Prévia do material em texto
C IN E M Á T IC A PAULO JUBILUT 2018 INTRODUÇÃO À CINEMÁTICA 02 Vetores Movimento Uniforme Movimento Uniformemente variado Gráfico MU e MUV Movimentos Verticais Lançamento Horizontal e Oblíquo Movimento Circular 21 29 40 51 65 78 93 SUMÁRIO C IN E M Á T IC A 3www.biologiatotal.com.br A cinemática é a parte da mecânica que descreve os movimentos, sem se preocupar com suas causas. A descrição dos movimentos é feita através das grandezas posição (s), tempo (t), velocidade (v) e aceleração (a). Mas como descrever um movimento em um universo onde tudo parece se mover? Para descrevermos um movimento precisamos saber qual o tipo de móvel está sendo analisado e que aproximações poderemos fazer para simplificar ao máximo o movimento a ser descrito. PONTO MATERIAL Para descrevermos um movimento precisamos saber primeiro que tipo de corpo se move. Qual seu formato? Seu tamanho faz alguma diferença? Ele pode girar enquanto se move? Altera seu formato? Na maior parte dos problemas de cinemática, nem o formato e nem as dimensões do corpo são importantes para sua resolução. Por exemplo: em um salto de um atleta, não faz diferença o movimento das suas pernas ou de seus braços. São movimentos extremamente complexos. O problema se resolve descrevendo apenas o movimento do centro de gravidade do atleta como na figura a seguir. De forma análoga, quando descrevemos o movimento de um automóvel em uma rodovia e queremos saber quando ele chegará ao seu destino, não fazemos um cálculo diferente para cada parte do veículo, afinal o tempo de chegada do para-choques do carro não é muito diferente do tempo de chegada do pneu dianteiro ou do traseiro. Escolhemos então um ponto (normalmente o centro do veículo) para descrever seu movimento. Nos exemplos acima tanto o atleta quanto o automóvel são substituídos por um ponto para simplificar a resolução do problema. E simplificação é chamada de ponto material ou partícula. Um ponto material é um ponto que não possui dimensões e nem estrutura interna, mas que carrega consigo algumas características importantes do corpo o qual representa, tais como massa, por exemplo. Um dos grandes avanços proporcionado pelos físicos clássicos foi o de relativizar o movimento, ou seja, entender que não existe movimento absoluto. O estado de movimento de um corpo só pode ser descrito em relação a outro corpo utilizado como referência. REFERENCIAL De forma simplificada, quando um corpo muda sua posição em relação a um determinado referencial dizemos que ele é um móvel, pois está se movendo. Está sofrendo um deslocamento ou translação. INTRODUÇÃO À CINEMÁTICA 4 C IN E M Á T IC A torno dela”, conhecida como geocentrismo foi defendida com ‘unhas e dentes’ pela igreja católica até meados do século XVII por fazer parte de um modelo de mundo extremamente conveniente aos seus interesses. O geocentrismo é um modelo que tem a Terra como seu referencial. O heliocentrismo, defendido por Nicolau Copérnico no século XVI, utiliza o Sol como referência para a descrição dos movimentos e é muito mais eficiente na descrição dos movimentos dos planetas, sendo capaz de explicar movimentos aparentemente estranhos dos planetas vistos da Terra. Esta mudança de referencial provocou uma revolução na forma de descrever os movimentos planetários e, com o passar dos anos, passou a predominar sobre o modelo anterior. Assim, a Terra deixou de ser imóvel e passou a se mover e a ter seu movimento descrito através das mesmas leis físicas que regem os movimentos dos outros planetas. Afinal, a Terra está ou não em movimento? –Depende do ponto de vista! E isto vale para qualquer descrição de movimento: primeiro conhecemos ou adotamos o referencial conveniente, depois descrevemos os movimentos em relação a ele. Quando o movimento é giratório, dizemos que o corpo está sofrendo uma rotação. MOVIMENTO, REPOUSO E REFERENCIAL A compreensão de que não existem movimento nem repouso absolutos traz a necessidade de um ponto de referência para a descrição de um movimento. A afirmação de que “a Terra está imóvel no centro do universo e tudo o que existe gira em POSIÇÃO (ESPAÇO) Para localizarmos um corpo em uma estrada linear (unidimensional), basta conhecermos a distância que ele se encontra da origem dos espaços (marco zero), desta forma definimos a posição escalar de um corpo em uma trajetória definida. Coisas que se deslocam Coisas que giram C IN E M Á T IC A 5www.biologiatotal.com.br versores I e J representando os vetores unitários nas direções x e y respectivamente. Assim o vetor posição poderia ser representado de forma equivalente às duas formas anteriores por s= 6I +8J . DESLOCAMENTO (TRANSLAÇÃO) Localizar e descrever posições é muito importante e fazemos isto de várias maneiras diferentes em nosso cotidiano. Tão importante quanto localizar a posição de um móvel é descrever seus deslocamentos, isto é, sua mudança de posição. Assim definimos um deslocamento como um vetor que representa a variação da posição de um móvel, ou seja, a mudança que se estabelece entre a posição inicial e a posição final de um móvel. De forma análoga ao que vimos para a posição, o deslocamento em uma estrada linear pode ser descrito sem a necessidade de notação vetorial, afinal a direção do deslocamento sempre coincidirá com a direção da estrada e o sentido do deslocamento pode ser substituído por um sinal algébrico (+ ou -). Isto não significa que o deslocamento deixou de ser uma grandeza vetorial, mas por simplificação podemos trata-lo como uma grandeza escalar. Desta forma definimos o deslocamento escalar (∆s) como a diferença entre a posição escalar inicial e a posição escalar final do móvel. Matematicamente temos: ∆s =s - s 0 Onde s indica a posição final e s 0 a sua posição inicial na trajetória. Já o deslocamento em um plano não pode ser tratado de forma escalar pois implica em conhecer a direção do deslocamento que já não coincide mais com a direção de uma estrada e o sentido não mais pode ser substituído apenas por um sinal algébrico. Logo, definimos o vetor deslocamento ou simplesmente deslocamento (∆s) como a diferença vetorial Quando queremos localizar um corpo em um plano, utilizamos um sistema de coordenadas cartesianas planas, que é constituído de dois eixos perpendiculares. Assim, para cada posição temos um par de coordenadas capazes de informar com precisão a localização do corpo ou um vetor com a origem no marco zero do sistema cartesiano e a extremidade na posição do corpo – posição vetorial. A posição (s) do móvel A pode ser descrita por um par de coordenadas cartesianas... S A =(6,8) ...ou pelo vetor posição (s) cuja origem coincide com a origem do sistema e possui componentes ortogonais s x e s y com módulos respectivamente iguais a |s x | = 6 m e |s y |8 m. Teremos então, por Pitágoras, |s| = 10 m. Outra notação vetorial relevante utiliza os ⃗ ⃗ ⃗⃗ ⃗⃗ ⃗ ⃗ ⃗ ⃗⃗ ⃗ PRINCIPAL Destacar 6 C IN E M Á T IC A entre os vetores posição inicial e posição final. Matematicamente: ∆s=s- s 0 O deslocamento é um vetor cuja origem coincide com a posição inicial do móvel e sua extremidade coincide com a posição final. Como toda grandeza de natureza vetorial, o ∆s só fica bem descrito se conhecermos, além do módulo (tamanho do vetor), também sua direção e sentido. A VELOCIDADE E A VELOCIDADE MÉDIA O conceito de velocidade está relacionado à rapidez com que um evento pode ocorrer e isto vincula a velocidade ao tempo. A velocidade de translação de um móvel é uma grandeza vetorial que mede a rapidez com que a posição de um móvel varia à medida que o tempo passa. A velocidade pode ser medida em inúmeras unidades diferentes como km/h que é a unidade mais comum em nosso dia a dia e m/s que é a unidade do Sistema Internacional. No entanto, podemos encontrar velocidades medidas em vários outrossistemas de unidades adequados a cada caso. A conversão entre as unidades mais importantes pode ser feita da seguinte forma: ⃗ ⃗ ⃗ Fica claro que, para converter de km/h para m/s basta dividirmos por 3,6 e para a conversão contrária multiplicamos pelo mesmo valor. Como dissemos, os movimentos reais são complexos e sofrem constantes modificações durante um percurso. Assim a velocidade do móvel pode sofrer inúmeras variações que impossibilitariam sua descrição. Por isto se torna útil definir e usar as grandezas velocidade média v m e velocidade escalar média v m . A velocidade média é definida como a razão entre o deslocamento efetuado e o intervalo de tempo necessário para realiza-lo. De forma análoga a velocidade escalar média é definida como a razão entre o deslocamento escalar efetuado e o intervalo de tempo necessário para realizá-lo. ANOTAÇÕES ⃗ ⃗ PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar E X E R C ÍC IO S 7www.biologiatotal.com.br EXERCÍCIOS 4 (EEAR 2017) O avião identificado na figura voa horizontalmente da esquerda para a direita. Um indivíduo no solo observa um ponto vermelho na ponta da hélice. Qual figura melhor representa a trajetória de tal ponto em relação ao observador externo? (ACAFE 2016) As olimpíadas ocorrem de quatro em quatro anos onde esportistas de várias nações são reunidos num país para competirem em diversas modalidades esportivas. Em 2016 ela ocorrerá no Brasil. A natação é uma des modalidades e a competição ocorre em uma piscina de 50 metros de comprimento. Os nadadores disputam no estilo livre, costas, peito, borboleta e medley, em provas de 50 m. 100 m, 200 m, 400m, 800 m e 1.500 m dependendo do estilo. Com base no exposto, analise as afirmações a seguir e marque com V as verdadeiras e com F as falsas. ( ) Ao final de uma prova individual de 100 m livres todos os nadadores terão realizado um deslocamento de 100 m. ( ) Em uma prova de revezamento 4x100 m (quatro nadadores percorrem 100 m) todos os nadadores terão a mesma velocidade média. ( ) Se um nadador realiza a prova de 1.500m com velocidade escalar média de 100m/min significa que sempre manteve e velocidade durante a prova. ( ) Todos os nadadores, em uma prova de 50m livres, realizarão um deslocamento de 50m ( ) Em uma prova de 100 m livres um nadador realizará um deslocamento numericamente diferente do espaço que percorreu. A sequência correta, de cima para baixo, é: V – V – V – F – F F – F – F – V – V F – V – F – V – V V – F – F – V – V (UFPA 2016) Sabe-se que o conceito de movimento em Física é relativo, ou seja, depende de um referencial. Considerando a afirmação, pode-se afirmar que, para uma pessoa sentada numa cadeira de uma Roda Gigante, em movimento, a trajetória de outra pessoa que está sentada diametralmente oposta é: uma reta. uma parábola. um círculo. um segmento de reta. inexistente, porque não há movimento. (UPE 2016) Uma viagem do Nordeste do Brasil até Ruanda, na África, é proposta da seguinte forma: decola-se um helicóptero e, ficando em suspensão no ar em baixa altitude, espera-se a Terra girar para pousar em solo africano. Sobre e proposta, desprezando os efeitos de correntes de ar externas sobre o helicóptero, assinale a alternativa CORRETA. É possível de ser realizada, mas é evitada por causa do longo tempo de viagem, que é de aproximadamente 24 horas. É possível de ser realizada, mas é evitada porque o helicóptero mudaria sua latitude atingindo, na verdade, a Europa. É impossível de ser realizada, uma vez que o helicóptero, ao decolar, possui aproximadamente a mesma velocidade de rotação da Terra, ficando no ar, sempre acima da mesma região no solo. É impossível de ser realizada, por causa do movimento de translação da Terra. É impossível de ser realizada porque violaria a irreversibilidade temporal das equações do movimento de Newton. (UNICAMP 2017) Em 2016 foi batido o recorde de voo ininterrupto mais longo da história. O avião Solar Impulse 2, movido a energia solar, percorreu quase 6.480 km em aproximadamente 5 dias, partindo de Nagoya no Japão até o Havaí nos Estados Unidos da América. A velocidade escalar média desenvolvida pelo avião foi de aproximadamente: 1 2 3 5 a b c d a b c d a b c d e a b c d e 8 E X E R C ÍC IO S 54 km/h 15 km/h 1.296 km/h 198 km/h (ESPCEX 2017) Um trem de 150 m de comprimento se desloca com velocidade escalar constante de 16 m/s Esse trem atrave um túnel e leva 50 s desde a entrada até a saída completa de dentro dele. O comprimento do túnel é de: 500 m 650 m 800 m 950 m 1.100 m TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Utilize as informações abaixo para responder à(s) questão(ões) a seguir. O rompimento da barragem de contenção de uma mineradora em Mariana (MG) acarretou o derramamento de lama contendo resíduos poluentes no rio Doce. Esses resíduos foram gerados na obtenção de um minério composto pelo metal de menor raio atômico do grupo 8 da tabela de classificação periódica. A lama levou 16 dias para atingir o mar, situado a 600 km do local do acidente, deixando um rastro de destruição nesse percurso. Caso alcance o arquipélago de Abrolhos, os recifes de coral de região ficarão ameaçados. (UERJ 2017) Com base nas informações apresentadas no texto, a velocidade média de deslocamento da lama, do local onde ocorreu o rompimento da barragem até atingir o mar, em km/h corresponde a: 1,6 2,1 3,8 4,6 (PUCCAMP 2016) Em agosto deste ano realizou-se na China o campeonato mundial de atletismo, no qual um dos eventos mais aguardados era a prova de 100 m masculino, que acabou sendo vencida pelo jamaicano Usain Bolt, com o tempo de 9,79 s O tempo do segundo colocado, o americano Justin Gatlin, foi de 9,80 s A diferença entre os dois atletas na chegada foi de aproximadamente: 0,1 mm. 1 mm. 1 cm. 10 cm. 1m. (ULBRA 2016) Um objeto faz 3/5 de um percurso em linha reta com uma velocidade de 6 m/s. Sabe-se que o restante do percurso ele o faz com uma velocidade de 12 m/s Qual foi a sua velocidade média durante todo o percurso em m/s? 2,0. 7,5. 8,0. 9,5. 18,0. (PUCRS 2016) Analise o gráfico x(t) abaixo, que representa três partículas, A, B e C, de massas diferentes, que têm suas posições descritas com o transcorrer do tempo. A alternativa que melhor representa a comparação entre os módulos das velocidades médias (V) medidas para as partículas no intervalo entre 0 e t1 é: VA < VB < VC VA > VB> VC VA < VB= VC VA = VB < VC VA = VB = VC (IFSP 2016) Um carro de Fórmula 1 levou 1 minuto e 10 segundos para percorrer os 4.200 m do Autódromo de Interlagos, localizado na cidade de São Paulo. A velocidade média desse carro, em km/h foi de: 60. 216. 100. 120. 300. (IFSP 2016) Maria foi com seu carro de São Paulo a Campinas e marcou o horário de saída de São Paulo, o horário de chegada em Campinas e quantos quilômetros ela percorreu nesse percurso. Com essas informações, ela chegou à conclusão de que fez esse percurso a uma velocidade média de 100 quilômetros por hora. Se ela percorreu exatos 93 quilômetros e saiu de São Paulo às 10 horas e 15 minutos, a 6 a b c d a a b b c c d d e e 7 a b c d 8 9 a b c d e 10 a a b b c c d d e e 11 12 E X E R C ÍC IO S 9www.biologiatotal.com.br alternativa que apresenta o horário que mais se aproxima daquele em que ela chegou a Campinas é: 11 horas e 13 minutos. 11 horas e 11 minutos. 11 horas e 09 minutos. 11 horas e 07 minutos. 11 horas e 05 minutos. (CPS 2016) Em 1977, a NASA enviou para o espaço a sonda Voyager I que, após realizar sua missão primária de passar próximo a alguns planetas do Sistema Solar, segue até hoje espaçoafora. Atualmente, a sonda já se encontra bastante distante da Terra, a cerca de 20.000.000.000 km de distância. Mesmo a esta distância, a Voyager I se comunica com a Terra utilizando ondas eletromagnéticas que constituem a forma mais rápida de transporte de energia. Considerando que a velocidade de propagação da ondas eletromagnéticas no vácuo, em termos de sua ordem de grandeza, é de 1.000.000.000 km/h então, um sinal transmitido pela Voyager I será recebido aqui na Terra, aproximadamente, após: 10 horas. 20 horas. 2 dias. 5 dias. 1 mês. (MACKENZIE 2016) Uma esteira rolante é utilizada para o transporte de pessoas entre dois pisos de um shopping center. A esteira está inclinada de 30,0º em relação à horizontal e o desnível entre os pisos é de 5,00 m. Considerando o tempo de percurso entre os pisos, desde o início do plano inclinado até o seu final, de 10,0 s, a velocidade escalar média da esteira, em km/h será: Dados: 1 sen 30,0 2 ° = 3 cos 30,0 2 ° = 3 tg 30,0 3 ° = 1,20 2,00 2,40 3,60 4,80 (ACAFE 2016) Em um bairro da grande Florianópolis foi realizada uma prova de minimaratona. Os organizadores pensaram em fazer uma prova semelhante ao Ironman, porém, com dimensões reduzidas. O percurso da prova está mostrado no mapa e as medidas são: 800m do percurso da natação, 4.000 m do percurso do ciclismo e 1.500m do percurso da corrida. A prova começou com 1 volta no percurso da natação, em seguida 5 voltas no percurso do ciclismo e, finalmente, 3 voltas no percurso da corrida. (L=largada e C=chegada) Assim, a alternativa correta é: Todos os atletas que participaram da prova tiveram a mesma velocidade escalar média. Na prova de corrida cada atleta realizou um deslocamento de 4.500 metros. Se um atleta realizou a natação em 10 minutos, sua velocidade média foi de, aproximadamente, 1,3 m/s Na prova de ciclismo, o primeiro colocado realizou um espaço percorrido de 20.000 metros e um deslocamento de 0 (zero) metros. (UNESP 2016) Em uma viagem de carro com sua família, um garoto colocou em prática o que havia aprendido nas aulas de física. Quando seu pai ultrapassou um caminhão em um trecho reto da estrada, ele calculou a velocidade do caminhão ultrapado utilizando um cronômetro. 14 16 15 13 a a a b b b c c c d d d e e a b c d e 10 E X E R C ÍC IO S O garoto acionou o cronômetro quando seu pai alinhou a frente do carro com a traseira do caminhão e o desligou no instante em que a ultrapagem terminou, com a traseira do carro alinhada com a frente do caminhão, obtendo 8,5 s para o tempo de ultrapassagem. Em seguida, considerando a informação contida na figura e sabendo que o comprimento do carro era 4m e que a velocidade do carro permaneceu constante e igual a 30 m/s ele calculou a velocidade média do caminhão, durante a ultrapassagem, obtendo corretamente o valor: 24 m/s 21 m/s 22 m/s 26 m/s 28 m/s (IFSP 2016) Um atleta participou de uma corrida em sua cidade com um percurso de 12 quilômetros completando a prova em 40 minutos. A velocidade média desenvolvida pelo atleta foi de: 15 km/h 13 km/h 18 km/h 10 km/h 9 km/h (IFCE 2016) Sobre as definições de movimento e repouso, é incorreto afirmar-se que: o sistema está em movimento em relação ao Sol. se um móvel está em movimento em relação a um sistema de referência, então ele estará em movimento em relação a qualquer outro referencial. se um corpo A está em repouso em relação a outro B, então o corpo B estará também em repouso em relação a A. é possível um corpo A. estar em movimento em relação a dois outros corpos B e C e B estar em repouso em relação a C. é possível que um móvel esteja em movimento em relação a um referencial e em repouso em relação a outro. (UNICAMP 2016) Drones são veículos voadores não tripulados, controlados remotamente e guiados por GPS. Uma de suas potenciais aplicações é reduzir o tempo da prestação de primeiros socorros, levando pequenos equipamentos e instruções ao local do socorro, para que qualquer pessoa administre os primeiros cuidados até a chegada de uma ambulância. Considere um caso em que o drone ambulância se deslocou 9 km em 5 minutos. Nesse caso, o módulo de sua velocidade média é de aproximadamente: 1,4 m/s 30 m/s 45 m/s 140 m/s (UEMG 2016) “A moça imprimia mais e mais velocidade a sua louca e solitária maratona.” EVARISTO, 2014, p. 67. Conceição Evaristo refere-se claramente a uma grandeza física nesse texto: “imprimia mais e mais velocidade.” Trata-se de uma grandeza relacionada não à velocidade, mas à mudança da velocidade, em relação ao tempo. A unidade de grandeza física, no sistema internacional de unidades, é: m. s. m.s -1 m.s -2 (UFPR 2016) Um sistema amplamente utilizado para determinar a velocidade de veículos – muitas vezes, chamado erroneamente de “radar” – possui dois sensores constituídos por laços de fios condutores embutidos no asfalto. Cada um dos laços corresponde a uma bobina. Quando o veículo passa pelo primeiro laço, a indutância da bobina é alterada e é detectada a passagem do veículo por essa bobina. Nesse momento, é acionada a contagem de tempo, que é interrompida quando da passagem do veículo pela segunda bobina. Com base nesse sistema, considere a seguinte situação: em uma determinada via, cuja velocidade limite é 60 km/h a distância entre as bobinas é de 3,0 m. Ao passar um veículo por esse “radar”, foi registrado um intervalo de tempo de passgem entre as duas bobinas de 200 ms. Assinale a alternativa que apresenta a velocidade determinada pelo sistema quando da passagem do veículo. 15 km/h 23,7 km/h 54 km/h 58,2 km/h 66,6 km/h (PUCCAMP 2016) Observando-se atletas quenianos correndo provas como a maratona (42,195 km) fica- se impressionado com a forma natural como estes atletas correm distâncias enormes com velocidade incrível. Um atleta passa pelo km 10 de uma maratona às 8h15min. Às 9h51min esse atleta passa pelo km 39. Nesse trecho o atleta manteve uma velocidade média de, aproximadamente: 2 m/s. 5 m/s. 10 km/h. 17 18 22 20 19 21 a a a a a a b b b b b b c c c c c c c d d d d d d e e e e a b E X E R C ÍC IO S 11www.biologiatotal.com.br 12 m/s. 25 km/h. (UERN 2015) Um garoto que se encontra em uma quadra coberta solta um balão com gás hélio e este passa a se deslocar em movimento retilíneo uniforme com velocidade de 2 m/s . Ao atingir o teto da quadra, o balão estoura e o som do estouro atinge o ouvido do garoto 5,13s após ele o ter soltado. Se o balão foi solto na altura do ouvido do garoto, então a distância percorrida por ele até o instante em que estourou foi de: (Considere a velocidade do som = 340 /s) 8,6 m. 9,1 m. 10,2 m. 11,4 m. (UECE 2015) No Sistema Internacional de Unidades, comprimento, massa e tempo são algumas grandezas fundamentais, e a partir delas são definidas outras, como por exemplo aceleração, área e volume. Suponha que em outro sistema de unidades sejam adotadas como grandezas fundamentais o tempo, a massa e a velocidade. Nesse sistema hipotético, a altura de uma pessoa seria dada em unidades de: tempo x velocidade. massa x tempo. massa x velocidade. tempo x massa x velocidade. (UNESP 2015) João mora em São Paulo e tem um compromisso às 16h em São José dos Campos, distante 90 km de São Paulo. Pretendendo fazer uma viagem tranquila, saiu, no dia do compromisso, de São Paulo às 14h planejando chegar ao local pontualmente no horário marcado. Durante o trajeto, depois de ter percorrido um terço do percurso com velocidade média de 45 km/h, João recebeu uma ligação em seu celular pedindo que ele chegasse meia hora antes do horário combinado. Para chegar ao localdo compromisso no novo horário, desprezando- se o tempo parado para atender a ligação, João deverá desenvolver, no restante do percurso, uma velocidade média, em km/h, no mínimo, igual a: 120. 60. 108. 72. 90. (UFRGS 2015) Em 2014, comemoraram-se os 50 anos do início da operação de trens de alta velocidade no Japão, os chamados trens-bala. Considere que um desses trens desloca-se com uma velocidade constante de 360 km/h sobre trilhos horizontais. Em um trilho paralelo, outro trem desloca-se também com velocidade constante de 360 km/h porém em sentido contrário. Nesse caso, o módulo da velocidade relativa dos trens, em m/s é Igual a: 50. 100. 200. 360. 720. (FGVRJ 2015) Buracos-negros a caminho: pesquisadores descobrem 26 deles em galáxia que vai se chocar com a nossa: ...Andrômeda e a Via-Láctea, separadas por cerca de 2,5 milhões de anos-luz, são consideradas galáxias “irmãs”, que eventualmente vão se tornar “gêmeas siamesas”. Elas estão em rota de colisão e é previsto que, daqui a 4 bilhões de anos, elas vão se chocar, fazer uma espécie de dança gravitacional ao redor uma da outra, e depois se fundir em uma única grande (e ainda mais gigantesca) galáxia espiral. Esta previsão foi feita no ano passado pela Nasa, com base em observações feitas com o telescópio espacial Hubble. www.estadao.com.br/blogs/, 12/06/2013 A partir do texto acima, é possível concluir que a velocidade média de aproximação das duas galáxias é, aproximadamente, igual a: Dado: velocidade da luz = 3 x 10 8 m/s ≅ 1,08 x 10 9 km/h 3 x 10 8 km/h 8 x 10 7 km/h 5 x 10 6 km/h 7 x 10 5 km/h 4 x 10 4 km/h (IFSP 2014) Sete crianças saíram em uma van para visitar as obras de um dos estádios da copa do mundo de 2014, distante 20 km de suas casas. d e e e a a a a b b b b c c c c d d d d 23 26 27 28 24 25 e a b c d 12 E X E R C ÍC IO S Durante a primeira metade do caminho, a van conseguiu desenvolver velocidade máxima da pista e chegar a 90 km/h. Porém, para a infelicidade do grupo, na segunda parte do trajeto, havia muito congestionamento em que levaram 30 minutos. Portanto, podemos concluir que a velocidade média, em km/h, em todo percurso foi de, aproximadamente: 32. 38. 42. 48. 62. (CPS 2014) Algumas cidades têm implantado corredores exclusivos para ônibus a fim de diminuir o tempo das viagens urbanas. Suponha que, antes da existência dos corredores, um ônibus demorasse 2 horas e 30 minutos para percorrer todo o trajeto de sua linha, desenvolvendo uma velocidade média de 6 km/h. Se os corredores conseguirem garantir que a velocidade média de viagem aumente para 20 km/h, o tempo para que um ônibus percorra todo o trajeto de mesma linha será: 30 minutos. 45 minutos. 1 hora. 1 hora e 15 minutos. 1 hora e 30 minutos. (CFTMG 2013) O quadro seguinte mostra a velocidade média de corrida de alguns animais. ANIMAIS VELOCIDADE MÉDIA cavalo 1,24 km/min coelho 55 km/h girafa 833 m/min zebra 18 m/s Disponível em: <http://curiosidades.tripod.com/velocidade.htm>. Acesso em: 11 out. 2012.(Adaptado). Dentre os animais citados, o que possui maior velocidade média é a(o): cavalo. coelho. girafa. zebra. (UPE 2013) Um automóvel vai de P até Q, com velocidade escalar média de 20 m/s e, em seguida, de Q até R, com velocidade escalar média de 10 m/s. A distância entre P e Q vale 1 km, e a distância entre Q e R, 2 km. Qual é a velocidade escalar média em todo o percurso em m/s? 15 12 9 10 20 (ENEM 2013) Antes das lombadas eletrônicas, eram pintadas faixas nas ruas para controle da velocidade dos automóveis. A velocidade era estimada com o uso de binóculos e cronômetros. O policial utilizava a relação entre a distância percorrida e o tempo gasto, para determinar a velocidade de um veículo. Cronometrava-se o tempo que um veículo levava para percorrer a distância entre duas faixas fixas, cuja distância era conhecida. A lombada eletrônica é um sistema muito preciso, porque a tecnologia elimina erros do operador. A distância entre os sensores é de 2 metros, e o tempo é medido por um circuito eletrônico. O tempo mínimo, em segundos, que o motorista deve gastar para passar pela lombada eletrônica, cujo limite é de 40 km/h, sem receber uma multa, é de: 0,05. 11,1. 0,18. 22,2. 0,50. (PUCRJ 2013) Na Astronomia, o Ano-luz é definido como a distância percorrida pela luz no vácuo em um ano. Já o nanômetro, igual a 1,0 10–9 m, é utilizado para medir distâncias entre objetos na Nanotecnologia. Considerando que a velocidade da luz no vácuo é igual a 3,0 108 m/s e que um ano possui 365 dias ou 3,2 107 s, podemos dizer que um Ano-luz em nanômetros é igual a: 9,6 x 1024 9,6 x 1015 9,6 x 1012 9,6 x 106 9,6 x 10–9 29 31 30 32 33 e e e a a a b b b c c c d d d e e a a a b b b c c c d d d E X E R C ÍC IO S 13www.biologiatotal.com.br (PUCRJ 2012) Uma pessoa caminha sobre uma estrada horizontal e retilínea até chegar ao seu destino. A distância percorrida pela pessoa é de 2,5 km, e o tempo total foi de 25 min. Qual o módulo da velocidade da pessoa? 10 m/s 6,0 km/h 10 km/h 6,0 m/s 10 km/min (IFCE 2012) Uma substância, injetada numa veia da região dorsal da mão, vai até o coração, com velocidade escalar média de 20 cm/s e retorna ao seu ponto de partida por via arterial de igual percurso, com velocidade escalar média de 30 cm/s. Logo pode- se concluir corretamente que: a velocidade escalar média no percurso de ida e de volta é de 24 cm/s. o tempo gasto no trajeto de ida é igual ao de volta. a velocidade escalar média do percurso de ida e de volta é de 25 cm/s. a velocidade escalar média do percurso de ida e de volta é de 28 cm/s. o tempo gasto no trajeto de ida é menor que o de volta. (UFSM 2012) Numa corrida de revezamento, dois atletas, por um pequeno intervalo de tempo, andam juntos para a troca do bastão. Nesse intervalo de tempo, I. num referencial fixo na pista, os atletas têm velocidades iguais. II. num referencial fixo em um dos atletas, a velocidade do outro é nula. III. o movimento real e verdadeiro dos atletas é aquele que se refere a um referencial inercial fixo nas estrelas distantes. Está(ão) correta(s) apenas I. apenas II. apenas III. apenas I e II. I, II e III. (IFSC 2012) Hoje sabemos que a Terra gira ao redor do Sol (sistema heliocêntrico), assim como todos os demais planetas do nosso sistema solar. Mas na Antiguidade, o homem acreditava ser o centro do Universo, tanto que considerava a Terra como centro do sistema planetário (sistema geocêntrico). Tal consideração estava baseada nas observações cotidianas, pois as pessoas observavam o Sol girando em torno da Terra. É CORRETO afirmar que o homem da Antiguidade concluiu que o Sol girava em torno da Terra devido ao fato que: considerou o Sol como seu sistema de referência. considerou a Terra como seu sistema de referência. esqueceu de adotar um sistema de referência. considerou a Lua como seu sistema de referência. considerou as estrelas como seu sistema de referência. (UNIMONTES 2011) Dois aviões do grupo de acrobacias (Esquadrilha da Fumaça) são capazes de realizar manobras diversas e deixam para trás um rastro de fumaça. Nessas condições, para que os aviões descrevam duas semirretas paralelas verticais (perpendiculares ao solo, considerado plano), de tal sorte que o desenho fique do mesmo tamanho, os pilotos controlam os aviões para que tenham velocidades constantes e de mesmo módulo. Considerando o mesmo sentido para o movimento dos aviões durante e acrobacia, pode-se afirmar corretamente que: os aviões não se movimentam em relação ao solo. os aviões estão parados, um em relação ao outro. um observador parado em relaçãoao solo está acelerado em relação aos aviões. um avião está acelerado em relação ao outro. (FUVEST 2010) Um avião, com velocidade constante e horizontal, voando em meio a uma tempestade, repentinamente perde altitude, sendo tragado para baixo e permanecendo com aceleração constante vertical de módulo a > g, em relação ao solo, durante um intervalo de tempo ∆t. Pode-se afirmar que, durante esse período, uma bola de futebol que se encontrava solta sobre uma poltrona desocupada: permanecerá sobre a poltrona, sem alteração de sua posição inicial. flutuará no espaço interior do avião, sem aceleração em relação ao mesmo, durante o intervalo de tempo ∆t. será acelerada para cima, em relação ao avião, sem poder se chocar com o teto, independentemente do intervalo de tempo ∆t. será acelerada para cima, em relação ao avião, podendo se chocar com o teto, dependendo do intervalo de tempo ∆t. será pressionada contra a poltrona durante o intervalo de tempo ∆t. (FUVEST 2016) Em janeiro de 2006, a nave espacial New Horizons foi lançada da Terra com destino a Plutão, astro descoberto em 1930. Em julho de 2015, após uma jornada de aproximadamente 9,5 anos e 5 bilhões de km, a nave atinge a distância de 12,5 mil km da superfície de Plutão, a mais próxima do astro, e começa a enviar informações para a Terra, por ondas de rádio. Determine: 34 35 38 39 40 36 37 e e e a a a a b b b b c c c c d d d d e a b c d e a b c d 14 E X E R C ÍC IO S a velocidade média v da nave durante a viagem; o intervalo de tempo ∆t que as informações enviadas pela nave, a 5 bilhões de km da Terra, na menor distância de aproximação entre a nave e Plutão, levaram para chegar em nosso planeta; o ano em que Plutão completará uma volta em torno do Sol, a partir de quando foi descoberto. Note e adote: Velocidade da luz = 3 x 10 8 m/s Velocidade média de Plutão= 4,7 km/s Perímetro da órbita elíptica de Plutão= 35,4 x 10 9 km 1 ano = 3 x 10 7 s (UEM 2016) Para fazer ultrapassagens em estradas de pista simples é necessário trafegar pela contramão. Para uma manobra segura o condutor deve iniciar a ultrapassagem indo para a pista contrária quando a dianteira do seu veículo estiver a uma distância de 10 metros da traseira do veículo da frente e voltar para a pista quando a sua traseira estiver 5 metros à frente da dianteira do outro veículo. Considere um carro de 5 metros de comprimento, viajando a 108 km/h que deseja ultrapassar um caminhão de 30 metros de comprimento trafegando a 72 km/h . Sobre e manobra, assinale o que for correto (Obs.: desconsidere os movimentos laterais do carro). O tempo entre o início e o fim da manobra será de 5 segundos. O carro irá percorrer 180 metros entre o início e o fim da manobra. A distância, em metros, entre a dianteira do carro e a traseira do caminhão, t segundos após o início da manobra, é dada por d(t) = 10 . |1-t|. A distância, em metros, entre a traseira do carro e a dianteira do caminhão, t segundos após o início da manobra, é dada por d(t) = 5 . |10 – 2t| Se quiser ultrapassar o caminhão na metade do tempo que levaria nas condições citadas, o carro precisaria dobrar a sua velocidade. (UFSC 2013) A Figura mostra a vitória tranquila do atleta jamaicano Usain Bolt na final da prova dos 100 m, nas Olimpíadas de Londres, em 2012. Com uma margem de vantagem de 0,12 s para o segundo colocado, Bolt cruzou a linha de chegada superando as expectativas de alguns especialistas. Todavia, a prova dos 100 m é um movimento complexo que envolve diversas fases, desde a largada até a chegada, e nem sempre o vencedor lidera todas as etapas, como de fato ocorreu com Usain Bolt. Na tabela abaixo, são apresentadas algumas informações sobre a prova, lembrando que o tempo de reação é o tempo que se passa entre o tiro de largada e o início do movimento do atleta. Atleta (país) Raia Tempo de prova Posição final Tempo de reação Richard Thompson (TRI) 2 9,98 s 7º 0,160 s Asafa Powell (JAM) 3 11,99 s 8º 0,155 s Tyson Gay (EUA) 4 9,80 s 4º 0,145 s Yoham Blake (JAM) 5 9,75 s 2º 0,179 s Justin Gatlin (EUA) 6 9,79 s 3º 0,178 s Usain BoIt (JAM) 7 9,63 s 1º 0,165 s Ryan Bailey (EUA) 8 9,88 s 5º 0,176 s Churandy Martina (HOL) 9 9,94 s 6º 0,139 s Velocidade do vento: 1,50 m/s no mesmo sentido da velocidade dos atletas Com base nos dados da tabela, assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S). O módulo da velocidade média do atleta Usain Bolt durante a prova é de aproximadamente 10,38 m/s. O módulo da velocidade instantânea máxima do atleta Yoham Blake é maior do que 10,25 m/s. A aceleração constante que o atleta Tyson Gay deveria ter para completar a prova no tempo de 9,80 s é de aproximadamente 2,08 m/s2. 41 42 a b c 16 01 01 02 02 04 04 08 E X E R C ÍC IO S 15www.biologiatotal.com.br 0 No final da prova, o módulo da velocidade instantânea do atleta Ryan Bailey é maior do que o módulo da sua velocidade em relação ao vento. O módulo da velocidade média do atleta Justin Gatlin no período que está efetivamente correndo é de aproximadamente 10,21 m/s. (UEM 2012) Sobre os conceitos de cinemática, assinale o que for correto. Diz-se que um corpo está em movimento, em relação àquele que o vê, quando a posição desse corpo está mudando com o decorrer do tempo. Um corpo não pode estar em movimento em relação a um observador e estar em repouso em relação a outro observador. A distância percorrida por um corpo é obtida multiplicando-se a velocidade do corpo pelo intervalo de tempo gasto no percurso, para um corpo em movimento uniforme. A aceleração média de um corpo é dada pela razão entre a variação da velocidade do corpo e o intervalo de tempo decorrido. O gráfico da velocidade em função do tempo é uma reta paralela ao eixo dos tempos, para um corpo descrevendo um movimento uniforme. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Nesta prova adote os conceitos da Mecânica Newtoniana e as seguintes convenções: O valor da aceleração da gravidade: g = 10 m/s2. O valor π = 3. A resistência do ar pode ser desconsiderada. (UFPB 2011) Um ciclista, ao chegar a um cruzamento com uma rua de mão dupla, observa, aproximando- se dele, um carro a 40 m de distância à sua direita e outro a 30 m de distância à sua esquerda. O ciclista espera, em segurança e em repouso, que os dois carros passem por ele. O carro que vem da direita leva 4 segundos para passar, enquanto o carro que vem da esquerda leva 6 segundos. Com base nesses dados, identifique as afirmativas corretas: ( ) No referencial do ciclista, o carro da direita aproxima-se com uma velocidade média, em módulo, de 10 m/s. ( ) No referencial do ciclista, o carro da esquerda aproxima-se com uma velocidade média, em módulo, de 5 m/s. ( ) No referencial do carro da direita, o carro da esquerda aproxima-se com uma velocidade média, em módulo, de 15 m/s. ( ) No referencial do carro da esquerda, o ciclista encontra-se em repouso. ( ) No referencial do ciclista, o tempo medido, para que o carro da direita passe por ele, é o mesmo que o tempo medido, no referencial do carro da direita, para que o ciclista passe pelo carro da direita. 16 08 43 44 16 01 02 04 08 ANOTAÇÕES 16 C IN E M Á T IC A 1: [B] Se pensarmos em um ponto na hélice com o avião parado, teremos um movimento circular; agora imaginando que o avião começa a se movimentar da esquerda para a direita, um observador no solo, irá ver o ponto se deslocar para a direita e ao mesmo tempo dele realizando um movimento helicoidal, representado pela letra [B]. 2: [B] [F] O deslocamento é zero, pois os nadadores saem do ponto de partida e chegam ao mesmo ponto, logo não há deslocamento, mas todos percorrem 100 m. [V] Como para cada equipe de quatro nadadores é tomada a distância total e o tempo gastopor todos, a velocidade média é de cada equipe separadamente. [F] Significa que a velocidade instantânea do nadador oscilou entre a média, podendo se maior que a média e menor também. [V] Como a piscina tem um comprimento de 50 m a largada está em ponto diferente da chegada, sendo o deslocamento o tamanho da piscina. [V] Neste caso, chegada e partida estão em um mesmo ponto, portanto o deslocamento é nulo e a distância percorrida por todos é de 100m. 3: [C] A distância entre as duas pessoas é constante e igual ao diâmetro da Roda Gigante. Portanto, uma realiza em relação a outra movimento circular uniforme de raio 30 m. 4: [C] O fato do helicóptero ficar em suspensão, significa que ele, em relação à Terra, permanece na mesma posição, ou seja, tem a mesma velocidade de rotação do planeta, não tendo avanços em seu deslocamento. Sendo assim, seria impossível realizar este tipo de transporte desta maneira. Única alternativa correta corresponde à letra [C]. 5: [A] m m S 6.480 v v 54 km h t 5 24 ΔΔ 6: [B] Situação 1: Trem iniciando a estrada ao túnel. Situação 2: Trem finalizando a travessia do túnel. O deslocamento total do trem durante a travessia foi tal que: S PP' L 150 (1) Como a velocidade do trem é constante, então: S v S v t (2) t Substituindo-se a equação (1) na equação (2), tem-se que: L 150 v t L v t 150 (3) Substituindo-se os valores dos parâmetros conhecidos na equação (3), tem-se que: L v t 150 16 50 150 800 150 650 m 7: [A] m m S 600 v 1,56 v 1,6km/h. t 24 16 ΔΔ 8: [D] Utilizando as informações dadas no enunciado, podemos calcular as velocidades médias dos dois corredores, sendo elas: 1 1 2 2 S 100 v 10,21m s t 9,79 S 100 v 10,20 m s t 9,80 ΔΔΔΔ Desta forma, a velocidade relativa entre os corredores pode ser calculada. R 1 2 R v v v 10,21 10,20 v 0,01m s Assim, a distância entre os atletas ( x)Δ é dada pela multiplicação da velocidade relativa pelo tempo que o competidor que chega primeiro (Usain Bolt) chega a linha de chegada. Assim, R 1x v t x 0,01 9,79 x 10 cm ΔΔΔ 9: [B] A velocidade média mv , em módulo, de um móvel que realiza um movimento retilíneo com trechos em velocidades diferentes é calculada através da razão entre a distância total percorrida d e o tempo gasto em percorrê-la t. Para tanto, devemos obter a distância total percorrida, somando-se os trechos respectivos e o tempo total gasto: Trecho 1: GABARITO DJOW INTRODUÇÃO À CINEMÁTICA = = = 1: 2: 3: 4: 5: 6: 9: 8: 7: RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2F20FL7 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2Ecovmj RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2F422ZU RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EdDD2B RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EaTMpu RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EbRvKH RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EbWA5J RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EapK5h [C] C IN E M Á T IC A 17www.biologiatotal.com.br 1 3 d d 5 1 1 1 1 1 3 d d 3d5t t t s v 6 30 Trecho 2: 1 2 d d 5 2 2 2 2 2 2 d d d5t t t s v 12 30 Trecho completo: 3d 2d distância total d 5 5 m m m d d d v v v 7,5 m / s 3d d 4dt 30 30 30 10: [E] Da definição de velocidade média, temos: 0 m m 0 S SS V V t t t ΔΔ Podemos ver pela equação que o que importa é a posição final e a posição inicial, não importando o percurso. Pelo gráfico, vemos que todos partem da origem e todos chegam ao mesmo local no mesmo tempo, logo, a velocidade média deles serão todas iguais. Atenção: Não confunda velocidade média com velocidade instantânea. 11: [B] Dados: t 1min e 10s 70s; S 4200m.Δ Δ m m S 4200 v 60m/s v 216 km/h. t 70 ΔΔ 12: [B] Dados: mS 93km; v 100km/hΔ m S 93 t h 0,93h 0,93 60min 55,8min t 56min. v 100 ΔΔ Δ Horário de chegada: t 10h e 15min 56 min 11h e 11min. 13: [B] 10 9 d 2 10 t t 20h. v 10 Δ Δ 14: [D] Com o auxílio da trigonometria, descobrimos a distância da rampa inclinada d: 5 m 5 m d d 10 m 1sen 30 2 Sendo assim, tendo o tempo gasto e a distância, calculamos a velocidade média: m m m d 10 m 3,6 km h v v v 3,6 km h t 10 s 1m s 15: [D] Análise das alternativas falsas: [A] Falsa. Para que a afirmativa fosse verdadeira era necessário que cada competidor chegasse com o mesmo tempo, o que, venhamos é praticamente impossível. Mas o interessante é que a velocidade média dos participantes é a mesma, ou seja, zero. A diferença é que a velocidade escalar média é a razão entre a distância percorrida e o tempo em percorrê-la e a velocidade média é vetorial, isto é, é a razão entre o deslocamento e o tempo, mas como cada participante larga e chega ao mesmo ponto, suas velocidades médias são nulas porque não se deslocam. [B] Falsa. O espaço percorrido é de 4.500m, mas o deslocamento é nulo. [C] Falsa. A velocidade média é nula, como visto no item a), porém a velocidade escalar média essa sim é de 1,3 m / s. 16: [D] Dados: A A Bv 30 m/s; t 8s; L 4m; L 30m.Δ Em relação ao caminhão, a velocidade do carro rel(v ) e o deslocamento relativo durante a ultrapassagem rel( S ),Δ são: rel A C rel C rel rel C rel A C rel C C v v v v 30 v . S 34 v 30 v S L L 30 4 S 34m. t 8,5 v 30 4 v 26m/s. ΔΔ Δ Δ 17: [C] Dados: 40 2S 12km; t 40min h h. 60 3 Δ Δ m m S 12 v v 18 km/h. 2t 3 ΔΔ 18: [B] Um móvel pode estar em movimento em relação a um referencial e em repouso em relação a outro. 19: [B] Observação: rigorosamente, o enunciado deveria especificar tratar-se do módulo da velocidade escalar média. m m Dados : S 9 km 9.000 m; t 5 min 300 s. S 9.000 v v 30 m/s. t 300 Δ ΔΔΔ 20: [D] A unidade da grandeza aceleração no Sistema Internacional de unidades é dado pela razão entre as unidades de velocidade e tempo, isto é: 10: 11: 15: 16: 17: 18: 19: 20: 12: 13: 14: RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2Edblp5 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EdIctT = 8,5 s; 18 C IN E M Á T IC A 2 2 metro 1 m [a] m s segundo segundo s 21: [C] Dados: 60 v 60km/h m/s; t 200ms 0,2s; S 3m. 3,6 Δ Δ S 3 v 15 m/s v 54 km/h. t 0,2 ΔΔ 22: [B] Dados: 0 0 S 10 km S 39 km t 8h 15 min 8,25 h t 9h 51min 9,85 h 0 0 m m m m S S S S 29 km t t t t 1,6 h S 29 V V V 18,125 km / h V 5,0m / s t 1,6 Δ ΔΔ ΔΔΔ 23: [C] Analisaremos esta questão dividindo o movimento em dois momentos diferentes, sendo o 1º a subida do balão e o 2º sendo o movimento do som até o ouvido do garoto. Utilizando os dados do enunciado e considerando a distância do ponto soltura (ou do ouvido do garoto) sendo h, podemos encontrar os tempos gastos em cada um dos movimentos em função de h. Desta forma: 1 1 1 2 2 2 S h t v 2 S h t v 340 ΔΔ ΔΔ Sabendo que o tempo total do movimento (dado no enunciado) é de 5,13 s temos que: t 1 2t t t h h 5,13 2 340 5,13 340 170 h h 340 340 5,13 340 h 171 h 10,2 m Δ Δ Δ 24: [A] No novo sistema de unidades proposto, tem-se: Tempo T Massa M L Velocidade T A altura de uma pessoa é uma medida de comprimento, dado em unidade de comprimento [L]. Logo, Altura tempo velocidade L Altura T T Altura L 25: [D] D 90 km Percurso total 3 t 1 e 30 min 1,5 h h 2 Δ 1 1 1 1 1 1 1 90 d D 30 km d 30 2 Pr imeiro trecho t t h.3 3 v 45 3 v 45 km/h Δ Δ 2 1 2 2 2 22 1 2 2 d D d 90 30 d 60 km d 60 Segundo trecho v 3 2 5 5tt t t t h 62 3 6 v 72 km/h. ΔΔ Δ Δ Δ 26: [C] Em movimentos de sentidos opostos, o módulo da velocidade relativa é igual a soma dos módulos das velocidades. rel 1 2 r 720 | v | | v | | v | 360 360 720 km/h m/s 3,6 | v | 200 m/s. 27: [D] Lembrando que 1 ano luz corresponde à distância percorrida pela luz em 1 ano, no vácuo, temos: 5 12 13 km ano - luz 3 10 365 24 3.600 s 9,46 10 km s 1 ano - luz 10 km. A distância (d) entre as duas galáxias é 2,5 milhões de anos- luz. Então: 6 13 19 19 9 9 13 13 5 d 2,5 10 10 km d 2,5 10 km. d 2,5 10 v tt 4 10 anos 4 10 365 24 3,5 10 h. 3,5 10 v 7 10 km/h. ΔΔ 28: [A] Dados: 1 1 2 2S 10km; v 90km / h; S 10km; t 30min.Δ Δ Δ Calculemos o tempo do primeiro trecho e o tempo total: 1 1 1 2 S 10 1 t h v 90 9 1 1 2 9 11 t t h. 9 2 18 181 t 30min h 2 ΔΔ Δ ΔΔ Calculando a velocidade média: 1 2m m S S 20 360 v v 32,72 km/h. 11t 11 18 Δ ΔΔ 29: [B] Dados 21: 25: 27: 28: 29: 26: 22: 23: 23: C IN E M Á T IC A 19www.biologiatotal.com.br 1 2 1v 6km / h; v 20km / h; t 2h e 30min 150min.Δ O espaço percorrido é o mesmo nos dois casos. 1 2 1 1 2 2 2 2 2 900 S S v t v t 6 150 20 t t 20 t 45 min. Δ Δ Δ Δ Δ Δ Δ 30: [A] Expressando todas as velocidades no SI, conclui-se que o cavalo é o animal mais rápido, conforme destaque na tabela. ANIMAIS VELOCIDADE MÉDIA VELOCIDADE MÉDIA (m/s) cavalo 1,24 km/min 20,7 coelho 55 km/h 15,2 girafa 833 m/min 13,9 zebra 18 m/s 18,0 31: [B] Como sabemos: m S V t ΔΔ De P a Q 1 1 1000 20 t 50s t ΔΔ De Q a R 2 2 2000 10 t 200s t ΔΔ De P a R m 3000 V 12 m/s 250 32: [C] d 2 7,2 t t 0,18 s. 40v 40 3,6 Δ Δ 33: [A] 8 15 24 7 S S V 3x10 S 9,6x10 m 9,6x10 m t 3,2x10 Δ Δ ΔΔ 34: [B] S 2,5 V 0,1km / min 6,0km / h t 25 ΔΔ 35: [A] Seja d a distância percorrida pela substância da região dorsal da mão até o coração, e t1 e t2 os tempos de ida e volta, respectivamente. A velocidade escalar média é: m 2 1 1 21 2 1 2 1 2 1 2 1 2 m 1 2 m 2 d 2 d 2 dd d v d d d v d v d v vt t v v v v v v 2 v v 2 20 30 1200 v v v 20 30 50 v 24 cm / s. Δ Δ 36: [D] I. Correta. II. Correta. III. Incorreta. Todo movimento (ou repouso) é real e verdadeiro, dependendo apenas do referencial adotado. Não existe um referencial preferencial. 37: [B] Num referencial nas estrelas fixas (inercial), a Terra gira em torno do Sol. Porém, tomando como referencial a Terra, podemos dizer, corretamente, que o Sol gira em torno da Terra. 