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Estudo Transversal

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A fim de se elucidar se havia relação entre a ingestão regular de alimentos ricos em sódio (IS) e a presença de hipertensão (HAS), um pesquisador realizou um estudo transversal com uma amostra de 1096 homens adultos, dos quais 321 tinham HAS e IS, 407 não tinham HAS e não tinham IS, 139 tinham HAS e não tinham IS e 229 não tinham HAS e tinham IS. A prevalência de HAS na amostra e a razão de prevalência encontrada pelo pesquisador resultam, respectivamente, em:

a) P = 42%; RP = 2,32.
b) P = 60%; RP = 0,43.
c) P = 25%; RP = 0,43.
d) P = 58%; RP = 2,43.

Um estudo realizado em Portugal, analisou dados de 894 indivíduos portugueses, disponíveis em um banco de dados de uma clínica cardiológica, buscando avaliar a existência de associação entre o consumo regular de azeite extra virgem e o aumento do HDL (high density lipoprotein). Os autores do estudo utilizaram dados de uma única data para cada um dos indivíduos e calcularam a razão de prevalência dos dados obtidos, encontrando uma RP de 0,3, que significa que:

a) O consumo regular de azeite é prejudicial e está associado à redução do HDL em 70% em quem consome o azeite regularmente do que quem não o faz.
b) O consumo regular de azeite é protetor e está associado ao aumento do HDL em 30% em quem consome o azeite regularmente do que quem não o faz.
c) O consumo regular de azeite é prejudicial e está associado à redução do HDL em 30% em quem consome o azeite regularmente do que quem não o faz.
d) O consumo regular de azeite é protetor e está associado ao aumento do HDL em 70% em quem consome o azeite regularmente do que quem não o faz.

Foi realizado um estudo do tipo transversal, de base populacional, com o objetivo de “identificar a prevalência de abuso e dependência de álcool na zona urbana de Rio Grande (RS) em indivíduos de 12 a 75 anos de idade; e evidenciar associações existentes entre fatores biológicos, demográficos, socioeconômicos e comportamentais e abuso e dependência de álcool” (PRIMO & STEIN, 2004). Parte dos resultados do estudo está exibida na Tabela 1 abaixo. Analisando esta tabela pode-se concluir que:

a) Ser do sexo masculino aumenta a ocorrência de abuso e dependência do álcool em 6,76 vezes em relação a ser do sexo feminino, sendo este resultado estatisticamente significativo para a amostra estudada.
b) Ter história familiar de abuso e dependência do álcool reduz em 2,31 vezes a ocorrência do desfecho em relação a quem não tem história familiar, sendo este resultado estatisticamente significativo para a amostra estudada.
c) Morar com companheiro aumenta em 40% a ocorrência de abuso e dependência do álcool em relação a quem mora sem companheiro, sendo este resultado estatisticamente significativo para a amostra estudada.
d) Ser de classe social mais elevada favorece o aumento da ocorrência de abuso e dependência do álcool em relação às classes sociais mais baixas, sendo este resultado estatisticamente significativo para a amostra estudada.

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Questões resolvidas

A fim de se elucidar se havia relação entre a ingestão regular de alimentos ricos em sódio (IS) e a presença de hipertensão (HAS), um pesquisador realizou um estudo transversal com uma amostra de 1096 homens adultos, dos quais 321 tinham HAS e IS, 407 não tinham HAS e não tinham IS, 139 tinham HAS e não tinham IS e 229 não tinham HAS e tinham IS. A prevalência de HAS na amostra e a razão de prevalência encontrada pelo pesquisador resultam, respectivamente, em:

a) P = 42%; RP = 2,32.
b) P = 60%; RP = 0,43.
c) P = 25%; RP = 0,43.
d) P = 58%; RP = 2,43.

Um estudo realizado em Portugal, analisou dados de 894 indivíduos portugueses, disponíveis em um banco de dados de uma clínica cardiológica, buscando avaliar a existência de associação entre o consumo regular de azeite extra virgem e o aumento do HDL (high density lipoprotein). Os autores do estudo utilizaram dados de uma única data para cada um dos indivíduos e calcularam a razão de prevalência dos dados obtidos, encontrando uma RP de 0,3, que significa que:

a) O consumo regular de azeite é prejudicial e está associado à redução do HDL em 70% em quem consome o azeite regularmente do que quem não o faz.
b) O consumo regular de azeite é protetor e está associado ao aumento do HDL em 30% em quem consome o azeite regularmente do que quem não o faz.
c) O consumo regular de azeite é prejudicial e está associado à redução do HDL em 30% em quem consome o azeite regularmente do que quem não o faz.
d) O consumo regular de azeite é protetor e está associado ao aumento do HDL em 70% em quem consome o azeite regularmente do que quem não o faz.

Foi realizado um estudo do tipo transversal, de base populacional, com o objetivo de “identificar a prevalência de abuso e dependência de álcool na zona urbana de Rio Grande (RS) em indivíduos de 12 a 75 anos de idade; e evidenciar associações existentes entre fatores biológicos, demográficos, socioeconômicos e comportamentais e abuso e dependência de álcool” (PRIMO & STEIN, 2004). Parte dos resultados do estudo está exibida na Tabela 1 abaixo. Analisando esta tabela pode-se concluir que:

a) Ser do sexo masculino aumenta a ocorrência de abuso e dependência do álcool em 6,76 vezes em relação a ser do sexo feminino, sendo este resultado estatisticamente significativo para a amostra estudada.
b) Ter história familiar de abuso e dependência do álcool reduz em 2,31 vezes a ocorrência do desfecho em relação a quem não tem história familiar, sendo este resultado estatisticamente significativo para a amostra estudada.
c) Morar com companheiro aumenta em 40% a ocorrência de abuso e dependência do álcool em relação a quem mora sem companheiro, sendo este resultado estatisticamente significativo para a amostra estudada.
d) Ser de classe social mais elevada favorece o aumento da ocorrência de abuso e dependência do álcool em relação às classes sociais mais baixas, sendo este resultado estatisticamente significativo para a amostra estudada.

