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Após implementar todos os passos com eficiência e quanto aguarda a 
chegada do serviço médico (quando necessário), o membros devem 
proceder as etapas secundárias de avaliação e manejo do paciente. 
O MANEJO DEFINITIVO dependerá das prováveis causas da 
inconsciência. 
Vários fatores clínico podem ajudar no diagnóstico. 
 Idade 
 Até 30 anos (ASA I) 
 Síncope vasodepressora 
 Hipoglicemia 
 Convulsão 
 Acima de 40 anos (ASA I ou II) 
 Complicações cardiovasculares - infarto agudo do miocárdio 
 AVC 
 Arritmias agudas 
SINAIS E SINTOMAS DE PRÉ SINCOPE 
Nenhum sinal clínico: Diagnóstico presuntivo de hipotensão postural 
Palidez, pele fria e pegajosa: Sinais clássicos do desmaio geralmente 
observados em sincopes vosodepressora, hipoglicemia, insuficiência 
adrenal e infarto agudo do miocárdio 
Dor de cabeça: Dor de cabeça intensa pode indicar desmaio por AVC 
Dor no peito: Angina pectoris; infarto agudo do miocardio; 
hiperventilação 
Odor na respiração: Álcool - tentativa de reduzir estresse; Odor 
adocicado - pacientes hiperglicemicos ou cetoacidóticos - histórico 
médico deveria ter identificado 
Movimentos do tipo tônico – clônico: Convulsão 
Incontinência urinária ou intestinal e mordedura de língua: Convulsão / 
epilepsia 
Frequência cardíaca e pressão arterial: Angina pectoris; infarto agudo 
do miocárdio; hiperventilação 
Também conhecida como hipotensão ortostática é a segunda maior 
causa de perda de consciência em consultórios odontológicos. 
 Queda abrupta de pelo menos 20mmHg na pressão arterial 
sistólica ou 10 mmHg na diastólica 
 Falha do reflexo dos barorreceptores em aumentar a 
resistência vascular periférica em resposta à mudança de 
posição. 
Fatores predisponentes 
 Administração de injeção e fármacos 
 Períodos prolongados de decúbito 
 Reflexos posturais inadequados 
 Gravidez em estágio avançado 
 Idade avançada 
 Defeitos venosos nas pernas 
 Exaustão física e fome prolongada 
 Hipotenção postural crônica 
 Doença de Addison - distúrbios em glândulas adrenais 
 Recuperação após simpatectomia para hipertensão 
“essencial" 
 
 Anti hipertensivos - especialmente os diuréticos: HCTZ 
 Inibidores de enzimas ganglionares: CAPTOPRIL 
 Psicoterapêuticos: SETRALINA 
 Opiódes: TRAMADOL 
 Anti histamínicos: LORATADINA 
 Confinados ao leito de hospital por semanas - 
encorajados a deambular; Consultas odontológicas longas; Associação: 
consultas longas + sedativos 
 Podem demonstrar duas formas de hipotensão; Primeiro 
trimestre - causa ainda não conhecida; Fim do terceiro trimestres; 
Síndrome da hipotensão supina na gestante; Risco em mulheres que 
ficam em posição sulina por mais de 3 a 7 minutos 
PREVENÇÃO 
 A aderência de certas precauções básicas diminuirá a 
probabilidade de episódios de hipotensão durante ou após 
mudanças de posição. 
 Pacientes devem ser advertidos para não levantar 
rapidamente 
Layara Aquino 
 O CD deve sempre estar ao lado quando o paciente se 
levanta 
Manifestações clínicas: 
 Ausência dos sinais prodrômicos da síncope (tontura, palidez, 
náusea, etc.) 
