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Prótese INTRODUÇÃO E ELEMENTOS CONSTITUINTES Prótese parcial fixa é uma aplicação que fica permanentemente ligada aos dentes remanescentes substituindo um ou mais dentes ausentes PILAR: Dente que serve de inserção para a prótese, deve suportar a forças que incidem sobre ele e sobre o Pôntico podemos usar dentes tratados endodonticamente e assintomáticos avaliar: tecidos de sustentação devem estar sem inflamação e sadios não podem ter mobilidade diminuição do osso alveolar apical aumenta o braço de alavanca, a relação coroa raiz aceitada é 2:3 raiz mais largas vestíbulolingual do que mesiodistal são preferíveis dentes posteriores com raízes separadas são melhores dentes com uma raiz irregular ou com curvatura apical são preferíveis que os de conicidade perfeita dentes com área de inserção da raiz no osso → dentes maiores, são mais aptos a suportar tensões lei de ante A área de superfície da raiz dos pilares deve ser igual ou maior a dos dentes que serão substituídos por Pônticos PÔNTICO: dente artificial que fica suspenso entre os pilares fica ligado ao retentor RETENTORES: restaurações extra coronárias cimentadas nos pilares Núcleo: retentor intraradicular fundido Considerações biomecânicas Próteses extensas sobrecarregam o ligamento periodontal e sofrem mais flexão Flexão será proporcional ao seu comprimento 1 pôntico = flexão 2 pônticos = flexão 8 vezes maior 3 pônticos = flexão 27 vezes maior Se o pôntico tiver sua espessura reduzida a metade a flexão será 8 vezes maior O projeto deve apresentar altura ocluso gengival maior e ser feito com ligas mais resistentes a flexão como níquel-cromo As forças tendem a ser mesiodistais Requisitos biológicos Ter biocompatibilidade Restaurar a função Devolver estética e pontos de contato Preservação do rebordo Facilidade de higienização Requisitos mecânicos Possuir rigidez Resistência adequada Durabilidade TIPOS DE RESTAURAÇÕES COROA: restauração cimentada que recobre ou reveste a superfície externa da coroa clinica COROA PARCIAL: restauração cimentada que recobre apenas algumas partes da coroa clinica P a r c i a l f i x a INLAY: restauração intracoronaria fundidas que se ajustam aos contornos anatômicos internos da coroa do dente ONLAY: restauração tipo Inlay que recobre uma cúspide, são uteis para lesões mais extensas em dentes posteriores FACETA LAMINADA DE PORCELANA: usada em locais de necessidade estética em dentes em bom estado sendo uma fina camada de porcelana ou cerâmica fundida PRINCÍPIOS PARA PREPARO DO DENTE BIOLÓGICOS PRESERVAÇÃO DA ESTRUTURA DO DENTE: a restauração deve preservar a estrutura remanescente do dente não removendo paredes integras por comodidade ou rapidez. Desgaste excessivo pode gerar hipersensibilidade dentinária ou inflamação/ necrose pulpar Inclinação excessiva pode comprometer retenção e resistência da prótese Preparos curtos comprometem a estabilidade Planejar a restauração para proteger o esmalte e dentina remanescente Preservação do periodonto: permitir higiene oral, forma e contorno da restauração que não agrida o periodonto. Localização da margem cervical do preparo nunca deve invadir o espaço biológico Término intra sulcular: estético para metalocerâmicas, acontecimento de cáries, términos antigos, dentes curtos Términos subsulculares são razão de periodontite MECÂNICOS RETENÇÃO a configuração geométrica do preparo deve manter o cimento sobre compressão. impede que a restauração saia pelo eixo longitudinal do preparo do dente Para se obter retenção preciso de duas superficies verticais opostas como as paredes vestibular e lingual de uma coroa total ou de uma inlay É dada pelo eixo de inserção e superficie externa Resistência: impede o deslocamento da restauração pela ação de forças em direção apical ou obliqua impedindo qualquer movimento sob forças oclusais Conicidade: as paredes axiais do preparo devem ter ligeira conicidade para que a restauração possa ficar fixa. Porem devem ser as mais paralelas possíveis A retenção diminui à medida que a conicidade aumenta Paredes externas devem convergir gradualmente Paredes internas devem