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Sinais vitais

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P. de Enfermagem II – Prof. Camila 26.03.2021 
 
 
 
 
 São aqueles que evidenciam o funcionamento e as alterações da função corporal. 
 Temperatura 
 Frequência cardíaca x pulso 
 Frequência respiratória 
 Pressão arterial 
 Dor 
 
 Na admissão hospitalar 
 No mínimo, uma vez em cada turno de trabalho de 6 horas. 
 Sempre que a condição do paciente parecer ter-se modificado 
 
 Antes e após uma transfusão sanguínea. 
 Antes e após procedimentos cirúrgicos. 
 Nas consultas em ambulatórios ou consultórios particulares. 
 
 Antes e após administração de medicamentos que afetam as funções cardiovasculares, 
respiratória e de controle de temperatura. 
 Sempre que o paciente relatar sensações incomuns. 
 Uma segunda vez, quando houver discrepância em relação à medida anterior. 
 
 abaixo da língua – artéria sublingual
 local preciso, porém, constrangedor para o 
paciente, a medida pode ser afetada pela presença de 
fezes.
 acessível, menor probalidade de disseminação de 
microrganismo, requer tempo maior para mensuração.
 temperatura que mais se aproxima da medida 
interna.
 Somos homotérmicos, ou seja, 
precisa saber da temperatura 
porque pode levar a fatores 
como a hipotermia, que causa 
parada cardiorrespiratória. 
 Hiperpirexia pode causar falhas 
neurológicas também. 
 
P. de Enfermagem II – Prof. Camila 26.03.2021 
 Termômetro de vidro a mercúrio 
 Termômetro eletrônico e digital 
 Termômetro timpânicos 
 Termômetros descartáveis 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Termômetro próprio (individualizado) 
 O bulbo deverá ser colocado sob a língua e seguro com os lábios fechados, posicionando-o na 
lateral da boca. 
 Deixar o termômetro por 3 min. 
 Valor normal: 36,1°C a 37,5°C 
 
 
 
 
 
 
 
 
Termômetro de vidro a mercúrio 
 
Termômetro eletrônico e digital 
 
 
Graduação em: 
Centígrados (C) 
Fahrenheit (F) 
36,5°C=97,7°C 
Termômetros timpânicos 
 
 
 
 Pacientes inconscientes, desorientados 
ou propensos a convulsões 
 Bebês e crianças 
 Após ingerir líquidos muito quentes ou 
gelados 
 Pós-operatório de cirurgia bucal ou 
extração dentária. 
 Inflamação orofaríngea 
P. de Enfermagem II – Prof. Camila 26.03.2021 
 
 É geralmente 0,5°C mais alta. 
 Termômetro específico (individualizado) 
 O bulbo deverá ser introduzido de 2 a 3 cm no reto 
 Deixar o termômetro por 3 min 
 Valor normal: 36,6°C a 38°C 
 
 
 
 
 
 
 
 
 A mais comumente utilizada nas unidades de internação 
 Deixar o termômetro por 5 min. 
 Valor normal: 36,0°C a 36,8°C 
 
 
 
 
 
 Hipotermia – abaixo de 36°C 
 Normotermia – entre 36°C e 36,8°C 
 Febrícula - entre 36,9°C e 37,4°C 
 Estado febril - entre 37,5°C e 38°C 
 Febre - entre 38°C e 39°C 
 Pirexia ou Hipertermia – entre 39,1°C 
e 40°C 
 Hiperpirexia – acima de 40°C 
 
 Valores normais: 36,5°C a 38°C 
 
 Diarreia 
 Pós-cirúrgicos 
 Ferimentos retais ou de próstata 
recentes 
 Após IAM 
 
 
 Queimaduras do tórax 
 Furúnculos axilares 
 Fraturas dos MMSS 
 
 
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 Pele rosada, quente ao toque 
 Inquietação ou sonolência excessiva 
 Irritabilidade 
 Anorexia 
 Aumento da transpiração 
 Cefaléia 
 Calafrios 
 Dores pelo corpo 
 FC e FR acima do normal 
 Desorientação e confusão mental – com T 
muito alta 
 Convulsões – em bebês e crianças 
 
 Tremores 
 Pele fria e pálida 
 Apatia (desanimado) 
 FC e FR baixo do normal 
 Alteração do nível de consciência 
 
 Sensação ondular que pode ser palpada em uma 
das artérias periféricas 
 Causado pelo lançamento do sangue pelo 
ventrículo esquerdo para a aorta, provocando 
oscilações rítmicas em toda a extensão da 
parede arterial. 
 Portanto o pulso é a contração e expansão 
alternada de uma artéria 
 
 Temporal 
 Carotídea 
 Braquial 
 Radial 
 Femoral 
 Poplíteo 
 Pediosa 
 Tibial
 
pulso apical 
 
 palpar a cartilagem tiroide (pombo-de-adão) e 
deslize os dedos lateralmente até sentir o pulso. 
 