 A perda da consciência normalmente é abrupta 
 Perda da consciência rapidamente 
 Sentir-se levemente tonto 
 Visão turva 
 A pressão sanguínea é bastante baixa, mas a frequência 
cardíaca se mantém estável 
 A consciência retorna rapidamente assim que colocado em 
posição supina 
Mecanismos regulatórios normais 
 Existem diversos mecanismos envolvidos na proteção do 
cérebro, a fim de assegurar que o mesmo recebe oxigênio 
e glicose 
 Constrição arteriosa reflexa mediada por barorreceptores 
 Aumento do reflexo da frequência cardíaca 
 Constrição venosa reflexa 
 Aumento de tônus e contração muscular em abdômen e 
perna 
 Aumento do reflexo da respiração 
 Descarga de diversas substancias neuro humorais 
Esses mecanismos são normais, na hipotensão postural um ou mais 
falham repentinamente. 
Mudanças drásticas de posição acompanhadas de 
Tratamento: SBV 
Em quase todas emergências envolvendo a perda de consciência, algum 
grau de obstrução respiratória se encontra presente. 
A maior causa é mecânica. 
Entretanto, outras situações podem ser a causa da sincope ou 
desencadear uma série de problemas. 
 (obstrucao de viaséAEReas por corpos 
estranhos) 
Devido à natureza grave e inesperada, a OVACE deve ser tratada com 
rapidez. 
Grande o potencial de objetos que caem na boa na prática odontológica 
No paciente consciente, existem chances de que o objeto caído na 
faringe 
Seja deglutido e vá para o esófago; 
Expelido após a tosse; 
Existe ainda a grande possibilidade do objeto caído na faringe, seja 
pequeno e ultrapasse a laringe. 
Logo, a incidência de obstrução de vias aéreas é incomum. 
Entretanto, existe a possibilidade (não é comum mas é provável), de tal 
objeto se fixe na laringe e obstrua completamente. 
Mais de 90% das mortes por engasgos em idade pediátrica ocorrem 
em crianças com menos de 5 anos de idade 
65% destes em bebês 
Pessoas idosas, especialmente aqueles portadores de distúrbios 
neurológicos e reflexo de vomito deficiente devido uso de álcool, 
convulsões, AVCs, parkison, trauma e doença senil, Também estão sob 
sérios riscos de aspiração. 
Procedimentos sob sedação tem um grau de risco alto. 
PREVENÇÃO: Dique de borracha (lençol de borracha); Anteparo com 
gaze; Posição da cadeira; ASB + sucção boa; Forceps Maguil; Ligadura 
MANEJO: CORPOS ESTRANHOS ASPIRADOS 
 Quando um objeto penetra na orofaringe de um paciente 
em posição supina, não deve-se permitir que o mesmo se 
sente. A cadeira odontológica deve ser levada a uma posição 
ainda mais baixa. 
 Se conseguir visualizar o objeto, utilizar a pinça Maguil para 
remover 
 Se não puder visualizar o objeto, devem ser feitas 
radiografia 
o Rx abdomen 
o Rx tórax 
o Rx lateral de tórax 
 Se não conseguir localizar nas radiografia, um especialista 
deve ser consultado imediatamente 
o Gastroenterologista 
o Pneumologista 
o Anestesiologia 
Dependendo da gravidade da ocorrência, pode causar apneia 
imediatamente, os sintomas podem progredir para uma cianose e 
outros sinais sérios de hipoxemia. 
Em situações em que o objeto presumivelmente penetrou a traqueia, 
um protocolo rigoroso deve ser seguido, a começar por assegurar que 
o paciente não se sentará. 
 O paciente deve ser posicionado em decúbito lateral 
esquerdo com a cabeça mais baixa que o corpo. 
 O paciente pode tossir espontaneamente, se não, a tosse 
deve ser encorajada. 
 O reflexo natural da tosse é poderoso e na maioria das 
vezes expele o objeto. 
 Apenas se o objeto for removido ou expelido, o paciente 
poderá deixar o consultório sem necessidade de consulta 
médica. 