divergir em direção oclusal Pontas diamantadas tronco cônicas conferem 2 a 3 graus de inclinação quando a haste esta paralela ao futuro eixo de inserção Quanto maior o diâmetro do preparo maior a retenção Por que fazer conicidade? Para possibilitar melhor visão do preparo, evitar recortes profundos, compensar imperfeições no processo de execução e permitir melhor fixação A retenção diminui à medida que a conicidade aumenta, então a conicidade deve ser mínima para não prejudicar a retenção Quanto maior a área do preparo, maior a retenção sulcos e caixas podem aumentar a área Preparos em dentes grandes são mais retentivos ÁREA DE SUPERFÍCIE DO PREPARO Maior área de imbricamento do cimento Quanto maior melhor a retenção Área sob cisalhamento Para melhorar a resistência ao cisalhamento as paredes opostas do preparo devem ser as mais paralelas possíveis Limitar a direção de remoção da restauração a uma só Preparos de coroa total com paredes axiais longas e com sulcos possuem retenção máxima Sulcos em V produzem mais resistência deslocamento lingual Caixas proximais devem ter ângulos próximos a 90° e um bisel para que a margem aguda na face côncava Quanto maior a coroa clínica maior a superfície de contato e maior a retenção A superfície do preparo não deve ser altamente polida RESISTÊNCIA Previne o deslocamento por forças apical, oblíqua ou horizontalmente O material deve ter espessura uniforme Ação de alavanca e resistência Fator predominante no deslocamento das restaurações Se a força passar dentro das margens do preparo ela não inclinara a restauração Quanto mais distante do fulcro estiverem as forças de resistência maior a vantagem mecânica Fulcro: ponto sobre a margem cervical que está próximo a linha de ação da força Comprimento: o comprimento ocluso gengival é um importante fator de resistência O comprimento e inclinação da parede axial oclusal é fator importante de resistência Comprimento deve ser suficiente para interceptar o arco feita pela restauração quando ela gira sobre um ponto na sua margem oposta Paredes curtas devem ter a menor conicidade possível para aumentar sua resistência Dentes pequenos com preparos de paredes pequenos são mais retentivos que dentes grandes com paredes curtas isso pode ser melhorado com sulcos nas paredes axiais Eixo de inserção: linha imaginária pela qual a restauração será colocada ou retirada É determinada antes do início do preparo As trajetórias de todos os preparos de pilares devem ser paralelas entre si Como observar a trajetória Observar o centro da face oclusal com um só olho a uma distância de 30cm ou com espelho num ângulo de aproximadamente 1,5cm acimo do preparo com um olho só Deve ser considerado na dimensão vestíbulo- lingual e mesiodistal.: Em metalocerâmicas deve ser paralelo ao eixo longitudinal dos dentes, caso contrário poderá gerar sobrecontorno/ transparência opaca Em coroas ¾ de dentes anteriores deve ser paralelo a metade incisal da face vestibular A inclinação mesiodistal da trajetória deve ser paralela as áreas de contato dos dentes adjacentes Durabilidade estrutural: volume de material suficiente para resistir as forças, mas que se confine ao espaço criado no preparo REDUÇÃO OCLUSAL: Ouro: 1,5mm nas cúspides funcionais e 1mm nas demais Metalocerâmicas: 1,5mm-2mm nas funcionais e 1-1,5mm nas demais Totalmente cerâmicas 2mm O espaço padrão deve ser duplicado para se obter o adequado Uma faceoclusal muito achatada pode encurtar muito um preparo e não deixa espaço para uma boa morfologia funcional BISELAMENTO DAS CÚSPIDES FUNCIONAIS: bisel amplo nas vertentes linguais das palatinas em dentes superiores e nas vertentes vestibulares das vestibulares dos dentes inferiores Se não for realizado a peça ficará muito delgada na junção entre a redução axial e oclusal REDUÇÃO AXIAL Caso não seja realizado as paredes serão finas e sujeitas a distorção Podemos usar canaletas, ombro oclusal, istmo, sulco proximal e caixa Peças protéticas mais grossas tem menos resistência A altura deve ser mais ou menos igual a largura Integridade das margens: devem estar estreitamente adaptadas a linha de terminação do preparo A