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Faculdade de Engenharia ENGENHARIA CIVIL - _____________________________________________________________________ __ Faculdade de Engenharia – FAEN/UFGD (067)3410-2181 E-mail:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Dourados - MS 1 Regime Acadêmico Emergencial por Modalidades e Fases HIDROLOGIA BÁSICA Prof. Lôide Angelini Sobrinha 2020.1 Alunos: Alexandre Gimenez Monge. Janaina Nobre de Oliveira. DIMENSIONAMENTO DE TÉCNICA ALTERNATIVA DE MICRO DRENAGEM URBANA. Este trabalho se propõe a demonstrar o dimensionamento de um poço de infiltração para um bairro da cidade de São Luís do Maranhão. A seguir seguem a metodologia de cálculo e seus resultados, além da planta esquemática do poço de infiltração. 1. Dados iniciais A Tabela 1 apresenta os dados utilizados para o dimensionamento do poço, sendo que, o período de retorno Tr utilizado será o de 5 anos. Destaca-se, que o coeficiente de segurança, 0,5, foi escolhido considerando que: as águas pluviais não são limpas, não existe mecanismo de depuração no poço e a manutenção não será regular. Tabela 1 - Dados iniciais Tr (anos) 5 Área (m²) 300 Coef. de ocupação (%) 60 Área de contribuição (m²) 180 Profundidade (m) 2,5 Coef. de permeabilidade k (m/s) 2,8×10 -5 Coef. de segurança 0,5 Fonte: Prefeitura Municipal de Dourados (2012). A Tabela 2 informa os parâmetros da equação de chuva da cidade de São Luís do Maranhão (MA), que serão utilizados para o cálculo da precipitação. Tabela 2 – Equação de Chuva de São Luís (MA) Parâmetros da IDF Valor a 1205,31 http://portal.ufgd.edu.br/ mailto:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Faculdade de Engenharia _____________________________________________________________________ Faculdade de Engenharia – FAEN/UFGD (067)3410-2181 E-mail:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Dourados - MS 2 b 0,163 c 10 d 0,742 Fonte: Campos (2015). Por meio da Equação 1.1, foram encontrados os valores da intensidade da chuva, que podem ser visualizados nas Tabelas de 4 a 9 apresentadas após a metodologia de cálculos. 𝐼 = 𝑎 𝑇𝑟 𝑏 (𝑡 + 𝑐)𝑑 (1.1) Sendo que 𝐼 é a intensidade da chuva de projeto, que nesse caso será dada em mm/h, 𝑇𝑟 é o período de retorno da chuva de projeto, em anos, e 𝑡 é a duração da chuva de projeto, obtido em minutos. Ademais, os termos 𝑎, 𝑏, 𝑐, e 𝑑 são parâmetros da equação de chuva, que dependem das características da cidade em análise. 2. Metodologia de cálculo A seguir serão listados os passos seguidos para a construção das Tabelas de 3 a 9. Sendo que, considerando que as tabelas foram feitas de forma simultânea, e com o objetivo de melhor identificar os passos utilizados para encontrar determinado valor, adotou-se o seguinte esquema de cores, ilustrado na Figura 2.1. Figura 2.1 – Passos realizados e suas respectivas cores associadas. Passo 1 Passo 2 Passo 3 Passo 4 Passo 5 Passo 6 Passo 7 Passo 8 Passo 9 Passo 