A remoção do objeto do brônquio pode envolver: Broncoscopia 
fibróptica; Broncoscopio; Toracotomia - cirurgia aberta; Manejo médico 
para evitar; Pneumonia; Infecção; Broncoespasmos 
Obstrução completa de vias aéreas: 
Divide-se as características clínicas em três fases: 
 Fase 1 - primeiros 3 minutos 
o Consciente mas em óbvia dificuldade respiratória 
o Respiração paradoxal, luta para respira 
o Aumento de pressão arterial e frequência 
cardíaca 
o Sinal universal do engasgo 
 Fase 2 - de 02 a 05 minutos a vítima perde a consciência 
e os esforços respiratórios sessam 
 Fase 3 - de 04 a 05 minutos a pressão arterial e pulso 
desaparecem - parada cardiorrespiratória 
Manobras básicas das vias aéreas - procedimentos não invasivos 
 Deve ser estimulada a tossir 
 Golpes nas costa 
 Compressões abdominais - manobra de Heimilich 
Posicionar-se por trás da vítima e envolve-la com seus braços ao redor 
da cintura e abaixo dos braços 
Mantenha posição estável para não cair 
Feche uma das mãos 
Mão fechada contra o abdômen da vítima (um pouco acima do umbigo 
e bem abaixo do apêndice xifóide) 
Apreenda a mão fechada com a outra mão 
Realize movimentos forte 
 Compressões torácicas 
Posicionar-se por trás da vítima e envolve-la com seus braços logo 
abaixo da axila 
Mantenha posiçãoestável para não cair 
Apreenda as duas mãos 
Realize movimentos fortes para dentro e para cima 
VITIMA INCONSCIÊNTE SBV - PCABD 
Quando é evidente a sincope devido engasgo o SBV deve iniciar pelo 
estabelecimento de uma via previa e desobstrução, isto é PABCD. 
Caso evolua e entre em PCR - a circulação deve ser priorizada e em 
cada parada para ventilar, deve-se tentar remover o objeto 
Bebês - Contra indicado compressões abdominais; Compressões 
torácicas em último caso; Golpes nas costas 
PROCEDIMENTOS INVASIVOS: Traqueostomia; Cricotireoidostomia 
Definida como uma ventilação em excesso em relação aquela 
necessária para o funcionamento normal do sistema. 
Aumento de frequência das respirações 
Aumento da profundidade das respirações 
Emergência bastante comum nos consultórios 
Quase sempre resultado da ansiedade 
Mais comum entre 15 e 40 anos de idade 
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS: Pode relatar aperto no peito e 
sufocamento mesmo sem notar que esta hiperventilando 
Se continuar pode sentir tontura e vertigem, o que aumenta a 
ansiedade 
Círculo vicioso (hiperventilação - ansiedade) 
Pode durar longos períodos 
Após longos períodos podes relatar formigamentos em pés e mãos 
Pode apresentar movimentos tônico clônicos 
Evoluir para síncope 
Tratamento: 
O manejo é direcionado para tentar corrigir problemas respiratórios e 
controlar ansiedade. 
Interrompe tratamento odontológico 
“PCABD" 
P - a posição supina com o paciente ainda hiperventilando pode ser 
mais desconfortável. Normalmente preferem a posição sentada. 
A medida mais eficaz é tranquilizar o paciente 
Deve ser encorajado a respirar devagar 
Correção da alcalose respiratória - falta de CO2 
Paciente deve ser instruído a respirar seu próprio gás inalado 
Mesmo sendo raro, as etapas anteriores podem falhar 
Benzodiazepínicos - midazolam 
Após controle o tratamento odontológico pode continuar se ambos 
estiverem bem 
O USO DE OXIGÊNIO NÃO É INDICADO DURANTE O CONTROLE DA 
HIPERVENTILAÇÃO, POIS A CAUSA É, EM PARTE, PELA DIMINUIÇÃO 
DOS NÍVEIS DE CO2 E NÃO O2

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