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Prótese 
 
 
INTRODUÇÃO E ELEMENTOS CONSTITUINTES 
Prótese parcial fixa é uma aplicação que fica 
permanentemente ligada aos dentes remanescentes 
substituindo um ou mais dentes ausentes 
PILAR: 
 Dente que serve de inserção para a 
prótese, deve suportar a forças que incidem 
sobre ele e sobre o Pôntico 
 podemos usar dentes tratados 
endodonticamente e assintomáticos 
avaliar: 
 tecidos de sustentação devem estar sem 
inflamação e sadios 
 não podem ter mobilidade 
 diminuição do osso alveolar apical 
aumenta o braço de alavanca, a 
relação coroa raiz aceitada é 2:3 
 raiz mais largas vestíbulolingual do que 
mesiodistal são preferíveis 
 dentes posteriores com raízes separadas 
são melhores 
 dentes com uma raiz irregular ou com 
curvatura apical são preferíveis que os 
de conicidade perfeita 
 dentes com área de inserção da raiz no 
osso → dentes maiores, são mais aptos a 
suportar tensões 
lei de ante 
A área de superfície da raiz dos pilares deve 
ser igual ou maior a dos dentes que serão 
substituídos por Pônticos 
 
 
 
PÔNTICO: dente artificial que fica suspenso 
entre os pilares fica ligado ao retentor 
RETENTORES: restaurações extra coronárias 
cimentadas nos pilares 
Núcleo: retentor intraradicular fundido 
Considerações biomecânicas 
 Próteses extensas sobrecarregam o 
ligamento periodontal e sofrem mais flexão 
 Flexão será proporcional ao seu 
comprimento 
 1 pôntico = flexão 
 2 pônticos = flexão 8 vezes maior 
 3 pônticos = flexão 27 vezes maior 
 Se o pôntico tiver sua espessura reduzida 
a metade a flexão será 8 vezes maior 
 O projeto deve apresentar altura ocluso 
gengival maior e ser feito com ligas mais 
resistentes a flexão como níquel-cromo 
 As forças tendem a ser mesiodistais 
 
 
Requisitos biológicos 
 Ter biocompatibilidade 
 Restaurar a função 
 Devolver estética e pontos de contato 
 Preservação do rebordo 
 Facilidade de higienização 
 
Requisitos mecânicos 
 Possuir rigidez 
 Resistência adequada 
 Durabilidade 
 
TIPOS DE RESTAURAÇÕES 
 COROA: restauração cimentada que 
recobre ou reveste a superfície externa da 
coroa clinica 
 COROA PARCIAL: restauração 
cimentada que recobre apenas algumas 
partes da coroa clinica 
P a r c i a l f i x a 
 
 INLAY: restauração intracoronaria 
fundidas que se ajustam aos contornos 
anatômicos internos da coroa do dente 
 ONLAY: restauração tipo Inlay que 
recobre uma cúspide, são uteis para lesões 
mais extensas em dentes posteriores 
 FACETA LAMINADA DE PORCELANA: 
usada em locais de necessidade estética em 
dentes em bom estado sendo uma fina 
camada de porcelana ou cerâmica fundida 
 
