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RESUMO: Diante na necessidade de prevenção torna-se necessário também o preparo para esta. Situações que envolvem fogo, sempre são inusitadas, por mais que o local se julgue seguro. A prevenção de um risco é sempre o melhor remédio para evitar falhas humanas e perdas de vidas. O uso de extintores pode ser dotado de complexidade se estudado profundamente. Existem tipos de extintores e finalidades diferentes devido a proveniências diversificadas de incêndio. Cada extintor visa apagar uma fonte de fogo, deste modo os tipos A, B, C, D e K, tipos de materiais extintores diferentes, precisam estar perfeitamente alocados e diante de pessoas que estejam preparadas para o seu correto uso.
PALAVRAS CHAVES: Extintor, Incêndio, Fogo, Prevenção., 
Sumário
INTRODUÇÃO 
Nos muitos desastres no Brasil e no mundo, é preciso buscar conhecimento sobre determinados acidentes, que vão matar milhares de pessoas, e quando isso acontecer, trará perdas irreparáveis ​​e prejuízos para toda a sociedade. De acordo com a normativa brasileira NBR 13860 (1997, p. 07), “fogo é fogo não controlado”. Vários autores conceituam o fogo como um incêndio incontrolável. 
Se não houver um sistema de extinção de incêndios de combustível, ao atingir um determinado material combustível, produzirá uma chama. A chama se espalha e emite calor para todo o ambiente e atinge outras substâncias., E conta para uma grande proporção e não pode ser controlada. Por exemplo, extintores, hidrantes, chuveiros automáticos, etc., a fim de agir imediatamente em caso de um surto.
Segundo Goelzer e Lima (2013, p. 20), “Para os possíveis riscos, visando evita-los, o ideal é que as previsões tenham sido feitas na fase de projeto de qualquer local de trabalho ou convívio de pessoas”. No entanto, isso só pode ser alcançado quando a pesquisa anterior for realizada e o plano a ser executado for planejado.
Pequenos ou grande lugares podem não seguir as regras e apenas ter determinados sistemas de prevenção individualmente ou, em alguns casos, podem nem mesmo seguir regras coletivas. Isso possibilita uma possível desastre mesmo que nenhum histórico de incêndio exista. 
O presente trabalho visa apresentar a importância do extintor de incêndio como meio fundamental de prevenção, um equipamento com o intuito de não ser utilizado, mas que caso venha a necessidade de seu uso, sendo este realizada de forma correta vira a salvar vidas e estruturas.
Histórico do Incêndio 
Desde o nascimento da humanidade, esta tem tentado compreender e dominar um dos elementos básicos de sua existência, o fogo. Isso é obtido por meio de formas muito primitivas, como pedras de atritar e paus de madeira, que apresentam certas vantagens sobre esses objetos e são utilizadas de acordo com suas necessidades, como preparação de alimentos e água quente.
O homem tentou controlar o fogo com a própria vida, mas o fogo através de raios e erupções vulcânicas atingiu uma grande proporção, destruindo tudo ao seu alcance. Ainda por milhares de anos, este ainda é um grande desafio. De acordo com Seito 2008:
O homem sempre quis dominar o fogo. Durante milhares de anos, ao bater uma pedra contra outra, gerava uma faísca que, junto a gravetos, iniciava uma fogueira. Ele controlava a ignição. Entretanto não controlava o fogo, que vinha de relâmpagos e vulcões. Esses fenômenos eram associados à ira dos deuses, verdadeiro castigo do céu. O próprio fogo era venerado na antiguidade.
	O fogo de origem humana tornou-se uma importante ferramenta para o progresso tecnológico, mas devido ao seu caráter destrutivo e à capacidade de se oxidar imediatamente, ou seja, a capacidade de gerar chamas através de várias substâncias naturais, é necessário compreender o fenômeno e as características e comportamentos relacionados a vários fatores que o afetam.
	Nesta ótica menciona-se Pereira 2009:
Com passar do tempo veio o crescimento das cidades e a prosperidade industrial, intensificou-se e concentrou-se muito o uso de fontes de energia, construiu-se cada vez mais alto e os riscos consequentes para a segurança nem sempre foram considerados.
