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Conjunto de questões de direito penal (múltipla escolha) sobre concurso de pessoas, autoria e participação, com hipóteses envolvendo furto, roubo, peculato, instigação e homicídio, para análise da responsabilidade de coautores e partícipes.

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Questões resolvidas

Pedro e Paulo combinam de praticar um crime de furto em determinada creche, com a intenção de subtrair computadores. Pedro, então, sugere que o ato seja praticado num domingo, quando o local estaria totalmente vazio e com isso nenhuma criança seria diretamente prejudicada. No momento da empreitada delitiva, Pedro auxilia Paulo a entrar por uma janela lateral e depois entra pela porta dos fundos da unidade. Já no interior do local, eles verificam que a creche estava cheia em razão de comemoração do “Dia das Mães”; então, Pedro pega um laptop e sai, de imediato, pela porta dos fundos, mas Paulo, que estava armado sem que Pedro soubesse, anuncia o assalto e subtrai bens e jóias de crianças, pais e funcionários. Captadas as imagens pelas câmeras de segurança Pedro e Paulo são identificados e denunciados por crime hediondo de roubo duplamente majorado.
Com base apenas nas informações narradas, a defesa de Pedro deverá pleitear o reconhecimento da
a) participação de menor importância, gerando causa de diminuição de pena.
b) cooperação dolosamente distinta, gerando causa de diminuição de pena.
c) cooperação dolosamente distinta, gerando aplicação da pena do crime menos grave.
d) participação de menor importância, gerando aplicação da pena do crime menos grave.

No que diz respeito ao concurso de pessoas e às expressas regras do CP (arts. 29 a 31),
a) não se comunicam as circunstâncias e as condições de caráter pessoal, salvo quando elementares do crime.
b) quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua punibilidade.
c) aplica-se a mesma pena a todos os coautores, ainda que a participação seja de menor importância.
d) quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua acessoriedade.
e) mesmo que o crime sequer seja tentado, o ajuste, a determinação ou a instigação e o auxílio sempre são puníveis.

Hamilton resolve chamar um táxi pelo aplicativo do celular a fim de conduzi-lo até determinado endereço. Após ingressar no veículo, Hamilton recebe uma ligação em seu telefone, ocasião em que diz a pessoa que está do outro lado da linha que está se dirigindo até o endereço do amante de sua esposa a fim de matá-lo. O motorista do táxi, mesmo após ouvir a conversa de seu passageiro, o conduz até seu destino. No dia seguinte, o motorista toma conhecimento pelo noticiário televisivo de que Hamilton realmente matou o amante de sua mulher. Diante do caso hipotético, o taxista (A) responderá pelo crime de homicídio doloso como partícipe. (B) responderá pelo crime de homicídio doloso como coautor. (C) responderá pelo crime de homicídio culposo. (D) responderá pelo crime de favorecimento pessoal. (E) não responderá por nenhum crime.

Quando dois agentes, embora convergindo suas condutas para a prática de determinado fato criminoso, não atuam unidos pelo liame subjetivo, tem-se autoria
a) incerta.
b) colateral.
c) sucessiva.
d) desconhecida.

Se alguém instiga outrem a surrar inimigo comum, mas, o instigado se excede e mata a vítima, é correto afirmar que:
a) a conduta do partícipe é atípica.
b) o partícipe poderá responder por lesão corporal, sem qualquer aumento de pena, se não podia prever o resultado morte.
c) o partícipe poderá responder por homicídio doloso, mas fará jus, necessariamente, ao reconhecimento de participação de menor importância.
d) o partícipe poderá responder por lesão corporal, com a pena aumentada até um terço, se previsível o resultado letal.
e) o partícipe não poderá responder por homicídio doloso, mesmo que tenha assumido o risco do resultado morte.

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Questões resolvidas

Pedro e Paulo combinam de praticar um crime de furto em determinada creche, com a intenção de subtrair computadores. Pedro, então, sugere que o ato seja praticado num domingo, quando o local estaria totalmente vazio e com isso nenhuma criança seria diretamente prejudicada. No momento da empreitada delitiva, Pedro auxilia Paulo a entrar por uma janela lateral e depois entra pela porta dos fundos da unidade. Já no interior do local, eles verificam que a creche estava cheia em razão de comemoração do “Dia das Mães”; então, Pedro pega um laptop e sai, de imediato, pela porta dos fundos, mas Paulo, que estava armado sem que Pedro soubesse, anuncia o assalto e subtrai bens e jóias de crianças, pais e funcionários. Captadas as imagens pelas câmeras de segurança Pedro e Paulo são identificados e denunciados por crime hediondo de roubo duplamente majorado.
Com base apenas nas informações narradas, a defesa de Pedro deverá pleitear o reconhecimento da
a) participação de menor importância, gerando causa de diminuição de pena.
b) cooperação dolosamente distinta, gerando causa de diminuição de pena.
c) cooperação dolosamente distinta, gerando aplicação da pena do crime menos grave.
d) participação de menor importância, gerando aplicação da pena do crime menos grave.

