Ventilação primária: Ventilação proporcionada pelo ar que escoa pelo núcleo do tubo de queda, o qual é prolongado até a atmosfera, constituindo a tubulação de ventilação primária. DEFINIÇÕESDANBR8160/99: • Ventilação secundária: Ventilação proporcionada pelo ar que escoa pelo interior de colunas, ramais ou barriletes de ventilação, constituindo a tubulação de ventilação secundária. INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO Disposição final do esgoto doméstico: • Em rede de esgotamento sanitário público; • Em sistema particular de tratamento, como fossa séptica, filtro anaeróbio e sumidouro. SISTEMAS PÚBLICOS DE ESGOTOS • Sistema de esgotamento unitárioou sistema combinado: única tubulação que transporta águas residuárias (doméstico e industrial), águasdeinfiltração eáguaspluviais; • Sistema de esgotamento separador parcial: uma única tubulação recebe águas residuárias, de infiltração eáguas pluviais provenientes detelhados epátios daseconomias; • Sistema separador absoluto: separa águas residuárias mais infiltração daságuaspluviais. Éosistema deesgotamentoutilizado noterritório nacional. APARELHOSSANITÁRIOS INSTALAÇÃOTÍPICADEESGOTO SANITÁRIO INSTALAÇÃOTÍPICADEESGOTO SANITÁRIO INSTALAÇÃOTÍPICADEESGOTO SANITÁRIO CAIXADEINSPEÇÃOESUBCOLETOR PREDIAL SISTEMA PREDIAL DE ESGOTO SANITÁRIO O sistema predial deesgoto sanitário deve ser projetado de modoa: • Evitar acontaminação daágua, deformaagarantir asuaqualidade de consumo, tanto nointerior dos sistemas de suprimento e de equipamentossanitários, comonosambientes receptores; • Permitir o rápido escoamento da água utilizada e dos despejos introduzidos, evitando aocorrência devazamentos eaformação de depósitos nointerior dastubulações; • Impedir queosgases provenientes dointerior dosistema predial de esgoto sanitárioatinjam áreas deutilização; SISTEMAPREDIALDEESGOTO SANITÁRIO • Impossibilitar oacesso decorpos estranhos aointerior dosistema; • Permitir queosseuscomponentessejamfacilmente inspecionáveis; • Impossibilitar oacesso deesgoto aosubsistema deventilação; • Permitir afixação dosaparelhos sanitários somentepordispositivos quefacilitem asuaremoçãoparaeventuais manutenções. DESCONECTORES Aparelho destinado a impedir a passagem dos gases gerados pela decomposição doesgoto narede, devido àpresença dofechohídrico. DESCONECTORES DESCONECTORES DESCONECTORES DESCONECTORES DESCONECTORES DESCONECTORES Todos osaparelhos sanitários devemserprotegidos pordesconectores. NOTA-Osdesconectores podematenderaumaparelhoouaumconjunto deaparelhos deumamesmaunidade autônoma. Osdesconectores devem serdimensionados deacordo comasseguintes diretrizes: a)terfechohídrico comaltura mínimade0,05m; b)apresentar orifício desaída comdiâmetro igual ousuperior aodo ramaldedescarga aele conectado. DESCONECTORES • Podem serutilizadas caixas sifonadas para acoleta dosdespejos de conjuntos de aparelhos sanitários, tais como lavatórios, bidês, banheiras e chuveiros de uma mesma unidade autônoma, assim como as águas provenientes de lavagem de pisos, devendo as mesmas,neste caso, serprovidas degrelhas. • Ascaixas sifonadas quecoletamdespejos demictórios devem ter tampas cegas e não podem receber contribuições de outros aparelhos sanitários, mesmoprovidos dedesconector próprio. DESCONECTORES Podem ser utilizadas caixas sifonadas para coleta de águas provenientes apenasde lavagem depisos, desdequeosdespejos das caixas sifonadas sejam encaminhados para rede coletora adequada ànatureza desses despejos. Osdespejos provenientesdemáquinas de lavar roupas outanques situados empavimentos sobrepostospodemser descarregadosem tubosdequedaexclusivos, comcaixa sifonada especial instalada no seufinal. DESCONECTORES Ascaixas sifonadas devemter asseguintes características mínimas: a) ser de DN100,quandoreceberem efluentes de aparelhos sanitários atéolimite de6UHC; b) ser deDN125, quandoreceberem efluentes de aparelhos sanitários atéolimite de10UHC; c) ser