configuração da linha de terminação determina a forma e quantidade de material a ser colocado na margem e o grau de ajuste da restauração CONFIGURAÇÃO DA LINHA DE TERMINAÇÃO Término cervical plano e bem polido Términos supra sulculares Evitar os biseis largos e rasos que podem provocar sobrecontorno. A terminação da margem para restaurações de ouro é aguda A linha preferida para coroas de metal. é em forma de chanfro, pois provoca menos tensão. Como obter o chanfro Com a ponta arredondada de uma ponta diamantada tronco cônica enquanto é realizada a redução axial Ombro largo :usado antigamente para metalocerâmicas e cerâmicas deixando espaço para maior espessura de material Ombro arredondado: coroas totalmente cerâmicas, maior desgaste cervical proporciona resistência e linha de término definida. Diminui a concentração de ensoes e melhora o escoamento Ombro biselado 45° para coroas metalocerâmicas, melhora a adaptação marginal e inserção da coroa porem precisa de mais remoção do tecido dental Ombro biselado 45° arredondado: coroas metalocerâmicas, ângulo arredondado com bisel que melhora a adaptação cervical e inserção da coroa Chanfro: terminações de preparos no geral, coroas totalmente metálicas e facetas, proporcionando margem fina com mínimo desgaste e espessura suficiente para a resistência Chanfro largo: para obter concavidade de 90° com ângulo interno arredondado de grande raio. Dá mais sustentação a coroas cerâmicas do que o chanfro convencional. Permite maior escoamento e menor discrepância marginal, se a linha de terminação for nítida temos melhor distribuição de tensões e obtenção de contornos adequados Chanfro biselado 45°: coroas metalocerâmicas, semelhante ao ombro só que mais largo Chanfrete: fica subgengivalmente, semelhante ao chanfro raso, indicado quando houver cárie ou outra perda de estrutura subgengival Lâmina de faca: muito inclinado para dentes com estrangulamento cervical ou pilares de prótese fixa com comprometimento de periodonto, margem mais fina de preparo OMBRO é a linha de terminação preferida para cerâmicas pois dá grande resistência e minimiza tensões. Exige grande destruição dentária COROAS TOTAIS Usadas em dentes que exijam retenção máxima como retentores para próteses parciais fixas em casos onde o pilar é pequeno ou o espaço edentado é grande, anomalias de forma, cárie extensa, fratura ou posicionamento inadequado Devemos sempre pensar em projetos menos destrutivos caso sejam insatisfatórios optaremos por uma coroa total Causa supressão total da morfologia do dente VANTAGENS Capacidade retentiva Obtenção de paralelismo Correção da axilidade Estética favorável Facilidade do preparo Supra sulcular PREPARO PARA COROA METÁLICA Usado quando as paredes axiais do dente tiverem sido afetadas ou já restauradas Reforça e dá sustentação ao dente Se houver destruição central do dente ela ode enfraquecer o dente Menos destrutivo que metalocerâmicas Não deve ser feito com cáries não controladas REDUÇÃO OCLUSAL Com a PD 2215 ou1064 ou 21236 ou 3228 1,5mm nas cúspides funcionais e 1mm nas não funcionais Ponta diamantada troncocônica arredondada Usar sulcos de orientação sobre as cristas e os sulcos oclusais Remover o esmalte entre os sulcos Determinar a altura ocluso gengival e se preciso adicionar características auxiliares (sulcos, caixas...) Remover qualquer aspereza deixando uma configuração geométrica BISEL DA CÚSPIDE FUNCIONAL Ponta diamantada troncocônica arredondada Fazer sulcos de orientação para profundidade Sobre vertentes vestibulares das cúspides vestibulares de inferiores Sobre vertentes linguais das cúspides palatinas de superiores Se não for realizado as bordas podem ficar finas VERIFICAÇÃO DO ESPAÇO OCLUSAL Paciente morde uma tira de cera de 2mm Examinar a cera contra a luz, a porção mais delgada é onde o espaço oclusal não foi reduzido o suficiente Se estiver adequado polir o Bisel e espaço oclusal com broca nº 17 Il Não devem ficar ângulos ou cristas nas junções REDUÇÃO VESTIBULAR E LINGUAL Ponta diamantada torpedo Produz a redução axial e sua ponta forma a linha de terminação em chanfro A linha de terminação deve ser bem