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ORGANIZACAO E FUNCIONAMENTO MICRO

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Organização e Funcionamento 
da Actividade Económica
MICROECONOMIA
Docente: Tomas Hale
SISTEMAS DE ORGANIZAÇÃO ECONÓMICA
SISTEMA ECONÓMICO: É A FORMA POLÍTICA, SOCIAL E
ECONÓMICA PELA QUAL ESTAO ORGANIZADAS AS
ENTIDADES SÓCIO-POLÍTICAS E O COMPLEXO DAS
UNIDADES DE PRODUÇÃO, BUSCANDO O BEM-ESTAR
SOCIAL ATRAVÉS DA PRODUÇÃO DE BENS E
SERVIÇOS, UTILIZANDO OS FACTORES DE PRODUÇÃO.
Docente: Tomas Hale
ELEMENTOS DE UM SISTEMA ECONÓMICO
1. FACTORES DE PRODUÇÃO
A TERRA 
O TRABALHO 
O CAPITAL 
Docente: Tomas 
Hale
2. COMPLEXO DE UNIDADES DE PRODUÇÃO
BENS 
SERVIÇOS
Docente: Tomas Hale
3. ORGANIZAÇÕES SÓCIO-POLÍTICAS (CONJUNTO DAS
INSTITUIÇÕES SOCIAIS, POLÍTICAS, JURÍDICAS E
ECONÓMICAS).
Docente: Tomas Hale
FORMAS DE ORGANIZAÇÃO ECONÓMICA
ECONOMIAS CENTRALIZADAS OU DE DIRECÇÃO
CENTRAL - NESTE TIPO DE ECONOMIAS AS PRINCIPAIS
DECISÕES QUANTO AO QUÊ, AO COMO E AO PARA
QUEM DEVEM SER PRODUZIDOS OS BENS SÃO
TOMADAS PELO GOVERNO;
Docente: Tomas 
Hale
ECONOMIAS DE MERCADO - NESTAS ECONOMIAS É O
PRÓPRIO MERCADO (COMPOSTO POR QUEM OFERECE
E POR QUEM PROCURA OS BENS) QUE DECIDE A
RESPOSTA ÀS TRÊS QUESTÕES QUE CONSTITUEM OS
PROBLEMAS DE QUALQUER ORGANIZAÇÃO
ECONÓMICA.
Docente: Tomas 
Hale
FUNCOES DO ESTADO NA ECONOMIA DO MERCADO
• EFICIÊNCIA
• EQUIDADE E 
• CRESCIMENTO/ESTABILIDADE ECONÓMICO
Docente: Tomas Hale
ECONOMIA MISTA – UMA ECONOMIA MISTA COMBINA OS
ELEMENTOS DE ECONOMIA CENTRALIZADA E DE
MERCADO.
Docente: Tomas 
Hale
CONTUDO, NA VERDADE NÃO EXISTEM ACTUALMENTE
SOCIEDADES QUE SE ENCAIXEM EM NENHUM DOS
DOIS CASOS EXTREMOS EXPOSTOS. DE FACTO, TODAS
AS SOCIEDADES ACTUAIS ESTÃO ORGANIZADAS EM
ECONOMIAS MISTAS NA MEDIDA EM QUE CONTÉM
CARACTERÍSTICAS QUER DAS ECONOMIAS DE
MERCADO, QUER DAS ECONOMIAS DE DIRECÇÃO
