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Direto/Dígito digital: posiciona os dedos no local e bate com os outros dedos em cima. Indireto: usa martelo plessimétrico e plessímetro Superficial ou topográfica: bater bem superficial para saber se o órgão está no lugar certo ou não. Profunda: conclui onde o órgão está, mas vê se tem uma alteração do som Som mate, maciço ou femoral - lugares sem ar, como músculo e fígado. Som claro - com ar, como o pulmão Som timpânico - precisa de gás, quando tem como por exemplo no timpanismo Som sub-mate - mistura de ar com maciço, como pegar o final do pulmão com um pouco do fígago - interseção. O aparelho digestório, é uma mistura de mate com timpânico. É a análise do ruído produzido. Nos provocamos o ruído para ver se o local está normal ou não. Cada órgãos, local tem o seu próprio. Pode ser provado por: Tipos de ruídos: Tuberculose; Raiva. Sangue; Urina; Fezes; Exsudato; Tansudato. Física: palpação, percussão, auscultação, etc.. Funcional - quero saber se o órgão está funcionando. Ex: eletrocardiograma. Experimental: Dar por exemplo uma substância para ver se o fígado está ok - ex: santonia- fígado Fase semiotécnica - exploração Clínica Propedêutica - reúne e integra os dados clínicos colhidos, para formar a base do diagnóstico e do prognóstico Semiogênese - procura explicar o mecanismo de formação dos sinais os sintomas. O porquê isso está acontecendo. Mucosas; Olho; Pele; Dentes; Tem ou não secreções; Modo que está andando, parado, correndo; Magro, obeso, triste.. Inspeção Direta - apenas com o seu olhar Inspeção indireta - por aparelhos, como: radiologia, otoscópio, oftalmoscópio e outros. É o que é visto, com o olho. O que o animal tem? O que ele está fazendo? Como ele está? - diferentes partes do corpo. Objetivo: Tosse, sopros... Subjetivo: Claudicação por dor... Anatômico: Hepatomegalia... Funcional: Poliúria... Reflexos: Reflexo patelar... Fenômeno anormal, orgânico ou funcional, por onde as doenças se revelam. É o que é visto, percebido. Consistência: duro, mole, pastosa, flutuante ou elástica. Sensibilidade: hiperestesia ou hipoestesia - Dor ou não. Mobilidade: aderido ou deslizante. Temperatura local: inflamado ou não. Palpar os linfonodos! Palpação dos casco com a pinça. Exame com as mãos ou ponta dos dedos, é toque, a palpação. Tem que ser avaliado: Do abcesso; Do peritônio; Do rúmen; Do tórax... É puncionar qualquer lugar que você quer, precisa explorar. Para fazer citologia, se tem líquido, se é duro e etc. Exemplos: Cetose; Miiase; Infecção Pode ser usado como MEC, mas não fecha o diagnóstico. Exemplos de olfatos: Semiologia O que é saúde: funções orgânicas, físicas e mentais em situações normais. O que é doença: evento biológico caracterizado por alterações anatômicas, fisiológicas ou bioquímicas, isoladas ou associadas Estuda os sinais e os sintomas, os meios de exploração clínica, o que está acontecendo com o animal. A semiologia tem 3 fases, tem que ter um plano de pensamento, de exame: Sintoma Sintoma Patognomônico = caract. de uma doença. Quadro sintomático = conjunto de sintomas Sinal É o que está causando o sintoma. Diagnóstico Identificação e constatação. Pode ser, anatômico, funcional... Prognóstico Favorável, Desfavorável ou Reservado Prevê a evolução e o fim da doença. É importante seguir um plano, uma sequência, para que eles sejam relacionados e para não esquecer de cada passo. Inspeção Palpação Percussão Auscultação Audição de ruídos que já existem, próprios dos aparelhos. Punção exploratória Olfação Biópsia Histopatologia Ser vivo. Por exemplo: Exames laboratoriais Inoculações OBS: Nunca usar menos de 3 MECs Pensamento de como agir para realizar o exame, sem perder nenhuma informação. Nome do proprietário Nome do animal Espécie - doenças específicas Raça - doenças específicas Sexo - atenção ao hermafrodita Pelagem (pelagens escuras mais resistentes) Idade Talhe (Tamanho) Aptidão (Cavalo de Corrida / Cardiopatias) Procedência (Origem) - saber as regiões endêmicas Identificação do paciente: Resenha do animal, o seu registro, é importante para o diagnóstico, para o tratamento e entre outras. Atitude normais dos animais - atenção nisso. Atitudes anormais do corpo - (indicação de Estado de nutrição (estado da carne) Subnutrido ou caquético - agravamento (qual o problema? Adiposidade - excesso de alimento Obesidade - transtornos funcionais Cevadura - quando quer engordar, mas músculo Conformação exterior/Biótipo - predisposição ou resistência a enfermidade Tipo respiratório (astênico ou longuimorfo) reações rápidas / escassas defesas ex.: cavalos de corrida Tipo digestivo (pícnico ou brevemorfo) reações lentas / capacidade regular ex.: cavalos de tiro Tipo muscular (atlético ou mesomorfo) reações intensas / fortes defesas ex.: Bovino tipo corte Estado atual do doente: como ele está ali, na hora Exame geral - O que se vê no exame: 1° Constituição ou disposição geral do corpo: Estado do animal resultante das posições anatômicas e fisiológicas e isso diz sobre a capacidade funcional e resistência sobre a doença. Ex: Cavalo de corrida/ Cavalo de tração. Urso polar/ Urso de lugar mais quente. 2° Conformação, forma exterior ou hábito: Estado geral do enfermo, segundo atitude do corpo, estado de nutrição e a conformação externa. Equinos – normalmente em pé (deita e levanta rapidamente). Bovinos – normalmente deitado (tem dificuldade para levantar). Caprinos e Ovinos – deitados (levanta rapidamente). Obs: Atitude deve ser observada sob marcha, decúbito e estação enfermidade) Equinos – diminuição da sensibilidade cutânea / beiço inferior atônico. Bovinos – não se levantam ou com muita dificuldade; afastado do rebanho. Caprinos e Ovinos – também se afastam do rebanho interrompem com frequência a tomada de ração. Bom - equilíbrio, energia recebida, energia consumida Mediano - equilíbrio insatisfatório, energia recebida, não consome toda energia Mau - grande diferença de equilíbrio, energia recebia, mau consumo (recebe muita? come muita?) 1. 2. 3. 4. 1. 2. 3. Antecedentes (Comemorativos): Observação do proprietário ou do tratador (insatisfatórias). Ex: Epilepsia - Diagnóstico não observado pelo o veterinário. Interrogatório (Conduta do enfermo / origem e curso da enfermidade) Anamnese : dados mais preciosos e completos possíveis, fornecidos pelo proprietário. Investigação, perguntar tudo possível relacionado com todos os aparelhos do animal. Possui 2 tipos: Pele e Anexos (pelagem, cor, consistência, odor e etc.) Mucosas Aparentes (conjuntival, bucal, nasal, retal e vaginal) Gânglios e Vasos Linfáticos (sistema linfático) Temperatura Interna (termometria clínica) Aparelho Respiratório Aparelho Circulatório Aparelho Digestivo Aparelho Urinário Aparelho Genital Aparelho Locomotor Sistema Nervoso e Vegetativo Punção Exploradora Investigação físico-química, parasitológica e bacteriológica (sangue /urina / fezes) Radiografias e 15o Eletrografias Plano específico: Plano de Exame Clínico O exame clínico tem que ser o mais completo possível, metódico, com bastante detalhes. Marcha do Exame Clínico Temperamento - está ligado com o funcionamento da glândula endócrina. Equilibrado - reações normais Nervoso - sanguíneo, imprevisível Linfático - indiferente, mais calmo Caráter - é face psicológica do animal (humor, inteligência, vontade, disposição etc.) 1. 2. 3. é conhecer o estado do doente Exame específico - avalia todos os sistemas. Cabeça e pescoço Tórax Abdômen e região lombar Região pudenda Extremidades Pensar nas regiões, o que for melhor pra você: Obs: Sistema nervoso, vegetativo e abdominal interno (via retal).