definida e regular e em forma de chanfro CORTES PROXIMAIS Ponta diamantada cônica curta Iniciar com uma mais fina fazendo um serrote com ela obtendo espaço Com a ponta torpedo polir as paredes criando também o chanfro Polir todas as paredes axiais com a broca de acabamento torpedo Romper o ponto de contato 3195 SULCO DE ASSENTAMENTO Ele se opões as tendências rotacionais durante a cimentação e ajuda orientação Ponta 1064 Só é realizado em molares Na parede axial mais volumosa (vestibular para inferiores) Em preparos longos deve ser feito um sulco vestibular e um lingual para aumentar a resistência ao movimento mesiodistal COROAS METALOCERÂMICAS É uma restauração de porcelana fundida com metal Infraestrutura metálica fundida Combina a resistência e ajustes preciso da coroa metálica e a estética da cerâmica Redução profunda da face vestibular e mais rasa na lingual Importante Uma aleta na proximal mostra essa diferença de profundidade Caso não haja espaço suficiente pode ocorrer: Contornos deficientes da restauração A translucidez e gradação não combinaram com os demais dentes COROAS METALOCERÂMICAS ANTERIORES A linha de término em coroas anteriores é desnecessária, quanto menos subgengival estiver o término da coroa melhor será a saúde periodontal Redução de 1,2mm sobre a vestibular sem invadir a polpa Fazer em dois planos para não deixar a margem incisal proeminente muito afilada e próxima a polpa Mais invasivo, maior redução, maior sensibilidade, maior retenção, facilidade de preparo, irreversível, término intra sulcular BROCAS UTILIZADAS MOLDE Usado para verificar a redução Com silicona densa moldar o dente por cerca de 2minutos até polimerizar Recortar as margens incisais e cortar o molde ao meio (vestibular e lingual Na metade vestibular cortar de mesial para distal dividindo o molde em gengival e incisal Após a redução colocar a metade gengival sobe o preparo e verificar o espaço livre Para o espaço incisal colocar o molde lingual e avaliar a distância entre a margem incisal do preparo e margem deixada no molde REDUÇÃO VESTIBULAR E INCISAL Fazer sucos de orientação com ponta diamantada troncocônica 1-1,5mm Redução axial mínima de 1,5mm 2215, 2136 ou 3228 Podemos usar os dentes adjacentes como ponto de referência Os sulcos devem ser em dois grupos Paralelo a metade gengival da face vestibular Paralelo a metade incisal devem ser recortados ao longo de toda margem e prolongando-se 2mm para gengival Fazer a redução incisal com PD troncocônica (2215) de 1,5-2mm para ter acesso as paredes axiais e linha de terminação gengival Fazer a redução vestibular e gengival até um ponto de1mm de distância do contato proximal A aleta deve ter inclinação semelhante a aleta da porção gengival Deixar 1,5mm aquém da gengiva marginal Com a broca para fissuras H158-012 polir a face vestibular Todos os ângulos e margens do preparo são arredondados REDUÇÃO LINGUAL Roda diamantada pequena Deixar espaço livre de 0,7mm, se for receber cerâmica deixar 1mm Não reduzir em excesso o cíngulo e parede lingual A redução axial lingual deve ser feita com ponta diamantada torpedo A aleta não pode ficar na área de contato vestibularmente pois dá um aspecto morto ao dente E polidas com broca torpedo 3118 REDUÇÃO PROXIMAL Redução mínima de 1mm Ponta diamantada longa para acesso Fazer a redução com PD troncocônica plana para os contatos proximais Nas paredes axiais proximais linguais usar PD torpedo Alisar as paredes com a broca torpedo acentuando o chanfro LINHA DE TERMINAÇÃO Ombro simples vestibulogengivais ou com biséis estreitos O ombro cria espaço para a instalação de uma viga de metal a fim de reforçar a margem Ombros alisados a mão ajustam-se melhor Ângulos vivos formados no cinzel podem destruís o ângulo interno arredondado da linha de terminação Adaptar as extremidades do cinzel biangulado 15-8-8 arredondando um dos cantos de cada lâmina com pedra Arkansas sua lâmina faz o polimento e amplia a linha de terminação para 1,5mm Preparo segundo o Nishioka Proteger dentes vizinhos com tira de aço Romper o ponto de contato 3195 COROAS METALOCERÂMICAS POSTERIORES Usada em pré-molares e primeiros