	Para explicar os componentes da cadeia de combustão, foi criada uma teoria chamada "triângulo do fogo", que consiste em uma figura geométrica plana composta por três lados. Cada lado representa os elementos básicos da chama: oxidante, combustível e fonte de calor, esses elementos devem ser mantidos conectados para reagir. Se algum elemento se esgotar, o processo será extinto. A figura abaixo ilustra o triângulo do fogo.
				Fonte: Seito 2008.
Visto isso, ressalta-se que combustível é qualquer material que possa gerar uma chama e transmitir o fogo para se espalhar por toda a superfície do contrato. O combustível pode ser sólido, líquido e gasoso.
Da Classificação do Incêndio
	Nota-se que para ocorra uma prevenção adequada diante de um incêndio, necessário se faz colocar o fogo sob seus aspectos, olhando para sua constituição, causa, efeitos e principalmente sob como dominar a situação de incêndio.
	É fato que o fogo ocorre quando uma substância, denominada combustível, estando na presença do ar, oxigênio, acaba por aquecer sob uma temperatura crítica, a qual denomina-se temperatura de ignição. É a somatória dos elementos que constituem o fogo, como demonstra a figura a seguir.
Fonte: Santana, 2016.
	Importa dizer que há algumas características físicas e químicas que precisam ser destacadas:
· Ponto de Fulgor: caracterizada por ser a temperatura mínima na qual os combustíveis iniciam o desprendimento de vapores e assim começa a se incendiar ao ter contato com uma fonte externa de calor, no entanto fogo (chama) acaba não se mantendo, uma vez que há insuficiência de vapores.
· Ponto de Combustão: neste é a temperatura minimamente necessária para que ocorra o desprendimento de vapores ou mesmo gases combustíveis no momento em que entram com uma fonte de calor externa, a medida que entram em combustão continuam a queimar.
· Ponto de Ignição: é o ponto em que os gases soltos de combustíveis entram em combustão, uma vez que possuem contato com o oxigênio do ar, e são independentes de outra fonte de calor.
Do incêndio 
	Pode-se caracterizar o incêndio como a presença do fogo em um lugar que não seja desejável, diferentemente de quando se fala em fogo de fogão para fazer comida, fogo para queimar lixos etc. o incêndio é o fogo indesejável que se propaga e causa prejuízos ou riscos.
	Este fogo possui comportamento complexo, uma vez que sua propagação é na maioria das vezes imprevisível. O que contribui para a propagação do fogo, são fatores que estão relacionados com a transmissão de calor, o que pode ocorrer por meio da condução; convecção; radiação; explica-se a seguir.
	A “condução” destaca-se pro seu processo de transferência de calor, o que pode vir a ocorrer por meio de corpos sólidos ou fluidos, os quais não estão em movimento, deste modo as diferentes temperaturas estão sendo colocadas em contato. Tal processo o corpo que possui maior temperatura transfira-se para o de menor temperatura, havendo assim um equilíbrio térmico, ou seja, ate que as temperaturas dos corpos se igualem.
A combustão é definida como uma reação química exotérmica que ocorre entre o combustível e o oxidante, liberando luz e calor. Para que essa reação ocorra e continue, quatro elementos são necessários: combustível, oxidante, calor e reação em cadeia. Esses elementos são teoricamente representados por tetraedros de fogo
	Um exemplo fácil de condução caracteriza-se pelo contato que possuem as próprias labaredas do fogo as quais passam de um pavimento ao outro por meio de cortinas, janelas ou mesmo materiais que físicos aquecidos pelo fogo.
	Já a “convecção” ocorre pelo processo de transferência de calor, o que é idêntico ao já citado anteriormente, a condução. No entanto neste caso a transferência do calor ocorrer-se-á por meio de um fluido em movimento. A massa de ar e gases que são produzidos pelo fogo entram em contato com demais materiais, assim aquecidos entram em combustão.