PRINCÍPIOS PARA PREPARO DO DENTE 
BIOLÓGICOS 
PRESERVAÇÃO DA ESTRUTURA DO DENTE: 
a restauração deve preservar a estrutura 
remanescente do dente não removendo paredes 
integras por comodidade ou rapidez. 
 Desgaste excessivo pode gerar 
hipersensibilidade dentinária ou inflamação/ 
necrose pulpar 
 Inclinação excessiva pode comprometer 
retenção e resistência da prótese 
 Preparos curtos comprometem a 
estabilidade 
 Planejar a restauração para proteger o 
esmalte e dentina remanescente 
Preservação do periodonto: permitir higiene oral, 
forma e contorno da restauração que não 
agrida o periodonto. 
 Localização da margem cervical do 
preparo nunca deve invadir o espaço 
biológico 
 Término intra sulcular: estético para 
metalocerâmicas, acontecimento de cáries, 
términos antigos, dentes curtos 
 Términos subsulculares são razão de 
periodontite 
MECÂNICOS 
RETENÇÃO 
a configuração geométrica do preparo deve 
manter o cimento sobre compressão. 
 impede que a restauração saia pelo eixo 
longitudinal do preparo do dente 
 Para se obter retenção preciso de duas 
superficies verticais opostas como as paredes 
vestibular e lingual de uma coroa total ou 
de uma inlay 
 É dada pelo eixo de inserção e superficie 
externa 
 Resistência: impede o deslocamento da 
restauração pela ação de forças em direção 
apical ou obliqua impedindo qualquer 
movimento sob forças oclusais 
Conicidade: as paredes axiais do preparo 
devem ter ligeira conicidade para que a 
restauração possa ficar fixa. 
Porem devem ser as mais paralelas possíveis 
A retenção diminui à medida que a 
conicidade aumenta 
 Paredes externas devem convergir 
gradualmente 
 Paredes internas devem divergir em 
direção oclusal 
 
 Pontas diamantadas tronco cônicas 
conferem 2 a 3 graus de inclinação quando 
a haste esta paralela ao futuro eixo de 
inserção 
 Quanto maior o diâmetro do preparo 
maior a retenção 
Por que fazer conicidade? 
Para possibilitar melhor visão do preparo, evitar 
recortes profundos, compensar imperfeições no 
processo de execução e permitir melhor fixação 
 
 A retenção diminui à medida que a 
conicidade aumenta, então a conicidade 
deve ser mínima para não prejudicar a 
retenção 
 
 Quanto maior a área do preparo, maior 
a retenção sulcos e caixas podem aumentar 
a área 
 
 Preparos em dentes grandes são mais 
retentivos 
ÁREA DE SUPERFÍCIE DO PREPARO 
 Maior área de imbricamento do cimento 
 Quanto maior melhor a retenção 
 Área sob cisalhamento 
 Para melhorar a resistência ao 
cisalhamento as paredes opostas do preparo 
devem ser as mais paralelas possíveis 
 Limitar a direção de remoção da 
restauração a uma só 
 Preparos de coroa total com paredes 
axiais longas e com sulcos possuem retenção 
máxima 
 Sulcos em V produzem mais resistência 
deslocamento lingual 
 Caixas proximais devem ter ângulos 
próximos a 90° e um bisel para que a 
margem aguda na face côncava 
 
 Quanto maior a coroa clínica maior a 
superfície de contato e maior a retenção 
 
 A superfície do preparo não deve 
ser altamente polida 
 
RESISTÊNCIA 
 Previne o deslocamento por forças apical, 
oblíqua ou horizontalmente 
 O material deve ter espessura uniforme 
 Ação de alavanca e resistência 
 Fator predominante no deslocamento das 
restaurações 
 Se a força passar dentro das margens do 
preparo ela não inclinara a restauração 
 Quanto mais distante do fulcro estiverem 
as forças de resistência maior a vantagem 
mecânica 
Fulcro: ponto sobre a margem cervical que está 
próximo a linha de ação da força 
Comprimento: o comprimento ocluso gengival é 
um importante fator de resistência 
 O comprimento e inclinação da parede 
axial oclusal é fator importante de resistência 
 Comprimento deve ser suficiente para 
interceptar o arco feita pela restauração 
quando ela gira sobre um ponto na sua 
margem oposta 
 Paredes curtas devem ter a menor 
conicidade possível para aumentar sua 
resistência 
 Dentes pequenos com preparos de 
paredes pequenos são mais retentivos que 
dentes grandes com paredes curtas isso 
pode ser melhorado com sulcos nas paredes 
axiais 
 
