Logo Passei Direto
Buscar

1525975923316_Cartilha - direito das crianças e adolescentes - Oficial(1)

User badge image
Marina

em

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Título: Direitos da Criança e do Adolescente 
Faculdade: Universidade Cidade de São PauloCurso: Direito 
Reitor: Professor Dr. Luiz Henrique do Amaral 
Pró-Reitora de Graduação: Professora Dra. Amélia Maria Jarmendia SoaresProfessor Orienta-
dor: Professora Ms. Rosana Aparecida Valderano de Lima Coordenador do Curso de Direito: 
Professor Dr.Eduardo Ganymedes Costa 
Ano: 2018 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 
 
1 Capa: Disponível em:< https://br.pinterest.com>. Acesso em 15 de abril de 2018. 
 
 
 
UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CARTILHA DE DIREITOS DA 
CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SÃO PAULO 
2018 
 
 
ORGANIZADORES 
 
AMORIM, Larissa Martendal 
CAMPOS, Luana dos Santos 
CARVALHO, Jhenifer Correa de 
CARVALHO, Regiane A. Mimoso de 
FREITAS, Erica Monique S. de 
IZIDIO, Angélica de Souza 
LIMA, Rodrigo Pinheiro de 
NETO, Ailton Joaquim da Silva 
SILVA, Bruno da 
SILVA, Letícia Correia G. da 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COORDENAÇÃO 
Professora Ms. Rosana A. Valderano de Lima 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Agradecimentos, 
 
Quando se reúne uma equipe dedicada, é quase certo que os frutos valerão a pena. 
Hoje colhemos os frutos dessa dedicação. Todos os organizadores estão de parabéns e mere-
cem um sincero agradecimento pelo trabalho feito! Parabéns equipe! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1 
 
SUMÁRIO 
 
I. Apresentação ................................................................................................................................... 2 
II. Introdução ....................................................................................................................................... 3 
III. Evolução histórica ............................................................................................................................ 4 
IV. Do direito à vida e à saúde .............................................................................................................. 7 
4.1. Da Obrigação do Estado em Garantir a Saúde ......................................................................... 8 
V. Do direito à liberdade, ao respeito e a dignidade ........................................................................... 8 
5.1. Quanto aos princípios consagrados temos: ............................................................................. 9 
VI. Dos alimentos .................................................................................................................................. 9 
VII. Do direito à educação, à cultura, ao esporte e ao lazer ................................................................ 10 
VIII. Das atribuições do Conselho ......................................................................................................... 11 
8.1. Características: ....................................................................................................................... 12 
IX. Direito à proteção do trabalho e à profissionalização .................................................................. 12 
X. Da autorização para viajar ............................................................................................................. 14 
XI. Das medidas de proteção .............................................................................................................. 14 
11.1. A aplicação das medidas em relação aos pais ou responsáveis ............................................ 15 
XII. Direitos individuais da criança e do adolescente .......................................................................... 17 
XIII. Das medidas socioeducativas ........................................................................................................ 18 
XIV. Utilidade Pública ............................................................................................................................ 19 
XV. Concluindo ..................................................................................................................................... 23 
XVI. Referências bibliográficas e sites de pesquisa............................................................................... 23 
 
2 
 
I. Apresentação 
 
A presente cartilha foi elaborada como atividade acadêmica, com o objetivo de abor-
dar, desenvolver e informar os principais aspectos acerca dos direitos da criança e do adoles-
cente, sob a orientação da Prof.ª Ms. Rosana Aparecida Valderano de Lima, titular da disciplina 
de Direito de Família e Sucessões, do curso de Direito Civil IV da Universidade Cidade de São 
Paulo. 
 
 
 
 
3 
 
II. Introdução 
 
 
Ao longo dos anos, os direitos inerentes à criança e ao adolescente sofreram significa-
tivas mudanças dentro do nosso ordenamento Jurídico. 
Entretanto, o tema em análise possui uma vasta abordagem; ainda nos dias atuais, 
muitas são as dúvidas pairadas sobre esse importante assunto na composição jurídica e social, 
tendo em vista o caráter prioritário e sensível imanente a pessoa em formação. 
Ademais, a presente cartilha elencará os principais aspectos no tocante aos direitos da 
criança e do adolescente exercidos em nosso país, a legislação vigente, sua efetividade prática, 
o contexto histórico e os princípios norteadores, além de informar (dentro daquilo que se faz 
necessário saber num primeiro momento) sobre os direitos desses que são os protagonistas 
da esperança de um futuro para nossa sociedade. 
 
 
 
4 
 
III. Evolução histórica 
 
Durante muito tempo, toda atenção jurídica e social dada aos menores tinha como 
objetivo apenas o ato da correção. Em alguns momentos da história, foram tratados como 
pequenos adultos, sendo vistos apenas como objeto de subordinação sem que pudessem efe-
tivamente expressar seus direitos, ainda que durante a infância e adolescência não detenham 
plena capacidade de exercê-los. 
Vamos entender um pouco da história: 
 
Figura 12 
 
Até aqui, afeto e educação eram dispensados, o sentimento da infância não existia e 
não havia qualquer atenção especial à criança e ao adolescente. 
 