38: [B] Como, em relação ao solo, suas velocidades são iguais, um avião está em repouso em relação ao outro. 39: [D] Enquanto o avião voa horizontalmente, a bola permanece em repouso sobre a poltrona, recebendo dela uma força normal de intensidade igual ao seu peso (N = P). Se o avião apenas caísse em queda livre, com a = g, a bola permaneceria sobre a poltrona, porém a normal se anularia (N = 0 estado de imponderabilidade). No caso, a > g. Como a bola só está sujeita ao próprio peso, ela cai com abola = g, não acompanhando a poltrona. Ou seja, em relação à poltrona, é como se a bola fosse lançada para cima, com ay = a – g. Aliás, essa é mais uma função do cinto de segurança: impedir que os corpos flutuem ou mesmo que “sejam lançados” contra o teto do avião. 40:a)Dados: 7 7 8 121 ano 3 10 s; t 9,5anos 9,5 3 10 2,85 10 s; S 5 10 m.Δ Δ 12 4 8 S 5 10 v v 1,75 10 m/s. t 2,85 10 ΔΔ b) Dado: 8c 3 10 m/s. 12 4 8 S 5 10 t m/s t 1,7 10 s. c 3 10 ΔΔ Δ c) Teremos: 9 9 9 9 7 Velocidade média: v 4,7 km/s Plutão Perímetro da órbita: d 35,4 10 km Período da órbita: T d 7,5 10 7,5 10 T 7,53 10 s 251 anos. v 4,7 3 10 Como esse planeta foi descoberto em 1930, ele completará uma volta em torno do Sol no ano t: t 1930 251 t 2181. 41: 01 + 04 = 05. [01] Verdadeiro Antes da ultrapassagem: Depois da ultrapassagem: 30: 37: 38: 39: 40: 41: 31: 32: 33: 34: 35: 36: 20 C IN E M Á T IC A A velocidade relativa entre eles é: V 108 72 V 144 km h V 10 m s S S 50 V t t t 5 s t V 10 Δ ΔΔ Δ ΔΔ [02] Falso. Como mostrado na figura do item acima, o carro percorrerá 50 metros. [04] Verdadeiro d(t) 10 1 t d(t) 10 1 5 d(t) 10 4 d(t) 10 4 d(t) 40 m [08] Falso. Substituindo os valores acima (com t = 5 s), irá encontrar uma distância igual a zero, que é falso. [16] Falso. Se dobramos a velocidade do carro, o tempo não será a metade (perceba, estamos falando da velocidade relativa entre os dois carros, você não pode dobrar a velocidade relativa, o que acarretaria em um erro). V 216 72 V 144 km h V 40 m s S S 50 V t t t 1,25 s t V 40 Δ ΔΔ Δ ΔΔ 42: 01 + 02 + 04 + 08 = 15. [01] Correta. m m S 100 v v 10,38 m / s. t 9,63 ΔΔ [02] Correta. m m S 100 v v 10,25 m / s. t 9,75 ΔΔ Se a velocidade média é igual a 10,25 m/s, e ele partiu do repouso, então a velocidade máxima instantânea deve ser maior que 10,25 m/s. [04] Correta. 2 2 2 2 2 S1 2 100 S a t a a a 2,08 m / s . 2 t 9,8 ΔΔ [08] Correta. Sendo vA a velocidade do atleta e vV a velocidade do vento, a velocidade do atleta relativa ao vento é: A/V A V A A/V V A A/V v v v v v v v v . [16] Incorreta. Descontando o tempo de reação para o atleta Justin Gatlin e calculando sua velocidade média: m m t 9,79 0,178 9,612 s. S 100 v v 10,4 m / s. t 9,612 Δ ΔΔ 43: 01 + 04 + 08 + 16 = 29. 01) Correta. É o próprio conceito de movimento para um dado referencial. 02) Incorreta. Duas pessoas viajando, sentadas lado a lado no banco de um ônibus, estão em repouso uma em relação à outra, e ambas em movimento em relação ao solo. 04) Correta. Conforme expressão da distância percorrida para o movimento uniforme: D v tΔ . 08) Correta. Embora a banca examinadora não tenha sido explícita, a expressão é válida tanto para a aceleração vetorial γ como para a aceleração escalar a . v v e a . t t Δ Δγ Δ Δ 16) Correta. Se a velocidade é constante, temos o gráfico de uma função constante, que é uma reta paralela ao eixo das abscissas. 44: V V V F V O ciclista esperando está no referencial Terra. Velocidade média do carro à direita 40 V 10m / s 4 Velocidade média do carro à esquerda 30 V 5m / s 6 Referencial carro à direita. Ciclista V 10m / s para a esquerda. Carro da esquerda V 15m / s para a direita. Referencial carro à esquerda. Ciclista V 10m / s para a direita. Carro da direita V 15m / s para a esquerda. (V) No referencial do ciclista, o carro da direita aproxima-se com uma velocidade média, em módulo, de 10 m/s. (V) No referencial do ciclista, o carro da esquerda aproxima- se com uma velocidade média, em módulo, de 5 m/s. (V) No referencial do carro da direita, o carro da esquerda aproxima-se com uma velocidade média, em módulo, de 15 m/s. (F) No referencial do carro da esquerda, o ciclista encontra- se em repouso. (V) No referencial do ciclista, o tempo medido, para que o carro da direita passe por ele, é o mesmo que o tempo medido, no referencial do carro da direita, para que o ciclista passe pelo carro da direita. 42: 43: 44: C IN E MÁ T IC A 21www.biologiatotal.com.br VETORES Lembre-se de que toda grandeza vetorial é uma grandeza orientada – que é especificada tanto por um módulo quanto por uma orientação (direção e sentido). Vetores podem ser representados por setas, em que o comprimento da seta representa o módulo e a ponta indica o sentido. Vetores que se somam são denominados componentes vetoriais. A soma desses vetores componentes vetoriais é o vetor resultante. Módulo - O módulo (valor numérico ou intensidade) de um vetor é sempre um número real e positivo. Na representação gráfica, o comprimento do vetor corresponde ao módulo da grandeza que ele representa. Direção - A reta suporte de um vetor determina a sua direção Sentido - A orientação do segmento (ponta de seta) indica o sentido do vetor. Observação: os vetores também podem ser representados tanto pela seta em cima da letra como pela letra em negrito. DECOMPOSIÇÃO DE VETORES Considere a figura a seguir. Para decompor o vetor v, são traçadas duas componentes, v x na direção x, e v y na direção y. Para calcular seus valores, associamos com a trigonometria. Considerando que a figura formada é um triângulo retângulo, calcula-se o valor de v x (em módulo) utilizando as noções de hipotenusa e cateto adjacente relacionando ao cosseno de alfa (α). Módulo, direção e sentido de um vetor simbolizado por a.→ → →→→ → → GRANDEZAS ESCALARES E VETORIAIS Existem algumas grandezas na física, como o tempo e a temperatura que não precisam ser indicadas pela direção e pelo sentido. Por exemplo, quando falamos que é 10 horas, não temos a necessidade de dizer se é 10 horas para baixo, para cima, para a esquerda ou para a direita. O mesmo acontece com a temperatura. Isso significa, que as grandezas tempo e temperatura são grandezas escalares. Uma grandeza escalar é representada apenas pelo seu valor numérico e pela unidade que ela representa. Por exemplo, indicamos 10 horas como 10 h; 35 graus Celsius como 35°C, 32 litros como 32 L. Diferentemente de uma grandeza escalar, uma grandeza vetorial é definida também pela sua direção e sentido. Ao afirmar que a velocidade de um carro é 12 m/s, sentiríamos falta de indicar para onde o carro está indo, certo? É 12 m/s para onde? Leste? Oeste? Sul? Norte? A velocidade, assim como a aceleração e a força são grandezas vetoriais. Elas precisam do sentido e da direção. A direção de uma grandeza vetorial é o eixo no qual o objeto está. A direção pode ser horizontal, vertical ou transversal. O sentido de uma grandeza vetorial representa o lado para o qual o corpo está apontando, por exemplo, direito, esquerdo, para cima, para baixo, etc. Perceba que duas grandezas vetoriais podem ter a mesma direção, mas não o mesmo sentido: ambas podem estar na horizontal, mas uma pode apontar para a esquerda e outra para a direita. PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar 22 C IN E M Á T IC A OPERAÇÕES COM VETORES É muito simples somar vetores que possuem direções paralelas: se eles possuem o mesmo sentido, eles se somam; se possuem sentidos opostos, eles se subtraem. A soma de dois ou mais vetores é chamada de resultante. Adição de Vetores Ligam-se os vetores pela origem de um com a extremidade do outro (os dois vetores vermelhos da figura). Considere o quadrado amarelo da figura com comprimento de 1 cm. Cada vetor vermelho possui, em módulo, 2 cm. Somando-se os dois, obtemos um vetor resultante (em verde) de módulo 4 cm. Vetor Resultante Vetor Resultante Subtração de Vetores Observe na figura que o vetor 1 possui módulo 2 cm e o vetor 2, possui módulo 1 cm. A diferença entre eles é o sentido: ambos possuem sentidos opostos. Dessa forma a operação que ocorre é a subtração. Logo, vetor 1 – vetor 2 = vetor resultante, de módulo 1 cm. Regra do paralelogramo O par de vetores formando um ângulo reto um com o outro constitui os dois lados de uma retângulo cuja diagonal é a resultante do par. Para obter a resultante de dois vetores que não possuam sentidos iguais ou opostos, E isolando v x , temos: O mesmo acontece para encontrar o valor de v y , porém, como v y corresponde ao cateto oposto, utiliza-se o seno: Logo: Exemplo de vetores e seus componentes 1. Ernie Brown, empurrando um cortador de grama, aplica uma força que empurra a máquina para frente e também contra o solo. Na Figura, F representa a força aplicada por Ernie. Podemos decompor esta força em dois componentes. O vetor V representa o componente vertical que aponta para baixo, enquanto H é o componente lateral, a força que move para frente o cortador de grama. Se conhecemos o valor, a direção e o sentido do vetor F, podemos estimar o valor dos componentes a partir do diagrama vetorial. PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar C IN E M Á T IC A 23www.biologiatotal.com.br Quando se adiciona dois vetores de igual comprimento, formando um ângulo reto entre si, eles formarão um quadrado. A diagonal deste quadrado é a resultante de módulo igual a √2 vezes o comprimento de cada lado. usamos a regra do paralelogramo. Construa um paralelogramo no qual os dois vetores são lados adjacentes – a diagonal dele representa a resultante. Na Figura 2.8, os paralelogramos são retângulos. No caso especial de dois vetores que são iguais em módulo, mas perpendiculares um ao outro, o paralelogramo é um quadrado (Figura 2.9). Uma vez que, para qualquer quadrado, o comprimento da diagonal é igual a √2 ou 1,41 vezes o comprimento de um dos lados, o comprimento da resultante será √2 vezes o de um dos vetores. Por exemplo, a resultante de dois vetores de módulos iguais a 100, e que são mutuamente perpendiculares, tem módulo igual a 141. Regra do Polígono Esta regra vale para quando você quiser somar 3 ou mais vetores. Os vetores devem ser traçados de modo que a extremidade de um coincida com a origem do vetor seguinte: V 1 → V 2 → V 3 → V 4 → V → → → → → → V = V 1 + V 2 + V 3 + V 4 ANOTAÇÕES 24 E X E R C ÍC IO S Das grandezas físicas a seguir, separe em dois grupos, um grupo para as escalares e outro para as vetoriais. velocidade aceleração trabalho corrente elétrica temperatura massa força quantidade de movimento Uma grandeza física escalar fica corretamente definida quando dela nós conhecemos: valor numérico e sentido. Direção e sentido. valor, desvio e sentido. valor numérico e unidade. desvio, direção, sentido. Quando a grandeza física é vetorial para que ela fique completamente definida devemos conhecer dela: valor (Intensidade), módulo e unidade. valor (Intensidade), desvio, unidade e direção. desvio padrão, unidade e sentido. desvio padrão e módulo. valor (Intensidade), unidade, direção e sentido. Analisando as cinco grandezas físicas seguintes: TEMPERATURA, MASSA, FORÇA, DESLOCAMENTO e TRABALHO. Dentre elas, terá caráter vetorial: força e deslocamento. massa e força. temperatura e massa. deslocamento e trabalho. temperatura e trabalho (UNESP) No ensino médio, as grandezas físicas costumam ser classificadas em duas categorias. Na primeira categoria, estão as grandezas definidas apenas por um número e uma unidade de medida; as grandezas da segunda categoria requerem, além disso, o conhecimento de sua direção e de seu sentido. Como são denominadas as duas categorias, na sequência apresentada? Copie a tabela seguinte em seu caderno de respostas e preencha corretamente as lacunas, indicando uma grandeza física da área de mecânica e outra da área de eletricidade, para cada uma dessas categorias. Área 1ª categoria 2ª categoria Mecânica Eletricidade Os vetores abaixo representam uma mesma grandeza vetorial. Classifique como F (falsa) ou V (verdadeira) cada afirmação. A = B ( ) A = B ( ) A = C ( ) A = C ( ) A = -C ( ) A = -C ( ) Analisando os vetores da grade quadricula a seguir podemos afirmar que alguns delespossuem o mesmo módulo. Quais vetores acima possuem o mesmo modulo? (FATEC) Dados os vetores A, B e C, representados na figura em que cada quadrícula apresenta lado correspondente a uma unidade de medida, é correto afirmar que a resultante dos vetores tem módulo: EXERCÍCIOS 1 6 7 8 2 3 4 5 a a a a a a e e e e e b b b b b b f f c c c c c g d d d d d h → → → → → → → → → E X E R C ÍC IO S 25www.biologiatotal.com.br Pode-se afirmar que o módulo da força resultante sobre o corpo, em N, e a direção e o sentido do movimento são, respectivamente: 1, paralela ao eixo y e para cima. 2, paralela ao eixo y e para baixo. 2,5, formando 45º com x e para cima. 4, formando 60º com x e para cima. 4, paralela ao eixo y e para cima. (Unifesp – Adaptada) Na figura, são dados os vetores a, b e c. Sendo u a unidade de medida do módulo desses vetores, qual o valor aproximado do módulo do vetor soma? (UNESP) A figura mostra, em escala, duas forças a e b, atuando num ponto material P. Reproduza a figura, juntamente com o quadriculado em sua folha de respostas. Represente na figura reproduzida a força R, resultante das forças a e b, e determine o valor de seu módulo em newtons. Represente também, na mesma figura, o vetor C, de tal modo que a+b+c=0 (Inatel) João caminha 3 m para Oeste e depois 6 m para o Sul. Em seguida, ele caminha 11 m para Leste. Em relação ao ponto de partida, podemos afirmar que João está aproximadamente: 1 2 3 4 6 (UFC) Na figura, onde o reticulado forma quadrados de lados L = 0,5 cm, estão desenhados 10 vetores, contidos no plano xy. O módulo da soma de todos esses vetores é, em centímetros: 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 (UNESP – Adaptada) Um corpo em repouso é submetido à ação de três forças coplanares, como ilustrado na figura. Esse corpo passa a se locomover em movimento retilíneo acelerado no plano. ] 9 10 11a a a a b b b b c c c d d d e e e 12 13 → → → → → → → → → →→ → → 26 E X E R C ÍC IO S Duas forças de intensidades F 1 e F 2 têm resultante de intensidade igual a 21 N, quando aplicadas no mesmo sentido e, 3 N, quando aplicadas em sentidos opostos. Sendo F 1 >F 2 ,determine essas intensidades. Em cada um dos casos abaixo, trace a força resultante e calcule sua intensidade. F 1 = 16 N, F 2 = 14 N; F 1 F 2 F 1 = 20 N, F 2 = 10 N; F 1 F 2 Dois vetores força A e B têm módulos respectivamente iguais a 7N e 21N. Dentre as alternativas a seguir a única que apresenta um possível resultado para a soma destes vetores, em N, será: 3 N 7N 25 N 35 37 Em cada um dos casos abaixo, trace a força resultante e calcule sua intensidade. F 1 = 20 N, F 2 = 10 N; F 1 = 30 N, F 2 = 20 N; cos45° = 0,71 cos110° = –1/3 F 1 F 2 F 1 F 2 (Unitau - Adaptada) Um trenó é puxado por uma criança por meio de uma corda, que forma um ângulo de 45° com a linha do chão. Se a criança aplicar uma força de 60,0N ao longo da corda,indique a alternativa que contém afirmações corretas: (considere √2≅1,4) As componentes horizontal e vertical da força aplicada pela criança são iguais e valem 30 N. As componentes são iguais e valem 42,3 N. A força vertical é muito maior que a componente horizontal. A componente horizontal da força vale 42,3 N e a componente vertical vale 30,0 N. A componente vertical é 42,3 N e a componente horizontal vale 30,0 N. a 10 m para Sudeste a 10 m para Sudoeste a 14 m para Sudeste a 14 m para Sudoeste a 20 m para Sudoeste (UEL) Considere a figura abaixo: Dadas as forças F 1 , F 2 e F 3 o módulo de sua resultante, em N, é: 30 40 50 70 80 Considere dois vetores, A e B, sendo A = 3 u e B = 4 u. Trace o vetor resultante desses vetores e determine o seu módulo, quando o ângulo formado entre eles for: α = 0°; α = 90°; α = 180°. Dados: cos0°=1,0; cos60°=0,5; cos90°=0; cos120°=-0,5; cos180°=-1,0. Duas forças de mesma intensidade (F) agem num mesmo corpo. Trace a resultante dessas forças e calcule seu módulo (use os dados da questão anterior), considerando que o ângulo formado entre elas seja: α = 0°; α = 60°; α = 90°; α = 120°; α = 180°. (Mack) Um corpo, que está sob a ação de 3 forças coplanares de mesmo módulo, está em equilíbrio. Assinale a alternativa na qual esta situação é possível. a b c d e 14 16 17 18 19 20 21 22 15 a a a a a a a b b b b b b b c c c c c d d d d e e e e → → → → → → → E X E R C ÍC IO S 27www.biologiatotal.com.br (UNESP - Adaptado) Um bloco de peso 6N está suspenso por um fio, que se junta a dois outros num ponto P, como mostra a figura I. Dois estudantes, tentando representar as forças que atuam em P e que o mantêm em equilíbrio, fizeram os seguintes diagramas vetoriais, usando a escala indicada na figura II a seguir. Algum dos diagramas está correto? Justifique sua resposta. (Mack) O resultante das três forças, de módulos F 1 = F, F 2 = 2F e F 3 = √3F, indicadas na figura a seguir, é zero. Os ângulos α, β e γ valem respectivamente: 150°; 150° e 70°. 135°; 135° e 90°. 90°; 165° e 135°. 90°; 150° e 120°. 120°; 120° e 120°. Os vetores abaixo representam uma mesma grandeza vetorial. A figura abaixo mostra um sistema de forças coplanares agindo sobre um bloco. Caracterize a resultante dessas forças. O bloco da figura encontra-se em repouso, portanto a força resultante sobre ele é nula. Determine as intensidades F 1 e F 2 das forças mostradas. Os sistemas de forças dados são coplanares. Descreva a resultante das forças, módulo, direção (com o eixo x) e sentido: Os sistemas de forças dados são coplanares. Descreva a resultante das forças, módulo, direção (com o eixo x) e sentido: 23 27 28 29 24 25 26 a a b b c d e 28 E X E R C ÍC IO S (UFC) Analisando a disposição dos vetores BA, EA , CB, CD e DE , conforme figura abaixo, assinale a alternativa que contém a relação vetorial correta. CB + CD + DE = BA + EA BA + EA + CB = DE + CD EA - DE + CB = BA + CD EA - CB + DE = BA - CD BA - DE - CB = EA + CD (UFMS - Adaptada) Dois vetores não-nulos estão contidos em um mesmo plano; um tem módulo A, enquanto o outro tem módulo B. É correto afirmar que: o módulo da soma dos dois vetores será igual a (A + B), se eles tiverem o mesmo sentido. o módulo da diferença dos dois vetores será necessariamente igual a (A - B), se eles tiverem sentidos contrários. os módulos da soma e da diferença serão iguais se os vetores forem perpendiculares. se os vetores resultantes da soma e da diferença dos dois vetores forem perpendiculares, então A = B. (FC Chagas) Qual é a relação entre os vetores M, N, P e R representados na figura? M+N+P+R=O P+M=R+N P+R=M+N P-R=M-N P+R+N=M Classifique como F (falsa) ou V (verdadeira) cada afirmação. A=B ( ) A=B ( ) A=C ( ) A= C ( ) A=-C ( ) A=-C ( ) E=2D ( ) E= 2D ( ) F=2D ( ) F=-2D ( ) F=-2D ( ) E=2B ( ) Um corpo está sujeito à ação de três forças apresentadas a seguir em função dos versores, que são os vetores unitários de referência. Determine a resultante destas forças, também em função dos versores. F1=5i+3j-7K F1=9i+5j+10K F1=-3i+7j+7K Represente graficamente o vetor resultante da diferença entre os vetores A e B, ou seja, R=A-B. Determine também o seu módulo. (UNIFESP) Na figura, são dados os vetores a, b e c . Sendo u a unidade de medida do módulo desses vetores, pode-se afirmar que o vetor: d= a - b + c tem módulo: 2u, e sua orientação é vertical, para cima. 2u, e sua orientação é vertical, para baixo. 4u, e sua orientação é horizontal, para a direita. √2 u, e sua orientação forma 45° com a horizontal, no sentido horário. √2 u, e sua orientação forma 45° com a horizontal, no sentido anti-horário. 01 02 04 08 30 31 33 32 a a b b c c d d e e a bc d e a b c d e f g h i j k l 34 35 → → → → → → → → → → → → → → → → → → → → → → → →→ → → → → → → → → → → → → → → → → → → → → → → →^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ^ ANOTAÇÕES C IN E M Á T IC A 29www.biologiatotal.com.br GABARITO DJOW VETORES E SUAS DEFINIÇÕES 1- Escalares: c–– – d – e – f. Vetoriais: a – b – g – h. 2- D 3- E 4- A 5- a) 1ª categoria: grandezas escalares; 2ª categoria: grandezas vetoriais. b) Área 1ª categoria 2ª categoria Mecânica Massa Força Eletricidade Carga elétrica Campo elétrico 6- V – V – F – V – V – F 7- A = B = E = F 8- A 9- E 10- E 11- 2√5 u, ou 4,47 u 12- a) R = 3 N. b) O vetor C será horizontal e para a esquerda com 3 N de módulo. 13- A 14- C 15- a) 7u; b) 5u; c) 1u 16- a) 2F; b) F√3; c) F√2; d) F; e) 0 17- B 18- 12 N e 9 N 19- a) 26 N; b) 10 √3 N. 20- C 21- a) 28 N; b) 30 N 22- B 23- R = 10 N; tgΘ = 4/3 (com a horizontal); 4º Quadrante. 24- F1 = 6 N; F2 = 8 N. 25- R = 25 N; tgΘ = 0,75; 4º Q 26- R = 13 N; tgΘ = 2,4; 1º Q 27- a) não b) como o corpo está em equilíbrio a resultante de forças deve ser nula. 28- D 29- V – V – F – V – V – F V – V – F – V – F - V 30- F R = 11i +15 j +10 k 31- R = √5 u 32- B 33- D 34- V – F – V – F 35- C → ^ ^ ^ RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2DPKb7z RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2DPF6vY RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EE1XMg RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2DOFYAO RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2ExfOUl RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EzwUB5 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EDiIan RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2DOtut1 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2DQavOX RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EACkvK C IN E M Á T IC A 29www.biologiatotal.com.br posição onde ele se encontrava no início mais o quanto ele se deslocou. Veja: S = S 0 + V . t Por se tratar de uma função do 1º grau do tipo y= B + A ∙ x, seu gráfico (s x t) é uma reta inclinada que tem a velocidade v como coeficiente angular e a posição inicial s 0 como coeficiente linear. Um M.U. pode ser descrito de várias formas, onde as mais usuais são as tabelas, gráficos e funções horárias. O modelo idealizado no qual o móvel mantém sua velocidade instantânea constante e não nula é denominado de Movimento Uniforme. A velocidade constante e diferente de zero implica em aceleração nula. Desta forma o móvel percorre deslocamentos iguais em tempos iguais. A função que descreve o movimento uniforme é chamada de função horária das posições do MU. S = S 0 + V . t Onde s é a posição (espaço) do móvel no instante t; s 0 é a posição inicial do móvel, e v é a velocidade constante do móvel. Se ‘traduzirmos’ a função horária das posições em palavras veremos que a posição que o móvel se encontra no instante t nada mais é do que a ⃗ ⃗ ⃗ ⃗ ⃗ ⃗ MOVIMENTO UNIFORME Posição no instante t Posição inicial Quanto o móvel se deslocou ANOTAÇÕES PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar 30 E X E R C ÍC IO S QUESTÃO RESOLVIDA NA AULA EXERCÍCIOS 4 1 2 3 Tabela A tabela fornece, em vários instantes, a posição s de um automóvel em relação ao km zero da estrada em que se movimenta. t (h) 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 s(km) 50 80 110 140 170 200 A função horária que nos fornece a posição do automóvel, com as unidades fornecidas, é: Função horária Um móvel obedece à equação horária s = 40 – 8t, em unidades do S.I. Determine: O espaço inicial e a velocidade escalar do móvel. Se o movimento é progressivo ou retrógrado. O espaço do móvel no instante t = 6s. O instante em que o móvel passa pela origem. O instante em que s = – 16m. Faça um esboço de um gráfico para o movimento. Encontro de móveis Dois móveis A e B percorrem a mesma trajetória e seus espaços são medidos a partir de uma origem comum. Suas funções horárias, para s em metros e t em segundos são S A =10+2t e S B =40-4t, determine: o instante do encontro. a posição do encontro. Encontro de móveis com dimensões não desprezíveis, ultrapassagens e travessias Dois trens, A e B, de 300 m de comprimento percorrem trajetórias paralelas e no mesmo sentido, com velocidades respectivamente iguais a 20m/s e 10m/s, quanto tempo durará a ultrapassagem de A sobre B? a a b b c d e f E X E R C ÍC IO S 31www.biologiatotal.com.br 10 3 anos. 104 anos. (UDESC 2016) Um automóvel de passeio, em uma reta longa de uma rodovia, viaja em velocidade constante de 100 km/h e à sua frente, à distância de 1,00km está um caminhão que viaja em velocidade constante de 80 km/h O automóvel tem de comprimento 4,50 m e o caminhão 30,0 m. A distância percorrida pelo carro até ultrapassar completamente o caminhão é, aproximadamente, igual a: 517m 20,7 km 515 m 5,15 km 5,17 km (UTFPR 2016) Uma navio de pesquisa equipado com SONAR está mapeando o fundo do oceano. Em determinado local, a onda ultrassonora é emitida e os detectores recebem o eco 0,6s depois. Sabendo que o som se propaga na água do mar com velocidade aproximada de 1.500 m/s, assinale qual é a profundidade, em metros, do local considerado. 450. 380. 620. 280. 662. (UNISINOS 2016) Por decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em 2015 celebra-se o Ano Internacional da Luz, em reconhecimento à importância das tecnologias associadas à luz na promoção do desenvolvimento sustentável e na busca de soluções para os desafios globais nos campos da energia, educação, agricultura e saúde. Considere a velocidade da luz no vácuo igual a 3,0 x 108 m/s. Para percorrer a distância entre a Terra e a Lua, que é de 3,9 x 105 km o tempo que a luz leva, em segundos, é de, aproximadamente: 0,0013 0,77 1,3 11,7 770. (PUCPR 2015) Nas regiões sul e nordeste do litoral da Inglaterra, existem construções em concreto em forma de refletores acústicos que foram utilizadas (IFBA 2017) Dois veículos A e B trafegam numa rodovia plana e horizontal, obedecendo as seguintes equações horárias cujas unidades estão expressas no Sistema Internacional de medidas (S.I.): X A =200,0 + 10,0t e X B = 1.000,0-30,0t Ao analisar estes movimentos, pode-se afirmar que a velocidade relativa de afastamento dos veículos, em km/h vale: 20,0 40,0 80,0 100,0 144,0 (UFPR 2017) A utilização de receptores GPS é cada vez mais frequente em veículos. O princípio de funcionamento desse instrumento é baseado no intervalo de tempo de propagação de sinais, por meio de ondas eletromagnéticas, desde os satélites até os receptores GPS. Considerando a velocidade de propagação da onda eletromagnética como sendo de 300.000 km/s e que, em determinado instante, um dos satélites encontra-se a 30.000 km de distância do receptor, qual é o tempo de propagação da onda eletromagnética emitida por esse satélite GPS até o receptor? 10 s. 1s. 0,1 s. 0,01 s. 1 ms. (UFJF 2017) Recentemente foi divulgado pela revista norte-americana Nature a descoberta de um planeta potencialmente habitável (ou com capacidade de abrigar vida) na órbita de Próxima Centauri, a estrela mais próxima do nosso sistema solar. Chamado de Próxima-b, o nosso vizinho está a “apenas” 4,0 anos- luz de distância e é considerada a menor distância entre a Terra e um exoplaneta. Considerando que a sonda espacial Helios B (desenvolvida para estudar os processos solares e que atinge uma velocidade máxima recorde de aproximadamente 250.000km/h) fosse enviada a esse exoplaneta, numa tentativa de encontrar vida, qual a ordem de grandeza, em anos, dessa viagem? Considere que o movimento da sonda é retilíneo uniforme, que 1ano-luz=1 x 1013 km e que 1 ano terrestre tenha exatos 365 dias. Fonte: adaptado de http://www.newsjs.com – redação olhardigital.uol.com.br. Acesso em 01/09/2016. 100 anos. 101 anos. 102 anos. 6 e ee e e 7 3 a b c d 4 a a a a b b b b c c c c d d d d 5 1 a b c d e 2 32 E X E R C ÍC IO S 8 9 10 11 durante as décadas de 1920 e 1930 para a detecção de aeronaves inimigas. O som produzido pelas aeronaves é refletido pela superfície parabólica e concentrado no ponto de foco, onde um vigia ou um microfone captava o som. Com o desenvolvimento de aeronaves mais rápidas e de sistemas de radares, os refletores tornaram-se obsoletos. Suponha que um vigia posicionado no centro de um refletor comece a escutar repentinamente o ruído de um avião inimigo que se aproxima em missão de ataque. O avião voa a uma velocidade constante de 540 km/h numa trajetória reta coincidente com o eixo da superfície parabólica do refletor. Se o som emitido pelo motor do avião demora 30,0 s para chegar ao refletor, a que distância o avião se encontra do refletor no instante em que o vigia escuta o som? Considere que a velocidade do som no ar é de 340 m/s. 10,2 km 4,50 km 14,7 km 5,70 km 6,00 km (PUCRJ 2015) Uma lebre e uma tartaruga decidem apostar uma corrida de 32 m .Exatamente às 12h, é dada a largada. A lebre dispara na frente, com velocidade constante de 5,0 m/s A tartaruga “corre’’ com velocidade constante de 4,0 m/min sem parar até o fim do percurso. A lebre, percebendo quão lenta se movia a tartaruga, decide descansar após percorrer metade da distância total, e então adormece por 7 min 55s Quando acorda, sai correndo com a mesma velocidade inicial, para tentar ganhar a corrida. O fim da história é conhecido. Qual é a vantagem de tempo da tartaruga sobre a lebre, na chegada, em segundos? 1,4 1,8 3,2 5,0 6,4 (ACAFE 2014) Filas de trânsito são comuns nas grandes cidades, e duas de suas consequências são: o aumento no tempo da viagem e a irritação dos motoristas. Imagine que você está em uma pista dupla e enfrenta uma fila. Pensa em mudar para a fila da pista ao lado, pois percebe que, em determinado trecho, a velocidade da fila ao lado é 3 carros/min. enquanto que a velocidade da sua fila é 2 carros /min. Considere o comprimento de cada automóvel igual a 3 m. Assinale a alternativa correta que mostra o tempo, em min, necessário para que um automóvel da fila ao lado que está a 15m atrás do seu possa alcançá-lo. 2 3 5 4 (IBMECRJ 2013) Um motorista viaja da cidade A para a cidade B em um automóvel a 40 km/h. Certo momento, ele visualiza no espelho retrovisor um caminhão se aproximando, com velocidade relativa ao carro dele de 10 km/h, sendo a velocidade do caminhão em relação a um referencial inercial parado é de 50 km/h. Nesse mesmo instante há uma bobina de aço rolando na estrada e o motorista percebe estar se aproximando da peça com a mesma velocidade que o caminhão situado à sua traseira se aproxima de seu carro. Com base nessas informações, responda: a velocidade a um referencial inercial parado e a direção da bobina de aço é: 10 km/h com sentido de A para B 90 km/h com sentido de B para A 40 km/h com sentido de A para B 50 km/h com sentido de B para A 30 km/h com sentido de A para B (UNICAMP 2012) O transporte fluvial de cargas é pouco explorado no Brasil, considerando-se nosso vasto conjunto de rios navegáveis. Uma embarcação navega a uma velocidade de 26 nós, medida em relação à água do rio (use 1 nó = 0,5 m/s). A correnteza do rio, por sua vez, tem velocidade aproximadamente constante de 5,0 m/s em relação às margens. Qual é o tempo aproximado de viagem entre duas cidades separadas por uma extensão de 40 km de rio, se o barco navega rio acima, ou seja, contra a correnteza? 2 horas e 13 minutos. 1 hora e 23 minutos. 51 minutos. 37 minutos. e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d E X E R C ÍC IO S 33www.biologiatotal.com.br 17 18 (ENEM 2012) Em apresentações musicais realizadas em espaços onde o público fica longe do palco, é necessária a instalação de alto-falantes adicionais a grandes distâncias, além daqueles localizados no palco. Como a velocidade com que o som se propaga no ar ( v som = 3,4 x 102 m/s) ) é muito menor do que a velocidade com que o sinal elétrico se propaga nos cabos ( v sinal = 2,6 x 108 m/s ), é necessário atrasar o sinal elétrico de modo que este chegue pelo cabo ao alto-falante no mesmo instante em que o som vindo do palco chega pelo ar. Para tentar contornar esse problema, um técnico de som pensou em simplesmente instalar um cabo elétrico com comprimento suficiente para o sinal elétrico chegar ao mesmo tempo que o som, em um alto-falante que está a uma distância de 680 metros do palco. A solução é inviável, pois seria necessário um cabo elétrico de comprimento mais próximo de: 1,1 x 103 km. 8,9 x 104 km. 1,3 x 105 km. 5,2 x 105 km. 6,0 x 1013 km. (IFSP 2012) Em um trecho retilíneo de estrada, dois veículos, A e B, mantêm velocidades constantes V A = 14 m/s e V B = 54 km/h. Sobre os movimentos desses veículos, pode-se afirmar que: ambos apresentam a mesma velocidade escalar. mantidas essas velocidades, A não conseguirá ultrapassar B. A está mais rápido do que B. a cada segundo que passa, A fica dois metros mais distante de B. depois de 40 s A terá ultrapassado B. (IFSUL 2011) Se um corpo se desloca em movimento uniforme, é correto afirmar-se que ele, com certeza: tem vetor aceleração nulo. encontra-se em MRU. percorre distâncias iguais em intervalos de tempos iguais. possui velocidade vetorial constante. (EPCAR) 2011) Dois automóveis A e B encontram- se estacionados paralelamente ao marco zero de uma estrada. Em um dado instante, o automóvel A parte, movimentando-se com velocidade escalar constante V A = 80 km/h. Depois de certo intervalo de tempo, Δt, o automóvel B parte no encalço de A com velocidade escalar constante V B = 100 km/h. Após 2 h de viagem, o motorista de A verifica que B se encontra 10 km atrás e conclui que o intervalo , Δt, em que o motorista B ainda permaneceu estacionado, em horas, é igual a: 0,25 0,50 1,00 4,00 (PUCRJ 2010) O tempo entre observarmos um raio e escutarmos o som emitido por ele pode ser utilizado para determinar a distância entre o observador e a posição onde “caiu” o raio. Se levarmos 3 s para escutar o relâmpago é correto afirmar que o raio caiu a: (Considere a velocidade do som no ar como 340 m/s) 340 m. 680 m. 1.020 m. 1.360 m. 1.700 m. (UERJ 2010) Dois automóveis, M e N, inicialmente a 50 km de distância um do outro, deslocam-se com velocidades constantes na mesma direção e em sentidos opostos. O valor da velocidade de M, em relação a um ponto fixo da estrada, é igual a 60 km/h. Após 30 minutos, os automóveis cruzam uma mesma linha da estrada. Em relação a um ponto fixo da estrada, a velocidade de N tem o seguinte valor, em quilômetros por hora: 40 50 60 70 (FUVEST 2010) Astrônomos observaram que a nossa galáxia, a Via Láctea, está a 2,5×106 anos-luz de Andrômeda, a galáxia mais próxima da nossa. Com base nessa informação, estudantes em uma sala de aula afirmaram o seguinte: I. A distância entre a Via Láctea e Andrômeda é de 2,5 milhões de km. II. A distância entre a Via Láctea e Andrômeda é maior que 2×1019 km. III. A luz proveniente de Andrômeda leva 2,5 milhões de anos para chegar à Via Láctea. Está correto apenas o que se afirma em: Dado: 1 ano tem aproximadamente 3×107 s. I. II. 12 14 13 16 15 e e a a b b c c d d a b c d a b c d e a b c d a b c d a b 34 E X E R C ÍC IO S 22 20 19 21 23 24 III. I e III. II e III. (UDESC 2010) Dois caminhões deslocam-se com velocidade uniforme, em sentidos contrários, numa rodovia de mão dupla. A velocidade do primeiro caminhão e a do segundo, em relação à rodovia, são iguais a 40 km/h e 50 km/h,respectivamente. Um caroneiro, no primeiro caminhão, verificou que o segundo caminhão levou apenas 1,0 s para passar por ele. O comprimento do segundo caminhão e a velocidade dele em relação ao caroneiro mencionado são, respectivamente, iguais a: 25 m e 90 km/h 2,8 m e 10 km/h 4,0 m e 25 m/s 28 m e 10 m/s 14 m e 50 km/h (UERJ 2010) Um foguete persegue um avião, ambos com velocidades constantes e mesma direção. Enquanto o foguete percorre 4,0 km, o avião percorre apenas 1,0 km. Admita que, em um instante t1, a distância entre eles é de 4,0 km e que, no instante t2, o foguete alcança o avião. No intervalo de tempo t 2 – t 1 , a distância percorrida pelo foguete, em quilômetros, corresponde aproximadamente a: 4,7 5,3 6,2 8,6 (FUVEST 2009) Marta e Pedro combinaram encontrar- se em certo ponto de uma autoestrada plana, para seguirem viagem juntos. Marta, ao passar pelo marco zero da estrada, constatou que, mantendo uma velocidade média de 80 km/h, chegaria na hora certa ao ponto de encontro combinado. No entanto, quando ela já estava no marco do quilômetro 10, ficou sabendo que Pedro tinha se atrasado e, só então, estava passando pelo marco zero, pretendendo continuar sua viagem a uma velocidade média de 100 km/h. Mantendo essas velocidades, seria previsível que os dois amigos se encontrassem próximos a um marco da estrada com indicação de: km 20 km 30 km 40 km 50 km 60 (PUCRJ 2009) Uma família viaja de carro com velocidade constante de 100 km/h, durante 2 h. Após parar em um posto de gasolina por 30 min, continua sua viagem por mais 1h 30 min com velocidade constante de 80 km/h. A velocidade média do carro durante toda a viagem foi de: 80 km/h. 100 km/h. 120 km/h. 140 km/h. 150 km/h. (ENEM 2008) O gráfico a seguir modela a distância percorrida, em km, por uma pessoa em certo período de tempo. A escala de tempo a ser adotada para o eixo das abscissas depende da maneira como essa pessoa se desloca. Qual é a opção que apresenta a melhor associação entre meio ou forma de locomoção e unidade de tempo, quando são percorridos 10 km? carroça - semana carro - dia caminhada - hora bicicleta - minuto avião - segundo (CFTSC 2008) Dois corredores partem simultaneamente de um mesmo ponto e percorrem a mesma rua, no mesmo sentido, com velocidades constantes de 4,2 m/s e 5,4 m/s, respectivamente. A distância entre os dois corredores será de 60 metros após: 30 s. 10 min. 50 s. 40 min. 1 h. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Consulte os dados a seguir, para resolver as questões, quando for necessário. aceleração da gravidade= 10 m/s2 densidade do aço= 7,3 g/cm3 densidade do mercúrio= 13,6 g/cm3 e c d e a b c d a b c d e a b c d e a b c d e a b c d e a b c d E X E R C ÍC IO S 35www.biologiatotal.com.br 29 30 (CFTMG 2008) Duas esferas A e B movem-se ao longo de uma linha reta, com velocidades constantes e iguais a 4 cm/s e 2 cm/s. A figura mostra suas posições num dado instante. A posição, em cm, em que A alcança B é: 4. 8. 11. 12. (CFTMG 2006) As figuras a seguir representam as posições sucessivas, em intervalos de tempo iguais, e fixos, dos objetos I, II, III e IV em movimento. O objeto que descreveu um movimento retilíneo uniforme foi: I II III IV (UFSC 2015) Dois amigos, Tiago e João, resolvem iniciar a prática de exercícios físicos a fim de melhorar o condicionamento. Tiago escolhe uma caminhada, sempre com velocidade escalar constante de 0,875 m/s, 300 m na direção norte e, em seguida, 400m na direção leste. João prefere uma leve corrida, 800m na direção oeste e, em seguida, 600m na direção sul, realizando o percurso com velocidade média de módulo 1,25 m/s Eles partem simultaneamente do mesmo ponto. De acordo com o exposto acima, é CORRETO afirmar que: o módulo da velocidade média de Tiago é 0,625 m/s. Tiago e João realizam seus percursos em tempos diferentes. o deslocamento de Tiago é de 700m. a velocidade escalar média de João é de 1,75 m/s. o módulo do deslocamento de João em relação a Tiago é 1500m a velocidade de João em relação a Tiago é de 0,625 m/s. (UFPR 2013) Em uma caminhada por um parque, uma pessoa, após percorrer 1 km a partir de um ponto inicial de uma pista e mantendo uma velocidade constante de 5 km/h, cruza com outra pessoa que segue em sentido contrário e com velocidade constante de 4 km/h. A pista forma um trajeto fechado com percurso total de 3 km. Calcule quanto tempo levará para as duas pessoas se encontrarem na próxima vez. (UEM 2011) Aves migratórias que vivem nas regiões da tundra e da taiga deslocam-se do hemisfério Norte para o hemisfério Sul durante o inverno, que é um período de escassez alimentar. Nesse contexto, assinale o que for correto. As aves migratórias pertencem à classe Aves, e a equação d = vt (d é a distância percorrida, v é a velocidade e t é o tempo gasto para percorrer a distância d) pode ser aplicada ao movimento dessas aves durante o processo de migração, desde que consideremos que elas façam a migração com velocidade constante e em linha reta. As aves não mantêm suas velocidades constantes durante a migração, pois a perfazem em movimento variado. Todas as aves que possuem uma estrutura óssea chamada quilha ou carena exercem movimentos migratórios, através do voo. O deslocamento das aves migratórias de uma área de parada A para outra área de parada B pode ser representado por um vetor, desde que sejam especificados seu módulo, direção e sentido. Se as aves migratórias estão voando a uma velocidade de 90 km/h, e o vento sopra no sentido contrário ao deslocamento dessas aves a 60 km/h, a velocidade relativa entre as aves e o vento é 20 km/h. (UERJ 2011) Uma partícula se afasta de um ponto de referência O, a partir de uma posição inicial A, no instante t = 0 s, deslocando-se em movimento retilíneo e uniforme, sempre no mesmo sentido. A distância da partícula em relação ao ponto O, no instante t = 3,0 s, é igual a 28,0 m e, no instante t = 8,0 s, é igual a 58,0 m. Determine a distância, em metros, da posição inicial A em relação ao ponto de referência O. 26 27 2825 a b c d a b c d 16 32 01 02 04 08 16 01 02 04 08 36 C IN E M Á T IC A GABARITO DJOW MOVIMENTO UNIFORME 1: [E] Atenção ao enunciado: unidades estão expressas no Sistema Internacional de medidas (S.I.). A equação horária é: 0 0x x V t= + Logo, sabemos que: A A B B 0 0 0 0 V 10 m s V 36 km h V 30 m s V 108 km h = ⇒ = = − ⇒ = − O sinal negativo em B indica que ele está indo em direção oposta ao móvel A. Logo: A Brelativa 0 0 relativa relativa V V V V 36 108 V 144 km h = + = + = 2: [C] A velocidade média é dada pela razão entre a distância percorrida e o tempo gasto em percorrê-la. Portanto, substituindo os dados fornecidos: 3: [E] Para o Movimento Retilíneo Uniforme, o tempo é a razão entre a distância e a velocidade: d t v = Substituindo os dados e transformando as unidades para resultar em anos: Para a ordem de grandeza, consideramos o resultado em notação científica: 4t 18.264,8 anos 1,8 10 anos= ≅ ⋅ Portanto, a ordem de grandeza é: 4t 10 anos.= 4: [E] Para descobrirmos o tempo gasto, utilizaremos toda a distância que o carro deverá percorrer, que é a distancia da pista (1 km) mais a distância do caminhão (30 m) mais a distância do carro (4,5 m) Como o carro viaja a 100 km/h e o caminhão a 80 km/h para um observador dentro do carro, é como o caminhão estivesse parado e o carro a 20 km/h. 4 al d t v = = 131 10 km⋅ ⋅ 1 al km 250.000 h 24 h ⋅ 1 dia 365 dias ⋅ 13 9 4 10 anos t 18.264,8 anos 2,19 10 1ano ⋅ = ∴ = ⋅ QUESTÃO RESOLVIDA NA AULA 1: v=80-50/2 v=30Km/2h=15km/h S=So +vt S=50+15t S=50+15.6 S= 140km 2: a) So= 40m v= -8m/s b) Retrógrado c) S= 40-8.6 S= -8md) 0=40-8t 8t=40 t=5s e) -16=40-8t t=56/8 = 7s f) Resolução na aula. 3: a) Sa=Sb 10+2t=40-4t 6t=30 t=5s b) Sa= 10+25 Sa=20m Sb=40-4t Sb= 40-4.5 Sb=20m 4)Sa=0+20t Sb=600+10t Sa=Sb 20t=600+10t 10t=600 t=60s RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FEm7WH RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FEcsj6 C IN E M Á T IC A 37www.biologiatotal.com.br 5: [A] Como a onda de ultrassom do sonar retorna após 0,6 s significa que somente para descer ao fundo do mar ela demora a metade deste tempo. Logo, do movimento uniforme: 6: [C] O tempo para a luz percorrer a distância entre a Terra e a Lua é: 7: [D] A distância em que o avião se encontra do refletor no instante em que o vigia escuta o seu som é dado pelo tempo que a onda sonora chega a ele descontando a distância percorrida pelo avião no mesmo tempo que a onda leva para chegar ao seu destino. Distância percorrida pelo som (d s ) até o observador no momento inicial t = 0s . d s = v s . t (1) Onde: v s = velocidade do som no ar (340 m/s) e t = tempo para a onda sonora chegar ao observador. E a distância que o avião percorre enquanto a onda sonora se desloca até o observador é dada por equação semelhante: d a = v a . t (2) Onde: d a = distância percorrida pelo avião no tempo t, v a = velocidade do avião (m/s) Sendo, a km 1h 1000m m v 540 150 h 3600s 1km s = ⋅ ⋅ = Fazendo a diferença das equações (1) e (2) temos a distância do observador d o ao avião no momento em que ele escuta o som. o s a o d (v v ) t m d (150 340) 30s 5700m 5,7km. s = − ⋅ = − ⋅ = = 8: [A] Calculando os tempos totais para cada competidor, em segundos, temos: Para a tartaruga: Para a lebre: Logo, a diferença de tempo total pró-tartaruga é de: 9: [C] Interpretemos “alcançar” como sendo a frente do carro de trás chegar à traseira do meu carro. 3 5 8 10 m 3,9 10 km d 1km t t t 1,3 s v 3,0 10 m / s ⋅ ⋅ = ⇒ = ∴ = ⋅ T 32 m 60 s t 8 min 480 s 4 m / min 1min = = × = L 2 16 m 60 s t 7 min 55 s 6,4 s 420 s 55 s 481,4 s 5 m / s 1min ⋅ = + × + = + + = T Lt t 481,4 480 1,4 s− = − = A velocidade do carro ao lado (v 1 ) e a do meu carro (v 2 ) são: Usando velocidade relativa: 10: [E] Admitindo que a bobina role para a direita, podemos escrever: 11:[B] Dados: v A = 5 m/s; v B = 26 nós; 1 nó = 0,5 m/s; d = 40 km. O módulo da velocidade do barco é: Se o barco navega rio acima, a velocidade resultante tem módulo igual à diferença dos módulos: Aplicando a definição de velocidade escalar: 12: [D] O tempo deve ser o mesmo para o som e para o sinal elétrico. 13: [B] Dados: V A = 14 m/s; V B = 54 km/h = 15 m/s. Como a velocidade de A é menor que a de B, A não conseguirá ultrapassar B. 14: [C] Para o movimento uniforme, a distância percorrida (d) é diretamente proporcional ao tempo de movimento (Δt): d = v Δt. 15: [B] Dados: v A = 80 km/h; v B = 100 km/h; D = 10 km; t A = 2 h. Como ambos são movimentos uniformes, considerando a origem no ponto de partida, temos: Após 2 h (t A = 2 h) a distância entre os dois automóveis é 10 km, estando B atrás. Então: Mas: ( ) ( ) 1 1 2 2 3 3 mcarros m v 3 v 9 min min min 2 3 mcarros m v 2 v 6 min min min = = ⇒ = = = ⇒ = 50 40 40 V V 30km / h.− = − → = RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2ELGaBA Bv 26 0,5 13 m / s.= × = ( )B Av v v 13 5 v 8 m / s 8 3,6 km / h v 28,8 km / h. = − = − ⇒ = = ⇒ = A A A A A B B B B B S v t S 80t S v t S 100t = ⇒ = = ⇒ = ( )A B A B B B B S S 10 80t 100 t 10 80 2 100 t 10 150 100 t t 1,5 h. − = ⇒ − = ⇒ − = ⇒ = ⇒ = RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EJ6ZGx RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EIkOVr RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EJadtD RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2ELDYdf RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EKbIrx RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EJTtCu 38 C IN E M Á T IC A 16: [C] O tempo que a luz leva para atingir nossos olhos é desprezível, comparado ao tempo que o som leva para atingir nossos ouvidos. Então: D = v som Δt ⇒ t = 340 (3) D = 1.020 m. 17: [A] Seja P o ponto de encontro desses dois automóveis, como indicado na figura. Do instante mostrado até o encontro, que ocorreu no ponto P, passaram-se 30 min ou 0,5 h, a distância percorrida pelo automóvel M é: D M = v M Δt = 60 (0,5) = 30 km. Nesse mesmo intervalo de tempo, o automóvel N percorreu, então: D N = 50 – 20 = 30 km. Assim: v N = ND 20 t 0,5 = ∆ v N = 40 km/h. 18: [E] I. Errada. É desnecessário efetuar cálculos, pois 1 ano-luz é a distância que a luz percorre em 1 ano, no vácuo. Em todo caso, iremos usá-los nos itens seguintes: d = v t ⇒ d = (3 x 105 km/s) (2,5 x 106 anos x 3 x 107 s/ano) ⇒ 2,25 x 1019 km. II. Correta. Veja os cálculos efetuados no item anterior. III. Correta. 