 
Eixo de inserção: linha imaginária pela qual a 
restauração será colocada ou retirada 
 É determinada antes do início do preparo 
 As trajetórias de todos os preparos de 
pilares devem ser paralelas entre si 
Como observar a trajetória 
Observar o centro da face oclusal com um só 
olho a uma distância de 30cm ou com espelho 
num ângulo de aproximadamente 1,5cm acimo 
do preparo com um olho só 
 
Deve ser considerado na dimensão vestíbulo-
lingual e mesiodistal.: 
 Em metalocerâmicas deve ser paralelo 
ao eixo longitudinal dos dentes, caso 
contrário poderá gerar sobrecontorno/ 
transparência opaca 
 
 Em coroas ¾ de dentes anteriores deve 
ser paralelo a metade incisal da face 
vestibular 
 
 A inclinação mesiodistal da trajetória 
deve ser paralela as áreas de contato dos 
dentes adjacentes 
 Durabilidade estrutural: volume de 
material suficiente para resistir as forças, mas 
que se confine ao espaço criado no preparo 
 REDUÇÃO OCLUSAL: 
 Ouro: 1,5mm nas cúspides 
funcionais e 1mm nas demais 
 Metalocerâmicas: 1,5mm-2mm 
nas funcionais e 1-1,5mm nas 
demais 
 Totalmente cerâmicas 2mm 
 O espaço padrão deve ser duplicado 
para se obter o adequado 
 Uma faceoclusal muito achatada pode 
encurtar muito um preparo e não deixa 
espaço para uma boa morfologia funcional 
 
BISELAMENTO DAS CÚSPIDES FUNCIONAIS: 
 bisel amplo nas vertentes linguais das 
palatinas em dentes superiores e nas 
vertentes vestibulares das vestibulares dos 
dentes inferiores 
 Se não for realizado a peça ficará muito 
delgada na junção entre a redução axial e 
oclusal 
 
REDUÇÃO AXIAL 
 Caso não seja realizado as paredes 
serão finas e sujeitas a distorção 
 Podemos usar canaletas, ombro oclusal, 
istmo, sulco proximal e caixa 
 Peças protéticas mais grossas tem menos 
resistência 
 A altura deve ser mais ou menos igual a 
largura 
 
Integridade das margens: devem estar 
estreitamente adaptadas a linha de 
terminação do preparo 
 A configuração da linha de terminação 
determina a forma e quantidade de material 
a ser colocado na margem e o grau de 
ajuste da restauração 
CONFIGURAÇÃO DA LINHA DE 
TERMINAÇÃO 
 Término cervical plano e bem polido 
 Términos supra sulculares 
 Evitar os biseis largos e rasos que podem 
provocar sobrecontorno. 
 A terminação da margem para 
restaurações de ouro é aguda 
 A linha preferida para coroas de metal. 
é em forma de chanfro, pois provoca menos 
tensão. 
 Como obter o chanfro 
 Com a ponta arredondada de uma 
ponta diamantada tronco cônica enquanto 
é realizada a redução axial 
 
Ombro largo :usado antigamente para 
metalocerâmicas e cerâmicas deixando espaço 
para maior espessura de material 
Ombro arredondado: coroas totalmente 
cerâmicas, maior desgaste cervical proporciona 
resistência e linha de término definida. Diminui a 
concentração de ensoes e melhora o 
escoamento 
Ombro biselado 45° para coroas 
metalocerâmicas, melhora a adaptação 
marginal e inserção da coroa porem precisa de 
mais remoção do tecido dental 
Ombro biselado 45° arredondado: coroas 
metalocerâmicas, ângulo arredondado com 
bisel que melhora a adaptação cervical e 
inserção da coroa 
Chanfro: terminações de preparos no geral, 
coroas totalmente metálicas e facetas, 
proporcionando margem fina com mínimo 
desgaste e espessura suficiente para a resistência 
Chanfro largo: para obter concavidade de 90° 
com ângulo interno arredondado de grande 
raio. Dá mais sustentação a coroas cerâmicas do 
que o chanfro convencional. Permite maior 
escoamento e menor discrepância marginal, se 
a linha de terminação for nítida temos melhor 
distribuição de tensões e obtenção de contornos 
adequados 
Chanfro biselado 45°: coroas metalocerâmicas, 
semelhante ao ombro só que mais largo 
Chanfrete: fica subgengivalmente, semelhante 
ao chanfro raso, indicado quando houver cárie 
ou outra perda de estrutura subgengival 
Lâmina de faca: muito inclinado para dentes 
com estrangulamento cervical ou pilares de 
prótese fixa com comprometimento de 
periodonto, margem mais fina de preparo 
OMBRO é a linha de terminação preferida para 
cerâmicas pois dá grande resistência e minimiza 
tensões. Exige grande destruição dentária 
 