	
Classes de incêndioA classificação foi desenvolvida pela NFPA (National Fire Protection Association) e adotada pelas seguintes organizações: IFSTA International Firefighter Training Association (EUA); ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas / BR; e Corpo de Bombeiros / BR.
Classe A 
Importa dizer que trata-se de incêndios que ocorrem em materiais combustíveis comuns (como madeira, papel, tecido, etc.). Essas substâncias queimam na superfície e em profundidade, deixando resíduos como cinzas e cinzas após a queima. A extinção mais eficaz se deve à ação da água, pois esses materiais precisam ser resfriados para extinguir o fogo.
Classe B 
Nota-se que trata-se de incêndios que venham a ocorrer em uma mistura de ar e vapor formado na superfície de líquidos inflamáveis ​​e combustíveis (como óleo, gasolina, etc.). Esses gases queimam apenas na superfície sem deixar resíduos; e gases inflamáveis, como petróleo liquefeito gás (GLP)), gás natural (GN), hidrogênio, etc. Extinguir incêndios sufocando, interrompendo a reação em cadeia química ou removendo substâncias combustíveis. O agente extintor pode ser químico seco, líquido vaporizado, CO2, spray de água e espuma química.
Classe C 
Nesta classe se encontram os incêndios que ocorrem em equipamentos elétricos energizados. Agente extintor de incêndio não condutor deve ser usado. Use pó seco, líquido vaporizado e dióxido de carbono.
Classe D 
	Nesta classe encontram-se os incêndios chamados de metais inflamáveis ​​em metais inflamáveis ​​(como magnésio, titânio, lítio, alumínio, etc.). Esses metais queimam mais rápido, reagem com o oxigênio atmosférico e atingem temperaturas mais altas do que outros materiais combustíveis. O combate requer o uso de equipamentos especiais, tecnologia e agentes extintores para cada tipo de metal combustível para formar uma camada protetora para isolar o metal combustível da atmosfera.
Classe K
Trata-se dos incêndios envolvendo óleos vegetais sólidos ou líquidos e gorduras animais, tomam as cozinhas comerciais ou industriais como exemplos. Essa classe ainda é pouco conhecida no Brasil. A melhor forma de extinguir o fogo é sufocando, nunca use água. A classe tem um agente extintor especial, custo elevado.
Tipos de extintores e composição 
	
O sistema de combate a extintores é considerado um sistema móvel portátil que exige que o operador desloque o equipamento pertinente ao local do incêndio para o combate ao incêndio. O Decreto nº 37.380 / 98 estipula em seu artigo 8º que os extintores de incêndio devem ser instalados em todas as edificações, não sendo dispensada a existência de outros sistemas de proteção.
A NBR 12693/2013 especifica os requisitos para projeto, seleção e instalação de extintores portáteis e de rodas em edifícios e áreas de alto risco para extinção de incêndios.
O extintor de incêndio é usado com a primeira linha de incêndio de tamanho limitado. Mesmo que o local seja equipado com chuveiros automáticos, hidrantes e mangueiras, eles são necessários. Este sistema é obrigatório em todas as edificações, exceto nas moradias unifamiliares, independentemente de quaisquer outras medidas de proteção.
De acordo com a pesquisa de Brentano (2010), foi determinado o número mínimo de extintores de incêndio para proteger o prédio de incêndio. Ainda segundo o autor:
“aclasse de risco da edificação a ser protegida e a respectiva área; a classe do fogo a ser extinto; a seleção do agente extintor; a capacidade extintora do extintor de incêndio; a área máxima a ser protegida por extintor e a distância máxima a ser percorrida pelo operador; o número mínimo necessário de extintores de incêndio”.
De acordo com a NBR 12693/2013, cada piso deve possuir no mínimo dois extintores de incêndio, um para incêndios classe A e outro para incêndios classes B e C. São permitidos dois extintores de pó ABC. Também deve haver pelo menos um extintor de incêndio a não mais de 5 m da porta de acesso à entrada principal do edifício, entrada do piso ou entrada da área de risco.