de DN150,quandoreceberem efluentes deaparelhos sanitários atéolimite de15UHC. RAMAISDEDESCARGAEESGOTO Todos os trechos horizontais previstos no sistema de coleta e transportedeesgoto sanitário devempossibilitar oescoamento dos efluentes por gravidade, devendo, para isso, apresentar uma declividade constante. Recomendam-seasseguintes declividades mínimas: a)2%paratubulações comdiâmetro nominaligual ouinferior a75; b)1%para tubulações comdiâmetronominaligual ousuperior a100. Asmudançasdedireção nos trechoshorizontais devemser feitas com peçascomângulocentral igual ouinferior a45°. RAMAISDEDESCARGAEESGOTO Asmudançasdedireção (horizontal paravertical evice-versa) podem ser executadas compeçascomângulocentral igual ouinferior a90°. Évedadaaligação deramaldedescarga ouramaldeesgoto, através de inspeção existente emjoelho oucurva, aoramal dedescarga de bacia sanitária. Para os ramais dedescarga,devem ser adotados nomínimo os diâmetros apresentados natabela 3. Para os aparelhos não relacionados na tabela 3, devem ser estimadas asUHCcorrespondentes eodimensionamento deve ser feitocomosvalores indicados natabela 4. Paraosramais deesgoto, deveserutilizada atabela 5. RAMAISDEDESCARGAEESGOTO TUBOSDEQUEDA • Ostubosdequedadevem, sempre quepossível, ser instalados em umúnico alinhamento. Quandonecessários, osdesvios devemser feitos compeças formandoângulocentraligual ouinferior a90°,de preferência comcurvasderaio longoouduascurvasde45°. • Paraosedifícios de dois oumais andares, nos tubosdequedaque recebam efluentesdeaparelhos sanitários tais comopias, tanques, máquinas de lavar e outros similares, onde são utilizados detergentes que provoquem a formação de espuma, devem ser adotadas soluções nosentidodeevitar oretornodeespumapara os ambientes sanitários, tais como: TUBOSDEQUEDA 1)efetuarodesvio dotubodequedapara ahorizontalcomdispositivos queatenuemasobrepressão, ouseja, curvade90°deraio longo ouduas curvasde45°;ou 2)instalardispositivos comafinalidade deevitar oretorno deespuma. 3)nãoefetuar ligações detubulações deesgoto oudeventilação nas regiões deocorrência desobrepressão, conformesegue: TUBOSDEQUEDA TUBOSDEQUEDA • Devemserprevistos tubos dequedaespeciais para piasdecozinha e máquinasde lavar louças, providos deventilação primária, osquais devemdescarregar emumacaixa degorduracoletiva. • Ostubosdequedadevemser dimensionadosconformesegue: • Podemserdimensionados pela somatória dasUHC,conformevalores indicados natabela 6. • Quandoapresentarem desvios davertical, os tubos dequedadevem ser dimensionados daseguinte forma: a)quandoodesvio formarângulo igual ouinferior a45°comavertical, o tubodequedaédimensionadocomosvalores indicados natabela 6; TUBOSDEQUEDA b)quandoodesvio formar ângulo superior a45°comavertical, deve-se dimensionar: 1) aparte dotubo dequedaacima do desvio como umtubodequeda independente, combasenonúmerodeunidadesdeHunterdecontribuição dosaparelhos acimadodesvio, deacordocomosvalores databela 6; 2)aparte horizontal dodesvio deacordocomosvalores databela 7; 3)aparte do tubode queda abaixo dodesvio, combase nonúmerode unidades de Hunter de contribuição de todos os aparelhos que descarregam nestetubo dequeda, deacordo comosvaloresda tabela 6, nãopodendoodiâmetro nominaladotado, neste caso, ser menordoqueo daparte horizontal. TUBOSDEQUEDA TUBOSDEQUEDA SUBCOLETORESECOLETORPREDIAL • Devem serdepreferência retilíneos. Quandonecessário, os desvios devem ser feitos compeças comângulocentral igual ou inferior a 45°, acompanhadosdeelementos quepermitamainspeção. • Todos ostrechos horizontais devem possibilitar oescoamento dos efluentes por gravidade, devendo, para isso, apresentar uma declividade constante, respeitando-se osseguintes valores mínimos: a)2%paratubulaçõescomdiâmetro nominaligual ouinferior a75; b)1%para tubulações comdiâmetro nominal igual ousuperior a100. (paracoletoresesub-coletorescomdiâmetrosiguaisousuperioresa200 mmpode-seutilizaradeclividademínimade0,5%) Adeclividade