molares superiores, primeiros pré-molares ou segundos pré molares inferiores. Importante Preparo segundo o Nishioka Remoção de maior volume dental do dente Ameaça a integridade estrutura oclusais dos dentes opostos pois a cerâmica é mais abrasiva para o esmalte MOLDE Adaptar a silicona nas faces e aguardar a polimerização Cortar o molde sagitalmente e colocar de novo sobre o dente Cortar a silicona ao longo eixo das cúspides vestibulares dos dentes e corar na metade da distancia entre as linhas cervicais e as pontas das cúspides descartando a porção oclusal REDUÇÃO OCLUSAL Sulcos de orientação com PD troncocônica arredondada com redução de 1,5 a 2mm Remover o esmalte entre os sulcos Alisar o preparo com broca 171L Arredondar arestas e ângulos vivos BISEL DA CÚSPIDE FUNCIONAL Sulcos orientadores de profundidade de 2mm (metal revestido com cerâmica) Remover o esmalte entre os sulcos A angulação dele deve ser quase igual a inclinação das cúspides opostas REDUÇÃO VESTIBULAR Com PD troncocônica plana fazer três sulcos verticais na porção oclusal seu diâmetro deve ir diminuindo em direção gengival Alinhar a PD gengivalmente e fazer sulcos com todo o diâmetro do instrumento no dente A PD deve estar ligeiramente supra gengival para a linha de terminação coincidir com a margem gengival ou ficar um pouco abaixo dela Reduzir a porção gengival e alongar até a proximal Alisar com broca H158-012 para fissuras A porção lingual do ponto de contato produz uma parede ou aleta que não deve ser interceptada pelas paredes axiais vestibular ou lingual REDUÇÃO AXIAL PROXIMAL Com uma PD cônica curta Fazer movimentos vestíbulo linguais sobre a porção oclusal separando os dentes Aplainar as paredes axiais com PD cônica Alisar com broca H158-012 para fissuras REDUÇÃO AXIAL LINGUAL Com PD torpedo Criando uma linha de terminação em chanfro Alisar as paredes e a linha de terminação com broca torpedo LINHA DE TERMINAÇÃO O ombro deve estar lingualmente ao ponto de contato O ombro deve ter ângulo interno arredondado e acabado com broca com extremidade arredondada para fissuras O ombro tem 1mm e é alargado com o cinzel Em algumas ocasiões pode ser preciso terminar em ombro com bisel por exemplo quando a estética não é tão crucial O bisel pode ser criado com PD em forma de chama e deve ser estreito 0,3mm, fazer o acabamento com brocas Carbide H48L- 010 COROAS DE CERÂMICA Melhor efeito estético Produto friável mais suscetível a fraturas Preparos devem ser os mais longo possíveis para oferecer sustentação Ombro uniforme de 1mm Melhor em incisivos Não deve ser usada em oclusão topo a topo pode produzir tensão incisal Não indicar quando os dentes opostos fazem colusão sobre o quinto cervical da face lingual da restauração Não indicado em dentes de coroa clinica cervical curta A margem incisal deve ser plana com ligeira inclinação linguogengival para resistir e evitar cisalhamento As arestas devem ser ligeiramente arredondadas REDUÇÃO VESTIBULAR E INCISAL Sulcos de orientação em profundidade nas faces vestibular e lingual com PD troncocônica plana Três sulcos vestibulares com a PD paralela ao terço gengival Dois sulcos paralelos aos 2/3 incisais da face vestibular não cortada A redução incisal é feita com PD troncocônica plana Reduzir 1,2mm no vestibular e 2mm na incisal PREPAROS PARA INCRUSTAÇÕES Importante Restauração intracoronaria Mesmos indicações que o amalgama Muito mais fácil realizar o ponto de contato Melhor anatomia oclusal Qualidade da fundição → melhor adaptação marginal Restauração metálica fundida Sem recobrimento de cúspide Não indicado como retentor de prótese fixa Pouco utilizado Custo → no mínimo duas sessões INDICAÇÕES Dentes com cáries oclusal e proximal de pequena extensão Substituição de restauração ou diversas restaurações Classe I cuja largura do istimo seja ½ da distância entre as cúspides vestibulares e linguais Classe II (MO ou OD) de istimo com largura de 1/3 das cúspides Classe II cujo istimo tenha ¼ de distância das cúspides VANTAGEM Menor numero de sessões clinicas pois eu consigo abrir os dentes em uma sessão e restaurar todos em outra Alta resistência da liga Melhor