Figura 23 
 O Estado entendia assim: “Se a família não pode ou falha no cuidado e proteção do 
menor, o Estado toma para si esta função”. 4 
 
2Figura 1: Disponível em: <http://geografianovest.blogspot.com.brl>. Acesso em: 10 de abril de 2018. 
3Figura 2: Disponível em: <http://andergeo2012.blogspot.com.brl>. Acesso em 11 de abril de 2018. 
4Colunista, Portal Educação. Disponível em: <https://www.porta-leducacao.com.br>. Acesso em 10 de março de 2018. 
Existiam as Rodas dos Expostos, um cilindro de madeira 
a fim de receber crianças abandonadas.
1891
A idade mínima para trabalho foi estipulada em 12 
anos, mas ninguém respeitava.
De 1800 a 1900
Crianças e adolescentes eram inseridos no trabalho 
escravo.
1942
Foi criado o SAM, um tipo de Penitenciária para a 
população infantil.
1927
Nasce o primeiro Código de Menores, que versava apenas 
sobre menores em situação irregular. 
1919
Nasce o Comitê de Proteção da Infância.
http://geografianovest.blogspot.com.brl/
http://andergeo2012.blogspot.com.brl/
5 
 
 
 
 Figura 35 
 
 
 
 
 
Na década de 80, através de lutas e pressões sociais, vários movimentos com força 
nacional se opunham à desumana, bárbara e violenta situação dos menores pobres no Brasil, 
e cobravam do Estado uma satisfação à omissão e ineficácia das políticas sociais edas leis 
existentes. 
 
 
Figura 46 
 
 
5 Figura 3: Disponível em: < https://br.depositphotos.com>. Acesso em: 11 de abril de 2018. 
6 Figura 4: Disponível em: <http://mimoseencantodaeducacao.blogspot.com.br >. Acesso em: 07 de abril de 2018. 
 
1950
•Através da recém criada UNICEF, surge 
o primeiro projeto destinado à saúde 
da criança e da gestante.
Décadas de 
60 e 70
•SAM → FUNABEM → FEBEM
•A internação e a intitucionalização da 
criança deixam de ser prioridade. 
1979
•Revisão ao Código de Menores, com a 
tentativa de regular a proteção e 
assistência aos menores de 18 anos.
As unidades da FEBEM eram lugares 
de torturas e espancamentos aos 
menores que cometiam atos infraci-
onais. 
 
Eram cerca de 30 milhões abandonados ou 
marginalizados, como justificar que metade 
da população de crianças e adolescentes vi-
via em situação irregular? 
 
https://br.depositphotos.com/
6 
 
garantias de direitos fundamentais, com o dever dado à Família, à Sociedade e ao 
Poder Público, de protegê-las contra qualquer forma de abuso. 
 
Figura 57 
 
 
O Estatuto da Criança e do Adolescente (“ECA”, Lei 8.069 de 1990) veio regulamentar 
a proteção e a assistência, visando a proteção do desenvolvimento psicológico, físico, moral e 
social, conforme será exposto a seguir: 
 Figura 68 
 
A mais recente lei representou uma mudança de filosofia com relação ao menor. 
Desaparece a conceituação do “menor infrator”, substituída pela ideia de “proteção integral 
à criança e ao adolescente”.9 
 
7 Figura 5: Disponível em: <https://www.pinterest.pt/pin/-405112928957408669/>. Acesso em: 14 de abril de 2018. 
8 Figura 6: Disponível em: <https://pt.dreamstime.com >. Acesso em: 12 de abril de 2018. 
9 VENOSA, Silvio Salvo. Direito Civil: Família. 18ª ed. São Paulo: Atlas. São Paulo, 2018. 
Os direitos da criança e do adolescente sofre-
ram significativas mudanças nos últimos 
anos, em destaque a convenção dos direitos 
da criança promovida pela Organização das 
Nações Unidas (ONU 1989). 
 
https://www.pinterest.pt/pin/-405112928957408669/
 
7 
 
IV. Do direito à vida e à saúde 
 
Com o advento do ECA, cabe ao Estado fornecer às gestantes o atendimento pré-natal, 
perinatal e pós-natal e sempre que possível pelo mesmo médico. Nesses atendimentos, estão 
incluídas a assistência às gestantes privadas de liberdade e às mães que desejam entregar seus 
filhos para adoção. 
Figura 710 
 
 
É dever do hospital onde o bebê nasceu, manter registro das atividades desenvolvidas, 
através: 
 
 
Figura 811 
 
 
Imagem 912 
 
10 Figura 7: Disponível em: <https://pt.pngtree.com>. Acesso em: 13 de abril de 2018. 
11 Figura 8: Disponível em: <http://www.dicasdemae.com.br>. Acesso em 11 de abril de 2018. 
12 Figura 9: Disponível em: <https://cardapiopedagogico.blogspot.com.br>. Acesso em: 15 de abril de 2018. 
• é aquele realizado durante os nove 
meses da gestação.Pré-natal
• é referente ao período 
imediatamente anterior e posterior ao 
parto.
Perinatal
Prontuários 
individuais, pelo prazo 
de dezoito anos.
Identificação do 
recém-nascido com o 
registro de sua 
impressão plantar e 
digital e da impressão 
digital da mãe.
Proceder a exames 
visando o diagnóstico 
e tratamento de 
anormalidades do 
recém-nascido. 
Teste do pezinho: utilizado para identificar nos primeiros momentos 
de vida alguma doença.
https://pt.pngtree.com/freepng/pregnant-woman_-2696993-.html
http://www.dicasdemae.com.br/2010-/04/registre-as-pegadas-e-maos-do-bebe/
https://cardapiopedagogico.blogspot.com.br/
 