máximaaserconsiderada éde5%. SUBCOLETORESECOLETORPREDIAL • Nocoletorpredial nãodevem existir inserções dequaisquer dispositivos ou embaraços ao natural escoamento de despejos, tais como desconectores, fundodecaixas deinspeção decota inferior àdoperfil do coletor predial ousubcoletor, bolsas de tubulaçõesdentrodecaixas de inspeção, sendopermitida ainserção deválvula deretenção deesgoto. • Asvariações dediâmetro dos subcoletores ecoletor predial devemser feitas mediante o emprego de dispositivos de inspeção ou de peças especiais deampliação. • Quando as tubulações foremaparentes, as interligações de ramais de descarga, ramais deesgoto esubcoletores devem ser feitas através de junçõesa45°, comdispositivos deinspeção nostrechos adjacentes; SUBCOLETORESECOLETORPREDIAL • Quandoastubulações forem enterradas, devemser feitas atravésde caixa deinspeção oupoço devisita. • O coletor predial e os subcoletores devem ser dimensionados conforme segue: • Podem ser dimensionados pela somatória das UHC conforme os valores da tabela 7. Os subcoletores eocoletor predial deve ter diâmetronominal mínimoDN100. SUBCOLETORESECOLETORPREDIAL SUBCOLETORESECOLETORPREDIAL SUBCOLETORESECOLETORPREDIAL SUBCOLETORESECOLETORPREDIAL DISPOSITIVOSCOMPLEMENTARES As caixas degordura, poços devisita ecaixas de inspeção devem ser perfeitamente impermeabilizados, providos de dispositivos adequados para inspeção, possuir tampa de fecho hermético, ser devidamente ventilados econstituídos demateriais nãoatacáveis pelo esgoto. CAIXADEGORDURA • É recomendado o uso de caixas de gordura quando os efluentes contiverem resíduosgordurosos. Quandoousodecaixa degordura nãofor exigido pela autoridade pública competente, asuaadoçãofica acritério doprojetista. Ascaixas degordura devem ser instaladas em locais defácilacessoecomboascondiçõesdeventilação. • As caixas de gordura devem possibilitar a retenção e posterior remoçãodagordura, através das seguintes características: a) capacidade deacumulaçãodagorduraentrecadaoperaçãodelimpeza; b)dispositivos deentradaedesaída convenientemente projetados para possibilitar queoafluente eoefluente escoem normalmente; CAIXADEGORDURA c) altura entre a entrada e a saída suficiente para reter a gordura, evitando-se oarrastedomaterial juntamentecomoefluente; d) vedação adequada para evitar a penetração de insetos, pequenos animais, águasdelavagemdepisos oudeáguaspluviais, etc. • Aspias decozinha oumáquinasde lavar louças instaladasemvários pavimentos sobrepostos devem descarregar em tubos de queda exclusivos queconduzamoesgoto para caixas degordura coletivas, sendovedadoousodecaixas degordura individuais nosandares. • Ascaixas degordura ligadas àscaixas coletoras devem atender às exigências indicadas na tabela 1 (distância a ventilação), ou ser providas detubulação deventilação. PROFKEVINREINYROCHAMOTA CAIXADEGORDURA Ascaixas degorduradevem serdimensionadascomosegue: a) para acoleta de apenas umacozinha, pode serusada a caixa de gordura pequenaouacaixa degordura simples; b)paraacoleta deduascozinhas, podeserusadaacaixa degordura simples oua caixa degorduradupla; c)paraacoleta detrêsaté 12cozinhas, deveser usadaacaixa degorduradupla; d)para acoletademaisde12cozinhas, ouainda, para cozinhas derestaurantes, escolas, hospitais, quartéis,etc., devemser previstas caixas degordura especiais. As caixas de gorduradevem ser divididas emduascâmaras, umareceptora e outra vertedoura, separadas porumsepto nãoremovível. PROFKEVINREINYROCHAMOTA CAIXADEGORDURA Caixadegordurapequena(CGP),cilíndrica, comasseguintes dimensões mínimas: 1)diâmetro interno: 0,30m; 2)parte submersadosepto: 0,20m; 3)capacidadederetenção:18L; 4)diâmetro nominaldatubulação desaída: DN 75; Caixadegordurasimples (CGS),cilíndrica, comasseguintes dimensões mínimas: 1)diâmetro interno: 0,40m; 2)parte submersadosepto: 0,20m; 3)capacidadederetenção:31L; 4)diâmetro nominaldatubulação desaída: DN 