19: [A] Como os caminhões deslocam-se em sentidos opostos, o módulo da velocidade relativa entre eles é a soma das velocidades. v rel = 50 + 40 = 90 km/h = 25 m/s. Essa é a velocidade com que o caroneiro vê o segundo caminhão passar por ele. O comprimento desse caminhão é: L = v rel Δt = 25(1) ⇒ L = 25 m. 20: [B] A velocidade do foguete (v f ) é 4 vezes a velocidade do avião (v a ) ⇒ v f = 4 v a Equacionando os dois movimentos uniformes, com origem no ponto onde está o foguete no instante t1: S f = v f t ⇒ S f = 4 v a t e S a = 4 + v a t. Igualando as funções horárias para instante de alcance (t2): S f = S a ⇒ 4 v a t 2 = 4 + v a t 2 ⇒ 3 v a t 2 = 4 ⇒ t 2 = a 4 3v . Substituindo: S f = 4 v a a 4 3v ⇒ S f = 16 km = 5,3 km 3 . 21: [D] Resolução Marta → S = 10 + 80.t Pedro → S = 0 + 100.t O encontro ocorrerá no instante → 100.t = 10 + 80.t → 100.t – 80.t = 10 → 20.t = 10 t = 1020 = 0,5 h A posição será S = 100.t = 100.0,5 = 50 km 22: [A] Resolução Primeiro momento v = ΔS/Δt → ΔS = v.Δt = 100.2 = 200 km Segundo momento v = 0 → ΔS = 0 Terceiro momento v = ΔS/Δt → ΔS = v.Δt = 80.1,5 = 120 km Para todo o percursoΔS = 200 + 0 + 120 = 320 kmΔt = 2 + 0,5 + 1,5 = 4 h Velocidade média v = ΔS/Δt = 3204 = 80 km/h 23: [C] Uma carroça pode se locomover como uma pessoa andando, 3 km/h ou 4 km/h. Neste caso 10 km são percorridos em menos de 4 horas e não em uma semana. Um carro pode se locomover a 60 km/h ou mais. A 60 km/h a distância de 10 km é realizada em 10 minutos e não em um dia. Uma caminhada a 4 km/h precisa de 2 horas e meia para 10 km. E desta forma o diagrama é compatível com esta situação. Para uma bicicleta realizar 10 km em 2,5 minutos sua velocidade deveria ser de 4 km/min = 240 km/h. Fórmula 1 tudo bem, bicicleta não. 10 km em 2,5 segundos corresponde a 4 km/s = 14400 km/h. Um avião comercial viaja próximo de 1000 km/h. C IN E M Á T IC A 39www.biologiatotal.com.br 24: [C] Resolução Corredor 1 → S1 = 4,2.t Corredor 2 → S2 = 5,4.t Condição S2 – S1 = 60 → 5,4.t – 4,2.t = 60 → 1,2.t = 60 → t = 60/1,2 = 50 s 25: [C] 26: [C] 27: 01 + 08 + 16 = 25. [01] (Verdadeira) O tempo gasto por Tiago foi d 700m t 800s mv 0,875 s = = = Mas como a velocidade média indica o deslocamento do móvel com o tempo Pelo teorema de Pitágoras tiramos o deslocamento ΔS ΔS=500m Calculando a velocidade média: [02] (Falsa) O deslocamento de João usando Pitágoras será:ΔS = 1000m O tempo gasto no percurso de João é: [04] (Falsa) Vimos anteriormente que o deslocamento de Tiago foi de 500m. [08] (Verdadeira) A velocidade escalar média e dada pela distância percorrida no tempo gasto, então: m d 800m 600m 1400m m v 1,75 t 800s 800s s + = = = = [16] (Verdadeira) Como se verifica na figura abaixo, João fica deslocado 1500 m em relação ao Tiago. [32] (Falsa) Como os dois se deslocam em direções opostas, a intensidade da velocidade relativa de João em relação a Tiago é representada pela soma de seus módulos: 28: Até o próximo encontro, a soma das distâncias percorridas é igualao comprimento da pista, d= 3km. 29: 01 + 02 + 08 = 11 01) Correta. Em todo movimento uniforme podemos escrever ΔS = v.t 02) Correta. Se suas velocidades não são constantes o movimento é variado 04) Falso. Os pinguins migram e não voam. 08) Correto. Qualquer deslocamento pode ser representado por um vetor 16) Falso. A velocidade relativa é a soma das velocidades, isto é 150km/h 30: t1 = 3 s ⇒ S1 = 28 m; t2 = 8 s ⇒ S2 = 58 m. Calculando a velocidade: Calculando a posição inicial A (no instante t = 0):⇒ SA = 28 – 18 ⇒ SA = 10 m J,T m m m v 1,25 0,625 1,875 s s s = + = 1 2 1 2d d d v t v t d 5 t 4 t 3 9 t 3 1 t h 20 min. 3 + = ⇒ + = ⇒ + = ⇒ = ⇒ = = ⃗ ⃗⃗ ANOTAÇÕES 40 C IN E M Á T IC A O modelo que descreve aqueles movimentos cuja velocidade varia de forma regular é chamado de movimento uniformemente variado e tem como principais representantes os movimentos verticais sob a ação exclusiva da aceleração da gravidade. A grandeza física que indica como a velocidade varia no tempo se chama aceleração. Sempre que houver uma variação em uma velocidade dizemos que houve aceleração. Em um automóvel, por exemplo, tanto o acelerador quanto o freio e o volante podem produzir acelerações, já que são capazes de provocar variações na velocidade do veículo. ACELERAÇÃO A expressão matemática para a aceleração de um móvel é: e a unidade de aceleração no SI é o metro por segundo ao quadrado (m/s2). CLASSIFICAÇÃO DO MUV Um MUV pode ser acelerado quando a velocidade e a aceleração possuem mesma direção e mesmo sentido, ou seja, possuírem o mesmo sinal. O módulo da velocidade irá aumentar. Se a velocidade e a aceleração forem positivas, a velocidade do móvel estará aumentando ‘para frente’. Se a velocidade e a aceleração forem negativas, a velocidade do móvel estará aumentando ‘para trás’. Um MUV é dito retardado (ou desacelerado) quando a velocidade e a aceleração possuem mesma direção, mas sentidos opostos. Como em um movimento unidimensional o sentido é representado por um sinal algébrico, no movimento retardado os sinais são contrários da velocidade e da aceleração. Por este motivo o módulo da velocidade diminui com o passar do tempo. Neste modelo de movimento o deslocamento do móvel é proporcional ao quadrado do tempo ou, em outras palavras, se em determinado intervalo de tempo ∆t o móvel percorre um deslocamento ∆s, em um intervalo de tempo duas vezes maior 2∆t o móvel percorrerá um deslocamento quatro vezes maior 4∆s. A descrição matemática do MUV é feita através de duas funções horárias, sendo uma para as posições e outra para as velocidades. FUNÇÃO HORÁRIA DAS POSIÇÕES A função horária das posições é: e mostra claramente a proporção da posição com o quadrado do tempo. Por se tratar de uma função do 2º grau do tipo y=C +Bx+Ax2, o gráfico de posição por tempo (s x t) é uma parábola. O termo A que multiplica a variável x2 corresponde à metade da aceleração e seu sinal algébrico indica se a concavidade da parábola é para cima ou para baixo. A solução das equações de 2º grau é feita através de métodos algébricos bem conhecidos dos estudantes do ensino médio, tais como a ‘fórmula de Bháskara’ ∆ = B2-4∙A∙C para o determinante e para as raízes da função. FUNÇÃO HORÁRIA DAS VELOCIDADES A função horária das velocidades é: e mostra que a velocidade varia diretamente com o tempo. MOVIMENTO UNIFORMEMENTE VARIADO PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar C IN E M Á T IC A 41www.biologiatotal.com.br ANOTAÇÕES Se ‘traduzirmos’ a função horária das velocidades em palavras, de forma análoga à função das posições, veremos que a velocidade do móvel no instante t nada mais é do que a soma de sua velocidade inicial com o quanto sua velocidade variou. Observe: Trata-se de uma função do 1º grau do tipo y= B + A∙x, por isto seu gráfico (v x t) é uma reta inclinada que tem a aceleração a como coeficiente angular e a velocidade inicial v 0 como coeficiente linear. EQUAÇÃO DE TORRICELLI Para solucionar problemas onde não se conhece a duração do movimento uniformemente acelerado, o físico e matemático italiano Evangelista Torricelli desenvolveu uma equação que é conhecida como ‘equação de Torricelli’ Velocidade no instante t Velocidade inicial Quanto a velocidade variou muito útil na resolução de problemas de MUV onde o tempo é desconhecido. Importante salientar que a equação de Torricelli não é uma função! VELOCIDADE MÉDIA NO MUV Como a velocidade varia linearmente no MUV, a velocidade média pode ser calculada como a média aritmética entre a velocidade final e inicial. Assim: Mas isso só vale para MUV! Nos casos onde o movimento acontece na direção vertical sob a ação exclusiva da aceleração da gravidade, como na queda livre e nos lançamentos verticais, utilizamos o mesmo modelo descrito acima, mas costumamos substituir a aceleração a pela gravidade g ≅ 9,81m/s2 e a posição s pela altura h em relação ao marco zero (o chão), mas este será o tema de uma próxima aula. PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar 42 E X E R C ÍC IO S EXERCÍCIOS 4 1 2 3Um móvel em MUV obedece à equação horária s=10- 3t+t2, em unidades do S.I. Determine sua velocidade no instante t = 10s: Um móvel em MUV, partindo do repouso, gasta 10 segundos para percorrer os 100 metros que o separam de um muro. Com que velocidade ele atingirá o muro? Um móvel executa um MUV cuja função horária é s=5- 6t+t2, (S.I.). Determine: O espaço inicial do móvel, sua velocidade inicial e a aceleração. O instante em que o móvel passa pela origem. A função horária da velocidade. O instante em que a velocidade se anula. A posição no instante em que a velocidade se anula. A velocidade média entre 0 e 3 segundos. QUESTÃO RESOLVIDA NA AULA a b c d e f (UFRGS 2017) Um atleta, partindo do repouso, percorre 100 m em uma pista horizontal retilínea, em 10s, e mantém a aceleração constante durante todo o percurso. Desprezando a resistência do ar, considere as afirmações abaixo, sobre esse movimento. I. O módulo de sua velocidade média é 36 km/h. II. O módulo de sua aceleração é 10 m/s2 III. O módulo de sua maior velocidade instantânea é 10 m/s. Quais estão corretas? Apenas I. Apenas II. Apenas III. Apenas I e II. I, II e III. (PUCPR 2016) Um automóvel parte do repouso em uma via plana, onde desenvolve movimento retilíneo uniformemente variado. Ao se deslocar 4,0 m a partir do ponto de repouso, ele passa por uma placa sinalizadora de trânsito e, 4,0 s depois, passa por outra placa sinalizadora 12 m adiante. Qual a aceleração desenvolvida pelo automóvel? 0,50m/s2 1,0 m/s2 1,5 m/s2 2,0 m/s2 3,0 m/s2 (IFCE 2016) Um veículo parte do repouso em movimento retilíneo e acelera com aceleração escalar constante e igual a 3,0 m/s2 O valor da velocidade escalar e da distância percorrida após 4,0 segundos, valem, respectivamente: 12,0 m/s e 24,0 m 6,0 m/s e 18,0 m 8,0 m/s e 16,0m 16,0 m/s e 32,0 m 10,0 m/s e 20,0 m (MACKENZIE 2016) Nos testes realizados em um novo veículo, observou-se que ele percorre 100 m em 5 s, a partir do repouso. A aceleração do veículo é constante nesse intervalo de tempo e igual a: 2 m/s2 4 m/s2 6 m/s2 8 m/s2 10 m/s2 1 e a b c d e a b c d 2 3 e a b c d e a b c d E X E R C ÍC IO S 43www.biologiatotal.com.br (EsPCEx 2016) Um móvel descreve um movimento retilíneo uniformemente acelerado. Ele parte da posição inicial igual a 40 m com uma velocidade de 30 m/s, no sentido contrário à orientação positiva da trajetória, e a sua aceleração é de 10 m/s2 nosentido positivo da trajetória. A posição do móvel no instante 4s é: 0 m 40 m 80 m 100 m 240 m (FATEC 2016) Um motorista conduzia seu automóvel de massa 2.000 kg que trafegava em linha reta, com velocidade constante de 72 km/h, quando avistou uma carreta atravessada na pista. Transcorreu 1s entre o momento em que o motorista avistou a carreta e o momento em que acionou o sistema de freios para iniciar a frenagem, com desaceleração constante igual a 10 m/s2 Sabendo-se que o automóvel parou e não colidiu com a carreta, pode-se afirmar que o intervalo de tempo transcorrido desde o instante em que o motorista avistou a carreta até o instante em que o automóvel parou completamente é, em segundos: 7,2. 3,5. 3,0 2,5 2,0 (IFSUL 2015) Dois móveis, A e B, movendo-se em um plano horizontal, percorrem trajetórias perpendiculares, seguindo os eixos O x e O y , de acordo com as funções horárias x A = 18 – 3t e y B = 18 + 9t - 2t2, com unidades de acordo com o Sistema Internacional de Unidades (S.I.). Esses móveis irão se encontrar no instante: t= 0,0s t= 3,0s t= 4,5s t= 6,0s (UFRGS 2015) Trens MAGLEV, que têm como princípio de funcionamento a suspensão eletromagnética, entrarão em operação comercial no Japão, nos próximos anos. Eles podem atingir velocidades superiores a 550 km/h. Considere que um trem, partindo do repouso e movendo-se sobre um trilho retilíneo, é uniformemente acelerado durante 2,5 minutos até atingir 540 km/h. Nessas condições, a aceleração do trem, em m/s2 é: 6 7 5 0,1. 1. 60. 150. 216. (UEL 2014) O desrespeito às leis de trânsito, principalmente àquelas relacionadas à velocidade permitida nas vias públicas, levou os órgãos regulamentares a utilizarem meios eletrônicos de fiscalização: os radares capazes de aferir a velocidade de um veículo e capturar sua imagem, comprovando a infração ao Código de Trânsito Brasileiro. Suponha que um motorista trafegue com seu carro à velocidade constante de 30 m/s em uma avenida cuja velocidade regulamentar seja de 60 km/h. A uma distância de 50 m, o motorista percebe a existência de um radar fotográfico e, bruscamente, inicia a frenagem com uma desaceleração de 5 m/s2. Sobre a ação do condutor, é correto afirmar que o veículo: não terá sua imagem capturada, pois passa pelo radar com velocidade de 50 km/h. não terá sua imagem capturada, pois passa pelo radar com velocidade de 60 km/h. terá sua imagem capturada, pois passa pelo radar com velocidade de 64 km/h. terá sua imagem capturada, pois passa pelo radar com velocidade de 66 km/h. terá sua imagem capturada, pois passa pelo radar com velocidade de 72 km/h. (IFSC 2014) Nos jogos olímpicos de 2012 em Londres, o atleta jamaicano Usain Bolt foi o campeão dos 100 metros rasos com o tempo de 9,63 segundos, estabelecendo assim um novo recorde. Sabendo que Usain Bolt partiu do repouso, é possível determinar que sua aceleração média na prova dos 100 metros rasos foi de: Dados: v= v 0 + a.t 4,24 m/s2 2,16 m/s2 1,12 m/s2 6,36 m/s2 9,00 m/s2 (PUCRS 2014) Muitos acidentes acontecem nas estradas porque o motorista não consegue frear seu carro antes de colidir com o que está à sua frente. Analisando as características técnicas, fornecidas por uma revista especializada, encontra-se a informação de que um determinado carro consegue diminuir sua velocidade, em média, 5,0 m/s a cada segundo. Se a velocidade inicial desse carro for 90,0 km/h (25,0 m/s) 2 0 0 a.t x x v t 2 = + ⋅ + e e a a b b c c d d e a b c d a b c d 8 9 10 11 e a b c d e a b c d 44 E X E R C ÍC IO S 17 12 14 13 15 16 a distância necessária para ele conseguir parar será de, aproximadamente: 18,5 m 25,0 m 31,5 m 45,0 m 62,5 m (UFG 2014) Um objeto desloca-se sob a ação de uma força constante, cujo sentido é contrário ao seu deslocamento, provocando uma aceleração a. Sabendo que esse objeto parte da posição inicial x 0 =10m possui velocidade inicial de 1 m/s e gasta, no máximo, 10 s para passar pela posição x 1 =0, conclui- se que o valor máximo da aceleração a, em m/s2, é: 0 -1 -2/5 -4/5 -10 (UTFPR 2014) Suponha que um automóvel de motor muito potente possa desenvolver uma aceleração média de módulo igual a 10 m/s2. Partindo do repouso, este automóvel poderia chegar à velocidade de 90 km/h num intervalo de tempo mínimo, em segundos, igual a: 2,0. 9,0. 2,5. 4,5. 3,0. (IFSC 2014) Uma onça está à espreita a 10 m a leste de uma mangueira. No instante t= 0,0 s a onça começa a perseguir uma anta que está a 40 m a leste da mangueira. Um vídeo mostra que durante os 3,0 s iniciais do ataque, a coordenada x da onça varia de acordo com a equação x= 10,0 + (4,0) t2. Sobre o movimento da onça, leia e analise as seguintes afirmações: I. O deslocamento da onça durante o intervalo entre t 1 = 1,0 s e t 2 = 3,0 s foi 32 m. II. O movimento da onça foi retilíneo e uniforme. III. A aceleração da onça nesse intervalo de tempo foi de 8,0 m/s2. IV. A velocidade da onça no instante de 2,0 s foi de 8,0 m/s. Assinale a alternativa CORRETA. Apenas as afirmações I e II são verdadeiras. Apenas as afirmações I e III são verdadeiras. Apenas a afirmação I é verdadeira. Apenas as afirmações I e IV são verdadeiras. Todas as afirmações são verdadeiras. (PUCRJ 2012) Duas crianças disputam um saco de balas que se situa exatamente na metade da distância entre elas, ou seja, d/2, onde d = 20 m. A criança (P) corre com uma velocidade constante de 4,0 m/s. A criança (Q) começa do repouso com uma aceleração constante a = 2,0 m/s2. Qual a afirmação verdadeira? (P) chega primeiro ao saco de balas, mas a velocidade de (Q) nesse instante é maior. (Q) chega primeiro ao saco de balas, mas a velocidade de (P) nesse instante é maior. (P) chega primeiro ao saco de balas, mas a velocidade de (Q) é igual à de (P), nesse instante. (Q) chega primeiro ao saco de balas, mas a velocidade de (Q) é igual à de (P), nesse instante. (P) e (Q) chegam ao mesmo tempo ao saco de balas, e a velocidade de (Q) é igual à de (P). (UESC 2011) Um veículo automotivo, munido de freios que reduzem a velocidade de 5,0m/s, em cada segundo, realiza movimento retilíneo uniforme com velocidade de módulo igual a 10,0m/s. Em determinado instante, o motorista avista um obstáculo e os freios são acionados. Considerando- se que o tempo de reação do motorista é de 0,5s, a distância que o veículo percorre, até parar, é igual, em m, a: 17,0 15,0 10,0 7,0 5,0 (IFSP 2011) Numa determinada avenida onde a velocidade máxima permitida é de 60 km/h, um motorista dirigindo a 54 km/h vê que o semáforo, distante a 63 metros, fica amarelo e decide não parar. Sabendo-se que o sinal amarelo permanece aceso durante 3 segundos aproximadamente, esse motorista, se não quiser passar no sinal vermelho, deverá imprimir ao veículo uma aceleração mínima de ______ m/s2. O resultado é que esse motorista ______ multado, pois ______ a velocidade máxima. Assinale a alternativa que preenche as lacunas, correta e respectivamente. 1,4 – não será – não ultrapassará. 4,0 – não será – não ultrapassará. 10 – não será – não ultrapassará. 4,0 – será – ultrapassará. 10 – será – ultrapassará. e a b c d e a b c d e a b c d e a b c d e a b c d e a b c d e a b c d E X E R C ÍC IO S 45www.biologiatotal.com.br 18 (UFPR 2010) Um motorista conduz seu automóvel pela BR-277 a uma velocidade de 108 km/h quando avista uma barreira na estrada, sendo obrigado a frear (desaceleração de 5 m/s2) e parar o veículo após certo tempo. Pode-se afirmar que o tempo e a distância de frenagem serão, respectivamente: 6 s e 90 m. 10 s e 120 m. 6 s e 80 m. 10 s e 200 m. 6 s e 120 m.(PUCRJ 2010) Um corredor olímpico de 100 metros rasos acelera desde a largada, com aceleração constante, até atingir a linha de chegada, por onde ele passará com velocidade instantânea de 12 m/s no instante final. Qual a sua aceleração constante? 10,0 m/s2 1,0 m/s2 1,66 m/s2 0,72 m/s2 2,0 m/s2 (PUCRJ 2010) Os vencedores da prova de 100 m rasos são chamados de homem/mulher mais rápidos do mundo. Em geral, após o disparo e acelerando de maneira constante, um bom corredor atinge a velocidade máxima de 12,0 m/s a 36,0 m do ponto de partida. Esta velocidade é mantida por 3,0 s. A partir deste ponto, o corredor desacelera, também de maneira constante, com a = -0,5 m/s2, completando a prova em, aproximadamente, 10 s. É correto afirmar que a aceleração nos primeiros 36,0 m, a distância percorrida nos 3,0s seguintes e a velocidade final do corredor ao cruzar a linha de chegada são, respectivamente: 2,0 m/s2; 36,0 m; 10,8 m/s. 2,0 m/s2; 38,0 m; 21,6 m/s. 2,0 m/s2; 72,0 m; 32,4 m/s. 4,0 m/s2; 36,0 m; 10,8 m/s. 4,0 m/s2; 38,0 m; 21,6 m/s. (UNIFESP 2009) Um avião a jato, para transporte de passageiros, precisa atingir a velocidade de 252 km/h para decolar em uma pista plana e reta. Para uma decolagem segura, o avião, partindo do repouso, deve percorrer uma distância máxima de 1.960 m até atingir aquela velocidade. Para tanto, os propulsores devem imprimir ao avião uma aceleração mínima e constante de: 1,25 m/s2. 1,40 m/s2. 1,50 m/s2. 1,75 m/s2. 2,00 m/s2. (UEL 2017) Nos Jogos Olímpicos Rio 2016, o corredor dos 100 metros rasos Usain Bolt venceu a prova com o tempo de 9 segundos e 81 centésimos de segundo. Um radar foi usado para medir a velocidade de cada atleta e os valores foram registrados em curtos intervalos de tempo, gerando gráficos de velocidade em função do tempo. O gráfico do vencedor é apresentado a seguir. Considerando o gráfico de V versus t, responda aos itens a seguir. Calcule a quantidade de metros que Bolt percorreu desde o instante 2,5 s até o instante 4,5 s, trecho no qual a velocidade pode ser considerada aproximadamente constante. Calcule o valor aproximado da aceleração de Usain Bolt nos instantes finais da prova, ou seja, a partir de 9 s. (UEPG 2017) A velocidade escalar de um ponto material num determinado referencial é descrito pela função: v= 40 – 4t, dada em m/s. No instante inicial, o móvel se encontra na origem do referencial. Sobre o fenômeno, assinale o que for correto. No instante t= 8 s, o movimento é retardado. No instante t= 12 s, o movimento é acelerado. O módulo da velocidade média do móvel, entre os instantes t= 8 s e t= 10 s, é 4 m/s. No instante t= 12s, o móvel estará a uma distância de 192 m da origem. A mudança de sentido do movimento ocorre para t= 10 s. (UEM 2016) Um carro está viajando em linha reta para o norte com uma velocidade inicialmente constante e igual a 23 m/s. Despreze os efeitos do atrito e da resistência do ar e assinale a(s) alternativa(s) correta(s). A velocidade do carro após decorridos 4 s, se a sua aceleração é de 2 m/s2 apontando para o norte, será de 31 m/s. A velocidade do carro após decorridos 10 s, se a sua aceleração é de 2 m/s2, apontando para o sul, é de -5 m/s. e a b c d e a b c d 19 e a b c d 20 21 e a b c d a b 22 23 16 01 01 02 02 04 08 24 46 E X E R C ÍC IO S 29 30 26 27 28 25 O deslocamento do carro depois de 4s, se a sua aceleração é de 2 m/s2 apontando para o norte, é de 108 m. A velocidade média do carro, se a sua aceleração é de 2 m/s2 apontando para o norte, após 4 s é de 27 m/s. O movimento do carro, quando este está sujeito a uma aceleração, é denominado movimento uniforme. (UNICAMP 2015) A Agência Espacial Brasileira está desenvolvendo um veículo lançador de satélites (VLS) com a finalidade de colocar satélites em órbita ao redor da Terra. A agência pretende lançar o VLS em 2016, a partir do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. Considere que, durante um lançamento, o VLS percorre uma distância de 1.200 km em 800s Qual é a velocidade média do VLS nesse trecho? Suponha que no primeiro estágio do lançamento o VLS suba a partir do repouso com aceleração resultante constante de módulo a R . Considerando que o primeiro estágio dura 80s, e que o VLS percorre uma distância de 32 km calcule a R . (UNICAMP 2014) Correr uma maratona requer preparo físico e determinação. A uma pessoa comum se recomenda, para o treino de um dia, repetir 8 vezes a seguinte sequência: correr a distância de 1 km à velocidade de 10,8 km/h e, posteriormente, andar rápido a 7,2 km/h durante dois minutos. Qual será a distância total percorrida pelo atleta ao terminar o treino? Para atingir a velocidade de 10,8 km/h, partindo do repouso, o atleta percorre 3 m com aceleração constante. Calcule o módulo da aceleração a do corredor neste trecho. (UFPE 2013) Uma partícula se move ao longo do eixo x de modo que sua posição é descrita por x(t)= -10,0 + 2,0 t + 3,0 t2 onde o tempo está em segundos e a posição, em metros. Calcule o módulo da velocidade média, em metros por segundo, no intervalo entre t= 1,0 s e t= 2,0 s. (UFPE 2012) Dois veículos partem simultaneamente do repouso e se movem ao longo da mesma reta, um ao encontro do outro, em sentidos opostos. O veículo A parte com aceleração constante igual a a A = 2,0 m/s2. O veículo B, distando d = 19,2 km do veículo A, parte com aceleração constante igual a a B =4,0 m/ s2. Calcule o intervalo de tempo até o encontro dos veículos, em segundos. (UFRJ 2011) Um avião vai decolar em uma pista retilínea. Ele inicia seu movimento na cabeceira da pista com velocidade nula e corre por ela com aceleração média de 2,0 m/s2 até o instante em que levanta voo, com uma velocidade de 80 m/s, antes de terminar a pista. Calcule quanto tempo o avião permanece na pista desde o início do movimento até o instante em que levanta voo. Determine o menor comprimento possível dessa pista. (UNICAMP 2008) Uma possível solução para a crise do tráfego aéreo no Brasil envolve o emprego de um sistema de trens de alta velocidade conectando grandes cidades. Há um projeto de uma ferrovia de 400 km de extensão que interligará as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro por trens que podem atingir até 300 km/h. Para ser competitiva com o transporte aéreo, estima- se que a viagem de trem entre essas duas cidades deve durar, no máximo, 1 hora e 40 minutos. Qual é a velocidade média de um trem que faz o percurso de 400 km nesse tempo? Considere um trem viajando em linha reta com velocidade constante. A uma distância de 30 km do final do percurso, o trem inicia uma desaceleração uniforme de 0,06 m/s2, para chegar com velocidade nula a seu destino. Calcule a velocidade do trem no início da desaceleração. 16 04 08 a b a b a b a b C IN E M Á T IC A 47www.biologiatotal.com.br CINEMÁTICA 1: [A] Análise das afirmativas: [I] Verdadeira. A velocidade média é dada por: [II] Falsa. O módulo da aceleração é calculado por: [III] Falsa. A maior velocidade instantânea será observada na linha de chegada: 2: [A] Analisando o movimento do automóvel conforme a figura abaixo, temos que: Assim, podemos encontrar expressões matemáticas que representam as velocidades nos dois instantes. Analisando do instante 0 ao instante 1, temos que: Analisando do instante 0 ao instante 2, temos que: Se V 2 = V 1 +a.∆t , onde ∆t = t 2 - t 1 = 4s . Elevando ao quadrado ambos os lados e substituindo os valores, temos que: 3: [A] Funções horárias da velocidade e do espaço para o para o Movimento Uniformemente Variado: ( ) ( ) 22 2 2 2 a 4 2 a 4 16 16 a 2 2 4 8 a 16 a 0,5 m s ⋅ = ⋅ ⋅ − ⋅ = ⋅ − = = QUESTÃO RESOLVIDA NA AULA 1: S=10-3t+t² S=S0+v0t+1/2.a.t² v=v0+at v=-3+2t v=-3+2.10 v=-17m/s 2: vo=0Δt=10s vm=v+v0 2 10=v+02 v=20m/s 3: a) S0=5m v0=-6m/s a=2m/s² b) 0=5-6t+t² c+bx+ax²Δ=b²-4acΔ=36-4.1.5 Δ=16 t’ e t’’=-(-6)+-²√16 = 2 6+-4= t’=5s 2 t’’=1s c) v=vo+at v=-6+2t d) v=-6+2t 0=-6+2t 2t=6 t=3s e) S=5-6t+t² S=5-6.3+3² S=-4m f) Vm=V+Vo 2 Vm=0-6 = -3m/s 2 GABARITO DJOW RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EInkej RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EJQLgn RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FDMvQv 48 C IN E M Á T IC A 4: [D] Da equação da distância em função do tempo para o Movimento Retilíneo Uniformemente Variado, basta substituir os valores e isolar a aceleração: 5: [A] Pelos dados do enunciado e pela função horária do espaço para um MRUV, temos que: 6: [C] Para um veículo em movimento retilíneo uniformemente variado, temos a expressão da velocidade versus o tempo: v= v 0 +at Sabemos que ao parar a velocidade é nula, temos a velocidade inicial e a aceleração, então calculamos o tempo: Substituindo os valores na equação da velocidade, achamos o tempo de frenagem: Assim, o tempo total será composto do tempo de ação do motorista ao avistar o obstáculo somado ao tempo de frenagem. 7: [D] O encontro ocorrerá no ponto (0,0) origem do sistema de eixos. 8: [B] 9: [E] Da equação de Torricelli: 10: [B] A aceleração escalar média é igual à que ele teria se o movimento fosse uniformemente acelerado. Usando a “fórmula da área”, temos: 11: [E] A aceleração escalar é a= -5 m/s2 2 0 0 a t S S v t 2 10 16 S 40 30 4 2 S 40 120 80 S 0 m ⋅ = + ⋅ + ⋅ = − ⋅ + = − + = 0 km 1000 m 1h m v 72 20 h 1km 3600 s s = ⋅ ⋅ = 0v v at 0 20 10t t 2 s= + ⇒ = − ∴ = totalt 1 s 2 s 3 s= + = A 2 2 B 18 x 18 3t 0 18 3 t t t 6 s 3 t 1,5 s 9 81 144 y 18 9t 2t 0 18 9t 2t t 4 t 6 s t 6 s. = − ⇒ = − ⇒ = ⇒ = ⇒= − − ± + = + − ⇒ = + − ⇒ = − = = Aplicando a equação de Torricelli: 12: [C] Analisando o enunciado, temos que: 13: [C] Dados: a = 10 m/s2; v 0 = 0; v = 90 km/h = 25 m/s. 14: [B] [I] Correta. Temos: [II] Incorreta. O movimento da onça é uniformemente variado. [III] Correta. Na função horária do espaço, o coeficiente de t2 é Assim, na função dada, temos: [IV] Incorreta. A função horária da velocidade é v= v0 + a t. Assim, v= 0 + 8t. Para: 15: [A] Calculemos o tempo para que as duas crianças percorram 10 m, sendo que a criança (P) realiza movimento uniforme e a criança (Q) realiza movimento uniformemente variado. Assim: Como t P < t Q , a criança (P) chega primeiro. Calculando a velocidade de (Q) no instante t = 2,5 s, em que (P) chega: 16: [B] A figura mostra o gráfico da variação de velocidade em função do tempo A área sombreada é numericamente igual ao deslocamento. 2 1 0 o 2 2 a t x x v t 2 a 10 0 10 1 10 2 50 a 20 2 a m s 5 ⋅ = + ⋅ + ⋅ = + ⋅ + ⋅ = − = − a . 2 2x 10,0 (4,0) t ,= + ( )t 2 s v 8 2 v 16 m/s.= ⇒ = ⇒ = ( )0 P Pv v a t v 0 2 2,5 v 5 m/s.= + ⇒ = + ⋅ ⇒ = RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EHSann RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EGzzbt RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EKDxQh RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FGROPp RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FDYldp RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EGOOkD RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2EKIhFo C IN E M Á T IC A 49www.biologiatotal.com.br 17: [D] Dados: v 0 = 54 km/h = 15 m/s; ∆S = 63 m; t = 3 s. Calculando a aceleração escalar: A velocidade ao passar pelo semáforo é: v = v 0 + a t ⇒ v = 15 + 4 (3) ⇒ v = 27 m/s ⇒ v = 97,2 km/h. Como a velocidade máxima permitida é 60 km/h, o motorista será multado, pois ultrapassará a velocidade máxima. 18: [A] Dados: v 0 = 108 km/h = 30 m/s; a = - 5 m/s2. Calculando o tempo de frenagem: v = v 0 + a t ⇒ 0 = 30 – 5 t ⇒ t = 6 s. Calculando a distância de frenagem: v2 = v2+ 2 a ∆S ⇒ 0 = 302 + 2 (- 5)∆S ⇒ 10 ∆S = 900 ⇒ ∆S = 90 m 19: [D] Dados: v 0 = 0; v = 12 m/s; ∆S = 100 m. Aplicando a equação de Torricelli: 20: [A] Dividamos o movimento em três etapas. 1ª etapa: o corredor acelera de v 0 = 0 a v = 12 m/s, num deslocamento ∆S 1 = 36 m. Aplicando a equação de Torricelli: 2ª etapa: o corredor mantém velocidade constante, v = 12 m/s, durante ∆S 2 = 3 s, deslocando-se ∆S 2 . ∆S 2 = v ∆S 2 = 12 (3)⇒∆S 2 = 36 m. 3ª etapa: Ao iniciar essa etapa final, o corredor já percorreu: D = 36 + 36 m⇒D = 72 m. Resta-lhe percorrer: ∆S 3 = 100 – 72 ⇒ ∆S 3 = 28 m, com desaceleração constante de a 3 = -0,5 m/s2, a partir da velocidade inicial v 03 = 12 m/s. Aplicando novamente a equação de Torricelli: 21: [A] Resolução 252 km/h = 70 m/s Por Torricelli: v2 = v 0 2 + 2.a.∆S 702 = 2.a.1960 4900 = 3920.a → a = 1,25 m/s2 22: a) Considerando a velocidade sendo constante nesse percurso, podemos achar o deslocamento a partir da área do gráfico. b) vf = 12,5 km/h = 3,47 m/s vi = 30 km/h = 8,33 m/s tf = 9,81 s ti = 9 s a = (3,47 - 8,33) / (9,81 - 9) a = - 6 m/s² 23: 01 + 02 + 04 + 08 + 16 = 31. [01] Verdadeira. No instante Logo, como os sinais de aceleração e velocidade são opostos, o movimento é retardado. [02] Verdadeira. No instante Logo, como os sinais de aceleração e velocidade são os mesmos, portanto o movimento é acelerado. [04] Verdadeira. No instante Logo a velocidade média em módulo será: [08] Verdadeira. [16] Verdadeira. A mudança de sentido de movimento se dá quando a velocidade é igual a zero. No item [04] se comprova que neste momento a velocidade é nula e, portanto há mudança de sentido de movimento. 24: 01 + 04 + 08 = 13. [01] Verdadeiro. [02] Falso. O sinal negativo é devido a orientação para o Sul [04] Verdadeiro. [08] Verdadeiro. 0v v at v 23 2 4 V 31m s = + = + ⋅ ⇒ = 0v v at v 23 2 10 v 43 m s = + = + ⋅ ⇒ = − 2 0 0 2 1 S S v t at 2 1 S 23 4 2 4 2 S 92 16 S 108 m = + + = ⋅ + ⋅ ⋅ = + ⇒ = 50 C IN E M Á T IC A [16] Falso. O movimento do carro, quando este está sujeito a uma aceleração, é denominado movimento uniforme variado. 25: a) Dados: b) Dados: 0 0S 32 km 32.000 m; S 0; v 0; t 80 s.= = = = = 26: a) Dados: d 1 = 1 km = 1.000 m; v 2 = 7,2 km/h = 2 m/s; ∆t 2 = 2 min = 120s. A distância total (d) percorrida nas 8 vezes é: b) Dados: v 0 = 0; v 1 = 10,8 km/h = 3 m/s; ∆S = 3m. Aplicando a equação de Torricelli: 27: 11. 1ª Solução Calculando as posições nos instantes mencionados: 2ª Solução A função dada caracteriza um movimento uniformemente variado: Fazendo as comparações, obtemos os valores: x 0 = 10 m; v 0 = 2 m/s; a = 6 m/s2. A função horária da velocidade escalar é: No movimento uniformemente variado, a velocidade escalar média é a média aritmética das velocidades. Assim: R R2 2 2 0 0 R a a S S v t t 32.000 80 a 10 m/s . 2 2 = + + ⇒ = ⇒ = 2 0 0 a x x v t t . 2 = + + 0 v (1) 2 6 (1) 8 m /s v(t) v a t v (t) 2 6 t v (2) 2 6 (2) 14 m /s = + = = + ⇒ = + = + = 28: Como a aceleração dos dois veículos é constante, o movi- mento é classificado em uniformemente variado, com equação horária: Para o veículo A: S 0 =0 V 0 =0 a=2 m/s2 Para o veículo B: S 0 =19200m (o veículo sai a 19,2km do veículo A) V 0 =0 a= - 4m/s2 (o veículo se movimenta em sentido oposto ao de A) Para haver o encontro: 29: Da definição de aceleração escalar média: Da equação de Torricelli: A pista deve ter comprimento mínimo igual à distância percorrida pelo avião na decolagem. Assim, D = 1.600 m. 30: a) Como sabemos: b) Como a variável tempo não aparece no texto o mais indicado é usarmos a equação de Torricelli: 1 2 m m v v 8 14 22 v 2 2 2 v 11 m /s. + + = = = ⇒ = 2 0 0 1 S S V .t .a.t . 2 = + + 2 2 A A 1 S 0 0.t .2.t S t . 2 = + + → = 2 2 B B 1 S 19200 0.t .( 4).t S 19200 2.t . 2 = + + − → = − ANOTAÇÕES C IN E M Á T IC A 51www.biologiatotal.com.br GRÁFICOS MU E MUV Movimento Uniforme (MU)No movimento uniforme, os gráficos do espaço e da velocidade são retilíneos. Gráfico do espaço em função do tempo: De acordo com o gráfico, um carro desloca-se em movimento retilíneo e uniforme durante 5 s. Observe que: O primeiro ponto marcado no gráfico é a origem O dos dois eixos, porque, para a situação idealizada, quando t = 0 s, temos também S = 0 m; O segundo ponto marcado (ponto A) indica que até o instante t 1 = 1s o carro havia percorrido uma distância s 1 = 20 m; O terceiro ponto marcado (ponto B) indica que até o instante t 2 = 2 s o carro havia percorrido uma distância s 2 = 40 m, e assim sucessivamente. No movimento uniforme as grandezas são diretamente proporcionais, ou seja, quando o valor do tempo é duplicado, o valor do espaço percorrido também é duplicado. Neste caso, podemos assumir que o espaço percorrido é diretamente proporcional ao tempo. A seguir, um exemplo dos tipos de movimento (progressivo e retrógrado) que podem ser representados graficamente: Movimento progressivo: Movimento uniformes da trajetória Movimento retrógrado: Movimento uniformes da trajetória 52 C IN E M Á T IC A Gráfico da velocidade em função do tempo Considere um automóvel se deslocando em movimento uniforme com uma velocidade v = 60 km/h e que essa velocidade seja mantida durante um tempo t = 5h. Para construir o gráfico da velocidade desse automóvel em função do tempo, devemos traçar dois eixos perpendiculares para representar essas grandezas. No gráfico: Estão representados diversos valores de tempo t, no eixo horizontal; Estão representados os valores da velocidade v correspondentes a cada valor do tempo t, no eixo vertical. Quando começamos a contar o tempo (t = 0h), o carro já possuía a velocidade v = 60 km/h. O ponto A no gráfico mostra esse fato, pois no eixo das velocidades (eixo vertical) o ponto A representa um valor igual a 60 km/h. Após decorrido um tempo t = 1h, o carro continua com uma velocidade v = 60 km/h e isso é indicado pelo ponto B no gráfico. No instante t = 2h, a velocidade do carro será representada pelo ponto C. Suponha que esse carro tenha se movimentado durante 5h, percorrendo uma distância igual a 300 km. Se calcularmos a área sobre o gráfico, obtemos 60 km/h x 5 h = 300 km. Movimento Uniformemente Variado (MUV) No movimento uniformemente variado, não só a posição muda, mas também a velocidade. Isso acontece porque ocorre uma aceleração que faz mudar a velocidade do objeto. Gráfico espaço em função do tempo Em cada um dos gráficos a seguir, do espaço s em função do tempo t, vamos verificar se o movimento correspondente é acelerado, retardado ou uniforme. Gráfico A Gráfico B Gráfico C Gráfico da aceleração em função do tempo A aceleração pode ser tanto positiva quanto negativa. C IN E M Á T IC A 53www.biologiatotal.com.br Gráfico da velocidade em função do tempo Se a aceleração for positiva, a função será crescente e a sua representação gráfica poderá assumir os seguintes aspectos: Gráfico v x t - quando a aceleração escalar é positiva Se a aceleração for negativa, poderemos ter: Gráfico v x t - quando a aceleração escalar é negativa ANOTAÇÕES 54 E X E R C ÍC IO S EXERCÍCIOS 4 1 2 3 (UERJ 2015) Em uma pista de competição, quatro carrinhos elétricos, numerados de I a IV, são movimentados de acordo com o gráfico v x t a seguir. O carrinho que percorreu a maior distância em 4 segundos tem a seguinte numeração: I II III IV (UERN 2015) O gráfico representa a variação da velocidade de um automóvel ao frear. Se nos 4 s da frenagem o automóvel deslocou 40 m, então a velocidade em que se encontrava no instante em que começou a desacelerar era de 72km/ h. 80km/ h. 90km/ h. 108km/ h. (PUCRS 2015) Considere o gráfico abaixo, que representa a velocidade de um corpo em movimento retilíneo em função do tempo, e as afirmativas que seguem. I. A aceleração do móvel é de 1,0 m/s2. II. A distância percorrida nos 10 s é de 50 m. III. A velocidade varia uniformemente, e o móvel percorre 10 m a cada segundo. IV. A aceleração é constante, e a velocidade aumenta 10 m/s a cada segundo. São verdadeiras apenas as afirmativas I e II. I e III. II e IV. I, III e IV. II, III e IV. (IMED 2015) Considere um carro que se movimenta ao longo de uma pista retilínea. O gráfico abaixo descreve a velocidade do carro em função do tempo, segundo um observador em repouso sobre a calçada. Em relação a essa situação, assinale a alternativa correta. O movimento é uniformemente variado. O carro realiza um movimento retilíneo uniforme. Ao final do movimento (t= 8s), o carro retorna à sua posição de origem (t= 0) O carro está freando no intervalo 4s<t<8s. Em t = 4 o carro inverte o sentido do seu movimento. (UFPR 2015) Um veículo está se movendo ao longo de uma estrada plana e retilínea. Sua velocidade em função do tempo, para um trecho do percurso, foi registrada e está mostrada no gráfico abaixo. Considerando que em t = 0 a posição do veículo s é igual a zero, assinale a alternativa correta para a sua posição ao final dos 45s 330m. 480m. 700m. 715m. 804m. (UPE 2014) O deslocamento Δx de uma partícula em função do tempo t é ilustrado no gráfico a seguir: e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d 6 5 E X E R C ÍC IO S 55www.biologiatotal.com.br 7 8 9 10 Com relação ao movimento mostrado no gráfico, assinale a alternativa CORRETA. A partícula inicia seu movimento com velocidade constante; na sequência, o movimento é acelerado e, finalmente, a partícula se move com outra velocidade também constante. A velocidade da partícula é constante. A aceleração da partícula é constante. Esse gráfico ilustra o movimento de queda livre de um objeto nas proximidades da superfície terrestre, onde a resistência do ar foi desprezada. A partícula inicia seu movimento com uma velocidade não nula, mas o movimento é retardado, e ela finalmente atinge o repouso. (UNESP 2014) Os dois primeiros colocados de uma prova de 100 m rasos de um campeonato de atletismo foram, respectivamente, os corredores A e B. O gráfico representa as velocidades escalares desses dois corredores em função do tempo, desde o instante da largada (t = 0) até os instantes em que eles cruzaram a linha de chegada. Analisando as informações do gráfico, é correto afirmar que, no instante em que o corredor A cruzou a linha de chegada, faltava ainda, para o corredor B completar a prova, uma distância, em metros, igual a 5. 25. 15. 20. 10. (UPF 2014) Dois móveis A e B deslocam-se em uma trajetória retilínea, com acelerações constantes e positivas. Considerando que a velocidade inicial de A é menor do que a de B (V A < V B ) e que a aceleração de A é maior do que a de B (a A > a B ), analise os gráficos a seguir. O gráfico que melhor representa as características mencionadas é o: A. B. C. D. E. (CEFET 2014) Um objeto tem a sua posição (x) em função do tempo (t) descrito pela parábola conforme o gráfico. Analisando-se esse movimento, o módulo de sua velocidade inicial, em m/s, e de sua aceleração, em m/s2, são respectivamente iguais a 10 e 20. 10 e 30. 20 e 10. 20 e 30. 30 e 10. (UDESC 2014) Uma pessoa do alto de um prédio solta uma bola e mede o módulo da posição da bola em função do tempo. A figura, abaixo, mostra o esboço do gráfico da posição em relação ao tempo. Assinale a alternativa que representa o esboço dos gráficos em relação à velocidade x tempo e à aceleração x tempo, respectivamente. e a b c d e e e a a a b b b c c c d d d 56 E X E R C ÍC IO S 11 12 13 (UFRGS 2014) Cada um dos gráficos abaixo representa a posição em função do tempo para um movimentounidimensional (as partes curvas devem ser consideradas como segmentos de parábolas). No conjunto de gráficos a seguir, está representada a velocidade em função do tempo para seis situações distintas. Considerando que as divisões nos eixos dos tempos são iguais em todos os gráficos, assinale a alternativa que combina corretamente os gráficos que descrevem, por pares, o mesmo movimento. 1(c) – 2(d) – 3(b). 1(e) – 2(f) – 3(a). 1(a) – 2(d) – 3(e). 1(c) – 2(f) – 3(d). 1(e) – 2(d) – 3(b). (UNESP 2014) Um motorista dirigia por uma estrada plana e retilínea quando, por causa de obras, foi obrigado a desacelerar seu veículo, reduzindo sua velocidade de 90 km/h (25 m/s) para 54 km/h (15 m/s). Depois de passado o trecho em obras, retornou à velocidade inicial de 90 km/h. O gráfico representa como variou a velocidade escalar do veículo em função do tempo, enquanto ele passou por esse trecho da rodovia. Caso não tivesse reduzido a velocidade devido às obras, mas mantido sua velocidade constante de 90 km/h durante os 80 s representados no gráfico, a distância adicional que teria percorrido nessa estrada seria, em metros, de: 1 650. 800. 950. 1 250. 350. (IFSP 2014) Com a intenção de se preparar para uma maratona, Brancadeneve e Encantado começaram um treino diário de corrida e pediram ajuda para a experiente maratonista Fadamadrinha. A instrutora, então, com a ajuda de um dispositivo eletrônico de última geração conhecido como radar, plotou gráficos da velocidade de cada um pelo tempo em que ficava observando. Certo dia, apresentou os gráficos aos dois, utilizando para isso a mesma escala nos eixos, sendo V E a velocidade de Encantado e V B a velocidade de Brancadeneve. e e e a a a b b b c c c d d d E X E R C ÍC IO S 57www.biologiatotal.com.br 17 18 Baseando-se nos gráficos apresentados, durante o intervalo de tempo T observado, podemos concluir corretamente que a aceleração impressa no início por Encantado foi maior do que a de Brancadeneve. a velocidade máxima atingida por Brancadeneve foi maior do que a de Encantado. Encantado foi mais longe que Brancadeneve. Brancadeneve percorreu uma distância maior do que Encantado. a velocidade média de Brancadeneve é menor do que a de Encantado. (UERN 2013) Seja o gráfico da velocidade em função do tempo de um corpo em movimento retilíneo uniformemente variado representado abaixo. Considerando a posição inicial desse movimento igual a 46 m, então a posição do corpo no instante t = 8 s é 54 m. 62 m. 66 m. 74 m. (FGV 2013) Um carro deslocou-se por uma trajetória retilínea e o gráfico qualitativo de sua velocidade (v), em função do tempo (t), está representado na figura. Analisando o gráfico, conclui-se corretamente que o carro deslocou-se em movimento uniforme nos trechos I e III, permanecendo em repouso no trecho II. o carro deslocou-se em movimento uniformemente variado nos trechos I e III, e em movimento uniforme no trecho II. o deslocamento do carro ocorreu com aceleração variável nos trechos I e III, permanecendo constante no trecho II. a aceleração do carro aumentou no trecho I, permaneceu constante no trecho II e diminuiu no trecho III. o movimento do carro foi progressivo e acelerado no trecho I, progressivo e uniforme no trecho II, mas foi retrógrado e retardado no trecho III. (UERN 2013) O gráfico abaixo representa a variação da velocidade de um móvel em função do tempo. Se o deslocamento efetuado pelo móvel nos 10 s do movimento e igual a 40 m, então a velocidade inicial V 0 e igual a 4 m/s. 5 m/s. 6 m/s. 7 m/s. (FATEC 2013) O jipe-robô Curiosity da NASA chegou a Marte, em agosto de 2012, carregando consigo câmeras de alta resolução e um sofisticado laboratório de análises químicas para uma rotina de testes. Da Terra, uma equipe de técnicos comandava seus movimentos e lhe enviava as tarefas que deveria realizar. Imagine que, ao verem a imagem de uma rocha muito peculiar, os técnicos da NASA, no desejo de que o Curiosity a analisasse, determinam uma trajetória reta que une o ponto de observação até a rocha e instruem o robô para iniciar seu deslocamento, que teve duração de uma hora. Nesse intervalo de tempo, o Curiosity desenvolveu as velocidades indicadas no gráfico. O deslocamento total realizado pelo Curiosity do ponto de observação ao seu destino foi, em metros, 9. 6. 4. 2. 1. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Um automóvel desloca-se por uma estrada retilínea plana e horizontal, com velocidade constante de módulo v. (UFRGS 2013) Em certo momento, o automóvel alcança um longo caminhão. A oportunidade de ultrapassagem surge e o automóvel é acelerado 14 15 16 e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d 58 E X E R C ÍC IO S 19 21 22 uniformemente até que fique completamente à frente do caminhão. Nesse instante, o motorista “alivia o pé” e o automóvel reduz a velocidade uniformemente até voltar à velocidade inicial v. A figura abaixo apresenta cinco gráficos de distância (d) x tempo (t). Em cada um deles, está assinalado o intervalo de tempo (Δt) em que houve variação de velocidade. Escolha qual dos gráficos melhor reproduz a situação descrita acima. (IFPE 2012) Toda manhã, um ciclista com sua bicicleta pedala na orla de Boa Viagem durante 2 horas. Curioso para saber sua velocidade média, ele esboçou o gráfico velocidade escalar em função do tempo, conforme a figura abaixo. A velocidade média, em km/h, entre o intervalo de tempo de 0 a 2 h, vale: 3 4 6 8 9 (ESPCEX 2012) O gráfico abaixo representa a velocidade(v) de uma partícula que se desloca sobre uma reta em função do tempo(t). O deslocamento da partícula, no intervalo de 0 s a 8 s, foi de: -32m -16m 0 m 16 m 32 m (EPCAR 2012) Um bloco se movimenta retilineamente, do ponto A até o ponto C, conforme figura abaixo. Sua velocidade v em função do tempo t, ao longo da trajetória, é descrita pelo diagrama v x t mostrado abaixo. Considerando que o bloco passa pelos pontos A e B nos instantes 0 e t 1 , respectivamente, e para no ponto C no instante t 2 , a razão entre as distâncias percorridas pelo bloco nos trechos BC e AB, vale (ENEM 2012) Para melhorar a mobilidade urbana na rede metroviária é necessário minimizar o tempo entre estações. Para isso a administração do metrô de uma grande cidade adotou o seguinte procedimento entre duas estações: a locomotiva parte do repouso em aceleração constante por um terço do tempo de percurso, mantém a velocidade constante por outro terço e reduz sua velocidade com desaceleração constante no trecho final, até parar. 2 1 1 t t t + ( )22 1 2 2 t t t − 2 1 1 t t 2 t − ⋅ 2 1 2 t t 2 t + ⋅ e e e a a a a b b b b c c c c d d d d 20 E X E R C ÍC IO S 59www.biologiatotal.com.br Qual é o gráfico de posição (eixo vertical) em função do tempo (eixo horizontal) que representa o movimento desse trem? (EPCAR 2012) Considere um móvel deslocando- se numa trajetória horizontal e descrevendo um movimento retilíneo uniformemente acelerado e retrógrado. A alternativa que contém o gráfico que melhor representa o movimento descrito pelo móvel é (CFTMG 2012) Um corpo tem seu movimento representado pelo gráfico abaixo. Ao final de duas horas de movimento, seu deslocamento, em km, será igual a 0. 