anatomia oclusal e contorno Mais fácil a obtenção do ponto de contato Menor oxidação do que o amalgama Quais metais eu posso usar? Ouro Prata paládio Prata-estanho Cobre-alumínio Níquel-cromo (muito duros) DESVANTAGENS Ação de cunha sobre os dentes Tempo clinico de execução maior Custo laboratorial Não é indicada como retentor de ppf SEQUENCIA DE PREPARO CLASSE I Contorno oclusal: istimo no sulco central e sulcos laterais Redução do sulco central (istimo) 1,5mm bisel do cavo superficial Bisel do cavo superficial CLASSE II Contorno oclusal: istimo no sulco principal de 1/3 da distância vestíbulo lingual 1 PD 1064 Estender as dimensões da caixa para vestibular e lingual até romper ponto de contato proximal 2 PD 1064 Planificar a parede gengival com recortador de margem gengival criando um sulco em v na junção das paredes aumentando a resistência ao deslocamento Expulsividade total de 6°, preparo deve ficar expulsivo para oclusal Diedros nítidos para evitar deslocamento da restauração Biselar todas as paredes do preparo 3PD 3113 Inclinação de 6° serve pra dar retenção e resistência e durabilidade estrutural se for reduzido 1,5mm Se ficar muito expulsivo não vai ter resistência e retenção Bisel da a integridade marginal PREPARO ONLAY MOD com recobrimento de cúspide melhorando a distribuição de forças mastigatórias INDICAÇÕES Dentes fraturados Dentes com istimo oclusal maior que ½ da distância entre as cúspides vestibular e lingual Dentes com perda de estrutura proximal Dentes posteriores tratados endodonticamente VANTAGENS Promove reforço da estrutura dental Alta resistência a fratura da liga Anatomia e contorno Ponto de contato proximal Menor oxidação queamálgama DESVANTAGENS Tempo clinico de execução maior Custo laboratorial SEQUENCIA DE PREPARO Redução oclusal de 1,5mm com PD 2136 ou 2215 com auxilio de sulcos de orientação Redução de apenas as cúspides funcionais Biselado das cúspides funcionais de 1,5mm com PD 2136 ou 3113 Degrau oclusal de 1mm de largura com PD 1064 Importante Istmo oclusal de 1,5mm com PD 1064 as paredes devem ser expulsivas para a oclusal sua dimensão não deve ser muito grande Alargar o istimo onde ele encontra a caixa proximal e arredondar este ângulo Caixa proximal de 1,5mm e 1mm de parede gengival de profundidade com PD 1064 ou 3195 As paredes da caixa devem ser lisas e expulsivas para oclusal e proximal Usar um esculpidor de margem gengival para formar um sulco em v na junção da parede axial com o soalho gengival da caixa Fazer um bisel no istimo Planificação das paredes horizontais com PD1064 Fazer o Bissel cavossuperficial, proximal e gengival com PD 3113 ou 4114 ou 3203 O bisel deve ter 0,5mm CARACTERÍSTICAS FINAIS DO PREPARO Paredes planas e lisas Parede pulpar paralela ao plano horizontal Paredes gengivais das caixas proximais planas e paralelas a parede olcusal Ângulos diedros e triedros livres Paredes laterais da caixa oclusal e proximal com expulsividade de 5 a graus Bisel cavo superficial nítido PREPARO 4/5 SUPERIOR Envolve as faces, lingual, oclusal, distal e mesial Preparo conservador Margens supra sulculares Reprodução do contorno original Facilita escoamento do cimento INDICAÇÕES Coroas unitárias Remanescentes coronários razoável Dentes corretamente posicionados Pôntico de um elemento Importante CONTRA INDICAÇÃO Estética Busca por máxima retenção Dente curto SEQUÊNCIA DE PREPARO Redução oclusal: 1mm e redução de 1,5mm na cúspide funcional PD (2215, 2136 ou 1064) Bisel da cúspide funcional: fazer três sulcos de orientação de 1,5mm num ângulo de 45° desaparecendo apical. o bisel deve ser do sulco central mesial ao distal. PD (2215, 2136 ou 1064) Degrau oclusal: realizado no meio do bisel entre a ponta de cúspide e término do bisel Redução axial em chanfro: primeiro romper o ponto de contato com 31195 Sulcos proximais: próximo a vestibular sem invadir a vestibular, marcar os sulcos com grafite primeiro, e terminar 0,5mm antes do término em chanfro devendo formar um degrau eles têm inclinação para o centro do dente Realizar uma canaleta unindo esses sulcos para garantir resistencia estruttural Biselado proximal e vestibular