8 
 
4.1. Da Obrigação do Estado em Garantir a Saúde 
 
O Estado tornou-se obrigado a promover atendimento às crianças e aos adolescentes, 
por intermédio da rede pública, garantindo através do SUS o melhor cuidado a esses 
indivíduos, conservando o direito de recuperar a saúde. 
Figuras 10, 11 e 12. 13 
 
 
Outro aspecto importante em relação à saúde é o dever de proporcionar condições 
para permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável nos casos de internação. 
V. Do direito à liberdade, ao respeito e a dignidade 
 
Todos devem contribuir e assegurar que a criança tenha resguardado sua liberdade, 
respeito e dignidade. 
 
 Figura 1314
 
13 Figura 10: Disponível em:< https://br.depositphotos.com>. Acesso em 14 de abril de 2018. 
 Figura 11: Disponível em: < http://www.capaciteca.com.br>. Acesso em 14 de abril de 2018. 
 Figura 12: Disponível em: <http://esturdio.blogspot.com.br>. Acesso em 14 de abril de 2018. 
14 Figura 13: Disponível em: <https://renasceraos40.blogs.sapo.pt/dia-da-crianca>. Acesso em 14 de abril de 2018. 
Garantir atendimento de 
Saúde Bucal.
Garantir Atendimento 
médico adequado, de saúde 
física e mental e dar auxílio 
específico aos portadores de 
necessidades especiais. 
Garantir o acesso às vacinas 
obrigatórias determinadas 
pelas autoridades sanitárias. 
Deveres do Estado 
https://br.depositphotos.com-/106421134/stock-illustration-doctor-checking-child-tooth.html
http://www.capaciteca.com.br-/2011/04/falta-de-atendimento-medico-em-crianca.html
http://esturdio.blogspot.com.br/2009/05/vacina-contra-gripe-para-criancas.html
https://renasceraos40.blogs.sapo.pt/dia-da-crianca
 
9 
 
5.1. Quanto aos princípios consagrados temos: 
 
 
VI. Dos alimentos 
 
Alimentos são prestações periódicas, em regra mensais, 
destinadas a garantir a sobrevivência daquele que necessita e 
que não tem condições de suprir a si próprio. 
 
Figura 1415 
 
 
15 Figura 14: Disponível em: <http://www.nacaojuridica.com.br>. Acesso em: 15 de abril de 2018. 
 
LIBERDADE
• Ir, vir e permanecer; 
• Opinião e expressão;
• Brincar, praticar esportes e 
divertir-se;
• Participar da vida pública e 
comunitária.
RESPEITO
• Não violação da integridade 
física, psíquica e moral.
DIGNIDADE
• Preservação da imagem, da 
identidade, da autonomia dos 
valores e crença e dos 
espaços e objetos pessoais. 
• A partir do nascimento do filho, com o registro em certidão
de nascimento. Automaticamente a criança deverá receber
pensão alimentícia, pois sua necessidade é presumida.
O alimento é devido
• Constituir advogado particular ou defensor público, o qual
irá distribuir uma ação judicial de alimentos em favor de
quem deve receber.
Procedimento para 
receber pensão 
alimentícia
http://www.nacaojuridica.com.br/2015/07/lei-garante-protecao-ao-patrimonio-do.html
 
10 
 
O é devido pensão alimentícia ao filho 
 
 
VII. Do direito à educação, à cultura, ao esporte e ao lazer 
 
A educação, a cultura, o esporte e o lazer contribuem efetivamente para a formação 
de uma base sólida. 
 
 
 Figura 1516 
 
 
16 Figura 15: Disponível em:< http://blogpensamentolivre.com.br>. Acesso em: 17 de abril de 2018. 
 
• Por se tratar de matéria alimentar, de subsistência, a
prestação deverá ser feita mesmo que o alimentante estiver
desempregado.
Quem está 
desempregado também 
deve pagar pensão
• Em regra entende-se que esta necessidade cessa com a
maioridade, estudando em instituição de ensino superior ou
curso profissionalizante e, a depender do valor da pensãopara o
sustento, a obrigação de pagar será expandida até o final do
curso.
Término da obrigação de 
pagar pensão alimentícia
• Tanto avós paternos quanto maternos são responsáveis pelo
pagamento de pensão alimentícia dos netos quando
estiverem esgotados os meios de cobrança aos pais.
Os avós também podem 
ser obrigados a pagar 
pensão para os netos
• Se a pessoa se negar a pagar pensão alimentícia determinada
por sentença judicial, é preciso comunicar ao advogado para que
seja proposta uma ação de execução de alimentos. É possível
penhorar os bens do devedor, protestá-lo ou mesmo ocorrer a
prisão.
Negar o pagamento de 
pensão alimentícia
• Há possibilidade da mulher gestante requerer alimentos que se
destinam a cobrir as despesas adicionais do período da gravidez
e que sejam dela decorrentes, inclusive as referentes à
alimentação especial, assistência médica e psicológica, exames
complementares, além de outras que o juiz considere cabíveis.
Alimentos gravídicos e 
quando são cabíveis
A criança tem o direito à vaga em escola 
pública ou de ensino fundamental mais 
próximo de sua residência, a partir do dia 
em que completar 4 anos de idade (Lei nº 
11.700, de 2008). 
 