10 Fonte: Autores, 2021. http://portal.ufgd.edu.br/ http://portal.ufgd.edu.br/ mailto:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Faculdade de Engenharia _____________________________________________________________________ Faculdade de Engenharia – FAEN/UFGD (067)3410-2181 E-mail:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Dourados - MS 3 Passo 1 Após o cálculo da intensidade de chuva 𝐼 para diferentes durações 𝑡, a partir da Equação 2.1, foram calculados a altura precipitada 𝑃 (𝐷, 𝑇), em milímetros, para um período de retorno de 5 anos. 𝑃 (𝐷, 𝑇) = 𝐼𝑡 60 (2.1) Note que o 60 na equação acima, possui apenas a função de converter o tempo 𝑡 de minutos para horas. Passo 2 Calcular a área de infiltração para os diâmetros de 1 m, 1,5 m, 2 m, 2,5 m, 3 m, e 3,5 m, a partir da Equação 2.3. Lembrando que 𝐴𝑖𝑛𝑓 é a área de infiltração dada em m², 𝐷 é o diâmetro, em m, 𝑃 é a profundidade do poço de infiltração, também em m e 𝐶𝑠𝑒𝑔 é o coeficiente de segurança. 𝐴𝑖𝑛𝑓 = 𝜋𝐷𝑃𝐶𝑠𝑒𝑔 (2.2) Passo 3 Calcular a vazão de infiltração 𝑄𝑖𝑛𝑓 em m³/s, conforme a Equação 2.3, em que será usado a área de infiltração 𝐴𝑖𝑛𝑓 em m², obtida no Passo 2 e o coeficiente de permeabilidade do solo 𝑘, em m/s, da Tabela 1. 𝑄𝑖𝑛𝑓 = 𝐴𝑖𝑛𝑓 𝑘 (2.3) Passo 4 Com os dados do Passo 3 (vazão de infiltração 𝑄𝑖𝑛𝑓) e a área de contribuição da Tabela 1, calcula-se o 𝑞𝑠 que é a vazão específica de saída em m/s, a partir da Equação 2.4: 𝑞𝑠 = 𝑄𝑖𝑛𝑓 𝐴𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑖𝑏𝑢𝑖çã𝑜 (2.4) http://portal.ufgd.edu.br/ http://portal.ufgd.edu.br/ mailto:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Faculdade de Engenharia _____________________________________________________________________ Faculdade de Engenharia – FAEN/UFGD (067)3410-2181 E-mail:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Dourados - MS 4 Em seguida, é necessário fazer uma mudança das unidades da vazão específica, isto é, 𝑞𝑠 será multiplicado por 60 e dividido por 10 -3 , para assim, converter sua unidade de m/s para mm/min, conforme mostrado na Equação 2.5: 𝑞𝑠 = 𝑞𝑠 [m] [s] × 60 [s] 1 [min] × 1 [mm] 10−3[ m] = 𝑞𝑠 [mm] [min] (2.5) Passo 5 Calcular a altura infiltrada ℎ𝑖𝑛𝑓 em mm, multiplicando a vazão específica 𝑞𝑠 pela duração 𝑡, conforme a Equação 2.6. ℎ𝑖𝑛𝑓 = 𝑞𝑠 𝑡 (2.6) Passo 6 Calcular a diferença de chuva no poço 𝐷𝐻 em mm, por meio da Equação 2.7, em que a altura de chuva 𝑃 (𝐷, 𝑇) é subtraída da altura infiltrada ℎ𝑖𝑛𝑓 para cada diâmetro do poço e em cada duração. 𝐷𝐻 = 𝑃 (𝐷, 𝑇) − ℎ𝑖𝑛𝑓 (2.7) Note que nas Tabelas de 4 a 9 foram calculados todos os 𝐷𝐻 possíveis e, posteriormente, a Tabela 3 foi preenchida com os 𝐷𝐻 máximos. Passo 7 Calcular o volume a ser armazenado no poço de infiltração 𝑉𝑎 em m³, valor esse obtido em função da chuva de projeto, pois, conforme a Equação 2.8, será usada a diferença de chuva no poço 𝐷𝐻 (convertida de milímetros para metros) vezes a área de contribuição em m². 