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Ultrassonografia veterinária Benefícios da ultrassonografia: • Pode ser realizado em qualquer lugar • Não apresenta efeitos biológicos nocivos • Procedimento seguro – paciente/operador • Forma não invasiva • Bem tolerada pelos animais • Permite diagnóstico e acompanhamento da evolução das doenças Aparelho de ultrassom: • Transdutor/sonda/probe • Monitor • Software Cristais piezoelétricos: • Capacidade de vibrar (alguns materiais) em determinada frequência quando submetidos a pressão mecânica (som) > impulsos elétricos. • Capacidade de transformar energia <> som Bases físicas do ultrassom: Som – onda mecânica Forma de propagação de energia: • Comprimento; • Velocidade; • Amplitude; força da onda sonora • Frequência; Transdutores: De alta frequência (alta resolução): estruturas superficiais, pequeno porte De baixa frequência (baixa resolução): porte médio e grande • Tempo/período Interação do som com os tecidos: • Reflexão: responsável pela formação de imagem. Sem reflexão não temos a imagem do ultrassom, é o eco acústico. • Refração • Dispersão: parte volta ao transdutor, parte dispersa em todas as direções • Atenuação: baixa intensidade do som quando atravessa um determinado meio. Imagem fica um pouco mais escura, retorna mas com menos resolução do que quando foi. • Impedância acústica: resistência de cada tecido a passagem de som. Quanto maior diferença de impedância entre 2 meios = alta reflexão. Gordura = alta impedância > imagem mais brilhante. • Absorção: energia mecânica das ondas sonoras > calor. Moléculas por movimento de fricção liberam calor. Utilizado no ultrassom terapêutico: alta frequência. Insignificante no ultrassom diagnóstico • Janela acústica: meio de driblar impedimentos naturais de passagem de som. Mudança de decúbito, alteração da angulação do transdutor, utilização de um órgão com propriedades acústicas ideais (bom condutor de som). Toda a estrutura com líquido auxilia na passagem da onda sonora, Ex: vesícula urinária repleta > conseguimos ver estruturas menores (útero). Gás da impedimento na passagem sonora, fica difícil visualizar > mudança de decúbito. • Ampliação: ecos de estruturas mais profundas não tem a mesma força dos que retornam dos tecidos superficiais. Perde a força na hora de voltar > imagem escura. Deve-se amplifica-los = amplificador de compensação ganho-tempo. Variável: melhorando a qualidade da imagem final. Meios de contato para transmissão: coloco para não ter ar e não impedir a onda sonora. • Água: pode utilizar, mas não é o ideal: possui minerais, então a onda bate, capta e pode retornar na imagem. • Álcool: pode utilizar, mas com proteção > no transdutor tem borracha, o álcool resseca a borracha com o tempo. Pois isso usar uma emulsificação (ex: luva de palpação) ao redor do transdutor para proteção dele. O Transdutor é caro. Usa quando não quer tricotomizar o animal. • Gel: não tem contra-indicação. Inodoro, não gorduroso, hidrossolúvel, hipoalergênico, não abrasivo, não irritante, umectante, pH neutro. Preparo do paciente: • Jejum de 8-12h caninos / 4-6h felinos • Enema • Água: liberada, quanto mais tomar, mais facilita o exame, • Dimeticona sódica: tira o gás do trato gastrointestinal (1 – 2 gotas/kg, 2 x antes do exame (intervalo 6h), última 30 min antes). Não tem contra indicação. Simeticona, luftal... • Repleção vesical de 2h: animal de pequeno porte: manter no colo, de grande porte: desviar de objetos mistórios. • Tricotomia: sempre orientar antes do exame. Aonde fizemos nos pequenos animais na região do abdômen: apêndice xifoide, estendendo lateralmente até o último par de costelas do lado esquerdo, dois últimos pares de costelas do lado direito. Nos equinos: apenas aonde quer fazer a avaliação. Posicionamento: De pequeno porte: lateral, decúbito direito e esquerdo, decúbito dorsal. Quando o paciente não aceita manipulação: sedação. Animais de