20. 40. 80. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: O Quadro que segue mostra a idade(t) e a altura(h) de uma árvore. t (anos) m (metros) 0 0 10 2 30 10,9 50 20,3 70 26,3 90 30,5 (FEEVALE 2012) O esboço do gráfico da altura da árvore (h) em função da idade(t) que melhor representa os dados indicados noquadro é: (ESPCEX 2011) O gráfico abaixo indica a posição (S) em função do tempo (t) para um automóvel em movimento num trecho horizontal e retilíneo de uma rodovia. 23 24 26 25 e e a a a a b b b b c c c c d d d d 60 E X E R C ÍC IO S Da análise do gráfico, pode-se afirmar que o automóvel está em repouso, no instante 1 min. possui velocidade escalar nula, entre os instantes 3 min e 8 min. sofreu deslocamento de 4 km, entre os instantes 0 min e 3 min. descreve movimento progressivo, entre os instantes 1 min e 10 min. tem a sua posição inicial coincidente com a origem da trajetória. (IFSC 2011) O gráfico a seguir apresenta o movimento de um carro. Em relação ao tipo de movimento nos trechos I, II e III, assinale a alternativa correta. I – acelerado; II – repouso; III – MRUv. I – retardado; II – repouso; III – retrógrado. I – acelerado; II – MRU; III – retrógrado. I – acelerado; II – repouso; III – progressivo. I – acelerado; II – repouso; III – retrógrado. (EEWB 2011) O gráfico abaixo representa a velocidade em função do tempo de um objeto em movimento retilíneo. Calcule a velocidade média entre os instantes t = 0 e t = 5h. 5,0 m/s 5,5 m/s 6,0 m/s 6,5 m/s (UNESP 2011) No gráfico a seguir são apresentados os valores da velocidade V, em m/s, alcançada por um dos pilotos em uma corrida em um circuito horizontal e fechado, nos primeiros 14 segundos do seu movimento. Sabe-se que de 8 a 10 segundos a trajetória era retilínea. Considere g = 10 m/s2 e que para completar uma volta o piloto deve percorrer uma distância igual a 400 m. A partir da análise do gráfico, são feitas as afirmações: I. O piloto completou uma volta nos primeiros 8 segundos de movimento. II. O piloto demorou 9 segundos para completar uma volta. III. A força resultante que agiu sobre o piloto, entre os instantes 8 e 10 segundos, tem módulo igual a zero. IV. Entre os instantes 10 e 12 segundos, agiu sobre o piloto uma força resultante, cuja componente na direção do movimento é equivalente a três vezes o seu peso. São verdadeiras apenas as afirmações I e III. II e IV. III e IV. I, III e IV. II, III e IV. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Um objeto que não pode ser considerado uma partícula é solto de uma dada altura sobre um lago. O gráfico ao lado apresenta a velocidade desse objeto em função do tempo. No tempo t = 1, 0s, o objeto toca a superfície da água. Despreze somente a resistência no ar. (UEL 2011) Qual a profundidade do lago? 1 m 5 m 7 m 100 m 1000 m 27 e e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d 29 28 30 C IN E M Á T IC A 61www.biologiatotal.com.br GRÁFICOS MU E MUV GABARITO DJOW 1- [B] No gráfico v x t, a distância percorrida é obtida pela ”área” entre a linha do gráfico e o eixo dos tempos. Calculando cada uma delas: 2- [A] Utilizando os dados fornecidos no enunciado, temos que: 3- [A] [I] Verdadeira. Aplicando a definição de aceleração escalar média: [II] Verdadeira. O espaço percorrido é dado pela área entre a linha do gráfico e o eixo dos tempos. [III] Falsa. A velocidade é variável. [IV] Falsa. A velocidade aumenta 1,0 m/s a cada segundo. 4- [D] Analisando as alternativas, [A] INCORRETA. Em um movimento uniformemente variado, a aceleração é constante durante o movimento. O Gráfico mostra claramente que na primeira parte do movimento o módulo da velocidade está aumentando (aceleração maior que zero) e na segunda parte diminuindo (aceleração menor que zero). Desta forma, pode-se dizer que a aceleração não é constante durante o movimento. [B] INCORRETA. Um movimento retilíneo uniforme tem aceleração nula. [C] INCORRETA. Em momento algum do movimento descrito na figura existe uma inversão de sentido do movimento. Logo, o carro não irá retornar a sua posição inicial. [D] CORRETA. [E] INCORRETA. Inverte o sentido de sua aceleração e não do movimento (velocidade). 5- [D] Como a posição inicial é zero, a sua posição final será exatamente ( ) ( ) ( ) I II III IV 2 0,5 12 0,5 D 1 2 0,5 1,25 2 3,75 m. 2 2 1,5 1 21 1 D 1,5 1 0,5 2,5 1,5 4,5 m. 2 2 2 1 D 2 1 1 2 3 m. 2 0,5 1 13 0,5 D 0,75 0,75 1,5 m. 2 2 +× = + + × = + + = +× = + + × = + + = × = + × = + = +× = + = + = igual à distância percorrida. Sabendo que a distância percorrida é igual numericamente à área do gráfico, então: Porém, para que seja possível calcular as áreas 4 e 5, é necessário encontrar o tempo em que acontece a mudança de sentido na velocidade (ponto em que cruza o eixo x). Sabendo que o movimento de 1 para 2 é um Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV), podemos analisar este intervalo de tempo para encontrar a aceleração. Agora, analisando o trecho de 1 para 3, temos que: Assim, 6- [E] No gráfico do espaço em função do tempo, a declividade da curva nos dá a velocidade escalar. Ou seja, a velocidade escalar é numericamente igual a tangente do ângulo que a curva faz com o eixo dos tempos. Assim: Analisando o gráfico, vemos que a declividade vai diminuindo, até que em quando a velocidade se anula. Portanto, o movimento é retardado com velocidade final nula. 7- [D] O corredor A termina a prova em t = 10 s e o corredor B em t = 12 s. De 10 s a 12 s, B teve velocidade de 10 m/s, percorrendo: 8- [D] Nota: há uma imprecisão gramatical no enunciado, afirmando (no singular) que os dois móveis têm aceleração constante. É, então, de se supor que as acelerações sejam iguais. Porém, logo a seguir, afirma-se que a A > a B . Para que se evitem confusões, o enunciado na primeira linha deveria ser: “Dois móveis A e B deslocam-se em uma trajetória retilínea, com acelerações constantes e...” Mas, vamos à resolução. 0v v at 10 36 a 5 a 9,2 m s = + − = + ⋅ = − 0v v at 0 36 9,2 t t 3,9 s = + = − ⋅ = = RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FKupwr RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FNmhvg RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FOmttZ 62 C IN E M Á T IC A Como as acelerações (escalares) são constantes e positivas, os gráficos das velocidades são trechos de reta ascendentes. Sendo a A > a B , o segmento referente à velocidade do móvel A tem maior declividade, começando num ponto abaixo do de B, pois V A < V B . Essas conclusões, levam-nos ao Gráfico D. 9- [C] Dados do gráfico: 0x 0; t 2s (v 0 e x 20m).= = ⇒ = = Como o gráfico é um arco de parábola, trata-se de movimento uniformemente variado (MUV). Usando, então, as respectivas equações: (I) em (II): Em (I): 10- [A] Considerando desprezível a resistência do ar, a bola desce em queda livre até que, num determinado instante, ela para abruptamente. Assim, a velocidade escalar aumenta linearmente com o tempo, anulando-se instantaneamente, enquanto que a aceleração escalar é constante, até se anular, também, instantaneamente, como mostram os gráficos da alternativa [A]. 11- [A] - Onde o gráfico da posição em função do tempo é um segmento de reta inclinada, o movimento é uniforme e a velocidade escalar é constante e não nula. O sinal da velocidade escalar é dado pela declividade no gráfico do espaço, sendo positiva para função crescente e negativa para função decrescente. - Onde o gráfico da posição em função do tempo é um segmento de reta horizontal, trata-se de repouso e a velocidade é nula. - Onde o gráfico da posição em função do tempo é um arco de parábola, o movimento é uniformemente variado e a velocidade varia linearmente com o tempo. Com esses argumentos, analisemos os três gráficos da posição. Gráfico 1: Até o 1º intervalo, o gráfico é um segmento de reta decrescente, sendo a velocidade constante e negativa. No 2º intervalo, é um arco de parábola de declividade decrescente que se liga a um segmento de reta horizontal, indicando que o módulo da velocidade decresce até se anular, levando-nosao gráfico (c). Gráfico 2: Até o 1º intervalo, o gráfico é um segmento de parábola crescente, cuja declividade está diminuindo até se ligar a uma segmento de reta, também crescente, no 2º intervalo, indicando que a velocidade é sempre positiva, decrescente no 1º intervalo e constante no 2º intervalo, levando-nos ao gráfico (d) Gráfico 3: Até o 1º intervalo, o gráfico é um segmento de reta crescente, sendo a velocidade constante e positiva. No 2º intervalo é um arco de parábola crescente, diminuindo a declividade até o vértice, indicando que a velocidade decresce até se anular. A partir daí, a função torna-se decrescente, aumentando a declividade, indicando que a velocidade torna-se negativa, aumentando em módulo. Essas conclusões levam-nos ao gráfico (b). 12- [E] A distância (D) pedida é numericamente igual à área hachurada no gráfico. ( ) ( ) ( ) ( ) ( ) 0 0 0 22 0 0 0 -v v a t 0 v a 2 v 2 a I t 2 s a a x v t t 20 v 2 2 20 2 v 2 a II 2 2 = + ⇒ = + ⇒ = = ⇒ = + ⇒ = + ⇒ = + ( ) 220 2 2a 2 a 2 a 20 a 10 m/s .= − + ⇒ = − ⇒ = ( )0 0 0v 2 a v 2 10 v 20 m/s.= − ⇒ = − − ⇒ = 13- [D] Tomando como unidade (u) o lado de cada quadrículo, e usando a propriedade do gráfico da velocidade x tempo, as áreas dos trapézios fornecem as distâncias percorridas por Encantado (d E ) e Brancadeneve (d B ): 14- [B] Dado: S0 = 46 m. Do gráfico: Aplicando a função horária do espaço para o instante t = 8 s: 15- [B] Analisando cada um dos trechos: [I] o módulo da velocidade escalar cresce linearmente com o tempo: o movimento é uniformemente variado, acelerado. [II] o módulo da velocidade escalar é constante e não nulo: o movimento é uniforme. [III] o módulo da velocidade escalar decresce linearmente com o tempo: o movimento é uniformemente variado, retardado. 16- [B] A área do trapézio entre a linha do gráfico e o eixo dos tempos é numericamente igual ao deslocamento efetuado. 17- [B] Para calcular o deslocamento do jipe-robô, usamos a propriedade do gráfico v t, calculando a “área” destacada no gráfico abaixo. 18- [A] [A] Verdadeira. Os gráficos apresentados são de deslocamento por tempo. Como o enunciado nos informa que o automóvel desenvolve velocidade constante de módulo v, no início e no final, teremos a função d= v.t de primeiro grau, ou seja, o gráfico deverá ser uma reta no inicio e no final o que é satisfeito por todas as alternativas. No intervalo Δt o automóvel aumenta e em seguida diminui sua velocidade, ambos uniformemente, o que nos remete à função de segundo grau, ou seja, o gráfico deverá ser duas parábolas seguidas, a primeira com concavidade para cima, o que representa o aumento da velocidade e a segunda com a concavidade para baixo, o que representa a diminuição da velocidade, sendo a alternativa [A] a única que satisfaz o enunciado. [B] Falsa. O gráfico apresenta uma reta no intervalo Δt. [C] Falsa. O gráfico apresenta uma reta no intervalo Δt. [D] Falsa. O gráfico apresenta uma reta no intervalo Δt. [E] Falsa. O gráfico apresenta, aparentemente, duas parábolas, porém com as concavidades invertidas. + = × ⇒ = ⇒ > + = × ⇒ = E E B E B B 5 1 d 4 d 12 u. 2 d d . 6 4 d 3 d 15 u. 2 2a.t d v.t 2 = + RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2ERXFAe C IN E M Á T IC A 63www.biologiatotal.com.br 19- [D] A “área” no diagrama v x t é numericamente igual ao espaço percorrido (d). Dividimos a figura em 2 partes e calculamos a “área” da seguinte forma: Mas o tempo total gasto é t = 2 h. Então a velocidade média é: V m = d/t = 16/2 = 8 km/h. 20- [C] As áreas da figura abaixo representam o deslocamento. Como uma é positiva e a outra negativa de mesmo módulo, o deslocamento total é nulo. 21- [C] O enunciado nos pede a relação entre os deslocamentos BC e AB, ou seja: Lembrando que o valor da área da figura de um gráfico Vxt é igual à intensidade do deslocamento do corpo, teremos: Área 1 = , que ocorreu entre 0 e t1. Área 1 = Área 2 = , que ocorreu entre t1e t2. Área 2 = 22- [C] 1º Trecho: movimento acelerado (a > 0) → o gráfico da posição em função do tempo é uma curva de concavidade para cima. 2º Trecho: movimento uniforme (a = 0) → o gráfico da posição em função do tempo é um segmento de reta crescente. 3º Trecho: movimento desacelerado (a < 0) → o gráfico da posição em função do tempo é uma curva de concavidade para baixo. ( ) ( ) ( )1 2d A trapézio A retângulo 10 2 1/2 1 0 1 6 10 16 km.= + = + × + × = + = 23- [D] O enunciado nos informa que o movimento é uniformemente acelerado e retrógrado. Com isso, podemos concluir que: – sua velocidade possui um sinal negativo por estar se deslocando contra a orientação da trajetória (movimento retrógrado); – sua aceleração é constante com sinal igual ao da velocidade, ou seja, negativo (movimento uniformemente acelerado). [A] Falsa. Aparentemente temos uma parábola em um gráfico de espaço (S) por tempo (t), voltada para cima, ou seja, é um gráfico de movimento uniformemente variado (parábola em Sxt) com aceleração positiva (voltada para cima). [B] Falsa. Temos uma reta em um gráfico de espaço por tempo, o que representa um movimento uniforme, ou seja, com velocidade constante e aceleração igual a zero. [C] Falsa. Temos uma reta em um gráfico de velocidade por tempo, o que representa um movimento uniformemente variado, porém com uma inclinação que representa uma aceleração positiva. [D] Verdadeira. Temos uma reta em um gráfico de aceleração por tempo, que nos informa que a aceleração é constante e negativa, conforme o enunciado. 24- [A] No gráfico da velocidade em função do tempo, a “área” (A) entre a linha do gráfico e o eixo t dá o deslocamento escalar. 25- [A] Construindo o gráfico: 26- [B] Note que entre 3 e 8 min a posição não varia. Portanto, o carro está parado. 27- [E] No trecho I, a declividade da curva espaço-tempo está aumentando, portanto o módulo da velocidade está aumentando, logo o movimento é acelerado. No trecho II, o espaço é constante, portanto o móvel está em repouso. No trecho III, o espaço diminui linearmente com o tempo, tratando-se de um movimento uniforme retrógrado. 28- [D] A área da figura sombreada é numericamente igual ao deslocamento. 64 C IN E M Á T IC A 29- [E] Analisando cada uma das afirmativas: I. Falsa. O espaço percorrido pelo piloto de 0 a 8 segundos é dado pela “área” do triângulo abaixo da linha do gráfico, correspondente a esse intervalo de tempo. Como a volta tem 400 m, ele ainda não completou uma volta. II. Verdadeira. Fazendo a “área” de 0 a 9 segundos: O piloto completou uma volta. III. Verdadeira. Entre 8 s e 10 s o movimento é retilíneo e uniforme, portanto a resultante das forças atuantes sobre o piloto é nula. IV. Verdadeira. Calculando o módulo da desaceleração no intervalo de 10 s a 12 s: Sendo M a massa do piloto, a intensidade da resultante na direção do movimento é: R = m |a| ⇒ R = M (30). O peso do piloto é: P = M g ⇒ P = M (10). Fazendo a razão entre essas forças: = ⇒ =R M(30) R 3 P. P M(10) 30- [C] Pela leitura do gráfico, conclui-se que o objeto atinge a superfície do lago no instante t = 1 s, com velocidade de 10 m/s, pois a partir desse instante sua velocidade começa a diminuir, chegando ao fundo do lago no instante t = 3,5 s, quando a velocidade se anula. A profundidade do lago (h 2 ) pode ser calculada pela “área” (A 2 ) da figura abaixo da linha do gráfico entre t = 1 s a t = 3,5 s. ( )2 2 2 1 9 h " A " 3,5 1 1 4,5 2,5 2 h 7 m. × = = + − × = + ⇒ = ANOTAÇÕES C IN E M Á T IC A 65www.biologiatotal.com.br MOVIMENTOS VERTICAIS NO VÁCUO Vácuo é a ausência de matéria. Trabalharemos os movimentos verticais no vácuo, desprezando os efeitos do ar. A queda livre que iremos analisar, significa que é livre de resistências. A resistência apresentada pela matéria atua no corpo desacelerando-o, ou seja, diminuindoa sua velocidade. As coisas caem por causa da força da gravidade. A letra g é usada para representar a aceleração da gravidade. Na Terra, o valor de g vale 9,8 m/ s² e geralmente arredondamos esse valor para 10 m/s², pois múltiplos de 10 são mais óbvios que múltiplos de 9,8, não é? A tabela a seguir mostra os valores instantâneos da velocidade de um corpo em queda livre, em intervalos de 1 segundo. Durante cada segundo da queda, o objeto torna-se 10 m/s mais rápido. Esse ganho por segundo é a aceleração, que vale 10 metros por segundo a cada segundo. Queda livre a partir do repouso Tempo da queda (em segundos) Velocidade adquirida (metros/segundo) 0 0 1 10 2 20 3 30 4 40 5 50 . . . . . . t 10t A velocidade de um objeto em queda livre a partir do repouso, depois de um tempo t, pode ser expressa como v = gt Para ver que essa equação faz sentido, confronte-a com a tabela acima. Observe que a velocidade é simplesmente a aceleração g = 10 m/s² multiplicada pelo tempo t em segundos. A aceleração de queda livre é mais facilmente compreendida quando consideramos um objeto em queda livre equipado com um velocímetro. Suponha que o objeto seja um pedaço de rocha abandonado do alto de um penhasco e que você acompanha com um telescópio. Com o telescópio focado no velocímetro, você notaria um crescimento na velocidade com o passar do tempo. Mas de quanto? A resposta é 10 m/s a cada segundo que passa. Até aqui, temos considerado objetos que estão se movendo em linha reta para baixo sob ação A torre de queda livre dos parques de diversões, como o próprio nome sugere, faz com que a pessoa experimente um movimento vertical conhecido como queda livre. Suponha que uma pedra em queda esteja equipada com um velocímetro. Você descobrirá que, a cada segundo decorrido, a rapidez da pedra sempre aumentará aproximadamente 10 m/s. Desenhe a agulha do velocímetro que está faltando na figura correspondente a t=3s, t=4s e t=5 s. (A Tabela mostra os valores de rapidez que leríamos nos vários segundos da queda). 66 C IN E M Á T IC A da gravidade. E o que acontece com um objeto arremessado diretamente para cima? Uma vez liberado, ele continua a mover-se para cima por algum tempo e depois retorna. No ponto mais alto, quando ele está mudando o sentido de seu movimento de ascendente para descendente, sua velocidade instantânea é nula. Então ele inicia seu movimento para baixo, exatamente como se tivesse sido solto do repouso naquela altura. Durante a parte ascendente de seu movimento, o objeto torna-se gradualmente mais lento enquanto sobe. Não deveria causar surpresa que ele se torna 10 m/s mais lento a cada segundo decorrido – a mesma aceleração que você experimenta quando está caindo. Neste exemplo específico, a velocidade e a gravidade possuem sentidos diferentes, quando o objeto é lançado para cima. Se adotarmos a gravidade como positiva, a velocidade será negativa. Se adotarmos a gravidade negativa, a velocidade será positiva. Os sinais são convenções, então não é uma regra específica em que a gravidade precisa ser obrigatoriamente positiva. g (+) -> v (-) g (-) -> v (+) As equações para o movimento vertical são as mesmas do MUV para o movimento horizontal: v = v 0 ± gt h = h 0 + v 0 t ± ½ gt² v² = v 0 ² ± 2gΔh Curiosidades: Queda Livre A aceleração da gravidade na Terra varia com a altura e o lugar, por isso ela deixa de ser uma constante universal. O valor de g varia de acordo com: 1. A latitude: g vale 9,78031 m/s² no Equador e 9,8323 m/s² no Polo Norte. 2. A altitude: g diminui o seu valor em pontos mais altos da superfície terrestre. 3. A geologia do lugar: em lugares com grandes concentrações de massa, o valor de g aumenta. 4. A rotação da Terra, que causa uma diminuição de 0,006% de seu valor local. A taxa com a qual a velocidade varia a cada segundo é sempre a mesma. Função horária da velocidade no movimento vertical Função horária da posição em função do tempo no movimento vertical Equação de Torricelli PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar C IN E M Á T IC A 67www.biologiatotal.com.br As equações da queda livre são válidas para outros corpos celestes também, como a Lua, por exemplo. Aplicadas à Lua, encontramos o valor de g igual a 1,621 m/s². Este valor torna alguns efeitos na Lua diferentes da Terra, como por exemplo: 1. O tempo de queda na Lua é cerca de 2,46s maior que o tempo de queda na Terra. 2. A velocidade de queda torna-se 2,46 m/s menor que na Terra. 3. Na Terra, em 1s, um objeto percorre a distância vertical de 4,9m, enquanto que na Lua ele percorre 0,81m. ANOTAÇÕES 68 E X E R C ÍC IO S EXERCÍCIOS 1 2 3 (UFRGS 2017) Considere que uma pedra é lançada verticalmente para cima e atinge uma altura máxima H. Despreze a resistência do ar e considere um referencial com origem no solo e sentido positivo do eixo vertical orientado para cima. Assinale o gráfico que melhor representa o valor da aceleração sofrida pela pedra, desde o lançamento até o retorno ao ponto de partida. (PUCRJ 2017) A partir do solo, uma bola é lançada verticalmente com velocidade v e atinge uma altura máxima h. Se a velocidade de lançamento for aumentada em 3v, a nova altura máxima final atingida pela bola será: Despreze a resistência do ar 2h 4h 8h 9h 16h (PUCPR 2017) Num parque da cidade, uma criança lança uma bola verticalmente para cima, percebendo a sua trajetória de subida e descida e, depois, recebe-a em suas mãos. O lançamento dessa bola poderá ser representado pelo gráfico posição (y) versus tempo (t), em que a origem dos eixos coincide com as mãos da criança. Ao considerar a posição (y) da bola em função do tempo (t), assinale o gráfico que descreve corretamente o seu movimento a partir das mãos da criança. e e e a a a b b b c c c d d d E X E R C ÍC IO S 69www.biologiatotal.com.br (UNESP 2017) No período de estiagem, uma pequena pedra foi abandonada, a partir do repouso, do alto de uma ponte sobre uma represa e verificou-se que demorou 2,0s para atingir a superfície da água. Após um período de chuvas, outra pedra idêntica foi abandonada do mesmo local, também a partir do repouso e, desta vez, a pedra demorou 1,6s para atingir a superfície da água. Considerando a aceleração gravitacional igual a 10 m/s2 e desprezando a existência de correntes de ar e a sua resistência, é correto afirmar que, entre as duas medidas, o nível da água da represa elevou-se 5,4m 7,2m 1,2m 0,8m 4,6m (PUCCAMP 2017) Na formação escolar é comum tratarmos de problemas ideais, como lançamentos verticais de objetos nos quais se despreza a resistência do ar. Mas podemos também abordar um problema destes sem esta simplificação. Um objeto é lançado verticalmente pra cima, a partir do solo, com velocidade 20m/s Na subida este objeto sofre uma perda de 15% em sua energia mecânica devido às forças dissipativas. Adotando-se g = 10m/s2, a altura máxima que será atingida por este objeto em relação ao solo será, em metros, de: 17 10 25 8 150 (CFTMG 2017) Deixa-se uma bola cair e ela desce com uma aceleração de 10m/s2 Se a mesma bola é jogada para cima, na vertical, no instante em que ela atinge a máxima altura, a sua aceleração é zero. igual a 10m/s2. maior que 10m/s2. menor que 10m/s2. (IFCE 2016) A velocidade horizontal mínima necessária para uma pessoa pular do ponto X e atingir o ponto Y, como mostra a figura abaixo, deve ser de (Despreze a resistência do ar e considere a aceleração da gravidade como sendo g=10m/s2) 1m/s 5m/s 4m/s 8m/s 9m/s (ITA 2016) A partir do repouso, um foguete de brinquedo é lançado verticalmente do chão, mantendo uma aceleração constante de 5,00m/s2 durante os 10,0 primeiros segundos. Desprezando a resistência do ar, a alturamáxima atingida pelo foguete e o tempo total de sua permanência no ar são, respectivamente, de 375m e 23,7s. 375m e 30,0s. 375m e 34,1s. 500m e 23,7s. 500m e 34,1s. (EEAR 2016) Ao término de uma formatura da EEAR, um terceiro sargento recém-formado, para comemorar, lançou seu quepe para cima na direção vertical, até uma altura de 9,8 metros. Adotando g=10m/s2 e desconsiderando o atrito com o ar, a velocidade de lançamento, em m/s, foi de 8 14 20 26 (IFSUL 2016) Em uma experiência de cinemática, estudantes analisaram o movimento de um objeto que foi lançado verticalmente para cima a partir do solo. Eles verificaram que o objeto passa por um determinado ponto 0,5s depois do lançamento, subindo, e passa pelo mesmo ponto 3,5s depois do lançamento, descendo. Considerando que essa experiência foi realizada em um local onde a aceleração da gravidade é igual a 10m/s2 e que a b c d 8 9 10 7 5 6 4 e e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d 70 E X E R C ÍC IO S foram desprezadas quaisquer formas de atrito no movimento do objeto, os estudantes determinaram que a velocidade de lançamento e altura máxima atingida pelo objeto em relação ao solo são, respectivamente, iguais a: 20m/s e 10m 20m/s e 20m 15m/s e 11,25m 15m/s e 22,50m (PUCRJ 2016) Um menino, estando em repouso, joga uma garrafa cheia de água verticalmente para cima com velocidade escalar de 4,0m/s a partir de uma altura de 1,0m em relação ao chão. Ele, então, começa a correr em trajetória retilínea a uma velocidade de 6,0m/s. A que distância, em metros, do ponto de partida, o menino está quando a garrafa bate no chão? Dado: g = 10m/s2 1,0 3,0 4,0 6,0 10 (UNISC 2016) Um corpo foi lançado verticalmente para cima com uma velocidade inicial V 0 e após certo tempo ele alcança a altura máxima H MAX . Desprezando o atrito do ar, e considerando g = 10m/ s2, podemos afirmar que quando a sua velocidade foi reduzida de um quinto (1/5) o corpo alcança uma altura, calculada em percentagem da altura H MAX , de 15 25 50 46 64. (CFTMG 2016) É possível encontrar na internet vídeos que mostram astronautas caminhando lentamente na Lua em saltos longos e lentos. O astronauta usa um traje espacial que chega a uma massa de 70kg e carrega, além disso, várias ferramentas para suas atividades em solo lunar. Desde os anos 50, existem projetos de missões tripuladas a Marte, onde a aceleração da gravidade vale, aproximadamente, um terço da encontrada na Terra. Baseando-se nesse texto, avalie as afirmações a seguir e assinale (V) para as afirmativas verdadeiras ou (F), para as falsas. Considere a aceleração da gravidade na Lua como sendo 1,6m/s2. ( ) Como a aceleração da gravidade na Lua é, aproximadamente, metade da aceleração de Marte, as massas medidas na Lua terão seus valores reduzidos pela metade. ( ) Um objeto abandonado de uma altura de 10m em Marte atingirá o solo com uma velocidade aproximada de um terço daquela medida na Terra, nas mesmas condições. ( ) Como a aceleração da gravidade de Marte é maior que a da lua, a caminhada em Marte será facilitada, uma vez que a massa do traje, medida naquele local será diferente. ( ) A massa da vestimenta medida na Terra, será a mesma medida na Lua e em Marte. A sequência correta encontrada é V, V, F, F. F, V, F, V. F, F, V, V. F, F, F, V. (UPF 2016) Dois objetos A e B de massas 400g e 800g, respectivamente, são lançados a partir do solo verticalmente para cima, ao mesmo tempo e com velocidades iniciais idênticas. Em um contexto no qual a resistência do ar é desprezada, analise as afirmativas que seguem. I. O objeto A atingirá uma altura que será o dobro da atingida pelo objeto B. II. A aceleração de A é a mesma de B. III. O objeto A atingirá a altura máxima antes do objeto B. IV. Os dois objetos gastarão o mesmo tempo para atingir a altura máxima. Está correto apenas o que se afirma em: II e IV. I e IV. III e IV. I e II. II e III. (CFTMG 2016) Um objeto é lançado para baixo, na vertical, do alto de um prédio de 15m de altura em relação ao solo. Desprezando-se a resistência do ar e sabendo-se que ele chega ao solo com uma velocidade de 20m/s a velocidade de lançamento, em m/s, é dada por 14 15 11 12 13 e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d E X E R C ÍC IO S 71www.biologiatotal.com.br 10 15 20 25 (UPE 2016) Um balão dirigível sobe verticalmente, com velocidade constante de 90,0km/h em relação ao solo, e, a uma altura de 80,0m do chão, um de seus passageiros arremessa um objeto com velocidade vertical e para cima de 18,0km/h, em relação ao piso do cesto do balão. Em quantos segundos, o objeto retorna para a mão do passageiro? 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 (PUCRJ 2015) Uma bola é lançada com velocidade horizontal de 2,5m/s do alto de um edifício e alcança o solo a 5,0m da base do mesmo. Despreze efeitos de resistência do ar e indique, em metros, a altura do edifício. Considere: g = 10m/s2 10 2,0 7,5 20 12,5 (PUCRJ 2015) Um astronauta, em um planeta desconhecido, observa que um objeto leva 2,0s para cair, partindo do repouso, de uma altura de 12m. A aceleração gravitacional nesse planeta, em m/s2 é: 3,0 6,0 10 12 14 (IFSUL 2015) Um corpo A é abandonado de um ponto situado a 10 metros acima do solo. No mesmo instante, um corpo B é lançado verticalmente de baixo para cima com velocidade v 0 suficiente para que possa atingir 10 metros de altura. Desprezando a resistência do ar, chamando respectivamente v A e v B as velocidades de A e B quando se encontram a 5 metros de altura, o valor da razão v A /v B , em módulo é 4 2 1 1/2 (UERJ 2015) Uma ave marinha costuma mergulhar de uma altura de 20 m para buscar alimento no mar. Suponha que um desses mergulhos tenha sido feito em sentido vertical, a partir do repouso e exclusivamente sob ação da força da gravidade. Desprezando-se as forças de atrito e de resistência do ar, a ave chegará à superfície do mar a uma velocidade, em m/s, aproximadamente igual a: 20 40 60 80 (MACKENZIE 2015) Dois corpos A e B de massas m A = 1,0kg e m B = 1,0 x 103kg, respectivamente, são abandonados de uma mesma altura h, no interior de um tubo vertical onde existe o vácuo. Para percorrer a altura h, o tempo de queda do corpo A é igual que o do corpo B. o tempo de queda do corpo A é maior que o do corpo B. o tempo de queda do corpo A é menor que o do corpo B. o tempo de queda depende do volume dos corpos A e B. o tempo de queda depende da forma geométrica dos corpos A e B. (UNISC 2015) Um corpo de massa m é largado de certa altura. Considerando que g = 10m/s2 e desprezando o atrito do ar, podemos afirmar que após um tempo de 2,5 segundos a distância percorrida pelo corpo e a sua velocidade são iguais, respectivamente, a 12,5m; 12m/s 31,25m; 12,5m/s 125m; 12,5m/s 6,25m; 2,5m/s 31,25m; 25m/s (UPF 2015) O Brasil, em 2014, sediou o Campeonato Mundial de Balonismo. Mais de 20 equipes de diferentes nacionalidades coloriram, com seus balões de ar quente, o céu de Rio Claro, no interior de São Paulo. Desse feito, um professor de Física propôs a um estudante de ensino médio a seguinte questão: considere um balão deslocando-se horizontalmente, 20 21 22 23 17 18 19 16 e e e e e a a a a a a a a b b b b b b b b c c c c c c c c d d d d d d d d 72 E X E R C ÍC IO S a 80m do solo, com velocidade constante de 6m/s. Quando ele passa exatamente sobre uma pessoa parada no solo, deixa cair um objeto que estava fixo em seu cesto. Desprezando qualquer atrito do objeto com o ar e considerando g = 10m/s2, qual será o tempogasto pelo objeto para atingir o solo, considerado plano? A resposta correta para a questão proposta ao estudante é: 2 segundos. 3 segundos. 4 segundos. 5 segundos. 6 segundos. (UFSM 2015) A castanha-do-pará (Bertholletia excelsa) é fonte de alimentação e renda das populações tradicionais da Amazônia. Sua coleta é realizada por extrativistas que percorrem quilômetros de trilhas nas matas, durante o período das chuvas amazônicas. A castanheira é uma das maiores árvores da floresta, atingindo facilmente a altura de 50m. O fruto da castanheira, um ouriço, tem cerca de 1kg e contém, em média, 16 sementes. Baseando- se nesses dados e considerando o valor padrão da aceleração da gravidade 9,81m/s2, pode-se estimar que a velocidade com que o ouriço atinge o solo, ao cair do alto de uma castanheira, é de, em m/s, aproximadamente, 5,2 10,1 20,4 31,3 98,1 (MACKENZIE 2015) Vários corpos idênticos são abandonados de uma altura de 7,20m em relação ao solo, em intervalos de tempos iguais. Quando o primeiro corpo atingir o solo, o quinto corpo inicia seu movimento de queda livre. Desprezando a resistência do ar e adotando a aceleração da gravidade g = 10,0m/s2, a velocidade do segundo corpo nessas condições é 10,0m/s 6,0m/s 3,0m/s 9,0m/s 12,0m/s (PUCMG 2015) O edifício mais alto do Brasil ainda é o Mirante do Vale com 51 andares e uma altura de 170 metros. Se gotas de água caíssem em queda livre do último andar desse edifício, elas chegariam ao solo com uma velocidade de aproximadamente 200km/h e poderiam causar danos a objetos e pessoas. Por outro lado, gotas de chuva caem de alturas muito maiores e atingem o solo sem ferir as pessoas ou danificar objetos. Isso ocorre porque: quando caem das nuvens, as gotas de água se dividem em partículas de massas desprezíveis. embora atinjam o solo com velocidades muito altas, as gotas não causam danos por serem líquidas. as gotas de água chegam ao solo com baixas velocidades, pois não caem em queda livre devido ao atrito com o ar. as gotas de água têm massas muito pequenas e a aceleração da gravidade praticamente não afeta seus movimentos verticais. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Leia o texto a seguir e responda à(s) próxima(s) questão(ões). Nas origens do estudo sobre o movimento, o filósofo grego Aristóteles (384/383-322 a.C.) dizia que tudo o que havia no mundo pertencia ao seu lugar natural. De acordo com esse modelo, a terra apresenta-se em seu lugar natural abaixo da água, a água abaixo do ar, e o ar, por sua vez, abaixo do fogo, e acima de tudo um local perfeito constituído pelo manto de estrelas, pela Lua, pelo Sol e pelos demais planetas. Dessa forma, o modelo aristotélico explicava o motivo pelo qual a chama da vela tenta escapar do pavio, para cima, a areia cai de nossas mãos ao chão, e o rio corre para o mar, que se encontra acima da terra. A mecânica aristotélica também defendia que um corpo de maior quantidade de massa cai mais rápido que um corpo de menor massa, conhecimento que foi contrariado séculos depois, principalmente pelos estudos realizados por Galileu, Kepler e Newton. (UEL 2015) Com o avanço do conhecimento científico acerca da queda livre dos corpos, assinale a alternativa que indica, corretamente, o gráfico de deslocamento versus tempo que melhor representa esse movimento em regiões onde a resistência do ar é desprezível. 24 25 26 27 e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d E X E R C ÍC IO S 73www.biologiatotal.com.br TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Recentemente, uma equipe de astrônomos afirmou ter identificado uma estrela com dimensões comparáveis às da Terra, composta predominantemente de diamante. Por ser muito frio, o astro, possivelmente uma estrela anã branca, teria tido o carbono de sua composição cristalizado em forma de um diamante praticamente do tamanho da Terra. (UNICAMP 2015) Considerando que a massa e as dimensões dessa estrela são comparáveis às da Terra, espera-se que a aceleração da gravidade que atua em corpos próximos à superfície de ambos os astros seja constante e de valor não muito diferente. Suponha que um corpo abandonado, a partir do repouso, de uma altura h = 54m da superfície da estrela, apresente um tempo de queda t = 3,0s. Desta forma, pode-se afirmar que a aceleração da gravidade na estrela é de 8,0m/s2 10m/s2 12m/s2 18m/s2 TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Considere os dados abaixo para resolver a(s) questão(ões) quando for necessário. Constantes físicas Aceleração da gravidade: g = 10m/s2 Densidade da água: r = 1,0g/cm3 (CFTMG 2015) Uma garota lança uma pedra verticalmente para cima. Sendo a, o módulo da aceleração e v, o módulo da velocidade da mesma, no ponto mais alto de sua trajetória, é correto afirmar que v é ___________ a (de) zero, se a for ___________ a (de) zero. Os termos que completam de forma correta e, respectivamente, as lacunas são igual, igual igual, diferente diferente, igual diferente, diferente (UPF 2014) Considere um vagão deslocando-se em uma trajetória retilínea com velocidade constante e igual a 5 m/s. Um observador, A, dentro dele, lança uma pedra verticalmente para cima. Um outro observador, B, do lado de fora do vagão e em repouso em relação à Terra, observa o vagão passar. Sendo V A e V B , respectivamente, as velocidades da pedra no ponto mais alto de sua trajetória em relação a cada observador, pode-se concluir que: V A = 0 e V B = 0 V A = 0 e V B = 5 m/s V A = 5 m/s e V B = 0 V A = 5 m/s e V B = 5m/s V A = 0 e V B = 10 m/s ANOTAÇÕES 29 30 28 e e a a a b b b c c c d d d d 74 C IN E M Á T IC A MOVIMENTOS VERTICAIS NO VÁCUO GABARITO DJOW 1: [C] A aceleração deste movimento é unicamente devida à gravidade. Como o referencial positivo aponta para cima, a aceleração da gravidade será negativa e constante, portanto, teremos um gráfico típico de constante (reta horizontal) com valor negativo (reta abaixo da abscissa). 2: [E] A expressão para a altura máxima em um lançamento vertical é: 2 0 0 g t h h v t 2 ⋅ = + ⋅ − Para o lançamento a partir do solo h 0 = 0 e como v 0 = v, fica: 2g t h v t (1) 2 ⋅ = ⋅ − Mas, quando a bola atinge a altura máxima, sua velocidade na componente vertical é igual a zero (v=0), então podemos calcular o tempo para atingir este ponto, usando: final v v v g t 0 v g t t (2) g = − ⋅ ⇒ = − ⋅ ∴ = Substituindo a equação (2) na equação (1) acima: 2 2 2 2 v g gv v v v h v h g 2 g 2g 2g ⋅ = ⋅ − ⇒ − ∴ = Finalmente, ao aumentar a velocidade de lançamento em três vezes, podemos ter uma noção de quanto ficará maior a altura atingida pela bola: ( ) ( )2 2 2 1 1 1 v 3v 4v v h h h 16 16 h 2g 2g 2g + = ⇒ = ∴ = = 3: [A] A posição em função do tempo de um objeto em lançamento vertical varia quadraticamente, indicando o gráfico de uma parábola, sendo o movimento de subida retardado e a descida acelerado. O movimento é retilíneo uniformemente retardado na subida até a altura máxima atingida pelo objeto e a descida passa a ser acelerada sendo em ambos os trechos a aceleração igual à da gravidade. 4: [B] Da equação da altura percorrida na queda livre, temos: 2 2 1 1 2 2 2 1 h gt 2 1 h 10 2 h 20 m 2 1 h 10 1,6 h 12,8 m 2 = = ⋅ ⋅ ⇒ = = ⋅ ⋅ ⇒ = Portanto, o nível da água elevou-se em: 5: [A] 2 2 0 2 V V 2 g h 0 20 2 10 h 20h 400 h 20 m = − ⋅ ⋅ = − ⋅ ⋅ ⇒ = ⇒ = No entanto ele perdeu 15% de energia mecânica devido à força dissipativas, ou seja, ele irá subir 15% a menos do modelo ideal que não possui forças dissipativas. h=20.0,85 → h=17m 6: [B] A aceleração da bola é igual à aceleração da gravidade em qualquer instante de seu movimento. 7: [B] Para sabermos qual a velocidade mínima que ele deve exercer para realizar o salto, primeiro precisamossaber quanto tempo que ele vai demorar pra descer em queda livre. Descobrimos que ele demora 0,6s pra cair, logo ele deverá percorrer 3m em 0,6s. A velocidade inicial que ele deve exercer será: Vale lembrar que a velocidade no eixo y sempre será um M.R.U.V. e a velocidade e no eixo x sempre será um M.R.U. 8: [A] RESPOSTA COMENTADA RESPOSTA COMENTADA RESPOSTA COMENTADA RESPOSTA COMENTADA RESPOSTA COMENTADA RESPOSTA COMENTADA RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2GSaTyp http://bit.ly/2GTQppa http://bit.ly/2GPLYM2 http://bit.ly/2sbqHJj http://bit.ly/2GScqEM http://bit.ly/2sdt9iE http://bit.ly/2saO4Tr C IN E M Á T IC A 75www.biologiatotal.com.br 0 1 2 1 2 2 H 0 m t 10 s a 5 m s a g 10 m s = = = = = − 1ª etapa: foguete sobe do chão durante 10s com aceleração de 5/s2 2 1 0 o 1 1 2 1 1 1 0 1 1 1 1 H H V t a t 2 5 H 10 H 250 m (i) 2 V V a t V 50 m / s (ii) = + + = ⇒ = = + = 2ª etapa: foguete continua subindo com desaceleração da gravidade até atingir a altura máxima H 2 . 2 2 2 1 2 2 1 2 2 2 2 1 2 2 1 2 2 V V 2a (H H ) 0 50 2 ( 10) (H 250) H 375 m (iii) V V a (t t ) 0 50 ( 10) (t 10) t 5 s (iv) = + − = + ⋅ − ⋅ − = = + ⋅ − = + − ⋅ − = Depois dos 10s subindo, o foguete subiu por mais 5s, até adquirir velocidade zero. 3ª etapa: Foguete desce com aceleração da gravidade. Portanto, conforme indica a alternativa [A], a altura máxima atingida será de 375m e o tempo total de 23,7s 9: [B] 10: [B] Como, em relação à mesma horizontal, o tempo de subida é igual ao de descida, o tempo total de movimento é 4 segundos; então o tempo de descida, em queda livre, é 2 segundos. Aplicando as equações da queda livre: ( ) ( )22 v gt 10 2 v 20 m/s. g 10 h t 2 h 20 m. 2 2 = = ⇒ = = = ⇒ = 11: [D] Sabendo-se que o tempo total de permanência da garrafa no ar é o mesmo tempo que o menino usa para se afastar do ponto de queda, então usando a equação da posição vertical para o lançamento vertical abaixo, temos: ( ) ( ) 22 2 0 0 4 4 4 5 1 t ' 0,2 s (descartado)g t 4 36 h h v t 0 1 4t 5t t t '' 1s2 2 5 10 − ± − ⋅ − ⋅ = −⋅ − ± = + ⋅ − ⇒ = + − ⇒ = = ∴ =⋅ − − Logo, como a velocidade do menino é de 6,0m/s no tempo em que a garrafa permanece no ar ele se desloca 6m. 12: [E] Para os dois lançamentos do mesmo ponto, considerando primeiramente o lançamento para a altura máxima: 2 MAX 0 g H V t t 2 = ⋅ − ⋅ Mas na altura máxima, a velocidade neste ponto é nula, então o tempo de subida pode ser colocado em termos da velocidade inicial. 0 0 0 V V V g t 0 V g t t g = − ⋅ ⇒ = − ⋅ ∴ = Substituindo o tempo na equação anterior, temos: 2 2 0 0 0 MAX 0 MAX V V Vg H V H g 2 g 2g = ⋅ − ⋅ ⇒ = A velocidade para o segundo lançamento foi reduzida de um quinto (1/5): : 0 0 0 0 V 4V V ' V 5 5 = − = Para o lançamento com menor velocidade: 204V gH t ' t ' 5 2 = ⋅ − ⋅ Da mesma forma, na altura máxima para esse lançamento, a velocidade é nula neste ponto: 0 0 04V 4V 4VV g t ' 0 g t ' t ' 5 5 5g = − ⋅ ⇒ = − ⋅ ∴ = Substituindo na expressão da altura: 2 2 2 20 0 0 0 0 04V 4V 4V 16V 16V 16VgH H H 5 5g 2 5g 25g 50g 50g = ⋅ − ⋅ ⇒ = − ∴ = Finalmente, dividindo as duas expressões das alturas: 2 0 2 MAX MAX MAX0 16V H H 32 H50g 0,64 H H 50 HV 2g = ⇒ = ∴ = Logo, a altura do segundo lançamento chega a 64% do primeiro. 13: [D] Falsa. A massa é constante, independente do local Falsa. Da queda livre, a velocidade de chegada a partir de uma altura h é: T T T M M T M T T TM M g v 2g h v g v3v 2gh v . v g g 3v 2g h == ⇒ ⇒ = = ⇒ = = Falsa. A massa é a mesma. Verdadeira. 14: [A] [I] Falsa. Sendo as velocidades iniciais iguais e cada um tendo como aceleração a gravidade, ambas vão atingir a altura máxima e chegar ao solo ao mesmo tempo. [II] Verdadeira. Ambos estão sujeitos à ação da gravidade. RESPOSTA COMENTADA RESPOSTA COMENTADA RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2sdqxRO http://bit.ly/2GTOtgq http://bit.ly/2sdDR8H 76 C IN E M Á T IC A [III] Falsa. Como já mencionado em [I], os dois corpos chegam juntos na altura máxima. [IV] Verdadeira. Os movimentos são idênticos. 15: [A] Dado: v = 20m/s; h = 15m; g = 10m/s2. Aplicando a equação de Torricelli: 2 2 2 2 0 0 0 v v 2gh v v 2gh 20 2 10 15 100 v 10 m s. = + ⇒ = − = − × × = ⇒ = 16: [E] 1ª opção: Ajustando as velocidades em relação ao solo no Sistema Internacional de Unidades: Balão: b 1m / s v 90 km / h 25 m / s 3,6 km / h = ⋅ = Objeto: ( )0 1m / s v 18 90 km / h 30 m / s 3,6 km / h = + ⋅ = Tomando as velocidades em relação ao solo, as equações das posições dos móveis em relação ao tempo são: Balão: h = 80+25t (1) Objeto: h = 80+30t-5t2 (2) Para que o objeto retorne à mão do passageiro é necessário que a posição indicada pelo balão seja a mesma do objeto, portanto, fazendo a igualdade das duas equações: ( ) 2 2 2 2 80 25t 80 30t 5t 25t 30t 5t 5t 5t 0 t t 0 t t 1 0 + = + − = − − = − = ⋅ − = Resolvendo a equação de segundo grau incompleta, as raízes são: t’ = 0s e t’’ = 1s. Logo, após o lançamento, o objeto retorna ao passageiro em apenas 1 segundo. 2ª opção: Considerando o balão como um sistema inercial, usamos somente a informação do objeto efetuando um lançamento vertical com velocidade inicial referida ao balão. Objeto: 0 1m / s v 18 km / h 5 m / s 3,6 km / h = ⋅ = Usando a equação horária da velocidade para o lançamento vertical, v = v 0 – gt. Sabendo-se que a velocidade final terá sentido contrário da velocidade inicial, mas de mesmo módulo e usando a aceleração da gravidade g = 10m/s2: -5 = 5 – 10t → t = 1s 17: [D] A situação representa um lançamento horizontal e desmembrando este movimento temos um movimento de queda livre na vertical e movimento uniforme na horizontal. No eixo horizontal (x), temos um MRU: x = x 0 + v x .t Donde tiramos o tempo de queda, usando o alcance e a velocidade horizontal: 5 = 0+2,5.t t = 2s No eixo vertical (y), para a altura em função do tempo, temos a expressão: 2t h g 2 = Com os dados fornecidos e o tempo calculado: ( )22 2 sh 10 m / s 20 m 2 = ⋅ = 18: [B] Com a equação da altura em função do tempo do movimento de queda livre, calculamos a aceleração. ( ) 2 2 2 2 gt 2h h g 2 t 2 12 m g 6 m / s 2 s = ⇒ = ⋅ = = 19: [C] Temos situações semelhantes para os dois corpos, pois ambos percorrem 5m com as mesmas acelerações sendo que as condições de contorno também são similares, logo as velocidades em módulo serão iguais e sua razão será 1. Outra possibilidade é calcular usando os conhecimentos de lançamento vertical e queda livre. Para o corpo A, que cai em queda livre, usando o referencial positivo para baixo e a equação de Torricelli: Para o corpo B, que sobe na vertical, usando o referencial positivo para cima, primeiramente descobrimos a velocidade inicial e depois a velocidade na posição de 5m: E a intensidade da velocidade a 5m de altura: ( )2Bv 10 2 2 10 5 v 10 m / s= − ⋅ ⋅ ∴ = Então, A B v 10 1. v 10 = = 20: [A] C IN E M Á T IC A 77www.biologiatotal.com.br Usando a equação de Torricelli com a = g = 10 m/s2 e Δ S = h = 20m. 2 2 2 0v v 2g h v 0 2 10 20 400 v 20 m/s. = + ⇒ = + ⋅ ⋅ = ⇒ = 21: [A] Se o corpo está em queda livre, a resultante das forças sobre ele é seu próprio peso. Aplicando a segunda lei de Newton a essa situação: R = P → ma = mg → a = g. A aceleração de queda independe da massa e é igual a aceleração da gravidade. Calculando o tempo de queda: 2 2 hgh t t . 2 g = ⇒ = Consequentemente, o tempo de queda também independe da massa. Portanto, o tempo de queda é o mesmo para os dois corpos. 22: [E] A distância percorrida em queda livre é dada por: 2g t h 2 ⋅ = Logo, ( )2210 m / s 2,5 s h h 31,25 m 2 ⋅ = ∴ = Já a velocidade é dada por: v = v 0 + g.t v = 0+10m/s2.2,5 ∴ v = 25m/s 23: [C] Temos um Lançamento Horizontal com velocidade inicial de 6 m/s, maso que importa é a componente da velocidade no eixo vertical que no caso é nula, e para determinar o tempo de queda, como o corpo foi abandonado temos uma queda livre, usamos a equação horária das posições verticais, considerando o sentido positivo para baixo sendo a origem das posições dada pelo balão: 2 0 0 t h h v t g 2 = + ⋅ + ⋅ Aplicando as condições iniciais: v0 = 0, h0 = 0, temos: 2 2t80 10 t 16 t 4 s 2 = ⋅ ⇒ = ⇒ = Note que a velocidade inicial é tomada apenas no eixo vertical, portanto é nula, pois o objeto foi abandonado e a velocidade fornecida no enunciado (velocidade horizontal) somente serviria se calculássemos o alcance horizontal do objeto que caiu do balão em relação a pessoa no solo. 24: [D] Aplicando a equação de Torricelli à queda livre, temos: 2v 2 g h v 2 g h 2 9,81 50 981 v 31,3 m/s.= ⇒ = = × × = ⇒ = 25: [D] Calculando o tempo de queda: ( )2 q q q 2 7,22 h1 h g t t 1,44 t 1,2 s. 2 g 10 = ⇒ = = = ⇒ = A figura mostra os cinco corpos e o tempo (t) de movimento de cada um deles. A velocidade do 2º corpo é: ( )0v v g t v 0 10 0,9 v 9 m/s.