http://blogpensamentolivre.com.br-/2015-/10/12/o-poder-do-desenho-infantil-na-educacao-das-criancas/
 
11 
 
 
 Contudo, dentro desse contexto, as violações mais frequentes ao direito à educação, 
cultura, esporte e ao lazer são: 
 
 
Sintetizando: 
 
VIII. Das atribuições do Conselho 
 
O Conselho Tutelar tem a finalidade de zelar pelos direitos da criança e do adolescente, 
como também deve receber e aconselhar pais ou responsáveis para o fortalecimento dos la-
ços familiares.Falta de creche ou pré-
escola para criança entre 
0 a 6 anos.
Ausência de merenda 
escolar, professores, falta 
de segurança e material 
didático. 
A falta de vagas em 
escolas de ensino 
fundamental e ensino 
médio.
Ausência de equipamento 
de cultura, esporte e lazer 
e falta de segurança nos 
locais destinados à 
cultura, esporte e lazer. 
Punições abusivas, 
expulsões indevidas e 
constrangimento de 
qualquer espécie.
Ausência ou impedimento 
de acesso a meios de 
transporte, impedimento 
de acesso a escola. 
•Fornecer educação 
de qualidade e 
gratuita para 
crianças de 0 a 17 
anos.
Estado
•Desenvolvimento da 
criança e do 
adolescente.
•Exercício da cidadania 
e qualificação do 
trabalho.
Educação
•Órgão responsável 
por zelar pelo 
cumprimento dos 
Direitos das 
crianças e dos 
adolescentes.
Conselho 
Tutelar
 
12 
 
8.1. Características: 
 
 
 
 
O Conselho Tutelar deverá ser acionado sempre que se perceba abuso ou situações de 
risco contra a criança e/ou adolescente. Por exemplo, em casos de violência física e/ou emo-
cional. 
 
 Figura 1617 
 
 
 
 
 
 
 
IX. Direito à proteção do trabalho e à profissionalização 
 
O direito à profissionalização e ao trabalho garantido ao menor requer um cuidado 
profundo. Diante do contexto histórico e social já elencados no início dessa cartilha, a lei 
 
17 Figura 16: Disponível em: <http://galeria.colorir.com >. Acesso em: 14 de abril de 2018. 
 
Lei
• Deve ser estabelecido 
por lei municipal que 
determine seu 
funcionamento.
Membros
• Formado por membros 
eleitos pela comunidade 
para mandato de três 
anos.
Autonomia
• Possui autonomia 
funcional, ou seja, não é 
subordinado a nenhum 
órgão estatal.
Essa atribuição é do Juízo 
da Infância e da Juventude! 
 
Não cabe ao 
Conselho Tute-
lar a aplicação 
de medida só-
cio educativa. 
Fique 
sabendo... 
 
13 
 
estabelece limites ao Estado, pais e responsáveis e coletividade no tocante a participação do 
menor na vida profissonal. 
Assim, para melhor elucidação do que estabelece a legislação, temos: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quem expuser o menor a trabalho fora do estabelecido na lei, está cometendo violenta 
transgressão à lei e aos direitos da criança e do adolescente, estando sujeito a sanções penais, 
cíveis e administrativas. 
Fica a dica! 
 
 Figura 1718 
 
18 Figura 17: Disponível em: < http://www.chegadetrabalhoinfantil.org.br>. Acesso em: 11 de abril de 2018. 
Criança com me-
nos de 14 anos 
não pode traba-
lhar. 
O horário de trabalho e a 
atividade exercida não 
pode atrapalhar o desem-
penho escolar do adoles-
cente. 
O jovem aprendiz 
tem assegurado to-
dos os direitos traba-
lhistas e previdenciá-
rios. 
O menor poderá integrar o 
mercado de trabalho. 
A partir de 14 anos na 
condição de jovem 
aprendiz. 
Fiquem espertos 
http://www.chegadetrabalhoinfantil.org.br/boas-praticas/experiencias/gibi-ilustra-estatuto-da-crianca-e-do-adolescente-de-forma-simples-e-divertida
 
14 
 
X. Da autorização para viajar 
Figura 1819 
 
Viajar faz parte das experiências vividas na vida de qualquer 
pessoa, inclusive da criança e do adolescente, e contribui 
diretamente para sua evolução, social, moral e afetiva, além de 
proporcionar o contato com a cultura e com o lazer. 
 