No que diz respeito ao concurso de pessoas e às expressas regras do CP (arts. 29 a 31),
a) não se comunicam as circunstâncias e as condições de caráter pessoal, salvo quando elementares do crime.
b) quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua punibilidade.
c) aplica-se a mesma pena a todos os coautores, ainda que a participação seja de menor importância.
d) quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua acessoriedade.
e) mesmo que o crime sequer seja tentado, o ajuste, a determinação ou a instigação e o auxílio sempre são puníveis.

Hamilton resolve chamar um táxi pelo aplicativo do celular a fim de conduzi-lo até determinado endereço. Após ingressar no veículo, Hamilton recebe uma ligação em seu telefone, ocasião em que diz a pessoa que está do outro lado da linha que está se dirigindo até o endereço do amante de sua esposa a fim de matá-lo. O motorista do táxi, mesmo após ouvir a conversa de seu passageiro, o conduz até seu destino. No dia seguinte, o motorista toma conhecimento pelo noticiário televisivo de que Hamilton realmente matou o amante de sua mulher. Diante do caso hipotético, o taxista (A) responderá pelo crime de homicídio doloso como partícipe. (B) responderá pelo crime de homicídio doloso como coautor. (C) responderá pelo crime de homicídio culposo. (D) responderá pelo crime de favorecimento pessoal. (E) não responderá por nenhum crime.

Quando dois agentes, embora convergindo suas condutas para a prática de determinado fato criminoso, não atuam unidos pelo liame subjetivo, tem-se autoria
a) incerta.
b) colateral.
c) sucessiva.
d) desconhecida.

Se alguém instiga outrem a surrar inimigo comum, mas, o instigado se excede e mata a vítima, é correto afirmar que:
a) a conduta do partícipe é atípica.
b) o partícipe poderá responder por lesão corporal, sem qualquer aumento de pena, se não podia prever o resultado morte.
c) o partícipe poderá responder por homicídio doloso, mas fará jus, necessariamente, ao reconhecimento de participação de menor importância.
d) o partícipe poderá responder por lesão corporal, com a pena aumentada até um terço, se previsível o resultado letal.
e) o partícipe não poderá responder por homicídio doloso, mesmo que tenha assumido o risco do resultado morte.