= + ⇒ = = ⇒ = 26: [C] A queda da gota é, no início, um movimento acelerado. À medida que ela vai caindo, a força de resistência do ar vai aumentando com a velocidade até atingir a mesma intensidade do seu peso. Nesse ponto, a gota atinge sua velocidade limite, terminando a queda em movimento uniforme, com velocidade em torno de 30km/h insuficiente para causar danos a objetos ou pessoas. 27: [B] A função horária do espaço é 21S g t . 2 = É uma função do 2º grau, portanto o gráfico é um arco de parábola. 28: [C] 2 2 2 2 2 hg 2 54 h t g g 12 m/s . 2 t 3 ⋅ = ⇒ = = ⇒ = 29: [B] No lançamento vertical, no ponto mais alto a velocidade é igual a zero e a aceleração é igual à da gravidade, diferente de zero, supondo que a garota em questão esteja na Terra ou em outro qualquer lugar do universo onde haja gravidade. 30: [B] Para o observador A, dentro do trem, no ponto mais alto a velocidade é nula. Para o observador B, em repouso em relação à Terra, a velocidade da pedra é igual à do vagão, 5 m/s. 78 C IN E M Á T IC A LANÇAMENTO HORIZONTAL E OBLÍQUO O lançamento oblíquo recebe esse nome porque descreve as trajetórias de objetos lançados quando formam ângulos em relação à horizontal. As grandezas físicas que podemos calcular com esse tipo de movimento são: tempo de subida, altura máxima, tempo de descida e alcance. Nas imagens a seguir podemos ver um foguete sendo lançado obliquamente, e a sua respectiva trajetória (raio de luz). Lançamento oblíquo Quando um corpo é lançado com velocidade v0 formando um ângulo θ com a horizontal, temos a seguinte figura: Nesse estudo, despreza-se a resistência do ar e considera-se o movimento com dimensões desprezíveis em relação ao raio da Terra. Durante todo o movimento, a única aceleração que o objeto experimenta é a da gravidade: Importante: o movimento oblíquo é considerado como uma composição de dois movimentos simultâneos: o movimento uniforme e o movimento uniformemente variado. O movimento vertical é o movimento variado devido à ação da aceleração gravitacional; O movimento horizontal é livre de acelerações, portanto, é uniforme. Movimento Vertical Tomemos um eixo Oy orientado para cima e com sua origem coincidindo com o ponto de lançamento. Como a aceleração tem sentido para baixo, então: PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar C IN E M Á T IC A 79www.biologiatotal.com.br a = – g Decompomos a velocidade inicial como: As equações do MUV para o movimento vertical ficam: Observação: no ponto máximo da trajetória, a velocidade vy é zero. Movimento Horizontal Tomemos um eixo Ox orientado para a direita e com sua origem coincidindo com o ponto de lançamento. Decompomos a velocidade inicial como: As equações do MU para o movimento vertical ficam: Composição dos movimentos vertical e horizontal Calcula-se a velocidade vetorial resultante das decomposições de vx e vy como: Observação: no ponto de altura máxima, o módulo da velocidade é mínimo, não nulo. Pois somente a velocidade vertical se anula, enquanto a velocidade horizontal se mantém constante. PRINCIPAL Destacar 80 E X E R C ÍC IO S EXERCÍCIOS (UFJF 2016) Galileu, em seu livro “Diálogo sobre os Dois Principais Sistemas do Mundo”, apresentou a independência dos movimentos para, entre outras coisas, refutar a imobilidade da Terra. Em um de seus exemplos, ele descreve o seguinte: imagine um canhão na posição horizontal sobre uma torre, atirando paralelamente ao horizonte. Não importa se a carga da pólvora é grande ou pequena, e o projétil caia a 100m ou 500m, o tempo que os projéteis levam para chegar ao chão é o mesmo. (Texto adaptado do Livro Diálogo sobre os dois Principais Sistemas do Mundo). Em relação ao texto e à independência dos movimentos, julgue os itens abaixo: I. o texto apresenta uma ideia errada, pois a bala de canhão que percorre o maior trajeto permanece por maior tempo no ar; II. os tempos de lançamento das duas balas de canhão são os mesmos quando comparados ao tempo de queda de uma terceira bola que é abandonada da boca do canhão e cai até a base da torre; III. o texto não apresenta uma ideia correta sobre o lançamento de projéteis, pois quanto maior a carga, maior o tempo que a bala de canhão permanece no ar; IV. o movimento da bala de canhão pode ser dividido em dois movimentos independentes: um na vertical, e outro na horizontal. Os seguintes itens são CORRETOS: I, II e III II e IV. II, III e IV I, II e IV I e IV (FMP 2016) Um jogador de futebol chuta uma bola sem provocar nela qualquer efeito de rotação. A resistência do ar é praticamente desprezível, e a trajetória da bola é uma parábola. Traça-se um sistema de eixos coordenados, com um eixo x horizontal e paralelo ao chão do campo de futebol, e um eixo y vertical com sentido positivo para cima. Na Figura a seguir, o vetor v 0 indica a velocidade com que a bola é lançada (velocidade inicial logo após o chute). Abaixo estão indicados quatro vetores w 1 , w 2 , w 3 e w 4 , sendo w 4 o vetor nulo. Os vetores que descrevem adequada e respectivamente a velocidade e a aceleração da bola no ponto mais alto de sua trajetória são w 1 e w 4 w 4 e w 4 w 1 e w 3 w 1 e w 2 w 4 e w 3 (UCS 2016) Quando um jogador de futebol é muito veloz, uma forma divertida de se referir a essa qualidade é dizer que ele é capaz de cobrar escanteio para a área adversária e ele mesmo correr e conseguir chutar a bola antes de ela tocar o chão. Suponha um jogador ficcional que seja capaz de fazer isso. Se ele cobrar o escanteio para dentro da área fornecendo à bola uma velocidade inicial de 20m/s fazendo um ângulo de 60º com a horizontal, qual distância o jogador precisa correr, em linha reta, saindo praticamente de forma simultânea à cobrança de escanteio, para chutar no gol sem deixar a bola tocar no chão? Para fins de simplificação, considere que a altura do chute ao gol seja desprezível, que sem 60º = 0,8, cos 60º = 0,5, e que a aceleração da gravidade seja 10m/s2. 1 2 3 e ea a b b c c d d E X E R C ÍC IO S 81www.biologiatotal.com.br 6m 12m 24m 32m 44m (ESPCEX 2016) Um projétil é lançado obliquamente, a partir de um solo plano e horizontal, com uma velocidade que forma com a horizontal um ângulo ∝ e atinge a altura máxima de 8,45m Sabendo que, no ponto mais alto da trajetória, a velocidade escalar do projétil é 9,0m/s, pode-se afirmar que o alcance horizontal do lançamento é: Dados: intensidade da aceleração da gravidade g=10m/s2 despreze a resistênciado ar 11,7m 17,5m 19,4m 23,4m 30,4m (UEFS 2016) Em um planeta X, uma pessoa descobre que pode pular uma distância horizontal máxima de 20,0m se sua velocidade escalar inicial for de 4,0m/s. Nessas condições, a aceleração de queda livre no planeta X, em 10-1m/s2, é igual a 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 (PUCPR 2016) Durante um jogo de futebol, um goleiro chuta uma bola fazendo um ângulo de 30º com relação ao solo horizontal. Durante a trajetória, a bola alcança uma altura máxima de 5,0m. Considerando que o ar não interfere no movimento da bola, qual a velocidade que a bola adquiriu logo após sair do contato do pé do goleiro? Use g = 10m/s2. 5m/s 10m/s 20m/s 25m/s 50m/s (UPF 2016) O goleiro de um time de futebol bate um “tiro de meta” e a bola sai com velocidade inicial de módulo V 0 igual a 20m/s, formando um ângulo de 45º com a horizontal. O módulo da aceleração gravitacional local é igual a 10m/s2. Desprezando a resistência do ar e considerando que sen 45 2 2;° = cos 45 2 2;° = tg 45 1° = e 2 1,4,= é correto afirmar que: a altura máxima atingida pela bola é de 20,0m o tempo total em que a bola permanece no ar é de 4s a velocidade da bola é nula, ao atingir a altura máxima. a bola chega ao solo com velocidade de módulo igual a 10m/s a velocidade da bola tem módulo igual a 14m/s ao atingir a altura máxima. (ESC. NAVAL 2016) Analise a figura abaixo. A figura acima mostra um homem de 69kg segurando um pequeno objeto de 1,0kg em pé na popa de um flutuador de 350kg e 6,0m de comprimento que está em repouso sobre águas tranquilas. A proa do flutuador está a 0,50m de distância do píer. O homem desloca-se a partir da popa até a proa do flutuador, para, e em seguida lança horizontalmente o objeto, que atinge o píer no ponto B, indicado na figura acima. Sabendo que o deslocamento vertical do objeto durante seu voo é de 1,25m, qual a velocidade, em relação ao píer, com que o objeto inicia o voo? Dado: g = 10m/s2 2,40m/s 61,0cm/s 360cm/s 3,00km/h 15,00km/h (PUCRJ 2015) Uma bola é lançada com velocidade horizontal de 2,5m/s do alto de um edifício e alcança o solo a 5,0m da base do mesmo. 7 8 9 e e e e e e a a a a a a b b b b b b c c c c c c d d d d d d 4 5 6 82 E X E R C ÍC IO S Despreze efeitos de resistência do ar e indique, em metros, a altura do edifício. Considere: g = 10m/s2 10 2,0 7,5 20 12,5 (ACAFE 2015) O puma é um animal que alcança velocidade de até 18m/s e pode caçar desde roedores e coelhos até animais maiores como alces e veados. Considere um desses animais que deseja saltar sobre sua presa, neste caso um pequeno coelho, conforme a figura. O puma chega ao ponto A com velocidade horizontal de 5m/s e se lança para chegar à presa que permanece imóvel no ponto B. Desconsiderando a resistência do ar e adotando g = 10m/s2, a alternativa correta é: O puma não vai cair sobre a presa, pois vai tocar o solo a 20cm antes da posição do coelho. O puma cairá exatamente sobre o coelho, alcançando sua presa. O puma vai chegar ao solo, no nível do coelho, após 0,5s do início de seu salto. O puma vai cair 30cm a frente do coelho, dando possibilidade da presa escapar. (MACKENZIE 2015) Um zagueiro chuta uma bola na direção do atacante de seu time, descrevendo uma trajetória parabólica. Desprezando-se a resistência do ar, um torcedor afirmou que I. a aceleração da bola é constante no decorrer de todo movimento. II. a velocidade da bola na direção horizontal é constante no decorrer de todo movimento. III. a velocidade escalar da bola no ponto de altura máxima é nula. Assinale se somente a afirmação I estiver correta. se somente as afirmações I e III estiverem corretas. se somente as afirmações II e III estiverem corretas. se as afirmações I, II e III estiverem corretas. se somente as afirmações I e II estiverem corretas. (UPF 2015) Na Copa do Mundo de 2014, alguns gols foram marcados a partir de cobranças de falta. Nessa situação, considere que um jogador bate uma falta de modo que a velocidade inicial da bola forma um ângulo de 45º com o plano do gramado. Depois de 2s de voo no ponto mais alto de sua trajetória, a bola bate na parte superior da trave, que está a 2,4m do plano do gramado. Considerando g = 10m/s2 e desprezando os efeitos do atrito com o ar, pode-se dizer que a distância, em metros, do ponto onde foi batida a falta até a trave, é de, aproximadamente: 22 32 42 52 62 (UFRGS 2015) Em uma região onde a aceleração da gravidade tem módulo constante, um projétil é disparado a partir do solo, em uma direção que faz um ângulo ∝ com a direção horizontal, conforme representado na figura abaixo. Assinale a opção que, desconsiderando a resistência do ar, indica os gráficos que melhor representam, respectivamente, o comportamento da componente horizontal e o da componente vertical, da velocidade do projétil, em função do tempo. I e V. II e V. II e III. IV e V. V e II. (ESC. NAVAL 2015) Analise a figura abaixo. Conforme indica a figura acima, no instante t=0, uma partícula é lançada no ar, e sua posição em função do tempo é descrita pela equação r(t) = (6,0t + 2,5)i+(- 5,0t2+2,0t+8,4)j, com r em metros e t em segundos. 13 10 11 12 14 e e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d E X E R C ÍC IO S 83www.biologiatotal.com.br Após 1,0 segundo, as medidas de sua altura do solo, em metros, e do módulo da sua velocidade, em m/s, serão, respectivamente, iguais a 3,4 e 10 3,6 e 8,0 3,6 e 10 5,4 e 8,0 5,4 e 10 (IFCE 2014) Da parte superior de um caminhão, a 5,0 metros do solo, o funcionário 1 arremessa, horizontalmente, caixas para o funcionário 2, que se encontra no solo para pegá-las. Se cada caixa é arremessada a uma velocidade de 8,0 m/s, da base do caminhão, deve ficar o funcionário 2, a uma distância de Considere a aceleração da gravidade 10,0 m/ s2 e despreze as dimensões da caixa e dos dois funcionários. 4,0 m. 5,0 m. 6,0 m. 7,0 m. 8,0 m. (ESPCEX 2014) Uma esfera é lançada com velocidade horizontal constante de módulo v=5 m/s da borda de uma mesa horizontal. Ela atinge o solo num ponto situado a 5 m do pé da mesa conforme o desenho abaixo. Desprezando a resistência do ar, o módulo da velocidade com que a esfera atinge o solo é de: Dado: Aceleração da gravidade: g=10 m/s2 4 m / s 5 m / s 5 2 m / s 6 2 m / s 5 5 m / s (ESC. NAVAL 2014) Um artefato explosivo é lançado do solo com velocidade inicial v 0 fazendo um ângulo de 30º com a horizontal. Após 3,0 segundos, no ponto mais alto de sua trajetória, o artefato explode em duas partes iguais, sendo que uma delas (fragmento A) sofre apenas uma inversão no seu vetor velocidade. Desprezando a resistência do ar, qual a distância, em metros, entre os dois fragmentos quando o fragmento A atingir o solo? Dados: sen30º = 0,5 cos30º = 0,9 g = 10m/s2 280 350 432 540 648 (ENEM 2014) Na Antiguidade, algumas pessoas acreditavam que, no lançamento obliquo de um objeto, a resultante das forças que atuavam sobre ele tinha o mesmo sentido da velocidade em todos os instantes do movimento. Isso não está de acordo com as interpretações científicas atualmente utilizadas para explicar esse fenômeno. Desprezando a resistência do ar, qual é a direção e o sentido do vetor força resultante que atua sobre o objeto no ponto mais alto da trajetória? Indefinido, pois ele é nulo, assim como a velocidade vertical nesse ponto. Vertical para baixo, pois somente o peso está presente durante o movimento. Horizontal no sentido do movimento, pois devido à inércia o objeto mantém seu movimento. Inclinadona direção do lançamento, pois a força inicial que atua sobre o objeto é constante. Inclinado para baixo e no sentido do movimento, pois aponta para o ponto onde o objeto cairá. (UFSM 2013) Um trem de passageiros passa em frente a uma estação, com velocidade constante em relação a um referencial fixo no solo. Nesse instante, um passageiro deixa cair sua câmera fotográfica, que segurava próxima a uma janela aberta. Desprezando a resistência do ar, a trajetória da câmera no referencial fixo do trem é ___________, enquanto, no referencial fixo do solo, a trajetória é ___________. O tempo de queda da câmera no primeiro referencial é ___________ tempo de queda no outro referencial. 17 18 19 16 15 e e e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d 84 E X E R C ÍC IO S Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas. parabólica — retilínea — menor que o parabólica — parabólica — menor que o retilínea — retilínea — igual ao retilínea — parabólica — igual ao parabólica — retilínea — igual ao (IME 2013) Um corpo de 300 g de massa é lançado de uma altura de 2,20 m em relação ao chão como mostrado na figura acima. O vetor velocidade inicial v 0 tem módulo de 20 m/s e faz um ângulo de 60° com a vertical. O módulo do vetor diferença entre o momento linear no instante do lançamento e o momento linear no instante em que o objeto atinge o solo, em kg.m/s, é: Dado: aceleração da gravidade: 10 m/s2. 0,60 1,80 2,25 3,00 6,60 (PUCRJ 2013) Um projétil é lançado com uma velocidade escalar inicial de 20 m/s com uma inclinação de 30° com a horizontal, estando inicialmente a uma altura de 5,0 m em relação ao solo. A altura máxima que o projétil atinge, em relação ao solo, medida em metros, é: Considere a aceleração da gravidade g = 10 m/s2 5,0 10 15 20 25 (ESC. NAVAL 2013) Conforme mostra a figura abaixo, em um jogo de futebol, no instante em que o jogador situado no ponto A faz um lançamento, o jogador situado no ponto B, que inicialmente estava parado, começa a correr com aceleração constante igual a 3,00m/s2 deslocando-se até o ponto C. Esse jogador chega em C no instante em que a bola toca o chão no ponto D. Todo o movimento se processa em um plano vertical, e a distância inicial entre A e E vale 25,0m Sabendo-se que a velocidade inicial da bola tem módulo igual a 20,0m/s e faz um ângulo de 45º com a horizontal, o valor da distância, d, entre os pontos C e D, em metros, é Dado: g = 10,0m/s2 1,00 3,00 5,00 12,0 15,0 (ITA 2013) Uma pequena bola de massa m é lançada de um ponto P contra uma parede vertical lisa com uma certa velocidade v 0 , numa direção de ângulo ∝ em relação à horizontal. Considere que após a colisão a bola retorna ao seu ponto de lançamento, a uma distância d da parede, como mostra a figura. Nestas condições, o coeficiente de restituição deve ser (ESC. NAVAL 2013) Os gráficos abaixo foram obtidos da trajetória de um projétil, sendo y a distância vertical e x a distância horizontal percorrida pelo projétil. A componente vertical da velocidade, em m/s, do projétil no instante inicial vale: Dado: g = 10,0m/s2 23 24 20 21 22 e e e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d E X E R C ÍC IO S 85www.biologiatotal.com.br zero 5,0 10 17 29 (CFTMG 2013) Uma pedra é lançada para cima a partir do topo e da borda de um edifício de 16,8 m de altura a uma velocidade inicial v 0 = 10 m/s e faz um ângulo de 53,1° com a horizontal. A pedra sobe e em seguida desce em direção ao solo. O tempo, em segundos, para que a mesma chegue ao solo é 2,8. 2,1. 2,0. 1,2. (PUCSP 2012) Dois amigos, Berstáquio e Protásio, distam de 25,5 m. Berstáquio lança obliquamente uma bola para Protásio que, partindo do repouso, desloca-se ao encontro da bola para segurá-la. No instante do lançamento, a direção da bola lançada por Berstáquio formava um ângulo Θ com a horizontal, o que permitiu que ela alcançasse, em relação ao ponto de lançamento, a altura máxima de 11,25 m e uma velocidade de 8 m/s nessa posição. Desprezando o atrito da bola com o ar e adotando g = 10m/s2, podemos afirmar que a aceleração de Protásio, suposta constante, para que ele consiga pegar a bola no mesmo nível do lançamento deve ser de 1/2 m/s2 1/3 m/s2 1/4 m/s2 1/5 m/s2 1/10 m/s2 (UNICAMP 2012) Um jogador de futebol chuta uma bola a 30 m do gol adversário. A bola descreve uma trajetória parabólica, passa por cima da trave e cai a uma distância de 40 m de sua posição original. Se, ao cruzar a linha do gol, a bola estava a 3 m do chão, a altura máxima por ela alcançada esteve entre 4,1 e 4,4 m. 3,8 e 4,1 m. 3,2 e 3,5 m. 3,5 e 3,8 m. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Três bolas − X, Y e Z − são lançadas da borda de uma mesa, com velocidades iniciais paralelas ao solo e mesma direção e sentido. A tabela abaixo mostra as magnitudes das massas e das velocidades iniciais das bolas. Bolas Massa (g) Velocidade inicial (m/s) X 5 20 Y 5 10 Z 10 8 (UERJ 2012) As relações entre os respectivos tempos de queda t x , t y e t z das bolas X, Y e Z estão apresentadas em: t x < t y < t z t y < t z < t x t z < t y < t x t y = t x = t z (FUVEST 2011) Uma menina, segurando uma bola de tênis, corre com velocidade constante, de módulo igual a 10,8 km/h, em trajetória retilínea, numa quadra plana e horizontal. Num certo instante, a menina, com o braço esticado horizontalmente ao lado do corpo, sem alterar o seu estado de movimento, solta a bola, que leva 0,5 s para atingir o solo. As distâncias s m e s b percorridas, respectivamente, pela menina e pela bola, na direção horizontal, entre o instante em que a menina soltou a bola (t = 0 s) e o instante t = 0,5 s, valem: NOTE E ADOTE 28 29 25 26 27 e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d 86 E X E R C ÍC IO S Desconsiderar efeitos dissipativos. s m = 1,25 m e s b = 0 m. s m = 1,25 m e s b = 1,50 m. s m = 1,50 m e s b = 0 m. s m = 1,50 m e s b = 1,25 m. s m = 1,50 m e s b = 1,50 m. (UFF 2011) Após um ataque frustrado do time adversário, o goleiro se prepara para lançar a bola e armar um contra-ataque. Para dificultar a recuperação da defesa adversária, a bola deve chegar aos pés de um atacante no menor tempo possível. O goleiro vai chutar a bola, imprimindo sempre a mesma velocidade, e deve controlar apenas o ângulo de lançamento. A figura mostra as duas trajetórias possíveis da bola num certo momento da partida. Assinale a alternativa que expressa se é possível ou não determinar qual destes dois jogadores receberia a bola no menor tempo. Despreze o efeito da resistência do ar. Sim, é possível, e o jogador mais próximo receberia a bola no menor tempo. Sim, é possível, e o jogador mais distante receberia a bola no menor tempo. Os dois jogadores receberiam a bola em tempos iguais. Não, pois é necessário conhecer os valores da velocidade inicial e dos ângulos de lançamento. Não, pois é necessário conhecer o valor da velocidade inicial. ANOTAÇÕES 30 e e a a b b c c d d C IN E M Á T IC A 87www.biologiatotal.com.br LANÇAMENTO HORIZONTAL E OBLÍQUO GABARITO DJOW 1: [B] Observações: Obviamente que Galileu estava desconsiderando os efeitos do ar; Na afirmativa [II] entenda-se tempos de movimento e não tempos de lançamento. [I] Incorreta. Pelo princípio da independência dos movimentos, na vertical os dois projéteis sofrem a mesma aceleração, que é a própria aceleração da gravidade, tendo o mesmo tempo de movimento que o de um corpo em simples queda livre. [II] Correta. Os tempos de movimento são iguais independente da massa e da velocidade.[III] Incorreta. A ideia está correta. [IV] Correta. 2: [D] No lançamento oblíquo com ausência de atrito com o ar, podemos dividir o movimento nos eixos vertical e horizontal, usando as componentes da velocidade nestes eixos (v x e v y ), conforme a figura abaixo: Assim, temos no eixo vertical um movimento de lançamento vertical em que a aceleração é dada pela gravidade local e no eixo horizontal um movimento retilíneo uniforme em que a velocidade em x é sempre constante. Observa-se que no ponto mais alto da trajetória a velocidade em y é nula e a velocidade horizontal representa a velocidade da bola neste ponto, enquanto que a aceleração é a mesma em todos os pontos do movimento, sendo constante e apontando para baixo. Logo, a alternativa correta é letra [D]. 3: [D] V y = Vsen60º → V y = 20.0,8 → V y = 16m/s V y = V 0y – g.t → 0 = 16-10t → t = 1,6s A bola demora 1,6s pra subir e 1,6s pra descer. Logo, o tempo total será: t t = t s + t d → t t = 1,6+1,6 = 3,2s 4: [D] Sabendo que no ponto mais alto da trajetória (ponto de altura máxima) a componente vertical da velocidade é nula, pode-se calcular o tempo de descida do projétil. Como o tempo de descida é o mesmo da subida, então temos que o tempo total do movimento é o dobro da descida. Analisando somente o movimento na horizontal, podemos analisa-lo como um movimento retilíneo uniforme (MRU). Assim, 5: [B] Da expressão do alcance máximo para um lançamento oblíquo: 2 2 2 2 1 20 0 máx máx v v 4 A g g 0,8 m s g 8,0 10 m s . g A 20 −= ⇒ = = ⇒ = ⇒ = × 6: [C] Sabendo que na posição da altura máxima a componente vertical da velocidade é zero, utilizando a equação de Torricelli, podemos dizer que: Note que a aceleração neste movimento é em módulo igual a aceleração da gravidade. Porém, a = -g devido a aceleração da gravidade, no movimento analisado, está contra o movimento. Sabendo que o ângulo de lançamento da bola é de 30ºC, podemos encontrar a velocidade inicial da bola. ( ) ( ) oy o oy o o v v sen 30 v 10 v sen 30 1 2 v 20 m s = ⋅ ° = = ° = RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2Ghf9ay RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2rIfuQh RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2rLHiUa RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2rI59E0 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2rNr90v RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2GmXaiX 88 C IN E M Á T IC A 7: [E] As componentes da velocidade inicial nas direções vertical V 0y e horizontal V 0x , em módulo, são: 0y 0 0y 0yv v sen v 20 m / s 2 / 2 v 10 2 14 m / sè= ⋅ ⇒ = ⋅ ⇒ = = 0x 0 0x 0xv v cos v 20 m / s 2 / 2 v 10 2 14 m / sè= ⋅ ⇒ = ⋅ ⇒ = = Sabendo que na altura máxima, a componente vertical da velocidade é nula, o tempo de subida será: 0y 0 0y 0 2 v v 14 m / s 0 v v gt t t t 1,4 s g 10 m / s − − = − ⇒ = ⇒ = ∴ = Logo, o tempo total (subida e descida) será o dobro do tempo de subida. t total = 2,8s A altura máxima y máx será: ( )s 2 22 máx 0y s máx máx g 10 m / s y v t t y 14 m / s 1,4 s 1,4 s y 9,8 m 2 2 = ⋅ − ⇒ = ⋅ − ⋅ ∴ = A bola chegará ao solo com a mesma velocidade em módulo que a velocidade de lançamento, ou seja, 20m/s. E, finalmente, na altura máxima, somente a componente vertical da velocidade é nula, portanto a velocidade na altura máxima é dada pela componente horizontal, isto é, V 0x = 14m/s. Com tudo isso, temos a alternativa [E] correta. 8: [C] Após o homem andar da popa até a proa do flutuador, este se deslocará em sentido contrário. Sendo v h e v f respectivamente as velocidades do homem e do flutuador, pela conservação da quantidade de movimento, temos: Q inicial = Q final 70.v h – 350.v f = 0 → V h = 5v f Sendo x a distância percorrida pelo flutuador, devido às relações entre as velocidades, devemos ter que o homem percorre uma distância de 5x, e: x+5x = 6 → x = 1m Sendo assim, a nova distância entre a proa do flutuador e o ponto B será de: d = 0,5 + 0,3 + 1 → d = 1,8m Após o lançamento horizontal do objeto, temos que: 2 21 1h gt 1,25 10t t 0,5 s 2 2 = ⇒ = ⇒ = (tempo de queda) Na horizontal, sendo v a velocidade procurada, obtemos: md vt 1,8 v 0,5 v 3,6 s cmv 360 s = ⇒ = ⋅ ⇒ = ∴ = 9: [D] A situação representa um lançamento horizontal e desmembrando este movimento temos um movimento de queda livre na vertical e movimento uniforme na horizontal. No eixo horizontal (x), temos um MRU: x = x 0 + v x .t Donde tiramos o tempo de queda, usando o alcance e a velocidade horizontal: 5 = 0 + 2,5.t t = 2s No eixo vertical (y), para a altura em função do tempo, temos a expressão: 2t h g 2 = Com os dados fornecidos e o tempo calculado: ( )22 2 sh 10 m / s 20 m 2 = ⋅ = 10: [A] O movimento do puma se jogando para pegar a presa é um lançamento horizontal. Desta forma, pode-se dizer que o tempo de movimento é igual ao tempo de queda. Como a velocidade inicial no eixo vertical ((v 0y )) é nula, temos que: y 2 o o 2 2 a t S S v t 2 10 t 1,8 2 t 0,36 t 0,6 s ⋅ = + ⋅ + ⋅ = = = Assim, o deslocamento horizontal do puma é de: Em posse desse deslocamento, é fácil notar que a resposta é a alternativa [A]. 11: [E] [I] Correta. Se a resistência do ar é desprezível, durante todo o movimento a aceleração da bola é a aceleração da gravidade. [II] Correta. A resultante das forças sobre a bola é seu próprio peso, não havendo forças horizontais sobre ela. Portanto, a componente horizontal da velocidade é constante. [III] Incorreta. A velocidade escalar da bola no ponto de altura máxima é igual a componente horizontal da velocidade em qualquer outro ponto da trajetória. 12: [A] Lançamento oblíquo Não utilizando-se a informação errônea de que o ponto mais alto da trajetória é 2,4m, chega-se a resposta do problema. No eixo vertical y, a equação da posição com o tempo é dada por: 2 0 0y g y y v t t 2 = + ⋅ − ⋅ Substituindo-se os valores fornecidos e sabendo que y 0 = 0. 2 0y 0y 10 2,4 20 2,4 0 v 2 2 v 11,2 m / s 2 2 + = + ⋅ − ⋅ ⇒ = = RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2rD9OqK RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FZtQhG RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2H1HjH7 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2G3l02u C IN E M Á T IC A 89www.biologiatotal.com.br Como o ângulo de lançamento é de 45º, v 0y = v 0x Então a distância horizontal x é dada por: x = x 0 + v 0x .t Fazendo as substituições, tem-se: x = 0+11,2.2 → x = 22,4m Correspondendo, portanto a alternativa [A]. (mas a questão poderia ter outra resposta usando-se a informação dada no problema). Observação: Questão de lançamento oblíquo com sério problema de enunciado, pois dá margem a interpretação errada por parte do estudante e, portanto na minha opinião esta questão deveria ser anulada. O fato de mencionar que 2,4m é o ponto mais alto da trajetória poderia dar margem à seguinte interpretação: No ponto mais alto da trajetória, a velocidade no eixo vertical é nula e obedece a seguinte equação: v y = v 0y - gt Substituindo os valores: 0 = v 0y – 10.2 → v 0y = 20m/s E sabendo que v 0x = v 0y devido ao ângulo de 45º, podemos calcular a distância no eixo horizontal com a equação: x = x 0 + v 0x .t Substituindo os valores: x = 0+20.2 = 40m (incorrendo em um erro decorrente da informação do enunciado dar margem à dúvidas de interpretação). Por outro lado, usando-se v 0y = 11,2m/s, podemos descobrir qual foi a altura máxima com o tempo de subida: y 0y sub v v gt 11,2 0 11,2 10t t 1,12 s 10 = − = − ⇒ = = E agora calcular a altura máxima real 2 0 0y 2 g y y v t t 2 10 y 0 11,2 1,12 1,12 y 6,27 m 2 = + ⋅ − ⋅ = + ⋅ − ⋅ ⇒ = Logo, a informação fornecida no enunciado é equivocada e trás confusão para a resolução correta da questão. A bola antes de bater no travessão está na descendente, ou seja, já passou do ponto de altura máxima. Sendo assim, não se trata de uma boa questão para ser utilizada a menos que se façam correções no texto da mesma. 13: [B] As equações dessas componentes são: ( ) ( ) x y 0y v constantereta horizontal gráfico II . v v gt reta decrescente gráfico V . = ⇒ ⇒ = − ⇒ ⇒ 14: [E] Na expressão dada, ( ) ( )2r(t) 6,0 t 2,5 i 5,0 t 2,0 t 8,4 j, tem-se:= + + − + + ( ) ( )2 x(t) 6,0 t 2,5 i y(t) 5,0 t 2,0 t 8,4 j = + = − + + A altura (h) no instante t = 1s corresponde à ordenada (y) no nesse instante: ( ) ( )( )2h y(1) 5,0 1 2,0 1 8,4 5 10,4 h 5,4m.= = − + + = − + ⇒ = Calculando o módulo da velocidade: ( ) ( ) ( ) ( )( ) 2 2 2 2 dr ˆv(t) 6,0i 10,0 t 2,0 j dt ˆ ˆ ˆv(1) 6,0i 10,0 1 2,0 j v(1) 6 i 8 j. v 6 8 v 10m / s. = = + − + ⇒ = + − + ⇒ = − = + ⇒ = 15: [E] Calculando o tempo de queda (t q ) e substituindo no alcance horizontal (A): 2 q q 0 0 q 2 h1 h g t t 2 h 2 5 2 g A v 8 A 8 m. g 10 A v t = = = ⋅ ⇒ = = ⋅ ⇒ = = 16: [E] 1ª Solução: O tempo de queda da esfera é igual ao tempo para ela avançar 5 m com velocidade horizontal constante de v 0 = 5 m/s. 0 x 5 t 1 s. v 5 = = = A componente vertical da velocidade é: ( )y 0y y yv v g t v 0 10 1 v 10 m/s.= + ⇒ = + ⇒ = Compondo as velocidades horizontal e vertical no ponto de chegada: 2 2 2 2 2 0 yv v v v 5 10 v 125 v 5 5 m/s. = + ⇒ = + ⇒ = ⇒ = 2ª Solução: Calculando a altura de queda: ( )221h g t h 5 1 h 5 m. 2 = ⇒ = ⇒ = Pela conservação da energia mecânica: ( )( ) 22 2 20 0 m vm v m g h v v 2 g h v 5 2 10 5 125 2 2 v 5 5 m/s. = + ⇒ = + ⇒ = + = ⇒ = 17: [E] Baseado no que foi descrito no enunciado, Na posição 1, o artefato é lançado do chão e o mesmo inicia sua trajetória de subida conforme a linha tracejada da figura acima. No ponto mais alto de sua trajetória (onde existe somente a componente horizontal da velocidade) o artefato é explodido, separando-o em duas parte conforme posição 2, de forma que, v a = -v 0 .cos(30º) Como o artefato leva 3 segundos para chegar a posição de altura máxima, 90 C IN E M Á T IC A y y y y 0 0 0 v v a t 0 v ( 10) 3 mv 30 s = + ⋅ = + − ⋅ = Assim, y0 0 0 v 30 v sen(30 ) 0,5 mv 60 s = = ° = Logo, a a v 60 0,9 mv 54 s = − ⋅ = Para calcular a velocidade do fragmento B é preciso utilizar conceito de conservação de quantidade de movimento. ( ) x a b a b x b b m m m v v v 2 2 v v v 2 2 54 54 v mv 162 s ⋅ = ⋅ + ⋅ + = ⋅ = − + = Como ambos os fragmentos irão demorar 3,0 segundos para descer até o chão, 18: [B] No ponto mais alto da trajetória, a força resultante sobre o objeto é seu próprio peso, de direção vertical e sentido para baixo. 19: [D] A câmera tem a mesma velocidade do trem. Então, para um referencial fixo no trem ela descreve trajetória retilínea vertical; para um referencial fixo no solo trata-se de um lançamento horizontal, descrevendo a câmera um arco de parábola. O tempo de queda é o mesmo para qualquer um dos dois referenciais. 20: [E] f i i f i f Q Q Q Q Q Q | Q | | Q Q | Q ∆ = − → −∆ = − −∆ = − = ∆ Pelo teorema do impulso, temos: Q F. t∆ = ∆ F P m.g= = Q F. t Q m.g. t∆ = ∆ → ∆ = ∆ (eq.1) Vamos determinar o Δt analisando o lançamento oblíquo, considerando como referencial o chão, ou seja, S 0 = 2,2m, S = 0 e V Y = V 0 .cos60º. 2 2 2 Y 0 Y 0 2 2 a.t g.t 10.t S V .t S S V .t 0 2,2 V .cos60º.t 2 2 2 2,2 20.0,5.t 5.t t 2.t 0,44 0 ∆ = + → − = + → − = + → → − = + → + + = Resolvendo a equação de segundo grau, teremos raízes: t 1 =2,2s e t 2 = -2,2s. Considerando a raiz positiva e substituindo na eq.1, teremos: 3 mQ m.g. t 300x10 .10.2,2 Q 6,60kg. s −∆ = ∆ → → ∆ = 21: [B] Decompondo a velocidade inicial, teremos uma componente vertical de V.sen30º = 20x0,5 = 10m/s A partir da posição inicial, podemos calcular o deslocamento vertical até o ponto mais alto da trajetória, utilizando a equação de Torricelli: Como o corpo havia partido de 5,0 m de altura, sua altura máxima será H: 5 + 5 = 10 m. 22: [B] Decompondo a velocidade inicial da bola em seus eixos vertical e horizontal, temos: 0y 0 0x 0 0y 0x 2 v v sen45 20 10 2 m / s 2 2 v v cos45 20 10 2 m / s 2 v v 10 2 m / s = = ⋅ = = = ⋅ = = = O tempo de deslocamento oblíquo da bola do ponto A até o ponto D é o mesmo tempo em que o jogador se desloca de B para C. 2 0 0y 2 1 y y v t gt 2 0 0 10 2 t 5t t (t 2 2) 0 t ' 0 e t '' 2 2 s = + − = + − − = = = Logicamente o tempo que nos interessa é o segundo quando a bola alcança o solo em D. O alcance do lançamento nos dá a distância AD. 0 0x AD AD x x v t x 0 10 2 2 2 x 40m = + = + ⋅ = A posição final do jogador de B para C foi de: 2 BC 0 0 2 BC BC a x x v t t 2 3 x 25 0 2 2 (2 2) 2 x 37m = + + = + ⋅ + = Logo, a distância CD é a diferença das duas posições finais entre a bola e o jogador no tempo que durou o lançamento. CD = 40-37 = 3m 23: [A] Num lançamento oblíquo sobre superfície plana e horizontal, sendo desprezível a resistência do ar, o tempo total de movimento (t T ) e a altura máxima atingida (H), dependem C IN E M Á T IC A 91www.biologiatotal.com.br somente da componente vertical de velocidade (v 0y = v 0 sen α). Como se pode demonstrar: Numa situação hipotética, se, ao longo do movimento, somente houvesse redução na componente horizontal da velocidade (v x ), seria alterado apenas o alcance horizontal (A), como indicado na figura. No caso dessa questão, como a parede é lisa, não ocorre alteração na componente vertical da velocidade, portanto o tempo total de movimento é igual ao tempo total que seria gasto se não houvesse o choque. O tempo t 1 do lançamento até o choque é maior que o tempo t 2 do choque ao retorno ao solo, pois o choque ocorre antes do ponto mais alto da trajetória. O coeficiente de restituição (e) é definido como: 24: [E] Do primeiro gráfico extraímos que no eixo x foi deslocado 4 m enquanto que no eixo y houve 20 m de deslocamento. Há necessidade de se saber qual o tempo em que isto ocorreu e visualizamos no segundo gráfico a informação de posição em x e tempo. Esta componente tem uma dependência linear com o tempo (no eixo horizontal temos um MRU) e retiramos o tempo para um deslocamento horizontal de 4 m a fim de equalizar com a informação do primeiro gráfico. t 4 16 t 0,8 s 4 20 20 = ⇒ = = O movimento vertical representa um movimento retilíneo uniformemente variado, sendo a equação da posição vertical dada por: 2 0 0y 1 y y v t gt 2 = + − Substituindo os valores: 2 0y 0y 20 0 v 0,8 5 (0,8) 20 3,2 v 29 m / s 0,8 = + ⋅ − ⋅ + = = 25: [A] Dados: v 0 = 10m/s; Θ = 53,1º; senΘ = 0,8; cosΘ = 0,6; h = 16,8m. Adotando referencial no solo e orientando o eixo y para cima, conforme figura temos: y 0 = h = 16,8 m. Calculando as componentes da velocidade inicial: Equacionando o movimento no eixo y e destacando que o quando a pedra atinge o solo y = 0, vem: Calculando a componente V 0y = v 0 .senθ = 10 . 0,8 = 8 m/s Avaliando a altura máxima: h máx = v 0y 2/2.g → h máx = 82/2 .10 h máx = 3,2 m Portanto a altura máxima total em relação ao chão fica: y = 3,2 + 16,8 = 20 m Calculando agora o tempo de descida utilizando essa altura máxima total encontrada: Lembrando que no ponto mais alto a velocidade é zero para todas as componentes: y = v 0y .t + 1/2gt² 20 = 0 + ½.10.t² 20 = 5.t² t = 2 s 92 C IN E M Á T IC A Calculando agora o tempo que o objeto levou para subir do ponto de partida até a altura máxima y = v0y.t + 1/2gt² 3,2 = 0 + ½.10.t² 3,2 = 5.t² t = 0,8 s Portanto, o tempo total desde a saída do edifício até o chão fica: t = 2 + 0,8 = 2,8 s 26: [B] Dados: D = 25,5 m; H = 11,25 m; v x = 8 m/s; g = 10 m/s2. Sabemos que no ponto mais alto a componente vertical (v y ) da velocidade é nula. Aplicando, então, a equação de Torricelli ao eixo y: Aplicando a equação da velocidade, também no eixo y, calculemos o tempo de subida (t s ). 0y y 0y 0y s s s v 15 v v g t 0 v g t t t 1,5 s. g 10 =− ⇒ = − ⇒ = = ⇒ = O tempo total (t T ) é: ( )T s Tt 2 t 2 1,5 t 3 s.= = ⇒ = Na direção horizontal a componente da velocidade (v x ) é constante. O alcance horizontal (A) é, então: ( )x TA v t A 8 3 A 24 m.= ⇒ = ⇒ = Para pegar a bola, Protásio deverá percorrer: Como a aceleração é suposta constante, o movimento é uniformemente variado. Então: 27: [B] OBS: Essa questão foi cobrada na prova de Matemática, mas admite solução através de conceitos Físicos, aliás, solução bem mais simples e curta. Serão dadas aqui as duas soluções. 1ª Solução (Matemática): Encontremos, primeiramente, a equação da parábola que passa pelos pontos dados: A equação reduzida da parábola de raízes x 1 e x 2 é: y = a(x – x 1 ) (x – x 2 ). Nesse caso temos: x 1 = 0 e x 2 = 40. Substituindo esses valores na equação dada: ( )( ) 2y a x 0 x 40 y ax 40ax.= − − ⇒ = − Para x = 30 ⇒ y = 3. Então: ( ) ( )2 13 a 30 40a 30 3 900a 1200a a . 100 = − ⇒ = − ⇒ = − Assim, a equação da parábola mostrada é: 2 2x 1 x 2 y 40 x y x. 100 100 100 5 − = − − ⇒ = − + Para x = 20 ⇒ h = H. Então: ( ) ( ) 2 20 2 H 20 H 4 8 100 5 H 4 m. = − + ⇒ = − + ⇒ = 2ª Solução (Física): Pela regra de Galileu, sabemos que, para qualquer movimento uniformemente variado (M.U.V.) com velocidade inicial nula, os espaços percorridos em intervalos de tempo (∆t) iguais e subsequentes, as distâncias percorridas são: d, 3d, 5d, 7d... Ora, a queda livre e o lançamento horizontal na direção vertical são movimentos uniformemente variados a partir do repouso, valendo, portanto a regra de Galileu. Assim, se a distância de queda num intervalo de tempo inicial (∆t) é h, nos intervalos iguais e subsequentes as distâncias percorridas na queda serão: 3h, 5h, 7h... O lançamento oblíquo, a partir do ponto mais alto (A), pode ser considerando um lançamento horizontal. Como a componente horizontal da velocidade inicial se mantém constante (v x = v 0x ), os intervalos de tempo de A até B e de B até C são iguais, pois as distâncias horizontais são iguais (10 m). Assim, se de A até B a bola cai h, de B até C ela cai 3h, como ilustrado na figura. Então: 3h 3 h 1 m. Mas : H 3h h 3 1 H 4 m. = ⇒ = = + = + ⇒ = 3ª Solução (Física): Como as distâncias horizontais percorridas entre A e B e entre B e C são iguais, os intervalos de tempo entre esses pontos também são iguais, pois a componente horizontal da velocidade se mantém constante (vx = v0x). Assim, se o tempo de A até B é t, de A até C é 2t. Equacionando a distância vertical percorrida na queda de A até B e de A até C, temos: C IN E M Á T IC A 93www.biologiatotal.com.br ( ) 2 2 2 g A B : h t 2 H 4h. g g A C : H 2t H 4 t 2 2 → = ⇒ = → = ⇒ = Mas, da Figura: H – h = 3 → 4h – h = 3 → h = 1m. Como H = 4h → H = 4m. 28: [D] O movimento de queda das bolas é acelerado com a gravidade. Os tempos de queda são iguais. 29: [E] Dados: v x = 10,8 km/h = 3 m/s, t queda = 0,5 s. Durante a queda, a velocidade horizontal da bola é igual à velocidade da menina. Portanto: s m = s b = v x t queda = 3 (0,5) = 1,5 m. 30: [B] No ponto mais alto a componente vertical da velocidade é nula. A partir daí, e na vertical, temos uma queda livre a partir do repouso. O tempo de queda pode ser tirado da expressão H = 1/2gt2. Sendo assim quanto maior for a altura maior será o tempo de queda. Não podemos esquecer que os tempos de subida e descida são iguais. Portanto o tempo total é T = 2t q . O menor tempo de voo da bola é aquele correspondente à menor altura. ANOTAÇÕES C IN E M Á T IC A 93www.biologiatotal.com.br MOVIMENTO CIRCULAR A velocidade linear, que simplesmente chamamos de velocidade nos cursos anteriores, é a distância percorrida por unidade de tempo. Um ponto na borda de um carrossel ou de uma mesa giratória percorre uma distância maior a cada volta completada do que um ponto mais interno. Percorrer uma distância maior no mesmo tempo significa maior velocidade. A velocidade linear é maior na borda externa de um objeto que gira, do que no lado interno dele ou próximo a seu eixo de rotação. A velocidade de algo que se move ao longo de uma trajetória circular pode ser chamada de velocidade tangencial, porque a direção do movimento é sempre tangente ao círculo. As unidades usadas para representar a velocidade tangencial ou linear são m/s ou km/h, geralmente. A velocidade angular se refere ao número de voltas ou revoluções por unidade de tempo. Todas as partes de um carrossel e de uma mesa giratória giram em torno do eixo de rotação no mesmo intervalo de tempo. Todas essas partes compartilham a mesma taxa de rotação, ou também chamadas de revoluções por unidade de tempo, cuja unidade é o RPM (revoluções por minuto). A velocidade tangencial e a angular estão relacionadas. Você já deu voltas numa plataforma giratória gigante de um parque de diversões? Quanto mais rapidamente ela girar, maior será a rapidez tangencial da pessoa. Isso faz sentido: quanto mais RPMs, maior sua velocidade em metros por segundo. Dizemos que a velocidade tangencial é diretamente proporcional à velocidade angular a uma distância fixa do eixo de rotação. A velocidade tangencial, diferente da velocidade angular, depende da distância radial (a distância a partir do eixo). No centro da plataforma giratória, um objeto não possui velocidade, apenas roda. Mas enquanto o objeto vai se aproximando da borda da plataforma, este se move mais rápido. A velocidade tangencial é diretamente proporcional à distância até o eixo para uma dada velocidade angular. Dessa forma, a velocidade tangencial é diretamente proporcional tanto à velocidade angular como à distância radial: v = rω Onde v é a velocidade tangencial, r a distância radial e ω (letra grega ômega) é a velocidade de rotação. Quando uma mesa giratória gira, um ponto mais afastado do centro descreve um caminho mais longo em um mesmo tempo, e tem uma velocidade tangencial maior. (b) Uma joaninha duas vezes mais afastada do centro move-se com o dobro da velocidade. PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar 94 C IN E M Á T IC A Quando a velocidade tangencial sofre alteração, é atribuída uma aceleração tangencial. Qualquer coisa que se move em uma trajetória circular experimenta outro tipo de aceleração: uma que está orientada para o centro da trajetória circular – a aceleração centrípeta. A aceleração centrípeta é representada como: O movimento circular também está associado a uma frequência f. A unidade no SI para a frequência é o hertz (Hz), em homenagem ao físico alemão Heinrich Hertz, 1 Hz significa que o evento se repete uma vez por segundo. RPM relaciona-se com o hertz da seguinte maneira: 60 RPM equivale a 1 Hz. O período, normalmente indicado por T, é o período de tempo correspondente a um ciclo, e é indicado por: A unidade no SI para o período é o segundo. ANOTAÇÕES Perceba que a aceleração centrípeta da pessoa no brinquedo é apontada para o centro da curva. a c PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar PRINCIPAL Destacar E X E R C ÍC IO S 95www.biologiatotal.com.br EXERCÍCIOS (UNESP 2015) A figura representa, de forma simplificada, parte de um sistema de engrenagens que tem a função de fazer girar duas hélices, H 1 e H 2 . Um eixo ligado a um motor gira com velocidade angular constante e nele estão presas duas engrenagens, A e B. Esse eixo pode se movimentar horizontalmente assumindoa posição 1 ou 2. Na posição 1, a engrenagem B acopla-se à engrenagem C e, na posição 2, a engrenagem A acopla-se à engrenagem D. Com as engrenagens B e C acopladas, a hélice H 1 gira com velocidade angular constante ω 1 e, com as engrenagens A e D acopladas, a hélice H 2 gira com velocidade angular constante ω 2 . Considere r A , r B , r C e r D , os raios das engrenagens A, B, C, e D, respectivamente. Sabendo que r B = 2.r A e que r C = r D , é correto afirmar que a relação ω 1 / ω 2 é igual a 1,0 0,2 0,5 2,0 2,2 (CPS 2015) Em um antigo projetor de cinema, o filme a ser projetado deixa o carretel F, seguindo um caminho que o leva ao carretel R, onde será rebobinado. Os carretéis são idênticos e se diferenciam apenas pelas funções que realizam. Pouco depois do início da projeção, os carretéis apresentam-se como mostrado na figura, na qual observamos o sentido de rotação que o aparelho imprime ao carretel R. Nesse momento, considerando as quantidades de filme que os carretéis contêm e o tempo necessário para que o carretel R dê uma volta completa, é correto concluir que o carretel F gira em sentido anti-horário e dá mais voltas que o carretel R. anti-horário e dá menos voltas que o carretel R. horário e dá mais voltas que o carretel R. horário e dá menos voltas que o carretel R. horário e dá o mesmo número de voltas que o carretel R. (ESC. NAVAL 2015) Analise a figura abaixo. Na figura acima temos um dispositivo A que libera partículas a partir do repouso com um período T = 3s. Logo abaixo do dispositivo, a uma distância H, um disco contém um orifício que permite a passagem de todas as partículas liberadas pelo dispositivo. Sabe-se que entre a passagem das duas partículas, o disco executa 3 voltas completas em torno de seu eixo. Se elevarmos o disco a uma altura H/4 do dispositivo, qual das opções abaixo exibe o conjunto de três velocidades angulares w’, em rad/s possíveis para o disco, de forma tal, que todas as partículas continuem passando pelo seu orifício? Dado: considere π=3 2/3, 5/3, e 8/3 2,3 e 5 4/3, 8/3 e 12/3 1 2 3 e e a a a b b b c c c d d 96 E X E R C ÍC IO S 4, 7 e 9 6, 8 e 12 (PUCMG 2015) Um internauta brasileiro reside na cidade de Macapá situada sobre o equador terrestre a 0º de latitude. Um colega seu reside no extremo sul da Argentina. Eles conversam sobre a rotação da Terra. Assinale a afirmativa CORRETA. Quando a Terra dá uma volta completa, a distância percorrida pelo brasileiro é maior que a distância percorrida pelo argentino. O período de rotação para o argentino é maior que para o brasileiro. Ao final de um dia, eles percorrerão a mesma distância. Se essas pessoas permanecem em repouso diante de seus computadores, elas não percorrerão nenhuma distância no espaço. (UPF 2015) Recentemente, foi instalada, em Passo Fundo, uma ciclovia para que a população possa andar de bicicleta. Imagine que, em um final de semana, pai e filho resolveram dar uma volta, cada um com sua respectiva bicicleta, andando lado a lado, com a mesma velocidade. Admitindo-se que o diâmetro das rodas da bicicleta do pai é o dobro do diâmetro das rodas da bicicleta do filho, pode-se afirmar que as rodas da bicicleta do pai, em relação às da bicicleta do filho giram com: o dobro da frequência e da velocidade angular. a metade da frequência e da velocidade angular. a metade da frequência e a mesma velocidade angular. a mesma frequência e a metade da velocidade angular. a mesma frequência e o dobro da velocidade angular. (UERN 2015) Dois exaustores eólicos instalados no telhado de um galpão se encontram em movimento circular uniforme com frequências iguais a 2,0Hz e 2,5Hz. A diferença entre os períodos desses dois movimentos é igual a 0,1s 0,3s 0,5s 0,6s (ESC. NAVAL 2014) Observe o gráfico a seguir. O gráfico da figura acima mostra a variação do raio da Terra (R) com a latitude (ϕ) Observe que foram acrescentadas informações para algumas latitudes, sobre a menor distância entre o eixo da Terra e um ponto P na superfície da Terra ao nível do mar, ou seja, Rcosϕ. Considerando que a Terra gira com uma velocidade angular ω T = π/12(rad/h), qual é, aproximadamente, a latitude de P quando a velocidade de P em relação ao centro da Terra se aproxima numericamente da velocidade do som? Dados: v som = 340m/s π = 3 0º 20º 40º 60º 80º (ENEM 2014) Um professor utiliza essa história em quadrinhos para discutir com os estudantes o movimento de satélites. Nesse sentido, pede a eles que analisem o movimento do coelhinho, considerando o módulo da velocidade constante. Desprezando a existência de forças dissipativas, o vetor aceleração tangencial do coelhinho, no terceiro quadrinho, é nulo. paralelo à sua velocidade linear e no mesmo sentido. paralelo à sua velocidade linear e no sentido oposto. perpendicular à sua velocidade linear e dirigido para o centro da Terra. perpendicular à sua velocidade linear e dirigido para fora da superfície da Terra. 