10.1. Os Cuidados necessários na hora de viajar 
 
 
XI. Das medidas de proteção 
 
Figura 1920 
Medidas de proteção são mecanismos criados pelo 
Estatuto (ECA), que visam assegurar os direitos da criança e 
adolescente contra lesões sofridas ou inércia da sociedade, 
do Estado, dos pais ou responsável, ou até mesmo dos seus 
próprios atos. 
 
 
19 Figura 18: Disponível em: <http://www.olaserragaucha.com.br>. Acesso em: 14 de abril de 2018. 
20 Figura 19: Disponível em: <http://www.canalkids.com.br>.Acesso em: 14 de abril de 2018. 
 
Viagens nacionais 
Necessário autorização para 
menores de 12 anos que forem 
viajar desacompanhados, ou na 
companhia de pessoas que não 
sejam seus parentes até o terceiro 
grau.
Não precisará de autorização 
judicial para viajar, 
desacompanhados dos pais, quando 
a viagem for entre cidades 
próximas, da mesma região 
metropolitana, e estiver 
acompanhados pelos avós, irmãos, 
tios ou primos e estes forem 
maiores de idade.
Viagens 
internacionais
Necessário autorização judicial 
para a criança e adolescente, 
inclusive nos casos de viagem do 
menor nascido no Brasil em 
companhia de estrangeiro 
residente e domiciliado fora do 
país.
Exceções a regra, a primeira é 
quando a criança ou adolescente 
estiver viajando acompanhada dos 
pais ou responsáveis legais, e a 
segunda ocorre quando estiver 
viajando com somente um dos pais, 
com autorização expressa do outro, 
através de documento com firma 
reconhecida.
http://www.olaserragaucha.com.br-/blogs-/coisas-de-gente-miuda/4189/Viajando-com-miudinhos.html
http://www.canalkids.com.br/unicef/declaracao.htm
 
15 
 
A sua aplicação dependerá do caso concreto, ou seja: 
 
Compete ao Conselho Tutelar, Ministério Público e ao Juiz da Vara da Infância e da 
Juventude a aplicação das medidas protetivas. 
 
11.1. A aplicação das medidas em relação aos pais ou responsáveis 
 
Aos pais ou responsáveis é atribuído o poder familiar que é exercido sobre o filho ou 
aquele que esteja sobre sua guarda ou tutela. Em outras palavras, é dever dos pais ou 
responsável garantir uma vida digna ao seu filho ou àquele que esteja sobre sua 
responsabilidade, previsto pelo próprio Estatuto a aplicação das seguintes medidas: 
 
 
Medidas 
Protetivas
Encaminhamento aos 
pais ou responsáveis
Matrícula e 
frequência 
obrigatórias em 
estabelecimento 
oficial de ensino 
fundamental
Serviços e programas 
de proteção, apoio e 
promoção da família, 
da criança e do 
adolescente
Tratamento 
médico, 
psicológico ou 
psiquiátrico.
Programa de 
auxílio, orientação 
e tratamento a 
alcoólatras, 
toxicômanos.
Acolhimento 
Institucional
Inclusão em 
programa de 
acolhimento 
familiar
Colocação em 
família 
substituta 
 
16 
 
 
 
Nos casos de inobservância do que preceitua esse capítulo da legislação, os pais ou 
responsáveis estão sujeitos a: 
 
 
 
Atribuições dos pais ou 
responsáveis 
Encaminhamento a serviços e programas oficiais ou 
comunitários de proteção, apoio e promoção da família.
Inclusão em programa oficial ou comunitário de 
auxílio, orientação e tratamento a alcoólatras e 
toxicômanos.
Encaminhamento a tratamento psicológico ou 
psiquiátrico.
Obrigação de encaminhar a criança ou adolescente a 
tratamento especializado.
Obrigação de matricular o filho ou pupilo e acompanhar 
sua frequência e aproveitamento escolar.
Encaminhamento a cursos ou programas de orientação.
• Advertência. 
• Perda da guarda. 
• Destituição da tutela. 
• Suspensão ou destituição 
do poder familiar. 
 
Essas medidas somente 
poderão ser aplicadas 
através de processo 
judicial, respeitando o 
direito da ampla defesa 
e do contraditório. 
 
 
17 
 
XII. Direitos individuais da criança e do adolescente 
 
Sempre que um menor de 18 (dezoito) anos praticar conduta descrita no Código Penal 
ou na Lei das Contravenções Penais, por conta da ausência de capacidade plena, a legislação 
entende que ocorre a prática de “ato infracional”, sujeito às medidas descritas no Estatuto da 
Criança e do Adolescente (e não de “crime”). 
 
 
Após a apreensão, a autoridade competente deverá se atentar aos que estabelece a 
legislação. 
 Figura 202121 Figura 20: Disponível em: <https://daniloandreato.files.wordpress.com >. Acesso em: 14 de abril de 2017. 
 
Após a apreensão do menor, 
a autoridade judiciária 
competente deve ser 
comunicada, bem como a 
família do apreendido ou a 
pessoa por ele indicada.
Criança e adolescente 
não comete crime e sim 
ato infracional. 
A partir da comunicação a 
autoridade judiciária, será 
analisada a possibilidade 
de liberação do menor. 
A duração do 
procedimento de 
apreensão não pode 
ultrapassar o prazo de 45 
dias se adotada antes da 
sentença. É uma medida 
excepcional.
 IMPORTANTE! 
 
