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Teoria Anticontratualista · Nas sociedades, é primordial a existência de um fim comum · Desenvolvimento social e produção de lucro · Tal unidade de escopo dificulta a classificação do comportamento constitutivo da empresa como categoria bilateral ou de contrato de câmbio, pois nesse caso os testamentos são o oposto e não atingem o mesmo fim. · Vários autores que se esquivaram da natureza do contrato tentaram definir a natureza jurídica do comportamento constituído por meio do comportamento unilateral, e desenvolveram teorias de comportamento coletivo e comportamento complexo. · Teoria do ato coletivo · O comportamento constitutivo da sociedade será um comportamento unilateral formado pela combinação de múltiplas vontades, que apontam na mesma direção e são visíveis em todas as direções. · Todas as vontades constituirão o comportamento do sujeito, mantendo sua individualidade e mantendo o paralelismo · Este posicionamento pode garantir que, em tal comportamento, seja possível vislumbrar uma das vontades parciais formadas pela vontade geral. · Teoria do ato complexo · Afirma que o ato constitutivo seria um ato de visão única formado pela união de vontades dirigidas ao mesmo fim, vontades que se juntam, perdendo sua individualidade · As vontades particulares permanecem juntas, mas sua individualidade é perdida para formar um ato unilateral