𝑉𝑎 = 𝐷𝐻 𝐴𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑖𝑏𝑢𝑖çã𝑜 (2.8) Note que nas Tabelas de 4 a 9 foram calculados todos os 𝑉𝑎 possíveis e, posteriormente, a Tabela 3 foi preenchida com os 𝑉𝑎 máximos. http://portal.ufgd.edu.br/ http://portal.ufgd.edu.br/ mailto:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Faculdade de Engenharia _____________________________________________________________________ Faculdade de Engenharia – FAEN/UFGD (067)3410-2181 E-mail:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Dourados - MS 5 Passo 8 Calcular o volume disponível no poço 𝑉𝑑, em m³ por meio de sua geometria, a partir da Equação 2.9. Sendo que, 𝐷 é o diâmetro em m e 𝑃 é a profundidade do poço, também, em m. 𝑉𝑑 = 𝜋𝐷2𝑃 4 (2.9) Passo 9 Calcular o tempo de funcionamento do poço de infiltração 𝐷𝑓 em horas, obtido pela divisão entre a altura da chuva de projeto máxima, em mm e a vazão específica de saída 𝑞𝑠 em mm/min a partir da Equação 2.10. 𝐷𝑓 = 𝑃(𝐷, 𝑇)𝑚á𝑥 60𝑞𝑠 (2.10) Note que o 60 na Equação acima, possui apenas a função de converter o resultado, que daria em minutos, para horas. Passo 10 Calcular o tempo de esvaziamento de água no poço de infiltração 𝐷𝑣, em horas, a partir da Equação 2.11. Sendo que 𝐷𝐻𝑚á𝑥(𝑞𝑠, 𝑇) é a diferença de altura precipitada e infiltrada, em mm e 𝑞𝑠 é a vazão específica de saída, em mm/min. 𝐷𝑣 = 𝐷𝐻𝑚á𝑥(𝑞𝑠, 𝑇) 60𝑞𝑠 (2.11) Similar ao Passo 9, o 60 nessa equação, também, possui a função de converter o resultado, que daria em minutos, para horas. 3. Resultados A seguir seguem as Tabelas 3, 4, 5, 6, 7, 8, e 9, contendo os valores obtidos por meio da metodologia de cálculo apresentada. http://portal.ufgd.edu.br/ http://portal.ufgd.edu.br/ mailto:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Faculdade de Engenharia _____________________________________________________________________Faculdade de Engenharia – FAEN/UFGD (067)3410-2181 E-mail:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Dourados - MS 6 Fonte: Autores (2021). Fonte: Autores (2021). Fonte: Autores (2021). Fonte: Autores (2021). D (m) Ainf (m) Qinf. (m) qs (m/s) qs (mm/min) DHmáx (mm) Vamáx (m³) Vd (m³) Df (horas) Dv (horas) 1 3,93 0,00011 6,109E-07 0,036652 95,39 17,17 1,96 47,38 43,38 1,5 5,89 0,00016 9,163E-07 0,054978 90,99 16,38 4,42 31,58 27,58 2 7,85 0,00022 1,222E-06 0,073304 86,60 15,59 7,85 23,69 19,69 2,5 9,82 0,00027 1,527E-06 0,09163 82,20 14,80 12,27 18,95 14,95 3 11,78 0,00033 1,833E-06 0,109956 77,80 14,00 17,67 15,79 11,79 3,5 13,74 0,00038 2,138E-06 0,128282 73,40 13,21 24,05 13,54 9,54 Tabela 3 - Resultados obtidos para cada diâmetro Duração t (min) Intensidade 5 anos (mm/h) P (D, T) 5 anos (mm) hinf (mm) DH (mm) Va (m³) 10 169,69 28,28 0,37 27,92 5,02 20 125,60 41,87 0,73 41,14 7,40 30 101,46 50,73 1,10 49,63 8,93 60 66,98 66,98 2,20 64,78 11,66 120 42,31 84,63 4,40 80,23 14,44 180 31,93 95,79 6,60 89,19 16,05 240 26,05 104,19 8,80 95,39 17,17 Tabela 4 - Base de dados para o diâmetro de 