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1 - Pedro e Paulo combinam de praticar um crime de furto em determinada creche, com a intenção de subtrair computadores. Pedro, então, sugere que o ato seja praticado num domingo, quando o local estaria totalmente vazio e com isso nenhuma criança seria diretamente prejudicada. No momento da empreitada delitiva, Pedro auxilia Paulo a entrar por uma janela lateral e depois entra pela porta dos fundos da unidade. Já no interior do local, eles verificam que a creche estava cheia em razão de comemoração do “Dia das Mães”; então, Pedro pega um laptop e sai, de imediato, pela porta dos fundos, mas Paulo, que estava armado sem que Pedro soubesse, anuncia o assalto e subtrai bens e jóias de crianças, pais e funcionários. Captadas as imagens pelas câmeras de segurança Pedro e Paulo são identificados e denunciados por crime hediondo de roubo duplamente majorado. Com base apenas nas informações narradas, a defesa de Pedro deverá pleitear o reconhecimento da
a) participação de menor importância, gerando causa de diminuição de pena.
b) cooperação dolosamente distinta, gerando causa de diminuição de pena.
c) cooperação dolosamente distinta, gerando aplicação da pena do crime menos grave.
d) participação de menor importância, gerando aplicação da pena do crime menos grave.
2 - A respeito do concurso de pessoas, é correto afirmar que:
a) Caio, empresário, ciente da condição de funcionário público de Mévio, tendo-o auxiliado na prática do crime de peculato, não responderá pelo crime funcional, já que a condição pessoal de funcionário público de Mévio a ele não se comunica.
b) Mévio, pela participação de menor importância na prática de furto à residência de Tício, poderá ter a pena diminuída.
c) Mévio e Caio, pelo ajuste da prática de furto à residência de Tício, uma vez descoberto o plano ambos, serão punidos, ainda que o crime não chegue a ser tentado.
d) Mévio e Caio, tendo furtado a residência dos pais de Caio, são isentos de pena, aplicando-se a ambos o perdão legal que exime de pena crimes patrimoniais, cometidos sem violência, em detrimento de ascendentes.
e) Mévio, tendo ajustado com Caio apenas a prática de furto à residência de Tício, responderá pelos demais crimes eventualmente praticados por Caio, ainda que não previsíveis.
3 - No que diz respeito ao concurso de pessoas e às expressas regras do CP (arts. 29 a 31),
a) não se comunicam as circunstâncias e as condições de caráter pessoal, salvo quando elementares do crime.
b) quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua punibilidade.
c) aplica-se a mesma pena a todos os coautores, ainda que a participação seja de menor importância.
d) quem, de qualquer modo, concorre para o crime incide nas penas a este cominadas, na medida de sua acessoriedade.
e) mesmo que o crime sequer seja tentado, o ajuste, a determinação ou a instigação e o auxílio sempre são puníveis.
4 - Hamilton resolve chamar um táxi pelo aplicativo do celular a fim de conduzi-lo até determinado endereço. Após ingressar no veículo, Hamilton recebe uma ligação em seu telefone, ocasião em que diz a pessoa que está do outro lado da linha que está se dirigindo até o endereço do amante de sua esposa a fim de matá-lo. O motorista do táxi, mesmo após ouvir a conversa de seu passageiro, o conduz até seu destino. No dia seguinte, o motorista toma conhecimento pelo noticiário televisivo de que Hamilton realmente matou o amante de sua mulher. Diante do caso hipotético, o taxista
a) responderá pelo crime de homicídio doloso como partícipe.
b) responderá pelo crime de homicídio doloso como coautor.
c) responderá pelo crime de homicídio culposo.
d) responderá pelo crime de favorecimento pessoal.
e) não responderá por nenhum crime.
5 - Quando dois agentes, embora convergindo suas condutas para a prática de determinado fato criminoso, não atuam unidos pelo liame subjetivo, tem-se autoria
a) incerta.
b) colateral.
c) sucessiva.
d) desconhecida.
6 – Se alguém instiga outrem a surrar inimigo comum, mas, o instigado se excede e mata a vítima, é correto afirmar que:
a) a conduta do partícipe é atípica.
b) o partícipe poderá responder por lesão corporal, sem qualquer aumento de pena, se não podia prever o resultado morte.
c) o partícipe poderá responder por homicídio doloso, mas fará jus, necessariamente, ao reconhecimento de participação de menor importância.
d) o partícipe poderá responder por lesão corporal, com a pena aumentada até um terço, se previsível o resultado letal.
e) o partícipe não poderá responder por homicídio doloso, mesmo que tenha assumido o risco do resultado morte. 
7 – Melvio e Tício ajustam entre si a pratica de um furto na residência de Joana, pois acreditavam que ela estava viajando, estando o imóvel deserto. Dividem as atividades criminosas da seguinte maneira: Mélvio deveria permanecer nas imediações para observar e vigiar a aproximação de alguém, enquanto Tício ingressaria no imóvel, mediante arrombamento de uma das janelas. Após adentrar, Tício é surpreendido com a presença de Joana, pois ela não havia viajado. Desse modo, Tício domina Joana, utilizando-se de ameaças de morte, ante sua evidente superioridade física e de uma faca que trazia consigo. Com Joana subjugada, Tício a submete a prática de conjunção carnal. Depois de consuma o ato, ainda com Joana rendida, Tício subtrai vários objetos de valor do local. Após se retirar, Tício partilha com Mélvio o produto do crime, contando-lhe dos fatos ocorridos no interior da residência. Assinale a alternativa correta quanto aos crimes cometidos:
a) Tício responde por roubo qualificado e estupro, enquanto Melvio responde por furto qualificado, aumentando-se a pena até a metade em razão do resultado ocorrido.
b) Tício e Melvio respondem por roubo qualificado e estupro.
c) Tício e Melvio respondem por roubo qualificado, enquanto Tício também responde pelo estupro.
d) Tício responde por roubo qualificado e esturpo, enquanto Melvio responde pelo furto qualificado.
e) Tício responder por roubo qualificado e estupro, enquanto Melvio responde pelo furto qualificado e estupro.

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