 
COROAS TOTAIS 
 Usadas em dentes que exijam retenção 
máxima como retentores para próteses 
parciais fixas em casos onde o pilar é 
pequeno ou o espaço edentado é grande, 
anomalias de forma, cárie extensa, fratura ou 
posicionamento inadequado 
 Devemos sempre pensar em projetos 
menos destrutivos caso sejam insatisfatórios 
optaremos por uma coroa total 
 Causa supressão total da morfologia do 
dente 
VANTAGENS 
 Capacidade retentiva 
 Obtenção de paralelismo 
 Correção da axilidade 
 Estética favorável 
 Facilidade do preparo 
 Supra sulcular 
PREPARO PARA COROA METÁLICA 
 Usado quando as paredes axiais do 
dente tiverem sido afetadas ou já 
restauradas 
 Reforça e dá sustentação ao dente 
 Se houver destruição central do dente 
ela ode enfraquecer o dente 
 Menos destrutivo que metalocerâmicas 
 Não deve ser feito com cáries não 
controladas 
REDUÇÃO OCLUSAL 
 
 Com a PD 2215 ou1064 ou 21236 ou 
3228 
 1,5mm nas cúspides funcionais e 1mm nas 
não funcionais 
 Ponta diamantada troncocônica 
arredondada 
 Usar sulcos de orientação sobre as cristas 
e os sulcos oclusais 
 Remover o esmalte entre os sulcos 
 Determinar a altura ocluso gengival e se 
preciso adicionar características auxiliares 
(sulcos, caixas...) 
 Remover qualquer aspereza deixando 
uma configuração geométrica 
 
BISEL DA CÚSPIDE FUNCIONAL 
 
 Ponta diamantada troncocônica 
arredondada 
 Fazer sulcos de orientação para 
profundidade 
 Sobre vertentes vestibulares das cúspides 
vestibulares de inferiores 
 Sobre vertentes linguais das cúspides 
palatinas de superiores 
 Se não for realizado as bordas podem 
ficar finas 
 
VERIFICAÇÃO DO ESPAÇO OCLUSAL 
 Paciente morde uma tira de cera de 2mm 
 Examinar a cera contra a luz, a porção 
mais delgada é onde o espaço oclusal não 
foi reduzido o suficiente 
 Se estiver adequado polir o Bisel e 
espaço oclusal com broca nº 17 Il 
 Não devem ficar ângulos ou cristas nas 
junções 
REDUÇÃO VESTIBULAR E LINGUAL 
 
 Ponta diamantada torpedo 
 Produz a redução axial e sua ponta 
forma a linha de terminação em chanfro 
 A linha de terminação deve ser bem 
definida e regular e em forma de chanfro 
 
CORTES PROXIMAIS 
 
 Ponta diamantada cônica curta 
 Iniciar com uma mais fina fazendo um 
serrote com ela obtendo espaço 
 
 Com a ponta torpedo polir as paredes 
criando também o chanfro 
 Polir todas as paredes axiais com a broca 
de acabamento torpedo 
 Romper o ponto de contato 3195 
 