1 m Duração t (min) Intensidade 5 anos (mm/h) P (D, T) 5 anos (mm) hinf (mm) DH (mm) Va (m³) 10 169,69 28,28 0,55 27,73 4,99 20 125,60 41,87 1,10 40,77 7,34 30 101,46 50,73 1,65 49,08 8,83 60 66,98 66,98 3,30 63,68 11,46 120 42,31 84,63 6,60 78,03 14,05 180 31,93 95,79 9,90 85,89 15,46 240 26,05 104,19 13,19 90,99 16,38 Tabela 5 - Base de dados para o diâmetro de 1,5 m Duração t (min) Intensidade 5 anos (mm/h) P (D, T) 5 anos (mm) hinf (mm) DH (mm) Va (m³) 10 169,69 28,28 0,73 27,55 4,96 20 125,60 41,87 1,47 40,40 7,27 30 101,46 50,73 2,20 48,53 8,74 60 66,98 66,98 4,40 62,59 11,27 120 42,31 84,63 8,80 75,83 13,65 180 31,93 95,79 13,19 82,59 14,87 240 26,05 104,19 17,59 86,60 15,59 Tabela 6 - Base de dados para o diâmetro de 2 m http://portal.ufgd.edu.br/ http://portal.ufgd.edu.br/ mailto:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Faculdade de Engenharia _____________________________________________________________________ Faculdade de Engenharia – FAEN/UFGD (067)3410-2181 E-mail:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Dourados - MS 7 Fonte: Autores (2021). Fonte: Autores (2021). Fonte: Autores (2021). 4. Discussões A partir de uma análise dos diâmetros da Tabela 3, nota-se que o mais adequado é o de 3 m, pois, antes desse valor os diâmetros geométricos proporcionavam volumes menores que os volumes das precipitações que deveriam ser armazenadas. Além disso, o diâmetro de 3,5 m, apesar, de ser capaz de armazenar o volume de chuva requisitado, não foi escolhido por gerar um gasto desnecessário ao projeto. Duração t (min) Intensidade 5 anos (mm/h) P (D, T) 5 anos (mm) hinf (mm) DH (mm) Va (m³) 10 169,69 28,28 0,92 27,37 4,93 20 125,60 41,87 1,83 40,04 7,21 30 101,46 50,73 2,75 47,98 8,64 60 66,98 66,98 5,50 61,49 11,07 120 42,31 84,63 11,00 73,63 13,25 180 31,93 95,79 16,49 79,30 14,27 240 26,05 104,19 21,99 82,20 14,80 Tabela 7 - Base de dados para o diâmetro de 2,5 m Duração t (min) Intensidade 5 anos (mm/h) P (D, T) 5 anos (mm) hinf (mm) DH (mm) Va (m³) 10 169,69 28,28 1,10 27,18 4,89 20 125,60 41,87 2,20 39,67 7,14 30 101,46 50,73 3,30 47,43 8,54 60 66,98 66,98 6,60 60,39 10,87 120 42,31 84,63 13,19 71,43 12,86 180 31,93 95,79 19,79 76,00 13,68 240 26,05 104,19 26,39 77,80 14,00 Tabela 8 - Base de dados para o diâmetro de 3 m Duração t (min) Intensidade 5 anos (mm/h) P (D, T) 5 anos (mm) hinf (mm) DH (mm) Va (m³) 10 169,69 28,28 1,28 27,00 4,86 20 125,60 41,87 2,57 39,30 7,07 30 101,46 50,73 3,85 46,88 8,44 60 66,98 66,98 7,70 59,29 10,67 120 42,31 84,63 15,39 69,23 12,46 180 31,93 95,79 23,09 72,70 13,09 240 26,05 104,19 30,79 73,40 13,21 Tabela 9 - Base de dados para o diâmetro de 3,5 m http://portal.ufgd.edu.br/ http://portal.ufgd.edu.br/ mailto:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Faculdade de Engenharia _____________________________________________________________________ Faculdade de Engenharia – FAEN/UFGD (067)3410-2181 E-mail:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br Dourados - MS 8 5. Referências ANGELINI SOBRINHA, L. Monitoramento e Modelagem de Um Poço de Infiltração de Águas Pluviais Construído em Escala Real. São Carlos, 2012. 