Flagrante
Ordem escrita e 
fundamentada 
da autoridade
Apreensão do 
menor 
 
18 
 
 
XIII. Das medidas socioeducativas 
Figura 2122 
 
São medidas tomadas como consequência para 
adolescentes que venham a cometer atos inflacionais. 
Sua finalidade é buscar a reabilitação do menor, 
sendo elas: 
 
 
 
 
 
22 Figura 21: Disponível em: <https://www12.senado.leg.br>. Acesso em: 14 de abril de 2018. 
 
• Repreensão verbal por parte do juiz. Essa medida 
somente é aplicada para menores sem passagem 
anterior no sistema judicial.
Advertência
• Reparação de danos devidos a um ato infracional 
com reflexos patrimonial/material.
Reparar danos
• Prestações comunitárias por período que não 
poderá exceder a seis meses, desenvolvendo 
atividades junto a hospitais, escolas e entidades. 
Serviço à comunidade
• Acompanhamento supervisionado sem privação da 
liberdade, nesse regime deverão ser avaliados a 
frequência escolar, inserção no mercado de 
trabalho, além de prestar relatórios.
Liberdade assistida
• É um regime intermediário entre a privação de 
liberdade e liberdade assistida. Semi-liberdade
• Há o afastamento do convívio social e a privação da 
liberdade. O período máximo atribuído a esse regime 
é de 3 (três anos). 
Fechado
https://www12.senado.leg.br/cidadania/edicoes-/218/as-medidas-socioeducativas
 
19 
 
 
XIV. Utilidade Pública 
Figura 2223 
 
Para garantir que os direitos não sejam ameaçados e violados, existem políticas 
públicas em todas as esferas do governo: 
Buscando atendimento: Recomenda-se o CNRVV – Centro Nacional de Referência às Vítimas 
de Violência, do Instituto Sedes Sapientiae para solicitar auxílio. 
http://sedes.org.br. 
Disque Direitos Humanos: ligue 100: Este é o número da Secretaria de Direitos Humanos que 
recebe denúncias de forma rápida e anônima e encaminha o assunto aos órgãos competentes 
em até 24 horas. 
Delegacias Especializadas: Em diversas cidades do País existem delegacias especializadas em 
crimes contra crianças e adolescentes. Http://portal.mj.gov.br. 
Figura 2324 
 
 
23Figura 22: Disponível em: < http://www.blogdaverdade.com.br>. Acesso em: 15 de abril de 2018. 
24 Figura 23: Disponível em:< https://pt.pngtree.com>. Acesso em 17 de abril de 2018. 
 
http://portal.mj.gov.br/sedh/rndh/c&a.html
http://www.blogdaverdade.com.br-/blog-/?p=-23953
https://pt.pngtree.com/freepng/cartoonquestion-mark-and-exclamation-mark-expression_3479259.html
 
20 
 
 
 
 
 
Figura 2425 Figura 2526 
 
Ministério Público: O Ministério Público é o órgão responsável por fiscalizar o cumprimento 
da lei e defender os interesses sociais e individuais. Em relação a infância e juventude, o 
Ministério Público de todo Estado conta com um Centro de Apoio Operacional (CAO). 
Polícia Militar: O 190 é o telefone da Policia Militar, para ações emergenciais. 
Crimes contra os direitos humanos na internet: A Safernet é uma organização social que 
recebe denúncias de crimes que acontecem contra os direitos humanos na internet, incluindo 
pornografia infantil e tráfico de pessoas. 
Aplicativo com números e endereços de instituições do Sistema de Garantia de Direitos: O 
Proteja Brasil é um aplicativo para smartphones e tablets criado para facilitar denúncias de 
violência contra crianças e adolescentes. 
123 Alô: a voz da criança e do adolescente é um serviço que permite que você seja ouvido 
quando quiser dizer o que sente e o que pensa.27 
 
 
 
 
25Figura 24: Disponível em: <https://www.pinterest.pt/pin/405112928957408669/> Acesso em 13 de abril de 2018. 
26 Figura 25: Disponível em:< http://www.jornaldasaude.com.br> Acesso em 10 de maio de 2018. 
27 Disponível em: http://www.childhood.org.br/como-agir. Acesso em 07 de abril de 2018. 
http://www.childhood.org.br/como-agir.
 
21 
 
XV. Concluindo 
 
Os Direito nascem no berço de casa, com os cuidados necessários, orientações e afeto 
adquiridos desde o nascimento, as crianças e os adolescentes serão a base para a transforma-
ção desse pequeno cidadão em um ser dotado de capacidade e senso de dignidade, refletindo 
em uma sociedade com aspectos de igualdades. 
Figura 2628 
 
28 Figura 26: PNGTREE. Disponível em:< https://pt.pngtree.com>. Acesso em 19 de abril de 2018. 
https://pt.pngtree.com/freepng/environmental-protection_1891966.html
 
22 
 
XVI. Referências bibliográficas e sites de pesquisa 
 
Autores: 
DIGIÁCOMO, Murilo José; DIGIÁCOMO, Ideara de Amorim. Estatuto da Criança e do Adolescente Anotado e Interpretado. 
GONÇALVES, Carlos Roberto. Direito Civil Esquematizado. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2016. 
LENZA, Pedro. Direito Constitucional Esquematizado. 20ª ed. São Paulo: Saraiva, 2016. 
NUCCI, Guilherme de Souza. Manual de Direito Penal. 12ª ed. São Paulo: Atlas, 2015. 
MACIEL, Kátia Regina F. L. Andrade. Curso de Direito da Criança e do Adolescente: Aspectos Teóricos e Práticos. 3ª ed. São 
Paulo: Saraiva, 2015. 
VENOSA, Sílvio Salvo. Direito Civil: Família. 18ª ed. São Paulo: Atlas, 2018. 
 
Legislação ou normas: 
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 
1988. 
BRASIL. ECA. Estatuto da Criança e do Adolescente. Brasília, DF: Senado, 1990. 
BRASIL. Sinase. Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo. Brasília, DF: Senado, 2012. 
 
Referências bibliográficas eletrônicas: (sites de pesquisas) 
CHILDHOOD. Saiba como o ECA mudou o cenário da infância no país. Disponível em: <http://www.childhood.org.br >. 
Acesso em 17 de março de 2018. 
CHILDHOOD. Como agir. Disponível em: < http://www.childhood.org.br >. Acesso em: 07 de abril de 2018. 
DIREITOCOM.COM. Da Prática de Ato Infracional, Dos Direitos Individuais. Disponível em:<https://ww-w.direitocom.com>. 
Acesso em: 10 de março de 2018. 
FUNDAÇÃO CASA. A Fundação – História. Disponível em: http://www.fundacaocasa-.sp.gov.br>. Acesso em 26 de março de 
2018. 
JUSBRASIL. Dos direitos individuais da criança e do adolescente. Da liberdade assistida e internação. Disponível em: 
<https://jusbrasil.com.br>. Acesso em: 10 de março de 2018. 
OLIVEIRA, Thalissa Corrêa de. Evolução Histórica dos direitos da criança e do adolescente com ênfase no ordenamento jurí-
dico brasileiro. Disponível em: < http://faa.edu.br>. Acesso em: 10 de março de 2018. 
PORTAL EDUCAÇÃO. Gestão Democrática – O anti-Taylor. Disponível em: <https://-www-.porta-leducacao.com.br>. Acesso 
em: 10 de março de 2018. 
SENADO FEDERAL. Especial cidadania. Policial deve proteger os menores de idade. Disponível em: <https://www.se-
nado.gov.br>. Acesso em: 10 de março de 2018. 
SILVEIRA, Mayra. Os Caminhos da Infância. Disponível em: <https://jus.com.br>. Acesso em 24 de março de 2018. 
UNICEF BRASIL. Convenção sobre os Direitos da Criança.Disponível em:< https://www.unicef.org>. Acesso em: 03 de março 
de 2018. 
VILAS-BÔAS, Renata Malta. Compreendendo a criança como sujeito de direito: a evolução histórica de um pensamento. 
Disponível em: <http://www.ambito-juridico.com.br>. Acesso em: 24 de março de 2018. 
https://ww-w.direitocom.com/
http://www.fundacaocasa-.sp.gov.br/-View.aspx?title=a-fundacaohistoria&d=83
https://jusbrasil.com.br/
http://faa.edu.br/revistas/docs/RID/2013/RID-_2013_24.pdf
https://-www-.porta-leducacao.com.br/
https://www.senado.gov.br/noticias/jornal/cidadania/Policialprotegermenores/not002.htm
https://www.senado.gov.br/noticias/jornal/cidadania/Policialprotegermenores/not002.htm
https://jus.com.br/artigos/28271/os-caminhos-da-infancia
https://www.unicef.org/-brazil/pt/resources_10120.htm
http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revis-ta-_artigos_leitura&artigo_id=11583
 
23 
 
 
Figuras ilustrativas: 
Figura de capa: PINTEREST. Disponível em:< https://br.pinterest.com>. Acesso em 15 de abril de 2018. 
Figura 1: GEOGRAFIA HOJE. Disponível em: <http://geografianovest.blogspot.com.br>. Acesso em: 10 de abril de 2018. 
Figura 2: GEOGRAFIA PARA TODOS. Disponível em: <http://andergeo2012.blogspot.com.br>. Acesso em 11 de abril de 
2018. 
Figura 3: DEPOSITPHOTOS. Disponível em: < https://br.depositphotos.com>. Acesso em: 11 de abril de 2018. 
Figura 4: MIMOS E ENCANTOS DA EDUCAÇÃO. Disponível em: <http://mimoseencantodaeducacao.blogspo-t.com.br>. 
Acesso em: 07 de abril de 2018. 
Imagem 5: PINTEREST. Disponível em: <https://www.pinterest.pt/pin/-40511292-895740866-9/>. Acesso em: 14 de abril de 
2018. 
Figura 6: DREAMSTIMES. Disponível em: <https://pt.dreamstime.com >. Acesso em: 12 de abril de 2018. 
Figura 7: PNGTREE. Disponível em: <https://pt.pngtree.com>. Acesso em: 13 de abril de 2018. 
Figura 8: DICAS DE MÃE. Disponível em: <http://www.dicasdemae.com.br>. Acesso em 11 de abril de 2018. 
Figura 9: CARDAPIO PEDAGÓGICO. Disponível em: <https://cardapiopedagogico.blogspot.com.br>. Acesso em: 15 de abril 
de 2018. 
Figura 10: DEPOSITPHOTOS. Disponível em:< https://br.depositphotos.com>. Acesso em 14 de abril de 2018. 
Figura 11: CAPACITECA. Disponível em: < http://www.capaciteca.com.br>. Acesso em 14 de abril de 2018. 
Figura 12: ESTÚRDIO BLOG’S NEW. Disponível em: <http://esturdio.blogspot.com.br>. Acesso em 14 de abril de 2018. 
Figura 13: RENASCER AOS 40. Disponível em: <https://renasceraos40.blogs.sapo.pt/dia-da-crianca-1019965>. Acesso em 14 
de abril de 2018. 
Figura 14: NAÇÃO JURÍDICA. Disponível em: <http://www.nacaojuridica.com.br>. Acesso em: 15 de abril de 2018. 
Figura 15: BLOG PENSAMENTO LIVRE. Disponível em:< http://blogpensamentolivre.com.br>. Acesso em: 17 de abril de 
2018. 
Figura 16: COLORIR.COM. Disponível em: <http://galeria.colorir.com >. Acesso em: 14 de abril de 2018. 
Figura 17: REDE PETECA. Disponível em: < http://www.chegadetrabalhoinfantil.org.br>. Acesso em: 11 de abril 
de 2018. 
Figura 18: COISAS DE GENTE MIÚDA. Disponível em: <http://www.olaserragaucha.com.br>. Acesso em: 14 de 
abril de 2018. 
Figura 19: CANALKIDS. Disponível em: <http://www.canalkids.com.br>. Acesso em: 14 de abril de 2018. 
Figura 20: DANILO ANDREATO. Disponível em: <https://daniloandreato.files.wordpress.com >. Acesso em: 14 
de abril de 2017. 
Figura 21: SENADO FEDERAL. Disponível em: <https://www12.senado.leg.br>. Acesso em: 14 de abril de 2018. 
Figura 22: BLOG DA VERDADE. Disponível em: < http://www.blogdaverdade.com.br>. Acesso em: 15 de abril de 
2018. 
Figura 23: PNGTREE. Disponível em: < https://pt.pngtree.com>. Acesso em 17 de abril de 2018. 
Figura 24: DOUNDCLOUD, Disponível em: <https://www.pinterest.pt/pin/405112928957408-669/> Acesso em 
13 de abril de 2018. 
Figura 25: Disponível em:< http://www.jornaldasaude.com.br> Acesso em 10 de maio de 2018. 
Figura 26: PNGTREE. Disponível em:<https://pt.pngtree.com>. Acesso em 19 de abril de 2018. 
https://br.pinterest.com/pin/12877-4870576064553/
http://geografianovest.blogspot.com.br/2012/07/trabalho-infantil-em-charges.html%20-%20dia%2010/04/2018%2013:18
http://andergeo2012.blogspot.com.br-/2013/07/trabalho-infantil-em-charges.html
https://br.depositphotos.com/-99333500/stock-illustration-cartoon-boy-thinking.html
http://mimoseencantodaeducacao.blogspo-t.com.br/
https://www.pinterest.pt/pin/-40511292-895740866-9/
https://pt.pngtree.com/freepng/pregnant-woman_-2696993-.html
http://www.dicasdemae.com.br/2010-/04/registre-as-pegadas-e-maos-do-bebe/
https://cardapiopedagogico.blogspot.com.br-/2013/10/eca-estatuto-da-crianca-e-do.html?m=1
https://br.depositphotos.com-/106421134/stock-illustration-doctor-checking-child-tooth.html
http://www.capaciteca.com.br-/2011/04/falta-de-atendimento-medico-em-crianca.html
http://esturdio.blogspot.com.br/2009/05/vacina-contra-gripe-para-criancas.html
https://renasceraos40.blogs.sapo.pt/dia-da-crianca-1019965
http://www.nacaojuridica.com.br/2015/07/lei-garante-protecao-ao-patrimonio-do.html
http://blogpensamentolivre.com.br/
http://www.chegadetrabalhoinfantil.org.br/boas-praticas/experiencias/gibi-ilustra-estatuto-da-crianca-e-do-adolescente-de-forma-simples-e-divertida
http://www.olaserragaucha.com.br-/blogs-/coisas-de-gente-miuda/4189/Viajando-com-miudinhos.html
http://www.canalkids.com.br/unicef/declaracao.htm
https://www12.senado.leg.br/cidadania/edicoes-/218/as-medidas-socioeducativas
http://www.blogdaverdade.com.br-/blog-/?p=-23953
https://pt.pngtree.com/freepng/cartoonquestion-mark-and-exclamation-mark-expression_3479259.html
https://pt.pngtree.com/freepng/environmental-protection_189196-6.html
 
23

Mais conteúdos dessa disciplina