É recomendado que o extintor seja colocado em um local onde seja menos provável que bloqueie a entrada de fogo, seja visível e fácil de remover, mantenha-o protegido de intempéries e possíveis danos físicos, e não instale em escadas. Quando forem utilizados extintores de incêndio, as vistas verticais e horizontais devem ser observadas através da pintura e sedimento sob a parede de sinalização ou piso da área industrial.
Segue tabela especificando cada tipo de extintor e sua finalidade assim como tipo de incêndio:
Segundo Brentano (2010), para extinguir um incêndio, pelo menos um elemento do incêndio deve ser eliminado. Por isso, na maioria das vezes, é necessário utilizar água ou determinadas substâncias químicas que atuam diretamente sobre um ou mais desses elementos, ou seja, sólido, líquido ou gasoso, chamados de agentes extintores. 
Todo material combustível tem suas características de combustão, por isso métodos específicos são necessários para extinguir o fogo. O agente extintor utilizado deve ser adequado para que atue de forma rápida e eficaz e cause danos mínimos à vida das pessoas, bens e edifícios.
O extintor de incêndio é usado com a primeira linha de incêndio de tamanho limitado. Mesmo que o local seja equipado com chuveiros automáticos, hidrantes e mangueiras, eles são necessários. Este sistema é obrigatório em todas as edificações, exceto nas moradias unifamiliares, independentemente de quaisquer outras medidas de proteção.
Os extintores de incêndio podem ser divididos em dois tipos: portáteis e com rodas. De acordo com a regulamentação de Brentano (2010), determinar o número mínimo de extintores de incêndio necessários para a proteção contra incêndio em edifícios.
Agentes extintores 
	Água 
Por muitas razões, a água é o agente extintor de incêndio mais comumente usado. É o mais extenso da natureza e, portanto, o mais disponível, abundante e barato. Tem uma grande capacidade de absorção de calor, por isso é o mais eficaz na extinção de incêndios. É um agente extintor de incêndio seguro, não tóxico, não corrosivo e estável.
Como agente extintor de incêndio, a água desempenha um papel importante no incêndio, porque a água tem a capacidade de resfriar e silenciar o som simultaneamente de acordo com seu estado físico. No estado líquido, a água pode ser utilizada na forma de jato denso, que atua resfriando, enquanto o jato nebuloso atua resfriando e silenciando (melhor efeito no fogo).
No estado gasoso, a água pode ser utilizada na forma de vapor, apenas por asfixia. Em indústrias onde o vapor tem sido usado continuamente durante a produção industrial, o vapor é usado como um agente extintor.
 
Espuma 
As espumas aquosas ou mecânicas consistem em bolhas (geralmente ar), que são formadas por uma solução aquosa de um agente espumante líquido concentrado (extrato). É feito mexendo uma mistura de água e extratos em uma certa proporção e simultaneamente inalando a atmosfera. A espuma é mais leve e flutua sobre o líquido combustível, e extingue a chama silenciando e esfriando.
Validade de cada extintor;
	Gases inertes
Os gases inertes mais comumente usados ​​na composição são dióxido de carbono, nitrogênio, argônio, etc. Entre eles, o mais utilizado, mais barato e mais eficaz é o dióxido de carbono, dióxido de carbono ou dióxido de carbono. Os dois últimos, embora mais caros, são usados ​​cada vez mais exatamente como a composição do gás Inergen. Eles são usados ​​para extinguir incêndios em equipamentos de energia, arquivos, bibliotecas, centros de processamento de dados, etc. e em quase todos os materiais combustíveis, especialmente quando o agente extintor não deve danificar esses materiais.
Os produtos químicos de secagem são baseados em bicarbonato de sódio, bicarbonato de potássio, cloreto de potássio, bicarbonato de potássio de ureia e monofosfato de amônio, e são misturados com aditivos para estabilizar o pó contra umidade e agregação.
Sufocação, resfriamento e principalmente pela quebra da cadeia de reações químicas para extinguir a chama. Opó químico seco pode extinguir com eficácia incêndios de líquidos inflamáveis ​​e pode ser usado para extinguir incêndios em certos equipamentos elétricos eletrificados. Deve ser evitado em equipamentos eletrônicos, pois o pó químico em contato com a umidade do ar pode corroer as placas de circuito afetadas.