149 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Urbana) – Escola de Engenharia, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2012. BAPTISTA, M; NASCIMENTO, N; BARRAUD, S. Técnicas compensatórias de drenagem urbana. 2. Ed. Porto Alegre: ABRH, 2005. BARBASSA, A.P.; ANGELINI SOBRINHA, L.; MORUZZI, R.B. (2014) Poço de infiltração para controle de enchentes na fonte: avaliação das condições de operação e manutenção. Ambiente Construído, Porto Alegre, v. 14, n. 2, p. 91-107. http://dx.doi.org/10.1590/S1678- 86212014000200007 CAMPOS, A. R. et al. Equações de intensidade de chuvas para o estado do Maranhão. Reveng. Viçosa, Minas Gerais, V. 23, n.5, Set / Out 2015. CUNHA, A. F. V. Estudo de Caso Sobre o Dimensionamento de Poços de Recarga como Alternativa de Controle de Inundações na Fonte. 2017. 103 f. Trabalho de Conclusão de Curso – UniEvangélica, Anápolis, 2017. PREFEITURA MUNICIPAL DE DOURADOS. Portal Prefeitura de Dourados. Lei Complementar nº 205, de 19 de outubro de 2012. Disponível em: <https://www.dourados.ms.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/LeiComplementar_205- 2012_Zoneamento.pdf>. Acesso em: 25 de abr. de 2021. RCN Razão Concreto Nacional. "Anéis de Concreto"; RCN Concreto. Disponível em: <https://www.rcnconcreto.com.br/produto/anel-liso>. Acesso em: 26 de abr. de 2021. SILVA, F. R. da; PIMENTEL, L. R. P. C. Avaliação do Poço de Infiltração Exigido Pelo Plano Diretor de Aparecida de Goiânia em um Lote Residencial. 2019. 14 f. Trabalho de Conclusão de Curso – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás Campus Aparecida de Goiânia, Aparecida de Goiânia, 2019. http://portal.ufgd.edu.br/ http://portal.ufgd.edu.br/ mailto:coordenacaoengcivil@ufgd.edu.br http://dx.doi.org/10.1590/S1678-86212014000200007 http://dx.doi.org/10.1590/S1678-86212014000200007 https://www.dourados.ms.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/LeiComplementar_205-2012_Zoneamento.pdf https://www.dourados.ms.gov.br/wp-content/uploads/2017/04/LeiComplementar_205-2012_Zoneamento.pdf 1 POÇO DE INFILTRAÇÃOESCALA 1:50 BRITA N° 2 P/ FACILITAR A ABSORÇÃO DAS ÁGUAS PLUVIAIS EXTRAVASOR VAI À SARJETA TAMPA DE CONCRETO TERRENO (ÁREA PERMEÁVEL) 0 , 5 0 2 , 2 0 FURO 1,9 mm P/ VENTILAÇÃO ANÉIS DE CONCRETO PRÉ MOLDADOS COM FUROS SOLO NATURAL 0,10 2,84 0,080,10 NÍVEL DO LENÇOL FREÁTICO LEGENDA: SENTIDO DO ESCOAMENTO DA PRECIPITAÇÃO QUE VEM DO TELHADO E DAS ÁREAS IMPERMEBEALIZADAS 0 , 3 0 2 , 5 0 0 , 1 0 2 , 4 0 5 , 5 0 *NOTA: OS TUBOS REPRESENTADOS POSSUEM DIÂMETROS DE 100 mm. 0,08 3,00 HIDROLOGIA BÁSICA ALEXANDRE MONGE; JANAINA NOBRE DISCIPLINA: ACADÊMICOS: A3 DIMENSIONAMENTO: POÇO DE INFILTRAÇÃO ATIVIDADE: 28/04/21 1:50 01/01 DATA: ESCALA: PRANCHA: