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Varíola bovina @futuradrathaina • Introdução e sintomatologia A varíola bovina é uma enfermidade contagiosa, causada pelo Cowpox vírus que se caracteriza por lesões principalmente nas tetas e úbere das vacas, caracterizada pele o aparecimento de lesões ulceradas ou em crostas, sendo que quando atingem a pele observa-se o desenvolvimento de eritema cutâneo que se inicia no aparecimento de pequenas manchas, as quais evoluem para vesículas, podendo ulcerar, que terminam por cicatrizar por dentro de 15 a 20 dias. Nos seres humanos ocorre a presença de feridas, algumas com pus, nas mãos, antebraços, nariz e boca. Podem apresentar febre, dor, mal estar e aumento de gânglios linfáticos. Transmissão A transmissão ocorre principalmente pelas mãos dos ordenhadores ou equipamentos de ordenha, entre fazendas a doença é transmitida por introdução dos animais doentes no rebanho e ordenhadores por ordenharem outros animais que estão doentes em outras fazendas. Sendo que alguns autores relatam que roedores silvestres podem servir de reservatório para doença. VARÍOLA BOVINA! QUEDA NA PRODUÇAO DO LEITE QUE PODE OCORRER INFECÇÃO SECUNDÁRIA. Varíola bovina e a criação da vacina para a varíola Humana Em 1796, o médico inglês Edward Jenner retirou pequena quantidade de sangue das mãos de uma camponesa e inoculou em um garoto de oito anos e com o tempo constatou-se que aquela criança se tornou imune para a varíola humana. Esse experimento foi feito quando o pesquisador observou que pessoas infectadas por varíola bovina, nunca manifestavam varíola humana, estava descoberta a vacina. ZOONOSE. A transmissão dos animais aos seres humanos ocorre através do contato com as lesões presentes nas tetas dos animais doentes. No homem as lesões são semelhantes às descritas para os bovinos, localizadas principalmente nas mãos e mais raramente nos braços e antebraços Diagnóstico: Deve ser realizado em associação com os achados clínicos, histórico e anamnese, sendo sempre associado com o diagnóstico laboratorial para confirmação definitiva. O diaganóstico laboratorial pode ser realizado a partir do isolamento viral, microscopia eletronia e sorologia. Controle e prevenção: Entre as medidas de controle que devem ser adotadas, destaca-se a separação dos animais doentes, linha de ordenha e higiene da ordenha. Iodo glicerinado deve ser utilizado nas lesões, que devem ser mantidas sempre limpas. O uso de luvas de borracha antiderrapante deve ser incentivado. A desinfecção das mãos do ordenhador entre vacas ordenhadas deve ser feita, Fontes: site da secretária de saúde, site beefpoint, relato de caso de varíola bovina faculdade cidade de Coromandel.