emergência: faz como der: em estação. Reprodução de bovinos: transdutor protegido por luva de palpação por via retal, depois da limpeza. Acessórios da ultrassonografia intervencionista: Standoff acoplador acústico: • Acoplamento anatômico ao animal • Recepção de forma eficaz do eco em grande extensão dos cristais • Avaliação: carcaça e tendões. Guia de biópsia: Ultrassonografia intervencionista Vantagens: • Possível estabelecer a rota até o alvo • Evitar estruturas indesejadas • Exame seguro (sem radiação) Desvantagens: • Sobreposição do alvo: gases/estruturas ósseas – artefatos > não consigo continuar a rota. Guias acopladas ao transdutor: • Direta: agulha guiada • Indireta: sem imagem, alvos grandes e palpáveis. Protocolo de varredura: vesícula urinária, próstata, útero, fígado, estômago, duodeno, pâncreas, baço, rim direito e esquerdo, adrenais, ovários, linfonodos, testículos Tipos de transdutores: • Convexo: animais de grande porte • Microconvexo: animais de pequeno e médio porte • Linear: avaliar superfícies, músculo esquelético... • Transretal: introduzido no reto, possui forma anatômica • Setorial: formato quadrado, utilizado no espaço intercostal, apenas utilizado para avaliação cardíaca. • Linear “carcaça”: apenas pra varredura de musculatura, fibras e gordura de marmoreio. Todo o transdutor tem uma marcação em uma ponta só, para referenciar aonde está a posição do transdutor e qual imagem está associada a posição dele. Planos anatômicos ultrassonográficos: • Plano sagital/longitudinal: longitudinal ao corpo • Plano transversal: passam pelo corpo perpendicularmente e divide o corpo/órgão em segmentos craniais e caudais • Plano dorsal: perpendicular aos planos sagital e transversal, dividem o corpo longitudinalmente em segmentos dorsal e ventrais. Normalmente nos rins são feitos todos os planos. Modo de processamento dos ECOS: tudo baseado nos cristais do transdutor Sinais elétricos: produzidos e processados Monitor: analisados por sua força e amplitude. Distância: tempo que demora ao retornar ao transdutor. Modo A: intensidade Intensidade do eco: amplitude do pico. Quando maior a intensidade do eco > maior o pico. Exame oftálmico: distância precisa de 2 estruturas, pode ser associado ao modo B (brilho). Diz com precisão a distância entre uma estrutura ocular e a outra. Modo M: movimento da estrutura Movimento: • Ecos de retorno formam um traçado • Movimento das estruturas = linha/mapa • Eco desloca durante certo tempo > reta onde linhas paralelas correm na tela em função do tempo Avaliação cardíaca: • Medição dos ventrículos e aurículas • Movimento das válvulas cardíacas e paredes do coração Modo B: brilho Ecos de retorno: digitalizados e convertidos em intensidade de BRILHO (escala de cinza). Bidimensional Alta reflexão: maior brilho do ponto luminoso Ecos fracos: cinzentos, escuros Ecos fortes: claros, muito brilhantes. Nomenclatura: Absoluta: • ecóico/ecogênico: produz eco • anecóico/anecogênico: não produz eco e tem boa condutibilidade de som Relativa: • hipoecóico/hipoecogênico: produz pouco eco, escuro • hiperecóico/hiperecogênico: produz muito eco, claro • isoecóico/isoecogênico: mesma ecogenecidade dos tecidos adjacentes, cor igual Descrição: Tamanho: exceto fígado, porque não conseguimos colocar todo o fígado no transdutor. Ver posição e bordas. Morfologia: forma e contornos Textura: intensidade do eco específica para cada órgão – tamanho e distância de cada ponto. Posição: habitual, deslocada, ectópica (fora da posição) Arquitetura ecogênica: • anecogênica: preto • hipoecogênica: escuro • hiperecogênica: claro • isoecogênica: mesma cor (alteração, não podem ter a mesma cor) tradicional: fígado mais escuro que o baço. • uniforme/mista: no mesmo órgão Doppler: Princípio: alteração de frequência das ondas sonoras refletidas quando o objeto refletor se move em relação a fonte de onda sonora.Maior resposta quando ambos se aproximam, menor resposta quando se afastam. • Mudança de frequência do som conforme aproxima/afasta de um objeto Objetivos: Identificar e medir os parâmetros dos fluxos sanguíneos. • Presença de fluxo • Direção do fluxo • Velocidade e turbulência Calcular os gradientes de pressão pelas válvulas cardíacas. Doppler pulsado: Traçado espectral 1 cristal piezelétrico – ondas curtas de ultrassom (pulsos) em intervalos regulares e recebe o eco no resto do tempo Comparação com o transmitido • Frequência que os pulsos (sinais) são emitidos por segundo = FREQUÊNCIA DE REPETIÇÃO DE PULSO (PRF) Fluxo de sangue: • Eixo horizontal = tempo/vertical = fluxo Doppler colorido: mais usado Sinal é codificado por cores = sentido do movimento e tonalidade = velocidade • Região circunscrita (VERMELHO: sangue em direção ao transdutor, AZUL: sangue que se afasta do transdutor) • Turbulência: mosaico de cores diferentes • Fluxo = tonalidades mais claras (alta velocidade) Power doppler: Fluxo sanguíneo de vasos de baixo/médio calibre; Sem informação da velocidade, direção do fluxo, turbilhonamento. Doppler duplex: Doppler pulsado mais modo B • Frequência do deslocamento Doppler é disposta graficamente e com som • Intensidade do som proporcional a quantidade de células sanguíneas em movimento • Quanto maior o fluxo, mais audível o som • Traçado espectral, som e imagem do órgão • Artéria = assovio • Veia = vento soprando, de ondas contínuas. Modo Doppler Triplex: Doppler pulsado mais modo B mais doppler colorido • Traçado espectral, som, imagem do órgão e cor • Presença, tipo e direcionamento do fluxo sanguíneo • Velocidade mínima, média e máxima • Avaliações quantitativas e qualitativas. Artefatos de imagem: • Estruturas irreais • Impropriamente localizadas • Alteração na propagação do som Sombra acústica porterior: região anecogênica posterior a estrutura hiperecogênica = impede progressão do US (alta impedância acústica) = reflete completamente Refração: feixe sonoro muda de direção ao passar por interface muito ecogênica. O caminho mais longo percorrido pelo eco parece estar mais profundo do que o real Sombreamento de bordos: sombra acústica distal a 1 estrutura arredondada/preenchida com líquido. Feixe sonoro sofre inclinação e reflete distante do transdutor = área ausente de ecos = “sombra” Bexiga, vesícula biliar, pólo renal. Reforço acústico posterior: estrutura anecogênica conduz muito bem o som, chega com alta intensidade nos tecidos posteriores = hiperecogênico. Baixa atenuação. Lobo lateral: feixes segundo com intensidades significativas, ao interagirem com superfícies curvas/ alta capacidade de reflexão. “Viajam” ao lado ou em direções diferentes do feixe primeiro. Diafragma, vesícula biliar e bexiga. Reverberação: meios com grande diferença de impedância acústica, linhas ecogênicas sucessivas, paralelas à pele – repetição do eco. Múltiplas reflexões entre o transdutor e uma interface até atenuação completa do feixe sonoro. Interna: gases. Externa: contato transdutor/pele não é total. Cauda de cometa: alta impedância acústica = alta reflexão. Corpos metálicos, pequenas bolhas de gás, ecos estreitamente espaçados, discretos, brilhantes e pequenos. Imagem em espelho: “Dupla estrutura”. Interface arredondada, muito reflexiva, ecos reverberantes. Diafragma. Órgãos da cavidade abdominal: Fígado: Cão/gato: pequeno porte subcostal, janela subxifóide Cão: tórax profundo • Ecogenicidade moderada • Córtex renal menor ou igual ao fígado que é menor que o baço • Fígado menor ou igual ao ligamento falciforme • Parênquima granular, textura uniforme, contornos lisos e margens em ângulos agudos • Doenças difusas ou locais Doenças difusas do parênquima: Hiperecogênicas (alta ecogenicidade): • Infiltração gordura, hepatopatia por esteroide • Diabetes mellitus, linfoma, cirrose • Colangiohepatite crônica (margens irregulares, baixa) • Tamanho normal ou aumentado Hipoecogênicas (baixa ecogenicidade): • Hepatite aguda, linfoma, leucemia • Congestão passiva crônica • Tamanho normal ou aumentado Doenças focais do parênquima: • Anecogênicas, hpoecogênicas, hiperecogênicas/ecogenicidade mista • Hemorragias, hematomas, cistos, abscessos, hiperplasia nodular, granulomas e neoplasias • Calcificações = ponto hiperecogênicos, sombra acústica Vesícula biliar: • Repleta: entre o lobo medial direito e o quadrado, 7º espaço intercostal – ventrolateral direito • Conteúdo anecogênico, formato mais importante que volume Lama biliar (comum): • Sedimento hipoecogênico • Obesos, idosos, sedentários, endocrinopatas • Bactérias = sinais clínicos • Processo inflamatório (gato)/ parasitose Cálculos biliares: • Raro • Sombra acústica Obstrução de vias biliares: • Dilatação das vias biliares • Região do colo alargada e tortuosa Espessamento da parede: • Colecistite • Hepatite aguda/crônica • Colangiohepatite • Hipoalbunemia • Congestão passiva Mucocele: • Conteúdo denso = muco = obstrução • Distensão por sedimento • Hiperecogenicidade central e ramificações aderidas à parede Baço: • Ecogenicidade: córtex renal menos ou igual ao fígado e fígado é menos ecogênico que o baço • Linha externa definida e hiperecogênica • Parênquima homogêneo • Textura granular fina Doenças difusas do parênquima: Esplenomegalia: • Diagnosticada subjetivamente • Anestésicos, infecção, neoplasia, anemia hemolítica crônica, torção, hemoparasitoses Congestão: • Esplenomegalia • Normoecogenicidade ou hipoecogenicidade Linfoma: aspecto rendilhado – forma infiltrativa ou aspecto nodular Doenças focais do parênquima: Neoplasia 1º/metástica: • Hipoecogênicas/hiperecogênicos • Nódulos mal definidos, variados • Associação à efusão peritoneal (hemoperitônio – hemangiossarcoma) Hiperplasia nodular: • Nódulos hipoecogênicos bem definidos, variados • Nódulos nem sempre visíveis, superfície irregular Pâncreas: • Homogêneo • Hipoecogênico/ isoecogênico à gordura circundante (difícil visualização) • Adjacente à curvatura maior do estômago, duodeno, cólon ascendente e transverso • Administração via oral de líquido = deslocar o gás do piloro *contra indicado em animais com suspeita de pancreatite = vômito Pancreatite: • Aspecto normal/ aumenta órgão e ecogenicidade variável (gravidade/ cronicidade) • Edema, pseudocistos, abscessos • Íleo funcional com distensão líquida • Duodeno: irregularidade e espessamento da parede • Efusão peritoneal localizada • Aumento da ecogenicidade do tecido circundante Neoplasia: massa hipoecogênica região pancreática Adrenais: Cão: esquerda = amendoim, direita = vírgula Gato: curta, ovóide ou cilíndrica • Hipoecoica (comparativo com a gordura) • Cortical e medular distintas • Alta resolução do transdutor Hipoadrenocorticismo: diminui o tamanho Hiperadrenocorticismo: • Iatrogênico: atrofia, sem visualização • Hipofisiário dependente: aumento bilateral • Neoplásico: massa, ecotextura heterogênea, atrofia contralateral TGI: 5 camadas: • Serosa/subserosa = hiperecoica (fina) • Muscular = hipoecoica (fina) • Submucosa = hiperecoica (fina) • Musoca = hipoecoica • Lúmen = brilhante Estômago: Parede: • Fluído-anecóico • Muco material ecogênico sem sombreamento acústico • Ar: reverberação (múltiplas reflexões) • Alimento – anecóico com pontos ecogênicos, formador de sombra dependendo da composição Corpo estranho: hiperecogenicidade e sombreamento acústico Gastrite: espessamento da parede, distensão líquida Alças intestinais: Intussuscepção, espessamento, ecogenicidade, pregueamento/enrugamento Rins e ureteres: • Abdômen crânio-dorsal • Córtex renal menor ou igual ao fígado que é menor que o baço Avaliação: medular menor que cortical e cortical menor que pelve, limite córtico – medular, tamanho,formato, contorno Medida relação rim x aorta • Alta ecogenicidade: nefrite, necrose/ nefrote tubular aguda, neoplasia, peritonite infecciosa felina, gordura • Sinal da medular: nefropatia hipercalcêmica, leptospirose, mieloma/linfoma, necrose tubular aguda, PIF, nefrite intersticial crônica • Cisto renal: anecogênico • Rins policísticos: congênito • Hidronefrose • Hidroureter • Cálculo ureteral • Dioctophyma renale Bexiga: • Abdômen caudoventral • Anecogênica (urina)/ fina, hipoecogênica (parede) • Reforço acústico posterior Grau de repleção Balotamento: • Sendimento: pontos hipoecogênicos flutuantes • Microcálculos: hiperecogênicos, brilhantes, COM/SEM sombra acústica • Coágulo: hipoecogênica/ hiperecogênica SEM sombra acústica Cálculo: hiperecogênico com sombra cústica porterior. **não confundir com fezes em cólon descendente Neoplasia Cistite: espessamento de parede, irregularidade de mucosa, sedimento Pólipo: massa pedunculada, fix, hiperecogênico Próstata: • Estrutura bilobada • Caudal a bexiga • Hipoecogênica • Homogênea • Contorno regular Hiperplasia prostática benigna: • Aumento do tamanho ou normal • Hipoecogênica a hiperecogênica • Heterogenicidade • Cistos (tamanho variável) Cisto prostático: anecogênico Neoplasia: aumenta tamanho, contorno irregular, heterogêneo, focos hiperecogÊnicos, mineralizações, cavidades Testículos: • Ecogênicos, hipoecogênicos e homogêneos • Mediastino: hiperecogênico • Epidídimo: cabeça, corpo e cauda. Hipoecoica, excotextura grosseira • Neoplasias: aumento testicular, hipoecogênica, irregular, heterogênea Ovários: • Caudolateral aos polos caudais dos rins • Estruturas circulares, hipoecogênicas • Ciclo estral • Cisto/folículo: Paredes finas e hiperecogênicas, conteúdo anecogênico Útero: • Difícil detecção = diestro tardio e anestro • Corpo: dorsal a bexiga, ventral ao cólon, sólido, homogêneo e hipoecogênico • Cornos: ecogenicidade semelhante a gordura. Difícil visualização. • Piometra, hemometra, hidrometra, mucometra: aumento uterino, hipoecogênico, septado ou não Gestação: • Objetivo: determinação da idade fetal / tempo gestacional • Tamanho • Viabilidade: mobilidade e batimentos cardíacos Idade gestacional: • Cadelas com menos de 40 dias de gestação: diâmetro do saco gestacional • Cadelas com mais de 40 dias de gestação: diâmetro biparietal (crânio), diâmetro tóraco-abdominal • Gatas com mais de 40 dias de gestação: diâmetro biparietal e diâmetro tóraco-abdominal Diagnóstico de gestação: Bovinos: corno gestante, ovinos: placentônios “rosquinhas”, equinos: corpo do feto Sexagem fetal: Pequenos animais: final da gestação. 3 linhas hiperecogênicas – vulva “hambúrguer”: fêmea. “hot dog”: macho, 1 linha hiperecogênica central mais alongado, região do prepúcio, osso peniano em formação. Grandes animais: início da gestação. Transretal. Através da localização do tubérculo genital (hiperecogênico). Entre 55 e 60 dias da gestação, depois disso o feto já desceu e fica muito distante do transdutor, não dá mais pra ver. Fêmea: próximo da cauda. Macho: próximo do umbigo. Idade fetal - bovinos: Métodos: • Crown-rump: occipital até a ultima vertebra sacral • Diâmetro: ocular – linha eixo ao longo da órbita • Comprimento: crânio – cabeça até ponto do nariz • Diâmetro: biparietal – largura do crânio logo atrás da órbita • Diâmetro: tronco – nível da ligação umbilical • Altura: tórax – ao nível do coração • Altura e diâmetro: abdômen • Diâmetro: visucila amniótica – saco amniótico, ruminante • Altura: vesícula embrionária – componente fluído do compartimento fetal Útero – endometrite: Conteúdo não homogêneo Efusão peritoneal: Liquido anecogênico/ hipoecogênico: melhoria no contraste e visualização Sangue e fluído com ou sem células: • Imagem preta em preto e branco • Aumento de proteínas, células ou debris = mais ecogênico (mais ecos de retorno) • Cistos: arredondados, contornos definicidos, conteúdo anecogênico (falta de ecos) • Fibrose (padrão sólido) = linhas ecogênicas paralelas/ sobrepostas Linfonodos: • Mesentéricos normais ou não visíveis • Ovais ou achatados • Hipoecóicos • Aorta abdominal e tronco intestinal