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Prévia do material em texto

Ilustrações: 
Antônio Regueira
Walter Remo
REFERÊNCIA DA EDITORA - 40.524
As pessoas costumam cantar que o sapo não lava 
o pé. De tanto ouvir essa história, o sapo Xué ficou 
muito triste e resolveu procurar uma solução para 
isso. Encontrou algumas dificuldades durante a sua 
luta, quase foi engolido por uma serpente. Mas tam-
bém encontrou um pescador que trouxe a alegria 
de volta ao seu coração. Leia esta encantadora 
história e divirta-se com as aventuras do sapo Xué.
9 788581 684192
ISBN 978-85-8168-419-2
9 788581 684192
ISBN 978-85-8168-419-2
As_aventuras_do_sapo_xue_Cc.indd 1 17/02/2017 16:26:12
11
Ilustrações: 
Antônio RegueiraAntônio Regueira
Walter RemoWalter RemoWalter Remo
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2
Walter Remo
Ilustrações
Antônio Regueira
Editoras
Isabela Nóbrega
Márcia Regina Silva
Revisão
Equipe pedagógica
Direção de arte
Wilton Carvalho
Projeto Gráfico
Alexsandro J. de Santana
Coordenação Editorial
Editora Prazer de Ler
Avenida Doutor Rinaldo de Pinho Alves, 2680 
CEP: 53411-000 - Paratibe - Paulista / PE 
Fone: (81) 3447.1178 - Fax: (81) 3422.3638
CNPJ: 14.605.341/0001-03
Impresso no Brasil
Reprodução proibida. Art. 184 do Código Penal e Lei no 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
ISBN: 978-85-8168-419-2 
R389a Remo, Walter
 As aventuras do sapo Xué / Walter Remo ; ilustrações: 
 Antônio Regueira. – Recife : Prazer de Ler, 2016.
 16p. : il.
 1. FICÇÃO INFANTOJUVENIL – PERNAMBUCO.
 2. ANFÍBIOS – LITERATURA INFANTOJUVENIL. I. 
 Regueira, Antônio. II. Título.
 CDU 869.0(81)-93
PeR – BPE 16-220 CDD 808.899 282
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O sapo Xué estava triste com toda essa história 
que dizem a respeito dos sapos: que eles têm chulé 
e não lavam o pé porque não querem. Resolveu, 
então, convocar uma reunião entre todos os sapos 
da localidade para falarem sobre o assunto.
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Reuniu-se uma multidão de sapos. E depois de 
muito barulho e discussões, nenhum dos demais sa-
pos aceitou continuar falando sobre o assunto.
Muitos diziam: isso é bobagem, os humanos 
já falam essas coisas há bastante tempo, 
vamos deixar para lá.
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Xué ficou desanimado, mas resolveu continuar 
a sua luta. Viajou por vários rios, lagos e lagoas 
em busca de alguém para lhe ajudar.
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No caminho, Xué enfrentou vários desafios, encon-
trou uma serpente e resolveu pedir-lhe ajuda. Contou 
tudo o que estava acontecendo, mas a serpente não 
deu a mínima e tentou devorá-lo.
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Xué, como era muito esperto, pegou um 
pequeno galho e quando a serpente estava 
engolindo-o, atravessou o galho em sua boca 
e ela teve que soltá-lo.
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Xué fugiu e continuou sua jornada. 
Passaram-se vários dias e Xué não 
conseguiu ninguém para lhe ajudar, já 
estava cansado e abatido à beira do 
rio, quase sem esperança.
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Quando Xué já estava pensando em desistir e voltar 
para casa, ouviu a voz de um velho pescador: — Bom dia, 
meu rapaz! Qual é o seu nome? E o que está acontecen-
do com você?
O sapo disse-lhe: — Meu nome é Xué e estou pro-
curando alguém para me ajudar a desmentir essa história 
que dizem a nosso respeito. Então, o velho pescador lhe 
perguntou: — Que história é essa? 
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Xué respondeu-lhe: — É esta 
canção que em todas as festas, es-
colas e parques as crianças cantam, 
dizendo:
“O sapo não lava o pé,“O sapo não lava o pé,
não lava porque não quer.não lava porque não quer.
Ele mora lá na lagoa,Ele mora lá na lagoa,
não lava o pé porque não quer,não lava o pé porque não quer,
mas que chulé”.mas que chulé”.
O velho pescador deu uma gargalhada e disse: 
— Meu jovem rapaz, não se irrite com isso, nós não 
fazemos isso por mal, e sabemos que vocês não têm 
chulé. Cantamos esta canção apenas para animar as 
festas e as brincadeiras de criança.
Xué, então, respirou aliviado, agradeceu ao velho pes-
cador e voltou para sua casa.
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Lembro-me que ainda nos estudos primá-
rios, enquanto as outras crianças brincavam 
nos intervalos das aulas, eu ia à biblioteca 
ler. Foram nesses momentos que tive meus 
primeiros contatos com o mundo fascinante 
da literatura infantil. Passou-se o tempo e o 
meu interesse pela leitura foi se intensificando. Depois de ler muitas his-
tórias infantis, já conhecidas, para minha primeira filha, Joana Mariah, 
ela me pediu para criar uma história que ainda não tinha sido contada, 
foi a partir desta iniciativa que surgiu As aventuras do Sapo Xué.
Antônio RegueiraAntônio Regueira
Sempre gostei de desenhar. Na infância, lá-
pis, papel e imaginação fizeram parte da 
brincadeira de criar histórias que pareciam 
vir do nada. Em um momento surgiu a per-
gunta: “Antônio, o que você vai ser quan-
do crescer?” Nunca soube responder, não 
parei de desenhar e aí quando vi, “virei” 
ilustrador.
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Walter RemoWalter Remo
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