75; PROFKEVINREINYROCHAMOTA CAIXADEGORDURA Caixadegorduradupla(CGD), cilíndrica, comasseguintes dimensões mínimas: 1)diâmetro interno: 0,60m; 2)parte submersadosepto: 0,35m 3)capacidade deretenção: 120L; 4) diâmetro nominal da tubulação de saída: DN100; PROFKEVINREINYROCHAMOTA CAIXADEGORDURA Caixadegorduraespecial (CGE),prismática debase retangular,comas seguintes características: 1)distância mínima entre oseptoeasaída: 0,20m; 2)volume dacâmara deretenção degorduraobtido pela fórmula: V= 2 N+20 Emque: Néonúmero de pessoas servidas pelas cozinhas quecontribuempara a caixa degorduranoturnoemqueexiste maiorafluxo; Véovolume,emlitros; PROFKEVINREINYROCHAMOTA CAIXADEGORDURA 3)altura molhada: 0,60m; 4)parte submersadosepto: 0,40m; 5)diâmetronominal mínimodatubulaçãodesaída: DN100. PROFKEVINREINYROCHAMOTA CAIXADEGORDURA PROFKEVINREINYROCHAMOTA CAIXADEGORDURA PROFKEVINREINYROCHAMOTA CAIXADEINSPEÇÃO a) adistância entredois dispositivos de inspeçãonãodeve ser superior a 25,00m; b)adistância entrealigação docoletor predial comopúblico eodispositivo deinspeção maispróximonãodeveser superior a15,00m;e c) oscomprimentos dos trechos dos ramais dedescarga edeesgoto de bacias sanitárias, caixas degorduraecaixas sifonadas, medidos entreos mesmoseosdispositivos deinspeção, nãodevem ser superiores a10,00m. • Emprédios com mais dedoispavimentos, ascaixas de inspeçãonão devem ser instaladas amenos de 2,00mdedistância dos tubos de quedaquecontribuem paraelas. CAIXADEINSPEÇÃO Devemapresentar: a)profundidademáximade1,00m; b) forma prismática, de base quadrada ou retangular, de lado interno mínimode0,60m,oucilíndrica comdiâmetromínimoigual a0,60m; c)tampa facilmente removível, permitindo perfeita vedação; d) fundo construído de modo a assegurar rápido escoamento e evitar formaçãodedepósitos. CAIXADEINSPEÇÃO CAIXADEPASSAGEM Ascaixas depassagemdevem ter asseguintes características: a) quando cilíndricas, ter diâmetro mínimo igual a 0,15 m e, quando prismáticas debasepoligonal, permitir nabaseainscrição deumcírculo de diâmetromínimoigual a0,15m; b) serprovidas de tampacega,quandoprevistas eminstalações deesgoto primário; c) teraltura mínima igual a0,10m; d) ter tubulação desaída dimensionada pela tabeladedimensionamento de ramaisdeesgoto, sendoodiâmetromínimoigual aDN50. POÇODEVISITA a)profundidademaior que1,00m; b) formaprismática debasequadradaouretangular, comdimensãomínima de1,10m,oucilíndrica comumdiâmetrointernomínimode1,10m; c)degrausquepermitamoacesso aoseuinterior; d) tamparemovível quegaranta perfeita vedação; e) fundo constituído de modo a assegurar rápido escoamento e evitar formaçãodesedimentos; f) duaspartes, quandoaprofundidade total for igualousuperiora1,80m, sendo aparte inferior formada pela câmara de trabalho (balão) de altura mínima de1,50m,eaparte superior formada pela câmara deacesso, ou chaminé deacesso, comdiâmetro internomínimode0,60m. SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO Osubsistema deventilação podeser previsto deduasformas: a)ventilação primária esecundária; ou b)somenteventilação primária. Paraocaso previsto emb), deve serverificada asuficiência daventilação primária prevista, através domodelo apresentado noanexoCdaNorma. Casoaventilação primária nãoseja suficiente, podem ser adotadas as seguintes medidas: a) alterar as características geométricas do subsistema de coleta e transporte, devendo-se, emseguida, verificar novamente asuficiência da ventilação primária, conforme anexoCdaNorma; ou b)proverventilação secundária. SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO Ventilaçãosecundária • ramais ecolunas deventilação queinterligam osramais dedescarga ou de esgoto à ventilação primária ou que são prolongados acima da cobertura, ouentãopela utilização dedispositivos deadmissão dear (VAA)devidamente posicionadosnosistema.SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO • A extremidade aberta do tubo ventilador primário deve estar situada