CENTRAL
Docente: Tomas 
Hale
ESCASSEZ E EFICIÊNCIA
NUMA SITUAÇÃO DE ESCASSEZ OS BENS SÃO LIMITADOS
RELATIVAMENTE AOS DESEJOS.
LEI DE ESCASSEZ: OS BENS SÃO ESCASSOS PORQUE NÃO HÁ
RECURSOS SUFICIENTES PARA PRODUZIR TODOS OS BENS
QUE AS PESSOAS DESEJAM CONSUMIR.
DESTE MODO É IMPORTANTE QUE UMA ECONOMIA FAÇA O
MELHOR USO DOS SEUS RECURSOS LIMITADOS, OU SEJA
QUE OS UTILIZE DE FORMA EFICIENTE.
Docente: Tomas 
Hale
POSSIBILIDADE DE PRODUÇÃO E OPÇÕES 
TECNOLÓGICAS
EM QUALQUER MOMENTO DO TEMPO, UM PAÍS PODE
APENAS PRODUZIR UMA CERTA QUANTIDADE DE BENS
E SERVIÇOS A PARTIR DOS SEUS RECURSOS
LIMITADOS. NO ENTANTO, NÃO PODE SER PRODUZIDO
MAIS DE UM BEM SEM QUE SE PRODUZA MENOS DE
UM OUTRO BEM. POR EXEMPLO: QUANTO MAIS
GASOLINA SE PRODUZIR, MENOS ÓLEO SE PRODUZ.
Docente: Tomas 
Hale
EM ECONOMIA, REPRESENTA-SE ESTA LIMITAÇÃO DO
POTENCIAL PRODUTIVO DE UM PAÍS ATRAVÉS DE UMA
FRONTEIRA DE POSSIBILIDADES DE PRODUÇÃO (FPP),
UMA FUNÇÃO INSERIDA EM UM GRÁFICO DE DOIS
EIXOS. ELA PODE SE REPRESENTADA NUMA LINHA
CURVA PARA FORA OU EM LINHA RECTA.
Docente: Tomas 
Hale
FPP – REPRESENTA O TOTAL DE PRODUÇÃO MÁXIMA
QUE PODE SER OBTIDO POR UMA ECONOMIA, DADOS
OS CONHECIMENTOS TECNOLÓGICOS E A
QUANTIDADE DE FACTORES DE PRODUÇÃO
DISPONÍVEIS. A FPP REPRESENTA O MENU DE
ESCOLHAS DISPONÍVEIS PARA A SOCIEDADE.
Docente: Tomas 
Hale
A FPP MOSTRA UM TRADEOFF QUE A SOCIEDADE
ENFRENTA. UMA VEZ QUE TENHAMOS ATINGIDOS OS
PONTOS DE EFICIENCIA NA FRONTEIRA, A UNICA
MANEIRA DE OBTER MAIS DE UM BEM E OBTENDO
MENOS DO OUTRO.
Docente: Tomas 
Hale
EXEMPLO:
SUPONHAMOS UMA ECONOMIA QUE SÓ PRODUZA MÁQUINAS (BENS DE 
CAPITAL) E ALIMENTOS (BENS DE CONSUMO) E QUE AS ALTERNATIVAS DE 
PRODUÇÃO DE AMBOS SEJAM AS SEGUINTES:
Docente: Tomas 
Hale
Alternativas de 
produção 
Máquinas 
(milhares) 
Alimentos 
(Toneladas) 
A 25 0 
B 20 30,0 
C 15 47,5 
D 10 60,0 
E 0 70,0 
 