SULCO DE ASSENTAMENTO 
 
 Ele se opões as tendências rotacionais 
durante a cimentação e ajuda orientação 
 Ponta 1064 
 Só é realizado em molares 
 Na parede axial mais volumosa 
(vestibular para inferiores) 
 Em preparos longos deve ser feito um 
sulco vestibular e um lingual para aumentar 
a resistência ao movimento mesiodistal 
 
 
 
COROAS METALOCERÂMICAS 
 É uma restauração de porcelana fundida 
com metal 
 Infraestrutura metálica fundida 
 Combina a resistência e ajustes preciso 
da coroa metálica e a estética da cerâmica 
 Redução profunda da face vestibular e 
mais rasa na lingual 
Importante 
 Uma aleta na proximal mostra essa 
diferença de profundidade 
 Caso não haja espaço suficiente pode 
ocorrer: 
 Contornos deficientes da 
restauração 
 A translucidez e gradação não 
combinaram com os demais 
dentes 
COROAS METALOCERÂMICAS ANTERIORES 
 A linha de término em coroas anteriores 
é desnecessária, quanto menos subgengival 
estiver o término da coroa melhor será a 
saúde periodontal 
 Redução de 1,2mm sobre a vestibular sem 
invadir a polpa 
 Fazer em dois planos para não deixar a 
margem incisal proeminente muito afilada e 
próxima a polpa 
 Mais invasivo, maior redução, maior 
sensibilidade, maior retenção, facilidade de 
preparo, irreversível, término intra sulcular 
BROCAS UTILIZADAS 
 
 
MOLDE 
 
 Usado para verificar a redução 
 Com silicona densa moldar o dente por 
cerca de 2minutos até polimerizar 
 Recortar as margens incisais e cortar o 
molde ao meio (vestibular e lingual 
 Na metade vestibular cortar de mesial 
para distal dividindo o molde em 
gengival e incisal 
 Após a redução colocar a metade 
gengival sobe o preparo e verificar o 
espaço livre 
 Para o espaço incisal colocar o molde 
lingual e avaliar a distância entre a 
margem incisal do preparo e margem 
deixada no molde 
REDUÇÃO VESTIBULAR E INCISAL 
 Fazer sucos de orientação com ponta 
diamantada troncocônica 1-1,5mm 
 Redução axial mínima de 1,5mm 
 2215, 2136 ou 3228 
 Podemos usar os dentes adjacentes como 
ponto de referência 
 Os sulcos devem ser em dois grupos 
 
 
 Paralelo a metade gengival da face 
vestibular 
 Paralelo a metade incisal devem ser 
recortados ao longo de toda margem e 
prolongando-se 2mm para gengival 
 Fazer a redução incisal com PD 
troncocônica (2215) de 1,5-2mm para ter 
acesso as paredes axiais e linha de 
terminação gengival 
 
 Fazer a redução vestibular e gengival até 
um ponto de1mm de distância do contato 
proximal 
 
 A aleta deve ter inclinação semelhante 
a aleta da porção gengival 
 Deixar 1,5mm aquém da gengiva 
marginal 
 Com a broca para fissuras H158-012 
polir a face vestibular 
 Todos os ângulos e margens do preparo 
são arredondados 
REDUÇÃO LINGUAL 
 
 Roda diamantada pequena 
 Deixar espaço livre de 0,7mm, se for 
receber cerâmica deixar 1mm 
Não reduzir em excesso o cíngulo e parede 
lingual 
 A redução axial lingual deve ser feita 
com ponta diamantada torpedo 
 A aleta não pode ficar na área de 
contato vestibularmente pois dá um aspecto 
morto ao dente 
 E polidas com broca torpedo 3118 
 
REDUÇÃO PROXIMAL 
 
 Redução mínima de 1mm 
 Ponta diamantada longa para acesso 
 Fazer a redução com PD troncocônica 
plana para os contatos proximais 
 Nas paredes axiais proximais linguais 
usar PD torpedo 
 