acimadacobertura doedifício aumadistância mínima queimpossibilite o encaminhamentoàmesmadaságuaspluviais provenientes do telhado ou laje impermeabilizada. • A extremidade aberta de um tubo ventilador primário ou coluna de ventilação: a)nãodeveestar situadaamenosde4,00mdequalquer janela, portaouvão deventilação, salvo seelevada pelo menos1,00mdasvergas dosrespectivos vãos; b)deve situar-se aumaaltura mínima igual a2,00macima dacobertura, no caso de laje utilizada para outrosfins além decobertura; caso contrário, esta altura deveser nomínimo igual a0,30m; SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO c)deve ser devidamente protegida nostrechos aparentescontrachoques ou acidentes quepossam danificá-la; d) deve ser provida de terminal tipo chaminé, tê ououtro dispositivo que impeçaaentrada daságuaspluviais diretamente aotubodeventilação. SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO Ventilação Secundária • Otuboventilador primário eacoluna deventilação devem serverticais e, sempre que possível, instalados em uma única prumada; quando necessárias, as mudançasdedireção devem ser feitas mediante curvas de ângulocentral nãosuperior a90°, ecomumaclive mínimo de1%. • Nosdesvios detubodequedaqueformemumângulomaiorque45°coma vertical, deve ser prevista ventilação deacordocomumadasseguintes alternativas, indicadas nafigura 4: a) considerar o tubodequeda comodois tubos independentes, umacima e outroabaixododesvio; ou SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO b) fazer comqueacolunadeventilação acompanhe odesvio dotubodequeda, conectando o tubo de queda à coluna de ventilação, através de tubos ventiladores dealívio, acima eabaixo dodesvio. SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO Ventilação Secundária Emprédios deumsópavimento, deveexistir pelo menosumtuboventilador, ligado diretamente aumacaixade inspeção ouemjunção aocoletor predial, subcoletor ou ramal dedescarga de umabacia sanitária e prolongado até acima dacobertura desse prédio, devendo-se prever a ligação de todos os desconectores aumelemento ventilado, respeitando-se asdistânciasmáximas indicadas natabela 1. SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO Paradimensionamentodecolunasebarriletes deventilação utiliza-se aTabela2 SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO Ventilação Secundária Todacolunadeventilação deve ter: a)diâmetrouniforme; b)aextremidade inferior ligada aumsubcoletor ouaumtubo dequeda, em ponto situadoabaixo da ligação doprimeiro ramal deesgoto oudedescarga, ouneste ramaldeesgoto oudedescarga; c) aextremidade superior situadaacima dacoberturadoedifício, ouligada a um tubo ventilador primário a 0,15 m, ou mais, acima do nível de transbordamento daáguadomaiselevado aparelho sanitárioporele servido. SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO • Quandonãoforconveniente oprolongamento decada tuboventilador até acima dacobertura,pode ser usado umbarrilete de ventilação, a ser executadocomaclive mínimode1%atéotrechoprolongado. • Asligações dacoluna deventilaçãoaos demais componentes dosistema deventilação oudosistema deesgoto sanitário devem ser feitas com conexõesapropriadas, comoaseguir: a) quando feita em uma tubulação vertical, a ligação deve ser executada pormeio dejunçãoa45°;ou SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO b) quando feita em uma tubulação horizontal, deve ser executada acimadoeixo datubulação, elevando-se otuboventilador deumadistância de até 0,15m,oumais, acima donível de transbordamento da águadomais elevado dos aparelhos sanitários porele ventilados, antesde ligar-se aoutro tuboventilador, respeitando-se oquesegue: SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO Ventilação Secundária 1)a ligação ao tubohorizontal deve ser feita pormeio de tê 90°ou junção 45°com aderivação instalada emângulo,depreferência, entre45°e 90°emrelação aotubodeesgoto, conforme indicado nafigura 5; 