Docente: Tomas 
Hale
 
 
Q (Maquinas) 
 
 
 
 
 
 
 
 alimentos 
OSPONTOS FINAIS DA FPP REPRESENTAM AS
POSSIBILIDADES EXTREMAS. OS PONTOS AO LONGO DA
CURVA MOSTRAM UMA PRODUÇÃO EFICIENTE DA
ECONOMIA. O PONTO DENTRO DA LINHA UMA PRODUÇÃO
INEFICIENTE, A ECONOMIA NAO ESTA A USAR DE MELHOR
MANEIRA OS SEUS RECURSOS PARA PRODUZIR OS DOIS
BENS.
Docente: Tomas 
Hale
UM AVANCO ECONOMICO NA INDUSTRIA DE MAQUINAS
DESLOCA A FPP PARA FORA, AUMENTANDO O NUMERO
DE MAQUINAS E ALIMENTOS QUE A SOCIEDADE PODE
PRODUZIR, VEJA NA FIGURA ABAIXO.
Docente: Tomas 
Hale
Docente: Tomas 
Hale
 
Q (Maquinas) 
 
 
 
 
 
 
 0 
 Q(Alimentos) 
 
CUSTO DE OPORTUNIDADE
A VIDA ESTÁ REPLETA DE ESCOLHAS. DEVIDO A ESCASSEZ
DE RECURSOS, TEMOS CONSTANTEMENTE DE DECIDIR O
QUE FAZER COM O TEMPO E O RENDIMENTO QUE
POSSUIMOS EM QUANTIDADE LIMITADA. DEVEMOS VER UM
FILME OU LER UM LIVRO? DEVEMOS VIAJAR PARA O
ESTRANGEIRO OU COMPRAR UM CARRO? DEVEMOS FAZER
UMA PÓS-GRADUAÇÃO OU COMEÇAR A TRABALHAR LOGO
APOS A UNIVERSIDADE?
Docente: Tomas 
Hale
CUSTO DE OPORTUNIDADE
EM CADA UM DESSES CASOS, TOMAR UMA DECISÃO NUM
MUNDO DE ESCASSEZ OBRIGA-NOS A PRESCENDIR DE
ALGUMA COISA, CUSTA-NOS DE FACTO A OPORTUNIDADE
DE FAZER OUTRA COISA. A ALTERNATIVA QUE SE ABDIGOU
CHAMA-SE CUSTO DE OPORTUNIADE.
Docente: Tomas 
Hale
CUSTO DE OPORTUNIDADE É O VALOR DO BEM OU
SERVIÇO QUE SE PRESCINDE.
O CONCEITO DE CUSTO DE OPORTUNIDADE PODE SER
REPRESENTADA DE FORMA MONETARIA E NÃO
MONETÁRIA.
Docente: Tomas 
Hale
DE FORMA MONETÁRIA PODE SER ILUSTRADA DA SEGUINTE
MANEIRA: IMAGINE UMA FÁBRICA DE CADEIRAS QUE
PRODUZIA 10 CADEIRAS POR MÊS NUM MERCADO QUE
ABSORVIA TOTALMENTE ESTA PRODUÇÃO. DIANTE DE UMA
OPORTUNIDADE DE NEGÓCIOS..
ESTA FÁBRICA RESOLVEU INICIAR UMA PRODUÇÃO DE UM 
NOVO PRODUTO: MESAS. PORÉM, AO ALOCAR RECURSOS 
PARA TAL, DESCOBRIU QUE TERÁ DE DEIXAR DE PRODUZIR 2 
CADEIRAS PARA ALIMENTAR A DEMANDA DE 2 MESAS. O 
CUSTO DE OPORTUNIDADE ESTÁ NO VALOR PERDIDO DA 
VENDA DAS 2 CADEIRAS QUE DEIXARAM DE SER FABRICADAS.
Docente: Tomas 
Hale
DE FORMA NÃO MONETÁRIA PODE SER ILUSTARADA DA
SEGUINTE MANEIRA: SE O GOVERNO DECIDE CONSTRUIR
UMA AUTO-ESTADA AO LONGO DE UMA PRAÇA NACIONAL, O
TERRENO NECESSÁRIO PODE PARECER BARATO NO QUE
RESPEITA AS DESPESAS OU CUSTOS ORÇAMENTAIS. MAS O
CUSTO DE OPORTUNIDADE DO USO DA PRAÇA PODE SER
MUITO MAIOR, POIS A POPULAÇÃO PASSARÁ A USUFRUIR DE
MENOS PIQUENIQUES, CAMINHADAS E PASSEIOS AO AR
LIVRE.
Docente: Tomas 
Hale
A LEI DE RENDIMENTOS DECRESCENTES
ESTA LEI ESTABELECE QUE QUE UM AUMENTO DE
QUALQUER FACTOR DE PRODUÇÃO, MANTENDO-SE O
RESTANTE FACTORES CONSTANTE AUMENTARÁ A
PRODUÇÃO TOTAL. MAS A PARTIR DE CERTO PONTO, A
PRODUÇÃO ADICIONAL, RESULTANTE DE ACRESCIMO
DOS FACTORES DE PRODUÇÃO, TENDE A SER CADA
VEZ MENORES.
Docente: Tomas 
Hale
UM BOM EXEMPLO A SER DADO É QUANDO
CONSIDERAMOS A ATIVIDADE AGRÍCOLA, TENDO
COMO FATOR VARIÁVEL A MÃO-DE-OBRA.
AUMENTANDO O NÚMERO DE TRABALHADORES, E SE
A AREA PERMANECE A MESMA, CHEGA-SE A UM PONTO
EM QUE A PRODUÇÃO CONTINUA CRESCENDO, MAS A
TAXAS DECRESCENTES, EM VIRTUDE DO EXCESSO DE
TRABALHADORES.
Docente: Tomas 
Hale

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