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Bianca S.O 18/06 
 
 
 
 
1) (RM – FM UNESP, 2018) “Uma limitação deste estudo decorre de seu delineamento, que 
impossibilita aferir relações de antecedência da exposição em relação ao desfecho, uma vez que as 
medidas de interesse de exposição e efeito são avaliadas simultaneamente, impossibilitando o 
estabelecimento de claras relações de causa-efeito”. Esta afirmação refere-se ao delineamento 
epidemiológico de um estudo do tipo: 
a) ecológico. 
b) caso controle. 
c) ensaio clínico randomizado. 
d) transversal. 
 2) Foi realizado um estudo transversal com 323 mulheres climatéricas, divididas em dois grupos: 
pré e pós-menopausadas, sendo avaliadas para presença ou não de síndrome metabólica, segundo 
os critérios do National Cholesterol Education Program’s (NCEP) e da International Diabetes 
Federation (IDF). Parte dos resultados obtidos consta da Tabela 1 a seguir. Com base nos dados da 
tabela, pode-se calcular a medida de associação, características do estudo transversal: 
 
a) RP = 0,55 e significa que a pré-menopausa é protetora para a síndrome metabólica, reduzindo 
em 45% sua ocorrência. 
b) RP = 0,4 e significa que a pré-menopausa é protetora para a síndrome metabólica, reduzindo em 40% 
sua ocorrência. 
c) RP = 1,36 e significa que a pré-menopausa é prejudicial para a síndrome metabólica, aumentando em 
36% sua ocorrência. 
d) RP = 1,2 e significa que a pré-menopausa é prejudicial para a síndrome metabólica, aumentando em 
120% sua ocorrência. 
 
3) A fim de se elucidar se havia relação entre a ingestão regular de alimentos ricos em sódio (IS) e a 
presença de hipertensão (HAS), um pesquisador realizou um estudo transversal com uma amostra 
de 1096 homens adultos, dos quais 321 tinham HAS e IS, 407 não tinham HAS e não tinham IS, 139 
tinham HAS e não tinham IS e 229 não tinham HAS e tinham IS. A prevalência de HAS na amostra 
e a razão de prevalência encontrada pelo pesquisador resultam, respectivamente, em: 
a) P = 42%; RP = 2,32. 
b) P = 60%; RP = 0,43. 
c) P = 25%; RP = 0,43. 
d) P = 58%; RP = 2,43. 
 
Bianca S.O 18/06 
4)Um estudo realizado em Portugal, analisou dados de 894 indivíduos portugueses, disponíveis em 
um banco de dados de uma clínica cardiológica, buscando avaliar a existência de associação entre o 
consumo regular de azeite extra virgem e o aumento do HDL (high density lipoprotein). Os autores 
do estudo utilizaram dados de uma única data para cada um dos indivíduos e calcularam a razão 
de prevalência dos dados obtidos, encontrando uma RP de 0,3, que significa que: 
a) O consumo regular de azeite é prejudicial e está associado à redução do HDL em 70% em 
quem consome o azeite regularmente do que quem não o faz. 
b) O consumo regular de azeite é protetor e está associado ao aumento do HDL em 30% em quem 
consome o azeite regularmente do que quem não o faz. 
c) O consumo regular de azeite é prejudicial e está associado à redução do HDL em 30% em quem 
consome o azeite regularmente do que quem não o faz. 
d) O consumo regular de azeite é protetor e está associado ao aumento do HDL em 70% em quem 
consome o azeite regularmente do que quem não o faz. 
5) Foi realizado um estudo do tipo transversal, de base populacional, com o objetivo de “identificar 
a prevalência de abuso e dependência de álcool na zona urbana de Rio Grande (RS) em indivíduos 
de 12 a 75 anos de idade; e evidenciar associações existentes entre fatores biológicos, demográficos, 
socioeconômicos e comportamentais e abuso e dependência de álcool” (PRIMO & STEIN, 2004). 
Parte dos resultados do estudo está exibida na Tabela 1 abaixo. Analisando esta tabela pode-se 
concluir que: 
 
a) Ser do sexo masculino aumenta a ocorrência de abuso e dependência do álcool em 6,76 vezes 
em relação a ser do sexo feminino, sendo este resultado estatisticamente significativo para a 
amostra estudada. 
b) Ter história familiar de abuso e dependência do álcool reduz em 2,31 vezes a ocorrência do desfecho 
em relação a quem não tem história familiar, sendo este resultado estatisticamente significativo para 
a amostra estudada. 
c) Morar com companheiro aumenta em 40% a ocorrência de abuso e dependência do álcool em relação 
a quem mora sem companheiro, sendo este resultado estatisticamente significativo para a amostra 
estudada. 
d) Ser de classe social mais elevada favorece o aumento da ocorrência de abuso e dependência do álcool 
em relação às classes sociais mais baixas, sendo este resultado estatisticamente significativo para a 
amostra estudada.

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