 Alisar as paredes com a broca torpedo 
acentuando o chanfro 
 
LINHA DE TERMINAÇÃO 
 Ombro simples vestibulogengivais ou 
com biséis estreitos 
 O ombro cria espaço para a instalação 
de uma viga de metal a fim de reforçar a 
margem 
 
 Ombros alisados a mão ajustam-se 
melhor 
 Ângulos vivos formados no cinzel podem 
destruís o ângulo interno arredondado da 
linha de terminação 
 
 Adaptar as extremidades do cinzel 
biangulado 15-8-8 arredondando um dos 
cantos de cada lâmina com pedra Arkansas 
sua lâmina faz o polimento e amplia a linha 
de terminação para 1,5mm 
 
Preparo segundo o Nishioka 
 Proteger dentes vizinhos com tira de aço 
 Romper o ponto de contato 3195 
 
COROAS METALOCERÂMICAS POSTERIORES 
 Usada em pré-molares e primeiros 
molares superiores, primeiros pré-molares ou 
segundos pré molares inferiores. 
Importante 
Preparo segundo o Nishioka 
 
 Remoção de maior volume dental do 
dente 
 Ameaça a integridade estrutura oclusais 
dos dentes opostos pois a cerâmica é mais 
abrasiva para o esmalte 
MOLDE 
Adaptar a silicona nas faces e aguardar a 
polimerização 
Cortar o molde sagitalmente e colocar de novo 
sobre o dente 
Cortar a silicona ao longo eixo das cúspides 
vestibulares dos dentes e corar na metade da 
distancia entre as linhas cervicais e as pontas 
das cúspides descartando a porção oclusal 
REDUÇÃO OCLUSAL 
 
 Sulcos de orientação com PD 
troncocônica arredondada com redução de 
1,5 a 2mm 
 Remover o esmalte entre os sulcos 
 Alisar o preparo com broca 171L 
 Arredondar arestas e ângulos vivos 
BISEL DA CÚSPIDE FUNCIONAL 
 
 Sulcos orientadores de profundidade de 
2mm (metal revestido com cerâmica) 
 Remover o esmalte entre os sulcos 
 A angulação dele deve ser quase igual 
a inclinação das cúspides opostas 
REDUÇÃO VESTIBULAR 
 Com PD troncocônica plana fazer três 
sulcos verticais na porção oclusal seu 
diâmetro deve ir diminuindo em direção 
gengival 
 
 Alinhar a PD gengivalmente e fazer 
sulcos com todo o diâmetro do instrumento 
no dente 
 
 A PD deve estar ligeiramente supra 
gengival para a linha de terminação 
coincidir com a margem gengival ou ficar 
um pouco abaixo dela 
 Reduzir a porção gengival e alongar até 
a proximal 
 
 Alisar com broca H158-012 para fissuras 
 A porção lingual do ponto de contato 
produz uma parede ou aleta que não deve 
ser interceptada pelas paredes axiais 
vestibular ou lingual 
REDUÇÃO AXIAL PROXIMAL 
 
 Com uma PD cônica curta 
 Fazer movimentos vestíbulo linguais sobre 
a porção oclusal separando os dentes 
 Aplainar as paredes axiais com PD 
cônica 
 Alisar com broca H158-012 para fissuras 
REDUÇÃO AXIAL LINGUAL 
 
 Com PD torpedo 
 Criando uma linha de terminação em 
chanfro 
 Alisar as paredes e a linha de 
terminação com broca torpedo 
LINHA DE TERMINAÇÃO 
 O ombro deve estar lingualmente ao 
ponto de contato 
 O ombro deve ter ângulo interno 
arredondado e acabado com broca com 
extremidade arredondada para fissuras 
 O ombro tem 1mm e é alargado com o 
cinzel 
 Em algumas ocasiões pode ser preciso 
terminar em ombro com bisel por exemplo 
quando a estética não é tão crucial 
 