Da operação e Validade do extintor 
	Necessário destacar que ao usar o extintor a duração da descarga dependerá da quantidade e vazão do agente extintor. A quantidade de agente extintor de incêndio é limitada à capacidade do extintor de incêndio, e verifica-se que extintores de mesmo volume são utilizados para a mesma finalidade. Existem dois métodos de emissão: spray concentrado ou na forma de névoa/nuvem, dependendo do tipo de incêndio a ser extinto.
	O extintor de incêndio selecionado deve ser fácil de operar e adequado para o material combustível e o tipo de energia acionado pelo princípio de incêndio. O volume total do agente extintor deve ser suficiente para ocupar o meio ambiente. Além da espuma mecânica, o ejetor deve ser direcionado para a base do fogo para uso de preparações em pó e líquidas, e para dióxido de carbono (CO2), halogeneto e espuma mecânica, deve ser direcionado para o fogo.
	Ao instalar um extintor de incêndio, deve-se considerar que a altura máxima do solo é de 1,60m e a altura mínima de 0,10m, portanto, o extintor não pode entrar em contato direto com o solo. Segue figura demonstrando a instalação adequada de um extintor.
Fonte: Norma NT 0011 do CBMPB (2014).
Conforme a CBMPB NT 0011/2014, extintores de incêndio não devem ser colocados em encostas, escadas, locais onde pilhas de mercadorias, matérias-primas ou quaisquer outros materiais possam bloquear, e devem ser instalados em um ambiente com a menor possibilidade de incêndio que irá impedir o seu acesso.
Cada andar do edifício deve ter pelo menos dois extintores de incêndio, um para extintor de classe A e outro para extintor de classe B e C, podendo ser instalados dois extintores ABC iguais. Contanto que a área do prédio seja inferior a 50 metros quadrados, apenas um extintor de pó ABC pode ser instalado para proteger todo o prédio. Deve-se colocar pelo menos um extintor de incêndio a até 5m de distância da entrada do prédio principal e das escadas dos demais andares.
O prazo médio de validade dos extintores é de um ano, sendo necessária a substituição ou substituição do agente extintor nominal. Também é importante verificar se o extintor de incêndio não perdeu pressão durante o ano, caso contrário, será necessário recarregá-lo.
A norma especifica apenas o prazo para as inspeções. O teste de pressão hidrostática é realizado apenas uma vez a cada 5 anos. O reabastecimento dependerá de vistorias realizadas por empresas de manutenção homologadas pelo Inmetro, sendo que somente essas empresas têm o direito de fiscalizar os extintores. A eficácia do pó é definida pela empresa de manutenção, que pode ou não utilizá-lo novamente (artigo 5.3 do Regulamento Inmetro 05/2011).
Modo de uso do extintor
Considerando a teoria básica do fogo, conclui-se que o fogo só existirá quando combustível, oxidante e calor existirem em uma proporção ideal e reagirem em uma reação em cadeia. Com base nesse conhecimento, concluímos que ao quebrar a reação em cadeia e isolar um dos incêndios, interromperemos a combustão. A partir dessas suposições, excluímos os métodos de extinção de incêndio: extinção de incêndio por resfriamento, som de extinção de silenciador, extinção de incêndio de isolamento e extinção de incêndio químico.
O objetivo de um extintor de incêndio é extinguir um pequeno incêndio imediatamente e rapidamente. Portanto, os extintores de incêndio não devem ser vistos como um substituto para sistemas de extinção de incêndio mais complexos, mas como um equipamento adicional.
O brigadista deve compreender a diferença entre os tipos de extintores e saber como utilizá-los em situação de incêndio. Note-se que, em princípio, o uso de extintores de incêndio não deve justificar o atraso do sistema de alarme geral e a mobilização de mais recursos, mesmo que pareça que o incêndio pode ser superado rapidamente.