 
 
 
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 O pulso nessas artérias persistirá, mesmo quando a hipotensão e hipoperfusão 
periférica. 
 
– Normocardia: 60 a 100 bpm 
 – Taquicardia: > de 100 bpm 
– Bradicardia: < 60 bpm 
 
 Refere-se ao intervalo entre as pulsações 
 Rítmico 
 Arrítmico 
 
 Refere-se à quantidade de sangue bombeada a cada contração cardíaca. 
 Ausente 
 Normal 
 Fino ou filiforme 
 
 
 
EUPNÉIA: 
 Respiração normal: frequência, 
profundidade e ritmo normais para a idade. 
 
14 a 20 irpm (ou rpm) ou 12 a 20 irpm 
BRADPNÉIA: 
 Respiração mais lenta que o normal para a 
idade. 
TAQUIPNÉIA: 
 Respiração mais rápida que o normal para 
a idade. 
DISPNÉIA: 
 Respiração difícil 
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 Trata-se de uma experiência multidimensional. Envolve aspectos: 
 Quantitativos 
 Sensitivos 
 Emocionais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Em geral tem forte identificável, associada a afecções traumáticas e inflamatórias. 
 Com duração curta e limitada. Muda constantemente impacto nas atividades diárias. 
 Possui forte associação com dano tecidual, evoca respostas vívidas do tipo “fuga e ataque” 
 hipertensão arterial, taquicardia, taquipneia. 
 
 Alteração no próprio mecanismo de controle da dor. 
 Determinadas doenças – ex: lombalgia 
 sua duração pode se estender de 6 meses a vários anos. 
 psicológicas, biológicas e sociológicas. 
 
Local da dor: 
 Observar se a dor se restringe ao seu sítio original ou se espalha para além dessa área. 
 Deve-se solicitar que o indivíduo aponte o local da dor. 
 Para facilitar essa compreensão, ele pode apontar no próprio corpo ou em um diagrama corporal. 
Este pode ser preenchido por ele mesmo, por um familiar ou pelo profissional. 
DOR 
mentais 
emocionais 
físicos 
culturais 
espirituais 
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 Utilização de instrumentos para objetivação: 
 Escala analógica visual 
 Escala de “faces” 
 Questionário de mcgill – multidimensional (sensorial, afetiva e cognitiva) 
 
 
 
 
 
 
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ITEM DESCRIÇÃO ESCORE 
Expressão facial Relaxada 
Parcialmente franzida (p. ex. testa franzida) 
Totalmente franzida (p. ex. pálpebras firmemente fechadas) 
Semblante fechado ou caretas 
1 
2 
3 
4 
Movimentos dos 
membros 
superiores 
Imóveis 
Parcialmente tensos, curvados ou inclinados 
Totalmente tensos, com flexão dos dedos 
Permanentemente retraídos 
1 
2 
3 
4 
Conformidade 
com o ventilador 
Boa tolerância à ventilação mecânica 
Tosse aos movimentos respiratórios 
Assincronia com o ventilador 
Intolerância à ventilação mecânica 
1 
2 
3 
4 
 Varia de 3 (ausência de dor) a 12 (pior dor imaginada) 
 Avaliar a presença de dor e quantifica-la 
 Pacientes críticos sob ventilação mecânica, inconscientes ou sedados. 
 
 
 – pressão no sistema arterial quando o VE se contrai. 
 – reflete a pressão remanescente no interior das artérias quando os 
ventrículos estão relaxados. 
 – diferença entre as medidas de PAs e PAd – pode variar de 30 a 50 mmHg. 
 
 – MMSS 
 – quando não puder utilizar ambos 
os brações – MMII 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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 o tamanho do aparelho depende da circunferência do braço a ser examinado. 
 A do manguito
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