7 8 e e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d d 4 5 6 E X E R C ÍC IO S 97www.biologiatotal.com.br (UNICAMP 2014) As máquinas cortadeiras e colheitadeiras de cana-de-açúcar podem substituir dezenas de trabalhadores rurais, o que pode alterar de forma significativa a relação de trabalho nas lavouras de cana-de-açúcar. A pá cortadeira da máquina ilustrada na figura abaixo gira em movimento circular uniforme a uma frequência de 300 rpm. A velocidade de um ponto extremo P da pá vale (Considere π≈3) 9 m/s. 15 m/s. 18 m/s. 60 m/s. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Quando necessário, use: g = 10m/s2 sen37º = 0,6 cos37º = 0,8 (EPCAR 2014) Um motociclista, pilotando sua motocicleta, move-se com velocidade constante durante a realização do looping da figura abaixo. Quando está passando pelo ponto mais alto dessa trajetória circular, o motociclista lança, para trás, um objeto de massa desprezível, comparada à massa de todo o conjunto motocicleta-motociclista. Dessa forma, o objeto cai, em relação à superfície da Terra, como se tivesse sido abandonado em A, percorrendo uma trajetória retilínea até B. Ao passar, após esse lançamento, em B, o motociclista consegue recuperar o objeto imediatamente antes dele tocar o solo. Desprezando a resistência do ar e as dimensões do conjunto motocicleta-motociclista, e considerando π2=10 a razão entre a normal (N), que age sobre a motocicleta no instante em que passa no ponto A, e o peso (P) do conjunto motocicleta-motociclista, (N/P), será igual a 0,5 1,0 1,5 3,5 (PUCRJ 2013) A Lua leva 28 dias para dar uma volta completa ao redor da Terra. Aproximando a órbita como circular, sua distância ao centro da Terra é de cerca de 380 mil quilômetros. A velocidade aproximada da Lua, em km/s, é: 13 0,16 59 24 1,0 (UERN 2013) Uma roda d’água de raio 0,5 m efetua 4 voltas a cada 20 segundos. A velocidade linear dessa roda é (Considere: π=3) 0,6 m/s. 0,8 m/s. 1,0 m/s. 1,2 m/s. (UFPA 2013) O escalpelamento é um grave acidente que ocorre nas pequenas embarcações que fazem transporte de ribeirinhos nos rios da Amazônia. O acidente ocorre quando fios de cabelos longos são presos ao eixo desprotegido do motor. As vitimas são mulheres e crianças que acabam tendo o couro cabeludo arrancado. Um barco típico que trafega nos rios da Amazônia, conhecido como “rabeta”, possui um motor com um eixo de 80 mm de diâmetro, e este motor, quando em operação, executa 3000 rpm. Considerando que, nesta situação de escalpeamento, há um fio ideal que não estica e não desliza preso ao eixo do motor e que o tempo médio da reação humana seja de 0,8 s (necessário para um condutor desligar omotor), é correto afirmar que o comprimento deste fio que se enrola sobre o eixo do motor, neste intervalo de tempo, é de: 602,8 m 96,0 m 30,0 m 20,0 m 10,0 m 13 10 11 12 e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d 9 98 E X E R C ÍC IO S TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: O Brasil prepara-se para construir e lançar um satélite geoestacionário que vai levar banda larga a todos os municípios do país. Além de comunicações estratégicas para as Forças Armadas, o satélite possibilitará o acesso à banda larga mais barata a todos os municípios brasileiros. O ministro da Ciência e Tecnologia está convidando a Índia – que tem experiência neste campo, já tendo lançado 70 satélites – a entrar na disputa internacional pelo projeto, que trará ganhos para o consumidor nas áreas de Internet e telefonia 3G. (Adaptado de: BERLINCK, D. Brasil vai construir satélite para levar banda larga para todo país. O Globo, Economia, mar. 2012. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/economia/brasil-vai-construir-satelite-para-levar- banda-larga-para-todo-pais-4439167>. Acesso em: 16 abr. 2012.) (UEL 2013) A posição média de um satélite geoestacionário em relação à superfície terrestre se mantém devido à sua velocidade angular ser igual à velocidade angular da superfície terrestre. sua velocidade tangencial ser igual à velocidade tangencial da superfície terrestre. sua aceleração centrípeta ser proporcional ao cubo da velocidade tangencial do satélite. força gravitacional terrestre ser igual à velocidade angular do satélite. força gravitacional terrestre ser nula no espaço, local em que a atmosfera é rarefeita. (UESPI 2012) A engrenagem da figura a seguir é parte do motor de um automóvel. Os discos 1 e 2, de diâmetros 40 cm e 60 cm, respectivamente, são conectados por uma correia inextensível e giram em movimento circular uniforme. Se a correia não desliza sobre os discos, a razão ω 1 / ω 2 entre as velocidades angulares dos discos vale 1/3 2/3 1 3/2 3 (UFTM 2012) Boleadeira é o nome de um aparato composto por três esferas unidas por três cordas inextensíveis e de mesmo comprimento, presas entre si por uma das pontas. O comprimento de cada corda é 0,5 m e o conjunto é colocado em movimento circular uniforme, na horizontal, com velocidade angular ω de 6 rad/s, em disposição simétrica, conforme figura. Desprezando-se a resistência imposta pelo ar e considerando que o conjunto seja lançado com velocidade V (do ponto de junção das cordas em relação ao solo) de módulo 4 m/s, pode-se afirmar que o módulo da velocidade resultante da esfera A no momento indicado na figura, também em relação ao solo, é, em m/s, 3. 4. 5. 6. 7. (UFRGS 2011) Um satélite geoestacionário está em órbita circular com raio de aproximadamente 42.000 km em relação ao centro da Terra. Sobre esta situação, são feitas as seguintes afirmações. (Considere o período de rotação da Terra em torno de seu próprio eixo igual a 24h.) Sobre esta situação, são feitas as seguintes afirmações. I. O período de revolução do satélite é de 24h. II. O trabalho realizado pela Terra sobre o satélite é nulo. III. O módulo da velocidade do satélite é constante e vale 3500ð km/h. Quais estão corretas? Apenas I. Apenas II. Apenas I e III. Apenas II e III. I, II e III. (UESC 2011) A figura representa uma parte de um toca-discos que opera nas frequências de 33rpm, 45rpm e 78rpm. Uma peça metálica, cilíndrica C, apresentando três regiões I, II e III de raios, respectivamente, iguais a R 1 , R 2 e R 3 , que gira no sentido indicado, acoplada ao eixo de um motor. Um disco rígido de borracha D, de raio R D , entra em 17 18 16 15 14 e e e e a a a a b b b b c c c c d d d d E X E R C ÍC IO S 99www.biologiatotal.com.br contato com uma das regiões da peça C, adquirindo, assim, um movimento de rotação. Esse disco também está em contato com o prato P, sobre o qual é colocado o disco fonográfico. Quando se aciona o comando para passar de uma frequência para outra, o disco D desloca-se para cima ou para baixo, entrando em contato com outra região da peça C. A análise da figura, com base nos conhecimentos sobre movimento circular uniforme, permite afirmar: A frequência do disco D é igual a 0,75R 2 /R D . Todos os pontos periféricos da peça C têm a mesma velocidade linear. O disco D e o prato P executam movimentos de rotação com a mesma frequência. A peça C e o disco D realizam movimentos de rotação com a mesma velocidade angular. A velocidade linear de um ponto periférico da região I, do cilindro C, é igual a 2,6πR 1 cm/s, com raio medido em cm. (IFCE 2011) Numa pista circular de diâmetro 200 m, duas pessoas se deslocam no mesmo sentido, partindo de pontos diametralmente opostos da pista. A primeira pessoa parte com velocidade angular constante de 0,010 rad/s, e a segunda parte, simultaneamente, com velocidade escalar constante de 0,8 m/s. As duas pessoas estarão emparelhadas após (use π com duas casas decimais) 18 minutos e 50 segundos. 19 minutos e 10 segundos. 20 minutos e 5 segundos. 25 minutos e 50 segundos. 26 minutos e 10 segundos. (UDESC 2010) O velódromo, nome dado à pista onde são realizadas as provas de ciclismo, tem forma oval e possui uma circunferência entre 250,0 m e 330,0 m, com duas curvas inclinadas a 41o. Na prova de velocidade o percurso de três voltas tem 1.000,0 m, mas somente os 60π últimos metros são cronometrados. Determine a frequência de rotação das rodas de uma bicicleta, necessária para que um ciclista percorra uma distância inicial de 24π metros em 30 segundos, considerando o movimento uniforme. (O raio da bicicleta é igual a 30,0 cm.) Assinale a alternativa correta em relação à frequência. 80 rpm 0,8π rpm 40 rpm 24π rpm 40π rpm 20 e e e a a a b b b c c c d d d19 ANOTAÇÕES 100 C IN E M Á T IC A CINEMÁTICA ANGULAR GABARITO DJOW 1: [D] Na posição 1: Na posição 2: Dividindo membro a membro (I) por (II): 2: [D] A análise da situação permite concluir que o carretel F gira no mesmo sentido que o carretel R, ou seja, horário. Como se trata de uma acoplamento tangencial, ambos têm mesma velocidade linear, igual à velocidade linear da fita. Essa expressão final mostra que a frequência de rotação é inversamente proporcional ao raio. Como o carretel F tem maior raio ele gira com menor frequência, ou seja dá menos voltas que o carretel R. 3: [E] Observação: suponha-se que o disco execute 3 voltas completas entre as passagens de duas bolinhas consecutivas. Independente da altura de queda, passada uma bolinha, a próxima passa depois de 3 segundos. Assim, para que ocorra o proposto, o disco deve executar, no mínimo, 1 volta a cada 3 s, ou voltas inteiras a partir desse valor. Portanto as frequências possíveis são: 1 2 3 4 5 6 f , , , , , ,... Hz. 3 3 3 3 3 3 = Sendo ω=2 πf, fazendo π=3 as possíveis velocidades angulares são: 4: [A] Em relação ao eixo de rotação da Terra, o raio da trajetória seguida pelo argentino (r) em relação a esse eixo é menor que o raio da trajetória seguida pelo brasileiro (R), na linha do equador. Após uma volta completa as distâncias percorridas são: 5: [B] A velocidade das rodas em função da frequência é dada pelo produto da distância percorrida em uma volta completa (circunferência das rodas) e a frequência. v = 2πRf = πDf Igualando as velocidades do pai (1) e do filho (2), temos: v 1 = v 2 π.D 1 .f 1 = π.D 2 .f 2 Como o diâmetro das rodas da bicicleta do filho é a metade das rodas da bicicleta do pai: Simplificando, 2 1 f f 2 = Conclui-se que a frequência de giro das rodas da bicicleta do pai é a metade em relação a do filho. Com relação à velocidade angular, partimos da sua relaçãocom a velocidade linear: v= ω.R Como as velocidades do pai (1) e do filho (2) são iguais:ω 1 .R 1 = ω 2 .R 2 Dado que: Encontramos a relação entre as velocidades angulares, com a bicicleta do pai sendo a metade da bicicleta do filho. 6: [A] Sabendo que o período é o inverso da frequência, podemos calcular os períodos de casa um dos exaustores e, consequentemente, a diferença entre eles. 1 1 1 2 2 2 1 1 T T 0,5 s f 2 1 1 T T 0,4 s f 2,5 = = ∴ = = = ∴ = RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2GphsI0 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2HuO2cS RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2Htf7gz RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2Fhn3kg C IN E M Á T IC A 101www.biologiatotal.com.br Assim, 7: [C] Foi dado no enunciado que ω T = π/12 rad/h. Para poder utilizar este dado, é necessário fazer a conversão para unidades do SI. Para saber em qual latitude a terra terá uma velocidade igual a velocidade do som, Comparando com a ilustração fornecida no exercício, chega-se à conclusão de que este fato será observado na Latitude de 40º. 8: [A] Como o módulo da velocidade é constante, o movimento do coelhinho é circular uniforme, sendo nulo o módulo da componente tangencial da aceleração no terceiro quadrinho. 9: [C] Dados: f = 300 rpm = 5 Hz; π = 3; R = 60 cm = 0,6 m. A velocidade linear do ponto P é: v = ωR = 2fR → 2.3.5.0,6 → v = 18m/s 10: [C] A velocidade do conjunto motocicleta-motociclista deve ser capaz de percorrer a metade da pista circular no mesmo tempo em que o objeto faz em queda livre o percurso de A até B. Logo, o tempo de deslocamento do conjunto motocicleta-motociclista (t m ) deve ser igual ao tempo de queda livre do objeto (t q ). t m = t q (1) Para o do conjunto motocicleta-motociclista, expressamos seu tempo de acordo com o MRU: Para o objeto em queda livre, seu tempo será dado por: Igualando (2) e (3) temos a velocidade da moto. Elevando ao quadrado, substituindo os valores e isolando a velocidade, temos: Para a análise da razão entre a reação normal no ponto A e o peso do conjunto motocicleta-motociclista (N/P) usaremos a dinâmica do movimento circular, conforme desenho: A resultante centrípeta será: 2 2 2 m v N P R m v v 25R N m g N g m N 10 m R R R N 15 m ⋅ + = ⋅ = − ⋅ ⇒ = − ⋅ ⇒ = − ⋅ = ⋅ Então a razão procurada (N/P), será: N 15m N 15m N 1,5 P mg P 10m P = ⇒ = ∴ = 11: [E] 28 dias = 28x24 horas = 28x24x3600s 12: [A] 13: [E] Dados: f = 3000 rpm = 50 Hz; D = 80 mm = 0,08 m; Δ=0,8s. 14: [A] Se o satélite é geoestacionário, ele está em repouso em relação à Terra. Para que isso ocorra, a velocidade angular do satélite deve ser igual à velocidade angular da Terra. 15: [D] As polias têm a mesma velocidade linear, igual à velocidade linear da correia. 16: [E] A questão proposta trata-se da composição de dois tipos de movimento: o translacional e o rotacional. Analisando inicialmente exclusivamente o movimento rotacional, a RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FbfGdT RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FZPVxw RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2Hr7mr8 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2GpUxfA RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FkjEjT 102 C IN E M Á T IC A velocidade da esfera A é dada por: Analisando agora os dois movimentos simultaneamente, notamos que, devido à velocidade de translação da boleadeira ser de 4 m/s, a velocidade resultante é dada por: 17: [E] I. Correto: para ser geoestacionário tem que ter período igual ao da Terra, isto é, 24hs. II. Correto: a força de atração é perpendicular à velocidade em todo o movimento. III. Correto: 18: [A] Comentário: a questão foi classificada como de dificuldade ELEVADA e avaliada como RUIM porque houve dois deslizes da banca examinadora na sua elaboração: 1º) Faltou a frequência do motor para que fossem verificadas as opções A e E; 2º) A opção dada como correta é A. Para tal, há um erro de digitação: deveria constar nessa opção [(0,75R P /R D ) em vez de (0,75R 2 /R D )], e faltou especificar que o valor ali digitado é para a frequência expressa em Hz. Vamos à resolução: As regiões I, II e III da peça C giram com a mesma frequência do motor, pois estão ligadas ao seu eixo. A velocidade linear do prato P é igual à velocidade linear do disco D, que também é igual à velocidade linear da região da peça C à qual está acoplada, pois trata-se de acoplamento tangencial. Lembrando que v = ωR = (2πf)R → v = 2πRf, temos: Tomando o primeiro e o terceiro termos dessas igualdades, vem: P região P motor R R f f = Essa expressão nos mostra que o raio da região da peça C a ser acoplado o disco é diretamente proporcional à frequência de rotação do prato. Assim temos: Região I ⇔ 33 rpm = 0,55 Hz Região II ⇔ 45 rpm = 0,75 Hz Região III ⇔ 78 rpm = 1,30 Hz A figura dada mostra um acoplamento do disco com a região II, ou seja, o prato está efetuando 45 rpm ou 0,75 Hz. Como já destacado acima: P P P D D P P D D D D f R 0,75 R R f R f f f Hz. R R = ⇒ = ⇒ = 19: [E] Dados: D = 200 m ⇒ r = 100 m; ω 2 = 0,01 rad/s; π=3,14.. A velocidade da pessoa mais rápida é: v 2 = ω 2 r = 0,01 x 100 = 1m/s. Como partem de pontos diametralmente opostos, a distância (d) entre eles é meia volta. d=π r=3,14x100=314m A pessoa mais rápida leva vantagem (velocidade relativa→ v rel ) de 0,2 m/s. O tempo para tirar essa diferença é: rel d 314 t 1570 s t 26 min e 10 s. v 0,2 ∆ = = = ⇒ ∆ = 20: [A] S 24 8 V R .0,3 rd / s t 30 3 ∆ π π = = ω → = ω → ω = ∆ 8 4voltas 4 rd volta 3 3 3 π = = 4 1s volta 4 X 60. 80 voltas3 3 60s X − − − − − − − − − − − → = = − − − − − − − − − − − − 80RPMω = ANOTAÇÕES contato@biologiatotal.com.br /biologiajubilut Biologia Total com Prof. Jubilut @paulojubilut @Prof_jubilut biologiajubilut +biologiatotalbrjubilut D IN  M IC A PAULO JUBILUT 2018 INTRODUÇÃO À DINÂMICA 03 Introdução à Dinâmica Leis de Newton Força de Atrito Força Elástica Máquina Simples Centro de Massa e Estática Dinâmica do Movimento Circular Trabalho, Potência e Mecânica Impulso e Quantidade de Movimento 03 14 24 42 53 62 81 97 114 SUMÁRIO D IN  M IC A 3www.biologiatotal.com.br como Lei da Gravitação Universal, e a expressão matemática utilizada para obtermos o módulo desta força é: Note que o peso de um corpo pode variar de local para local, afinal depende do valor da aceleração da gravidade. Já a massa de um corpo, em condições não relativísticas, não sofre variações de um lugar para outro. FORÇA NORMAL DE CONTATO (N) Quando dois corpos estão em contato, a repulsão entre as eletrosferas dos átomos e moléculas que o compõem resultam em uma força que impede que um corpo penetre no outro. Esta força resultante possui direção sempre perpendicular (Normal) à superfície e sentido de REPULSÃO. INTRODUÇÃO À DINÂMICA CONCEITO DE FORÇA Chamamos de forças às interações de origem gravitacional, eletromagnética ou nuclear, capazes de produzir deformações, equilíbrios ou alterar o estado de movimento de um determinado corpo. Por se tratar de uma grandeza vetorial, para ficar bem definida deve possuir módulo, direção e sentido. Módulo: é a intensidade da força aplicada; Direção: é reta ao longo da qual a força atua; Sentido: é o lado da reta para o qual o esforço foi feito: esquerda, direita, norte, sul, leste, oeste. Vejamos agora as principais forças que estudaremos em nosso curso: FORÇA GRAVITACIONAL (FG) A constante de proporcionalidade G é conhecida como constante gravitacional ou constante de Cavendish e seu valor é A direção da força gravitacional é aquela que une os centros dos corpos e o sentido é sempre de ATRAÇÃO. Não existe REPULSÃO gravitacional. FORÇA PESO (P) É outra expressão para a força gravitacional com a qual corpos massivos como planetas e estrelas atraem corpos de massa menor que estiverem nas suas vizinhanças. O peso é calculadopelo produto da massa do corpo pela aceleração da gravidade local e deriva da expressão conhecida da 2ª Lei de Newton (F = m . a) que estudaremos mais adiante. ⃗ ⃗ ⃗ “Dois centros de massa quaisquer se atraem na razão direta do produto de suas massas e na razão inversa do quadrado da distância que os separa”. Este é o enunciado da lei que é conhecida 4 D IN  M IC A Também chamada de Força de Compressão, é ela que impede que você afunde no chão ou na cadeira onde estiver apoiado. Note que a Normal atua em ambos os corpos em contato. Se você comprime o chão horizontal embaixo de seus pés empurrando-o para baixo, o chão comprime as solas de seus pés empurrando-as para cima. Em outras palavras, a força normal é força de superfície contra superfície. Por isso é importante no cálculo das Forças de Atrito. A força normal existe sempre que há contato entre o corpo e a superfície de apoio, independentemente de essa superfície ser ou não horizontal. A direção da força é sempre perpendicular à superficie de apoio, por isso o nome: normal. FORÇAS DE ATRITO (Fat ) As forças de atrito se originam da força de interação entre os átomos. Quando as superfícies estão em contato, criam-se pontos de aderência ou colagem (ou ainda solda) entre as superfícies. É o resultado da força entre os átomos próximos uns dos outros que possuem alguma afinidade química. Se as superfícies forem muito rugosas, a força de atrito é grande porque a rugosidade pode ⃗ favorecer o aparecimento de vários pontos de aderência, como mostra a figura abaixo. Podemos perceber a existência da força de atrito e entender as suas características através de uma experiência muito simples. Tomemos uma caixa bem grande, colocada no solo, contendo madeira. Podemos até imaginar que, à menor força aplicada, ela se deslocará. Isso, no entanto, não ocorre. Quando a caixa ficar mais leve, à medida que formos retirando a madeira, atingiremos um ponto no qual conseguiremos movimentá-la. A dificuldade de mover a caixa é devida ao surgimento da força de atrito Fat entre o solo e a caixa. A força de atrito quando não há deslizamento entre as superfícies é chamada de Força de Atrito Estático e seu módulo pode variar de zero até um valor máximo. A expressão matemática para o módulo da Força de Atrito Estático é: onde o μe é o coeficiente de atrito estático e N é o módulo da Força Normal de apoio. A força de atrito quando há deslizamento entre as superfícies é chamada de Força de Atrito Cinético e seu módulo é praticamente constante. A expressão matemática para a Força de Atrito Cinético é: onde o μc é o coeficiente de atrito cinético e N é o módulo da Força Normal de apoio. É importante salientar que iniciar o movimento de um corpo sobre uma superfície rugosa é D IN  M IC A 5www.biologiatotal.com.br sempre mais difícil que manter o movimento de um corpo que já está se movendo. O coeficiente de atrito estático é, portanto, maior que o coeficiente de atrito cinético. As forças de atrito resultantes do contato entre os dois corpos sólidos são forças tangenciais à superfície de contato. No exemplo acima, a direção da força de atrito é dada pela direção horizontal. Por exemplo, ela não aparecerá se você levantar a caixa. A força de atrito tende sempre a se opor ao movimento relativo das superfícies em contato. Assim, o sentido da força de atrito é sempre o sentido contrário à tendência de movimento relativo das superfícies. FORÇA DE TENSÃO OU TRAÇÃO EM CABOS E CORDAS (T) As forças em cabos e cordas exigem uma atenção especial, pois o cabo transmite a todos os seus pontos uma força quando está esticado (tenso). Todos os pontos do cabo são tracionados na direção da corda e em sentidos opostos. ⃗ Observe os esquemas a seguir: Normalmente esquematizamos as forças de tração transmitidas às extremidades da corda ou cabo. FORÇA ELÁSTICA (Fel) A força elástica em molas é proporcional à deformação sofrida pela mola (x) e depende das características físicas da mola (k). Este modelo é conhecido como Lei de Hooke. Matematicamente temos ⃗ FORÇA ELÉTRICA (Fe) A Força Elétrica é uma força que surge da interação entre campos elétricos e depende do sinal das cargas, do módulo das cargas e da distância entre elas. Onde K é a constante elétrica, Q 1 e Q 2 são os módulos das cargas dos corpos envolvidos e d a distância que os separa. O ‘layout’ da expressão matemática da Força Elétrica é muito semelhante ao da Força Gravitacional. ⃗ 6 D IN  M IC A A constante de proporcionalidade K é conhecida como constante elétrica e seu valor é . A direção da força elétrica também é aquela que une os centros das cargas e o sentido pode ser de ATRAÇÃO ou de REPULSÃO, dependendo do sinal das cargas. Conforme veremos no estudo do eletromagnetismo, o módulo da Força Elétrica que atua sobre uma carga também pode ser determinado pelo produto do módulo da carga pelo módulo do campo elétrico que atua sobre ela. ou simplesmente FORÇA DE EMPUXO (E) Foi o filósofo, matemático, físico, engenheiro, inventor e astrônomo grego Arquimedes (287a.C. - 212a.C.) quem nos mostrou como calcular o empuxo. ⃗ Arquimedes descobriu que todo o corpo imerso em um fluido em equilíbrio, dentro de um campo gravitacional, fica sob a ação de uma força vertical, com sentido oposto a este campo, aplicada pelo fluido, denominada Empuxo, cuja intensidade é igual a intensidade do Peso do fluido que foi deslocado pelo corpo. Matematicamente: Onde E é o módulo do Empuxo, dliq é a densidade do fluido, g é a gravidade no local e Vsub é o volume submerso do corpo no fluido. ANOTAÇÕES E X E R C ÍC IO S 7www.biologiatotal.com.br Nos esquemas de I a IV, representa-se uma partícula com todas as forças coplanares que agem sobre ela. A força resultante na partícula pode ser nula: em todos os esquemas. apenas no esquema II. apenas no esquema III. apenas nos esquemas II e IV. apenas nos esquemas I, II e IV. (UNESP) Em uma operação de resgate, um helicóptero sobrevoa horizontalmente uma região levando pendurado um recipiente de 200 kg com mantimentos e materiais de primeiros socorros. O recipiente é transportado em movimento retilíneo e uniforme, sujeito às forças peso (P), de resistência do ar horizontal (F) e tração (T), exercida pelo cabo inextensível que o prende ao helicóptero. Sabendo que o ângulo entre o cabo e a vertical vale θ, que sen θ = 0,6, cos θ = 0,8 e g = 10 m/s2, a intensidade da força de resistência do ar que atua sobre o recipiente vale, em N: 500 1.250 1.500 1.750 2.000 EXERCÍCIOS 1 2 QUESTÃO RESOLVIDA NA AULA a b c d e 1 2 e a b c d (UFJF 2017) No Levantamento de Peso Olímpico, a prova do arranque consiste no atleta levantar uma barra com pesos do solo até acima da cabeça em um único movimento. O recordista mundial é o atleta iraniano Behdad Salimi que, nos Jogos Olímpicos do Rio, levantou 216kg Considere, para este levantamento, duas situações. Na situação inicial (A), o atleta está levantando o peso quando o halter já não está mais em contato com o chão. Ele faz uma força vertical para cima, de modo que a barra acelera, verticalmente para cima, com aceleração de 1 m/s2 Na situação (B), a barra já está em repouso, acima da cabeça do halterofilista. Com base nestas informações, faça o que se pede: A figura abaixo mostra quatro opções para o diagrama de forças para a barra. Em cada opção são mostrados dois diagramas, um para a situação (A) e outro para a situação (B). Em todos eles, F é a força que o halterofilista faz na barra naquela situação e P é o peso da barra. Responda qual das opções representa corretamente a relação entre o módulo das forças, justificando sua resposta no campo abaixo. Calcule a força que o levantador faz na barra em cada caso. (EEAR 2017) Em Júpiter a aceleração da gravidade vale aproximadamente 25 m/s2 (2,5 x maior do que a aceleração da gravidadeda Terra). Se uma pessoa a b 8 E X E R C ÍC IO S 4 3 6 7 5 8 possui na Terra um peso de 800 N, quantos newtons esta mesma pessoa pesaria em Júpiter? (Considere a gravidade na Terra g= 10m/s2). 36 80 800 2.000 (MACKENZIE 2017) Quando o astronauta Neil Armstrong desceu do módulo lunar e pisou na Lua, em 20 de julho de 1969, a sua massa total, incluindo seu corpo, trajes especiais e equipamento de sobrevivência era de aproximadamente 300kg. O campo gravitacional lunar é, aproximadamente, 1/6 do campo gravitacional terrestre. Se a aceleração da gravidade na Terra é aproximadamente 10,0 m/s2, podemos afirmar que: a massa total de Armstrong na Lua é de 300kg e seu peso é 500N. a massa total de Armstrong na Terra é de 50kg e seu peso é 3.000N. a massa total de Armstrong na Terra é de 300kg e seu peso é 500N. a massa total de Armstrong na Lua é de 50kg e seu peso é 3.000N. o peso de Armstrong na Lua e na Terra são iguais. (UFJF 2017) A figura abaixo mostra um garoto balançando numa corda passando pelo ponto A no sentido anti-horário. Um observador, parado no solo, observa o garoto e supõe existir quatro forças atuando sobre ele nesse momento. Do ponto de vista deste observador, quais das forças abaixo estão, de fato, atuando sobre o garoto na posição A? 1. Uma força vertical para baixo, exercida pela Terra. 2. Uma força apontando de A para O, exercida pela corda. 3. Uma força na direção do movimento do garoto, exercida pela velocidade. 4. Uma força apontando de O para A, exercida pelo garoto. Somente 1, 2 e 3. Somente 1, 2 e 4. Somente 2 e 3. Somente 1 e 2. Somente 1, 3 e 4. (PUCRS 2016) Imagine a situação de um elevador de massa M que, de maneira simplificada, estaria sujeito somente a duas forças: a tensão produzida pelo cabo que o sustenta T e o peso P. Suponha que o elevador esteja descendo com velocidade que decresce em módulo com o transcorrer do tempo. A respeito dos módulos das forças T, P e FR (força resultante sobre o elevador), pode-se afirmar que: T= P e FR = 0 T< P e FR ≠0 T> P e FR ≠ 0 T> P e FR = 0 T< P e FR= 0 (UEPG 2016) Com relação à força normal entre um objeto de massa e um plano inclinado, assinale o que for correto. A sua intensidade depende da massa do objeto. A sua direção é perpendicular à superfície de contato entre o objeto e o plano inclinado. A sua intensidade depende do ângulo de inclinação do plano inclinado. Sua direção sempre será contrária ao da força peso do objeto. Esta força é devida à reação da superfície do plano inclinado sobre o objeto. (IFSUL 2016) “Em Física, há duas categorias de grandezas: as escalares e as vetoriais. As primeiras caracterizam-se apenas pelo valor numérico, acompanhado da unidade de medida. Já as segundas requerem um valor numérico acompanhado da respectiva unidade de medida, denominado módulo ou intensidade, e de uma orientação, isto é, uma direção e sentido.” HELOU, R.; BISCUOLA, G. J.; BÔAS, N. V. Tópicos de Física. 20. ed. São Paulo: Saraiva, 2007. v. 1. p. 96. Com base no texto e em seus conhecimentos a respeito das categorias de grandezas físicas, as grandezas vetoriais aparecem apenas em: massa, aceleração e comprimento. peso, aceleração e temperatura. força, aceleração e impulso. força, energia e trabalho. (IFSP 2016) O peso de um corpo depende basicamente da sua massa e da aceleração da gravidade em um local. A tirinha a seguir mostra que o Garfield está tentando utilizar seus conhecimentos de Física para enganar o seu amigo. a b c d e 16 a 01 b 02 c 04 d 08 e a b c d e a b c d a b c d E X E R C ÍC IO S 9www.biologiatotal.com.br 12 De acordo com os princípios da Mecânica, se Garfield for para esse planeta: ficará mais magro, pois a massa depende da aceleração da gravidade. ficará com um peso maior. não ficará mais magro, pois sua massa não varia de um local para outro. ficará com o mesmo peso. não sofrerá nenhuma alteração no seu peso e na sua massa. (ACAFE 2015) Não é raro encontrarmos pessoas com os joelhos desalinhados no plano frontal de forma a ter os joelhos juntos e pés afastados, denominado geno valgo ou joelhos afastados e pés juntos, chamado de geno varo. Nesses casos, forma-se um ângulo entre a coxa e a perna, para o primeiro com abertura externa e para o segundo com abertura interna. A figura mostra a comparação dos genos valgo, normal e varo. Em muitos casos a falta de correção dessas deformidades em crianças provoca dores na fase adulta, pois a sobrecarga do peso da pessoa se dá de forma não simétrica na junção do osso da coxa (fêmur) com o osso da perna (tíbia). Tomando como referência os pontos A, B e C colocados na junção do fêmur com a tíbia do geno normal, a alternativa correta que representa o ponto de maior sobrecarga do geno valgo e geno varo, respectivamente é: ponto A e ponto C. ponto C e ponto A. ponto B. e ponto A. ponto C e ponto B. (UFJF 2015) Pode ser considerado um sólido perfeito aquele corpo em que a distância entre duas partículas quaisquer é inalterável. Esse corpo perfeito, chamamos de CORPO RÍGIDO. O conceito de Corpo Rígido é uma idealização, uma vez que todo corpo real pode ser deformado pela aplicação de forças. Entretanto, muitos sólidos do nosso dia a dia comportam-se, praticamente, como um corpo rígido em diversas situações. Sobre esse assunto, considere as afirmativas, a seguir, verdadeiras (V) ou falsas (F). I. Um corpo rígido está em equilíbrio de translação quando seu centro de massa está em repouso ou em movimento retilíneo e uniforme. II. Um corpo rígido está em equilíbrio de rotação quando está em repouso (não roda) ou em movimento de rotação uniforme (roda com velocidade angular constante). III. A condição de equilíbrio de translação de um corpo rígido é que a resultante das forças externas atuantes no corpo seja nula. IV. Denomina-se centro de gravidade (G) de um corpo ou sistema de pontos materiais um determinado ponto por onde passa a linha de ação do peso resultante. Assinale a alternativa CORRETA. Apenas as afirmativas I e II são verdadeiras. Apenas as afirmativas I, II e III são verdadeiras. Apenas as afirmativas I, II e IV são verdadeiras. Apenas as afirmativas II, III e IV são verdadeiras. Todas as afirmativas são verdadeiras. (UERN 2015) Um corpo de massa 400g e volume 60cm3 encontra-se totalmente imerso num aquário com água apoiado no fundo. A força normal exercida pelo fundo do aquário sobre o corpo é de: (Considere: g= 10m/s2 e d’água=1g/cm3.) 2,4N. 3,4N 4,6N 5,6N (UERJ 2014) A imagem abaixo ilustra uma bola de ferro após ser disparada por um canhão antigo. Desprezando-se a resistência do ar, o esquema que melhor representa as forças que atuam sobre a bola de ferro é: 9 10 11 e a b c d a b c d e a b c d a b c d a b c d 10 E X E R C ÍC IO S 17 15 14 13 16 18 19 (UFPR 2013) Analise as alternativas e marque a única que apresenta grandezas físicas vetoriais. Comprimento, aceleração, massa e temperatura. Força, tempo, energia e velocidade. Deslocamento, força, velocidade e peso. Peso, deslocamento, massa e aceleração. Temperatura, velocidade, massa e peso. (UERN 2013) Antes de empurrar uma estante apoiada em uma superfície plana de uma sala, uma pessoa decide retirar os livros do seu interior. Dessa maneira, a força que irá reduzir, juntamente com o atrito, durante o deslocamento do móvel, é conhecida como força: normal. elástica. de tração. centrípeta. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Um estudante movimenta um bloco homogêneo de massa M, sobre uma superfície horizontal, com forças de mesmo módulo F, conforme representa a figura abaixo. Em X, o estudante empurra o bloco; em Y, o estudante puxa obloco; em Z, o estudante empurra o bloco com força paralela ao solo. (UFRGS 2013) A força normal exercida pela superfície é, em módulo, igual ao peso do bloco apenas na situação X. apenas na situação Y. apenas na situação Z. apenas nas situações X e Y. em X, Y e Z. (UEM 2011) Analise as alternativas abaixo e assinale o que for correto. 1 kgf é o módulo da força com que o quilograma- padrão é atraído pela Terra, ao nível do mar e a 45º de latitude. Uma grandeza vetorial é completamente caracterizada quando conhecemos seu módulo, direção e sentido. Quando um corpo está em repouso, é necessária a ação de uma força sobre esse corpo, para colocá-lo em movimento. Um corpo somente está em equilíbrio, se nenhuma força atuar sobre ele. A massa de um corpo é a constante de proporcionalidade, entre o módulo resultante de forças que atuam nesse corpo e o módulo da aceleração provocada no corpo, pela ação dessas forças. (CFTMG 2011) Um esqueitista desce uma rampa curva, conforme mostra a ilustração abaixo. Após esse garoto lançar-se horizontalmente, em movimento de queda livre, a força peso, em determinado instante, é representada por: (CFTMG 2011) No estudo dos movimentos, forças do tipo elétrica, gravitacional e magnética são conceituadas como sendo de ação a distância. Pelas observações atuais, aquelas que apresentam comportamentos de atração e repulsão são as forças: elétrica e magnética. elétrica e gravitacional. gravitacional e magnética. elétrica, gravitacional e magnética. (UFSC 2008) No livro “Viagem ao Céu”, Monteiro Lobato afirma que quando jogamos uma laranja para cima, ela sobe enquanto a força que produziu o movimento é maior que a força da gravidade. Quando a força da gravidade se torna maior, a laranja cai.Assinale a(s) proposição(ões) CORRETA(S). Realmente na subida, após ser lançada pela mão de alguém, haverá uma força maior do que o peso para cima, de modo a conduzir a laranja até uma altura máxima. Quando a laranja atinge sua altura máxima, a velocidade é nula e todas as forças também se anulam. Supondo nula a resistência do ar, após a laranja ser lançada para cima, somente a força peso atuará sobre ela. Para que a laranja cesse sua subida e inicie sua descida, é necessário que a força da gravidade seja maior que a mencionada força para cima. Supondo nula a resistência do ar, a aceleração da laranja independe de sua massa. e a b c d a b c d e a b c d 16 16 01 01 02 02 04 04 08 08 a b c d a b c d E X E R C ÍC IO S 11www.biologiatotal.com.br 20 TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Consulte os dados a seguir, para resolver as questões, quando for necessário. - aceleração da gravidade: g= am m/s2. - densidade da água: 1,0 g/cm3. - densidade da madeira: 0,80 g/cm3. (CFTMG 2008) Um automóvel desloca-se com velocidade constante em uma estrada plana e horizontal, sob a ação de quatro forças: o peso P, a normal exercida pela estrada N, a propulsora do motor F e a de atrito R, conforme a figura a seguir: A relação correta entre os módulos dessas forças é: P = N e F = R P = N e F > R P > N e F > R P > N e F = R a b c d ANOTAÇÕES 12 D IN  M IC A 1- A) Para que o atleta consiga erguer a barra (situação A), a força aplicada por ele sobre a barra deve ser maior que o peso da mesma. Já para o estado de equilíbrio sobre a cabeça do atleta (situação B) temos igualdade entre a força aplicada e o peso da barra, sendo que o peso da barra é constante. Logo, a opção correta é a 1. B) Para a Opção 1 2- [D] 3- [A] 4- [D] De acordo com o diagrama de corpo livre, para o garoto, as forças atuantes sobre ele são apenas o seu peso e a tração na corda. 5- [C] Se o elevador está descendo com velocidade que decresce em módulo, logo, ele possui aceleração, se possui aceleração, logo, a força resultante é diferente de zero. Quando um elevador esta descendo cada vez mais de vagar (sua força resultando é diferente de zero), com direção vertical e sentindo para cima, em outras palavras, a força resultando está para cima. Dessa forma a força de tração tem que ser maior que a força peso. Terra Júpiter Júpiter Júpiter P m g 800 m 10 m 80 kg P m g P 80 25 P 2.000 N = ⋅ = ⋅ ⇒ = = ⋅ ⇒ = ⋅ ⇒ = lua lua terra lua lua lua P mg g P m 6 10 P 300 6 P 500 N = = ⋅ = ⋅ = GABARITO DJOW DINÂMICA QUESTÃO RESOLVIDA NA AULA 1- D 2- C 6- 01 + 02 + 04 + 16 = 23. [01] Correta. Depende da massa e do cosseno do ângulo do plano inclinado. N= m . g . cos α [02] Correta. A direção da força normal é sempre perpendicular à superfície de apoio. [04] Correta. N= m . g . cos α [08] Incorreta. A direção somente seria contrária se não houvesse o plano inclinado, ou seja, na horizontal, mas a direção entre a força normal e o peso diferem do ângulo escolhido para o plano inclinado. [16] Correta. Somente existe a força normal pelo contato de um corpo com uma superfície. 7- [C] Das grandezas citadas, apenas força, aceleração e impulso apresentam orientação espacial. 8- [C] Mudando-se para um planeta de menor gravidade, o peso de Garfield será menor, mas sua massa permanecerá a mesma. 9- [A] Questão mal elaborada seguindo o aspecto da física. O único ponto da física que pode ser levado em consideração é que o peso tende a agir no meio do corpo. Assim, no joelho de uma pessoa normal, o peso da pessoa está agindo exatamente no meio do joelho, no ponto B. No joelho de uma pessoa com Geno valgo, o joelho “escorregou” para dentro, porém o peso da pessoa ainda está concentrado no centro. Desta forma, acaba existindo uma sobrecarga no ponto A, que está localizado mais para o centro. De forma análoga, o Geno varo, existe uma sobrecarga no ponto C, que está localizada mais no centro do corpo. 10- [E] Todas as afirmações são verdadeiras. 11- [B] Analisando o enunciado, para que o corpo esteja em equilíbrio no fundo do aquário, o seu Peso deve ser igual à soma do Empuxo e da Normal que atuam sobre o ele. Assim, Notar que o produto entre a massa específica e o volume foi dividido por 1000 para adequar as grandezas envolvidas no cálculo. ( ) água SUB P E N N P E m g V g 1 60 N 0,4 10 10 1000 N 4 0,06 10 N 3,4 N ñ = + = − = ⋅ − ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ − ⋅ = − ⋅ = RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2G1y9sT RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2G2UJB1 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2H3S2jZ RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2G05N1T RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2H4VTO4 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2H3V3Bc RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2G1Bk3r RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2H2ZvjF RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2GZMC9X RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2G1rIpw Situação (A) Situação (B) D IN  M IC A 13www.biologiatotal.com.br 12- [A] Após o lançamento, a única força que age sobre a bola é seu próprio peso, vertical e para baixo. 13- [C] O enunciado está impreciso. Todas as opções apresentam grandezas vetoriais. Deveria ser: Analise as alternativas e marque a única que apresenta apenas grandezas vetoriais. Além disso, peso é uma força. Não deveriam aparecer os dois termos na mesma opção. Grandezas vetoriais possuem módulo, direção e sentido. Massa, temperatura, energia não são grandezas vetoriais. 14- [A] A força de compressão entre um corpo e uma superfície e chamada força normal, pois é sempre perpendicular à superfície. 15- [C] Nas Figuras X e Y a força apresenta componentes vertical e horizontal. Como o movimento é retilíneo, as forças verticais estão equilibradas. Assim, analisando cada uma das figuras: 16- 01 + 02 + 04 + 16 = 23 01) Correto. Esta é a definição de quilograma força 02) Correto. Por definição. Cuidado: corrente elétrica é escalar. 04) Correto. Enunciado da Primeira Lei de Newton. 08) Errado. Basta que a resultante de todas as forças seja nula. 16) Correto. Enunciado da Segunda Lei de Newton.17- [B] 18- [A] As forças de natureza gravitacional são exclusivamente atrativas. 19- 4 + 16 = 20 20- [A] Resolução Se o automóvel está animado de velocidade constante (MRU) então a força resultante é nula. Desta forma P = N e F = R y y Figura X: N P F N P Figura Y: N F P N P Figura Z: N P = + ⇒ > + = ⇒ < = ANOTAÇÕES 14 D IN  M IC A AS LEIS DE NEWTON DINÂMICA É a parte da mecânica que estuda as causas dos movimentos e das suas variações (acelerações). A dinâmica se baseia em 3 princípios enunciados por Isaac Newton – as 3 leis de Newton. LEI DA INÉRCIA – 1ª LEI DE NEWTON ‘Quando uma força resultante externa atua sobre um corpo durante certo intervalo de tempo, este corpo sofre uma variação em seu movimento’. Mas, e se não houver nenhuma força resultante externa? O corpo irá permanecer no mesmo estado de movimento em que se encontra. Assim chegamos ao enunciado da 1ª Lei de Newton, ou “Princípio da Inércia”: “Na ausência de forças resultantes externas mantém-se o estado de movimento de um corpo”. Isso significa dizer não há a necessidade de uma força para manter um movimento, mas sim para modificá-lo. LEI FUNDAMENTAL – 2ª LEI DE NEWTON A segunda lei de Newton é a lei fundamental da Mecânica. Ela nos permite fazer previsões (velocidade e posição, por exemplo) sobre o movimento dos corpos. Qualquer alteração da velocidade de uma partícula é atribuída, sempre, a um agente denominado força. Basicamente, o que produz mudanças na velocidade são forças que agem sobre a partícula. Como a variação de velocidade indica a existência de aceleração, podemos concluir que haja uma relação entre a força e a aceleração. De fato, Sir Isaac Newton percebeu que existe uma relação muito simples entre força e aceleração, isto é, a força é sempre diretamente proporcional à aceleração que ela provoca: (F R )=m . a Desta expressão percebemos que a massa é a constante de proporcionalidade entre a força resultante e a aceleração. Isto significa que quanto maior a massa de um corpo, mais difícil será acelerá-lo. AÇÃO E REAÇÃO – 3ª LEI DE NEWTON Conforme sabemos, as forças são interações mútuas entre corpos. Logo, quando empurramos o chão para trás graças ao atrito entre nossos pés e o chão, somos empurrados para frente pelo chão graças ao mesmo atrito. Segue o enunciado da 3ª Lei de Newton, ou “Princípio da Ação e Reação”: “Para toda ação há sempre uma reação de mesmo módulo, mesma direção e sentido contrário e que jamais se anulam por se aplicarem em corpos diferentes”. Quem faz a ação sofre a reação e é muito importante sabermos identificar os pares ação- reação. Importante: O Peso de um corpo e a reação Normal de apoio deste corpo sobre uma superfície não correspondem a um par ação- reação. As principais características de um par ação- reação são: ⃗ ⃗ D IN  M IC A 15www.biologiatotal.com.br Uma força nunca aparece sozinha. Elas aparecem aos pares (uma delas é chamada de ação e a outra, de reação). É importante observar que cada uma dessas duas forças atua em objetos distintos. Finalmente, essas forças (aos pares) tem a mesma magnitude mas diferem uma da outra pelo sentido: elas têm sentido oposto uma da outra. Exemplo COMO O CAVALO SE MOVE? Se você disser que o cavalo empurra o chão está absolutamente certo. Mas o que faz realmente o cavalo andar é a força de reação que o chão faz no cavalo. Poderíamos esquematizar tudo isso como na figura abaixo. Mas o cavalo tem de puxar a carroça. Como ficaria o esquema das forças cavalo-carroça? É preciso lembrar que da mesma forma que o cavalo “puxa” a carroça, ela “segura” o cavalo, ou seja, aplica nele uma força de reação, para trás. Observe o esquema ao lado: Essa discussão mostrou dois pares de forças de ação e reação. O primeiro representando a interação entre o cavalo e o chão e o segundo mostrando a interação entre o cavalo e a carroça. Mas para entender o movimento do cavalo que puxa a carroça, podemos fazer um esquema somente com as forças que são aplicadas nele. Observe: Se o cavalo consegue acelerar para frente é porque a força que o chão faz no cavalo é maior que a força que a carroça faz no cavalo. Portanto, o cavalo tem de aplicar uma grande força no chão, para que a reação deste também seja grande. Se não for assim, ele “patina” e não consegue arrastar a carroça. E a carroça, se move como? É claro que ela se move porque o cavalo a puxa. Mas não podemos nos esquecer de que, além do cavalo, a carroça também interage com o chão, que a segura pelo atrito. Evidentemente que, para a carroça acelerar para frente, a força que o cavalo faz na carroça tem de ser maior do que força que o chão faz na carroça. 