É importante expor os tipos mais comuns de extintores de incêndio, vinculá-los à finalidade do extintor e explicar como ele deve ser operado.
O primeiro é um extintor de incêndio cheio de água, o agente extintor é água descarregada através de gás. Quanto à operação, podem: água pressurizada, apenas um cilindro é utilizado para escoamento de água e gases de exaustão. Sua carga está sob pressão permanente. O vapor d'água é um gás com uma câmara contendo gases de exaustão, um reservatório de água e um cilindro de alta pressão. A pressurização ocorre apenas durante a operação. Extintores de incêndio são equipamentos destinados à extinção de pequenos incêndios da categoria "A", como os utilizados em madeira, papel e tecidos.
O manejo do deste tipo se da pela retirada do extintor do suporte levando até local a ser utilizado, esguichando-o em direção ao fogo, após a retirada do lacre da ampola do gás expelente.
Já o manejo do extintor de espuma química se dá pela retirada do equipamento da estrutura de suporte, conduza-o até as proximidades do foco de incêndio e mantenha-o sempre na posição vertical para evitar movimentos bruscos durante o transporte. Inverta sua posição (de cabeça para baixo) e sacuda para facilitar a reação; direcione o jato na superfície do combustível, principalmente no líquido, na tentativa de espalhar a carga, formando assim uma camada de atenuação sonora em toda a superfície; o dispositivo permanecerá na posição invertida até que o carregamento seja concluído.
Já o extintor de dióxido de carbono é um gás inerte, inodoro e incolor. Devido à sua condutividade zero prática, o CO2 é amplamente utilizado em incêndios "C". Seu desempenho é sufocante e também pode ser usado na categoria A (apenas no início) e na categoria B (dentro de casa). Para usar um extintor de dióxido de carbono, o operador deve seguir as etapas abaixo: Remova o equipamento do suporte e coloque-o onde será usado. Remova o clipe de segurança, segure o difusor com firmeza e puxe o gatilho para trazer a massa de ar para o fundo da chama e fazer um movimento circular com o difusor.
Os demais extintores se da o uso semelhante estes, com preparação adequada do equipamento, desde que este esteja em perfeita manutenção. O direcionamento correto a parte perplexa pelo fogo é essencial para que cada extintor cumpra seu papel de maneira eficiente e seja suficiente para a extinção do fogo.
CONCLUSÃO 
É fato que a maneira mais eficaz melhor de lidar com um incêndio do que a preparação. Como todos sabemos, todos os locais estão sujeitos a acidentes porque são arriscados em todos os lugares. A prevenção tornou-se um fator importante na prevenção de tragédias. A maioria das mortes por incêndio é causada por atrasos na saída do ambiente afetado, inalação de gases tóxicos, emergências e falta de planos de emergência para orientar as atividades em caso de acidente. Se o prédio não tiver nenhum dos métodos acima, fumaça e fogo causarão pânico entre os moradores e podem levar à tragédia.
Pode-se verificar que a proteção contra incêndio em qualquer lugar abrange várias áreas de atividades profissionais, incluindo engenheiros, empresas de revenda de materiais, laboratórios de ensaio, fiscalização pública e agências de normalização, agentes de segurança do trabalho, etc., bem como outro pessoal responsável por garantir a preservação do patrimônio e da vida de todos na sociedade.
É essencial que os residentes tenham conhecimento da prevenção de incêndios para que possam atuar com eficácia em caso de incêndio, dispor adequadamente dos equipamentos de combate a incêndios, garantir a sua sobrevivência e cooperar para proteger o seu património e prevenir a propagação do fogo para a sobrevivência. de outros.
Além de se ter um equipamento adequado e bem instalado como extintores e meios de prevenção de incêndio, é fundamental que pessoas estejam preparadas para lidar comsituações que venham a ocorrer. Um incêndio pode ocorrer até mesmo na estrutura que esteja perfeitamente adequada, uma vez que mais quem uma estrutura que gere fogo, a ocorrência de incêndio por uma ação humana é de porcentagem elevada que possibilita acontecer com um simples descuido do dia a dia.
Referencias 
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