2)quandonãohouver espaço vertical para a solução apresentada acima, podem ser adotados ângulosmenores,comotuboventilador ligado somentepor junção45°aorespectivo ramaldeesgoto ecomseu trecho inicial instalado emaclive mínimode2%; 3)adistância entre opontodeinserção doramaldeventilação aotubo deesgoto eaconexãodemudançadotrecho horizontal paraavertical deveser amaiscurta possível; SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO 4)adistância entre asaída doaparelho sanitárioeainserção do ramaldeventilação deveser igual anomínimo duasvezesodiâmetro do ramaldedescarga. SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO Quandonãoforpossível ventilar oramaldedescarga dabacia sanitária ligada diretamente ao tubodequeda(paraadistância máxima, ver tabela 1), otubo dequedadeve ser ventilado imediatamente abaixo da ligação do ramalda bacia sanitária (figura 6). SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO • Bacias sanitárias instaladasembateria, devem serventiladas porumtubo ventilador decircuito ligando acolunadeventilação aoramaldeesgoto na região entre aúltima eapenúltima bacias sanitárias, conformeindicado na figura 8. SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO • Quandooramaldeesgoto servir amaisdetrêsbacias sanitárias ehouver aparelhos em andares superiores descarregando no tubo de queda, é necessária ainstalação de tuboventilador suplementar, ligando otubo ventilador decircuitoaoramaldeesgoto naregião entre otubodequedae aprimeira bacia sanitária. • Deve ser previsto umtuboventilador suplementar acadagrupodeno máximo oito bacias sanitárias, contadas apartir damaispróxima aotubo dequeda. SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO SUBSISTEMADEVENTILAÇÃO RESUMOSUBSISTEMADEVENTILAÇÃO a) ramal de ventilação: diâmetro nominal não inferior aos limites determinados natabela 8; b) tubo ventilador de circuito: diâmetro nominal não inferior aos limites determinados natabela 2; c) tuboventilador complementar(suplementar): diâmetro nominalnãoinferior àmetadedodiâmetro doramaldeesgoto aqueestiver ligado; d)colunadeventilação: diâmetronominal de acordocomas indicações da tabela RESUMOSUBSISTEMADEVENTILAÇÃO • Inclui-se no comprimento da coluna de ventilação, o trecho do tubo ventilador primário entreoponto de inserçãodacoluna eaextremidade aberta dotuboventilador; e)barrilete deventilação: diâmetro nominal decada trechodeacordo coma tabela 2, sendoqueonúmerodeUHCdecadatrecho éasomadasunidades de todos os tubos dequedaservidos pelo trecho,eocomprimento aconsiderar é omaisextenso, dabasedacoluna deventilação maisdistantedaextremidade abertadobarrilete, atéessa extremidade; f) tubo ventilador dealívio: diâmetro nominal igual aodiâmetro nominal da colunadeventilação aqueestiver ligado. DOCUMENTAÇÃOBÁSICADEPROJETO a)projeto executivo, composto pelos seguintes itens: 1)planta baixa dacobertura, andar(es) tipo, térreo,subsolo(s), comaindicação dos tubos de queda, ramais e desvios, colunas de ventilação (no caso de sistema comventilação secundária), dispositivos emgeral; 2) planta baixa do pavimento inferior, com traçados e localização dos subcoletores, coletor predial, dispositivos deinspeção, localdelançamento do esgoto sanitário esuas respectivas cotas; 3)esquema vertical (ou fluxograma geral) apresentado emseparado ouem conjuntocomosistema predial de águaspluviais, semescala, indicando os componentesdosistema esuasinterligações; DOCUMENTAÇÃOBÁSICADEPROJETO 4)plantas, emescala conveniente, dos ambientes sanitários, comaindicação doencaminhamento dastubulações; 5)detalhes (cortes,perspectivas, etc.) quesefizerem necessários paramelhor compreensãodosistema; b)memorial descritivo eespecificações técnicas; c)quantificação eorçamento. APRESENTAÇÃOEMPLANTA APRESENTAÇÃOEMPLANTA APRESENTAÇÃOEMPLANTA EXERCÍCIO01 EXERCÍCIO01 PROFKEVINREINYROCHAMOTA EXERCÍCIO02 EXERCÍCIO02 EXERCÍCIO03 EXERCÍCIO03 EXERCÍCIO04 EXERCÍCIO04 EXERCÍCIO05 EXERCÍCIO05