 O bisel pode ser criado com PD em forma 
de chama e deve ser estreito 0,3mm, fazer o 
acabamento com brocas Carbide H48L-
010 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COROAS DE CERÂMICA 
 Melhor efeito estético 
 Produto friável mais suscetível a fraturas 
 Preparos devem ser os mais longo 
possíveis para oferecer sustentação 
 Ombro uniforme de 1mm 
 Melhor em incisivos 
 Não deve ser usada em oclusão topo a 
topo pode produzir tensão incisal 
 Não indicar quando os dentes opostos 
fazem colusão sobre o quinto cervical da 
face lingual da restauração 
 Não indicado em dentes de coroa clinica 
cervical curta 
 A margem incisal deve ser plana com 
ligeira inclinação linguogengival para resistir 
e evitar cisalhamento 
 As arestas devem ser ligeiramente 
arredondadas 
REDUÇÃO VESTIBULAR E INCISAL 
 Sulcos de orientação em profundidade 
nas faces vestibular e lingual com PD 
troncocônica plana 
 Três sulcos vestibulares com a PD paralela 
ao terço gengival 
 Dois sulcos paralelos aos 2/3 incisais da 
face vestibular não cortada 
 A redução incisal é feita com PD 
troncocônica plana 
 Reduzir 1,2mm no vestibular e 2mm na 
incisal 
PREPAROS PARA INCRUSTAÇÕES 
Importante 
 Restauração intracoronaria 
 Mesmos indicações que o amalgama 
 Muito mais fácil realizar o ponto de 
contato 
 Melhor anatomia oclusal 
 Qualidade da fundição → melhor 
adaptação marginal 
 Restauração metálica fundida 
 Sem recobrimento de cúspide 
 Não indicado como retentor de prótese 
fixa 
 Pouco utilizado 
 Custo → no mínimo duas sessões 
INDICAÇÕES 
 Dentes com cáries oclusal e proximal de 
pequena extensão 
 Substituição de restauração ou diversas 
restaurações 
 Classe I cuja largura do istimo seja ½ da 
distância entre as cúspides vestibulares e 
linguais 
 Classe II (MO ou OD) de istimo com 
largura de 1/3 das cúspides 
 Classe II cujo istimo tenha ¼ de distância 
das cúspides 
VANTAGEM 
 Menor numero de sessões clinicas pois eu 
consigo abrir os dentes em uma sessão e 
restaurar todos em outra 
 Alta resistência da liga 
 Melhor anatomia oclusal e contorno 
 Mais fácil a obtenção do ponto de 
contato 
 Menor oxidação do que o amalgama 
Quais metais eu posso usar? 
 Ouro 
 Prata paládio 
 Prata-estanho 
 Cobre-alumínio 
 Níquel-cromo (muito duros) 
 
DESVANTAGENS 
 
 Ação de cunha sobre os dentes 
 Tempo clinico de execução maior 
 Custo laboratorial 
 Não é indicada como retentor de ppf 
SEQUENCIA DE PREPARO 
CLASSE I 
 Contorno oclusal: istimo no sulco central 
e sulcos laterais 
 
 Redução do sulco central (istimo) 1,5mm 
bisel do cavo superficial 
 Bisel do cavo superficial 
 
CLASSE II 
 Contorno oclusal: istimo no sulco 
principal de 1/3 da distância vestíbulo 
lingual 
 
1 PD 1064 
 
 Estender as dimensões da caixa para 
vestibular e lingual até romper ponto de 
contato proximal 
 
2 PD 1064 
 Planificar a parede gengival com 
recortador de margem gengival criando um 
sulco em v na junção das paredes 
aumentando a resistência ao deslocamento 
 Expulsividade total de 6°, preparo deve 
ficar expulsivo para oclusal 
 Diedros nítidos para evitar deslocamento 
da restauração 
 Biselar todas as paredes do preparo 
 
3PD 3113 
 
 Inclinação de 6° serve pra dar retenção 
e resistência e durabilidade estrutural se for 
reduzido 1,5mm 
 Se ficar muito expulsivo não vai ter 
resistência e retenção 
 Bisel da a integridade marginal 
 