16 E X E R C ÍC IO S (UFPE 2013) A respeito das leis de Newton, podemos afirmar que: ( ) a primeira lei de Newton diz que, para que um corpo esteja em movimento, é obrigatório que haja pelo menos uma força atuando sobre ele. ( ) a segunda lei de Newton não contém a primeira lei de Newton como caso particular porque elas são completamente diferentes. ( ) a segunda lei de Newton implica em uma equação para cada força que atua em um corpo massivo. ( ) a terceira lei de Newton estabelece que a toda força de ação corresponde uma força de reação, sempre com ambas no mesmo corpo. ( ) as três leis de Newton valem em qualquer referencial. (PUCMG 2007) Quando um cavalo puxa uma charrete, a força que possibilita o movimento do cavalo é a força que: o solo exerce sobre o cavalo. ele exerce sobre a charrete. a charrete exerce sobre ele. a charrete exerce sobre o solo. EXERCÍCIOS 4 3 QUESTÃO RESOLVIDA NA AULA 1 2 5 1 2 (UFRGS 2017) Aplica-se uma força de 20 N a um corpo de massa m. O corpo desloca-se em linha reta com velocidade que aumenta 10 m/s a cada 2 s. Qual o valor, em kg, da massa m? 5. 4. 3. 2. 1. (UECE 2017) Considere dois instantes no deslocamento de um elevador em viagem de subida: o início (I) imediatamente após a partida, e o final (F) imediatamente antes da parada. Suponha que apenas um cabo de aço é responsável pela sustentação e movimento do elevador. Desprezando todos os atritos, é correto afirmar que a força exercida pelo cabo na cabine no início e no final tem direção e sentido: vertical para cima e vertical para baixo, respectivamente, com vertical para cima, nos dois casos, e com vertical para baixo e vertical para cima, respectivamente, com vertical para baixo, nos dois casos, e com I(F ) F(F ) I F| F | | F | .> I F| F | | F | .> I F| F | | F | .> I F| F | | F | .< (ITA 2017) Considere um automóvel com tração dianteira movendo-se aceleradamente para a frente. As rodas dianteiras e traseiras sofrem forças de atrito respectivamente para: frente e frente. frente e trás. trás e frente. trás e trás. frente e não sofrem atrito. (UEMA 2016) CTB – Lei nº 9.503 de 23 de Setembro de 1997 Institui o Código de Trânsito Brasileiro - Art. 65. É obrigatório o uso do cinto de segurança para condutor e passageiros em todas as vias do território nacional, salvo em situações regulamentadas pelo CONTRAN. http://www.jusbrasil.com.br. O uso do cinto de segurança, obrigatório por lei, remete-nos a uma das explicações da Lei da Inércia, que corresponde à: 1ª Lei de Ohm. 2ª Lei de Ohm. 1ª Lei de Newton. 2ª Lei de Newton. 3ª Lei de Newton. (IFCE 2016) Há dois momentos no salto de paraquedas em que a velocidade do paraquedista torna-se constante: quando atinge velocidade a a b b c c d d e a b c d a b c d e a b c d e E X E R C ÍC IO S 17www.biologiatotal.com.br 6 7 8 máxima, que é de aproximadamente 200 km/h, e no momento do pouso. Com base nas Leis da Física, a força de arrasto do ar: é maior quando o paraquedista encontra-se em velocidadede pouso. é a mesma, seja na velocidade máxima ou no momento do pouso. é maior quando o paraquedista encontra-se em velocidade máxima. é zero nesses dois momentos. depende da posição do corpo do paraquedista nesses dois momentos. (UECE 2016) Considere que um elevador inicia uma subida de 13 andares, e que durante a passagem de 11 desses andares ele se desloca com velocidade constante, até parar no 13º Assim, todas as variações de velocidade devem ocorrer durante a passagem pelo 1º andar e o 13º andar. De modo extremamente simplificado, considere que as forças de atrito sejam de mesmo módulo ao longo de todo o percurso e que o elevador seja sustentado por um único cabo inextensível e de massa muito menor que a da cabine. Nessas condições, é correto afirmar que a tensão nos cabos de sustentação é: maior na passagem pelo 1º, constante nos 11 intermediários e menor no início da passagem pelo 13º andar. menor na passagem pelo 1º, constante nos 11 intermediários e maior no início da passagem pelo 13º andar. constante na passagem pelo 1º, constante nos 11 intermediários e menor no início da passagem pelo 13º andar. menor na passagem pelo 1º, maior nos 11 intermediários e menor no início da passagem pelo 13º andar. (IFCE 2016) Para que uma partícula de massa m adquira uma aceleração de módulo a, é necessário que atue sobre ela uma força resultante F. O módulo da força resultante para uma partícula de massa 2 m adquirir uma aceleração de módulo 3 a é: 7 F. 4,5 F. 2,6 F. 5 F. 6 F. (IFCE 2016) Em um dos filmes do Homem Aranha ele consegue parar uma composição de metrô em aproximadamente 60 s. Considerando que a massa total dos vagões seja de 30. 000 kg e que sua velocidade inicial fosse de 72 km/h, o módulo da força resultante que o herói em questão deveria exercer em seus braços seria de: 10.000 N. 15. 000 N. 20. 000 N. 25.000 N. 30.000 N. (FMP 2016) Um helicóptero transporta, preso por uma corda, um pacote de massa 100 kg. O helicóptero está subindo com aceleração constante vertical e para cima de 0,5 m/s2. Se a aceleração da gravidade no local vale 10 m/s2, a tração na corda, em newtons, que sustenta o peso vale: 1.500 1.050 500 1.000 950 TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Leia o texto e responda à(s) questão(ões). Um motorista conduzia seu automóvel de massa 2.000 kg que trafegava em linha reta, com velocidade constante de 72 km/h, quando avistou uma carreta atravessada na pista. Transcorreu 1 s entre o momento em que o motorista avistou a carreta e o momento em que acionou o sistema de freios para iniciar a frenagem, com desaceleração constante igual a 10 m/s2 (FATEC 2016) Antes de o automóvel iniciar a frenagem, pode-se afirmar que a intensidade da resultante das forças horizontais que atuavam sobre ele era: nula, pois não havia forças atuando sobre o automóvel. nula, pois a força aplicada pelo motor e a força de atrito resultante atuavam em sentidos opostos com intensidades iguais. maior do que zero, pois a força aplicada pelo motor e a força de atrito resultante atuavam em sentidos opostos, sendo a força aplicada pelo motor a de maior intensidade. maior do que zero, pois a força aplicada pelo motor e a força de atrito resultante atuavam no mesmo sentido com intensidades iguais. menor do que zero, pois a força aplicada pelo motor e a força de atrito resultante atuavam em sentidos opostos, sendo a força de atrito a de maior intensidade. (CFTMG 2015) A imagem mostra um garoto sobre um skate em movimento com velocidade constante que, em seguida, choca-se com um obstáculo e cai. a b c d e a b c d a b c d e a b c d e 9 a b c d e 10 a b c d e 11 18 E X E R C ÍC IO S 15 12 14 13 16 A queda do garoto justifica-se devido à(ao): princípio da inércia. ação de uma força externa. princípio da ação e reação. força de atrito exercida pelo obstáculo. (UDESC 2015) Com relação às Leis de Newton, analise as proposições. I. Quando um corpo exerce força sobre o outro, este reage sobre o primeiro com uma força de mesma intensidade, mesma direção e mesmo sentido. II. A resultante das forças que atuam em um corpo de massa m é proporcional à aceleração que este corpo adquire. III. Todo corpo permanece em seu estado de repouso ou de movimento retilíneo uniforme, a menos que uma força resultante, agindo sobre ele, altere a sua velocidade. IV. A intensidade, a direção e o sentido da força resultante agindo em um corpo são iguais à intensidade, à direção e ao sentido da aceleração que este corpo adquire. Assinale a alternativa correta. Somente as afirmativas III e IV são verdadeiras. Somente as afirmativas I e IV são verdadeiras. Somente as afirmativas I e II são verdadeiras. Somente as afirmativas II e III são verdadeiras. Todas afirmativas são verdadeiras. (UEMA 2015) Um estudante analisou uma criança brincando em um escorregador o qual tem uma leve inclinação. A velocidade foi constante em determinado trecho do escorregador em razão de o(a): aceleração ter sido maior que zero. atrito estático ter sido igual a zero. atrito estático ter sido menor que o atrito cinético. atrito estático ter sido igual ao atrito cinético. aceleração ter sido igual a zero. (UNISC 2015) Qual dessas expressões melhor define uma das leis de Newton? Todo corpo mergulhado num líquido desloca um volume igual ao seu peso. A força gravitacional é definida como a força que atua num corpo de massa O somatório das forças que atuam num corpo é sempre igual ao peso do corpo. A força de atrito é igual ao produto da massa de um corpo pela sua aceleração. A toda ação existe uma reação. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Para responder à(s) questão(ões), considere as afirmativas referentes à figura e ao texto abaixo. Na figura acima, está representada uma pista sem atrito, em um local onde a aceleração da gravidade é cons¬tante. Os trechos T1, T2 e T3 são retilíneos. A inclinação de T1 é maior do que a inclinação de T3 e o trecho T2 é horizontal. Um corpo é abandonado do repouso, a partir da posição A. (PUCRS 2015) Sobre as informações, afirma-se que a força resultante sobre o corpo: I. é nula no trecho T2 II. mantém a sua direção e o seu sentido durante todo o movimento. III. é maior em módulo no trecho T1 do que no trecho T3. Está/Estão correta(s) a(s) afirmativa(s): I, apenas. II, apenas. I e III, apenas. II e III, apenas. I, II e III. (IFSC 2014) Ao saltar de paraquedas, os paraquedistas são acelerados durante um intervalo de tempo, podendo chegar a velocidades da ordem de 200 km/h, dependendo do peso e da área do seu corpo. Quando o paraquedas abre, o conjunto (paraquedas e paraquedista) sofre uma força contrária ao movimento, capaz de desacelerar até uma velocidade muito baixa permitindo uma aterrissagem tranquila. a b c d a b c d e a b c d e a b c d e a b c d e E X E R C ÍC IO S 19www.biologiatotal.com.br 17 18 19 20 Assinale a soma da(s) proposição(ões) CORRETA(S). A aceleração resultante sobre o paraquedista é igual à aceleração da gravidade. Durante a queda, a única força que atua sobre o paraquedista é a força peso. O movimento descrito pelo paraquedista é um movimento com velocidade constante em todo o seu trajeto. Próximo ao solo, com o paraquedas aberto, já com velocidade considerada constante, a força resultante sobre o conjunto (paraquedas e paraquedista) é nula. Próximo ao solo, com o paraquedas aberto, já com velocidade considerada constante, a força resultante sobre o conjunto (paraquedas e paraquedista) não pode ser nula; caso contrário, o conjunto (paraquedas e paraquedista) não poderia aterrissar. A força de resistência do ar é uma força variável, pois depende da velocidade do conjunto (paraquedas eparaquedista). (UFSM 2014) O principal combustível usado pelos grandes aviões de transporte de carga e passageiros é o querosene, cuja queima origina diversos poluentes atmosféricos. As afirmativas a seguir referem-se a um avião em voo, num referencial inercial. I. Se a soma das forças que atuam no avião é diferente de zero, ele não pode estar em MRU. II. Se a soma das forças que atuam no avião é zero, ele pode estar parado. III. O princípio de conservação da energia garante que o avião se move em sentido contrário àquele em que são jogados os gases produzidos na combustão. Está(ão) correta(s): apenas I. apenas I e II. apenas III. apenas II e III. I, II e III. (PUCRS 2014) Em muitas tarefas diárias, é preciso arrastar objetos. Isso pode ser mais ou menos difícil, dependendo das forças de atrito entre as superfícies deslizantes. Investigando a força necessária para arrastar um bloco sobre uma superfície horizontal, um estudante aplicou ao bloco uma força horizontal F e verificou que o bloco ficava parado. Nessa situação, é correto afirmar que a força de atrito estático entre o bloco e a superfície de apoio é, em módulo, igual à força F. maior que a força F. igual ao peso do bloco. maior que o peso do bloco. menor que o peso do bloco. (UPE 2014) A figura a seguir representa um ventilador fixado em um pequeno barco, em águas calmas de um certo lago. A vela se encontra em uma posição fixa e todo vento soprado pelo ventilador atinge a vela. Nesse contexto e com base nas Leis de Newton, é CORRETO afirmar que o funcionamento do ventilador aumenta a velocidade do barco. diminui a velocidade do barco. provoca a parada do barco. não altera o movimento do barco. produz um movimento circular do barco. (UEPB 2014) No século XVIII, o físico inglês lsaac Newton formulou as leis da mecânica e as usou para estudar e interpretar um grande número de fenômenos físicos. Com base na compreensão dessas leis, analise as proposições a seguir: I. Ao fazer uma curva fechada em alta velocidade, a porta de um automóvel abriu-se, e o passageiro, que não usava cinto de segurança, foi lançado para fora. Esse fato pode ser explicado pela segunda lei de Newton. II. A segunda lei de Newton afirma que, se a soma de todas as forças atuando sobre um corpo for nula, o mesmo terá um movimento uniformemente variado. III. Um automóvel colide frontalmente com uma bicicleta. No momento da colisão, pode-se afirmar que a intensidade da força que o automóvel exerce sobre a bicicleta é a mesma que a intensidade da força que a bicicleta exerce sobre o automóvel e em sentido contrário. Para as situações supracitadas, em relação às leis de Newton, é(são) correta(s) apenas a(as) proposição(ões): I e II. II. I. III. II e III. (UEG 2013) No reino animal, existem seres que têm a capacidade de realizar diferentes tipos de voos. O voo pode ser dividido em três grupos: o paraquedismo, o planeio e o voo propulsionado. Com relação aos tipos de voo, considera-se o seguinte: 16 32 01 02 04 08 a b c d e a b c d e a b c d e a b c d e 21 20 E X E R C ÍC IO S a 22 23 24 no animal planador, a facilidade do voo depende da forma e da dimensão das asas, sendo o movimento no ar ascendente e sem realização de trabalho. no paraquedismo, a força de resistência do ar no animal equilibra-se com o seu peso, fazendo-o cair com velocidade constante. nos voos propulsionados, os animais exercem a movimentação de seus músculos para impulsionarem o deslocamento vertical. o paraquedismo e o planeio baseiam-se em princípios físicos iguais, pois as forças de resistência e peso são um par de ação e reação. (UEPG 2013) O estudo dos movimentos está fundamentado nas três leis de Newton. Sobre movimentos e as leis de Newton, assinale o que for correto. O princípio da inércia é válido somente quando a força resultante sobre um corpo é não nula. Duplicando o valor da força resultante aplicada sobre um objeto, a aceleração experimentada pelo objeto também será duplicada. Forças de ação e reação nunca se anulam, pois atuam sempre em corpos distintos. Um avião voando em linha reta com velocidade constante está em equilíbrio dinâmico. (UFSM 2013) O uso de hélices para propulsão de aviões ainda é muito frequente. Quando em movimento, essas hélices empurram o ar para trás; por isso, o avião se move para frente. Esse fenômeno é explicado pelo(a): 1ª lei de Newton. 2ª lei de Newton. 3ª lei de Newton. princípio de conservação de energia. princípio da relatividade do movimento. (UFTM 2012) Em um dia de calmaria, um barco reboca um paraquedista preso a um paraglider. O barco e o paraquedista deslocam-se com velocidade vetorial e alturas constantes. Nessas condições, o peso do paraquedista é a força resultante sobre ele. a resultante das forças sobre o paraquedista é nula. a força resultante exercida no barco é maior que a resultante no paraquedista. a força peso do paraquedista depende da força exercida pelo barco sobre ele. o módulo da tensão na corda que une o paraquedista ao paraglider será menor que o peso do paraquedista. a b c d 01 02 04 08 e b c d e a b c d ANOTAÇÕES D IN  M IC A 21www.biologiatotal.com.br GABARITO DJOW AS LEIS DE NEWTON QUESTÃO RESOLVIDA NA AULA 1- F-F-F-F-F 2- A 1- [B] Primeiramente calculamos a aceleração: Usando o Princípio Fundamental da Dinâmica: 2- [B] A tração no cabo de elevador tem sempre direção vertical e sentido para cima. No início da subida, o movimento é acelerado para cima, então a intensidade da tração é maior que a do peso; No final da subida, o movimento é retardado para cima, então a intensidade da tração é menor que a do peso. Assim: 3- [B] Considere a interação da roda dianteira com o solo, ilustrada na figura 1: Como a roda dianteira está tracionada, no contato B ela “empurra” o solo para trás com uma força de atrito sobre o solo, conforme figura 1. Pela lei da ação e reação, o solo atuará sobre roda com uma força de atrito de mesmo módulo e mesma direção, mas sentido contrário. Logo, a força de atrito sobre a roda dianteira é “para frente”. Considere agora a interação da roda traseira com o solo, ilustrada na figura 2: A roda traseira está sendo conduzida pelo chassi do automóvel para frente e, devido à sua interação com o solo, tenderá a “empurrar” o solo para frente com uma força conforme indicado na figura 2. Pela lei de ação e reação, o solo atuará sobre a roda traseira com I I F F F P F F . F P > ⇒ > < atF atF ,− atF , uma força de atrito de mesmo módulo e mesma direção mas de sentido contrário, como indicado na figura 2. Logo, a força de atrito sobre a roda traseira é “para trás”. 4- [C] A Lei da Inércia corresponde a 1ª Lei de Newton, que menciona que um corpo tende a manter seu estado de movimento uniforme ou estático a não se que uma força externa aja sobre o corpo, ou seja, a tendência de um corpo em movimento uniforme é continuar com esse movimento. No caso de uma colisão, o veículo para abruptamente e se os ocupantes não estiverem usando o cinto de segurança, manterão os movimentos antes do impacto, provocando sérias lesões e traumatismos. 5- [B] De acordo com o Princípio da Inércia (1ª Lei de Newton), se o movimento é retilíneo e uniforme (o vetor velocidade é constante), a resultante das forças sobre o corpo é nula, ou seja, as forças atuantes sobre ele estão equilibradas. No caso, a força de arrasto do ar tem a mesma intensidade do peso, seja na velocidade máxima ou no momento do pouso. 6- [A] Na passagem pelo 1º andar o movimento é acelerado, então a tração tem maior intensidade que o peso. T1>P. Na passagem pelos 11 andares intermediários, o movimento é uniforme, então a tração tema mesma intensidade do peso. T2 = P. Durante a passagem pelo 13º andar, o movimento é retardado, então a tração tem menor intensidade que o peso. T3 < P. Assim: T1 > T2 > T3. 7- [E] Do Princípio Fundamental: 8- [A] Supondo que essa força seja a resultante e que seja aplicada na mesma direção do movimento, aplicando o Princípio Fundamental da Dinâmica, vem: 9- [B] Observando o diagrama de corpo livre para o sistema de corpos: atF ,− ( ) ( ) F ma F' 6F. F' 2m 3a 6 ma = = = ⋅ = ⋅ 22 D IN  M IC A Aplicando a segunda lei de Newton sobre o pacote: 10- [B] O veículo estava se movimentando em linha reta com velocidade constante, portanto a força resultante sobre o veículo antes do acionamento do freio era nula devido ao fato que a força motora do carro tinha o mesmo módulo do atrito, porém essas forças atuando em sentidos contrários. Temos com isso, a alternativa [B] correta. 11- [A] Quando o skate choca-se com o obstáculo, o garoto, por inércia, continua em movimento e cai. 12- [D] Analisando as alternativas, temos que: [I] INCORRETA. Princípio da ação e reação (3ª Lei de Newton). O sentido da força de reação é oposto ao sentido da força de ação. [II] CORRETA. Pela 2ª Lei de Newton, tem-se que: Fr = m . a Assim, a força resultante é proporcional à aceleração do corpo de massa m. [III] CORRETA. 1ª Lei de Newton (Princípio da Inércia). Um corpo que está em repouso ou em MRU tende a permanecer nesta situação até que uma força resultante não nula atue sobre o corpo. 13- [E] Se a velocidade é constante, significa que a força resultante é nula, sendo assim, de acordo com o princípio fundamental da dinâmica, a aceleração também será nula. 14- [E] A terceira lei de Newton da dinâmica é também chamada de Lei da ação e reação, que relaciona as forças de contato, tração em cordas e demais forças de reação que surgem de uma ação, de igual intensidade e direção da ação, mas de sentido contrário, forças sempre aplicadas em corpos diferentes e, portanto não se anulam quando analisadas nos corpos isolados. 15- [C] [I] Correta. A resultante é nula no trecho T2, pois a normal e o peso se equilibram. [II] Incorreta. No trecho T 2 a resultante é nula. [III] Correta. A resultante é maior em módulo no trecho T1 do que no trecho T3, pois o trecho T 1 apresenta maior inclinação. 16- 08 + 32 = 40. Justificando as proposições incorretas: [01] Incorreta. A resistência do ar não é desprezível, impedindo a queda livre. [02] Incorreta. Atuam no paraquedista o peso e a resistência do ar. [04] Incorreta. O movimento é acelerado no início da queda. [08] Correta. [16] Incorreta. De acordo com o Princípio da Inércia, se o movimento é retilíneo e uniforme a resultante das forças sobre o corpo é nula. [32] Correta. 17- [B] [I] CORRETA. Se a resultante das forças é não nula, o avião deve sofrer aceleração, não podendo estar em MRU. [II] CORRETA. Pelo Princípio da Inércia, se a resultante das forças é nula, ele pode estar em repouso ou em MRU. [III] INCORRETA. Isso é garantido pelo Princípio da AÇÃO- REAÇÃO. 18- [A] Se o bloco não acelera, é porque a resultante das forças sobre ele é nula. Ou seja, a força de atrito e a força aplicada pelo estudante têm a mesma intensidade: R = F 19- [D] O ventilador sopra ar para frente, recebendo uma força de reação para trás; todo o vento soprado atinge a vela, aplicando nela uma força para frente. Assim, agem no sistema barco- vela-ventilador duas forças de mesma intensidade e de sentidos opostos, sendo nula a resultante nesse sistema. Portanto, nenhuma alteração ocorre no movimento do barco. Comentário: A questão, porém, torna-se mais complexa, se levarmos em conta que: 1º) o atrito entre a água e o barco pode não ser desprezível; 2º) dependendo da distância ventilador-vela, as partículas de ar que atingem a vela podem não ter a mesma velocidade com que são lançadas pelo ventilador, pois no percurso chocam-se com outras partículas perdendo velocidade, caso esses choques não sejam perfeitamente elásticos; 3º) se os choques entre as partículas sopradas pelo ventilador e a vela não inelásticos, as partículas refletidas têm uma velocidade de retorno v’, fazendo com o barco seja impelido para frente com velocidade V’. Sendo M a massa do barco, m a massa do fluxo de ar soprada num dado intervalo de tempo, desprezando o atrito do barco com a água e considerando que a partículas de ar atingem a vela com a mesma velocidade v com que foram sopradas pelo ventilador e que após o choque com a vela tenham velocidade de retorno v’, pela conservação da quantidade de movimento, tem-se: 4º) Mas, e se toda a massa de ar que é refletida pela vela atinge novamente o ventilador? A velocidade V’ do barco é anulada!!! 20- [D] [I] Falso. Esse fato pode ser explicado pela primeira lei de Newton. [II] Falso. A segunda lei de Newton afirma que, se a soma de todas as forças atuando sobre um corpo for nula, o mesmo poderá ter um movimento uniforme (ou estar em repouso). [III] Verdadeiro. 21- [B] Pelo Princípio da Inércia, se o animal cai com velocidade constante, a resultante das forças sobre ele é nula, portanto o peso e força de resistência do ar se equilibram. 22- 02 + 04 + 08 = 14. [01] Incorreta. O princípio da inércia afirma que “se a mv ' 0 mv ' MV ' V' . M = + ⇒ = − RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2G4O0b3 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FuNfH6 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2G5iFFf RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2G7blch RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FtfbLA RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FtoOKe D IN  M IC A 23www.biologiatotal.com.br ANOTAÇÕES resultante das forças sobre um ponto material é nula, ele está em repouso (equilíbrio estático) ou em movimento retilíneo e uniforme (equilíbrio dinâmico)”. [02] Correta. De acordo com o princípio fundamental da dinâmica, o módulo da aceleração é diretamente proporcional à intensidade da força resultante e inversamente proporcional à massa. [04] Correta. O termo mais adequado a se usar para a terceira lei de Newton é: forças de ação e reação nunca se equilibram, pois atuam em corpos distintos. Elas se anulam quando deixam de atuar. [08] Correta. O movimento retilíneo e uniforme é um caso de equilíbrio dinâmico. 23- [C] As forças do par ação-reação têm mesma intensidade, mesma direção e sentidos opostos, conforme afirma a 3ª Lei de Newton (princípio da ação-reação). 24- [B] Se a velocidade vetorial é constante, o movimento é retilíneo e uniforme. O Princípio da Inércia (1ª Lei de Newton) estabelece que, nessas condições, a resultante das forças atuantes sobre o paraquedista é nula. RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FskET4 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FsRgfx RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2Db8rAj 2424 D IN  M IC A FORÇA DE ATRITO CONCEITOS EM ATRITO Nossa vida sem o atrito: Sem a força de atrito não poderíamos caminhar, escrever, os pregos seriam inúteis. Sem a resistência (atrito) do ar, as gotas de chuva atingiriam o solo com uma velocidade extremamente alta, como a de uma bala disparada por uma arma, machucando os seres vivos. Definição: A força de atrito é uma força de resistência ao deslizamento ou à tendência ao deslizamento. Por ser uma força, conforme a Segunda Lei de Newton, ela provoca uma aceleração no objeto. Mas esta aceleração é no sentido de parar o objeto em movimento, logo, trata-se de uma desaceleração. Origem do atrito: A vibração entre as moléculas é o que dá origem ao atrito. A teoria mais aceita é a das ligações químicas entre os corpos. Quando duas superfícies “atritam” entre si, isto é, deslizam entre si, ocorre a vibração das moléculas provocando o desprendimento delas. Para entender melhor esse efeito, acesse simulação: https://phet.colorado.edu/sims/html/ friction/latest/friction_pt_BR.html. Situações possíveis graças à força de atrito. Como você pode ver, as saliências entre as duas superfícies indicam que a área decontato entre duas superfícies é muito menor que a aparente. Quando as superfícies deslizam entre si, as saliências provocam o desprendimento das moléculas. 25 D IN  M IC A 25www.biologiatotal.com.br A PARTE MATEMÁTICA DO ATRITO F atrito = μ.F normal F atrito = a intensidade da força de atrito é proporcional à intensidade da força normal (quando uma cresce a outra também cresce); µ = é o coeficiente de atrito. É uma constante de proporcionalidade, é a relação entre as duas intensidades de forças. Pela relação, temos µ = fat/FN (cancelam-se as mesmas unidades de força - em newtons - e não sobra unidade: é uma grandeza adimensional). Sabendo o valor dessas duas forças é possível descobrir o valor do coeficiente de atrito. µ é um valor positivo: maior ou igual a zero e menor ou igual a 1 (há exceções quando o valor é maior que 1, como nos pneus de carros de corrida); quando µ vale 0, significa que não há atrito. O coeficiente de atrito depende da natureza dos sólidos em contato e do estado de polimento das superfícies. Logo, cada material possui um coeficiente de atrito diferente; F Normal = A força normal aparece por causa do contato entre as duas superfícies, mas não está na mesma direção que a força de atrito: ela é perpendicular (90°), por isso se chama normal (quando tem um ângulo de 90° entre as duas direções - neste caso com a fat). A normal tem o mesmo valor do peso P somente se o objeto estiver apoiado na horizontal. Imagine a seguinte situação: aperte bastante um livro contra a mesa. Quanto maior o apertão, maior a força normal. (O apertão é a massa do seu dedo somada à massa do livro, mas quanto maior a força aplicada, maior a massa do seu dedo porque estás colocando quase toda a massa do seu corpo sobre o seu dedo). Quanto maior o peso do objeto, maior é a força de atrito, então maior a força que você precisa aplicar para empurrar o objeto, ou seja, vai ser cada vez mais difícil vencer a força de atrito para deslizar (isso observamos na prática!) É muito mais difícil empurrar um guarda roupa que uma cama, não é mesmo? Mas cuidado! Nem sempre a força normal é igual ao peso. A força normal é igual em módulo a força peso só quando o objeto está na horizontal, mas quando está apoiado na vertical em uma parede, os módulos da força normal e peso são diferentes, porque o peso está para baixo e a normal pode estar na direção horizontal ou num plano inclinado, como na figura abaixo. Quanto maior o peso do objeto, maior a força de atrito. 2626 D IN  M IC A Enquanto um corpo estiver em repouso, a medida que a força F aplicada aumenta, a força de atrito (fat) também aumenta, de modo que as duas se equilibram. Se F é de 1 N e o corpo não se mover, então a fat é de 1 N. Mas o atrito sempre crescerá quando você sempre aplicar uma força maior? Não, a fat crescerá ATÉ atingir um valor máximo e o corpo ficará na iminência de movimento. Eliminação do atrito: jamais se conseguirá eliminar o atrito. Ele pode ficar menor, mas estará sempre lá. Até no vácuo não existe ausência de atrito perfeito. Área de contato: A força de atrito não depende da área de contato entre as superfícies, apenas da natureza destas superfícies e da força normal que tende a evitar que uma superfície “penetre” na outra. TIPOS DE ATRITO: Com sólidos Atrito dinâmico (cinético): f atc = µ.F N É a força que surge entre as superfícies quando estão em movimento. Atrito estático: f ate = µ e .F N É a força que se opõe ao início do movimento entre as superfícies. Podemos ver a diferença entre o atrito estático e o cinético quando um carro freia. Se ele não possuir sistema de frenagem ABS, ao frear, as rodas do carro serão travadas e não conseguirá girar para que o carro possa se desviar de algum obstáculo. Dessa forma, as rodas derraparão e experimentarão o atrito cinético. Quando o carro possui ABS, ao frear as rodas continuarão girando possibilitando ao motorista conseguir se desviar de um obstáculo sem necessariamente parar o carro. Quando a roda do carro gira, é como se diferentes pontos dela continuassem estáticos em relação ao chão, ou seja, paradas. Esse efeito é diferente quando a roda está derrapando, pois ela estará deslizando em relação ao chão. Quando as rodas simplesmente giram, atua o atrito estático. Atrito elétrico: é a famosa eletrização por atrito, que estudaremos mais profundamente em eletricidade. Um exemplo de eletrização por atrito é pentear o cabelo. Atrito com fluidos: os gases e os líquidos são exemplos de fluidos. Estudaremos como acontece o atrito nesses fluidos, como a água e o ar. Também conhecido como resistência do ar. UM POUQUINHO DE HISTÓRIA Leonardo da Vinci (1452-1519) foi um dos primeiros a reconhecer a importância do atrito no funcionamento das máquinas. Criou as leis de atrito de da Vinci: 27 D IN  M IC A 27www.biologiatotal.com.br 1) a área de contato não tem influência sobre o atrito. 2) dobrando-se a massa de um objeto, o atrito também é dobrado. Guillaume Amontons (1663-1705): redescoberta das leis de da Vinci. O atrito é devido à rugosidade das superfícies (natureza das superfícies). Suas leis formuladas são válidas até hoje. Charles August Coulomb (1736-1806): o atrito cinético é proporcional à força normal e independente da velocidade. Completou o estudo sobre o atrito. Coulomb estabeleceu uma distinção entre o atrito estático e o atrito cinético: a força de atrito cinético é sempre menor do que o a força de atrito estático e, uma vez iniciado o movimento entre duas superfícies em contato, a força de atrito cinético permaneceria constante. Em 1950, Bowden e Tabor verificaram que a área de contato efetivo entre duas superfícies é muito menor do que a área aparente. Embora a natureza do atrito ainda hoje seja mal compreendida, as leis empíricas estabelecidas por Amontons e Coulomb continuam sendo aceitas dentro dos limites de validade. ATRITO EM FLUIDOS Os fluidos também apresentam uma força de resistência. Por exemplo, você já tentou andar na água, dentro de uma piscina ou no mar, e perceber como é mais difícil se deslocar? Fisicamente, interpretamos tal resistência como uma força que a água aplica nos objetos, opondo-se aos movimentos dentro dela. Essa força depende do formato do objeto que nela se move. De um modo geral os peixes e outros animais aquáticos são estreitos e alongados. Trata-se de uma adaptação necessária para se mover mais facilmente dentro da água, através da diminuição da força de resistência. O formato do casco das embarcações em geral levam em conta essa dificuldade de movimento dentro da água, sendo em geral projetados para cortar a água de modo a minimizar o atrito, assim como o formato do avião para “cortar” o ar. FORÇA DE RESISTÊNCIA A força de resistência em um fluido é uma força dependente da velocidade (ao contrário da força de atrito em sólidos). Resistência do AR R = kv2 [ar] R = kv1 [água] Em que: k = constante que depende da área de contato v = velocidade do ar A força de resistência do ar é desejável quando você quiser saltar de paraquedas. Como indicado pela constante k, a área do objeto influencia muito. Quanto maior a área do seu paraquedas, maior será a resistência do ar que fará com que sua velocidade diminua para chegar ao solo com segurança. 2828 D IN  M IC A Assim também ocorre quando alguns animais saltam de altas alturas para o solo. Perceba que o esquilo estica as patas para ter mais resistência do ar. PARA PENSAR... Por que a borracha apaga o lápis e não a caneta? É que a tinta da caneta, por ser líquida, molha e penetra nas fibras do papel. O grafite, por sua vez, é um material sólido que marca o papel por meio de pequenas partículas que se desprendem da ponta e grudam superficialmente na folha graças ao atrito entre lápis e papel. Como a atração entre as moléculas do grafite e da borracha é maior, as partículas do lápisdesgrudam do papel e aderem à borracha facilmente. Como poderíamos reduzir o atrito? Quando um objeto é colocado sobre uma superfície (um tijolo sobre a mesa, por exemplo), ele tem na verdade, somente alguns pontos de contato com ela, devido às saliências. O efeito dos lubrificantes têm a função de diminuir o atrito ao preencher as saliências existentes entre as superfícies. É por isso que é colocado óleo no motor do carro, pois as peças de metal desgastam quando deslizam entre si. ANOTAÇÕES E X E R C ÍC IO S 29www.biologiatotal.com.br EXERCÍCIOS (UFU 2017) Ao se projetar uma rodovia e seu sistema de sinalização, é preciso considerar variáveis que podem interferir na distância mínima necessária para um veículo parar, por exemplo. Considere uma situação em que um carro trafega a uma velocidade constante por uma via plana e horizontal, com determinado coeficiente de atrito estático e dinâmico e que, a partir de um determinado ponto, aciona os freios, desacelerando uniformemente até parar, sem que, para isso, tenha havido deslizamento dos pneus do veículo. Desconsidere as perdas pela resistência do ar e pelo atrito entre os componentes mecânicos do veículo. A respeito da distância mínima de frenagem, nas situações descritas, são feitas as seguintes afirmações: I. Ela aumenta proporcionalmente à massa do carro. II. Ela é inversamente proporcional ao coeficiente de atrito estático. III. Ela não se relaciona com a aceleração da gravidade local. IV. Ela é diretamente proporcional ao quadrado da velocidade inicial do carro. Assinale a alternativa que apresenta apenas afirmativas corretas. I e II II e IV III e IV I e III (UNIOESTE 2017) Um bloco está em repouso sobre uma superfície horizontal. Nesta situação, atuam horizontalmente sobre o bloco uma força F 1 de módulo igual a 7N e uma força de atrito entre o bloco e a superfície (Figura a). Uma força adicional F 2 , de módulo 3N, de mesma direção, mas em sentido contrário à F 1 é aplicada no bloco (Figura b). Com a atuação das três forças horizontais (força de atrito, F 1 e F 2 ) e o bloco em repouso. Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o módulo da força resultante horizontal F r sobre o bloco: F r = 3N F r = 0 F r = 10N F r = 4N F r = 7N (PUCPR 2017) Um bloco A de massa 3,0kg está apoiado sobre uma mesa plana horizontal e preso a uma corda ideal. A corda passa por uma polia ideal e na sua extremidade final existe um gancho de massa desprezível, conforme mostra o desenho. Uma pessoa pendura, suavemente, um bloco B de massa 1,0kg no gancho. Os coeficientes de atrito estático e cinético entre o bloco A e a mesa são, respectivamente, µ e = 0,50 e µ c = 0,20 Determine a força de atrito que a mesa exerce sobre o bloco A. Adote g = 10m/s2. 15N 6,0N 30N 10N 12N (ESC. NAVAL 2017) Analise a figura a seguir. A figura acima exibe um bloco de 12kg que se encontra na horizontal sobre uma plataforma de 3,0kg. O bloco está preso a uma corda de massa desprezível que passa por uma roldana de massa e atrito desprezíveis fixada na própria plataforma. Os coeficientes de atrito estático e cinético entre as superfícies de contato (bloco e plataforma) são, respectivamente, 0,3 e 0,2 A plataforma, por sua vez, encontra-se inicialmente em repouso sobre uma superfície horizontal sem atrito. Considere que em um dado instante uma força horizontal F passa a atuar sobre a extremidade livre da corda, conforme indicado na figura. Para que não haja escorregamento entre o bloco e a plataforma, o maior valor do módulo da força F aplicada, em newtons, é Dado: g = 10m/s2 4/9 15/9 10 20 30 1 2 3 e e e a a a a b b b b c c c c d d d d 4 30 E X E R C ÍC IO S (IFSUL 2017) Um trabalhador está puxando, plano acima, uma caixa de massa igual a 10kg, conforme indica a figura abaixo. A força de atrito cinético entre as superfícies de contato da caixa e do plano tem módulo igual a 6N. Considere a aceleração da gravidade igual a 10m/s2, o cos30,0º = 0,87, o sen30,0º = 0,5, o cos20,0º = 0,94 e o sen20,0º = 0,34. Após colocar a caixa em movimento, o módulo da força F que ele precisa aplicar para manter a caixa em movimento de subida com velocidade constante é aproximadamente igual a 200N 115N 68N 46N (UNESP 2017) Um homem sustenta uma caixa de peso 1000N que está apoiada em uma rampa com atrito, a fim de colocá-la em um caminhão, como mostra a figura 1. O ângulo de inclinação da rampa em relação à horizontal é igual a θ 1 e a força de sustentação aplicada pelo homem para que a caixa não deslize sobre a superfície inclinada é F, sendo aplicada à caixa paralelamente à superfície inclinada, como mostra a figura 2. Quando o ângulo θ 1 é tal que senθ 1 = 0,60 e cosθ 1 = 0,80, o valor mínimo da intensidade da força F é 200N. Se o ângulo for aumentado para um valor θ 2 , de modo que senθ 2 = 0,80 e cosθ 2 = 0,60 o valor mínimo da intensidade da força F passa a ser de 400N 350N 800N 270N 500N (UECE 2017) Um automóvel percorre uma pista circular horizontal e plana em um autódromo. Em um dado instante, as rodas travam (param de girar) completamente, e o carro passa a deslizar sob a ação da gravidade, da normal e da força de atrito dinâmica. Suponha que o raio da pista seja suficientemente grande para que o carro possa ser tratado como uma massa puntiforme. Pode-se afirmar corretamente que, imediatamente após o travamento das rodas, o vetor força de atrito sobre o carro tem a mesma direção e o mesmo sentido que o vetor velocidade do carro. direção perpendicular à trajetória circular do autódromo e aponta para o centro. direção perpendicular à trajetória circular do autódromo e normal à superfície da pista. a mesma direção e sentido contrário ao vetor velocidade do carro. (UECE 2017) O caminhar humano, de modo simplificado, acontece pela ação de três forças sobre o corpo: peso, normal e atrito com o solo. De modo simplificado, as forças peso e atrito sobre o corpo são, respectivamente, vertical para cima e horizontal com sentido contrário ao deslocamento. vertical para cima e horizontal com mesmo sentido do deslocamento. vertical para baixo e horizontal com mesmo sentido do deslocamento. vertical para baixo e horizontal com sentido contrário ao deslocamento. (UNESP 2017) Na linha de produção de uma fábrica, uma esteira rolante movimenta-se no sentido indicado na figura 1, e com velocidade constante, transportando caixas de um setor a outro. Para fazer uma inspeção, um funcionário detém uma das caixas, mantendo-a parada diante de si por alguns segundos, mas ainda apoiada na esteira que continua rolando, conforme a figura 2. No intervalo de tempo em que a esteira continua rolando com velocidade constante e a caixa é mantida parada em relação ao funcionário (figura 2), a resultante das forças aplicadas pela esteira sobre a caixa está corretamente representada na alternativa 7 8 e a a a a b b b b c c c c d d d d 5 6 9 E X E R C ÍC IO S 31www.biologiatotal.com.br e e a a a b b b c c c d d d TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: O salto em distância é uma modalidade olímpica de atletismo em que os competidores combinam velocidade, força e agilidade para saltarem o mais longe possível a partir de um ponto pré-determinado. Sua origem remonta aos Jogos Olímpicos da Antiguidade. Nos Jogos Olímpicos da Era Moderna ele é disputado no masculino desde a primeira edição, em Atenas no ano de 1896, e no feminino desde os jogos de Londres, em 1948. Foi apenas na 5ª edição das Paraolimpíadas, em Toronto (Canadá), em 1976, que atletas amputados ou com comprometimento visual puderam participar pela primeira vez. Com isso, o atletismo passou a contar com as modalidadesde salto em distância e salto em altura. A Física está presente no salto em distância, de forma simplificada, em quatro momentos: 1º momento: Antes de saltar o indivíduo corre por uma raia, flexiona as pernas, dando um último passo, antes da linha que limita a área de corrida, que exerce uma força contra o chão. Desta forma o atleta faz uso da Terceira Lei de Newton, e é a partir daí que executa o salto. 2º momento: A Segunda Lei de Newton nos deixa claro que, para uma mesma força, quanto maior a massa corpórea do atleta menor sua aceleração, portanto, atletas com muita massa saltarão, em princípio, uma menor distância, se não exercerem uma força maior sobre o chão, quando ainda em contato com o mesmo. 3º momento: Durante a fase de voo do atleta ele é atraído pela força gravitacional e não há nenhuma força na direção horizontal atuando sobre ele, considerando que a força de atrito com o ar é muito pequena. No pouso, o local onde ele toca por último o solo é considerado a marca para sua classificação (alcance horizontal). 4º momento: Chegando ao solo, o atleta ainda se desloca, deslizando por uma determinada distância que irá depender da força de atrito entre a região de contato com o solo, principalmente entre a sola da sua sapatilha e o pavimento que constitui o piso. No instante em que o atleta para completamente, a resultante das forças sobre ele é nula. (CFTRJ 2017) No terceiro momento, é importante destacar que sendo a força de atrito com o ar muito pequena, não há nenhuma força na direção horizontal atuando sobre ele. Este fato tem uma importante consequência sobre o rendimento do atleta: durante a fase de voo, o centro de gravidade do atleta move- se com velocidade horizontal constante! Isto é uma consequência direta de qual lei de movimento enunciada no século XVII? Inércia. Ação e reação. Gravitação Universal. Relatividade Restrita. (PUCRS 2016) Sobre uma caixa de massa 120kg, atua uma força horizontal constante F de intensidade 600N. A caixa encontra-se sobre uma superfície horizontal em um local no qual a aceleração gravitacional é 10m/s2 Para que a aceleração da caixa seja constante, com módulo igual a 2m/s2. e tenha a mesma orientação da força F, o coeficiente de atrito cinético entre a superfície e a caixa deve ser de 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 10 11 32 E X E R C ÍC IO S (MACKENZIE 2016) Um corpo de massa m está apoiado sobre a superfície vertical de um carro de massa M, como mostra a figura acima. O coeficiente de atrito estático entre a superfície do carro e a do corpo é µ. Sendo g o módulo da aceleração da gravidade, a menor aceleração (a) que o carro deve ter para que o corpo de massa m não escorregue é (UEFS 2016) Dois blocos, A e B, de massas, respectivamente, iguais a 10,0kg e 30,0kg são unidos por meio de um fio ideal, que passa por uma polia, sem atrito, conforme a figura. Considerando-se o módulo da aceleração da gravidade local igual a 10,0m/s2, o coeficiente de atrito cinético entre os blocos e as superfícies de apoio igual a 0,2, sen37º = cos53º = 0,6 e sen53º = cos37º = 0,8, é correto afirmar que o módulo da tração no fio que liga os dois blocos, em kN é igual a 0,094 0,096 0,098 0,102 0,104 (ESC. NAVAL 2016) Analise a figura abaixo. A figura acima mostra um bloco de massa 7,0kg sob uma superfície horizontal. Os coeficientes de atrito estático e cinético entre o bloco e a superfície são, respectivamente, 0,5 e 0,4 O bloco está submetido à ação de duas forças de mesmo módulo, F = 80N mutuamente ortogonais. Se o ângulo θ vale 60º, então, pode-se afirmar que o bloco Dado: g=10m/s2 desloca-se da superfície, caindo verticalmente. desliza sob a superfície com aceleração constante para a direita. não se move em relação à superfície. desliza sob a superfície com velocidade constante para a direita. desliza sob a superfície com aceleração constante para a esquerda. (EFOMM 2016) Os blocos A e B da figura pesam 1,00kN, e estão ligados por um fio ideal que passa por uma polia sem massa e sem atrito. O coeficiente de atrito estático entre os blocos e os planos é 0,60. Os dois blocos estão inicialmente em repouso. Se o bloco B está na iminência de movimento, o valor da força de atrito, em newtons, entre o bloco A e o plano, é Dado: cos30º ≈ 0,87 60 70 80 85 90 (MACKENZIE 2016) 16 15 14 13 12 e e e e a a a a b b b b c c c c d d d d E X E R C ÍC IO S 33www.biologiatotal.com.br 17 18 21 Na figura esquematizada acima, os corpos A e B encontram-se em equilíbrio. O coeficiente de atrito estático entre o corpo A e o plano inclinado vale µ=0,500 e o peso do corpo B é P B = 200N. Considere os fios e as polias ideais e o fio que liga o corpo A é paralelo ao plano inclinado. Sendo senθ=0,600 e cosθ=0,800, o peso máximo que o corpo A pode assumir é 100N 300N 400N 500N 600N (IMED 2016) Um professor de ensino médio deseja determinar o coeficiente de atrito cinético entre dois tênis e o chão dos corredores da escola, supostamente horizontais. Para tanto, ele mede inicialmente a massa dos dois tênis, A e B, encontrando um valor de 400g e 500g, respectivamente. Após, solicita que um aluno puxe horizontalmente os tênis com um dinamômetro, verificando a sua marcação quando o tênis está se movendo com velocidade constante, sendo que são registrados os valores de 2,8N para o tênis A e 3,0N para o tênis B. Com base nessas informações e considerando a aceleração da gravidade igual a 10m/s2 é correto afirmar que: O coeficiente de atrito cinético determinado para o tênis A é um valor entre 0,4 e 0,6. Mesmo sem ser realizada uma medida para o atrito estático, o valor do coeficiente desse atrito será menor do que o encontrado para o atrito cinético em cada caso. O tênis B possui maior coeficiente de atrito cinético do que o tênis A. Foi determinado um valor de 0,6 para o coeficiente de atrito cinético para o tênis B. Em nenhuma das medidas foi determinado um valor maior ou igual a 0,7. (IFSUL 2016) Uma caixa encontra-se em repouso em relação a uma superfície horizontal. Pretende- se colocar essa caixa em movimento em relação a essa superfície. Para tal, será aplicada uma força de módulo F que forma 53º acima da direção horizontal. Considerando que o coeficiente de atrito estático entre a superfície da caixa e a superfície horizontal é igual a 0,25, que o coeficiente de atrito dinâmico entre a superfície da caixa e a superfície horizontal é igual a 0,10, que a massa do objeto é igual 2kg e que a aceleração da gravidade no local é igual a 10m/s2, o menor módulo da força F que deverá ser aplicado para mover a caixa é um valor mais próximo de Utilize: sen53º = 0,8 e cos53º = 0,6 6,25N 8,33N 12,50N 20,00N (PUCCAMP 2016) Para se calcular o coeficiente de atrito dinâmico entre uma moeda e uma chapa de fórmica, a moeda foi colocada para deslizar pela chapa, colocada em um ângulo de 37º com a horizontal. Foi possível medir que a moeda, partindo do repouso, deslizou 2,0m em um intervalo de tempo de 1,0s em movimento uniformemente variado. Adote g = 10m/s2, sen37º = 0,60 e cos37º = 0,80. Nessas condições, o coeficiente de atrito dinâmico entre as superfícies vale 0,15 0,20 0,25 0,30 0,40 (UFJF 2016) Em relação às forças de atrito entre um bloco e uma superfície sobre a qual o mesmo repousa, assinale a afirmação CORRETA: a força de atrito é diretamente proporcional à área da superfície de contato; o coeficiente de atrito estático não depende da natureza da superfície; a força de atrito máxima é diretamente proporcional ao módulo da força normal; a força de atrito máxima é inversamente proporcional ao módulo da força normal; uma vez que o bloco começa a deslizar, a força de atrito aumenta proporcionalmente à velocidade do bloco.(UCS 2016) Na série Batman & Robin, produzida entre os anos 1966 e 1968, além da música de abertura que marcou época, havia uma cena muito comum: Batman e Robin escalando uma parede com uma corda. Para conseguirem andar subindo na vertical, eles não usavam apenas os braços puxando a corda, mas caminhavam pela parede contando também com o atrito estático. Suponha que Batman, escalando uma parede nessas condições, em linha reta e com velocidade constante, tenha 90kg, mas o módulo da tração na corda que ele está segurando seja de 750N e esteja direcionada (para fins de simplificação) totalmente na vertical. Qual o módulo da força de atrito estática entre seus pés e a parede? Considere a aceleração da gravidade como 10m/s2. 15N 90N 150N 550N 900N 20 19 e e e e e e a a a a a a b b b b b b c c c c c d d d d d d 34 E X E R C ÍC IO S (IFCE 2016) Uma brincadeira bastante conhecida da população em geral é o cabo de guerra. Consiste em duas pessoas ou equipes puxarem uma corda em sentidos opostos visando provocar o deslocamento do time rival e por consequência o cruzamento de uma linha central que separa os competidores. Nota: Considere a corda ideal. É correto afirmar-se que caso João se consagre vencedor, a força exercida por ele sobre a corda será maior que a força exercida por Chico. caso João tenha massa maior que a de Chico, levará vantagem, já que o atrito a que cada competidor está submetido depende do seu peso. sapatos com cravos favorecerão o competidor que usá- los, independente do terreno. o atrito a que João está submetido aponta para a direita. caso a tração ao longo da corda seja a mesma, a competição resultará em empate. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Sobre uma mesa plana alguns estudantes conseguiram montar um experimento simples, usando dois corpos cujas massas são: m = 3kg e M = 7kg em que simulam duas situações distintas, conforme a descrição e a figura a seguir. I. Não existe o atrito. II. Existe o atrito com um coeficiente de atrito µ=2/7. (UFPA 2016) Tendo em vista as duas situações (I – sem atrito e II – com atrito) e admitindo-se que o atrito na polia e a sua massa são desprezíveis e a aceleração da gravidade é g = 10m/s2 então, pode-se afirmar que as acelerações a 1 e a 2 nos casos I e II são, em m/s2 iguais respectivamente a 2 e 1 3 e 2 4 e 2 3 e 1 4 e 1 (ENEM 2015) Num sistema de freio convencional, as rodas do carro travam e os pneus derrapam no solo, caso a força exercida sobre o pedal seja muito intensa. O sistema ABS evita o travamento das rodas, mantendo a força de atrito no seu valor estático máximo, sem derrapagem. O coeficiente de atrito estático da borracha em contato com o concreto vale µ e = 1,0 e o coeficiente de atrito cinético para o mesmo par de materiais é µ c = 0,75. Dois carros, com velocidades iniciais iguais a 108km/h iniciam a frenagem numa estrada perfeitamente horizontal de concreto no mesmo ponto. O carro 1 tem sistema ABS e utiliza a força de atrito estática máxima para a frenagem; já o carro 2 trava as rodas, de maneira que a força de atrito efetiva é a cinética. Considere g = 10m/s2 As distâncias, medidas a partir do ponto em que iniciam a frenagem, que os carros 1 (d 1 ) e 2 (d 2 ) percorrem até parar são, respectivamente, d 1 = 45m e d 2 = 60m. d 1 = 60m e d 2 = 45m. d 1 = 90m e d 2 = 120m. d 1 = 5,8x102 e d 2 = 7,8x102m. d 1 = 7,8x102 e d 2 = 5,8x102m. (PUCRJ 2015) Um bloco metálico de massa 2,0kg é lançado com velocidade de 4,0m/s a partir da borda de um trilho horizontal de comprimento 1,5m e passa a deslizar sobre esse trilho. O coeficiente de atrito cinético entre as superfícies vale 0,2. Cada vez que colide com as bordas, o disco inverte seu movimento, mantendo instantaneamente o módulo de sua velocidade. Quantas vezes o disco cruza totalmente o trilho, antes de parar? Considere: g = 10m/s2 0 1 2 3 4 (UEMA 2015) Um estudante analisou uma criança brincando em um escorregador o qual tem uma leve inclinação. A velocidade foi constante em determinado trecho do escorregador em razão de o(a) aceleração ter sido maior que zero. atrito estático ter sido igual a zero. atrito estático ter sido menor que o atrito cinético. atrito estático ter sido igual ao atrito cinético. aceleração ter sido igual a zero. 26 22 23 24 25 e e e e e a a a a a b b b b b c c c c c d d d d d E X E R C ÍC IO S 35www.biologiatotal.com.br (UFPR 2015) Um bloco B de massa 400g está apoiado sobre um bloco A de massa 800g, o qual está sobre uma superfície horizontal. Os dois blocos estão unidos por uma corda inextensível e sem massa, que passa por uma polia presa na parede, conforme ilustra abaixo. O coeficiente de atrito cinético entre os dois blocos e entre o bloco A e a superfície horizontal é o mesmo e vale 0,35. Considerando a aceleração da gravidade igual a 10m/s2 e desprezando a massa da polia, assinale a alternativa correta para o módulo da força F necessária para que os dois blocos se movam com velocidade constante. 1,4N 4,2N 7,0N 8,5N 9,3N (UERN 2015) Uma força horizontal constante é aplicada num corpo de massa 3kg que se encontra sobre uma mesa cuja superfície é formada por duas regiões: com e sem atrito. Considere que o corpo realiza um movimento retilíneo e uniforme na região com atrito cujo coeficiente de atrito dinâmico é igual a 0,2 e se dirige para a região sem atrito. A aceleração adquirida pelo corpo ao entrar na região sem atrito é igual a (Considere: g = 10m/s2) 2m/s2 4m/s2 6m/s2 8m/s2 (PUCRJ 2015) Um carro, deslocando-se em uma pista horizontal à velocidade de 72km/h freia bruscamente e trava por completo suas rodas. Nessa condição, o coeficiente de atrito das rodas com o solo é 0,8. A que distância do ponto inicial de frenagem o carro para por completo? Considere: g = 10m/s2 13m 25m 50m 100m 225m (IFSUL 2015) Na figura abaixo, está representado um bloco de 2,0kg sendo pressionado contra a parede por uma força F. O coeficiente de atrito estático entre as superfícies de contato vale 0,5, e o cinético vale 0,3. Considere g = 10m/s2 A força mínima F que pode ser aplicada ao bloco para que esta não deslize na parede é 10N 20N 30N 40N 27 28 29 30 e e a a a a b b b b c c c c d d d d ANOTAÇÕES 3636 D IN  M IC A FORÇA DE ATRITO GABARITO DJOW 1: [B] [I] Falsa. A distância de frenagem é inversamente proporcional à força de atrito, que depende da massa do carro devido ao maior contato com o solo. F at = µ e N = µ e P = µ e mg ∴ ↑m, ↑F at , ↓d. [II] Verdadeira. Quanto maior o coeficiente de atrito estático, mais rápido e menor será a distância de frenagem. F at = µ e N ∴ ↑µ e , ↑F at , ↓d. [III] Falsa. A distância de frenagem depende do atrito e este depende da aceleração da gravidade local. F at = µ e mg ∴ ↑g, ↑F at , ↓d. [IV] Verdadeira. A distância em função das velocidades é dada pela equação de Torricelli e isolando-se a distância, temos a expressão dependente da velocidade ao quadrado de acordo 2 2 2 para v 02 2 0 0 0 v v v v v 2ad d d 2a 2a =− −= + ⇒ = → = 2: [B] Como o bloco permanece em repouso, significa que a força resultante é nula, sendo que a força de atrito estático é igual em módulo à força F 1 na figura (a) e na situação da figura (b) é igual à diferença entre F 1 e F 2 . 3: [D] De acordo com as forças que atuam nas direções de possíveis movimentos, apresentadas no diagrama de corpo livre abaixo, e utilizando o Princípio Fundamental da Dinâmica: P B – T + T – F a = (m A + m B ).a Considerações: - Como o sistema permanece em equilíbrio estático, a aceleração é igual a zero; - Os módulos das trações nos corpos são iguais e com sinais contrários. BP T− T+ a B a F0 P F − = = Substituindo o peso do corpo B pelo produto de sua massa pela aceleração da gravidade: F a = m B .g Substituindo os valores, temos, finalmente: F a = 1kg.10m/s2 → F a = 10N 4: [D] Aceleração do sistema: ( )B P B P F F m m a a (I) m m = + ⇒ = + Para o bloco, devemos ter: at B e B B F F m a m g F m a (II)ì − = − = Substituindo (I) em (II) e inserindo os valores dados, obtemos: F 12F 0,3 12 10 F 12 36 F 12 3 15 15F 12F 36 27F 36 15 15 F 20 N ⋅ ⋅ − = ⋅ ⇒ − = ⇒ + + ⇒ = ⇒ = ⋅ ∴ = 5: [D] Se a velocidade do móvel é constante, logo ele não possui aceleração (a=0m/s2), utilizando a segunda lei de Newton, temos: x at x at x at x at at at at F cos30 (P F ) ma F cos30 (P F ) 0 P F F cos30 P mgsen20 mgsen20 F F cos30 F cos30 mgsen20 F mg sen20 F F cos30 mg sen20 F F cos30 10 10 0,34 6 F 0,87 34 6 F 0,87 40 F 0,87 F 46 N ⋅ − + = ⋅ − + = + = ⋅ = + = ⋅ ⋅ = + ⋅ + = ⋅ + = ⋅ ⋅ + = + = = ≅ 6: [E] RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FJ7xNz RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2HARyBv RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FAgYT9 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2DpVIK0 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FI38u1 37 D IN  M IC A 37www.biologiatotal.com.br Da figura, podemos escrever: Pela última equação acima, para a primeira situação, temos: Sendo F’ o valor da nova força mínima a ser aplicada, para a segunda situação, temos: 7: [D] Como as rodas foram travadas, a força de atrito tem direção tangente à trajetória, no sentido de impedir o escorregamento, portanto, oposto à velocidade. 8: [C] De modo simplificado, a força peso é vertical para baixo, dirigida para o centro da Terra. Ao andar, as forças musculares exercidas pelo ser humano aplicam no solo uma força de atrito para trás, recebendo uma reação de atrito para a frente, com o mesmo sentido do deslocamento. 9: [C] As componentes da força (F) que a esteira exerce na caixa são a Normal (N) e a de atrito (F at ) conforme mostra a figura. 10: [A] Um corpo em movimento tende a permanecer em movimento se nenhuma força externa atuar sobre ele. 11: [C] Diagrama de corpo livre: Aplicando-se a segunda lei de Newton: F res = m.a F – F at = m.a → F - µ.N = m.a Como o deslocamento é horizontal, o módulo da força normal é igual ao peso, devido à inexistência de forças extras na vertical. F – µ.P = m.a → F - µ.m.g = m.a Isolando o coeficiente de atrito cinético e substituindo os valores fornecidos, ficamos com: 12: [C] Para o corpo apoiado na superfície vertical do carro, o diagrama de corpo livre abaixo mostra as forças envolvidas na situação: Na horizontal, a força resultante é a força normal: N = m.a (1) Na vertical, temos que: F at = P → F at = m.g (2) Mas para que o corpo permaneça equilibrado na vertical, é necessário que o atrito estático não seja ultrapassado. F at ≤ µ.N (3) Combinando as equações (1) e (2) em (3): 13: [D] A figura mostra as forças e as componentes das forças que agem em cada bloco, considerando que em cada plano inclinado o fio esteja paralelo à superfície. Calculando as intensidade dessas forças: A A A x A A y A A Ay A A B B B x B B y B B By B A P m g 10 10 100N P P sen53 100 0,8 80N Bloco A P P cos53 100 0,6 60N N P 60N f N 0,2 60 12N P m g 30 10 300N P P sen37 300 0,6 180N Bloco B P P cos37 300 0,8 240N N P 240N f N ì ì = = ⋅ = = ° = ⋅ = = ° = ⋅ = = = = = ⋅ = = = ⋅ = = ° = ⋅ = = ° = ⋅ = = = = = 0,2 240 48N ⋅ = Como P BX > P AX , o bloco A tende a subir e o bloco B tende a descer. As forças de atrito têm sentido oposto ao da tendência de escorregamento. Como P BX > (P AX + f B + f A ), o corpo A acelera para cima e o corpo B acelera para baixo. RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2GsEYF8 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FxEct8 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2GtrWXY RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FIbwto RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2DqCGD6 3838 D IN  M IC A Aplicando o Princípio Fundamental da Dinâmica ao sistema, calcula-se o módulo da aceleração. ( )Bx Ax A B A B 2 P P f f m m 180 48 12 80 40a 40 40a a 1 m s . − − − = + − − − = ⇒ = ⇒ = No bloco A: ( )Ax A AT P f m a T 10 1 80 12 T 102N T 0,102kN.− − = ⇒ = + + ⇒ = ⇒ = 14: [E] Dados: µ c = 0,4; µ e = 0,5; F=|F|=|F’| = 80N; m=7kg; g=10m/s2. A figura apresenta o diagrama de corpo rígido do bloco submetido às forças F e F’ de módulos iguais a F = 80N perpendiculares entre si; às forças normal N da superfície sobre o bloco, de atrito F at e peso W. É preciso verificar, em primeiro lugar, se a força de atrito máxima F atMAX da superfície sobre o corpo, nessas condições, é capaz de equilibrar a resultante horizontal das demais forças. Como o único movimento possível seria ao longo da direção XX, a resultante das componentes verticais das forças que atuam sobre o corpo é nula. 80sen30 80sen60 N W 0 N 80(sen30 sen60 ) mg 1 3 N 80 7 10 40N (1) 2 2 ° + ° − − = ⇒ ⇒ = ° + ° − ⇒ ⇒ = + − × ≅ Logo, como N>0, o corpo permanece apoiado sob a superfície. Sendo N = 40N a força de atrito máxima possível é calculada a seguir: Supondo a situação crítica de movimento F at = F atMAX a resultante das componentes das forças em XX, seria: máxx at x R Fcos30 Fcos60 F 3 1 R 80 80 20 10 N 2 2 = − ° + ° + = − × + × + ≅ − Como a constatação de que R x é não nula e contrária ao sentido de F atMAX , conclui-se que a força de atrito máxima é superada pela resultante horizontal das demais forças. Logo, o corpo na realidade se movimentará para a esquerda, e a força de atrito que atua sobre o corpo é de atrito cinético, com a aceleração calculada a seguir: x c x 2 x m a Fcos30 Fcos60 N 3 1 7a 80 80 0,4 40 2 2 14 a 2 m s 7 ì= − ° + ° + = − × + × + × ≅ − = − 15: [B] De acordo com o diagrama de forças, temos: Onde: Usando o princípio fundamental da Dinâmica: R R x(B) at(B) x(A) at(A) F m a F 0 P T F T P F 0 = ⋅ ⇒ = − − + − − = Então: at(A) x(B) at(B) x(A) at(A) at(A) F P F P F 870 N 300 N 500 N F 70 N = − − = − − ∴ = 16: [D] Do diagrama de forças abaixo: Para o corpo A, temos: Mas a força de atrito é dada por: Na roldana que segura o corpo B, temos a relação entre as trações das duas cordas: T 1 = 2T O equilíbrio de forças para o corpo B é dado por: B B 1 B P 200 N P T P 2T T T T 100 N 2 2 = ⇒ = ⇒ = ⇒ = ∴ = Substituindo na equação (1), resulta: 39 D IN  M IC A 39www.biologiatotal.com.br 17: [D] Para a velocidade ser constante, a força resultante é nula, portanto a força aplicada deve ser igual em módulo à força de atrito. Para o tênis A: Para o tênis B: Sendo assim, a única alternativa que concorda com os cálculos é a da opção [D]. 18: [A] A figura ilustra a situação descrita. Na vertical: yN F P N P Fsen53 N 20 0,8F+ = ⇒ = − ° ⇒ = − Na horizontal: Na eminência de movimento, a componente horizontal (F X ) atinge a mesma intensidade da força de atrito estática máxima. 19: [C] Analisando o proposto pelo enunciado, podemos desenhar o diagrama de forças que atuam sobre o corpo. Assim, analisando as forças, temos que: ( ) ( ) R atF P sen 37 F P cos 37 N = ⋅ ° − ⋅ ° = Pelos dados de deslocamento, podemos calcular a aceleração da moeda no tempo dado: Diante disto, temos que: 20: [C] Da expressão da força de atrito máxima: A máx = kN Nessa expressão, o coeficiente k depende da natureza das superfícies de contato e N é a intensidade da componente normal da força que a superfície aplica no bloco. 21: [C] at at at at at at at at T P F m a T P F 0 T P F F T P F T m g F 750 90 10 F 150 N F 150 N − − = ⋅ − − = = + = − = − ⋅ = − ⋅ = − = 22: [B] A força de atrito máxima sobre cada um deles: Como João está em equilíbrio, a intensidade da força de atrito entre seus pés e o solo é igual à da força que ele aplica na corda (ou que a corda aplica nele). Essa mesma intensidadeé transmitida até a outra extremidade em que está Chico. Sendo essa tração de maior intensidade que a da força de atrito aplicada em Chico, ele entra em movimento, perdendo a disputa. 23: [D] Basta aplicar o Princípio Fundamental da Dinâmica aos dois casos. [I] Sem atrito: ( )= + ⇒ = = ⇒ = + 2 1 1 1 mg 30 mg m M a a a 3 m/s . m M 10 [II] Com atrito: 4040 D IN  M IC A 24: [A] Desconsiderando a resistência do ar, a resultante das forças resistivas sobre cada carro é a própria força de atrito. Como a pista é horizontal, a força peso e a força normal têm mesma intensidade: N = P = mg Combinando as expressões obtidas: Como o coeficiente de atrito é constante, cada movimento é uniformemente retardado (MUV), com velocidade final nula. Aplicando a equação de Torricelli: Dados para as duas situações propostas: v 0 = 108km/h = 20m/s; µ e = 1; µ c = 0,75; g = 10m/s2. Assim: 25: [C] Considerando que o movimento acontece na horizontal, a única força que age na direção do deslocamento é a força de atrito, sendo contrária ao sentido de movimento provocará uma desaceleração responsável por parar o bloco por completo. Sendo assim a força resultante é a força de atrito. F r = -F at Usando o Princípio Fundamental da Dinâmica e a expressão para a Força de atrito: m.a = -µ.m.g A aceleração será: Do MRUV usamos a equação de Torricelli: v2 = v 0 2 + 2.a.Δs A distância total percorrida será: Logo, o número de vezes que o disco cruza totalmente o trilho é: 4 m n 2,667 vezes 1,5 m = = A distância corresponde a dois trilhos inteiros e mais uma fração de 2/3 do trilho Então, n = 2 26: [E] Se a velocidade é constante, significa que a força resultante é nula, sendo assim, de acordo com o princípio fundamental da dinâmica, a aceleração também será nula. 27: [C] Para que os dois blocos se movam com velocidade constante, basta que a força resultante em cada um deles separadamente seja nula. Analisando o Bloco B, temos que: Disto, para que a força resultante seja nula, Analisando o Bloco A, temos que: Note que a força de atrito entre o bloco A e o bloco B também deve ser considerada neste caso. Disto, para que a força resultante seja nula, ( ) AS BAat at A B F T F F F 1,4 0,35 m m g 1,4 F 1,4 0,35 1,2 10 1,4 F 7,0 N = + + = + ⋅ + ⋅ + = + ⋅ ⋅ + = 28: [A] Para que o bloco esteja em Movimento Retilíneo Uniforme (MRU) na região onde existe atrito, deve existir uma força aplicada ao bloco igual a força de atrito, de forma a anular a ação desta última. Assim, quando o bloco entrar na região sem atrito, a força aplicada ao bloco permanecerá igual, fazendo com que o bloco seja acelerado. 2 F m a 6 3 a a 2 m s = ⋅ = ⋅ = 29: [B] A força resultante sobre o veículo é a força de atrito e seu módulo é dado por: 41 D IN  M IC A 41www.biologiatotal.com.br Sendo assim, a aceleração em módulo será: Usando a equação de Torricelli: v2 = v 0 2 + 2.a.Δs Então, a distância percorrida Δs fica: 30: [D] De acordo com o diagrama de corpo livre abaixo representado: Para o equilíbrio estático, temos: at F N F P = = Pela definição da força de atrito: Então: Assim: 22 kg 10 m / s F F 40 N 0,5 ⋅ = ∴ = ANOTAÇÕES 42 D IN  M IC A FORÇA ELÁSTICA A força aplicada nas molas é conhecida como força elástica. Ao esticar uma mola, produzimos uma deformação na mola (o que significa um aumento no comprimento). Para produzir uma deformação cada vez maior, a força aplicada deve ser cada vez maior. Dizemos que a força aplicada é diretamente proporcional à deformação que produzimos na mola. Observe a mola da figura: Para esticar uma mola desse tipo, você encontraria muita dificuldade. Dessa forma, a deformação da mola seria praticamente nula. Isso acontece por causa de uma característica da mola, chamada de constante elástica. A constante elástica depende do comprimento, do diâmetro e do tipo de material usado para produzir a mola. Assim, quanto maior for a constante da mola, maior deverá ser a força aplicada para produzir uma deformação. A constante elástica (k) pode ser obtida pela relação: em que F e é a força elástica e x é a deformação sofrida pela mola. No SI a constante elástica tem unidade newton/ metro (N/m). Quando tentamos comprimir uma mola, ela resiste por meio de uma força contrária à aplicada por nós. O mesmo acontece quando tentamos esticá-la. Assim, o sentido da força aplicada pela mola é sempre contrário ao sentido da deformação. Vetorialmente, escrevemos: Esta equação é conhecida como a Lei de Hooke. Esta lei foi estudada pelo cientista inglês Robert Hooke (1635 – 1703). ANOTAÇÕES → → E X E R C ÍC IO S 43www.biologiatotal.com.br EXERCÍCIOS (IFBA 2018) Na montagem experimental abaixo, os blocos A, B e C têm massas m A = 2,0kg, m B = 3,0kg e m C = 5,0kg. Desprezam-se os atritos e a resistência do ar. Os fios e as polias são ideais e adote g = 10m/s2 No fio que liga o bloco B com o bloco C, está intercalada uma mola leve de constante elástica 3,5.103 N/m. Com o sistema em movimento, a deformação da mola é? 2,0cm 1,0cm 1,5cm 2,8cm 4,2cm (UFPR 2017) Uma mola de massa desprezível foi presa a uma estrutura por meio da corda “b”. Um corpo de massa “m” igual a 2000g está suspenso por meio das cordas “a”, “c” e “d” de acordo com a figura abaixo, a qual representa a configuração do sistema após ser atingido o equilíbrio. Considerando que a constante elástica da mola é 20N/cm e a aceleração gravitacional é 10m/s2, assinale a alternativa que apresenta a deformação que a mola sofreu por ação das forças que sobre ela atuaram, em relação à situação em que nenhuma força estivesse atuando sobre ela. Considere ainda que as massas de todas as cordas e da mola são irrelevantes. 0,5 cm 1,2 cm 2,5 cm 3,5 cm 5,2 cm (FAC. PEQUENO PRÍNCIPE - MEDICINA 2016) Uma massa de 0,50kg está presa na extremidade de um sistema formado por duas molas em paralelo, conforme mostra a figura a seguir. As molas são idênticas, de constante elástica k = 50N/m e massa desprezível. A outra extremidade do sistema está fixa em um apoio de teto de modo que o sistema fica verticalmente posicionado. A massa é lentamente solta da posição de relaxamento do sistema, a uma altura H = 12cm do plano de uma mesa, até que fique em repouso. A que altura h da mesa a mola permanece em seu ponto de repouso? Considere g = 10m/s2 2,0 cm 3,0 cm 5,0 cm 6,0 cm 7,0 cm (PUCRJ 2016) Uma mola, de constante elástica 50,0 N/m tem um comprimento relaxado igual a 10,0 cm. Ela é, então, presa a um bloco de massa 0,20kg e sustentada no alto de uma rampa com uma inclinação de 30º com a horizontal, como mostrado na figura. Não há atrito entre a rampa e o bloco. Nessa situação, qual é o comprimento da mola, em cm? Considere: g = 10m/s2 sen30º = 0,50 cos30º = 0,87 2,0 3,5 10,0 12,0 13,5 1 2 3 e e e e a a a a b b b b c c c c d d d d 4 44 E X E R C ÍC IO S (ESC. NAVAL 2015) Analise a figura abaixo. Um bloco A de massa 20kg está ligado a um bloco B de massa 10kg por meio de uma mola. Os blocos foram empurrados um contra o outro, comprimindo a mola pela ação de duas forças de mesma intensidade F = 60N e em seguida colocados sobre a superfície horizontal, conforme indicado na figura acima. Nessas circunstâncias, os blocos encontram-se em repouso. Sabendo-se que o coeficiente de atrito estático entre os blocos e a superfície é μ e = 0,4, e que g = 10m/s2 é correto afirmar que se as forças F forem retiradas, simultaneamente, os dois blocos permanecerão em repouso. o bloco A se deslocará para a esquerda e o bloco B para a direita. o bloco A se deslocará para a esquerda e o bloco B permanecerá em repouso. o bloco A permanecerá em repouso e o bloco B se deslocará para a direita. os dois blocos se deslocarão para a direita. (IME 2015)A figura acima mostra um conjunto massa-mola conectado a uma roldana por meio de um cabo. Na extremidade do cabo há um recipiente na forma de um tronco de cone de 10cm x 20cm x 30cm de dimensões (diâmetro da base superior x diâmetro da base inferior x altura) e com peso desprezível. O cabo é inextensível e também tem peso desprezível. Não há atrito entre o cabo e a roldana. No estado inicial, o carro encontra-se em uma posição tal que o alongamento na mola é nulo e o cabo não se encontra tracionado. A partir de um instante, o recipiente começa a ser completado lentamente com um fluido com massa específica de 3000kg/m3. Sabendo que o coeficiente de rigidez da mola é 3300N/m e a aceleração da gravidade é 10m/s2 o alongamento da mola no instante em que o recipiente se encontrar totalmente cheio, em cm, é igual a 05 1,5 5,0 10,0 15,0 (ACAFE 2015) Em um brinquedo infantil, um garoto está suspenso por duas molas 1 e 2 verticais paralelas onde atuam as forças de módulos 100N e 200N, respectivamente como mostra a figura (a). O mesmo garoto é suspenso agora com as mesmas molas 1 e 2 agora associadas em série como na figura (b). Em relação a segunda situação (figura b), analise as afirmações a seguir. l. O módulo da força aplicada na mola 2 é 200N. ll. O módulo da força resultante na figura b é 300N. lll. As molas possuem a mesma constante elástica k. lV. A mola 1 aplica uma força de módulo 300N. Todas as afirmações corretas estão em: III - IV I - II - III I - II - III - IV II - IV (UNESP 2015) O equipamento representado na figura foi montado com o objetivo de determinar a constante elástica de uma mola ideal. O recipiente R, de massa desprezível, contém água; na sua parte inferior, há uma torneira T que, quando aberta, permite que a água escoe lentamente com vazão constante e caia dentro de outro recipiente B, inicialmente vazio (sem água), que repousa sobre uma balança. A torneira é aberta no instante t=0 e os gráficos representam, em um mesmo intervalo de tempo (t’), como variam o comprimento L da mola (gráfico 1), a partir da configuração inicial de equilíbrio, e a indicação da balança (gráfico 2). 7 8 e e a a a b b b c c c d d d 5 6 E X E R C ÍC IO S 45www.biologiatotal.com.br e e e a a a b b b c c c d d d Analisando as informações, desprezando as forças entre a água que cair no recipiente B e o recipiente R e considerando g=10m/s2, é correto concluir que a constante elástica k da mola, em N/m, é igual a 120 80 100 140 60 (PUCSP 2015) Considere uma mola de comprimento inicial igual a L 0 e um bloco de massa igual a m, conforme a figura 1. Com esses dois objetos e mais uma prancha de madeira, constrói-se um sistema mecânico, em que uma das extremidades da mola foi presa a uma das faces do bloco e a outra extremidade presa a um suporte na prancha de madeira, conforme mostra a figura 2. O sistema permanece em equilíbrio estático após a mola ter sofrido uma deformação x assim que o bloco foi abandonado sobre a prancha. Sabe-se que o coeficiente de atrito estático entre as superfícies de contato do bloco e da prancha é igual a μ e . O sistema está inclinado de um ângulo igual a θ em relação ao plano horizontal e o módulo da aceleração da gravidade, no local do experimento, é igual a g. Com base nessas informações, a expressão algébrica que permite determinar o valor da constante elástica k da mola é dada por: (MACKENZIE 2014) Na figura abaixo, a mola M, os fios e a polia possuem inércia desprezível e o coeficiente de atrito estático entre o bloco B, de massa 2,80kg e o plano inclinado é μ = 0,50. O sistema ilustrado se encontra em equilíbrio e representa o instante em que o bloco B está na iminência de entrar em movimento descendente. Sabendo-se que a constante elástica da mola é k = 350N/m nesse instante, a distensão da mola M, em relação ao seu comprimento natural é de Dados: g = 10m/s2, senθ = 0,80 e cosθ = 0,60 0,40 cm 0,20 cm 1,3 cm 2,0 cm 4,0 cm TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: Quando necessário, use: g = 10m/s2 sen37º = 0,6 cos37º = 0,8 10 9 46 E X E R C ÍC IO S (EPCAR 2014) A figura abaixo mostra um sistema em equilíbrio estático, formado por uma barra homogênea e uma mola ideal que estão ligadas através de uma de suas extremidades e livremente articuladas às paredes. A barra possui massa m e comprimento L 0 , a mola possui comprimento natural L 0 e a distância entre as articulações é de 2L 0 . Esse sistema (barra-mola) está sujeito à ação da gravidade, cujo módulo da aceleração é g e, nessas condições, a constante elástica da mola vale ( ) 1 0m g L 4 3 1 −⋅ ⋅ − 1 0m g L −⋅ ⋅ 102m g L −⋅ ⋅ m g 6 2 ⋅ − (UERN 2013) A tabela apresenta a força elástica e a deformação de 3 molas diferentes. Mola Força elástica (N) Deformação (m) 1 400 0,50 2 300 0,30 3 600 0,80 Comparando-se as constantes elásticas destas 3 molas, tem-se que K 1 > K 2 > K 3 . K 2 > K 1 > K 3 . K 2 > K 2 > K 1 . K 3 > K 2 > K 1. (ITA 2013) No interior de uma caixa de massa M, apoiada num piso horizontal, encontra-se fixada uma mola de constante elástica k presa a um corpo de massa m, em equilíbrio na vertical. Conforme a figura, este corpo também se encontra preso a um fio tracionado, de massa desprezível, fixado à caixa, de modo que resulte uma deformação b da mola. Considere que a mola e o fio se encontram no eixo vertical de simetria da caixa. Após o rompimento do fio, a caixa vai perder contato com o piso se b > (M+m)g/k. b > (M+2m)g/k b > (M-m)g/k. b > (2M-m)g/k. b > (M-2m)g/k. (IFPE 2012) O sistema da figura é formado por um bloco de 80 kg e duas molas de massas desprezíveis associadas em paralelo, de mesma constante elástica. A força horizontal F mantém o corpo em equilíbrio estático, a deformação elástica do sistema de molas é 20 cm e a aceleração da gravidade local tem módulo 10 m/s2. Então, é correto afirmar que a constante elástica de cada mola vale, em N/cm: 10 20 40 60 80 TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: O tiro com arco é um esporte olímpico desde a realização da segunda olimpíada em Paris, no ano de 1900. O arco é um dispositivo que converte energia potencial elástica, armazenada quando a corda do arco é tensionada, em energia cinética, que é transferida para a flecha. 14 13 12 11 e e a a a a b b b b c c c c d d d d E X E R C ÍC IO S 47www.biologiatotal.com.br 17 18 16 15 Num experimento, medimos a força F necessária para tensionar o arco até uma certa distância x, obtendo os seguintes valores: F (N) 160,0 320,0 480,0 X (cm) 10 20 30 (UFU 2010) O valor e unidades da constante elástica, k, do arco são: 16 m/N 1,6 kN/m 35 N/m 5/8 x 10-2 m/N (MACKENZIE 2009) Um bloco A, de massa 6 kg, está preso a outro B, de massa 4 kg, por meio de uma mola ideal de constante elástica 800 N/m. Os blocos estão apoiados sobre uma superfície horizontal e se movimentam devido à ação da força F horizontal, de intensidade 60 N. Sendo o coeficiente de atrito cinético entre as superfícies em contato igual a 0,4, a distensão da mola é de: Dado: g = 10m/s2 3 cm 4 cm 5 cm 6 cm 7 cm (UNESP 2009) Em uma circular técnica da Embrapa, depois da figura, encontramos uma recomendação que, em resumo, diz: “No caso do arraste com a carga junto ao solo (se por algum motivo não pode ou não deve ser erguida…) o ideal é arrastá-la… reduzindo a força necessária para movimentá-la, causando menor dano ao solo… e facilitando as manobras. Mas neste caso o peso da tora aumenta.” (www.cpafac.embrapa.br/pdf/cirtec39.pdf. Modificado.) Pode-se afirmar que a frase que destacamos em itálico é conceitualmente inadequada, pois o peso da tora diminui, já que se distribui sobre uma área maior.inadequada, pois o peso da tora é sempre o mesmo, mas é correto afirmar que em II a força exercida pela tora sobre o solo aumenta. inadequada: o peso da tora é sempre o mesmo e, além disso, a força exercida pela tora sobre o solo em II diminui, pois se distribui por uma área maior. adequada, pois nessa situação a tora está integralmente apoiada sobre o solo. adequada, pois nessa situação a área sobre a qual a tora está apoiada sobre o solo também aumenta. TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO: A saltadora brasileira Fabiana Murer terminou as olimpíadas de Pequim em décimo lugar, após descobrir, no meio da competição, que o Comitê Organizador dos Jogos havia perdido uma de suas varas, a de flexibilidade 21. (UFG 2009) Considerando que este tipo de vara se comporta com uma mola ideal, qual é a constante em N/m da mola ideal equivalente a uma vara de flexibilidade 21? Dado: g = 10 m/s2 9,25 x 10- 6 9,25 x 10- 4 1,081 x 101 1,081x 102 1,081 x 103 (UFSM 2007) Durante os exercícios de força realizados por um corredor, é usada uma tira de borracha presa ao seu abdome. Nos arranques, o atleta obtém os seguintes resultados: O máximo de força atingido pelo atleta, sabendo-se que a constante elástica da tira é de 300 N/m e que obedece à lei de Hooke, é, em N, 19 e e e a a a a b b b b c c c c d d d d 48 E X E R C ÍC IO S 23520 17600 1760 840 84 (CFTMG 2005) Evaristo avalia o peso de dois objetos utilizando um dinamômetro cuja mola tem constante elástica k = 35 N/m. Inicialmente, ele pendura um objeto A no dinamômetro e a deformação apresentada pela mola é 10 cm. Em seguida, retira A e pendura B no mesmo aparelho, observando uma distensão de 20 cm. Após essas medidas, Evaristo conclui, corretamente, que os pesos de A e B valem, respectivamente, em newtons 3,5 e 7,0. 3,5 e 700. 35 e 70. 350 e 700. ANOTAÇÕES 20 e a a b b c c d d D IN  M IC A 49www.biologiatotal.com.br FORÇA ELÁSTICA GABARITO DJOW 1: [B] ( ) 2C A A B C 50 20 m g m g m m m a a a 3m/s . 10 − − = + + ⇒ = ⇒ = Aplicando o princípio fundamental no corpo C: C C C C 3 m g m a 5 10 5 3 m g k x m a x x 0,01m x 1 cm. k 3,5 10 − ⋅ − ⋅ − = ⇒ = ⇒ ⇒ = ⇒ = ⋅ 2: [A] Conforme o diagrama de forças simplificadas abaixo, podemos calcular o equilíbrio estático do corpo, decompondo as forças inclinadas nos eixos horizontal e vertical utilizando conceitos de trigonometria: Temos, então: No eixo horizontal: Fe.cos30º = T.cos60º Isolando T, substituindo os valores de seno e cosseno e usando a Lei de Hoocke para o módulo da força elástica: F e = k.x e 3 k x F cos30 2 T T cos60 ⋅ ⋅ ⋅ ° = ⇒ = ° 1 2 ( )T 3 k x 1∴ = ⋅ ⋅ O equilíbrio na vertical fica: eF sen30 T sen60 P⋅ ° + ⋅ ° = Substituindo os valores de seno e cosseno, usando o valor da tração em (1) juntamente com a Lei de Hoocke, fica: 1 3 k x 3 k x m g 2 2 ⋅ ⋅ + ⋅ ⋅ ⋅ = ⋅ Isolando a deformação da mola, temos: 2k 3k m g 2 kg 10 m s x m g x x x 0,5 cm 2 2 2k 2 20 N cm ⋅ ⋅ ⋅ + = ⋅ ⇒ = ⇒ = ∴ = ⋅ 3: [E] Pela segunda lei de Newton: e e e e e e e e F P m a F P 0 F P k x m g k (H h) m g mg H h k mg h H k mg h H k − = ⋅ − = = ⋅ = ⋅ ⋅ − = ⋅ − = − = − = − + Como as molas estão em paralelo então: k e = k + k → k e = 100 Logo: 0,5 10 h 0,12 100 h 0,07 m h 7 cm ⋅ = − + = ⇒ = 4: [D] Logo, o comprimento da mola será: 10+2 = 12cm 5: [D] Como os blocos estão inicialmente em repouso, a força elástica inicial é F el = 60N. Quando as forças F forem retiradas, na direção horizontal agem apenas a força elástica (F el ) e a componente de atrito (F at ). Calculando a intensidade máxima da força de atrito em cada bloco: Assim: A B at el at el F F o bloco A permanece em repouso. F F o bloco B entra em movimento para a direita. > ⇒ < ⇒ 6: [C] Dados: R = 20cm; r = 5cm; h = 30cm; d = 3000kg/m3; k = 3300N/m; g = 10m/s2. Volume do tronco de cone: RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FrMnTP RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2Ga9H9V RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FwDUyU RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2Fvr6IU RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FvG6GL 50 D IN  M IC A Peso de líquido no recipiente cheio: No equilíbrio, a força elástica e o peso têm mesma intensidade: 7: [D] Do enunciado, F 1 = 100N e F 2 = 200N Na primeira situação, as molas estão em paralelo. Devido a isto, a força equivalente que sustenta o garoto é. F eq = F 1 + F 2 = 100 + 200 F eq = 300N Na segunda situação, as molas estão em série e devido a isto, a força em cada uma das molas é igual a força equivalente do sistema de molas. Como o garoto é o mesmo, então a força equivalente é a mesma. Assim, F 1 = F 2 = 300N Agora, analisando as afirmações, temos que: [I] INCORRETA. O Módulo da força na mola 2 é 300 N. [II] CORRETA. [III] INCORRETA. As molas possuem constante elástica diferente, comprovado pela primeira situação (molas em paralelo) onde as forças são diferente. [IV] CORRETA. 8: [A] De t = 0 até t = t’: Aplicando a expressão da força elástica (Lei de Hooke) 9: [A] Analisando as forças envolvidas, temos que: Onde, Para o equilíbrio estático, 10: [E] Para o corpo B representado na figura, aplicamos a 2ª lei de Newton: Como o sistema está em equilíbrio estático, a força resultante é nula. Px – T – F at = 0 (1) E ainda: Substituindo essas equações em (1): Isolando a deformação na mola 11: [A] Usando o diagrama de corpo livre, nota-se para a barra que o seu peso é dividido em dois pontos: um apoio e na mola. Forma-se um triângulo retângulo entre a distância dos apoios, o tamanho da barra e da mola deformada. Como a hipotenusa é o dobro de um dos catetos, então um ângulo interno será o dobro do outro, sendo que entre a distância horizontal dos apoios e a barra, temos 60º. RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FtO6rT RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2GbTBN6 RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2FrOVkJ RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2G8X66D RESPOSTA COMENTADA http://bit.ly/2GbKr3a D IN  M IC A 51www.biologiatotal.com.br Utilizando o teorema de Pitágoras, podemos calcular a deformação da mola x, chamando o tamanho alongado da mola de d e sabendo que d = L 0 + x (2L 0 )2 = L 0 2 + d2 4L 0 2 – L 0 2 = d2 ∴ d = √3 L 0 Como d = L 0 + x, vem que: x = (√3-1)L 0 Na direção da mola, usando o equilíbrio das forças, a componente do peso nesta direção é igual à força elástica dada pela lei de Hoocke: ( ) ( ) ( ) e 1 0 0 0 P mg 1 cos 60 F K x 2 2 2 m g Lmg mg K 3 1 L K K 4 4 3 1 L 4 3 1 − ⋅ ° = ⇒ ⋅ = ⋅ = ⋅ − ⇒ = ∴ = − − 12: [B] Da lei de Hooke: 1 1 2 2 2 1 3 3 1 400 K K 800 N/m 0,5 F 300 F K x K K K 1.000 N/m K K k x 0,3 600 K K 750 N/m 0,8 = ⇒ = = ⇒ = ⇒ = ⇒ = ⇒ > > = ⇒ = 13: [B] Para que a caixa de massa M perca o contato com o piso, terá que receber uma força elástica, proveniente da mola, para cima, maior que seu peso, conforme figura abaixo: F el > P Para a caixa receber da mola uma força elástica para cima, ela tem que ficar comprimida. Tal compressão da mola será provocada pelo corpo de massa m, que sobe após o fio ser cortado, conforme figura abaixo: Fig.A: posição de equilíbrio (0) da mola, ou seja, sem deformação. Fig.B: mola com deformação b, conforme enunciado. Após o fio ser cortado, o corpo de massa m sobe, devido à atuação da força elástica que está puxando o corpo. Fig.C: o corpo de massa m sobe e provoca uma compressão x na mola. Esta compressão transmite à caixa a força elástica necessária para tirar a caixa do piso. el M.g F P k.x M.g x k > → > → > Considerando que não há forças dissipativas atuando no corpo de massa m, este sobe em um sistema conservativo: final inicial f f i i 2 2 f f i i f i Em Em Ec Ep Ec Ep V 0 Ec 0 k.x k.b Ec Ep Ec Ep Ep Ep m.g.h 2 2 = → + = + = → = + = + → = → + = Como h = b+x 2 2 2 2 22k.x k.b k.x k.b k km.g.h m.g.(b x) m.g.(b x) (b x ) m.g (b x) 2 2 2 2 2 2 k 2.m.g m.g (b x) x b 2 k + = → + + = → + = − → = − = − → = − Como x > M.g/k e x = b – 2.m.g/k 2.m.g M.g M.g 2.m.g b b k k k (M 2m).g b k + − > → > + > 14: [B] Notamos que 2 molas seguram o bloco. Desta forma, 2F (elástica) = Peso 2k.x = mg 2k.(20) = 80.10 40k = 800 k = 800/40 = 20N/cm 15: [B] Analisando a tabela dada, temos: k = F el /x = 160/10 = 320/20 = 480/30 = 16 N/cm = 1.600 N/m ⇒ k = 1,6 kN/m. 16: [A] Resolução No Bloco A na direção horizontal e sentido da força F é verdadeiro escrever: F(resultante) = m.a F – F(elástica) – F(atrito) = m.a F – k.x - µ.m.g = m.a 60 – 800.x – 0,4.6.10 = 6.a 60 – 800.x – 24 = 6.a 36 – 800.x = 6.a No Bloco B nas mesmas condições já citadas F(resultante) = m.a F(elástica) – F(atrito) = m.a k.x - µ.m.g = m.a 800.x – 0,4.4.10 = 4.a 800.x – 16 = 4.a Resolvido, por adição, o sistema formado pelas duas equações 36 – 800.x = 6.a 800.x – 16 = 4.a 36 – 16 = 10.a → 10.a = 20 → a = 20/10= 2 m/s2 E ainda: 800.x – 16 = 4.a → 800.x = 16 + 4.2 = 16 + 8 = 24 → x = 24/800= 0,03 m = 3 cm 52 D IN  M IC A 17: [B] A frase é conceitualmente inadequada, pois o peso é constante, dado pelo produto da massa pela gravidade (P = mg). In te rb it s ®Fc P P NI NII Mas é correto afirmar que em II a força que a tora exerce sobre o solo é maior que em I, pois na primeira situação a componente da força de tração do cabo que prende a tora (F c ) auxilia na sustentação de seu peso. I c I C II I II Em I: N F P N P F N N . Em II: N P + = ⇒ = − > = 18: [E] Dados: x = 21 cm = 0,21 m; F = P = m g = 22,7(10) = 227 N. Da lei de Hooke: F = k x ⇒ k = F/x = 227/0,21 = 1.080,95 N/m ⇒ k = 1,081 × 103 N/m. 19: [E] 20: [A] ANOTAÇÕES D IN  M IC A 53www.biologiatotal.com.br MÁQUINAS SIMPLES ALAVANCAS Uma alavanca possui três elementos principais: o eixo de giro (apoio), o local onde vai ser aplicada a força motora (eixo força motriz ou potência) e a força que vai se opor ao trabalho realizado sobre a alavanca (força de resistência). Alavanca interfixa: o ponto de fixação está no meio (eixo de giro), entre o eixo força motriz e a força de resistência. Exemplo: martelo, tesoura. Alavanca inter-resistente: a força de resistência está no meio, entre o eixo força motriz e o ponto de fixação. Exemplos: carrinho de mão, abridor de garrafa. Alavanca interpotente: é quando a força motriz está no meio. Exemplos: pinça, pegador de gelo. Polia fixa e móvel Uma polia é o mesmo que roldana. Polias são muito úteis na construção civil, na arquitetura naval e em aparelhos de ginástica. As polias fixas têm a finalidade mudar a direção e/ou o sentido de uma força de tração, enquanto as polias móveis possibilitam a realização de uma tarefa com a força de intensidade menor do que seria necessário sem a sua utilização. Potência Apoio Resistência Potência Apoio Resistência Inter-resistente Potência Apoio Resistência Interpotente 54 D IN  M IC A Observe nesta figura, a polia é fixa: Há mudança no sentido, pois a pessoa puxa o fio para baixo e o objeto se movimenta para cima. Na figura abaixo, temos uma associação de uma polia fixa e uma polia móvel. A maçã está pendurada pela polia móvel. A finalidade da polia móvel é duplicar a intensidade da força aplicada pela pessoa. Se o peso da maçã for 8 N, a pessoa consegue equilibrá-la com uma força de 4N. Os outros 4 N são aplicados pela barra onde está presa a outra extremidade do fio. Em contrapartida, para que a mação suba 0,5 m, é preciso que a pessoa puxe 1 m de fio. A polia, nesse caso, troca a força por distância. Para levantar blocos muito pesados, podemos utilizar associações de várias polias móveis, podemos utilizar associações de várias polias móveis. A figura ilustra um arranjo no qual a intensidade da força aplicada é duplicada em cada uma das polias móveis. Ou seja, um único bloquinho consegue erguer os quatro bloquinhos, sem necessariamente ter o mesmo peso. A força adicional é fornecida pelas polias. Para calcular a intensidade da força de tração mínima Tmín para elevar um objeto de peso P, é utilizada a equação: Em que n é o número de polias móveis. E X E R C ÍC IO S 55www.biologiatotal.com.br EXERCÍCIOS (CFTMG 2017) Quatro funcionários de uma empresa receberam a tarefa de guardar caixas pesadas de 100kg em prateleiras elevadas de um depósito. Como nenhum deles conseguiria suspender sozinho pesos tão grandes, cada um resolveu montar um sistema de roldanas para a tarefa. O dispositivo que exigiu menos força do operário que o montou, foi (Acafe 2017) Um homem queria derrubar uma árvore que estava inclinada e oferecia perigo de cair em cima de sua casa. Para isso, com a ajuda de um amigo, preparou um sistema de roldanas preso a outra árvore para segurar a árvore que seria derrubada, a fim de puxá-la para o lado oposto de sua suposta queda, conforme figura. Sabendo que para segurar a árvore em sua posição o homem fez uma força de 1000N sobre a corda, a força aplicada pela corda na árvore que seria derrubada é: 2000N 1000N 500N 4000N (ACAFE 2016) Basicamente, uma alavanca é uma barra que pode girar em torno de um ponto de apoio, chamado de polo. Mesmo no nosso corpo existem muitas alavancas, já que existem muitas partes articuláveis. Na figura a seguir vemos o exemplo de três tipos alavancas diferentes: no pé (1), no braço/antebraço (2) e na cabeça (3). A alternativa correta que mostra na sequência (1), (2) e (3) a classificação conforme a posição do ponto de apoio em relação às forças aplicadas é: interfixa; interpotente e inter-resistente. inter-resistente; interfixa e interpotente. interpotente; interfixa e inter-resistente. inter-resistente; interpotente e interfixa. (ENEM 2016) Uma invenção que significou um grande avanço tecnológico na Antiguidade, a polia composta ou a associação de polias, é atribuída a Arquimedes (287 a.C. a 212 a.C.). O aparato consiste em associar uma série de polias móveis a uma polia fixa. A figura exemplifica um arranjo possível para esse aparato. É relatado que Arquimedes teria demonstrado para o rei Hierão um outro arranjo desse aparato, movendo sozinho, sobre a areia da praia, um navio repleto de passageiros e cargas, algo que seria impossível sem a participação de muitos homens. Suponha que a massa do navio era de 3000kg, que o coeficiente de atrito estático entre o navio e a areia era de 0,8 e que Arquimedes tenha puxado o navio com uma força F, paralela à direção do movimento e de módulo igual a 400N. 1 2 3 a a a b b b c c c d d d 4 56 E X E R C ÍC IO S e e e a a a a b b b b c c c c d d d d Considere os fios e as polias ideais, a aceleração da gravidade igual a 10m/s2 e que a superfície da praia é perfeitamente horizontal. O número mínimo de polias móveis usadas, nessa situação, por Arquimedes foi 3 6 7 8 10 (UERN 2015) O sistema a seguir apresenta aceleração de 2m/s2 e a tração no fio é igual a 72N. Considere que a massa de A é maior que a massa de B, o fio é inextensível e não há atrito na polia. A diferença entre as massas desses dois corpos é igual a (Considere g = 10m/s2.) 1kg. 3kg. 4kg. 6kg. (PUCRS 2015) Analise a situação descrita. Um geólogo, em atividade no campo, planeja arrastar um grande tronco petrificado com auxílio de um cabo de aço e de uma roldana. Ele tem duas opções de montagem da roldana, conforme as ilustrações a seguir, nas quais as forças F e T não estão representadas em escala. Montagem 1: A roldana está fixada numa árvore; e o cabo de aço, no tronco petrificado. Montagem 2: A roldana está fixada no tronco petrificado; e o cabo de aço, na árvore. Considerando que, em ambas as montagens, a força aplicada na extremidade livre do cabo