PREPARO ONLAY 
MOD com recobrimento de cúspide melhorando 
a distribuição de forças mastigatórias 
INDICAÇÕES 
 Dentes fraturados 
 Dentes com istimo oclusal maior que ½ 
da distância entre as cúspides vestibular e 
lingual 
 Dentes com perda de estrutura proximal 
 Dentes posteriores tratados 
endodonticamente 
VANTAGENS 
 Promove reforço da estrutura dental 
 Alta resistência a fratura da liga 
 Anatomia e contorno 
 Ponto de contato proximal 
 Menor oxidação queamálgama 
DESVANTAGENS 
 Tempo clinico de execução maior 
 Custo laboratorial 
SEQUENCIA DE PREPARO 
 Redução oclusal de 1,5mm com PD 2136 
ou 2215 com auxilio de sulcos de orientação 
 
 Redução de apenas as cúspides 
funcionais 
 
 Biselado das cúspides funcionais de 1,5mm 
com PD 2136 ou 3113 
 
 Degrau oclusal de 1mm de largura com 
PD 1064 
 Importante 
 
 Istmo oclusal de 1,5mm com PD 1064 as 
paredes devem ser expulsivas para a oclusal 
sua dimensão não deve ser muito grande 
 Alargar o istimo onde ele encontra a 
caixa proximal e arredondar este ângulo 
 
 Caixa proximal de 1,5mm e 1mm de 
parede gengival de profundidade com PD 
1064 ou 3195 
 
 As paredes da caixa devem ser lisas e 
expulsivas para oclusal e proximal 
 Usar um esculpidor de margem gengival 
para formar um sulco em v na junção da 
parede axial com o soalho gengival da 
caixa 
 
 Fazer um bisel no istimo 
 
 Planificação das paredes horizontais com 
PD1064 
 
 Fazer o Bissel cavossuperficial, proximal e 
gengival com PD 3113 ou 4114 ou 3203 
 O bisel deve ter 0,5mm 
 
CARACTERÍSTICAS FINAIS DO PREPARO 
 Paredes planas e lisas 
 Parede pulpar paralela ao plano 
horizontal 
 Paredes gengivais das caixas proximais 
planas e paralelas a parede olcusal 
 Ângulos diedros e triedros livres 
 Paredes laterais da caixa oclusal e 
proximal com expulsividade de 5 a graus 
 Bisel cavo superficial nítido 
 
 
 
PREPARO 4/5 SUPERIOR 
 Envolve as faces, lingual, oclusal, distal e 
mesial 
 Preparo conservador 
 Margens supra sulculares 
 Reprodução do contorno original 
 Facilita escoamento do cimento 
INDICAÇÕES 
 Coroas unitárias 
 Remanescentes coronários razoável 
 Dentes corretamente posicionados 
 Pôntico de um elemento 
Importante 
CONTRA INDICAÇÃO 
 Estética 
 Busca por máxima retenção 
 Dente curto 
SEQUÊNCIA DE PREPARO 
 Redução oclusal: 1mm e redução de 
1,5mm na cúspide funcional PD (2215, 2136 
ou 1064) 
 
 Bisel da cúspide funcional: fazer três 
sulcos de orientação de 1,5mm num ângulo 
de 45° desaparecendo apical. o bisel deve 
ser do sulco central mesial ao distal. PD 
(2215, 2136 ou 1064) 
 
 Degrau oclusal: realizado no meio do 
bisel entre a ponta de cúspide e término do 
bisel 
 
 Redução axial em chanfro: primeiro 
romper o ponto de contato com 31195 
 
 Sulcos proximais: próximo a vestibular 
sem invadir a vestibular, marcar os sulcos 
com grafite primeiro, e terminar 0,5mm antes 
do término em chanfro devendo formar um 
degrau eles têm inclinação para o centro do 
dente 
 
 Realizar uma canaleta unindo esses sulcos 
para garantir resistencia estruttural 
 
 Biselado proximal e vestibular

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